FITOSSOCIOLOGIA E ESTRUTURA PARAMÉTRICA DE UMA ÁREA DE CERRADO stricto sensu NA RESERVA LEGAL DA ARCELOR MITTAL (Itamarandiba - MG)

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1 FITOSSOCIOLOGIA E ESTRUTURA PARAMÉTRICA DE UMA ÁREA DE CERRADO stricto sensu NA RESERVA LEGAL DA ARCELOR MITTAL (Itamarandiba - MG) Josiane Silva Bruzinga 1, Sílvia da Luz Lima Mota 1, Israel Marinho Pereira 1, Erik Júnior Paulino 1, Vinícius Orlandi Barbosa Lima 1, Múcio Magno Farnezi 1, Reynaldo Campos Santana 1, Márcio Romarco Leles de Oliveira 1 1 Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri/Depart. de Eng. Florestal, Rodovia MG 367, n Alto do Jacuba Diamantina-MG, Tel: (038) Resumo- O presente trabalho teve como objetivo avaliar a estrutura fitossociológica e paramétrica de uma área de cerrado stricto sensu da região. O estudo foi conduzido no município de Itamarandiba MG, Vale do Jequitinhonha, na reserva legal da Empresa de reflorestamento Arcelor Mittal (Reserva do Guapuruvu), em uma área de Cerrado stricto sensu de 32 ha. Foram alocadas sistematicamente dezenove parcelas de 20x50 m (1000 m²). Onde amostrou-se todos os indivíduos lenhosos com diâmetro a 1,30 m do solo a 5 cm. Foram encontrados 1607 indivíduos distribuídos em 28 famílias botânicas sendo 3 não identificadas, 31 gêneros e 42 espécies sendo 3 não identificadas. A família Fabaceae Faboideae apresentou o maior número de espécies (4), seguida por Fabaceae Mimosoideae (3), Clusiaceae (3) e Myrtaceae (3). Outras 21 famílias foram representadas por uma única espécie. As espécies com maior Índice de Valor de Importância foram Erioteca gracilipes, Stryphnodendron adstringens, Leucochloron incuriale, Caryocar brasiliense e Byrsonima coccolobifolia. A densidade foi de 846 indivíduos/ha, área basal de 6,36 m 2 /ha e volume de 28,64 m 3 /ha. O índice de Shannon encontrado (H') foi de 2,915, pouco abaixo dos índices encontrados para esta fisionomia. Palavras-chave: Vale do Jequitinhonha, diversidade, conservação, manejo Área do Conhecimento: Recursos Florestais e Engenharia Florestal Introdução O cerrado é uma das 25 áreas do mundo consideradas críticas para a conservação (MMA, 2002). No Brasil, sua cobertura original já foi reduzida em mais de 39,5% (Sano et al. 2008). Tal fato, somado à distribuição restrita das espécies (Felfili et al. 1997), ao pequeno percentual de 1,1% da área legalmente declarados como Área de Proteção Ambiental e aos 2,5% declarados como de Preservação Permanente, dão idéia dos riscos de perda das informações sobre os padrões estruturais desse bioma (Felfili & Silva Júnior 2001). Neste contexto, os estudos fitossociológicos e o conhecimento da estrutura paramétrica têm fornecido informações importantes para a compreensão de tais padrões (Castro 1994; Felfili et al. 1993), e assim subsidiar não só a determinação de áreas prioritárias para a conservação, como também planos de manejo para o uso sustentável dos recursos deste bioma. Os estudos fitossociológicos na região do vale do Jequitinhonha ainda são escassos, destacando-se apenas poucos trabalhos como o de Neri et al e o de Freitas et al A partir desta lacuna, e ressaltando ainda a importância do bioma cerrado no vale do Jequitinhonha, o presente trabalho teve como objetivo avaliar a estrutura fitossociologia e paramétrica desta área de cerrado stricto sensu. Metodologia O município de Itamarandiba encontra-se situado no Alto Vale do Jequitinhonha, nordeste de Minas Gerais com sede nas coordenadas Latitude:-17º 51' 26" e Longitude:42º 51' 32".Localiza-se nos limites da Serra do Espinhaço -Reserva da Biosfera- (a leste) com denominações em grandes chapadas de vegetação de Cerrado e Mata Atlântica. O clima da região é do tipo Cwb (tropical de altitude) segundo classificação de Köppen, com precipitação pluvial média de 1081 mm e temperatura anual média de 20,1ºC (CEPAGRI, 2007). O estudo foi realizado na Reserva Legal (Reserva do Guapuruvu) da Arcelor Mittal Itamarandiba. A reserva possui aproximadamente 463 ha situada entre as coordenadas 17º à 17º de latitude sul e 42º À 42º de longitude oeste (WGR) e possui altitude média em torno de 900 m. Os solos predominantes são o Latossolo Vermelho distrófico típico com textura argilosa e o Latossolo Vermelho amarelo Distrófico típico com textura argilosa ou muito argilosa, que apresentam elevada acidez e saturação por alumínio, teores 1

2 medianos de matéria orgânica e atividade biológica intensa (Silva, 2005). O levantamento fitossociológico foi realizado utilizando o método de parcela fixa, conforme estabelecido pelo Projeto Biogeografia do Bioma Cerrado (FELFILI et al., 1994). Lançaram-se, sistematicamente, dezenove parcelas de 0,1 ha (20 50 m) (Figura 1). Figura 1 - Área de estudo: (A) Visão geral da área, (B) unidades amostrais parcelas de m. Dentro das parcelas mensurou-se o diâmetro (DAP) e a altura total de todos os indivíduos lenhosos que a 1,30 m do solo apresentassem DAP 5 cm. Quando o indivíduo apresentava bifurcações a esta altura e pelo menos um dos fustes atendesse ao critério de inclusão (Dap 5 cm), todos os outros fustes também eram medidos. E para o cálculo da área seccional, nestes casos, os DAP s foram fundidos através da Raiz da Soma Quadrática dos valores de DAP encontrados em campo (SCOLFORO et al., 1997). O material desconhecido foi coletado e identificado por meio de literatura especializada. As famílias e espécies amostradas foram organizadas, utilizando o sistema de classificação APG 2003, à exceção da família Leguminosae. Foi estimado no Software Excel 2007: riqueza florística, diversidade de Shannon-Weaver (H ), coeficiente de equabilidade de Pielou (J), e os parâmetros fitossociológicos usuais em trabalhos de fitossociologia (MUELLER-DOMBOIS e ELLENBERG,1974). Na distribuição diamétrica da área, usou-se a fórmula de Sturgues para definir o intervalo de classe: IC = A/nc, em que A é amplitude de classe e nc = 1 + 3,3 log(n) em que n é o número de indivíduos. O trecho de cerrado estudado foi comparado qualitativamente com outros trabalhos (Tabela 1). O volume total com casca (Vcc) foi estimado pelo emprego da equação Vcc = 0, DAP 2, Ht 0, com R² = 0,981, (CETEC, 1995). Resultados O sistema de amostragem mostrou-se apropriado para o estudo, uma vez que o erro padrão da média para o volume foi de 10,7%, indicando uma amostragem suficiente para tal parâmetro (intervalos de confiança na Tabela 2). As estimativas dos parâmetros relativos à fitossociologia e a estrutura paramétrica são apresentados na Tabela 3. O valor calculado para o intervalo de classe de DAP foi de 2,6 cm. Foram registradas densidade total de 846 indivíduos/ha, área basal de 6,36 m 2 /ha e volume total de 28,64 m 3 /ha. Os 1607 indivíduos amostrados estão distribuídos em 28 famílias botânicas sendo 3 não identificadas, 31 gêneros e 42 espécies sendo 3 não identificadas. A família Fabaceae Faboideae apresentou o maior número de espécies (4), seguida por Fabaceae Mimosoideae (3), Clusiaceae (3) e Myrtaceae (3), outras 21 famílias foram representadas por uma única espécie (Lista 1). As espécies com maior Índice de Valor de Importância (IVI) foram Erioteca gracilipes, Stryphnodendron adstringens, Leucochloron incuriale, Caryocar brasiliense e Byrsonima coccolobifolia. Elas representam 41,9% do IVI total, 51,5 % da densidade total, 53,3% da área basal e 54,6 % do volume total. A Erioteca gracilipes, Stryphnodendron adstringens, e Leucochloron incuriale, ocorreram em todas as parcelas. E sete espécies ocorreram em apenas uma parcela. Tabela 2: Resultado estatístico do Inventário Número de parcelas 19 Área da população (ha) 30,80 Média do volume da população (m 3 /ha) 28,58 Erro padrão da média da população (m 3 /ha) 1,45 Estimativa do volume total (m 3 ) 880,51 Volume/ha (m 3 ) 28,59 Erro de amostragem (m 3 /ha) 3,06 Erro de amostragem % 10,70 Intervalo superior de confiança da média (m 3 /ha) 31,65 Tabela 1 - Trabalhos de cerrado stricto sensu consultados para comparação dos índices de diversidade Referência Local Método Critério de inclusão Reserva do Guapuruvu Itamarandida *- MG Parcela fixa DAP 5 cm Freitas et al Leme do Prado * MG Parcela fixa DAP 5 cm Neri et al Senador Modestino Gonçalvez - * MG Parcela fixa CAS 10 cm *** Saporetti et al (a) Abaeté ** - MG Parcela fixa CAS 10 cm Saporetti et al (b) Bom Despacho ** - MG Parcela fixa CAS 10 cm * Vale do Jequitinhonha; ** Centro-oeste; *** Circunferência a altura do solo 2

3 Tabela 3 - Ordenação das espécies ocorrentes na área de estudo na Reserva do Guapuruvú (Arcelor Mittal - Itamarandiba MG), em ordem decrescente de VI, critério de inclusão DAP 5 cm Em que: NI = número de indivíduos por hectare; DR = densidade relativa; FR = freqüência relativa; DoR = dominância relativa; VI% = valor de Importância; AB = área basal por hectare e Vcc = volume por hectare. Espécie NI DR FR DoR VI% AB Vcc Erioteca gracilipes ,1039 4, , ,800 1,3046 6,631 Stryphnodendron adstringens 97 11,4499 4,7859 8,4639 8,233 0,5383 1,906 Leucochloron incuriale 56 6,6584 4,7859 9,3782 6,941 0,5965 3,097 Caryocar brasiliense 53 6,2850 4,2821 9,2508 6,606 0,5884 2,768 Byrsonima coccolobifolia 67 7,9652 4,7859 5,6593 6,137 0,3600 1,239 Guapira noxia 56 6,6584 4,7859 5,5694 5,671 0,3542 1,392 Kielmeyera lathrophyton 36 4,2937 4,7859 5,1001 4,727 0,3244 1,623 Kielmeyera coriacea 46 5,4760 4,7859 3,3531 4,538 0,2133 0,706 Qualea grandiflora 22 2,5513 4,0302 5,3144 3,965 0,3380 1,856 Pouteria ramiflora 39 4,6049 4,0302 3,0751 3,903 0,1956 0,744 Eugenia dysenterica 24 2,8625 4,2821 3,8707 3,672 0,2462 1,098 Strychnos pseudoquina 14 1,6179 3,7783 3,5678 2,988 0,2269 1,192 Couepia grandiflora 21 2,4269 2,7708 3,6772 2,958 0,2339 1,268 Dalbergia miscolobium 20 2,3647 4,2821 1,6958 2,781 0,1079 0,389 Myrsine guianensis 22 2,5513 3,7783 1,3730 2,568 0,0873 0,276 Byrsonima verbascifolia 18 2,1780 4,0302 1,4725 2,560 0,0937 0,298 Pouteria torta 14 1,6801 3,0227 1,7381 2,147 0,1106 0,458 Bowdichia virgilioides 9 1,0579 2,7708 0,7930 1,541 0,0504 0,191 Zeyheria montana 8 0,9334 2,2670 0,6020 1,267 0,0383 0,149 smv 6 0,6845 2,0151 0,9122 1,204 0,0580 0,254 Acosmium dasycarpum 6 0,6845 2,2670 0,3386 1,097 0,0215 0,064 Tabebuia ochracea 5 0,5600 2,0151 0,6158 1,064 0,0392 0,159 Sheflera s.p 6 0,6845 2,0151 0,4749 1,058 0,0302 0,119 Não identificada 2 5 0,6223 1,7632 0,3256 0,904 0,0207 0,066 Enterolobium gummiferum 5 0,5600 1,5113 0,4709 0,847 0,0299 0,123 Não identificada 8 4 0,4978 1,5113 0,2660 0,758 0,0169 0,052 Erythroxylum tortuosum 3 0,3734 1,5113 0,3685 0,751 0,0234 0,076 Kielmeyera speciosa 4 0,4978 1,2594 0,2197 0,659 0,0140 0,040 Lafoensia vandelliana 2 0,1867 0,7557 0,4998 0,481 0,0318 0,193 Roupala montana 3 0,3734 0,7557 0,1569 0,429 0,0100 0,027 Não identificada 1 2 0,1867 0,7557 0,2069 0,383 0,0132 0,046 Aspidosperma tomentosum 2 0,1867 0,7557 0,1376 0,360 0,0088 0,032 Hymenaea courbaril 2 0,1867 0,7557 0,0973 0,347 0,0062 0,020 Não identificada 5 2 0,1867 0,7557 0,0727 0,338 0,0046 0,013 Styrax ferrugineus 2 0,2489 0,5038 0,0892 0,281 0,0057 0,017 Não identificada 4 1 0,1245 0,5038 0,0720 0,233 0,0046 0,016 Byrsonima crassa 1 0,0622 0,2519 0,0420 0,119 0,0027 0,008 Machaerium opacum 1 0,2519 0,0375 0,117 0,050 0,0024 0,007 Não identificada 6 1 0,2519 0,0316 0,115 0,047 0,0020 0,006 Brosimum gaudichaudii 1 0,2519 0,0309 0,115 0,047 0,0020 0,006 Blepharocalyx salicifolius 1 0,2519 0,0296 0,115 0,046 0,0019 0,006 Miconia sp ,2519 0,0213 0,112 0,042 0,0014 0,004 Eremanthus incanus 1 0,2519 0,0172 0,110 0,040 0,0011 0,003 Total ,00 100,00 100,00 100,00 6, ,636 3

4 Lista 1 - Famílias e espécies encontradas na área de estudo APOCYNACEAE Aspidosperma tomentosum ARALIACEAE Sheflera s.p ASTERACEAE Eremanthus incanus Não identificada 2 BIGNONIACEAE Tabebuia ochracea Zeyheria montana CARYOCARACEAE Caryocar brasiliense CHRYSOBALANACEAE Couepia grandiflora Byrsonima coccolobifolia Byrsonima verbascifolia Byrsonima crassa MALVACEAE Erioteca gracilipes MELASTOMATACEAE Miconia sp.1 MORACEAE Brosimum gaudichaudii MYRSINACEAE Myrsine guianensis MYRTACEAE Blepharocalyx salicifolius Eugenia dysenterica CLUSIACEAE Não identificada 1 Kielmeyera coriacea NÃO IDENTIFICADA 1 Kielmeyera lathrophyton Não identificada 5 Kielmeyera speciosa NÃO IDENTIFICADA 2 ERYTHROXYLACEAE Não identificada 6 Erythroxylum tortuosum NÃO IDENTIFICADA 3 FABACEAE - CAESALPINIOIDEAE Não identificada 8 Hymenaea courbaril FABACEAE FABOIDEAE Acosmium dasycarpum Bowdichia virgilioides Dalbergia miscolobium Machaerium opacum FABACEAE-MIMOSOIDEAE NÃO IDENTIFICADA SMV smv NYCTAGINACEAE Guapira noxia PROTEACEAE Roupala montana SAPINDACEAE Enterolobium gummiferum Não identificada 4 Stryphnodendron adstringens Leucochloron incuriale LOGANIACEAE Strychnos pseudoquina LYTHRACEAE Lafoensia vandelliana MALPIGHIACEAE SAPOTACEAE Pouteria ramiflora Pouteria torta STYRACACEAE Styrax ferrugineus VOCHYSIACEAE Qualea grandiflora médias do volume total por classe de Dap (Figura 4). Figura 2 Distribuição diamétrica dos indivíduos Figura 3 Distribuição da área basal por classe de DAP A Erioteca gracilipes, Leucochloron incuriale e Cariocar brasiliensis, foram, respectivamente as que apresentaram maior volume e área basal. O índice de Shannon (H') encontrado foi de 2,915 e o índice de equabilidade de Pielou (J') encontrado foi de 0,77. A distribuição de diâmetros mostra que a área estudada segue o padrão de J invertido, dado típico de uma floresta nativa (Figura 2). As estimativas médias da área basal por hectare (m2/ha), por espécie, e por classe de diâmetro, em ordem decrescente de VI constam na Tabela 3. A distribuição da área basal segue a mesma tendência da distribuição diamétrica (Figura 3) assim como as estimativa Figura 4 Distribuição do volume por classe de DAP Discussão Os valores de riqueza (42 espécies e 28 famílias), e de diversidade (2,915) estão na média dos trabalhos comparados (Tabela 4). 4

5 Tabela 4 - Estimativa dos índices de diversidade - comparação entre as áreas Áreas Comparadas Índices de Diversidade Reserva do Guapuruvú Leme do Prado Senador Modestino Abaeté Bom Despacho Shannon-Weaver 2,915 2,68 3,61 3,59 2,64 Pielou (J) 0,775 0,32 0,8 0,8 0,71 Porém quando comparado com a maioria dos trabalhos realizados nesta fisionomia, encontram-se um pouco abaixo da média (FELFILI e SILVA-JÚNIOR, 2001; FELFILI et al.,1993; FELFILI et al., 1994). Esse baixo valor de diversidade pode ser explicado, em parte, por perturbações antrópicas e o extrativismo seletivo habitualmente ocorrido na região. O índice de equabilidade encontrado (0,77) mostra que as espécies encontram-se bem distribuídas na área. Em se tratando da flora lenhosa de Cerrado stricto sensu, famílias como Leguminosae Vochysiaceae, Myrtaceae, Malpighiaceae e Rubiaceae comumente apresentam altos valores de riqueza florística (RIZZINI, 1963; CASTRO, 1994; FELFILI et al., 1994; RATTER et al., 2000; 2001). No presente trabalho as Leguminosae e as Myrtaceae também apresentaram altos valores de riqueza. A análise da Tabela 3 indica que na maioria das vezes os parâmetros que mais contribuíram para a determinação da importância de uma espécie foram a densidade e a dominância. Em alguns casos a dominância apareceu como parâmetro mais importante, são os casos em que a espécie possui maior área basal como a Erioteca gracilipes, Leucochloron incuriale e Caryocar brasiliense. A freqüência relativa teve menor influência na ordenação do VI, fato justificado em parte pelo número e tamanho utilizados para o estabelecimento das unidades amostrais. A distribuição da área basal mostra que maior parte da área basal concentra-se nas árvores com fustes menores ou iguais a 16,7 cm. A distribuição do volume segue mostra que parte do volume concentra-se nas árvores com fustes de diâmetros menores, o que indicam um estágio de sucessão secundária da área (Souza et al. 1999). A distribuição de diâmetros mostra que o maior número de árvores concentra-se nas classes diamétricas iguais ou inferiores a 16,7 cm de DAP, as quais totalizam 777 árvores. Isso indica predominância de árvores de pequeno porte, condizente com o estágio secundário de sucessão, provavelmente esta área ainda precisa de tempo para atingir um estoque adequado para fins de manejo sustentável (Souza et al. 1999). Conclusão A área estudada apresenta características de cerrado stricto sensu, devido a presença das espécies registradas neste estudo. A riqueza predominante da família Leguminosae confirma os dados registrados na literatura em outras formações de cerrado. Embora a diversidade estimada pelo índice de Shannon tenha sido inferior a outras áreas do Estado, os estudos são importantes, pois representam a fisionomia de trechos de cerrado que ainda restam no vale do Jequitinhonha. Agradecimentos Aos patrocinadores e colaboradores do projeto Desenvolvimento de tecnologias para produção sustentável de três espécies do cerrado para o Alto Jequitinhonha MG, do qual este trabalho faz parte: FAPEMIG, IEF, Governo do Estado de Minas Gerais, ARCELOR MITTAL, UFVJM, FUNDAEPE pelo apoio logístico e financeiro. Referências - APG. An update of the Angiosperm Phylogeny Group classification for the orders and families of flowering plants: APG II. Botanical Journal of the Linnean Society 141: , BRASIL. MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE. Biodiversidade brasileira: avaliação e identificação de áreas prioritárias para conservação, utilização sustentável e repartição de benefícios da biodiversidade brasileira. Brasília: MMA/SBF p. - CASTRO, A. A. J. F Composição florísticogeográfica (Brasil) e fitossociológica (Piauí-São Paulo) de amostras de cerrado. Tese de doutorado. UNICAMP, Campinas. 520p. - CEPAGRI Centro de Pesquisas Meterológicas e Climáticas Aplicadas a Agricultura. Zoneamenteo climatic da cultura do café. Campinas: Disponível em:<www.cpa.unicamp.br/cafe/index> Acesso em: 07/07/

6 - CRONQUIST, A. An Integrated system of classification of flowering plants. New York: Columbia University, p. - FELFILI, J.M.; SILVA JÚNIOR, M.C.; REZENDE, A.V.; MACHADO, B.W.T.; SILVA, P.E.N. & HAY, J.D Análise comparativa da florística e fitossociologia da vegetação arbórea do cerrado sensu stricto na Chapada Pratinha, Brasil. Acta botanica Brasilica 6 (2): FELFILLI, J.A. et al. Projeto biogeografia do bioma Cerrado: vegetação & solos. Cadernos de Geociências, v.12, p FELFILI, J.M.; SILVA JÚNIOR, M.C.; REZENDE, A.V.; NOGUEIRA, P.E.; WALTER, B.M.T.; SILVA, M.A. & ENCINAS, J.I Comparação florística e fitossociológica do Cerrado nas Chapadas Pratinha e dos Veadeiros. Pp In: L. Leite & C.H. Saito (eds.). Contribuição ao conhecimento ecológico do cerrado. Brasília, Ed. Universidade de Brasília. - FELFILI, J.M.& SILVA JÚNIOR, M.C. (orgs.) Biogeografia do Bioma Cerrado: estudo fitofisionômico da Chapada do Espigão Mestre do São Francisco. - FELFILI, J.M.; NOGUEIRA, P.E.; SILVA JÚNIOR, M.C.; MARIMON, B.S. & DELITTI, W.B.C Composição florística e fitossociologia do cerrado sentido restrito no município de Água Boa, MT. Acta Botanica Brasilica 16(1): FREITAS, E. M, ALVARENGA, L. H.V., SCOLFORO, J. R. S., MELLO, J. M. M. & SILVA, C. P. C. Estudo e diversidade florística na Reserva Biológica de Acauã - Vale do Jequitinhonha. Revista Brasileira de Biociências, Porto Alegre, v. 5, supl. 2, p , jul MUELLER DOMBOIS, D.Y.; ELLENBERG, M. Aims and methods in vegetation ecology. New York: illey & Sons, p. - NERI, A. V., NETO, J. A. A. M., SILVA, A. F., MARTINS, S. V. & BATISTA M. L. Análise da estrutura de uma comunidade lenhosa em área de cerrado sensu stricto no município de Senador Modestino Gonçalves, norte de Minas Gerais, Brasil. Rev. Árvore vol.31 no.1 Viçosa Jan./Feb NUNES, R. V. Padrões de distribuição lenhosa do Cerrado sentido restrito do Distrito Federal f. Dissertação (Mestrado em Ciências Biológicas) - Universidade de Brasília, Brasília, RATTER, J.A. et al. Estudo preliminar da distribuição das espécies lenhosas da fitofisionomia cerrado sentido restrito nos estados compreendidos pelo bioma Cerrado. Boletim do Herbário Esechias Paulo Heringer, v. 5. p.5-43, RIZZINI, C.T. A flora do cerrado, análise florística das savanas Centrais. In: SIMPÓSIO SOBRE O CERRADO. São Paulo: Universidade de São Paulo/ Edgard Blücher, p SAPORETTI (A), A. W.; NETO, J. A. A. M. & ALMADO, R. P. Fitossociologia de cerrado sensu stricto no município de Abaeté-MG. Rev. Árvore vol.27 no.3 Viçosa May/June SAPORETTI (B), A. W.; NETO, J. A. A. M. & ALMADO, R. P. Fitossociologia de sub-bosque de cerrado em talhão de Eucalyptus grandis W. Hill ex Maiden no município de Bom Despacho-MG. Rev. Árvore vol.27 no.6 Viçosa Nov./Dec SCOLFORO, J. R. S.; MELLO, J. M. Inventário florestal. Textos Acadêmicos. Lavras: UFLA/FAEPE, p. - SANO, E. E.; ROSA, R.; BRITO, J. L. S. & FERREIRA L. G Mapeamento semidetalhado do uso da terra do bioma cerrado, Brasília. Pesq. Agropec. bras. v. 43, p SILVA, A. C. Caracterização morfológica, física, química e classificação dos solos das terras da Acesita Energética Ltda. In: Grazziotti, P. H. ET AL. Indicadores de recuperação Ambiental em Faixas de Reserva Legal de povoamentos Florestais no médio Jequitinhonha. Diamantina, ACESITA/UFVJM, (Relatório Técnico). - SOUZA, A. L.,COTA, A. P. & SOUZA, D. R. Um plano de manejo para a mata da silvicultura, Viçosa Minas Gerais. MANEJO FLORESTAL DEF/UFV

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