AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR ATO ILÍCITO CAUSADO POR ACIDENTE DE TRÂNSITO

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1 fls. 1 EXCELENTÍSSIMO (A) DOUTOR(A) JUIZ(A) DE DIREITO DA...ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA MUNICIPAL DA COMARCA DE MANAUS - AMAZONAS RAIMUNDO NONATO FERNANDES MORAES, brasileiro, casado, Portador do RG sob o nº SESEG/AM, Inscrito no CPF/MF sob o nº , juntamente com sua esposa ROSÂNGELA DA CUNHA MORAES, brasileira, casada, do lar, Portadora do RG sob o nº , Inscrita no CPF sob o nº , ambos domiciliados na cidade de Manaus/AM, residentes na Rua Santa Helena, nº 30, Bairro da Redenção, CEP: , por intermédio de sua advogada infra-assinada e bastante procuradora, constituída mediante outorga de poderes por meio de instrumento de procuração anexo, vem respeitosamente propor AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR ATO ILÍCITO CAUSADO POR ACIDENTE DE TRÂNSITO em face de CONSÓRCIO MANAUS ETACOM, pessoa jurídica de direito privado, Portadora do CNPJ/MF nº / , com sede na Rua Monte Castelo, nº 53, Bairro Japiim, CEP , na Cidade de Manaus e MUNICÍPIO DE MANAUS, pessoa jurídica de direito público, Portadora do CNPJ/MF n com sede na Av. Brasil, nº 2977, Bairro Compensa I, CEP , pelos fatos e motivos abaixo expostos. 1 PRELIMINARMENTE 1.1 DA LEGITIMIDADE

2 fls. 2 No Polo ativa da demanda, devem figurar concomitantemente o Pai e a Mãe da vítima, ora representados pelo SR. RAIMUNDO NONATO FERNANDES MORAES E SRª ROSÂNGELA DA CUNHA MORAES, ambos tem legitimidade para figurar no polo ativo da ação, tendo em vista que o falecido não havia constituído família. A reparação nesse caso decorre de dano individual e particularmente sofrido por cada membro da família, havendo ligação direta de cada um com o fato (artigo 403 do Código Civil). No polo passiva da demanda devem figurar, concomitantemente, a empresa CONSÓRCIO MANAUS ETACOM e o MUNICÍPIO DE MANAUS, tendo em vista que a primeira foi contratada para prestar serviços para esta última, logo, ambas respondem perante a presente demanda, conforme artigo 932, III do Código Civil Brasileiro, como será visto a seguir. 1.2 DA GRATUIDADE DA JUSTIÇA Os Requerentes pleiteiam os benefícios da JUSTIÇA GRATUITA, assegurada pela Lei 1.060/50, tendo em vista não poder arcar com as despesas processuais. Para tanto, faz juntada do documento necessário - declaração de pobreza. (doc.4) Caso Vossa Excelência não defira o benefício da justiça gratuita, requer-se ao menos, o recolhimento das custas seja postergado até o final da ação, momento no qual será realizado pela parte vencida na demanda. 2 - DOS FATOS A Requerida CONSÓRCIO MANAUS ETACOM é proprietária da caçamba de marca Mercedez Benz / Atron, cor branca, placas OAJ-8863, conforme Boletim de Ocorrência de Acidente de Trânsito n.

3 fls E (em anexo), expedido pelo 12 o Distrito Integrado de Polícia Civil do Estado do Amazonas. Ocorre que, no dia 28 de março de 2014, por volta de 19h50, o veículo acima descrito, de propriedade da primeira Requerida, na oportunidade prestando serviços (na modalidade de concessão de serviço público) para a segunda Requerida, estava sendo conduzido pelo Sr. Ozaias Costa de Almeida (funcionário da prestadora do serviço público) enquanto trafegava pela Av. Djalma Batista, sentido Bairro/Centro em velocidade entre 80 a 90 km/h (fls. 2), ocasião em que perdeu o controle e acabou invadindo a contramão da referida via, vindo a colidir frontalmente com o microônibus MARCOPOLO/VOLARE de cor branca e placas NOR-0286, conduzido pelo Sr. Robert da Cunha Moraes, filho dos Requerentes. A colisão violenta provocou a morte instantânea de 16 pessoas, incluindo os referidos motoristas. Como se infere no Boletim de Ocorrência em tela, o motorista que conduzia o veículo da primeira Requerida perdeu o controle, vindo a bater em um canteiro central da avenida e adentrando a contramão. Dentre as vítimas fatais está ROBERT DA CUNHA MORAES, filho dos Requerentes, que à época tinha apenas 26 anos. (doc 5). Ao serem feitas as necropsias dos cadáveres, foram realizados testes (Laudo de Exames Toxicológicos, em anexo) toxicológicos que constataram a presença da substância psicotrópica cocaína e a concentração alcoólica de 3,18 g/l (doc. 26). Como se verá adiante, tal quantidade é incompatível com o que rezam as normas do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Desta forma, Excelência, o causador do acidente foi, exclusivamente, o condutor do veículo de propriedade da Requerida, seu funcionário, que, por imprudência e negligência, adentrou a contramão de uma via de grande fluxo e em velocidade incompatível com a via

4 fls. 4 trafegada, conforme relatado por testemunhas, em especial, Sr. Raimundo Nogueira dos Santos, que estava de carona no veículo conduzido pelo Sr. Ozaías, em seu depoimento por ocasião do Inquérito Policial. (fls. 67 do Inquérito Policial). O Requerente, além da dor profunda causada pelo falecimento de seu filho de forma tão violenta, teve de lidar com diversas e repetidas notícias em jornais da região, tamanha repercussão do acidente (reportagens em anexo), reforçando ainda mais seu sofrimento. Além da privação causada pela perda de um ente querido, o Requerente ainda teve de arcar com prejuízos de ordem econômica, tendo em vista que o de cujus sustentava financeiramente seus familiares, bem como os gastos custeados pela família para que esta pudesse comparecer ao velório de Robert. 3 DO DIREITO 3.1 DO ATO ILÍCITO PRATICADO PELO PREPOSTO DAS REQUERIDAS DA CONFIGURAÇÃO DO DOLO EVENTUAL Brasileiro: Vejamos a definição de ato ilícito segundo o Código Civil Art Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito. In casu, o ato ilícito resultou da conduta irresponsável do motorista, que sob o uso de substâncias entorpecentes, acabou causando um terrível acidente que ceifou 16 vidas incluindo a sua própria. Tal dano deve ser obrigatoriamente reparado, conforme se infere da leitura do art. 927 do mesmo diploma legal: Art Aquele que, por ato ilícito, causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo.

5 fls. 5 Em casos de morte no trânsito, causadas por comprovada embriaguez do condutor, tem sido recorrente a aplicação do dolo eventual. Sabe-se que o dolo é a intenção consciente de praticar certo crime. Para que uma conduta seja dolosa, basta que se verifique a vontade e a consciência (previsão de resultado) do agente. Já o dolo eventual, trata-se de uma aceitação (previsão) do possível resultado de uma conduta. O agente prevê o dano (resultado), sabe que este é provável e, mesmo assim, assume o risco de provocar as consequências danosas, muito embora, nesta espécie de dolo, não se verifica a intenção (vontade) direta de alcançar tal resultado, há inquestionável conduta dolosa. O condutor de veículo que ingere a bebida alcoólica ou outra substância que altera sua capacidade psicomotora, ou que dirige em alta velocidade, apesar de não ter a vontade de cometer homicídio, sabe que poderia causá-lo e assume todos os riscos conscientemente. Desta maneira, aplicado o dolo eventual, o crime deixa de ser tratado pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que não admite crimes dolosos, e passa a ser imputado ao agente o homicídio doloso, do artigo 121 do Código Penal (CP), cumulado com o artigo 18, I, ou, a lesão corporal seguida de morte, prevista pelo artigo 129, 3º, do mesmo diploma. A discussão ainda é aquecida entre os tribunais havendo entendimento divergente sobre a questão há os que defendem a conduta dolosa, guiada pelo Código Penal, e outros, apenas o homicídio culposo mediante a impossibilidade de verificação de dolo apenas com base na embriaguez ou uso de substâncias tóxicas. Em verdade, cada caso deve ser analisado à luz de todas as suas particularidades. Não obstante, sem dúvidas, a pena prevista no Código de Trânsito Brasileiro (o agente sofreria a detenção máxima de quatro anos) é ínfima tendo em vista a gravidade da conduta de um indivíduo que ignora os

6 fls. 6 perigos de conduzir um veículo sem ter garantia de todas as suas capacidades psicomotoras. Há forte clamor social no sentido de que não se deve manter impune o motorista que embriagado/intoxicado, pois este assume a direção de seu veículo sabendo que está gerando grande risco à vida de terceiros. O impacto de uma morte no trânsito causada por motorista bêbado/drogado quase sempre gera grande discussão e revolta em parte da população, que anseia por uma condenação suficiente para coibir comportamentos semelhantes. Verifiquemos julgados recentes em casos análogos: Recurso em sentido estrito. Tribunal do Júri. Homicídio no trânsito. Dolo eventual. Embriaguez. Excesso de velocidade. Semáforo vermelho. Pronúncia. Desclassificação. Impossibilidade. 1. A defesa recorre da decisão que pronunciou o réu como incurso nas sanções do art. 121, caput, na forma do art. 18, I, ambos do CP, postulando a impronúncia ou a desclassificação da imputação para sua modalidade culposa, alegando ausência de provas do dolo de matar. 2. Existindo elementos que apontem para a possível ocorrência delito doloso contra vida, na condução de veículo automotor, impõe-se a pronúncia para julgamento pelo Tribunal do Júri, órgão competente para analisar os elementos probatórios e proferir o veredicto. 3. Normalmente, a desclassificação do delito, na pronúncia, só pode ser operada quando evidente a ausência animus necandi. No caso da imputação de homicídio por dolo eventual, diferentemente do dolo direto, os indicativos daquela forma dolosa devem ser mais presentes na prova, já que se trata de uma situação processual extraordinária. 4. A alegação da existência de embriaguez alcoólica per se não é capaz de levar à caracterização da assunção do risco (do dolo - art. 18, I, do CP) por parte do agente. É preciso mais do que isso. É preciso demonstrar, por elementos concretos, que ao agente pouco importava o resultado da conduta, assumindo o risco da realização a partir da criação de perigo tal que a ele se equipara ao dolo. Na hipótese, há indícios suficientes diante da embriaguez, do excesso de velocidade e do cruzamento em travessia com semáforo em vermelho. 5. Negaram provimento ao recurso. (Recurso em Sentido Estrito nº , Primeira Câmara Criminal, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Julio Cesar Finger, Julgado em 11/09/2013). (grifo meu)

7 fls. 7 Ora Excelência, o Laudo de Exames Toxicológicos constatou a presença de cocaína na urina do Sr. Ozaias Costa de Almeida, além de 3,18 gramas de álcool etílico por litro de sangue. Primeiramente, a cocaína é uma substância ilícita, que não possui índices de consumo seguro e por isso é vedado seu uso. Por sua vez, a quantidade de álcool consumida pelo motorista, por si, está bem acima do permitido pelo Código de Trânsito Brasileiro em seu art. 306, 1º, I que é de 0,6 decigramas de álcool por litro de sangue. O excesso de velocidade também foi verificado no caso, pois o motorista, Sr. Ozaias, conduzia o caminhão-caçamba em velocidade entre 80 km/h e 90 km/h, porém, o limite da via é de 40km/h (fls. 127 do Inquérito Policial). O depoente Sr. Raimundo Nogueira dos Santos, que estava de carona no veículo conduzido pelo Sr. Ozaias, também confirmou em seu depoimento (fls. 67 do Inquérito Policial) que o motorista estava dirigindo rápido demais. O sistema eletrônico da caçamba foi posteriormente analisado pelo Instituto de Criminalística, o qual atestou com precisão que o veículo em tela de fato estava sendo conduzido na velocidade entre 80 km/h e 90 km/h no momento da colisão. Além disto, no depoimento do Sr. Raimundo, consta que mesmo nesta velocidade alta, o motorista realizou uma ultrapassagem perigosa quando se aproximava de uma curva da Avenida Djalma Batista. Em consequência disto, bateu no canteiro central e invadiu a contramão da pista, vindo a colidir com outro veiculo, conforme noticiado à época em todos os meios de comunicação. Sendo assim, Excelência, diante da conduta irresponsável do condutor do veiculo causador do acidente que ceifou a vida do filho do requerente, resta manifestamente configurada a ocorrência de dolo eventual, fato este confirmado no Laudo de Exame do Instituto de Criminalística, constante às fls. 141.

8 fls DA RESPONSABILIDADE DAS RÉS E DA RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO Ab initio, convém esclarecer que a responsabilidade civil do Estado por atos comissivos ou omissivos de seus agentes, é objetiva, prescindindo, pois, da comprovação de culpa. Configurada a prática de ato ilícito pelo condutor do caminhão, três fundamentos tornam a Requerida CONSÓRCIO MANAUS ETACOM civilmente responsável pelo evento, a saber: a) o fato de ser ela proprietária do veículo; b) a circunstância de conduzi-lo um seu funcionário; c) a atividade de transporte importar habitualmente em risco para os direitos de outrem. Sua responsabilidade é objetiva e solidária com o Município de Manaus, uma vez que esta havia contratado a primeira Requerida para lhe prestar serviços públicos. Tanto é assim, que o momento em que ocorreu o acidente, o condutor Sr. Ozaias, funcionário da CONSÓRCIO MANAUS ETACOM, encontrava-se em seu horário de expediente. O Município deve responder objetivamente pelos danos causados à vítima de acidente de trânsito por veículo de sua propriedade e dirigido por seu preposto, conforme preceito da CF 37, 6º. Provada a culpa, o nexo de causalidade e os danos suportados pelo particular, devem o Município e seu preposto (se ficar demonstrada, como aqui, a culpa deste), e contra os quais foi ajuizada a ação, responderem, solidariamente, pelos danos causados. No art. 932 do CC, encontramos a norma que regula a situação: Art São também responsáveis pela reparação civil: (...) III o empregador ou comitente, por seus empregados,

9 fls. 9 serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele; Neste sentido ainda, Art. 927 (...) Parágrafo único: Haverá obrigação de reparar o dano, independentemente de culpa, nos casos especificados em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem. STF: Tribunais: A culpa do patrão é presumida, como já consta de súmula do Súmula É presumida a culpa do patrão ou comitente pelo ato culposo do empregado ou preposto. No mesmo sentido, é pacífica jurisprudência de nossos O proprietário de veículo responde pelos atos culposos de terceiros; se a estes entregou livremente sua direção sendo seu empregado ou não. Responde materialmente pelos danos que este terceiro causar a outrem. (RT 450/099; 455/093). Diante disso, é fácil concluir que a relação de responsabilidade do concessionário se enquadra na teoria da responsabilidade objetiva do Estado, pois o Poder Público responde pelos atos cometidos por seus concessionários quando, na execução do serviço delegado, causarem danos a terceiros. Como visto, atualmente predomina largamente em nosso ordenamento a utilização da teoria da responsabilidade objetiva do Estado, ou seja, a Administração tem o dever de ressarcir os danos causados a terceiros, bastando estarem presentes para tanto a existência do nexo de causalidade entre o dano e o ato do agente público que deu ensejo à lesão, aspecto que subsiste nos casos de concessão de serviços públicos, pois o Estado responde objetivamente pelos danos supostamente causados

10 fls. 10 a terceiros por seus concessionários, isto por ser este o concedente do serviço que é eminentemente público, é o que se extrai de um abreviado exercício hermenêutico sobre o que dispõe o artigo 37, 6º, da atual Lei Magna. A Segunda requerida, o Município de Manaus, pessoa jurídica de direito público, na qualidade de prestadora de serviços públicos, possui regulamentação especial dada pela própria Constituição Federal a respeito dos danos causados a terceiros pelos seus prepostos. Vejamos o que dispõe o parágrafo 6º do artigo 37 da Carta Magna: Art. 37, 6º - As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes nessa qualidade causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo e culpa. Assim, no caso em tela, é inegável a responsabilidade do Poder Público (Município de Manaus), que ao contratar a empresa CONSÓRCIO MANAUS ETACOM para lhe prestar serviços, assumiu a responsabilidade subsidiária pela conduta da empresa, assim, ambas devem responder pelos danos causados pelo o motorista Sr. Ozaias Costa de Almeida, que na condição de funcionário agiu imprudentemente, causando tão lamentável acidente. Nesse contexto, urge trazer à baila a respeitável ementa da judiciosa decisão proferida pelo Egrégio Tribunal, cuja transcrição segue abaixo, in verbis: APELAÇÃO CÍVEL. INDENIZAÇÃO POR PERDAS E DANOS RESPONSABILIDADE OBJETIVA DO ESTADO E DAS CONCESSIONÁRIAS DE SERVIÇO PÚBLICO. AÇÃO ORDINÁRIA DE INDENIZAÇÃO. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. SUCUMBÊNCIA RECÍPROCA. COMPENSAÇÃO. 1. O sistema jurídico brasileiro adota a responsabilidade patrimonial objetiva do Estado e das prestadoras de serviço público sob a forma da Teoria do Risco Administrativo. Tal assertiva encontra respaldo legal no art. 37, 6º, da Constituição da República Federativa do Brasil. 2. Restando comprovados os requisitos para a responsabilização das Apeladas, uma vez evidenciados os danos e o nexo de causalidade entre as

11 fls. 11 condutas da requeridas e os prejuízos impingidos ao autor por ocasião da execução da obra, cabe o dever de Indenizar. 3- A concepção atual da doutrina orienta-se no sentido de que a responsabilização do agente causador do dano moral opera-se por força do simples fato da violação. Verificado o evento danoso, surge a necessidade da reparação. 4- Lucros cessantes não demonstrados, a simples juntada aos autos do controle de movimento mensal não comprova a realidade fática. 5. Havendo sucumbência recíproca, mostra-se possível a compensação dos honorários advocatícios, por força do disposto no artigo 21, caput, do Código de Processo Civil. 6. Apelação parcialmente provida. (TJ-MA - AC: MA, Relator: NELMA SARNEY COSTA, Data de Julgamento: 04/09/2007, SAO LUIS) O Supremo Tribunal Federal (STF) definiu que há responsabilidade civil objetiva (dever de indenizar danos causados independente de culpa) das empresas que prestam serviço público mesmo em relação a terceiros, ou seja, aos não-usuários. A maioria dos ministros negou provimento ao Recurso Extraordinário (RE) interposto pela empresa Viação São Francisco Ltda. Como se pode observar a lógica da responsabilidade objetiva do Estado perpassa as pessoas jurídicas de direito público e atinge as pessoas jurídicas de direito privado prestadoras de serviço público, sempre que o dano for decorrente da prestação de serviço público. No caso de responsabilidade civil das concessionárias de serviço público há um precedente muito interessante do Supremo Tribunal Federal que distingue os casos em que os danos foram causados aos usuários dos que os que o foram a terceiros. O entendimento atual é o seguinte: CONSTITUCIONAL. ADMINISTRATIVO. CIVIL. RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO: RESPONSABILIDADE OBJETIVA. PESSOAS JURÍDICAS DE DIREITO PRIVADO PRESTADORAS DE SERVIÇO PÚBLICO. CONCESSIONÁRIO OU PERMISSIONÁRIO DO SERVIÇO DE TRANSPORTE COLETIVO. C.F., art. 37, 6º. I. A responsabilidade civil das pessoas jurídicas de direito privado prestadoras de serviço público é objetiva relativamente aos usuários do serviço, não se estendendo a pessoas outras que não ostentem a condição de usuário. Exegese do art. 37, 6º, da C.F. II. - R.E. conhecido e provido. BRASIL. Supremo

12 fls. 12 Tribunal Federal. Recurso Extraordinário n SP, Relator: Min. CARLOS VELLOSO. Brasília. Diário da Justiça da União 06 mai Pelo direcionamento acima esposado, as concessionárias só seguem a regra do art. 37, 6º da Constituição Federal quando o lesado for usuário do serviço público, nos casos em que o prejudicado não for usuário, haveria a necessidade de perquirição de culpa. Em outras palavras, a responsabilidade das concessionárias de serviço público só seria objetiva frente aos seus usuários, uma vez que, relativamente a terceiros, a sua responsabilização dependeria da verificação da culpa. Nesse sentido foi o voto do relator do recurso extraordinário A melhor interpretação do dispositivo constitucional, no concernente às pessoas privadas prestadoras de serviço público: o usuário do serviço público que sofreu um dano, causado pelo prestador do serviço, não precisa comprovar a culpa deste. Ao prestador do serviço é que compete, para o fim de mitigar ou elidir a sua responsabilidade, provar que o usuário procedeu com culpa, culpa em sentido largo. O que não deve ser aplicado ao caso em concreto, haja vista ter ficado cabalmente demonstrado por ocasião do Inquérito Policial, fls. 160, a culpa exclusiva do motorista da Primeira Requerida e Prestadora de serviços da Segunda Requerida na ocorrência do acidente com vítimas fatais. Desse modo, devem as Requeridas (Consórcio MANAUS ETACOM e o Município de Manaus) responder pelo dano causado, mediante a indenização em favor dos Requerentes, sob a ótica do Instituto da Responsabilidade Objetiva, eis que demonstrados os danos e o nexo de causalidade, dando ensejo à presente ação de reparação. 4 - DO QUANTUM INDENIZATÓRIO 4.1 DO DANO MATERIAL

13 fls. 13 A indenização oriunda do falecimento da pessoa deverá durar, pelos menos, até o tempo de vida provável da vítima, caso estivesse viva, consoante o bom senso e a jurisprudência dominante que vem adotando critério mais justo na aferição da expectativa de vida das vítimas. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em sua mais recente avaliação, a expectativa de vida do brasileiro em dezembro de 2013 é de 74,6 anos de idade. Isto quer dizer, que o Sr. Robert, 26 anos e um jovem saudável e sem problemas de saúde que pudessem encurtar o seu tempo de vida, muito provavelmente ainda teria aproximadamente 49 anos de vida pela frente. O de cujus, com o seu salário, contribuía para o sustento e manutenção do lar, perda esta que clama por reposição. Para fins de fornecer uma base de cálculo do montante correspondente, anexamos a esta os vencimentos (percepção salarial) percebidos pelo Sr. Robert, cuja última remuneração mensal foi de R$ 2.100,00 (Dois mil e cem reais) (anexo). Tendo em vista que era com esta quantia que o Sr. Robert auxiliava financeiramente sua família nas despesas mensais, e devido a sua morte prematura, seus familiares têm direito à recomposição econômica do valor que deixou de receber. RESPONSABILIDADE CIVIL. ACIDENTE DE TRÂNSITO. RESIGNAÇÃO NO TOCANTE À CULPA. PENSÃO MENSAL. VERBA DESTINADA À ESPOSA DO DE CUJUS. VALOR FIXADO EM 2/3 DO SALÁRIO MÍNIMO. IMPOSSIBILIDADE DE MINORAÇÃO. NECESSIDADE DE CONSTITUIÇÃO DE CAPITAL FUNDAMENTADA NO REVOGADO ART. 602 DO CPC PELO MAGISTRADO A QUO. INTELIGÊNCIA DO ART. 475-Q DO REFERIDO DIPLOMA LEGAL. ERRO MATERIAL CORRIGIDO DE OFÍCIO. IMPOSSIBILIDADE DE VINCULAÇÃO E COMPENSAÇÃO DA INDENIZAÇÃO CIVIL COM VALORES DE NATUREZA PREVIDENCIÁRIA. DANOS MORAIS. ABALO PRESUMIDO ANTE A PERDA DE ENTE QUERIDO. PERMANÊNCIA DO QUANTUM INDENIZATÓRIO ARBITRADO EM R$ 5.000,00. SENTENÇA MANTIDA. RECURSO DESPROVIDO. 1. "A pensão devida pela morte de chefe de família à mulher e ao filho menor deve corresponder a dois terços dos rendimentos da vítima, tendo como termo final a idade em que completaria sessenta e

14 fls. 14 cinco anos para a mulher, cessando, em relação ao filho menor, ao completar este vinte e cinco anos, quando presumivelmente exercerá atividade laboral própria e constituirá família, assegurado o direito de acrescer ao beneficiário remanescente" (AC n.º , de São Miguel do Oeste, Des. Paulo Gallotti). 2. O valor da indenização oriunda da responsabilidade civil aquiliana independe da percepção de benefício previdenciário, eis que de natureza distintas. 3. Para a fixação do quantum indenizatório, devem ser observados alguns critérios, tais como a situação econômicofinanceira e social das partes litigantes, a intensidade do sofrimento impingido ao ofendido, o dolo ou grau da culpa do responsável, tudo para não ensejar um enriquecimento sem causa ou insatisfação de um, nem a impunidade ou a ruína do outro. (TJ-SC - AC: SC , Relator: Marcus Tulio Sartorato, Data de Julgamento: 10/01/2008, Terceira Câmara de Direito Civil, Data de Publicação: Apelação Cível n., de Rio do Oeste) CIVIL - CONCESSIONÁRIA DE SERVIÇO PÚBLICO - FALHA DO SERVIÇO - ROMPIMENTO DE FIO DE ALTA TENSÃO - FALECIMENTO DO MARIDO E GENITOR DE TRÊS FILHOS MENORES - PESIONAMENTO - EXPECTATIVA DE VIDA DA VÍTIMA - DANOS MORAIS - CRITÉRIO DE FIXAÇÃO - HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS - PERCENTUAL SOBRE O VALOR DA CONDENAÇÃO - PRESTAÇÕES CONTINUADAS - RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO. Segundo entendimento jurisprudencial consolidado, a pensão fixada para a viúva, dependente econômica e financeiramente da vítima, deve perdurar até a provável "expectativa de vida" do falecido, admitindo-se como indicador a utilização dos dados estatísticos divulgados pela Previdência Social, com base nas informações do IBGE. O valor dos alimentos devido ao cônjuge sobrevivente deve corresponder a 2/3 do salário percebido pela vítima, que equivale a 1,93 salários mínimos na data do evento danoso, devendo ser mantido este percentual para fins de pensionamento. Para a fixação dos danos morais deve-se considerar as condições econômicas das partes, as circunstâncias em que ocorreu o fato, a intensidade do sofrimento, o grau de culpa do ofensor, o caráter repressivo e pedagógico da reparação, além de se propiciar à vítima uma satisfação, sem que isto represente um enriquecimento sem justa causa. Figurando sociedade de economia mista no polo passivo e, tratando-se de sentença de natureza condenatória, os honorários advocatícios devem ser arbitrados segundo os percentuais previstos no 3º do art. 20 do CPC, com incidência sobre o valor total da condenação, assim entendida as parcelas vencidas mais doze prestações vincendas. (TJ-MG - AC: MG, Relator: Edilson Fernandes, Data de Julgamento: 29/01/2013, Câmaras Cíveis Isoladas / 6ª CÂMARA CÍVEL, Data de Publicação: 08/02/2013)

15 fls. 15 Vale transcrever trecho do voto da Ilustre Ministra Nancy Andrigui, no julgamento do REsp /RS - RECURSO ESPECIAL / DJ de : Conforme sedimentou a 2ª Seção desta Corte no julgamento do EREsp /PR, Rel. Min. Eduardo Ribeiro, rel. p/ acórdão Min. Dias Trintade, DJ de , a indenização, em forma de pensão, em caso de dano material, perdura até a expectativa de vida da vítima (grifei). Outrossim, como também já decidiu este Tribunal, a estimativa do tempo de vida da vítima deve ser fixada com base na expectativa média de vida do brasileiro, desconsiderando-se indicadores regionais, inclusive com vistas à uniformização da jurisprudência. Confira-se, neste diapasão, o seguinte precedente: RESPONSABILIDADE CIVIL. MORTE DO ALIMENTANTE. LIMITE TEMPORAL DA PENSÃO. TABELA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL. A 4A. TURMA TEM ADOTADO A TABELA DE ESPERANÇA DE VIDA NO BRASIL, ELABORADA PELA PREVIDÊNCIA SOCIAL, PARA FIXAR O LIMITE TEMPORAL DA PENSÃO DEVIDA AOS ALIMENTANDOS, PELO CAUSADOR DA MORTE DO ALIMENTANTE. CONTANDO A VITIMA 35 ANOS, A REFERIDA TABELA LHE ATRIBUI UMA ESPERANÇA DE VIDA DE MAIS 35 ANOS. IMODIFICAVEL, PORTANTO, O ACORDÃO QUE ESTABELECEU O LIMITE EM 70 ANOS. (STJ - REsp: SP 1994/ , Relator: Ministro RUY ROSADO DE AGUIAR, Data de Julgamento: 09/05/1995, T4 - QUARTA TURMA, Data de Publicação: DJ 07/08/1995 p ) Aliado a isso, não há como ignorar que a expectativa de vida é um indicador demográfico em constante transformação, que reflete a realidade de um determinado local em um dado período de tempo, cujo cálculo está sujeito à diversas variáveis, tais como avanço da medicina, violência, mortalidade infantil, saneamento básico, grau de desenvolvimento econômico, entre tantos outros. Nesse contexto, há muito tempo a jurisprudência sedimentou entendimento segundo o qual essa expectativa de vida seria, de regra, a data em que a vítima completaria 65 anos.

16 fls. 16 De fato, a despeito da existência de diversos precedentes do STJ estabelecendo em 65 (sessenta e cinco) anos a expectativa de vida para fins de pensionamento, constata-se que muitos desses julgados data do início da década de 90, ou seja, há mais de 15 (quinze) anos. Veja-se, por exemplo, os REsp s 1.723/RJ, 4ª Turma, Rel. Min. Barros Monteiro, DJ de ; 3.732/SP, 4ª Turma, Rel. Min. Athos Carneiro, DJ de ; e /SP, 3ª Turma, Rel. Min. Nilson Naves, DJ de AÇÃO INDENIZATÓRIA POR ACIDENTE DO TRABALHO FUNDADA NO DIREITO COMUM. VÍTIMA FATAL. TEMPO DE DURAÇÃO DA PENSÃO DEVIDA AO PAÍS. Cabíveis os alimentos enquanto perdurar a obrigação do devedor, não e de presumir-se que aos 25 anos deixaria a vítima de prestar auxílio aos país. Manutenção do limite da pensão na data em que o falecido completaria 65 anos. Recurso conhecido pelo dissídio pretoriano, mas improvido. (STJ REsp: RJ, Relator: Min. Barros Monteiro, DJ de ; 3.732/SP) RESPONSABILIDADE CIVIL. INDENIZAÇÃO DEVIDA PELOS PAIS DE MENOR PUBERE, AUTOR DE HOMICIDIO DE OUTRO MENOR PUBERE. DEMANDA PROMOVIDA PELOS PROGENITORES DA VITIMA. LIMITE DA INDENIZAÇÃO NO TEMPO. TRATANDO-SE DE VITIMA COM 19 ANOS DE IDADE, QUE JA EFETIVAMENTE TRABALHAVA, DANDO AJUDA AO LAR PATERNO, NÃO E RAZOAVEL PRESUMIR QUE AOS 25 ANOS DE IDADE CESSASSE TAL AUXILIO. CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, ART. 602 E PARÁGRAFOS; CÓDIGO CIVIL, ART ; RE NR (RTJ 123/1065); RESP N PAGAMENTO DE PENSÃO CONFORME A SENTENÇA E O ACORDÃO ATE OS 25 ANOS; DE PENSÃO COM MENOR EXPRESSÃO PECUNIARIA, A PARTIR DE ENTÃO E ATE A DATA DO FALECIMENTO DOS AUTORES OU ATE A DATA EM QUE A VITIMA COMPLETARIA 65 ANOS, PREVALECENDO O TERMO QUE PRIMEIRO OCORRER. (STJ - REsp: 3732 SP 1990/ , Relator: Ministro ATHOS CARNEIRO, Data de Julgamento: 28/08/1990, T4 - QUARTA TURMA, Data de Publicação: DJ p ) RESPONSABILIDADE CIVIL. AÇÃO PROPOSTA POR VIUVO DE VITIMA DE ATROPELAMENTO. INDENIZAÇÃO. 1. IDADE PROVAVEL DA VITIMA. AO CONTRARIO DO ESTABELECIDO NA DECISÃO LOCAL, O STJ TEM FIXADO A IDADE PROVAVEL DA VITIMA EM 65 ANOS, PERIODO EM QUE A PENSÃO E DEVIDA. 2. DANO MATERIAL E MORAL. DE ACORDO COM O ESTABELECIDO NA DECISÃO LOCAL, O STJ TEM ADMITIDO A CUMULAÇÃO DAS INDENIZAÇÕES. 3. RECURSO ESPECIAL CONHECIDO PELA ALINEA C MAS PROVIDO APENAS NO ATINENTE AO PRIMEIRO PONTO. (STJ - REsp: SP 1991/ , Relator: Ministro NILSON NAVES, Data de Julgamento: 24/02/1992, T3 - TERCEIRA TURMA, Data de

17 fls. 17 Publicação: DJ p LEXSTJ vol. 36 p. 170 DJ p LEXSTJ vol. 36 p. 170) Segundo informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE em seu sítio na Internet (www.ibge.gov.br), dão conta de que, entre 1980 e 2006, a expectativa de vida ao nascer, no Brasil, elevou-se em 9,7 anos, atingindo os 72,3 anos e devendo chegar aos 78,3 anos em Como se vê, é indispensável que a jurisprudência acompanhe constantemente a evolução desses indicadores, corrigindo eventual defasagens e distorções, de modo a refletir a realidade existente em cada particular. Diante disso, dada à impossibilidade de fixação de um único limite temporal de pensão, não apenas porque a esperança de vida está em permanente mutação, mas, sobretudo pelas particularidades de cada processo, convém aplicar a tabela de expectativa de vida no Brasil elaborada pela divisão de estatística da Previdência Social, com base em projeção de população do IBGE, a partir da qual é possível estimar a esperança média da vida no território nacional, de acordo com a idade presente. Tal método foi aplicado como solução, por exemplo, nos REsp s /RJ, 4ª Turma, Rel. Min. Barros Monteiro, DJ de e /SP, 4ª Turma, Rel. Min. Ruy Rosado de Aguiar, DJ de RESPONSABILIDADE CIVIL. CONTRATO DE TRANSPORTE. PASSAGEIRO DE TREM PRENSADO PELA PORTA NO VAGÃO AO NELE PRETENDER INGRESSAR. INICIO DA EXECUÇÃO DO CONTRATO. CULPA PRESUMIDA DA ESTRADA DE FERRO. 1. A RESPONSABILIDADE DA TRANSPORTADORA - EMPRESA FERROVIARIA - COMEÇA NO MOMENTO DA EXECUÇÃO DO CONTRATO, COMO TAL ENTENDIDO, NÃO AQUELE EM QUE O VIAJANTE PENETRA NO VEICULO, MAS QUANDO CHEGA A ESTAÇÃO DE EMBARQUE E INGRESSA NO RECINTO DESTINADO AOS PASSAGEIROS. VITIMA QUE, ADEMAIS, NO CASO, BUSCOU INGRESSAR NO VAGÃO QUANDO A PORTA AINDA SE ENCONTRAVA ABERTA. CONTRATO DE TRANSPORTE

18 fls. 18 CARACTERIZADO. 2. A FERROVIA SO SE EXONERA DA OBRIGAÇÃO DE REPARAR O DANO, PROVANDO O CASO FORTUITO OU A FORÇA MAIOR OU A CULPA EXCLUSIVA DO VIAJANTE (ART. 17 DO DEC. LEG. N /12). 3. EXPECTATIVA DE VIDA DA VITIMA FIXADA, POR MAIORIA DE VOTOS, EM 69 ANOS, DE CONFORMIDADE COM TABELA DO MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA SOCIAL. RECURSO ESPECIAL CONHECIDO E PROVIDO, PARCIALMENTE. (STJ - REsp: RJ 1993/ , Relator: Ministro BARROS MONTEIRO, Data de Julgamento: 11/10/1993, T4 - QUARTA TURMA, Data de Publicação: DJ p RSTJ vol. 58 p. 386 RT vol. 706 p. 211) RESPONSABILIDADE CIVIL. MORTE DO ALIMENTANTE. LIMITE TEMPORAL DA PENSÃO. TABELA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL. A 4ª. TURMA TEM ADOTADO A TABELA DE ESPERANÇA DE VIDA NO BRASIL, ELABORADA PELA PREVIDÊNCIA SOCIAL, PARA FIXAR O LIMITE TEMPORAL DA PENSÃO DEVIDA AOS ALIMENTANDOS, PELO CAUSADOR DA MORTE DO ALIMENTANTE. CONTANDO A VITIMA 35 ANOS, A REFERIDA TABELA LHE ATRIBUI UMA ESPERANÇA DE VIDA DE MAIS 35 ANOS. IMODIFICAVEL, PORTANTO, O ACORDÃO QUE ESTABELECEU O LIMITE EM 70 ANOS. (STJ - REsp: SP 1994/ , Relator: Ministro RUY ROSADO DE AGUIAR, Data de Julgamento: 09/05/1995, T4 - QUARTA TURMA, Data de Publicação: DJ 07/08/1995 p ) A partir desse critério, já encontramos decisões dessa Corte fixando a expectativa de vida da vítima, para fins de pensionamento decorrente de indenização por danos materiais, em 69 (sessenta e nove) anos (REsp /RJ, 4ª Turma, Rel. Min. Barros Monteiro, DJ de ), já retromencionado, e 70 (setenta) anos (REsp /RN, 1ª Turma, Rel. Min. Francisco Falcão, DJ de ) RESPONSABILIDADE DO ESTADO. TIRO DISPARADO POR POLICIAL MILITAR. INDENIZAÇÃO POR MORTE. NEXO CAUSAL. DECISÃO FUNDAMENTADA. PENSÃO. REDUÇÃO. SÚMULA 7/STJ. TERMO FINAL: 70 ANOS. POSSIBILIDADE. PRECEDENTES. I - O aresto recorrido, mantendo as razões expendidas pelo juízo singular, fundamentou a decisão no que diz respeito à verificação do nexo causal entre o tiro disparado pelo policial militar à paisana no veículo da vítima, que culminou com sua morte, não se verificando violação ao artigo 458, II, do CPC. II - Considerando a hipótese dos autos, não se verifica exorbitância ou desproporção na fixação da pensão à viúva em 4 (quatro) salários mínimos, sendo inviável a pretendida discussão frente à Súmula 7/STJ. III - Possibilidade de determinar como termo final do pagamento da

19 fls. 19 pensão, a data em que a vítima completaria 70 (setenta) anos de idade, em função do caso concreto. Precedentes: REsp nº /RS, Rel. Min. SÁLVIO DE FIGUEIREDO TEIXEIRA, DJ de 21/06/99, REsp nº /SP, Rel. Min. JORGE SCARTEZZINI, DJ de 21/03/05. IV - Recurso parcialmente conhecido e, nessa parte, improvido (STJ - REsp: RN 2006/ , Relator: Ministro FRANCISCO FALCÃO, Data de Julgamento: 13/03/2007, T1 - PRIMEIRA TURMA, Data de Publicação: DJ p. 242) Pelo princípio da reparação integral, todas as pessoas dependentes da vítima de dano por morte devem ser ressarcidas, integralmente, através de uma pensão de cunho indenizatório, de forma a recolocá-las no status quo ante a ocorrência do evento morte, nos termos do artigo 944 do Código Civil Brasileiro: A indenização mede-se pela extensão do dano. Parágrafo único: Se houver excessiva desproporção entre a gravidade da culpa e o dano, poderá o juiz reduzir, equitativamente a indenização. Rege o artigo 948, inciso II, do Código Civil Brasileiro que, em se tratando de homicídio, a indenização deverá ser fixada através de pensão alimentícia aos Legitimados a ela até a duração provável de vida da vítima do ato ilícito morte, conforme trecho transcrito abaixo: Art. 948, II, CC: No caso de homicídio, a indenização consiste, sem excluir outras reparações: (...) II - na prestação de alimentos às pessoas a quem o morto os devia, levando-se em conta a duração provável da vida da vítima. Denota-se, assim, que os legitimados a pleitear a pensão devem ser reparados integralmente, além de terem direito de receberem indenização até a provável duração de vida da vítima de quem dependiam.

20 fls. 20 Ademais, trata-se de uma família de baixa renda, onde o Requerente (Raimundo) trabalha na função de motorista, e a segunda Requerente (Rosângela), exerce a função de guarda, sendo o falecido, um dos provedores do lar, haja vista, possuir o maior salário entre os 3, assim, o falecido ajudava com a maioria das despesas da casa, quais sejam, água, luz, supermercado, pagamento da parcela do carro de propriedade da família. Nas famílias de baixa renda há presunção relativa de assistência vitalícia dos filhos frente aos seus genitores, mas essa relação de dependência diminui depois que o filho constitui sua própria família, o que não é o caso em questão, uma vez que o falecido residia com sua família e não deixou filho ou esposa. Desta forma, a família de Robert tem o direito de receber o montante total de R$ 1.020,712,00 (um milhão, vinte mil, setecentos e doze reais) a título de ressarcimento da soma dos valores mensais que a vítima direta do dano perceberia até completar 70 anos, conforme se extrai na tabela abaixo: Idade atual (ano 2014) 26 anos TOTAL (idade na data do óbito) Expectativa de vida + 44 anos (IBGE) 2/3 do Salário (salário 1.400,00 base ano 2014) Média da Variação ,00 aumento do salário (9,28%) = R$ 194,88 Expectativa de Salários ,00 (do ano de 2015 a 2058) = 516 meses Diferença Salários ano , = 9 meses 13º. Salário (+44 anos) ,00

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