Caderno de Resumos XII ENCONTRO DIDÁTICO CIENTÍFICO DO CURSO DE MEDICINA. 28 e 29 de agosto de 2013 UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO

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1 XII ENCONTRO DIDÁTICO CIENTÍFICO DO CURSO DE MEDICINA Caderno de Resumos 28 e 29 de agosto de 2013 UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO CAMPUS MORRO DO CRUZEIRO CADERNO DE RESUMOS

2 XII ENCONTRO DIDÁTICO CIENTÍFICO DO CURSO DE MEDICINA UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Ouro Preto Minas Gerais

3 XII ENCONTRO DIDÁTICO CIENTÍFICO DO CURSO DE MEDICINA UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Marcone Jamilson Freitas Souza Reitor Célia Maria Fernandes Nunes Vice-Reitora ESCOLA DE MEDICINA Márcio Antônio Moreira Galvão Diretor George Luiz Lins Machado Coelho Vice-Diretor COLEGIADO DE MEDICINA Fausto Aloísio Pedrosa Pimenta Presidente XII ENCONTRO DIDÁTICO CIENTÍFICO DO CURSO DE MEDICINA Gustavo Meirelles Ribeiro Presidente Docente Álisson Oliveira dos Santos Presidente Discente

4 CADERNO DE RESUMOS ISSN REALIZAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO COMISSÃO ORGANIZADORA Professora Adriana Maria de Figueiredo (UFOP) Professor Gustavo Meirelles Ribeiro (UFOP) Acadêmico de Medicina Robson Moraes dos Santos (UFOP) Acadêmica de Medicina Lídia Lelis Leal (UFOP) Acadêmica de Medicina Júlia Carvalho Oliveira (UFOP) Acadêmico de Medicina Gustavo Moura da Mata Machado Ferreira Pinto (UFOP) Acadêmico de Medicina Álisson Oliveira dos Santos (UFOP) CADERNO DE RESUMOS ORGANIZADO POR Professora Adriana Maria de Figueiredo (UFOP) Acadêmico de Medicina Robson Moraes dos Santos (UFOP)

5 SUMÁRIO APRESENTAÇÕES ORAIS PROJETO PEQUENOS AGENTES DA SAÚDE PAS PROJETO EDUCARE - EDUCAÇÃO EM SAÚDE VOLTADA PARA PARTICIPANTES DO PROJETO HIPERATIVE EM PASSAGEM DE MARIANA (MG) DISCUSSÃO DOS ASPECTOS ÉTICOS E LEGAIS DAS PRÁTICAS MÉDICAS EM PACIENTES FORA DE POSSIBILIDADES TERAPÊUTICAS PROJETO HIPERSAÚDE ANÁLISE DAS ATUAIS POLÍTICAS DE CUIDADO ÀS DOENÇAS CRÔNICAS NO BRASIL PROJETO: ACOLHA O ACOLHIMENTO SEXUALIDADE NA ADOLESCÊNCIA: REVISANDO SEU PARADIGMA NA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DO DISTRITO DE ANTÔNIO PEREIRA EFETIVIDADE DAS AÇÕES DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA E DO COMITÊ DE INVESTIGAÇÃO DE MORTALIDADE MATERNA, FETAL E INFANTIL NA VIGILÂNCIA DE ÓBITOS INFANTIS NO MUNICÍPIO DE OURO PRETO ACESSIBILIDADE: UMA FORMA DE PROMOVER A INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INCLUSÃO SOCIAL DOS PORTADORES DE SÍNDROME DE DOWN NA INFÂNCIA: CONQUISTAS E PARADIGMAS BEM VINDO À UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE PRESENÇA DE SINTOMAS DEPRESSIVOS ENTRE ESTUDANTES DE MEDICINA DO SEGUNDO E SÉTIMO PERÍODOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO ASPECTOS BIO-PSICO-SOCIAIS DO ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO BRASILEIRA MEDICINA EM CUBA: O SISTEMA DE SAÚDE E A FORMAÇÃO MÉDICA

6 APRESENTAÇÕES DE PÔSTERES ANÁLISE DOS ÓBITOS CLASSIFICADOS COMO CAUSAS MAL DEFINIDAS NA CIDADE DE MARIANA/MG ANÁLISE DE DADOS DO SINASC MARIANA - MG: INFLUÊNCIA DE FATORES COMO O TEMPO DE PRÉ-NATAL E O TEMPO DE GESTAÇÃO NO PESO DO NASCIDO VIVO. A ATUAÇÃO DA FUNDAÇÃO ROCKEFELLER NA AMÉRICA LATINA: INTERESSE OU FILANTROPIA? A SAÚDE-DOENÇA COMO PROCESSO SOCIAL PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA HANSENÍASE NO MUNICÍPIO DE OURO PRETO/MG, NO PERÍODO DE 2002 A 2010 ANÁLISE DA VITALIDADE DOS RECÉM-NASCIDOS EM OURO PRETO DE ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA DA ESQUISTOSSOMOSE NO MUNICÍPIO DE OURO PRETO, MG JOHN SNOW E AS BASES DA EPIDEMIOLOGIA MODERNA O MODELO DA HISTÓRIA NATURAL DA DOENÇA CARACTERÍSTICAS DA TUBERCULOSE NO MUNICÍPIO DE OURO PRETO, MINAS GERAIS, ENTRE 2002 E 2010 IDENTIFICAÇÃO: ANÁLISE DA MORTALIDADE POR PARADA CARDÍACA NO MUNICÍPIO DE OURO PRETO NOS ANOS DE 2011 A 2013 FATORES DE RISCO PARA MORTALIDADE NEONATAL. CASO DA DOENÇA DE CHAGAS NO ESTADO DE SÃO PAULO

7 PREFÁCIO O Encontro Didático Científico (EDC) da Escola de Medicina da UFOP representa uma oportunidade única de vivência. Significa a integração de estudantes e professores e a oportunidade de aproximação de ambos por um bem comum: uma formação médica de qualidade, voltada para a determinação social do processo saúde doença, em consonância com os preceitos do Sistema Único de Saúde (SUS). Nesse contexto, a formação médica de excelência deve se pautar também em uma qualificação técnica. Poder aprender e praticar a metodologia científica em todas as suas esferas vai ao encontro dessa premissa. O EDC está em concordância com a formação social e técnica do médico, levando à reflexão e a aprendizados únicos. A participação de todos é fundamental para que os próximos eventos sejam ainda mais proveitosos e representem o que a Escola de Medicina da UFOP é de verdade: uma família. Álisson Oliveira dos Santos Presidente Discente e Acadêmico de Medicina da VI Turma

8 APRESENTAÇÃO ORAL DE TRABALHOS PROJETO PEQUENOS AGENTES DA SAÚDE PAS Leonardo Cançado Monteiro Savassi Dafne Fernandes Machado Letícia Rodrigues Silva Lívia Maria de Oliveira Gomes Míriam Cláudia Cardoso dos Santos Marçal Taís Aparecida Coelho Waleska Giarola Magalhães IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA: Mediante visitas de campo para se conhecer a Unidade Básica de Saúde (UBS) Vida, de Cachoeira do Campo, houve a formulação do diagnóstico situacional da região, inferido a partir de uma estimativa rápida participativa, discussão e sistematização com o orientador e as organizadoras do projeto Pequenos Agentes da Saúde (PAS) em sala de aula. Nesse ínterim, constatou-se a contaminação de crianças por doenças relacionadas a hábitos irregulares de higiene e alimentação, o que ocasiona uma sobrecarga da UBS. CENÁRIO: Centro de Atenção Integral à Criança (CAIC) Felipe dos Santos, constituído pela Escola Municipal Professora Haydeé Antunes, e a UBS Vida, composta pelas equipes da Estratégia Saúde da Família (ESF) Nova Aliança e Vida, ambas localizadas em Cachoeira do Campo, distrito de Ouro Preto Minas Gerais. DESENVOLVIMENTO: O projeto PAS foi realizado visando abranger não só as crianças da pré-escola, com faixa etária de 5 a 6 anos, mas também a comunidade atendida pela UBS, com intuito de apresentar métodos de prevenção de algumas doenças - gripe, verminoses, disenteria, anemia - com base em hábitos de higiene pessoal e alimentação adequada. Para isso, foram afixados cartazes informativos no CAIC e comércios da região. Concomitantemente, houve a realização de uma palestra com as Agentes Comunitárias de Saúde (ACSs) das duas equipes, na qual foi realizada tanto a apresentação do projeto PAS, quanto a entrega de folders informativos para serem distribuídos à comunidade. Com as crianças, foram realizadas palestras interativas com músicas, animações e imagens atrativas para a idade, além da entrega dos folders, para que estes alcançassem, também, seus familiares. Em um segundo momento, desenvolveu-se uma gincana com as mesmas por meio de jogos educativos, objetivando reiterar o conteúdo antes ministrado. Ao final, cada criança recebeu um brinde contendo uma escova de dente e um sabonete, sendo que a equipe vencedora, dentre as quatro participantes, ganhou, além do já citado, uma pasta de dente. PRINCIPAIS RESULTADOS: Observou-se que as crianças apresentavam indícios de possuírem um conhecimento prévio acerca da temática, entretanto aparentemente não o aplicavam de forma efetiva. O seminário e gincana ressaltaram a necessidade de se colocar em prática conhecimentos relacionados a hábitos de higienização e alimentação adequados. CONCLUSÕES: Após a realização das atividades, pelo relato das crianças e pelo grande número de acertos nos jogos, concluiu-se que elas estavam mais cientes de tais hábitos, bem como de sua importância para se evitar doenças. Percebeu-se que a escola é um ambiente propício para realização de programas em saúde e que a integração entre equipe pedagógica da escola e profissionais da saúde pode promover a educação em saúde de forma mais abrangente e efetiva. Palavras-chave: Crianças, doenças, prevenção. Referências: BARBA, P.; MARTINEZ, C.; CARRASCO, B. Promoção da saúde e educação infantil: caminhos para o desenvolvimento Disponível em: <http://sites.ffclrp.usp.br/paidea/artigos/26/01>. Acesso em: 18 ago BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Promoção da saúde: Disponível em: <http:// Acesso em: 12 ago

9 APRESENTAÇÃO ORAL DE TRABALHOS PROJETO EDUCARE - EDUCAÇÃO EM SAÚDE VOLTADA PARA PARTICIPANTES DO PROJETO HIPERATIVE EM PASSAGEM DE MARIANA (MG) Adriana Maria de Figueiredo Felipe Guerra Quintão Gustavo Moura da Mata Machado Ferreira Pinto Isabella Gomes Santos Lucas Villaça e Melo Luiz Ricardo Mokfa Nogueira Marismênia Tavares Identificação do Problema: A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é fator de risco para agravos comuns. Comumente assintomática, o diagnóstico e tratamento são, muitas vezes, negligenciados e a adesão dos pacientes ao tratamento é baixa. No Brasil, o índice de morbimortalidade devida à HAS é muito alto, configurando-a como um grave problema de saúde no país. Para a prevenção e tratamento da HAS, é de fundamental importância a prática de um estilo de vida saudável e a ação em conjunto com abordagens coletivas - melhores efetuadas em grupos de pessoas geneticamente dispostas de uma comunidade. Cenário: O projeto EDUCARE foi desenvolvido junto à Unidade de Atenção Primária à Saúde Oswaldo Guimarães, situada no distrito de Passagem de Mariana (MG) e atende à população local, sendo que 20% acima de 15 anos tem Hipertensão Arterial. O Projeto foi desenvolvido em parceria com o Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-Saúde) que orienta e realiza práticas de atividades físicas e pesquisa voltadas para a perda de peso e controle da HAS em um grupo de pessoas acompanhadas pela UAPS: o grupo HIPERATIVE. O Projeto EDUCARE tentou orientar essas pessoas em uma mudança nos seus hábitos, bem como promover a saúde de forma geral. Desenvolvimento: O Projeto desenvolveu estratégias de educação em saúde, de acordo com as necessidades da população e as Estratégias de Saúde da Família. Foram realizadas intervenções por meio de dinâmicas recreativas de cunho educativo como forma de tentar estimular a participação de todos os integrantes do HIPERATIVE e entrevistas com membros da comunidade local avaliando a interferência dos projetos em suas vidas e os motivos para a adesão e não adesão a eles. Principais Resultados: Houve aumento da adesão ao tratamento pelos participantes, grande aceitação ao projeto e relatos pessoais de melhora da qualidade de vida e bem-estar gerais. É notória a aprendizagem dos estudantes nessa interação ao desenvolver habilidades e construir competências para lidar com a promoção da saúde. Conclusões: Visto que os resultados foram os esperados, comprovou-se o pressuposto de que a adesão ao tratamento é essencial, juntamente com a mudança dos hábitos e estilo de vida e o auxilio da Unidade de Atenção Primária à Saúde. Palavras-chave: Hipertensão, Estudos de Intervenção, Epidemiologia Referências: Hipertensão arterial sistêmica para o Sistema Único de Saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, p. (Cadernos de Atenção Básica; 16) SIAB (Sistema de Informação de Atenção Básica) Departamento de Informática do SUS (DATASUS) da Secretaria Municipal de Saúde de Mariana

10 APRESENTAÇÃO ORAL DE TRABALHOS DISCUSSÃO DOS ASPECTOS ÉTICOS E LEGAIS DAS PRÁTICAS MÉDICAS EM PACIENTES FORA DE POSSIBILIDADES TERAPÊUTICAS Leonardo Santos Bordoni Adriana Maria de Figueiredo Arthur Corradi Lavarini Laura Rabelo Silva Manainy Avezani Miranda Carrilho Mateus Silva de Carvalho Rachel Zarnowski Thiago Guimarães Teixeira Introdução: O evento morte é cercado por dilemas profissionais e legais; carregado de emoções que precisam ser trabalhadas e discutidas a partir de princípios éticos que podem ser resumidos por um forte anseio de pacientes terminais: dignidade. Objetivos: Este trabalho apresenta uma revisão bibliográfica das bases éticas e legais das práticas médicas em pacientes fora de possibilidades terapêuticas. Reflete-se sobre a morte, os dilemas éticos e legais das práticas médicas em contextos de doentes terminais, abordando assuntos como a eutanásia, a distanásia e a ortotanásia, analisando ainda sobre a égide do princípio da dignidade humana, o papel dos cuidados paliativos no período final da vida. Discussão: Apesar de ser um acontecimento natural e inevitável, a morte há muito é temida pelo homem e, por mais que a ciência avance, o medo e a sua negação permanecem. Sob esta perspectiva, a morte é tida como algo negativo, e nos casos de doenças fora de possibilidades terapêuticas, a sua proximidade normalmente é acompanhada por muita dúvida e angústia, que resulta em um estado de profundo estresse tanto para o enfermo quanto para os familiares, pessoas do seu convívio e equipe que o assiste. Diante disso, a ética e a normatização das práticas médicas se fazem necessárias para nortear as ações dos profissionais, através dos Dispositivos Constitucionais, do que trata o Código Civil e Penal e, ainda, do que dispõem o Código de Ética Médica e as Resoluções do Conselho Federal de Medicina (CFM) e dos Conselhos Regionais de Medicina (CRM s), mantendo sempre um grande respeito pelo paciente e abstendo-se do uso de técnicas de obstinação terapêutica, que em nada contribuem para o bem estar no contexto de terminalidade. O prolongamento da vida do paciente instaura situações muito complexas, em que o limite para investir deve ser definido pela concepção de morte digna, aliada à plena consciência da limitação das intervenções e às questões éticas e legais, as quais as práticas médicas estão subordinadas. Conclusão: A medicina não pode afastar indefinidamente a morte. Quando a terapia não consegue mais preservar a saúde ou aliviar o sofrimento, surge então a obrigação moral de suspender terapias ineficazes e intensificar esforços no sentindo de amenizar o desconforto do paciente no fim da vida. O paradigma do cuidar permite enfrentar os desafios da terminalidade de forma mais serena. Nesse sentido, o cuidar não representa uma consolação pela cura não obtida, mas sim parte essencial do tratamento da pessoa a partir de uma visão integral. Palavras-chave: Bioética, Morte, Ortotanásia. REFERÊNCIAS: VILLAS-BÔAS, Maria Elisa. Da eutanásia ao prolongamento artificial: aspectos polêmicos na disciplina jurídico-penal do final de vida. Rio de Janeiro: Forense, SANTOS M. O equilíbrio do pêndulo: a bioética e a lei, implicações médico-legais. São Paulo: Ícone; 1998.

11 PROJETO HIPERSAÚDE APRESENTAÇÃO ORAL DE TRABALHOS Adriana Maria de Figueiredo Jorge Yamamoto Luciana Regina de Souza Marco Antônio Soares Rafael Cândido Mota Victor da Silveira Verona Ao longo de seis semanas, o grupo visitou a Unidade de Atenção Primária à Saúde Santo Antônio, situada à Rua B, SN, Bairro Santo Antônio no município de Mariana-MG. Nessa área, já foram cadastradas 550 famílias, totalizando 1965 pessoas vivendo, em sua maior parte, com baixa renda e escolaridade, estando expostas a um meio-ambiente violento. Desse universo de habitantes, 16% apresentam, sabidamente, hipertensão arterial sistêmica e muito pouco ou nada sabem a respeito dessa morbidade que pode levar a consequências sérias para o organismo do portador. Diante de tal situação e, contando com total apoio da equipe da unidade, decidimos retomar um grupo operativo para orientação de pacientes com hipertensão. Tendo conhecimento da maior funcionalidade de grupos menores, convidamos os pacientes para que participassem em datas diferentes, de modo a distribuí-los em dois dias, por acreditar que o aproveitamento de um grupo menor seria melhor. Além disso, imaginamos encontros com duração máxima de oitenta minutos, iniciando as quartas-feiras, às 09h00minh. Assim que chegávamos à UAPS organizávamos uma mesa de lanhe com alimentos leves, saudáveis e accessíveis (exemplificando que uma alimentação de qualidade não é necessariamente cara!): sucos, frutas e bolachas. Conforme os pacientes chegavam, nos apresentávamos e os conduzíamos a sala de reuniões da unidade, onde eram chamados a lanchar conosco. Suas pressões arteriais eram aferidas e registradas em uma ficha própria para as reuniões do grupo. Na sequência, explicávamos como seria a nossa principal atividade: a dinâmica com balões contendo perguntas simples sobre hipertensão que deveriam tentar responder caso seu balão estourasse. Davam respostas baseada naquilo que sabiam mesmo, contanto, no máximo, com a ajuda de um companheiro de grupo. Ao final do exercício oferecíamos as respostas corretas. Tivemos a oportunidade de perceber, como anteriormente falado, que muitos conceitos simples sobre a doença eram desconhecidos, mas, graças a nossa pequena intervenção, ficaram mais claros. Além disso, alguns convidados estavam com a pressão arterial muito elevada, por não estarem usando a medicação que lhes foi passada pelo seu médico. Mais do que prontamente, encaminhamos tais pacientes para a avaliação da equipe da unidade. Palavras-chave: Hipertensão; Atenção Primária à Saúde; Relação Comunidade-Instituição. Referências: BESEN, C. P. et al. A Estratégia Saúde da Família como Objeto de Educação em Saúde. Saúde e Sociedade, Florianópolis, v.16, n.1, p.57-68, CARVALHO, F.; JUNIOR, R. J.; MACHADO, J. C. M. Uma investigação antropológica na terceira idade: concepções sobre a hipertensão arterial. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 14, n. 3, p , 1998.

12 APRESENTAÇÃO ORAL DE TRABALHOS ANÁLISE DAS ATUAIS POLÍTICAS DE CUIDADO ÀS DOENÇAS CRÔNICAS NO BRASIL Rodrigo Pastor Alves Gabriela Santana Ataliba Mariana da Silva Lopes Renata Cristina Resende Sarah Viana Fialho Tatiane Nicolela Costa Prata Introdução: As Doenças Crônicas são afecções de saúde caracterizadas por um longo período de latência, podendo ter duração de três meses ou mais, com dependência contínua de medicamentos, além de quase sempre ser incuráveis, irreversíveis e degenerativas, sendo que as quatro doenças crônicas de maior impacto mundial são: doenças cardiovasculares, diabetes, câncer e doenças respiratórias crônicas. A maioria dessas doenças pode ser associada a fatores de risco como obesidade, sedentarismo, tabagismo e hábitos alimentares não saudáveis. Essas enfermidades exercem uma grande pressão sobre o uso e funcionamento dos serviços de saúde. Para diminuir o rápido aumento de números de doentes crônicos e o alto custo do governo e das próprias famílias o Brasil vem desenvolvendo várias ações e intervenções, em especial, o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis. Objetivos: Apresentar a situação epidemiológica das doenças crônicas não transmissíveis no Brasil, bem como as políticas de enfrentamento desenvolvidas pelo Ministério da Saúde. Metodologia: Revisão bibliográfica sobre o tema, além de análise do Plano de ações estratégias para o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) no Brasil Resultado: Devido aos diversos fatores de risco aos quais a população atual brasileira está exposta, as doenças crônicas vêm aumentando em ritmo exponencial, diante disso, alguns planos, como o de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis, têm sido promovidos, a fim de desenvolver e implementar políticas públicas, bem como fortalecer os serviços de saúde. Discussão: O Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis foi um enorme avanço, no entanto, não vem sendo aplicado em todas as esferas do país, pois, principalmente, as regiões mais pobres não veem recebendo o auxílio necessário. É preciso que o governo garanta a universalização da implementação dessas medidas de combate às doenças crônicas não transmissíveis, o programa de saúde ainda necessita ser fortalecido com a ampliação do acesso a medicamentos custo-efetivos e a programação de estratégias que melhorem as desigualdades em saúde, dentre outras medidas. Palavras-chave: Doenças Crônicas, Fatores de Risco, Estratégias nacionais Referências: SCHMIDT, M. I.; DUNCAN, B. B.; SILVA, G. A.; MENEZES, A. M.; MONTEIRO, C. A.; BARRETO, S. M.; CHO, D.; MENEZES, P. R. Doenças crônicas não transmissíveis no Brasil: carga e desafios atuais. The Lancet, v.377, n. 9781, p ,2011. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Análise de Situação de Saúde. Plano de ações estratégicas para o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) no Brasil Brasília, p.

13 PROJETO: ACOLHA O ACOLHIMENTO APRESENTAÇÃO ORAL DE TRABALHOS Leonardo Cançado Monteiro Savassi ( Ana Carolina Silva Lima ( Lucas Wendell da Cruz ( Mariana Oliveira Teixeira ( Matheus Thomé Pinheiro ( Neila Caroline Alves Amaral ( Talita Ribeiro Monteiro ( Identificação do problema: realizou-se o planejamento sob metodologia da Estimativa Rápida Participativa, mediante a realização de conversas com informantes-chaves dentro da unidade e análise cuidadosa das opções de intervenção possíveis a partir dos pontos críticos identificados. Dessa forma, foi possível obter um panorama geral da situação da Unidade Básica de Saúde-Vida e a consequente definição e escolha do problema/tema sobre o qual realizaríamos o projeto nos moldes de um relato de experiência, sendo ele o Acolhimento. Cenário: o trabalho constituiu uma tentativa de aprimorar o funcionamento da UBS-Vida, localizada no município de Cachoeira do Campo, distrito de Ouro Preto. Desenvolvimento: a partir disso, a preocupação em se compreender o acolhimento dentro da unidade - quem o realiza, os horários e os dias em que ocorre, quais documentos são necessários, o que é feito no acolhimento, se é necessária a consulta médica posteriormente e se apenas com o acolhimento a queixa é atendida - houve a elaboração de uma cartilha explicativa, contendo as principais informações acerca do Acolhimento disponível na unidade. Após confecção da cartilha, foram elaborados alguns cartazes, convidando a população para a melhor explicação do tema. A cartilha foi entregue à população que faz uso da unidade durante os encontros realizados nos dias sete (07) e quatorze (14) de agosto de 2013, sendo que no momento da entrega da cartilha, ocorreu também uma Roda de Conversa com os usuários, na tentativa de promover uma melhor comunicação entre os pacientes e os profissionais de saúde. Desse modo, buscou-se chamar mais a atenção para a importância do Acolhimento. Principais resultados: foram alcançados aqueles usuários presentes nas duas rodas de conversa, que versaram sobre o tema acolhimento, e, além disso, as demais cartilhas não entregues foram concedidas à unidade para posterior continuidade do trabalho. Conclusões: Percebe-se a importância desse trabalho na medida em que ao dialogar com a população, notou-se o desinteresse por esse tipo de informação. Além disso, esse trabalho também busca alertar outros setores da saúde da escassez de trabalhos apontando preocupações em relação a esse primeiro contato da população com a Atenção Primária em Saúde. Palavras-chave: Acolhimento; Unidade Básica de Saúde e Comunicação em Saúde. Referências: Brasil, Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Acolhimento à demanda espontânea Brasília: Ministério da Saúde, p.: il. (Série A. Normas e Manuais Técnicos) (Cadernos de Atenção Básica n. 28, Volume I). ABBÊS, Cláudia, MASSARO, Altair. Acolhimento com Classificação de Risco, 2007.

14 APRESENTAÇÃO ORAL DE TRABALHOS SEXUALIDADE NA ADOLESCÊNCIA: REVISANDO SEU PARADIGMA NA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DO DISTRITO DE ANTÔNIO PEREIRA Adriana Maria de Figueiredo Francisco de Assis Moura Amanda Leal Brangioni Danilo Jorge da Silva Gabriela Barros Luz Isabela Gonzaga Silva Tamara Resende Costa Introdução: A sexualidade com parceiro é a transição de maior repercussão dentre as vividas na adolescência. A despeito da importância atribuída à discussão sobre a sexualidade na adolescência, muitos dos pontos que guiam profissionais de diversas áreas sobre como lidar com os jovens nesse contexto são obscuros, cercados por mitos e imprecisões. Objetivos: Revisar o paradigma da sexualidade na adolescência, baseado em uma comparação entre o que preconiza a literatura e os depoimentos de um grupo multiprofissional da Unidade Básica de Saúde do distrito de Antônio Pereira, pertencente ao município de Ouro Preto e colaborar com a equipe na reflexão sobre o processo de trabalho em saúde voltado para essa temática. Métodos: O trabalho foi dividido em duas oficinas, apresentadas in loco na unidade de saúde da qual toda equipe foi convidada: agentes comunitários de saúde, enfermeiros, farmacêutica, médica, auxiliares de enfermagem, auxiliar de dentista e gestores. A primeira, (Re)Pensando a Sexualidade, constitui-se de uma dinâmica de perguntas e respostas sobre tópicos relacionados à sexualidade na adolescência a fim de coletar a forma como cada profissional encarava o tema e quais eram suas dificuldades. As perguntas foram adaptadas do Guia de Formação de Profissionais de Saúde e Educação (Ministério da Saúde e Educação, 2007). A segunda, Revisando o Paradigma da Sexualidade na Adolescência, teve como estrutura uma palestra na qual se comparou as considerações realizadas pela equipe de saúde na primeira oficina com o que preconizam os órgãos normativos e as pesquisas sobre os pontos abordados, além de esclarecidas as dúvidas levantadas durante o encontro anterior. Resultados: As principais dificuldades enfrentadas pelos profissionais de saúde ao lidarem com tópicos específicos relacionados à sexualidade na adolescência mostraram-se compatíveis com as apresentadas na literatura, o que não caracteriza Antônio Pereira como um caso isolado de fragilidade no trato da sexualidade, sendo elas: a ausência de programas voltados para os riscos do aborto na adolescência; a conciliação das diferentes visões familiares sobre a sexualidade entre os jovens; a compreensão dos processos que levam esses jovens a decidirem sobre a maternidade; a desinformação sobre a regulamentação na distribuição de preservativos masculinos para adolescentes; e o mito de que discutir a sexualidade incentiva a prática sexual. A equipe também apontou como necessária a ampliação do diálogo entre família, escola e unidade de saúde para se tecerem estratégias a fim de solucionar as dificuldades no trabalho com a sexualidade. Conclusão: A desinformação não se mostrou como fator determinante para a gravidez na adolescência e o aborto. A tomada de decisão para essas ações se dá em um contexto ainda não completamente compreendido. A boa relação dos profissionais de saúde com a população se mostrou fundamental para a aproximação das instituições: família e unidade de saúde. Por fim, faltam subsídios teóricos na literatura para guiarem a elaboração de estratégias que visem superar as dificuldades encontradas na rotina de trabalho desses profissionais. Palavras-chave: Saúde do Adolescente, Sexualidade, Educação em Saúde. Referências: Heilborn ML, Aquino EML, Bozon M, Knauth RD. O aprendizado da sexualidade - Reprodução e trajetórias sociais de jovens brasileiros. Rio de Janeiro: Fiocruz; Ministério da Saúde. 20 anos de pesquisas sobre aborto no Brasil. Brasília DF: 2009.

15 APRESENTAÇÃO ORAL DE TRABALHOS EFETIVIDADE DAS AÇÕES DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA E DO COMITÊ DE INVESTIGAÇÃO DE MORTALIDADE MATERNA, FETAL E INFANTIL NA VIGILÂNCIA DE ÓBITOS INFANTIS NO MUNICÍPIO DE OURO PRETO Débora Luzia Ferreira Gomes Frederico Prado Abreu Victor Hugo Carvalho Foureaux Wagney Mendes Leal Walfran Moraes Oliveira Peito Profª. Drª. Palmira de Fátima Bonolo Introdução: A mortalidade infantil consiste nos óbitos de crianças no primeiro ano de vida, cuja taxa é calculada para cada mil nascidos vivos. A morte de uma criança configura-se como evento relevante e desencadeador de ações, as quais têm por objetivo diminuir as ocorrências de falecimentos infantis, bem como ampliar o contato às informações referentes a suas causas. Esses parâmetros são de grande interesse no desenvolvimento do trabalho da Estratégia da Saúde da Família (ESF), no que tange a Atenção Primária à Saúde (APS), potencializando, assim, a prevenção da maioria das mortes. No município de Ouro Preto, a ESF surge em 2002, como Programa Saúde da Família, e, em 2008, é estabelecida como estratégia para a atenção integral. Além disso, em 2006, é implantado o Comitê de Investigação de Mortalidade Materna, Fetal e Infantil. Nesse sentido, esse comitê complementou os trabalhos executados pela ESF, contribuindo, assim, para as ações preventivas. Objetivos: Verificar a evolução dos índices de mortalidade infantil no município de Ouro Preto e estabelecer uma relação entre os resultados encontrados e a atuação da ESF e do Comitê de Investigação de Mortalidade Materna, Fetal e Infantil do município. Métodos: Foram coletados dados estatísticos nos portais eletrônicos do Banco de Dados do Sistema Único de Saúde (DATASUS), do Departamento de Atenção Básica (DAB), do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), da Secretaria Municipal de Saúde de Ouro Preto, além de uma revisão de literatura. Verificou-se índices de mortalidade no respectivo município e as atribuições do Comitê de Mortalidade Materno, Fetal e Infantil e da ESF, estabelecendo-se um comparativo entre esses dados e as funções dessas entidades, na tentativa de encontrar alguma correlação. Resultados: Ao se analisar os dados de mortalidade infantil no município de Ouro Preto, observa-se uma tendência de decréscimo nas taxas, apesar de não ser constante. Os índices que, em 2002, eram de 27 óbitos/1000 nascimentos, ao final de 2012, eram apenas 6/1000. Concomitante a esse decréscimo, nota-se um aumento de 36,2% para 97,7% na cobertura populacional pela ESF, no mesmo período. Conclusão: A ESF e o Comitê contribuem para a prevenção de óbitos maternos e infantis. Assim, um melhor conhecimento e esclarecimento das causas de óbitos evitáveis é necessário para que a ESF, no contexto da APS, tenha máxima efetividade na prevenção da mortalidade infantil. Palavras-Chave: Atenção Primária à Saúde; Mortalidade Infantil; Sistema Único de Saúde. Referências: BRASIL. Portal da Saúde. Painel de Monitoramento da Mortalidade Infantil e Fetal. Disponível em: <http://svs.aids.gov.br/dashboard/mortalidade/infantil.show.mtw>. Acesso em 21 de ago BRASIL. Departamento de Informática do SUS. Informações de Saúde. Disponível em: <http://www2.datasus.gov.br/datasus/index.php>. Acesso em 21 de ago

16 APRESENTAÇÃO ORAL DE TRABALHOS ACESSIBILIDADE: UMA FORMA DE PROMOVER A INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Bárbara Rodrigues Toneli Débora Cristina De Freitas Batista Pedro Calazans Rabello Ruan Carling Schott Wondollinger Yohanna Bastani De Mattos Profa. Dra. Adriana Maria de Figueiredo INTRODUÇÃO: Com o intuito de promover, proteger e assegurar o exercício pleno e equitativo de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais para as pessoas com deficiência, a Organização das Nações Unidas, elaborou um documento, a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, que norteia as questões referentes à definição, inclusão e acessibilidade das pessoas com deficiência na sociedade. Segundo o Artigo 1, pessoas com deficiência são aquelas que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdades de condições com as demais pessoas. OBJETIVOS: Discutir os mecanismos de promoção da inclusão e da acessibilidade de pessoas com deficiência na cidade de Ouro Preto e na Universidade Federal de Ouro Preto, levando em consideração o espaço físico e as políticas públicas. DISCUSSÃO: A inclusão social das pessoas com deficiência passa pela acessibilidade além das fronteiras das instituições de educação, como as universidades. Esse processo abrange as instituições culturais, como museus e teatros, os meios de transporte públicos e a infraestrutura urbana. Baseado nisso, a pesquisadora Viviane Sarraf escreveu a tese Reabilitação do Museu: Políticas de Inclusão Cultural por meio da Acessibilidade, na qual descreve o pouco acesso das pessoas com deficiência aos museus, devido não só às dificuldades arquitetônicas, mas também à linguagem excludente e à exploração majoritária da visão como sentido de comunicação com a ferramenta cultural. Na cidade de Ouro Preto, percebe-se a ausência de estruturas que proporcionam a inclusão e acessibilidade, sobretudo no centro histórico, principalmente em museus, igrejas, bares e nas ruas da cidade. Da mesma forma, a Universidade Federal de Ouro Preto, ainda não apresenta uma estrutura física e organizacional apropriada. Contudo para a promoção da acessibilidade e inclusão dentro da universidade, o Núcleo de Educação Inclusiva, da Pró-Reitoria de Graduação apoia os alunos e servidores da universidade que apresentam algum tipo de deficiência. Para tanto, quanto à estrutura da universidade, inicialmente foi realizado um mapeamento dos pontos que dificultavam o acesso das pessoas com deficiência, em parceria com o Setor de Planejamento da UFOP/engenharia civil. Posteriormente, foram feitas adaptações nas instalações dos prédios dos campi, de acordo com a Norma 9050 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que diz respeito à acessibilidade, edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, a fim de permitir o acesso de todos aos espaços da universidade, sem, contudo, segregá-los. CONCLUSÃO: De modo geral, a cidade de Ouro Preto e a Universidade Federal de Ouro Preto ainda não possuem espaços físicos adequados às pessoas com deficiências, o que vai de encontro ao pleno direito garantido e reafirmado pela Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Apesar disso, alguns mecanismos que visam maior integração e acessibilidade na Universidade são desenvolvidos por meio do Núcleo de Educação Inclusiva. Palavras-chave: deficiência, acessibilidade e inclusão REFERÊNCIAS: SARRAF, Viviane Panelli. Reabilitação do museu: políticas de inclusão cultural por meio da acessibilidade Dissertação (Mestrado em Cultura e Informação) - Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008.

17 SEDH (Org.). Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência: Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Brasília: Tradução Oficial/brasil, APRESENTAÇÃO ORAL DE TRABALHOS INCLUSÃO SOCIAL DOS PORTADORES DE SÍNDROME DE DOWN NA INFÂNCIA: CONQUISTAS E PARADIGMAS Adriana Maria de Figueiredo Aline Souza de Oliveira Denise Lucilia Xavier Evanilde Aparecida Santos Jaqueline Silva Vieira Jéssica Lucia de Paula Rufino Natalia Pimenta Introdução: Diferentemente do que muitas pessoas pensam a Síndrome de Down (SD) não é uma doença, mas sim uma alteração genética que ocorre na formação do feto.tem como causa a não-disjunção primaria na meiose tendo como consequência a trissomia do cromossomo 21. As manifestações fenotípicas mais comuns da SD são: características faciais, malformações congênitas, baixa estatura e comprometimento intelectual. No Brasil, a assistência aos pacientes com SD tem sido basicamente conduzida por Organizações Não Governamentais (como as Associações de Pais e Amigos de Excepcionais APAE) ou por profissionais de saúde que trabalham na atenção especializada (FONTANELLA e MELO, 2013). Políticas recentes têm promovido mudanças nas relações sociais e nos padrões de atendimento à saúde e à educação dos portadores dessa síndrome. O objetivo deste trabalho é discutir a questão da inclusão social de portadores da SD com enfoque ao ensino regular, suas dificuldades de inclusão e conquistas. Foi realizada revisão assistemática de artigos e fontes especializadas que tratam a síndrome com ênfase na infância e adolescência. Ademais foi retratada a questão das conquistas político-sociais que culminaram nas recentes estratégias para inclusão e socialização destes indivíduos. Discussão: Embora a escola inclusiva seja de vital importância ao indivíduo com Síndrome de Down, seu êxito enquanto instrumento de socialização pode ser limitado. No nosso estudo, o relato de uma adolescente norte-americana evidencia as dificuldades de uma real inclusão; embora ela frequente regularmente uma escola inclusiva, onde é bem acolhida e na qual recebe apoio pedagógico e psicológico especializado para frequentar turmas convencionais, ela não possui amigos fora do ambiente escolar. Muitos esforços vem sendo feitos e algumas conquistas se consolidaram ao longo da história no que diz respeito à aceitação e inclusão de deficientes e portadores de síndromes em geral, mas, muitas vezes, a inclusão se torna restrita a um meio apenas. Portanto, a inclusão escolar e suas iniciativas não são uma resolução absoluta às dificuldades de integração da criança e do jovem com Down na sociedade. Embora a escolarização inclusiva seja imprescindível a esse processo, o jovem necessita de outras plataformas que lhes proporcionem uma vivência da sociedade, assim como qualquer outro jovem. Conclusões: A análise da efetividade do atendimento educacional especializado se justifica, pois este limitaria a interação do portador com a sociedade em geral uma vez que a escola inclusiva mimetiza o funcionamento real da sociedade. Coexistindo com tais questionamentos encontram-se ainda entraves à verdadeira socialização e integração da pessoa com SD no ambiente extra-escolar. Embora já se tenha muitos avanços nessa área, na prática ainda falta uma efetiva aceitação desses indivíduos na sociedade. Referências: FONTANELLA, Bruno José Barcellos; SETOUE, Cesar Seiji e MELO, Débora Gusmão. Afeto, proximidade, frequência e uma clínica hesitante: bases do "vínculo" entre pacientes com síndrome de Down e a Atenção Primária à Saúde?. Ciênc. saúde coletiva [online]. 2013, vol.18, n.7, pp ISSN D HAEM, Jeanne. Special at school but lonely at home: An alternative friendship group for adolescents with Down Syndrome. Revista: Down Syndrome Research and Practice. Vol 12, 2 ed, Out/2008. P

18 BEM VINDO À UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE APRESENTAÇÃO ORAL DE TRABALHOS Leonardo Cançado Monteiro Savassi Filipe Souza Faleiros Jaqueline Iara Doneda Nagibe Tayfour Oliveira Rúbia Santos Freitas Victor Luiz de Matos Franco Vinícius Trevizam Soares Identificação do Problema: A Unidade Básica de Saúde (UBS) Vida se localiza entre as áreas de atuação de duas Equipes de Saúde da Família. Por meio de entrevistas com funcionários, conversas informais com usuários da unidade e com internos percebeu-se que a população não tinha conhecimento sobre como a Unidade podia auxiliá-la, bem como não havia clareza sobre a importância da Atenção Primária à Saúde (APS). Cenário: O projeto foi realizado na UBS-Vida em Cachoeira do Campo, distrito de Ouro Preto (MG). Ela é composta por duas Equipes de Saúde da Família (Vida e Nova Aliança) e foi instalada em uma estrutura dedicada antes a ser um centro de saúde da escola CAIC. Por não ter sido previamente planejada, sua estrutura apresenta problemas. Desenvolvimento: O grupo confeccionou cartazes específicos para o público que mais frequenta o posto. Uma chamada na rádio Sideral convocou a população a procurar a Unidade quando necessário. Foi elaborado também um folder contendo o conceito de UBS, um passo a passo sobre que fazer para ser atendido na unidade, exposição e explicação dos programas e profissionais da Unidade. Principais Resultados: O projeto despertou grande interesse da população, que se mostrou receptiva. Os funcionários da rádio também foram compreensivos. Houve resultados positivos para a Unidade, para a população e para o próprio grupo. Conclusões: A divulgação foi efetiva devido a meios de comunicação que atingiram boa parte da comunidade. O grupo tentou mostrar que o uso da APS quando feito corretamente, é de grande auxilio para a população, pois tem como foco a prevenção e diminui o número de hospitalizações. Palavras-chave: Unidade Básica de Saúde, Sistema Único de Saúde, Promoção da Saúde Referências: Brasil. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Atenção Primária e Promoção da Saúde / Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Brasília: CONASS, MATTA, Gustavo Corrêa; MOROSINI, Márcia Valéria Guimarães. Atenção Primária à Saúde. <Disponível em: _recortado.pdf> Acessado em 16/08/2013.

19 APRESENTAÇÃO ORAL DE TRABALHOS PRESENÇA DE SINTOMAS DEPRESSIVOS ENTRE ESTUDANTES DE MEDICINA DO SEGUNDO E SÉTIMO PERÍODOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Francisco de Assis Moura Augusto Almeida e Fonseca Carolina Luísa de Lima Filardi Lucas Arantes Siqueira Matheus Martins Matheus Silva de Castro Introdução: As diversas situações de stress às quais são expostos os estudantes universitários podem levar ao aparecimento de um quadro de sintomas que evoluem para distúrbios emocionais, como a depressão. Estudantes de medicina tem ainda contato com situações que podem acentuar tais sintomas. Objetivo: Avaliar a existência de sintomas depressivos entre alunos do segundo e sétimo períodos da Escola de Medicina da Universidade Federal de Ouro Preto, bem como a influência do curso de medicina no aparecimento e/ou agravamento de tais sintomas. Métodos: Os sintomas depressivos foram rastreados utilizando o Inventário de Beck (IDB), que foi distribuído a 23 alunos, sendo 11 alunos matriculados no segundo período e 12 alunos matriculados no sétimo período, no primeiro semestre de Os níveis para determinação da escala dos sintomas em nenhum ou mínimo, leve, moderado e grave, foram 0-3, 4-7, 8-15 e 16 ou mais. Um questionário socioeconômico foi aplicado a fim de levantar dados demográficos. Resultados: A maior prevalência entre os entrevistados foi de sintomas moderados, sendo uma frequência de 39,13%, seguida de sintomas graves, que apresentaram frequência de 30,43%. Apenas 8,7% dos entrevistados apresentaram sintomas classificados em nenhum ou mínimo. Estudantes do segundo período apresentaram maior incidência de sintomas graves, quando comparados aos alunos do sétimo período. Conclusão: Os resultados indicam uma proporção de sintomas depressivos superior à encontrada na população em geral, havendo indicação de que o curso de medicina possa ser o causador ou um agravante dos sintomas depressivos. Palavras-chave: Depressão; Estudantes de Medicina; Educação Médica. Referências: Cataldo Neto A, et al. O estudante de medicina e o estresse acadêmico.r.med.pucrs. 1998; 8(1): Amaral GC, Gomide LMP, Batista MP, Píccolo PP, et al. Sintomas depressivos em acadêmicos de medicina da Universidade Federal de Goiás: um estudo de prevalência. Rev Psiquiatr RS. 2008; 30(2):

20 APRESENTAÇÃO ORAL DE TRABALHOS ASPECTOS BIO-PSICO-SOCIAIS DO ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO BRASILEIRA Núncio Antônio Araújo Sól Ana Beatriz Castello Branco Fiume Pires Bernardo Santos Correa Kelly Cordeiro Silva Maria Teresa de Andrade Sól Mirelly Cota Quites Introdução: O envelhecimento da população brasileira vem ocorrendo rapidamente. A população acima de 60 anos apresenta um crescimento relativo maior que qualquer outra faixa etária e dados do IBGE (2008) estimam que no ano de 2025 o Brasil tenha cerca de 32 milhões de pessoas acima de 60 anos, representando a sexta maior população mundial de idosos. Estes dados evidenciam a necessidade de um maior conhecimento sobre o envelhecimento, possibilitando o planejamento de ações direcionadas a esta faixa etária visando uma melhor qualidade de vida. Objetivo: estudar o processo de envelhecimento e os impactos físicos e psicológicos que este traz para o indivíduo. Discussão: O envelhecimento traz consigo uma diminuição progressiva das funções e habilidades em relação aos aspectos físico, psíquico e social, e a forma como o indivíduo percebe e lida com estas perdas influencia em sua qualidade de vida. Segundo Souza (2010) a "qualidade de vida e, consequentemente, a qualidade do envelhecimento se relacionam com a visão de mundo do indivíduo e da sociedade em que ele está inserido, assim como com o "estilo de vida" conferido a cada ser.. Logo, não existe uma única forma de envelhecimento, sendo relevante o conhecimento da visão individual a respeito do processo e levando em consideração a interação entre o indivíduo e seu contexto social. Do ponto de vista biológico o envelhecimento é um processo natural de mudanças morfológicas associadas a alterações fisiológicas, a perdas cognitivas e de funções orgânicas, mas envelhecer é também um processo de mudanças psicológicas e sociais. Ao envelhecer, o ser humano precisa adaptar-se a cada situação nova do seu cotidiano e lidar com a proximidade da morte. Nas sociedades modernas, nos contextos de capitalismo, as relações sociais para com o idoso são alteradas em função da queda da produtividade, do poder físico e econômico, então o envelhecimento passa a ser visto como um problema social, adquire mais visibilidade e torna-se alvo de políticas públicas. O processo de envelhecimento para o idoso apresenta também como obstáculos a discriminação, a violência, as perdas emocionais e físicas, entre outros. A velhice torna-se difícil de ser conceituada, pois além de ser um processo vivido de forma diferente por cada indivíduo, existem ritmos distintos de envelhecimento biológico e é por isso que duas pessoas que possuem a mesma idade cronológica podem possuir diferentes idades biológicas. Assim o envelhecimento biológico torna-se difícil de ser mensurado. Conclusões: existem percepções distintas sobre o processo de envelhecer e para que esse ocorra de forma saudável e bemsucedida é necessário balancear os aspectos negativos e positivos. Os grupos de terceira idade, a família, o geriatra e o sistema de saúde também são importantes para a promoção do envelhecimento saudável. Apesar de se tratar de um processo complexo e individual, o envelhecimento não pode ser associado apenas com o acúmulo de perdas e o abandono de perspectivas, o principal é poder envelhecer com dignidade e qualidade de vida. Palavras-chave: Envelhecimento; velhice; saúde do idoso; Referências: Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia. Caminhos do Envelhecer. Rio de Janeiro, Editora REVINTER HAYFLICK, Leonard. Como e Por Que Envelhecemos / Leonard Hayflick; tradução de Ana Beatriz Rodrigues, Priscila Martins Celeste. Rio de Janeiro, 1996.

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