10 de Octubre de 2005 SOLO PORTUGUÉS. Reunión de Gobiernos y Expertos sobre Envejecimiento de Países de América del Sur

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "10 de Octubre de 2005 SOLO PORTUGUÉS. Reunión de Gobiernos y Expertos sobre Envejecimiento de Países de América del Sur"

Transcrição

1 SÓLO PARA PARTICIPANTES DOCUMENTO DE REFERENCIA 10 de Octubre de 2005 SOLO PORTUGUÉS Gobierno de Argentina, Ministerio de Desarrollo Social de la Nación Instituto Nacional de Servicios Sociales para Jubilados y Pensionados Comisión Económica para América Latina y el Caribe (CEPAL) CELADE- División de Población Reunión de Gobiernos y Expertos sobre Envejecimiento de Países de América del Sur Con la colaboración del Fondo de Población de las Naciones Unidas (UNFPA), Organización Panamericana de la Salud (OPS) Banco Interamericano de Desarrollo (BID) y Organización Internacional del Trabajo (OIT) Buenos Aires, Argentina, 14 al 16 de noviembre de 2005 PLANO DE AÇÃO PARA O ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA A PESSOA IDOSA Este documento fue preparado por Jurilza Barros de Mendonça del Consejo dos Idosos. Las opiniones expresadas en este documento, que no ha sido sometido a revisión editorial, son de la exclusiva responsabilidad de la autora y pueden no coincidir con las de la Organización. Se prohibe citar sin autorización de la autora.

2 Plano de Ação para o Enfrentamento da Violência Contra a Pessoa Idosa Jurilza Mendonça 1 A mudança na distribuição etária de um país altera o perfil das políticas sociais, exigindo estratégias e implementação de benefícios, serviços, programas e projetos relacionados à promoção dos direitos humanos da pessoa idosa. O abandono, os maus tratos e a violência contra idosos podem ser apresentados de várias formas, como físicas, psicológicas, financeiras, emocionais, dentre outras que se reproduzem em todas as camadas sociais. As comunidades devem unir esforços no sentido de prevenir e enfrentar a violência e os maus tratos contra a pessoa idosa.devem-se criar políticas publicas e estratégias para incentivar a população a fazer as denúncias nos órgãos competentes e eficientes no atendimento às necessidades deste grupo etário. No Brasil são recentes as discussões sobre violência contra a pessoa idosa.o tema começou a ter visibilidade somente na década de 90, bem depois que a preocupação com a qualidade de vida dos idosos entrou na agenda da saúde pública brasileira. Tanto a I como a II Assembléia Mundial do Envelhecimento foi destacado como tema central a promoção dos direitos humanos as pessoas idosas. No II Plano de Ação para o Envelhecimento/ Madri 2002, foi destacado o tema: abandono, maus-tratos e violência e as medidas para eliminação de todas as formas de abandono, abuso e violência contra as pessoas idosas. A Subsecretaria de Direitos Humanos da Secretaria Geral da Presidência da República, órgão responsável pela implementação da política de direitos humanos no país, preocupada em dar segmento ao Plano de Ação Internacional para o Envelhecimento, apresentou ao Conselho Nacional dos Direitos do Idoso o Plano de Ação para o Enfrentamento da Violência contra a Pessoa Idosa PAEVPI, que foi aprovado e está sendo implementado em todo o território nacional. O plano tem por objetivo promover ações que levem ao cumprimento do Estatuto do Idoso (Lei nº 10741/2003), em conformidade com o Plano de Madri, que tratam do enfrentamento da exclusão social e de todas as formas de violência contra a pessoa idosa, assim como garantir os direitos fundamentais. O Plano foi concebido para ser executado em dois anos. É um Plano Intersetorial do qual integram os Ministérios do Desenvolvimento Social e Combate a Fome, Saúde, Ciência e Tecnologia, Educação, Previdência Social e Cidades e a Subsecretaria de Direitos Humanos da Secretaria Geral da Presidência da República, a qual o coordena.. O Plano consta de diagnóstico situacional da violência no país, demonstrando dados relevantes em relação à violência contra a pessoa idosa. Em 2002, morreram idosos por acidentes e violências no país, significando, por dia, cerca de 41 óbitos, dos quais 9847 (65.76%) foram de homens e 5126 (34.24%) de mulheres. No ano de 2000, as mortes por violências e acidentes envolvendo idosos constituíram 2.8% do total das mortes, ocupando o sexto lugar, depois das doenças do aparelho circulatório, das neoplasias, das enfermidades respiratórias, das digestivas e das endócrinas. Os acidentes de transportes e as quedas são as causas principais de mortes violentas dos idosos brasileiros (PAEVPI/2005). 1 Mestra em gerontologia, secretária executiva do Conselho Nacional dos Direitos do Idoso, assessora técnica na área do idoso da Subsecretaria de Direitos Humanos da Secretaria Geral da Presidência da República

3 As informações sobre doenças, lesões e traumas provocados por causas violentas em pessoas idosas no Brasil ainda são pouco consistentes, as notificações existentes não permitem perceber a gravidade dos casos, uma vez que elas ainda são subnotificadas. A análise do Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde-SUS revela que, em 2004, foram realizadas internações de pessoas idosas por violência e acidentes, sendo que foram causadas por quedas; 19.1%, acidentes de trânsito, sobretudo atropelamentos; 3.0%, a agressões e 0,8% a lesões auto-provocadas. Desse conjunto, 62.5% causaram fraturas; 18.6% provocaram lesões traumáticas;6.3% ferimentos, luxações; e 3.5% amputações. Os abusos financeiros cometidos por familiares são inúmeros, sobretudo pela posse dos seus bens, que são freqüentes. Soma-se a isso a violência psicológica, a negligência com relação aos idosos, que temem denunciar, dada a sua fragilidade e situação de vulnerabilidade em que se encontram. Soma-se a esta situação o fato de que os abusadores são na sua grande maioria membros da própria família, principalmente os filhos. A violência também ocorre no ambiente institucional, algumas instituições de longa permanência vinham cometendo atitudes arbitrárias como confisco dos cartões magnéticos dos idosos, ficando com toda sua renda, além da violência psicológica, física e negligência que muitas vezes ocorrem, por despreparo dos gestores e funcionários. Agora, com as penalidades previstas no Estatuto do Idoso, tais condutas serão autuadas pelos órgãos competentes e, dependendo do caso, serão até fechadas as instituições e punidos os dirigentes. Pelo diagnóstico apresentado no Plano de Ação de Enfrentamento a Violência contra a Pessoa Idosa, percebe-se a importância de um instrumento desta relevância e de investimento em políticas públicas que assegurem os direitos humanos a população idosa. Sendo assim, foram estabelecidas as seguintes diretrizes no Plano:: 1. O foco central da atuação deve ser a plena aplicação do Estatuto do Idoso e do Plano de Ação Internacional para o Envelhecimento em que a legislação consagra o reconhecimento dos direitos desses cidadãos na sociedade brasileira. 2. O princípio básico de todas as ações do Plano deve ser a garantia da presença e do protagonismo do idoso como proponente, participante, monitorador e avaliador das diversas instâncias; 3. As ações do Plano devem ser realizadas dentro de um processo de descentralização e pacto federativo de intersetorialidade; 4. O Plano de Ação deve ser acompanhado e avaliado desde o início de sua implantação, para que o seu monitoramento garanta a factibilidade das propostas, correções de rumos e sua continuidade. Propostas de ação: O Plano adota algumas prioridades e deverá ser desenvolvido no prazo de dois anos. Durante esse período, o monitoramento das ações indicará os passos subseqüentes a serem trilhados. Fundamentadas no diagnóstico situacional, as prioridades de ação estão descritas por quatro categorias que são espaço cultural coletivo, espaço público, espaço familiar e espaço institucional 1. Espaço cultural coletivo Com relação ao Estatuto do Idoso, que prevê um país generoso com os seus velhos, tem-se encontrado muito obstáculos para sua implementação. Eles são de várias ordens. A primeira e essencial é a consciência de

4 que o envelhecimento é um fenômeno permanente e que, nos próximos 50 anos, tenderá a se acelerar no Brasil. Portanto, é preciso considerar a importância da contribuição do idoso em todas as esferas públicas e privadas, assim como políticas específicas voltadas a seu bem estar, qualidade de vida, proteção e cuidados. Essa consciência precisa crescer em toda a sociedade, modificando hábitos, usos e costumes, remetendo a mudanças culturais que necessitam da intervenção política e gerencial do estado, da sociedade e dos próprios idosos para que se acelerem. Ações Estratégicas Mobilização da mídia em âmbito nacional, estadual e local tendo como tema o envelhecimento e o estatuto do idoso; Estabelecimento de parceria com a mídia para divulgação das políticas, planos de ação, seminários e outras iniciativas voltadas à garantia dos direitos da pessoa idosa; Realização de Fóruns em todas as Unidades da Federação para a discussão da temática envelhecimento e família ; Responsáveis: Subsecretaria de Direitos Humanos-SDH, Ministérios do Desenvolvimento Social e Combate a Fome-MDS, Ministério da Educação-MEC, Ministério da Ciência e Tecnologia-MCT/ 2. Espaço Público Os idosos, como toda população brasileira, têm direito de ir e vir no espaço público. No entanto, a maioria de nossas cidades e áreas rurais não lhes oferece segurança para sair de casa, passear e se divertir. Três problemas são cruciais: o estado depredado das calçadas ou a sua inexistência, a falta de acesso a transporte ou o tratamento discriminatório por parte de motoristas e cobradores; e a organização do trânsito. No trânsito, os idosos passam por uma combinação de desvantagens: dificuldades de movimentos próprios da idade se somam a muita falta de respeito e mesmo a violências impingidas por motoristas e a negligências do poder público. Quando usam transportes públicos, os idosos se queixam das longas esperas nos pontos de ônibus e aos arranques desferidos por motoristas que não os esperam se acomodarem nos assentos. As pessoas mais velhas se ressentem também da forma como são tratadas nas travessias e nos transportes públicos, tornando o privilégio da gratuidade do passe, a que têm direito por lei, em humilhação e discriminação. Sendo os acidentes e violências no trânsito a primeira causa externa específica de morte nesse grupo etário, é preciso ter em conta a alta relevância de preparar melhor os dispositivos e sinais nas ruas e nas travessias nas cidades. É de extrema importância promover campanhas educativas, colocar conteúdos sobre os direitos dos idosos nas escolas de formação de motoristas, mobilizar os empresários do setor e punir os agressores, institucionais e individuais, que os desrespeitam e os penalizam nos transportes públicos. Ações Estratégicas Campanhas de mobilização nacional sobre a situação específica dos idosos, quando usam o espaço público, com foco nos motoristas de veículos de concessão pública e os privados; Articulação entre a SDH com o Ministério das Cidades visando a ações concretas de melhoria do espaço público e de formação dos agentes sociais, tendo em vista a qualidade de vida dos idosos; Recuperação e construção de espaços públicos acessíveis que levem em conta as especificidades dos idosos, notadamente, de calçadas, por meio de estímulos e orientações aos municípios brasileiros. Orientação para que os municípios possam adequar os sinais e os espaços de travessia visando à segurança de todos mas, sobretudo, dos idosos. Introdução da temática do uso do espaço público por idosos nos cursos de treinamento e formação de motoristas; Articulação com empresários de empresas de transporte público, visando ao treinamento e à fiscalização de motoristas e cobradores em relação aos direitos, ao respeito e à proteção da população idosa em seus veículos;

5 Articulação com o DENATRAN e Departamento Estadual de Trânsito e Ministério Público para garantir sinalização adequada nas vias públicas. Responsáveis: SDH-PR. Ministério das Cidades-MC (DENATRAN). MCT. MEC. 3. Espaço familiar Mais de 95% dos idosos residem com as famílias ou em suas próprias casas. Pelo fato da família ser, no Brasil, o lócus privilegiado de moradia e de cuidado dos idosos de todas as classes sociais, é preciso investir muito na sua competência para abrigá-los com respeito e dignidade. Embora possa parecer obvio à primeira vista, essa não é uma tarefa natural. Prova das dificuldades é o fato de que é nesse espaço que ocorre a maioria das violências físicas, psicológicas, econômicas e sexuais. O espaço familiar, portanto, merece ser foco de atenção em múltiplos sentido: em termos de mudança cultural na forma de conceber a relação com a pessoa idosa; na preparação da casa para maior segurança; na formação de cuidadores familiares para os idosos dependentes; na proteção do estado para as famílias que não têm condições de cuidar dos seus velhos. Ações Estratégicas 1. Fazer parcerias com a mídia (escrita, falada e televisionada) para colocar as questões do envelhecimento e o impacto desse processo nas famílias; 2. Promoção de fóruns de discussão para famílias sobre a situação e a condição dos idosos em todas as capitais do país; 3. A partir de fóruns estaduais, iniciar um processo de interiorização da discussão do envelhecimento e a família para, pelo menos 10% dos municípios; 4. Promoção de cursos para familiares cuidadores de idosos; 5. Capacitação das equipes de Saúde da Família e dos Agentes de Saúde para correta orientação, apoio e atendimento das necessidades familiares decorrentes do envelhecimento; 6. Adequação das moradias aos idosos, especialmente através da disponibilização de empréstimos subsidiados para a realização dessas adaptações; 7. Articulação com empresas de material de construção para que promovam a acessibilidade de material e campanhas da casa segura para idosos. Responsáveis: SDH/PR. MS. MC. MDS. MCT 4. Espaço Institucional A questão institucional aqui abrange os serviços de saúde, de assistência social e previdência, de educação, de ciência e tecnologia e de atendimento de longa duração. No caso dos primeiros, é urgente a necessidade de adequação cultural, de formação e de equiparação dos espaços para servirem adequadamente os idosos. É necessária uma revolução na maneira tradicional e impessoal de tratá-los. Exemplos múltiplos de insensibilidade e de desrespeito, como já foi dito, vêm sendo notificados aos órgãos que recebem denúncias, evidenciando-se que os serviços públicos de saúde (junto com os planos de saúde) e de previdência são os que provocam maiores sofrimentos aos idosos, pela forma com que os atendem ou negligenciam atenção. Mas as áreas de educação e de ciência e tecnologia também precisam ser acionadas e se engajar, para produzir informações e formação adequadas ao novo perfil demográfico do país, atendendo ao diagnóstico da situação atual de pouco conhecimento específico e de falta de preparação dos profissionais. No caso das instituições de longa permanência, são necessários investimentos em fóruns de debate e grupos de trabalho, visando a um real diagnóstico e a propostas de reformulação em prol dos idosos. Ações Estratégicas 1. Implantação do Disque Idoso em todos os Estados da Federação, que não possua este serviço; 2. Estimular pelo menos 50% dos Estados e 10% dos municípios a organizar um fluxo efetivo de encaminhamento e solução das queixas dos idosos sobre abusos, maus tratos, violências e negligências;

6 3. Criar mecanismos de eliminação das filas para idosos nos bancos e no INSS; 4. Integração da população idosa no Projeto de Mobilização do Registro Civil de Nascimento; 5. Criação e fortalecimento da rede de serviços de apoio às famílias que possuem idosos em seus lares (Centro de Convivência, Centro de Cuidados Diurno, Oficina Abrigada de Trabalho, Atendimento Domiciliar art. 4º do Decreto 1.948/96) 6. Capacitação de cuidadores de idosos, utilizando-se, inclusive, a rede de Agentes de Saúde; 7. Capacitação de gestores e dirigentes de instituições de atendimento ao idoso; 8. Capacitação de todos os integrantes dos Conselhos Estaduais e Municipais instalados e em funcionamento. 9. Estimulo à instalação de conselhos de idosos em todos os Estados, e em pelo menos 20% dos municípios brasileiros. 10. Inclusão de conteúdo sobre direito dos idosos nas grades de disciplinas do ensino fundamental; 11. Estabelecimento de convênio de cooperação técnica com o MEC para garantir a alfabetização dos idosos em estados e municípios, como a inclusão no sistema educacional; 12. Realização de um Congresso Nacional sobre Instituições de Longa Permanência; 13. Aprovação da Política Nacional sobre Instituições de Longa Permanência; 14. Aprovação e implementação da Resolução da ANVISA para credenciamento e fiscalização das Instituições de Longa Permanência; 15. Estabelecer, no âmbito dos Ministérios que integram o CNDI, um edital que priorize ações estratégicas sobre (a) a situação das famílias que possuem idosos em seus lares; (b) sobre abusos e negligências em instituições de longa permanência; (c) sobre pesquisa e desenvolvimento de tecnologias assistivas para inclusão social; (d) sobre o acompanhamento e monitoramento deste Plano de Ação: e (e) sobre avaliação de experiências bem sucedidas no estabelecimento de fluxos para encaminhamento e solução de negligências e violências contra idosos. Responsáveis: SDH/PR. MPS. MEC. MCT Para efetivação das ações contidas no Plano a Subsecretaria de Direitos Humanos da Secretaria Geral da Presidência da República, a qual o Conselho Nacional dos Direitos do Idoso está vinculado, foi firmada parceria com a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público de Defesa do Idoso e Pessoas com Deficiência para capacitação de recursos humanos para o enfrentamento a violência contra a pessoa idosa, nos vinte e sete Estados da Federação. Na fase I da capacitação, destinada a profissionais de saúde, assistência social, direito, conselheiros, idosos e a sociedade, foram realizados vinte e sete cursos, sendo capacitadas 4000 pessoas. Alguns resultados já estão sendo alcançados, como criação de Delegacias Especializadas para idosos, criação de fóruns específicos, criação de sistema de denúncia, de promotorias e Defensorias Públicas e de Conselhos Municipais e Estaduais de Direitos da Pessoa Idosa, já são 24 Conselhos Estaduais criados e em funcionamento dentre os 27 Estados da Federação, e mais de 300 municipais. Na II fase da capacitação estão sendo capacitados gestores de Instituições de longa Permanência, para prevenção da violência contra à pessoa idosa e profissionais dos 11 Centros de Apoio à Vítima de Violência para o trato com a pessoa idosa. Os cursos são realizados por intermédio de aulas expositivas, trabalhos de grupos tendo como conteúdo os cursos de gestores de instituições de longa Permanência: O envelhecimento populacional brasileiro Envelhecer com dignidade: um direito humano fundamental

7 As ILPIs no cenário nacional atual Fundamentos A ética no cuidado cotidiano Comunicação entre equipe de trabalho e os residentes Quem são os gestores? Conceito de gestão & administração As ILPIs como organizações Conceito de planejamento estratégico ou a reflexão estratégica Definição da missão e dos valores: fase fundamental Conceito de violência Tipologia Natureza Violência Institucional: como enfrentar Respeito à realidade sociocultural local Relação com os recursos da comunidade paradigma teórico adotado estabelecimento de padrões de desempenho administração do processo Incorporação de ajustes possíveis no processo o consenso como pressuposto do processo aplicação de inovações e adaptações Indicadores de qualidade do cuidado Escalas e instrumentos de avaliação Controle de desempenho real e desempenho estabelecido Motivação para o desenvolvimento de habilidades e conhecimentos LPI s e Educação Continuada Os cursos têm uma carga horária de 24 horas e os participantes devem apresentar posteriormente um Plano de Trabalho no caso dos cursos de gestores. Os recursos disponibilizados para este fim foram da ordem de US$ Os cursos foram iniciados em outubro de 2004 e deverão ser concluídos em dezembro de Outras ações que foram realizadas para implementação do Plano foram: Realização do Seminário Nacional para Enfrentamento a Violência Contra a Pessoa Idosa, em abril de 2004, em Brasília, com a participação de 250 pessoas.a RIICOTEC nos apoiou com a vinda de um geriatra,especialista sobre o tema. O evento teve por objetivo discutir o Plano de Ação para o Enfrentamento a Violência Contra a Pessoa Idosa; Realização do Simpósio Nacional sobre Instituições de Longa Permanência, de 18 a 20 de maio de 2005, com a participação de 350 pessoas, na cidade de São Paulo, tendo como objetivo discutir estratégias para melhorar as instituições; Realização do III Encontro Nacional de Conselhos de Idosos, no período de 28 a 30 de agosto, em São Luís do Maranhão, com a participação de 300 pessoas e de 25 Estados da Federação. O evento teve por objetivo discutir sobre o fortalecimento dos conselhos, implementação e intercâmbio de experiências;

8 Realização do Seminário Envelhecimento e Gênero, dia 29 de setembro, em Brasília, tendo como objetivo discutir o tema. Realizado em maio curso de capacitação para 500 cobradores e condutores de transportes coletivo, em parceria com a Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa com Deficiência, com o objetivo educá-los para respeitar e tratar melhor as pessoas com mobilidade reduzida. Realizada Caminhada pelo respeito ao Idoso no Trânsito dia 1 de outubro, sete Estados da Federação; Elaboração dos Indicadores Sociais da pessoa Idosa, a ser lançado dia 6 de dezembro, por ocasião do Seminário Internacional Direitos Humanos e Envelhecimento ; Apoio técnico e participação em seminários, encontros, simpósios em âmbito Nacional, Estaduais e Municipais sobre políticas públicas voltadas a pessoa idosa. Ações a serem desenvolvidas e que já estão em fase de conclusão para os devidos encaminhamentos: Pesquisa de âmbito nacional, em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada IPEA, sobre as Instituições de Longa Permanência para Idosos; Pesquisa junto aos Conselhos Estaduais do Idoso e Disque Idoso, sobre violência e maus tratos contra a pessoa idosa, ação em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia; Em parceria com a Escola de Gente, será desenvolvido o Projeto Mídia Legal, com o objetivo de envolver a mídia sobre o tema envelhecimento, em âmbito nacional; Decreto instituindo Política para as Instituições de Longa Permanência. Embora não atinja todos os problemas diagnosticados, este plano pretende ser um efetivo instrumento de ação, provocando, em dois anos, mudanças substanciais em pontos nevrálgicos para o enfrentamento da violência contra os idosos no Brasil. Bibliografia BRASIL. Estatuto do Idoso. Lei nº de 1º de outubro de Brasília, Diário Oficial da União, edição nº 192 de 3 /10/2003. MINAYO, Maria Cecília. Violência contra idosos: o avesso do respeito à experiência e à sabedoria. Brasília:Secretaria Especial dos Direitos Humanos,2004. BRASIL. Plano de Ação Internacional sobre o envelhecimento,2002/organização das Nações Unidas. BRASIL.. Presidência da República. Subsecretaria de Direitos Humanos.Plano de Ação para o Enfrentamento da Violência contra a pessoa Idosa /Presidência da República-Brasília; Subsecretaria de Direitos Humanos.2005-

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Realização: Ágere Cooperação em Advocacy Apoio: Secretaria Especial dos Direitos Humanos/PR Módulo III: Conselhos dos Direitos no

Leia mais

Violencia contra a pessoa idosa: uma violaçao de direitos

Violencia contra a pessoa idosa: uma violaçao de direitos 20 Violencia contra a pessoa idosa: uma violaçao de direitos Texto Jurilza Maria Barros de Mendoça Fotos Mª Angeles Tirado A proteção aos idosos por parte do Estado, da sociedade e da família, deve ser

Leia mais

Disciplina: modernidade e Envelhecimento Curso de Serviço Social 3º e 5º Semestre Políticas públicas para idosos 1 Marco Legal Nacional Constituição Federal (1988) Art. 202 Inciso I Ao idoso é assegurado

Leia mais

Violência contra a pessoa idosa Discutindo Indicadores Maria Cecília de Souza Minayo

Violência contra a pessoa idosa Discutindo Indicadores Maria Cecília de Souza Minayo Violência contra a pessoa idosa Discutindo Indicadores Maria Cecília de Souza Minayo Marco Referencial Considero o tema Violência Contra Idosos como o avesso dos direitos consagrados do Estatuto da Pessoa

Leia mais

Dispõe sobre a política nacional do idoso, cria o Conselho Nacional do Idoso e dá outras providências.. CAPÍTULO I. Da Finalidade

Dispõe sobre a política nacional do idoso, cria o Conselho Nacional do Idoso e dá outras providências.. CAPÍTULO I. Da Finalidade Dispõe sobre a política nacional do idoso, cria o Conselho Nacional do Idoso e dá outras providências.. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE. CAPÍTULO I Da Finalidade. CAPÍTULO II Dos Princípios, Objetivos e Metas Seção I Dos Princípios

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE. CAPÍTULO I Da Finalidade. CAPÍTULO II Dos Princípios, Objetivos e Metas Seção I Dos Princípios LEI N. 1.343, DE 21 DE JULHO DE 2000 Institui a Política Estadual do Idoso - PEI e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE seguinte Lei: FAÇO SABER que a Assembléia Legislativa do Estado

Leia mais

Violência contra a Pessoa Idosa. Sandra Regina Gomes Fonoaudióloga e Gerontóloga sandra@longevida.com.br

Violência contra a Pessoa Idosa. Sandra Regina Gomes Fonoaudióloga e Gerontóloga sandra@longevida.com.br Violência contra a Pessoa Idosa Sandra Regina Gomes Fonoaudióloga e Gerontóloga sandra@longevida.com.br Violência contra as pessoas idosas: FOTOGRAFIA: THINKSTOCK problema sério e invisível Síntese de

Leia mais

Mapeamento de Experiências Municipais e Estaduais no campo do Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa

Mapeamento de Experiências Municipais e Estaduais no campo do Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa COMEMORAÇÃO DOS 29 ANOS DO ICICT/FIOCRUZ Mapeamento de Experiências Municipais e Estaduais no campo do Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa O papel da COSAPI no incentivo de experiências exitosas de

Leia mais

DECRETO Nº 1948 QUE REGULAMENTA A POLÍTICA NACIONAL DO IDOSO

DECRETO Nº 1948 QUE REGULAMENTA A POLÍTICA NACIONAL DO IDOSO DECRETO Nº 1948 QUE REGULAMENTA A POLÍTICA NACIONAL DO IDOSO Presidência da República Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 1.948, DE 3 DE JULHO DE 1996. Regulamenta a Lei n 8.842, de 4 de janeiro

Leia mais

Curso: Reflexões sobre o papel dos conselhos estadual e municipais do idoso

Curso: Reflexões sobre o papel dos conselhos estadual e municipais do idoso Curso: Reflexões sobre o papel dos conselhos estadual e municipais do idoso Novembro de 2014 Apoio: A Garantia de Proteção Integral da Pessoa Idosa e a Fiscalização das ILPIS Cláudia Maria Beré Promotora

Leia mais

Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes

Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes Mostrando que a proteção de nossas crianças e adolescentes também está em fase de crescimento Subsecretaria de Promoção

Leia mais

15 de junho: Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa

15 de junho: Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa 15 de junho: Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa O dia 15 de junho marca o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa. A data foi instituída em 2006,

Leia mais

CARTA DE BRASÍLIA. Com base nas apresentações e debates, os representantes das instituições e organizações presentes no encontro constatam que:

CARTA DE BRASÍLIA. Com base nas apresentações e debates, os representantes das instituições e organizações presentes no encontro constatam que: CARTA DE BRASÍLIA Contribuições do I Seminário Internacional sobre Políticas de Cuidados de Longa Duração para Pessoas Idosas para subsidiar a construção de uma Política Nacional de Cuidados de Longa Duração

Leia mais

2005 - Subsecretaria de Direitos Humanos SDH/SG/PR É permitida a reprodução parcial ou total, desde que citada a fonte.

2005 - Subsecretaria de Direitos Humanos SDH/SG/PR É permitida a reprodução parcial ou total, desde que citada a fonte. Plano de Ação para o Enfrentamento da Violência Contra a Pessoa Idosa Plano de Ação para o Enfrentamento da Violência Contra a Pessoa Idosa Esplanada dos Ministérios Edifício Anexo II, Bloco T, 2º andar,

Leia mais

Porque a violência e o trauma tornaram-se um problema de Saúde Pública e o que fazer para diminuir sua incidência?

Porque a violência e o trauma tornaram-se um problema de Saúde Pública e o que fazer para diminuir sua incidência? Porque a violência e o trauma tornaram-se um problema de Saúde Pública e o que fazer para diminuir sua incidência? Dados preliminares do sistema de informações de mortalidade do Ministério da Saúde de

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Roteiro 1. Contexto 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais

EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS

EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS Garantir a elaboração e implementação da política e do Plano Decenal

Leia mais

MINISTÉRIO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL ATENDIMENTO À PESSOA IDOSA

MINISTÉRIO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL ATENDIMENTO À PESSOA IDOSA MINISTÉRIO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL ATENDIMENTO À PESSOA IDOSA BRASIL Ü 2025 32 milhões de idosos 6º LUGAR NO MUNDO 2002 15 milhões de Idosos LEGISLAÇÃO DE PROTEÇÃO SOCIAL PARA O IDOSO Lei Orgânica da Assistência

Leia mais

CAPÍTULO I DA FINALIDADE

CAPÍTULO I DA FINALIDADE LEI Nº 1.392, DE 11 DE SETEMBRO DE 2009. DISPÕE SOBRE A POLÍTICA MUNICIPAL DO IDOSO, CRIA O CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO E O FUNDO MUNICIPAL DOS DIREITOS DO IDOSO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. (Alterado pela

Leia mais

Prof. MS. Ellen H. Magedanz

Prof. MS. Ellen H. Magedanz Prof. MS. Ellen H. Magedanz As transformações nos padrões de saúde/doença constituíram-se em uma das características do último século, estão associadas às mudanças na estrutura etária populacional. América

Leia mais

Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais

Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais Estatuto da Criança e do Adolescente: 18 anos, 18 Compromissos A criança e o adolescente no centro da gestão municipal O Estatuto

Leia mais

Programa 2063 - Promoção dos Direitos de Pessoas com Deficiência

Programa 2063 - Promoção dos Direitos de Pessoas com Deficiência Programa Momento do Programa: Momento LOA+Créditos Tipo de Programa: Temático Macrodesafio Fortalecer a cidadania Eixo Direitos da Cidadania e Movimentos Sociais R$ 50.000.000 Notas de usuário para Programa

Leia mais

EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS

EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS Garantir a elaboração e implementação da Política e do Plano Decenal de Direitos Humanos de Criança e Adolescente

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome POLÍTICA DE ATENDIMENTO AO IDOSO NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL - S U A S

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome POLÍTICA DE ATENDIMENTO AO IDOSO NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL - S U A S POLÍTICA DE ATENDIMENTO AO IDOSO NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL - S U A S MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Data de Criação: 23 de janeiro de 2004. Objetivo: aumentar a intersetorialidade

Leia mais

ANEXO II CONDIÇÕES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA APOIO E/ OU IMPLANTAÇÃO DE ÓRGÃOS COLEGIADOS E APOIO A FÓRUNS E REDES

ANEXO II CONDIÇÕES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA APOIO E/ OU IMPLANTAÇÃO DE ÓRGÃOS COLEGIADOS E APOIO A FÓRUNS E REDES ANEXO II CONDIÇÕES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA APOIO E/ OU IMPLANTAÇÃO DE ÓRGÃOS COLEGIADOS E APOIO A FÓRUNS E REDES I ÁREAS DE INTERESSE Criança e Adolescente Apoio aos Fóruns, Comitês, Associações

Leia mais

PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009

PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009 PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009 Institui no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições

Leia mais

O PACTO PELA VIDA É UM DOS SUBCOMPONENTES DO PACTO PELA SAÚDE PORTARIA 399/06. É O MARCO JURÍDICO DA PRIORIZAÇÃO DA SAÚDE DO IDOSO NO BRASIL

O PACTO PELA VIDA É UM DOS SUBCOMPONENTES DO PACTO PELA SAÚDE PORTARIA 399/06. É O MARCO JURÍDICO DA PRIORIZAÇÃO DA SAÚDE DO IDOSO NO BRASIL SAÚDE DO IDOSO CURSO ESPECÍFICOS ENFERMAGEM - A Saúde do Idoso aparece como uma das prioridades no Pacto pela Vida, o que significa que, pela primeira vez na história das políticas públicas no Brasil,

Leia mais

ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO

ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL ANEXO IV Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO 1-Promoção dos Direitos de Crianças e Adolescentes Buscar apoio das esferas de governo (Federal e Estadual)

Leia mais

LEI Nº 6559 DE 16 DE OUTUBRO DE 2013. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DO IDOSO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

LEI Nº 6559 DE 16 DE OUTUBRO DE 2013. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DO IDOSO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LEI Nº 6559 DE 16 DE OUTUBRO DE 2013. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DO IDOSO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de

Leia mais

PROPOSTAS PARA O ESTADO BRASILEIRO - NÍVEIS FEDERAL, ESTADUAL E MUNICIPAL

PROPOSTAS PARA O ESTADO BRASILEIRO - NÍVEIS FEDERAL, ESTADUAL E MUNICIPAL PROPOSTAS PARA O ESTADO BRASILEIRO - NÍVEIS FEDERAL, ESTADUAL E MUNICIPAL MEDIDAS CONCRETAS PARA O ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER NO ÂMBITO DOMÉSTICO/FAMILIAR A presente Matriz insere-se no

Leia mais

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 01 - Promoção da cultura do respeito e da garantia dos direitos humanos de

Leia mais

Secretaria dos Direitos Humanos Presidência da República ÍNDICE

Secretaria dos Direitos Humanos Presidência da República ÍNDICE Secretaria dos Direitos Humanos Presidência da República O QUE É O PLANTAR? O Plano Técnico de Articulação de Rede de Promoção dos Direitos da Pessoa Idosa (PLANTAR) é uma proposta metodológica que pretende

Leia mais

A operacionalização da gestão de condicionalidades no Programa Bolsa Família (PBF) ocorre de forma:

A operacionalização da gestão de condicionalidades no Programa Bolsa Família (PBF) ocorre de forma: CONDICIONALIDADES DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA ATORES RESPONSÁVEIS PELA GESTÃO A operacionalização da gestão de condicionalidades no Programa Bolsa Família (PBF) ocorre de forma:» Intersetorial: com os responsáveis

Leia mais

DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS AS E ADOLESCENTES NO BRASIL.

DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS AS E ADOLESCENTES NO BRASIL. PRINCÍPIOS PIOS DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS AS E ADOLESCENTES NO BRASIL. Contextualização A elaboração da Política Nacional e do Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças

Leia mais

Mobilização e Participação Social no

Mobilização e Participação Social no SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Mobilização e Participação Social no Plano Brasil Sem Miséria 2012 SUMÁRIO Introdução... 3 Participação

Leia mais

Serviço Social. DISCURSIVA Residência Saúde 2012 C COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO D A. wwww.cepuerj.uerj.br ATIVIDADE DATA LOCAL

Serviço Social. DISCURSIVA Residência Saúde 2012 C COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO D A. wwww.cepuerj.uerj.br ATIVIDADE DATA LOCAL HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO C COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO D A Serviço Social DISCURSIVA Residência Saúde 2012 ATIVIDADE DATA LOCAL Divulgação do gabarito - Prova Objetiva (PO) 31/10/2011

Leia mais

Como se Tornar um Município Amigo do Idoso. Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso

Como se Tornar um Município Amigo do Idoso. Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso Como se Tornar um Município Amigo do Idoso Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso 2 3 GERALDO ALCKMIN Governador do Estado de São Paulo ROGERIO HAMAM Secretário de Estado de Desenvolvimento

Leia mais

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS 1 DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E OBJETIVO DO MOVIMENTO 2 Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

Compromisso Todos pela Educação. Garantir o direito de aprender, para todos e para cada um.

Compromisso Todos pela Educação. Garantir o direito de aprender, para todos e para cada um. Compromisso Todos pela Educação Garantir o direito de aprender, para todos e para cada um. Ministério da Educação SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA Maria do Pilar Lacerda A. Silva DEPARTAMENTO DE PROJETOS

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 44, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2009

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 44, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2009 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 44, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2009 Estabelece instruções sobre Benefício de Prestação Continuada-BPC referentes a dispositivos

Leia mais

SUGESTÕES DE COMO ABORDAR NAS EMPRESAS O TEMA DO ENFRENTAMENTO DA EXPLORAÇÃO SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

SUGESTÕES DE COMO ABORDAR NAS EMPRESAS O TEMA DO ENFRENTAMENTO DA EXPLORAÇÃO SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES SUGESTÕES DE COMO ABORDAR NAS EMPRESAS O TEMA DO ENFRENTAMENTO DA EXPLORAÇÃO SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES PRESIDENTA DA REPÚBLICA Dilma Vana Rousseff MINISTRA DE ESTADO CHEFE DA SECRETARIA DE

Leia mais

Balanço SEMESTRAL da Gestão (Fev/Agosto 2012) Secretaria de Articulação Institucional e Ações Temáticas/SPM

Balanço SEMESTRAL da Gestão (Fev/Agosto 2012) Secretaria de Articulação Institucional e Ações Temáticas/SPM 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 ANEXO II ATA DA 10ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS DA MULHER REALIZADA NOS DIAS 04 E 05 DE SETEMBRO

Leia mais

O Programa de Fortalecimento Institucional para a Igualdade de Gênero e Raça, Erradicação da Pobreza e Geração de Emprego - GRPE

O Programa de Fortalecimento Institucional para a Igualdade de Gênero e Raça, Erradicação da Pobreza e Geração de Emprego - GRPE O Programa de Fortalecimento Institucional para a Igualdade de Gênero e Raça, Erradicação da Pobreza e Geração de Emprego - GRPE Marcia Vasconcelos - OIT Reunión de Especialistas Género, Probreza, Raza,

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

LEI Nº.1015 DE 11 DE NOVEMBRO DE 2013.

LEI Nº.1015 DE 11 DE NOVEMBRO DE 2013. LEI Nº.1015 DE 11 DE NOVEMBRO DE 2013. Dispõe sobre a Política Municipal de Atendimento ao Idoso do Município de São Gonçalo do Rio Abaixo, Cria o Conselho Municipal do Idoso e dá outras providências.

Leia mais

Conselho Municipal dos Direitos do Idoso

Conselho Municipal dos Direitos do Idoso Conselho Municipal dos Direitos do Idoso Av. Duque de Caxias, 635 Jd. Mazzei II Londrina-PR Fone: (43) 3372-4046 / Fax: (43) 3372-4547 cmdi@londrina.pr.gov.br / cmdi_londrina@yahoo.com.br 7ª CONFERÊNCIA

Leia mais

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento,

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Projetos e Capacitação Ministério do Desenvolvimento Social

Leia mais

e construção do conhecimento em educação popular e o processo de participação em ações coletivas, tendo a cidadania como objetivo principal.

e construção do conhecimento em educação popular e o processo de participação em ações coletivas, tendo a cidadania como objetivo principal. Educação Não-Formal Todos os cidadãos estão em permanente processo de reflexão e aprendizado. Este ocorre durante toda a vida, pois a aquisição de conhecimento não acontece somente nas escolas e universidades,

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº., DE DE DE 2012.

PROJETO DE LEI Nº., DE DE DE 2012. PROJETO DE LEI Nº., DE DE DE 2012. Cria a Central de Atendimento Telefônico ao Idoso e Portador de Necessidades Especiais, no âmbito do Estado de Goiás. A Assembléia Legislativa do Estado de Goiás, nos

Leia mais

NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL

NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte PPCAAM Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Secretaria de Direitos Humanos Presidência

Leia mais

Centro de Referência de Assistência Social. Paraná, agosto de 2012

Centro de Referência de Assistência Social. Paraná, agosto de 2012 Centro de Referência de Assistência Social Paraná, agosto de 2012 Centro de Referência de Assistência Social - CRAS Unidade pública estatal de base territorial, localizada em áreas de vulnerabilidade social

Leia mais

Governo planeja ações com base em dados e tenta aprimorar combate à exploração incentivando envolvimento da sociedade civil em fóruns e conselhos

Governo planeja ações com base em dados e tenta aprimorar combate à exploração incentivando envolvimento da sociedade civil em fóruns e conselhos / / Fique ligado Notícias / Especiais Promenino Fundação Telefônica 10/12/2012 Os desafios da fiscalização do trabalho infantil Governo planeja ações com base em dados e tenta aprimorar combate à exploração

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 285, DE 2006

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 285, DE 2006 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 285, DE 2006 Autoriza o Poder Executivo a criar o Programa Cantando as Diferenças, destinado a promover a inclusão social de grupos discriminados e dá outras providências. O

Leia mais

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos!

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! Documento final aprovado por adolescentes dos Estados do Amazonas, da Bahia, do Ceará, do Mato Grosso,

Leia mais

www.desenvolvimentosocial.sp.gov.br

www.desenvolvimentosocial.sp.gov.br www.desenvolvimentosocial.sp.gov.br 5.485.424 idosos - 2014 9.316.614 idosos - 2030 Fonte: Fundação SEADE Novas Demandas e Desafios Poder Público Sociedade Famílias Garantia de Direitos Proteção Social

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2517 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO DATA DE CRIAÇÃO: 29/07/2013

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2517 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO DATA DE CRIAÇÃO: 29/07/2013 Impresso por: RODRIGO DIAS Data da impressão: 07/08/2013-18:06:16 SIGOEI - Sistema de Informações Gerenciais da OEI TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2517 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO DATA

Leia mais

VIOLÊNCIA CONTRA IDOSOS. Edinilsa Ramos de Souza CLAVES/ENSP/FIOCRUZ

VIOLÊNCIA CONTRA IDOSOS. Edinilsa Ramos de Souza CLAVES/ENSP/FIOCRUZ VIOLÊNCIA CONTRA IDOSOS Edinilsa Ramos de Souza CLAVES/ENSP/FIOCRUZ O que é Violência contra idosos? É um ato (único ou repetido) ou omissão que lhe cause dano ou aflição e que se produz em qualquer relação

Leia mais

Pagamento da Renda Mensal Vitalícia por Idade

Pagamento da Renda Mensal Vitalícia por Idade Programa 1282 Proteção Social ao Idoso Objetivo níveis de complexidade e demandas do território, em conformidade com os pressupostos do Sistema Único de Assistência Social, e primando pela convivência

Leia mais

Ações do Conselho Municipal dos Direitos do Idoso CMDI. Gestão 2012 2014

Ações do Conselho Municipal dos Direitos do Idoso CMDI. Gestão 2012 2014 Ações do Conselho Municipal dos Direitos do Idoso CMDI Gestão 2012 2014 AÇÕES: Acompanhou, orientou e fiscalizou instituições de longa permanência de atendimento ao idoso, inclusive realizando a averiguação

Leia mais

Conselho Estadual do Idoso de Minas Gerais

Conselho Estadual do Idoso de Minas Gerais Conselho Estadual do Idoso de Minas Gerais O Conselho Estadual do Idoso - CEI - foi criado pela Lei nº 13.176 de 20 de janeiro de 1999, como um órgão deliberativo e controlador das políticas e das ações

Leia mais

DADOS. Histórico de lutas

DADOS. Histórico de lutas MULHERES O partido Solidariedade estabeleceu políticas participativas da mulher. Isso se traduz pela criação da Secretaria Nacional da Mulher e por oferecer a esta Secretaria completa autonomia. Acreditamos

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 Institui as diretrizes gerais de promoção da saúde do servidor público federal, que visam orientar os órgãos e entidades do Sistema de Pessoal Civil da Administração

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE Prioritária 1: Manter o incentivo aos Programas do Núcleo Apoio da Saúde da Família

Leia mais

PORTARIA Nº 321, DE 29 DE SETEMBRO DE 2008

PORTARIA Nº 321, DE 29 DE SETEMBRO DE 2008 PORTARIA Nº 321, DE 29 DE SETEMBRO DE 2008 Regulamenta a gestão das condicionalidades do Programa Bolsa Família, revoga a Portaria/MDS nº 551, de 9 de novembro de 2005, e dá outras providências. O MINISTRO

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Projeto de Implantação da Rede de Proteção Social de Araucária

Mostra de Projetos 2011. Projeto de Implantação da Rede de Proteção Social de Araucária Mostra de Projetos 2011 Projeto de Implantação da Rede de Proteção Social de Araucária Mostra Local de: Araucária. Categoria do projeto: I - Projetos em implantação, com resultados parciais. Nome da Instituição/Empresa:

Leia mais

RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010

RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010 RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010 Estabelece parâmetros para orientar a constituição, no âmbito dos Estados, Municípios e Distrito Federal, de Comissões Intersetoriais de Convivência

Leia mais

PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios. Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015

PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios. Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015 PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015 Ação Educativa Organização não governamental fundada por um

Leia mais

Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas investe R$ 400 milhões em ações de saúde, assistência e repressão ao tráfico

Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas investe R$ 400 milhões em ações de saúde, assistência e repressão ao tráfico Presidência da República Secretaria de Imprensa. Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas investe R$ 400 milhões em ações de saúde, assistência e repressão ao tráfico Em resposta aos desafios

Leia mais

Congresso Ministério Público e Terceiro Setor

Congresso Ministério Público e Terceiro Setor Congresso Ministério Público e Terceiro Setor Atuação institucional na proteção dos direitos sociais B rasília-d F Nova Lei de Certificação e Acompanhamento Finalístico das Entidades ü A Constituição Federal

Leia mais

ANEXO I CONDIÇÕES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CAPACITAÇÃO. Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente

ANEXO I CONDIÇÕES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CAPACITAÇÃO. Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente ANEXO I CONDIÇÕES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CAPACITAÇÃO I ÁREAS DE INTERESSE Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente a) Capacitação para implantação dos planos estaduais

Leia mais

Pacto Gaúcho pelo Fim do Racismo Institucional

Pacto Gaúcho pelo Fim do Racismo Institucional Pacto Gaúcho pelo Fim do Racismo Institucional Aos 21 de março de 2014, dia em que o mundo comemora o Dia Internacional contra a Discriminação Racial instituído pela ONU em 1966, adotamos o presente Pacto

Leia mais

Comissão Municipal Interinstitucional de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes

Comissão Municipal Interinstitucional de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes 1 Comissão Municipal Interinstitucional de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes PLANO MUNICIPAL DE ENFRENTAMENTO ÀS VIOLÊNCIAS CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Ponta Grossa Paraná 2013

Leia mais

Regimento Interno do processo de construção do Plano de Educação da Cidade de São Paulo

Regimento Interno do processo de construção do Plano de Educação da Cidade de São Paulo Regimento Interno do processo de construção do Plano de Educação da Cidade de São Paulo CAPÍTULO I Artigo 1o. A construção do Plano de Educação da Cidade de São Paulo realizar-se-á entre fevereiro e junho

Leia mais

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Proposta de ações para elaboração do Plano Estadual da Pessoa com Deficiência Objetivo Geral: Contribuir para a implementação

Leia mais

Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Educação Secretaria do Meio Ambiente Órgão Gestor da Política Estadual de Educação Ambiental

Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Educação Secretaria do Meio Ambiente Órgão Gestor da Política Estadual de Educação Ambiental Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Educação Secretaria do Meio Ambiente Órgão Gestor da Política Estadual de Educação Ambiental PROJETO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

2.2 ATIVIDADES Atividade 4.2.3 - Formular as sistemáticas de planejamento e avaliação das escolas para uso na implantação do PDE.

2.2 ATIVIDADES Atividade 4.2.3 - Formular as sistemáticas de planejamento e avaliação das escolas para uso na implantação do PDE. Impresso por: ANGELO LUIS MEDEIROS MORAIS Data da impressão: 07/10/2013-10:07:01 SIGOEI - Sistema de Informações Gerenciais da OEI TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2703 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA PROCESSO

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MOGI DAS CRUZES

PREFEITURA MUNICIPAL DE MOGI DAS CRUZES Projeto de Lei n 340/99 464 LEI N 4.864 DE 12 DE MARÇO DE 1999 Dispõe sobre a Política Municipal do Idoso, e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE MOGI DAS CRUZES; FAÇO SABER QUE A CÂMARA MUNICIPAL

Leia mais

SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL -Principais serviços que a Assistência Social possui para atendimento de idosos: - Proteção Social Básica (atendimento preventivo) - Centro de Convivência do Idoso - atualmente

Leia mais

PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA DO SUAS

PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA DO SUAS PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA DO SUAS CRAS Centro de Referência de Assistência Social PÚBLICO-ALVO: A PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA B DO SUAS Famílias, seus membros e indivíduos em situação de vulnerabilidade social

Leia mais

NÚCLEOS DE EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL. PARCERIA MDA / CNPq. Brasília, 13 de maio de 2014

NÚCLEOS DE EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL. PARCERIA MDA / CNPq. Brasília, 13 de maio de 2014 NÚCLEOS DE EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL PARCERIA MDA / CNPq Brasília, 13 de maio de 2014 A política de desenvolvimento territorial Desde 2004 a SDT implementa a estratégia de desenvolvimento

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*)

RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*) RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*) Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente Dispõe sobre os Procedimentos e critérios para a aprovação de projetos a serem financiados com recursos

Leia mais

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior 5.1 Nome da iniciativa ou Projeto Academia Popular da Pessoa idosa 5.2 Caracterização da Situação Anterior O envelhecimento é uma realidade da maioria das sociedades. No Brasil, estima-se que exista, atualmente,

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

O que é o PLHIS? Quais são os beneficiários do PLHIS? Quais são as exigências do PLHIS?

O que é o PLHIS? Quais são os beneficiários do PLHIS? Quais são as exigências do PLHIS? O que é o PLHIS? Quais são os beneficiários do PLHIS? Quais são as exigências do PLHIS? Planejamento Planejamento é uma das condições para a prática profissional dos Assistente Social (BARBOSA, 1991).

Leia mais

LEI Nº 8.842, DE 4 DE JANEIRO DE 1994. Dispõe sobre a política nacional do idoso, cria o Conselho Nacional do Idoso e dá outras providências.

LEI Nº 8.842, DE 4 DE JANEIRO DE 1994. Dispõe sobre a política nacional do idoso, cria o Conselho Nacional do Idoso e dá outras providências. LEI Nº 8.842, DE 4 DE JANEIRO DE 1994 Dispõe sobre a política nacional do idoso, cria o Conselho Nacional do Idoso e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional

Leia mais

Carta Política. Campanha Cidades Seguras para as Mulheres

Carta Política. Campanha Cidades Seguras para as Mulheres Carta Política Campanha Cidades Seguras para as Mulheres Brasil - 2014 Nós, mulheres de diversas localidades e comunidades de Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e São Paulo, que há muito

Leia mais

Universidade do Estado do Rio de Janeiro Vice-Reitoria Curso de Abordagem da Violência na Atenção Domiciliar Unidade 2 Violência e idoso

Universidade do Estado do Rio de Janeiro Vice-Reitoria Curso de Abordagem da Violência na Atenção Domiciliar Unidade 2 Violência e idoso Universidade do Estado do Rio de Janeiro Vice-Reitoria Curso de Abordagem da Violência na Atenção Domiciliar Unidade 2 Violência e idoso Em Introdução, veremos os conceitos gerais referentes à violência,

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL DOS DIREITOS DO CIDADÃO 67. Planejamento Estratégico da PFDC

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL DOS DIREITOS DO CIDADÃO 67. Planejamento Estratégico da PFDC PROCURADORIA FEDERAL DOS DIREITOS DO CIDADÃO 67 Planejamento Estratégico da PFDC Pessoa Idosa 2010 PROCURADORIA FEDERAL DOS DIREITOS DO CIDADÃO 68 INTRODUÇÃO Tema: Pessoa Idosa A missão da Procuradoria

Leia mais

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico seguranca.cidada@mj.gov.br até o dia 20 de dezembro de 2015.

Leia mais

PDE Plano de Desenvolvimento da Educação

PDE Plano de Desenvolvimento da Educação PDE Plano de Desenvolvimento da Educação Secretaria de Educação Básica Ministério da Educação Foto: João Bittar Garantir o direito de aprender, para todos e para cada um. PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO

Leia mais

NOTIFICAÇÕES COMPULSÓRIAS DOS CASOS SUSPEITOS OU CONFIRMADOS DE VIOLÊNCIAS PRATICADAS CONTRA CRIANÇA E ADOLESCENTE

NOTIFICAÇÕES COMPULSÓRIAS DOS CASOS SUSPEITOS OU CONFIRMADOS DE VIOLÊNCIAS PRATICADAS CONTRA CRIANÇA E ADOLESCENTE NOTIFICAÇÕES COMPULSÓRIAS DOS CASOS SUSPEITOS OU CONFIRMADOS DE VIOLÊNCIAS PRATICADAS CONTRA CRIANÇA E ADOLESCENTE Márcia Regina Ribeiro Teixeira Promotora de Justiça de Salvador Agosto de 2014 VIOLÊNCIA:

Leia mais

Detalhamento por Localizador

Detalhamento por Localizador Programa 2015 - Aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde (SUS) 20QI - Implantação e Manutenção da Força Nacional de Saúde Número de Ações 3 Esfera: 20 - Orçamento da Seguridade Social Função: 10 - Saúde

Leia mais

A SECRETARIA MUNICIPAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES AS AÇÕES SÃO DESENVOLVIDAS POR QUATRO ÁREAS ESTRATÉGICAS:

A SECRETARIA MUNICIPAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES AS AÇÕES SÃO DESENVOLVIDAS POR QUATRO ÁREAS ESTRATÉGICAS: O QUE É QUE FAZ A SECRETARIA MUNICIPAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES A Prefeitura de São Paulo, em maio de 2013, seguindo a política implementada nacionalmente e atendendo uma reivindicação histórica do movimento

Leia mais

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Marcelo de Paula Neves Lelis Gerente de Projetos Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Ministério das Cidades Planejamento

Leia mais

CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL NO MARANHÃO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO: CRIAÇÃO E FUNCIONAMENTO

CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL NO MARANHÃO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO: CRIAÇÃO E FUNCIONAMENTO CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL NO MARANHÃO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO: CRIAÇÃO E FUNCIONAMENTO CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL NO MARANHÃO Presidente Carmen Maria Teixeira Moreira Serra Secretário

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A FOME CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO N.º 191, DE 10 DE NOVEMBRO 2005 DOU 17/11/2005

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A FOME CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO N.º 191, DE 10 DE NOVEMBRO 2005 DOU 17/11/2005 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A FOME CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO N.º 191, DE 10 DE NOVEMBRO 2005 DOU 17/11/2005 Institui orientação para regulamentação do art. 3º

Leia mais