INFORME ECONÔMICO 5 de dezembro de 2014

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1 RESENHA SEMANAL E PERSPECTIVAS Dados de emprego reforçam probabilidade de alta de juros pelo FED em meados de No Brasil, Copom acelerou ritmo de alta da Selic. Nos Estados Unidos, os dados do mercado de trabalho foram muito fortes e os discursos de diretores do FED sinalizaram que a alta de juros deverá ocorrer em meados de A geração de vagas da economia atingiu 321 mil postos em novembro, ficando bem acima do esperado pelo mercado (geração de 230 mil vagas), com a média móvel de seis meses atingindo 258 mil vagas criadas. Desde fevereiro desse ano, a geração mensal de vagas está acima de 200 mil, o que ocorreu somente no período de setembro de 1993 a março de 1995, durante o governo Clinton. A taxa de desemprego ficou estável em 5,8%, mas esse resultado foi positivo considerando que houve a entrada de 119 mil pessoas no mercado de trabalho. A medida mais ampla de desemprego, que inclui os empregos em tempo parcial, recuou de 11,5% para 11,4% em novembro. A queda dessa medida de desemprego deveu-se exatamente ao recuo do emprego em tempo parcial, que registrou queda de 177 mil postos, e indica que estão sendo gerados empregos em tempo integral, de maior qualidade. O tempo médio de desemprego também recuou para 12,8 semanas, sendo o menor patamar desde a crise de Os salários médios subiram 2,1%, em termos anuais, o que sinaliza ainda custos salariais contidos. Porém, acreditamos que a melhora do mercado de trabalho pressionará os salários mais adiante, o que fará com que a inflação convirja para a meta de 2,0% do FED. Criação de vagas nos EUA (mensal, média móvel de 3 e 6 meses) EUA: Taxa de desemprego (Ampliados e total) set nov-12 jan mar-13 mai jul set nov jan-14 mar mai jul-14 set nov Jan-01 Sep-01 May-02 Jan-03 Sep-03 May-04 Jan-05 Sep-05 May-06 Jan-07 Sep-07 May-08 Jan-09 Sep-09 May-10 Jan-11 Sep-11 May-12 Sep-13 May-14 Taxa de desemprego total Mensal Média Móvel 3 meses Média Móvel 6 meses U6 = emprego em tempo parcial por razões econômicas Além disso, dois importantes membros do FED fizeram discursos recentemente e reafirmaram a expectativa de alta da taxa de juros em meados de Nessa semana, discursaram o vice presidente do FED, Stanley Fischer, e o presidente do FED de Nova York, William Dudley, que podem ser considerados os dois mais importantes membros do comitê de política monetária, depois da presidente do FED, Janet Yellen. Nos seus discursos, houve a avaliação de que a recente queda do preço do petróleo é favorável para economia americana, pois eleva a renda disponível das famílias Essa interpretação da recente queda do preço do petróleo é importante para o cenário, pois havia o risco do FED considerar o choque do petróleo como sendo predominantemente deflacionário para a economia e assim reavaliar o cenário de alta de juros. Além disso, houve a 1

2 sinalização de que o termo tempo considerável para se referir ao momento de alta de juros deverá ser reavaliado no comunicado das decisões. Essa revisão do texto do comunicado é um sinal importante de que o FED está mais perto do momento do início da normalização da taxa de juros, que acreditamos ocorrerá em junho de Na Europa, o BCE indicou que novas medidas de estímulo serão divulgadas no primeiro trimestre de 2015 e os índices de confiança sinalizaram desaceleração da economia da região em novembro. Na reunião dessa semana, o BCE revisou suas projeções de inflação e de crescimento para baixo, reconhecendo a deterioração adicional do cenário. As projeções para o PIB de 2014, 2015 e 2016 foram revistas para baixo em 0,1%, 0,6% e 0,4%, respectivamente, para 0,8%, 1,0% e 1,5%. No caso da inflação, a revisão maior ocorreu para 2015, que passou de 1,1% para 0,7%. Com essa nova expectativa, a inflação permanecerá abaixo de 1,0% novamente no próximo ano, o que pressiona o BCE a adotar novas medidas, confirmadas na entrevista após a reunião. O presidente indicou que essas medidas serão anunciadas no início de 2015 e deverão incluir um novo programa de compras de ativos. Não houve a confirmação de que os títulos soberanos serão incluídos nesse novo programa, mas a provável manutenção do cenário de enfraquecimento da atividade e da inflação em baixa deverá pressionar o BCE a incluí-los. Em relação à atividade na região, o PMI da Zona do Euro registrou queda de 1 ponto e atingiu 51,1 pontos. Na abertura do índice, o destaque negativo se deu nas novas ordens, que também recuaram 1 ponto. Considerando os países, Espanha, Alemanha e França registraram as maiores desacelerações, também adicionando pressão para que o BCE aja no início do próximo ano Mar-13 May-13 Jul-13 PMI - Zona do Euro Sep-13 Nov-13 Jan-14 Mar-14 May-14 Fonte: Markit, BRAM Jul-14 Sep-14 Nov dez-99 out-00 ago-01 jun-02 abr-03 fev-04 dez-04 out-05 ago-06 jun-07 abr-08 fev-09 dez-09 out-10 ago-11 jun-12 abr-13 fev-14 Zona do Euro - Inflação (% YoY) PMI composto PMI industrial PMI Serviços Inflação Núcleo Fonte: Eurostat, BRAM Na China, os sinais de desaceleração da economia se mantiveram nos índices de confiança de novembro. O PMI recuou para o patamar mais baixo dos últimos oito meses e atingiu 50,3 pontos em novembro. Esse resultado deveu-se principalmente à queda dos subíndices de novas ordens e produção, que caíram para 50,9 e 52,5 pontos, registrando recuos de 0,7 e 0,6 pontos, respectivamente. Esse resultado reflete o enfraquecimento da demanda doméstica e também a parada temporária da produção de certas indústrias visando a redução da poluição durante a reunião do APEC, que ocorreu em novembro. Ainda que essa parada temporária seja levada em consideração, o resultado indica desaceleração da atividade. Os novos pedidos de exportação também recuaram e atingiram o menor nível em nove meses. Os preços de insumos industriais recuaram adicionalmente em novembro e sinalizam que o processo de redução dos estoques de matérias-primas e bens industriais finais continua em andamento. O subíndice de preço de insumos recuou para 44,7 pontos, indicando que a deflação do PPI deverá continuar. A desaceleração do crescimento das novas ordens juntamente com a queda dos preços industriais reduziram as novas contratações, que caíram 0,2 2

3 pontos. Esses sinais de desaceleração deverão pressionar o governo a tomar novas medidas de estímulo, porém as medidas deverão ser pontuais e não grandes pacotes como em outros momentos de redução da atividade econômica, pois parte desse processo de desaceleração é resultado do esperado rebalanceamento da economia. China - PMI Manufatura May-14 Jun-14 Jul-14 Aug-14 Sep-14 Oct-14 Nov-14 PMI manufatura Produção Novas Encomendas Novas Encomendas para Exportação Estoques de Bens Finais Preços de Insumos Importação Nos emergentes, destaque para a comunicação dovish do Banco Central da Índia. A manutenção dos juros em 8,0% a.a. veio acompanhada da interpretação de que uma redução nesse momento na taxa de juros seria prematura. Contudo, caso a inflação corrente e as expectativas do nível de preços continuem em declínio, é possível um ajuste nos juros no início de A queda nos preços das commodities, especialmente petróleo, tem contribuído para essa desaceleração inflacionária nos asiáticos. Na América Latina, por sua vez, o índice econômico de atividade mensal do Chile (IMACEC) registrou expansão de 1,5% em termos anuais em outubro. No ano, a economia chilena acumula expansão de 1,6%. Para esse mesmo período em 2013, a atividade acumulava expansão de 4,5%. Apesar da forte desaceleração, o Banco Central do Chile se mantém cauteloso em relação a um novo corte de juros dado o elevado nível de inflação, conforme ata divulgada nessa semana. Já no México, o Banco Central manteve a taxa de juros em 3,0% a.a., preservando uma postura neutra quanto à evolução dos juros nos próximos meses. No Brasil, a produção industrial de novembro frustrou as expectativas devido ao fraco desempenho dos bens duráveis. A produção industrial ficou estável em outubro e a frustração ocorreu pela fraca produção de bens duráveis e intermediários, que tiveram desempenho distinto dos seus antecedentes setoriais, que indicavam recuperação. A produção de bens duráveis registrou queda devido à contração da produção de automóveis, eletrodomésticos e dos produtos de linha branca e linha marrom. Juntamente a esse fraco desempenho da produção de duráveis, houve estabilidade da produção de bens intermediários, apesar da queda na produção de aço e estabilidade na produção de petróleo. Na comparação anual, a produção industrial contraiu 3,6% e ficou abaixo da nossa expectativa de queda de 2,5%. Essa contração mais forte preocupa, pois ela frustra a nossa expectativa de queda média de 2,1% na produção industrial para o trimestre, o que coloca um viés para baixa para a projeção do PIB do quarto trimestre, de alta de 0,5% na margem Fonte: IBGE Produção Industrial dessazonalizado- média 2002= Mar/06 Sep/06 Mar/07 Sep/07 Mar/08 Sep/08 Mar/09 Sep/09 Mar/10 Sep/10 Mar/11 Sep/11 Mar/12 Sep/ Mar/13 Sep/13 Mar/14 Sep/ % 3.0% 2.0% 1.0% 0.0% -1.0% -2.0% -3.0% -4.0% -5.0% -6.0% 0.6% 0.5% 0.6% -1.0% -4.9% -0.3% Produção Industrial (SA) 1.1% 1.7% 0.6% 0.3% 3.3% 1.7% 1.1% 0.9% -0.2% -0.7% -1.5% 0.2% 0.0% -1.6% 2.4% -3.4% 0.7% 0.4% Jul-11 Sep-11 Nov-11 Jan-12 Mar-12 May-12 Jul-12 Sep-12 Nov-12 Mar-13 May-13 Jul-13 Sep-13 Nov-13 Jan-14 Mar-14 May-14 Jul-14 Sep-14 MoM variação trimestral 3

4 Em relação à inflação, o IPCA de novembro ficou levemente abaixo do esperado, porém os próximos meses serão de inflação bastante pressionada. O IPCA de novembro registrou alta de 0,51% e ficou abaixo do consenso de mercado e da nossa projeção, que eram de 0,54% e 0,53%, respectivamente. Os itens que registraram maiores deflações foram automóveis usados, móveis, TV, informática e roupas em geral, sendo que o comportamento desse último contrariou a sazonalidade de entrada da coleção da nova estação. Olhando para frente, avaliamos que a inflação destes itens industrializados (duráveis e semi-duráveis) deve continuar fraca em função da dinâmica do setor. Por outro lado, as coletas de curto prazo têm mostrado pressão altista dos alimentos, em especial dos in natura. A média dos núcleos de inflação ficou em 0,35% no mês e acumulou alta de 6,42% em termos anuais. A inflação de serviços tem se mantido estável em patamar alto, e ficou em 8,5% na comparação anual. Na abertura por categorias de uso, houve maior pressão dos preços administrados (reajuste da gasolina) e dos bens não comercializáveis (alimentos in natura), ao passo que os bens comercializáveis (duráveis e semi-duráveis) registraram desaceleração no período. Considerando as informações disponíveis, o IPCA de dezembro deverá registrar alta de 0,77%, encerrando o ano em 6,4%. 7.5% 6.5% 5.5% 5.9% 5.3% IPCA 12 Meses (%) (com Selic do cenário base) 7.3% 6.7% 5.8% 5.9% projeção 6.4% 6.3% 6.5% 7.0% 6.0% IPCA (Média dos Núcleos YoY) 6.8% 6.2% 6.4% 4.5% 3.5% 2.5% 4.2% Fonte: IBGE, BRAM Jan-09 Apr-09 Jul-09 Oct-09 Jan-10 Apr-10 Jul-10 Oct-10 Jan-11 Apr-11 Jul-11 Oct-11 Jan-12 Apr-12 Jul-12 Oct-12 Apr-13 Jul-13 Oct-13 Jan-14 Apr-14 Jul-14 Oct-14 Jan-15 Apr-15 Jul-15 Oct % 4.0% nov % jan-13 mar-13 mai-13 jul-13 set-13 nov-13 jan-14 mar-14 mai-14 jul-14 set-14 nov-14 Fonte: IBGE, BRAM Em relação à política monetária, o Copom decidiu acelerar o ritmo de alta de juros na reunião de dezembro e deixou em aberto a manutenção desse ritmo nas próximas reuniões. O Copom optou por intensificar o ritmo de aperto da política monetária, com o aumento de 50 p.b. na reunião dezembro, o que elevou a Selic para 11,75% a.a. A indicação do comunicado que o esforço adicional tende a ser implementado com parcimônia é uma maneira de considerar as metas fiscais anunciadas pela nova equipe econômica para os próximos anos. Formalmente, as novas metas de superávit primário deverão ser incorporadas nos modelos do BC como um vetor claramente restritivo para o crescimento, o que ajudará a fortalecer o canal de transmissão da política monetária. Acreditamos que a aceleração do ritmo de alta de juros é justificada pela necessidade de conter os efeitos secundários do processo de correção dos preços relativos produzidos pela depreciação cambial e pelos reajustes de preços administrados. Como esse processo de correção ainda estará presente no primeiro trimestre de 2015, acreditamos que a opção do BC será manter o ritmo de alta em 50 p.b. em janeiro, e desacelerar para 25 p.b. na reunião de março, encerrando o ciclo de alta com a Selic no patamar de 12,50% aa. Na próxima quinta-feira, será divulgada a ata do Copom, que deverá trazer mais informações sobre a decisão e a estratégia que o Banco Central espera seguir. 4

5 INDICADORES DE MERCADO 12,7 12,5 12,3 12,1 12,45 12,46 Estrutura a Termo de Juros no Brasil (Vértices DI) - % 12,38 12,18 12,01 6,0 5,8 5,6 5,4 5,2 5,09 Yield da NTN-B (%) 5,70 5,27 5,93 11,9 5,0 11,7 11,5 11,63 DI Jan16 DI Jan17 DI Jan21 4,8 4,6 NTN-B 2017 NTN-B /12/ /11/ /11/ /12/2014 Moedas¹ Cotação Variação Semanal Mês Ano 12 Meses Franco Suíço 0,98-1,38% -1,38% -8,78% -8,39% Euro 1,23-1,33% -1,33% -10,59% -10,10% Libra 1,56-0,05% -0,05% -5,56% -4,26% Dolar Canadense 1,14-0,05% -0,05% -7,00% -6,72% Dolar Australiano 0,83-2,10% -2,10% -6,62% -8,12% Rublo Russo 53,81-8,08% -8,08% -38,92% -38,74% Iene (Japão) 121,25-2,16% -2,16% -13,15% -16,05% Yuan (China) 6,15-0,12% -0,12% -1,59% -0,98% India 61,79 0,40% 0,40% 0,02% -0,03% Real 2,60-1,26% -1,26% -9,09% -9,29% Peso Chileno 612,90-0,76% -0,76% -14,27% -13,55% Peso Mexicano 14,20-1,91% -1,91% -8,20% -7,82% Peso Colombiano 2308,47-3,96% -3,96% -16,42% -15,98% Sol Peruano 2,95-0,83% -0,83% -5,12% -4,94% Lira Turca 2,25-1,20% -1,20% -4,40% -9,36% Bangladesh Taka 77,58 0,00% 0,00% 0,12% 0,09% Commodities, Juros e Risco Cotação Variação Semanal Mês Ano 12 Meses CRB 454,2-0,10% -0,10% -0,47% -1,62% CRB (em Reais) 1159,7-0,57% -0,57% 7,58% 6,59% Petróleo BRENT 69,3-1,24% -1,24% -37,44% -36,94% Libor USD 3m 0,23 0,00 0,00-0,01-0,01 Libor EUR 3m 0,08 0,00 0,00-0,21-0,16 Título 10 anos Itália 1,96-0,07-0,07-2,17-2,26 Título 10 anos Alemanha 0,78 0,08 0,08-1,15-1,08 Título 10 anos EUA 2,32 0,16 0,16-0,71-0,55 CDS Brasil 5 anos VIX 12,4-0,9-0,9-1,2-2,7 Bolsas² Cotação Variação Semanal Mês Ano 12 Meses S&P 500 Index 2.071,9 0,21% 0,21% 12,10% 16,07% Dow Jones ,1 0,40% 0,40% 7,98% 13,14% CAC (França) 4.385,4-0,11% -0,11% 2,08% 6,96% DAX (Alemanha) ,1 0,21% 0,21% 4,71% 10,09% FTSE 100 (Inglaterra) 6.734,6 0,18% 0,18% -0,21% 3,64% Nikkei 225 (Japão) ,5 2,64% 2,64% 10,00% 18,07% Shangai (China) 3.077,5 9,53% 9,53% 38,97% 30,84% Ibovespa ,1-6,11% -6,11% -0,25% 1,16% Dados atualizados às 11:40 (1) Variações positivas das moedas significam valorização em relação ao dólar (2) Índices acionários medidos em moeda local 5

6 CALENDÁRIO E PROJEÇÕES Data Evento País Período BRAM Consenso Anterior 8/12 até 12/12 - Balança Comercial Mensal China Nov -- $44.50B $45.41B - Exportação Total Mensal China Nov -- 8,10% 11,60% - Importação Total Mensal China Nov -- 4,00% 4,60% - Novos Empréstimos China Nov B 548.3B - Crédito Total China Nov B 662.7B Segunda 8-dez 15:30 Discurso de Lockhart - FED Atlanta EUA Terça 9-dez 10:30 Confiança do Pequeno Empresário - NFIB EUA Nov -- 96,10 96,10 13:00 Estoques no Atacado (M/M) EUA Out -- 0,20% 0,30% 13:00 Vendas no Atacado (M/M) EUA Out ,20% 23:30 Preços ao Produtor - PPI (A/A) China Nov -- -2,40% -2,20% 23:30 Preços ao Consumidor - CPI (A/A) China Nov -- 1,60% 1,60% Quarta 10-dez - Fluxo Pedagiado de Veículos Brasil Quinta 11-dez 08:30 Ata do COPOM Brasil :30 Vendas no Varejo (M/M) EUA Nov -- 0,30% 0,30% 11:30 Vendas no Varejo (exceto autos) EUA Nov -- 0,10% 0,30% 11:30 Vendas no Varejo (exc. autos e gas.) EUA Nov ,60% 11:30 Novos Pedidos Seguro-Desemprego (Jobless Claims) EUA K Sexta 12-dez 03:30 Investimento em ativos fixos urbanos (A/A) China Nov -- 15,80% 15,90% 03:30 Vendas no Varejo (A/A) China Nov -- 11,60% 11,50% 03:30 Produção Industrial (A/A) China Nov -- 7,50% 7,70% 08:00 Produção Industrial (M/M s.a.) Z. Euro Out -- 0,00% 0,60% 09:00 Vendas no Varejo (M/M) Brasil Out ,40% 09:00 Vendas no Varejo (Y/Y) Brasil Out ,50% 12:55 Confiança do Consumidor - Univ de Michigan EUA Dez -- 89,10 88,80 Projeções Macroeconômicas - BRAM PIB (% ao ano) 7,5% 2,7% 0,9% 2,5% 0,2% 0,2% Taxa de Inflação - IPCA (% a.a.) 5,9% 6,5% 5,8% 5,9% 6,4% 6,5% Taxa de Inflação - IGP-M (% a.a.) 11,3% 5,1% 7,8% 5,5% 3,8% 6,0% Taxa Selic (final do ano) 10,75% 11,00% 7,25% 10,00% 11,75% 12,50% Taxa Selic (média do ano) 10,00% 11,75% 8,46% 8,44% 10,88% 12,13% R$/US$ média do ano 1,76 1,67 1,95 2,16 2,34 2,48 R$/US$ final do ano (Média - Mês de Dezem 1,67 1,83 2,08 2,35 2,55 2,55 Exportações (US$ bilhões) 201,9 256,0 242,6 242,2 231,8 234,1 Importações (US$ bilhões) 181,6 226,2 223,1 239,6 232,7 229,2 Balança Comercial (US$ bilhões) 20,3 29,8 19,5 2,6-0,9 4,9 Balanço em Conta-Corrente (US$ bilhões) -47,4-52,6-54,2-81,0-93,8-75,0 Balanço em Conta-Corrente (% do PIB) -2,3-2,1-2,4-3,6-4,3-3,4 Superávit Primário (% PIB) 2,8 3,2 2,4 1,9 0,1 1,2 Dívida Líquida (% PIB) 39,1 36,4 35,2 33,8 36,4 38,3 6

7 FERNANDO HONORATO BARBOSA Economista-chefe DANIEL XAVIER FRANCISCO IEDA RODRIGUES MATAVELLI JOSE LUCIANO DA SILVA COSTA HUGO RIBAS DA COSTA MIRELA SCARABEL THIAGO NEVES PEREIRA Tel.: Material produzido em 05/12/2014 às 15h00 Outras edições estão disponíveis no Site: item Informações aos Investidores / Nossa visão / Informativos de Macroeconomia. As opiniões, estimativas e previsões apresentadas neste relatório constituem o nosso julgamento e estão sujeitas a mudanças sem aviso prévio, assim como as perspectivas para os mercados financeiros, que são baseadas nas condições atuais de mercado. Acreditamos que as informações apresentadas aqui são confiáveis, mas não garantimos a sua exatidão e informamos que podem estar apresentadas de maneira resumida. Este material não tem intenção de ser uma oferta ou solicitação de compra ou venda de qualquer instrumento financeiro. BRAM - Bradesco Asset Management é a empresa responsável pela atividade de administração de recursos de terceiros do Banco Bradesco S.A. BRAM - Bradesco Asset Management - Todos os direitos reservados. 7

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