A INEFICIÊNCIA DA INFRAESTRUTURA VIÁRIA NO TRANSPORTE CICLOVIÁRIO ATUAL

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1 A INEFICIÊNCIA DA INFRAESTRUTURA VIÁRIA NO TRANSPORTE CICLOVIÁRIO ATUAL AUTOR (ES): Tânia Campanhã Macedo Tássia Campanhã Macedo Cida Cristrina de Sousa Moraes Faculdade de Tecnologia de Jahu

2 ÁREA TEMÁTICA: Transporte Urbano RESUMO: Há algum tempo, os problemas decorrentes do trânsito caótico nos centros urbanos passaram a ser uma questão de saúde pública, haja vista a quantidade de feridos, mortes e mesmo de vítimas com sequelas. O presente artigo elucida a urgência da mobilidade urbana atrelada ao desenvolvimento sustentável, prejudicados pelo trânsito desordenado que interfere na capacidade de livre escolha de locomoção das pessoas. O propósito do trabalho é alertar para a insegurança no trânsito com o uso inadequado da bicicleta como alternativa de meio de transporte, mesmo que de forma integrada aos modos públicos motorizados. A abordagem literária do transporte cicloviário é feita sob os seguintes aspectos: benefícios, infraestrutura viária, legislação (Código de Trânsito Brasileiro), e segurança de trânsito. No cenário brasileiro, percebe-se que não há infraestrutura adequada aos ciclistas, além da falta de educação e respeito no trânsito tanto por parte de todos os usuários da via quanto dos responsáveis por campanhas educativas. Nessas condições, conclui-se que o incentivo ao transporte cicloviário pelas autoridades públicas e privadas contribui para ocorrência dos acidentes envolvendo bicicletas. Palavras- chave: Bicicleta. Mobilidade. Sustentabilidade. Infraestrutura. Acidentes.

3 THEME AREA: Urban Transport ABSTRACT: Some time ago, the problems arising from the chaotic traffic in urban centers have become a public health issue, given the amount of injuries, deaths and even victims with sequelae. This article highlights the urgency of the urban mobility linked tosustainable development, hampered by traffic cluttered that interferes with the ability of free choice of movement of people. The purpose of the paper is to call attention tounsafe traffic with inappropriate use of bicycles as an alternative means of transport, even in an integrated manner to public motorized modes. The literary approachcicloviário shipping is done under the following areas: benefits, road infrastructure, legislation (Brazilian Traffic Code), and traffic safety. In the Brazilian scenario, it is clear that there is adequate infrastructure for cyclists, and the lack of courtesy and respect by both the traffic of all road users and those responsible for educational campaigns. Under these conditions, we conclude that the encouragement of shippingcicloviário by public authorities and private contributes to the occurrence of accidents involving bicycles. Keywords: Bycicle. Mobility. Sustainability. Infrastructure. Accidents.

4 1. INTRODUÇÃO Em algumas cidades brasileiras está cada vez mais difícil se locomover, seja de ônibus, carro ou moto. A inclusão da bicicleta como meio de transporte é abordada pela mobilidade como forma de inclusão socioeconômica, além do aspecto ambiental, reduzindo os agentes poluentes e melhorando a saúde da população. Mas, para as cidades se desenvolverem sustentavelmente é necessário um planejamento territorial consistente, para assim haver conexão com a mobilidade urbana, reduzindo os deslocamentos motorizados e controlando o crescimento das cidades. A bicicleta é o veículo não motorizado mais utilizado no país, pois é de fácil acesso para a população, independentemente de sua idade ou renda familiar. É uma solução interessante para desafogar o trânsito caótico das cidades, sustentavelmente (sem poluição). Entretanto, poucas cidades brasileiras possuem infraestrutura adequada para comportar tal modo de transporte, refletindo na violência do trânsito, pois o país ocupa um dos primeiros lugares desse ranking no trânsito mundial. Neste contexto se insere este trabalho no sentido de proporcionar uma discussão sobre a insegurança dos ciclistas brasileiros e enunciar a incoerência das autoridades de transporte e trânsito, tanto públicas quanto privadas, quando incentivam o uso da bicicleta como modo de transporte urbano, sem a devida adequação da infraestrutura cicloviária à rede de transporte das cidades. O estudo visa proporcionar um melhor entendimento sobre este meio de transporte e salientar que, no Brasil, não é comum a prática da educação no trânsito entre ciclistas e motoristas. A abordagem utilizada baseia-se em pesquisa bibliográfica, tomando como fontes sites de instituições governamentais, livros, trabalhos acadêmicos, entre outros. 2. MOBILIDADE SUSTENTÁVEL A mobilidade são as possibilidades de deslocamento de cada indivíduo para o local desejado, considerando as características do espaço urbano a ser percorrido. Os indivíduos podem desempenhar vários papéis no meio urbano como: pedestres, ciclistas, passageiros de transportes coletivos, motoristas. Para Ferraz; Torres (2004, p. 88). A mobilidade é, sem dúvida, o elemento balizador do desenvolvimento urbano TRÂNSITO CAÓTICO Nas metrópoles brasileiras, se locomover nos dias de hoje livremente, é quase impossível. Diariamente a população sofre com filas e mais filas de carro, os conhecidos engarrafamentos constantes. A grande São Paulo, por exemplo, possui cerca de 13 milhões de pessoas (NERI, 2011), com uma frota de veículos que supera os sete milhões (FROTA, 2011). Isso ocorre também no país como um todo (grandes capitais e cidades litorâneas e do interior). Há cada vez menos espaço nas vias para todo mundo, os congestionamentos são cada vez maiores. Conforme o Instituto de Energia e Meio Ambiente (2010), nos grandes centros urbanos, as vias para automóveis ocupam em média 70% do espaço público e transportam apenas 20% á 40% dos habitantes. Esse caos no trânsito é reflexo do crescimento urbano desordenado e acelerado, por falta de planejamento integrado entre as políticas de desenvolvimento, transportes e mobilidade (ANTP, 2007). Figura 1 Fluxo contínuo de congestionamento. Fonte: Instituto de Energia e Meio Ambiente (2010).

5 A figura 1 - esquematiza a necessidade de fluidez (mais vias) que gera o aumento da capacidade das vias, estimulando o uso do carro, que por sua vez, gera novos congestionamentos; caracterizando um ciclo vicioso que afeta o espaço público. Figura 2 Gráfico do consumo de espaço x modo de transporte Fonte: Banister; Button (1993. Apud, ANTP, 2007, p. 71) DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (QUESTÃO AMBIENTAL E ECONÔMICA) Segundo ANTP (2010), a inclusão da bicicleta nos deslocamentos urbanos é abordada pela Mobilidade Urbana como forma de inclusão social, reduzindo, eliminando agentes poluentes e melhorando a saúde da população. O meio de transporte que a população escolhe para se locomover afeta diretamente a qualidade de vida urbana. Para ocorrer os deslocamentos dentro de uma cidade, é necessária distribuição territorial urbana, porém o fluxo social e econômico das cidades é cada vez mais complexo, desajustando o desenvolvimento sustentável. Para esse desenvolvimento acontecer, é utilizada como ferramenta de planejamento territorial a lei de uso e ocupação do solo, segundo Duarte et al (2011), qual auxilia na identificação de zonas da cidade com funções específicas, disciplinando as atividades no território urbano, equilibrando as demandas sociais e o desenvolvimento econômico. Essas ações necessitam ser combinadas com uma melhor utilização da capacidade de atendimento das estruturas já implantadas, havendo conexão com um plano de mobilidade urbana que ofereça redução da necessidade de deslocamento motorizado. 3. TRANSPORTE CICLOVIÁRIO A bicicleta é um modal muito utilizado pelos brasileiros e também em alguns países, seja para lazer ou como único meio de transporte, e muitas vezes é atraída por seu baixo preço de manutenção e sua aquisição serem praticamente a custo zero. Em muitas cidades mais pobres do país a bicicleta acaba é o principal meio de transporte da população (FERRAZ; TORRES, 2004). Este modo de transporte é composto por vias de acesso às bicicletas, mas apesar de haver em torno de 50 milhões de bicicletas na frota brasileira, existem apenas 600 quilômetros de vias de acesso exclusivo para este modal. A infraestrutura para este tipo de transporte é ineficiente e não faz parte da cultura do brasileiro, mas a política é interessante e possui benefícios que estão sendo considerados pelo ministério público a partir de campanhas de incentivo à utilização deste meio de transporte. Sendo assim, fica difícil se ter uma educação no trânsito que segundo a ANTP (2007), é utilizada como capacidade de entendimento da mobilidade urbana, que significa que é preciso criar a capacidade de entendimento e aprendizado com as diversas situações que a mobilidade nos impõe da forma mais abrangente possível, seja como condutor, passageiro, ciclista ou pedestre.

6 É importante salientar que existe o desrespeito por parte dos motoristas em relação aos ciclistas, pois aqueles não entendem que estes também precisam usar a via. Para eles, os ciclistas são somente mais um obstáculo durante a viagem. Porém, também ocorre o inverso: os ciclistas ainda não se sensibilizaram com o fato de que são importantes para a mobilidade urbana e acabam interagindo de forma incorreta, ao andar do lado contrário da via, em desrespeito a sinalização e o mais grave: sem portar o devido equipamento para a segurança necessária BENEFÍCIOS COM USO DE BICICLETAS A cada ano que passa as condições de mobilidade e do trânsito estão piores e infelizmente o caos não dá sinal de melhora. O desenvolvimento urbano tem gerado um favorecimento na utilização do automóvel em comparação a outros modais, e isso gera uma parcela de culpa por ignorar os benefícios da bicicleta (ANTP, 2007). Estes benefícios são bastante significativos, pois não poluem porque não emitem gases, consomem pouco espaço, não consomem energia não renovável no caso o combustível e também é considerado um meio de transporte ecologicamente correto (FERRAZ; TORRES, 2004). Também existem alguns pontos favoráveis ao uso da bicicleta: produz pouquíssimo ruído; não emite gases; tem um baixo custo de aquisição e manutenção; apresenta pouca eficiência energética; possui baixa perturbação ambiental; contribui para a saúde do usuário. Por outro lado, existem os aspectos desfavoráveis, como por exemplo: é um meio limitado de locomoção, uma vez que é utilizado em sua maioria para curtas e médias distâncias; desloca-se com dificuldade em rampas; expõe o usuário à poluição; e deixa o ciclista vulnerável a furtos CONTRIBUIÇÕES PARA MOBILIDADE Para ter a mobilidade sustentável é preciso estabelecer uma integração entre os meios de transporte, neste caso a bicicleta e o transporte público. Estes dois meios de transportes combinados, acabam desenvolvendo a mobilidade sustentável, mas separados não traz tantos benefícios para a mobilidade urbana. Segundo a ANTP 2007, a concorrência dos modais de transporte (o transporte público e a bicicleta) não é produtiva, mas às vezes é inevitável, pois existe uma forte demanda para estes dois modais, mas se combinados, poderiam gerar uma maior demanda de infraestrutura para ambos. Contudo, é necessário muito esforço do ministério público para alterar a sua política e ao invés desses modos concorrerem entre si, combiná-los de forma adequada, gerando sinergia e uma melhor infraestrutura INFRAESTRUTURA VIÁRIA Hoje no Brasil a infraestrutura viária para o uso da bicicleta é incapaz de suprir a necessidade deste modal. Antigamente o uso da bicicleta era mais comum, pois era e ainda é um dos meios de transporte mais baratos para se adquirir, porém com o desenvolvimento das cidades os carros foram tomando conta do espaço onde antes circulavam as bicicletas. Para proporcionar um melhor atendimento a esta crescente demanda é necessário o desenvolvimento de políticas cicloviárias e o investimento na infraestrutura de cada cidade (FERREIRA, 2010). A seguir veremos alguns exemplos de infraestrutura necessária para este modal: Ciclovia: via exclusivamente construída para o tráfego de bicicletas, tendo obrigatoriamente um dispositivo físico (guia, vegetação, blocos de concreto ou prismas sólidos) para separar dos demais veículos.

7 Figura 3 Ciclovia na praia do Gonzaga, na cidade de Santos, litoral do estado de São Paulo. Fonte: Wikipédia. Ciclofaixa: faixa exclusiva para bicicletas, onde a demarcação que separa os fluxos dos demais tráfegos é feita com pintura no solo. Figura 4 Ciclofaixa no Lago do Silvério, na cidade de Jaú interior do estado de São Paulo. Fonte: acervo pessoal dos autores. Rota Ciclável: pistas de rolamento destinadas ao uso compartilhado entre bicicletas e carros. Indicadas através de sinalizações adequadas ou através de mapas para os ciclistas. (KIRNER, 2006). Figura 5 Rota ciclável na rua Barão de Amazonas, na cidade de Niterói, no estado do Rio de Janeiro. Fonte: blog Felipe Peixoto (2011). Bicicletário: Segundo a ANTP (2007) bicicletários são estacionamentos de longa duração, com um grande número de vagas e podem ser públicos ou privados. Figura 6 Bicicletário da Multinacional Volvo, na cidade de Pederneiras, interior do estado de São Paulo. Fonte: acervo pessoal dos autores.

8 Paraciclos: São estacionamentos de curta ou média duração para as bicicletas, com espaço para até 25 bicicletas dependendo do tipo de paraciclo, porém não tem qualquer controle de acesso. Figura 7 Paraciclos em frente à câmara municipal, na cidade de Curitiba, capital do estado do Paraná. Fonte: PT/Curitiba CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO O Código de Trânsito Brasileiro (Lei n /1997) inclui em suas atribuições a bicicleta como veículo protegido do tráfego urbano. Para tanto, diz que os veículos automotores precisam dar a passagem quando mudam de direção a pedestres e ciclistas, e que quando não houver nenhuma ciclovia, ciclofaixa ou rota ciclável os ciclistas poderão andar nas ruas sempre ao lado direito juntamente com os veículos, tendo a preferência sobre os mesmos. A lei ainda diz que o ciclista desmontado empurrando a bicicleta equipara-se a um pedestre com os mesmos direitos e deveres, e que este meio de transporte tem que ter alguns equipamentos obrigatórios em sua movimentação, como a campainha, sinalização nas laterais, traseira, dianteira e também nos pedais além de um espelho retrovisor do lado esquerdo. Figura 8 Equipamento de segurança necessário para o uso da bicicleta. Fonte: Escola Prática Educativa de Trânsito - DER/PR Existem infrações e multas para o caso dos veículos não guardarem a distância permitida de 1,5m, ultrapassarem uma bicicleta, e também ameaçarem o ciclista com o carro, que é infração gravíssima passível de suspensão do direito de dirigir e apreensão do veículo e da habilitação. Porém, não são somente os carros que podem infligir o código, as bicicletas também podem, pois se andarem em passeios onde não sejam permitidas, a infração é média, e existe uma medida administrativa que pode retirar o veículo e só devolver mediante o pagamento da multa ACIDENTES COM BICICLETAS A falta de informação e educação no trânsito brasileiro é apontada como um dos maiores causadores de acidentes de trânsito que ocorrem a cada ano no país.

9 Figura 9 O gráfico mostra a quantidade de mortes envolvendo bicicletas com vários modais de transporte no estado de São Paulo (2006). Fonte: ANTP, 2007, p CONSIDERAÇÕES FINAIS A integração da bicicleta com outros modais de transporte é possível, mas para isso ocorrer é necessário começar a pensar em formas de infraestrutura englobando melhor o espaço urbano disponível. O controle público tem feito campanhas de incentivo ao uso da bicicleta como forma de transporte. Por exemplo, na cidade de Jaú/SP foi implantada uma ciclofaixa, a princípio para lazer, no conhecido e movimentado Lago do Silvério, porém não há disponível biciletário ou paraciclo no local. A prefeitura incentiva o uso, mas não instruiu as pessoas que utilizam a via para usufruir de modo consciente e saudável. O caos no trânsito nos dias de hoje é também um sintoma do problema de infraestrutura deficitária para o transporte cicloviário, pois falta cultura, informação e investimentos na parte de educação no trânsito, ocasionando um mal incentivo para a utilização deste modal como meio de transporte. Essa falta de informação, educação no trânsito e o mal incentivo ao uso da bicicleta, acarreta insegurança viária, contribuindo para a ocorrência de acidentes. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE TRANSPORTES PÚBLICOS ANTP. Mobilidade e cidadania. São Paulo: ANTP, Transporte e meio ambiente. Série cadernos técnicos, v. 6. São Paulo: ANTP, BIAVATI, Eduardo; MARTINS, Heloisa. Rota de colisão: a cidade, o trânsito e você. São Paulo: Berlendis&Vertecchia, PEIXOTO, Felipe. Rota ciclável em Niterói. BLOG FELIPE PEIXOTO. julho Disponível em: < Acesso em: 05 abr BLOG VÁ DE BIKE. O que o Código de Trânsito diz sobre nós ciclistas. Agosto Disponível em: < Acesso em: 03 abr BRASIL. Sistema de Informações da Mobilidade Urbana, relatório geral Caderno de referência para elaboração de Plano de mobilidade por bicicleta nas cidades. Coleção Bicicleta Brasil: Programa brasileiro de Transporte de passageiros mobilidade por bicicleta. Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana, Ministério das Cidades. Brasília: [s. n.; s. d.].

10 DUARTE, Fábio.; SÁNCHEZ, Karina.; LIBARDI, Rafaela. Introdução à mobilidade urbana. Curitiba: Juruá Editoria, FERRAZ, Antônio Clovis; TORRES, Isaac Guillermo. Transporte Público Urbano. 2.ed. São Carlos: RIMA, FERREIRA, W. E. A Bicicleta e o Transporte Público. In:. Bicicleta Elétrica: Inovação tecnológica e mobilidade sustentável. Jaú: FATEC, 2010.p FROTA de veículos de São Paulo chega aos 7 milhões. R7 Notícias. Publicado em: 04 abr Disponível em: < Acesso em: 06 abr INSTITUTO DE ENERGIA E MEIO AMBIENTE A Bicicleta e as Cidades: Como inserir a bicicleta na política de Mobilidade Urbana. Construindo a cidade acessível. Brasil acessível: Programa brasileiro de acessibilidade urbana, v. 2, 2. ed. Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana, Ministério das Cidades. Brasília: [s. n.]. KIRNER, Janice. Proposta de um Método para a definição de Rotas Cicláveis em áreas urbanas f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Urbana) Universidade Federal de São Carlos. Disponível em: <http://nitbikers.files.wordpress.com/2012/01/engenharia-urbana-definicao-de-rotas-deciclovias.pdf >. Acesso em: 04 abr MOUNTAIN BIKE BH.COM.BR. O Código de Trânsito Brasileiro. Disponível em: < Acesso em: 03 abr NERI, J. O transito caótico nas cidades brasileiras. Disponível em: <http://www.mundohoje.com.br/o-transito-caotico-nas-cidades-brasileiras.html>. Acesso em: 03 abr PERKONS. Cuidados com sua bicicleta. Educação para o Trânsito. [S.d.]. Disponível em<http://www.educacaoetransito.com.br/internacd25.html?codpagina=80&codidioma=8& codpai=78> Acesso em: 09 abr STICA. J. Novos Paraciclos devem incentivar ainda mais o uso da bicicleta. Pt Curitiba. 20 de março Disponível em <http://ptcuritiba.org.br/noticias/novosparaciclos-devem-incentivar-ainda-mais-o-uso-da-bicicleta/ > Acesso em: 03 abr WIKIPÉDIA. Gonzaga ciclovia. Publicado em: 09 fev Disponível em < Acesso em 03 abr O conteúdo expresso no trabalho é de inteira responsabilidade do(s) autor (es).

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