Pesquisa CNT de Rodovias 2011

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1 CNT de Rodovias 2011 Apresentadores: Thaís Vizioli e Augusto Rochadel PET - Economia - UnB 28 de outubro de 2011 Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

2 Contexto Geral Introdução Contexto Geral Oferta de Transporte Rodoviário A evolução econômica observada no Brasil na última década ampliou as demandas por maior eficiência da infraestrutura viária, e explicitou a percepção da necessidade de o país dispor de rodovias de maior nível de qualidade. Setor de transportes: indutor de riqueza e desenvolvimento, responsável pela integração entre áreas de produção e de consumo no mercado interno e externo. O progresso tecnológico e a expansão da infra-estrutura de transportes no Brasil porporcionaram significativo aumento da acessibilidade inter-regional. Apesar dos avanços expressivos, o setor de transportes é um dos grandes entraves para o desenvolvimento e a competitividade do País no mercado internacional. Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

3 Contexto Geral Introdução Contexto Geral Oferta de Transporte Rodoviário As rodovias são o principal meio transportador das riquezas do país. Vantagens desse setor: Simplicidade; Maior disponibilidade das vias de acesso; Integração de regiões mais isoladas geograficamente; Maior rapidez nos embarques e desembarques; Maior flexibilidade em relação à infraestrutura oferecida; Maior facilidade para transportar cargas menores ou fracionadas. Apesar dessa importância, constata-se uma infraestrutura viária deficiente. Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

4 Contexto Geral Introdução Contexto Geral Oferta de Transporte Rodoviário A infraestrutura logística deixa muito a desejar, resultado de vários anos de baixos investimentos públicos no setor, que restringem o desenvolvimento do país e das empresas. 1975: investiu-se 1,84% do PIB em infraestruturas de transportes a 2010: média de 0,23%. Os outros países do BRIC investem de 7,0% a 10,0% do PIB em infraestruturas de transporte. Essa diferença é observada embora o Brasil tenha uma contribuição específica para esse fim, a CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), criada para gerar recursos adicionais aos setores de transporte e combustíveis e que incide sobre o valor do combustível vendido nos postos. Em 2010 R$ 7,7 bilhões foram arrecadados, dos quais R$ 4,2 bilhões foram empenhados em transportes. Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

5 Contexto Geral - Logística Contexto Geral Oferta de Transporte Rodoviário Verificam-se altíssimos custos logísticos incorridos, o que faz com que os produtos brasileiros percam competitividade no mercado externo. Isso afeta diretamente o Custo Brasil e restringe o crescimento da economia brasileira. O custo do frete rodoviário da soja no Brasil é 3,7 vezes maior que na Argentina e 4,3 vezes maior que nos EUA. O aumento de eficiência é importante para manter a competitividade do setor produtivo e a redução dos custos é essencial para desenvolver a indústria e aumentar o valor agregado dos produtos oferecidos. O sistema logístico brasileiro de escoamento da produção e a circulação de pessoas são fortemente dependentes do modo rodoviário. 61,1% das cargas e 96,0% dos passageiros são transportados por rodovias. Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

6 Contexto Geral - Logística Contexto Geral Oferta de Transporte Rodoviário Existem, no Brasil, 68 milhões de veículos automotores, 6,1% destinam-se ao transporte de carga (4,1 milhões de veículos). Um grande número de viagens feitas é por caminhões vazios, fato causado não só pela falta de carga de retorno, como também pela ineficiência do sistema logístico. A consequência da ineficiência logística pode ser observada nas perdas. Segundo a Embrapa, a perda na safra de grãos é de até 6,0% devido às más condições dos transportes terrestres. Outra perda considerável é o número de mortos em rodovias federais. Em 2010, foram registradas mortes em rodovias, segundo dados da Poĺıcia Rodoviária Federal. Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

7 Oferta de Transporte Rodoviário Contexto Geral Oferta de Transporte Rodoviário Existem hoje km de rodovias. Destas, apenas km são pavimentadas, o que representa 13,5% da malha. Desse total, mais de 15 mil km são de rodovias concedidas. (Dados do último Sistema Nacional de Viação - SNV, DNIT, agosto/2011). A escassez da malha rodoviária brasileira fica evidente ao compará-la com a de outros países de grandes dimensões, como China, Rússia, EUA, Canadá, Austrália, Índia, Argentina e México. A densidade da malha rodoviária do Brasil (número de quilômetros de infraestrutura existente dividido pela área do país) foi a segunda menor entre os países avaliados. Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

8 Oferta de Transporte Rodoviário Contexto Geral Oferta de Transporte Rodoviário Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

9 Índice de Mortara Introdução Contexto Geral Oferta de Transporte Rodoviário Índice de Mortara: Consideração simultanea do tamanho da malha federal pavimentada, da extensão territorial, da população e da frota. Comparação dessas variáveis com um grupo determinado de países. O índice de Mortara brasileiro: Comparação com as 20 maiores economias: o mais baixo, 31 vezes menor que o da Bélgica (melhor resultado.) Comparação com 15 países da América Latina: Brasil na décima posição com um Índice inferior a Costa Rica, Paraguai, Uruguai, Panamá e Guatemala, México, Argentina e Chile. Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

10 Motivação Introdução Motivação Objetivos Parâmetros A infraestrutura rodoviária necessita de atenção, para que seja capaz de garantir com qualidade: O escoamento da produção e movimentação de passageiros; Melhorar a competitividade dos produtos nacionais, tanto no mercado interno quanto no externo; Reduzir as perdas de produtos durante o transporte e o número de mortes; Aumentar a eficiência logística; Contribuir para o desenvolvimento do País. Assim, é necessário que o desempenho, a segurança e o conforto dos usuários sejam aperfeiçoados, principalmente nos aspectos técnicos que compõem as rodovias. Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

11 Motivação Introdução Motivação Objetivos Parâmetros É essencial que o País disponha de instrumentos de avaliação que permitam o acompanhamento das condições da infraestrutura disponível. Nesse sentido, a CNT de Rodovias desempenha papel fundamental de realizar uma avaliação externa dos principais aspectos das rodovias brasileiras. O resultado da é apresentado anualmente pela CNT e pelo Sest Senat (15 a edição em 2011). A compreende todas as rodovias federais pavimentadas, além de trechos das rodovias estaduais mais significativos para o transporte de carga e passageiros, o que abrange km. Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

12 Objetivos Introdução Motivação Objetivos Parâmetros A CNT de Rodovias tem como objetivo geral avaliar as condições das rodovias brasileiras pavimentadas segundo aspectos perceptíveis aos usuários, identificando as condições das vias (Pavimento, Sinalização e Geometria da Via) que afetam o conforto e a segurança. O resultado da análise desses três elementos é a classificação do Estado Geral das principais rodovias e corredores rodoviários. Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

13 Motivação Objetivos Parâmetros Outros objetivos específicos da pesquisa são: Difundir informações sobre a infraestrutura rodoviária brasileira e subsidiar estudos para que poĺıticas setoriais de transporte, projetos privados, programas governamentais e atividades de ensino e pesquisa resultem em ações que promovam o desenvolvimento do transporte; Servir de instrumento de diagnóstico da malha rodoviária do Brasil; Identificar as deficiências da malha rodoviária pavimentada e registrar os pontos críticos existentes; Identificar a infraestrutura de apoio disponível aos usuários existente às margens das vias; Elaborar distintas classificações da situação viária: por tipo de gestão (pública ou concedida), por Estado e Regiões geográficas, por Corredores Rodoviários e por rodovias federais e estaduais. Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

14 Parâmetros Introdução Motivação Objetivos Parâmetros Para determinar a condição de qualidade da via, os técnicos da CNT usam três parâmetros: Pavimento; Sinalização; Geometria da via Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

15 Parâmetros - Pavimento Motivação Objetivos Parâmetros A caracterização do Pavimento é formada pela avaliação das variáveis primárias quanto aos aspectos: Condição da superfície; Velocidade devido ao pavimento; e Pavimento do Acostamento. 47,9% (44.479km) da extensão pesquisada apresenta algum tipo de problema 85,2% (13.100km) das rodovias sob concessão foram classificados como ótimo ou bom. Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

16 Parâmetros - Pavimento Motivação Objetivos Parâmetros Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

17 Parâmetros - Sinalização Motivação Objetivos Parâmetros A caracterização da Sinalização considera a existência dos diversos elementos que compõem a sinalização rodoviária, em função das características de geometria e de operação do tráfego. 56,9% (52.738km) da extensão pesquisada apresenta algum tipo de problema. 66% (51.039km) das rodovias sob gestão pública possui algum tipo de problema. 13,6% (12.571km) da extensão pesquisada possui placas parcial ou totalmente cobertas pelo mato. 32,6% (27.612km) da extensão pesquisada possui placas desgastadas ou totalmente ilegíveis. 27,8% (25.745km) da extensão pesquisada não possui placas de limite de velocidade. 35,2% (31.626km) da extensão pesquisada não possui placas de indicação. Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

18 Parâmetros - Sinalização Motivação Objetivos Parâmetros Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

19 Parâmetros - Geometria da Via Motivação Objetivos Parâmetros A determinação espacial da geometria da via consiste na avaliação das condições locais, topográficas, geotécnicas, hidrológicas e ambientais de determinada região. Os elementos geométricos espaciais das rodovias são definidos a partir da análise conjunta de quatro elementos: estudos relacionados às leis do movimento, às características de operação dos veículos, aos comportamentos dos motoristas e à composição do tráfego. As características geométricas são primordiais para determinar os níveis de segurança, de conforto e de eficiência da via. 88,3% (81.938km) da extensão pesquisada é de pista simples de mão dupla. 42,1% (39.001km) da extensão pesquisada não possui acostamento. Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

20 Parâmetros - Geometria da Via Motivação Objetivos Parâmetros Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

21 Parâmetros - Estado Geral Motivação Objetivos Parâmetros Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

22 Investimentos Acidentes de Trânsito Investimentos e o Setor de Transporte Após um longo período de baixas taxas de investimentos em infraestrutura de transporte, os recursos pagos pela União voltaram a apresentar incrementos. A retomada dos investimentos indica a percepção da importância do setor de serviços. Quando analisado o volume de recursos destinados à infraestrutura de transporte, com base no Orçamento Fiscal da União entre , percebe-se a redução drástica do investimento no setor. Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

23 Investimentos Acidentes de Trânsito Evolução do Investimento Público em Transporte/PIB(%) Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

24 Investimentos Acidentes de Trânsito Evolução no Investimento em Infraestrutura de Transporte Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

25 Investimentos Acidentes de Trânsito Como resultado do baixo nível de investimentos em infraestrutura, o Brasil caiu 20 posições no ranking do World Economic Fórum (WEF) quanto à qualidade de infraestrutura. No que se refere à qualidade de infraestrutura rodoviária, o País ocupa a 118 a posição. Dentre os 140 países considerados, o resultado brasileiro é superior apenas ao russo (130 a ), que apoia seu programa de infraestrutura no modal ferroviário. A China ocupa a posição 54 a e a Índia a 85 a na classificação das rodovias. Segundo o WEF, a má qualidade de infraestrutura é o segundo principal problema para a competitividade no País, perdendo para impostos. Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

26 Investimentos Acidentes de Trânsito Investimento em Transportes nos BRICS Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

27 Investimentos Acidentes de Trânsito Evolução da Frota Total de Veículos Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

28 Investimentos Acidentes de Trânsito Evolução da extensão total das rodovias brasileiras pavimentadas Analisando a malha federal no período entre 2005 a agosto de 2011, percebe-se um incremento de cerca de 5 mil quilômetros na malha rodoviária federal pavimentada. Assim, pode-se perceber uma taxa média de crescimento de 1,5% ao ano. Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

29 Custo Operacional Introdução Investimentos Acidentes de Trânsito Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

30 Acidentes de Trânsito Investimentos Acidentes de Trânsito Os acidentes rodoviários constituem um dos maiores problemas sociais e econômicos do Brasil. Eles são uma das maiores causas de mortes no País e a origem de grande perda material e produtiva para a sociedade. Os prejuízos econômicos gerados possuem efeitos superiores aos imediatamente percebidos, trazendo impactos indiretos relacionados à quebra de cadeia logística, perda de produção, custos ambientais e judiciais. Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

31 Acidentes de Trânsito Investimentos Acidentes de Trânsito Segundo dados do Departamento de Poĺıcia Rodoviária Federal (DPRF), em 2010, ocorreram cerca de 181 mil acidentes nas rodovias federais policiadas, 22 mil a mais que no ano anterior. Considerando o número de ocorrências, percebe-se um crescimento médio de 8,5% ao ano. No o período, , houve crescimento de 60% no volume de acidentes registrados. Assim, estiveram envolvidas em acidentes rodoviários, no período, 1,6 milhão de pessoas, 313 mil só em Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

32 Acidentes de Trânsito Investimentos Acidentes de Trânsito Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

33 Acidentes de Trânsito Investimentos Acidentes de Trânsito Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

34 Acidentes de Trânsito Investimentos Acidentes de Trânsito Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

35 Acidentes de Trânsito Investimentos Acidentes de Trânsito Em 2010, foram perdidos R$ 14,1 bilhões em acidentes rodoviários nas vias federais policiadas. O montante representa uma perda de 0,4% do PIB de 2010, volume de recursos superior ao total investido em infraestrutura de transporte no mesmo ano. O estado de conservação das vias é um dos principais fatores relacionados aos acidentes. Existência de buracos, curvas perigosas sem sinalização, trechos sem acostamento e sem sinalização vertical e horizontal adequada aumentam a probabilidade de acidentes e ainda potencializam seus resultados. Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

36 Panorama Geral Introdução Panorama Geral Sistema Rodoviário Área territorial de 5.787,8 km. 0,4% da Região Centro-Oeste 0,1% da superfície do Brasil. População total: habitantes. 18,3% do Centro-Oeste. 1,3% da população total do País. IDH-M de 0,874. PIB per capita (2008): R$ e PIB (2008) de R$ 117,6 bilhões Crescimento de 66,2% entre os anos de 2004 a O setor de serviços representou 93,2% do PIB, o setor industrial 6,5%, e o setor agropecuário 0,3% Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

37 Sistema Rodoviário Introdução Panorama Geral Sistema Rodoviário Frota de veículos automotores, dos quais 3,2% correspondem a veículos de carga. O sistema rodoviário do DF totaliza km de extensão. Apenas 974 km correspondem a rodovias federais e estaduais pavimentadas. Essa malha possui grande relevância econômica, poĺıtica e estratégica para o transporte de grãos. E, ainda, é uma zona de integração entre as regiões produtoras e os principais centros consumidores do País. A extensão pesquisada totalizou 407 km (41,8% das rodovias federais e estaduais pavimentadas dessa unidade federativa). Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

38 Panorama Geral Sistema Rodoviário Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

39 Panorama Geral Sistema Rodoviário Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

40 Panorama Geral Sistema Rodoviário Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

41 Panorama Geral Sistema Rodoviário Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

42 Em 2011, foi realizada pela Confederação Nacional do Transporte e pelo Sest Senat a 15 a CNT de Rodovias. Foram avaliadas, qualitativamente, km de rodovias federais e estaduais pavimentadas, sendo toda a malha rodoviária federal pavimentada, além de trechos estaduais de grande significância para o transporte de cargas e passageiros. Neste ano, constatou-se na classificação do estado geral que 42,6% da extensão pesquisada ( km) estão em condições favoráveis de conforto e segurança. Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

43 57,4% da estensão pesquisada apresenta algum tipo de comprometimento, seja no pavimento, na sinalização ou na geometria viária, sendo que km necessitam de reparos. A análise evolutiva dos resultados mostra que houve uma ligeira ampliação do percentual da extensão considerada satisfatória (Ótimo e Bom), mas também da extensão crítica (Ruim e Péssimo), reduzindo-se assim, o percentual de rodovias classificadas como Regular. Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

44 Inflation in Brazil - Blurring the mandate - Is the Central Bank targeting growth? - The Economist A União Europeia (UE) chegou a um acordo sobre um plano para a recapitalização dos bancos a fim de preparar-se para um default da Grécia, segundo o rascunho do documento final que será divulgado ao final da reunião dos 27 em Bruxelas. Nicolas Sarkozy diz que aceitar Grécia na zona do euro foi um erro. O presidente da França declarou que o bloco salvou a Grécia para salvar a Itália. Nos mercados, o clima é de euforia depois do perdão da dívida grega. -g1.com Europe s rescue plan - This week s summit was supposed to put an end to the euro crisis. It hasn t. - The Economist Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

45 Acordo com o Cade suspende fusão entre Gol e Webjet. Empresas vão manter operações separadas até julgamento do negócio. - g1.com Comissão do Senado aprova queda do INSS de doméstico para 5%. Aĺıquotas seriam reduzidas para empregador e para empregado doméstico. Decisão foi terminativa, mas projeto ainda tem ser avaliado pela Câmara. - g1.com Peugeot-Citroën cortará 6 mil empregos na Europa em Com a crise no continente, grupo prevê lucro bem abaixo do esperado. Plano é cortar 800 milhões de euros a partir do ano que vem. - g1.com Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

46 Mantega vê câmbio mais favorável à indústria nos próximos meses. Segundo ele, também será possível ter poĺıtica de juros mais favorável. Ministro acrescentou que, com crise externa, inflação registrará queda. - g1.com Para OCDE, Brasil precisa ampliar poupança interna para crescer mais. - VALOR Rede pequena de corporações controla economia global, diz pesquisa. A economia global é comandada por uma superentidade formada por uma rede de relativamente poucas corporações transnacionais, cuja relação estreita de propriedade entre si traz riscos à estabilidade do sistema econômico mundial. Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

47 População mundial chega a 7 bilhões de pessoas, diz ONU. Cristina Kirchner é reeleita presidente da Argentina em votação histórica. Chefe do fundo de resgate europeu descarta acordo rápido com China. Klaus Regling está em Pequim à espera de contribuição chinesa. Visita é feita um dia depois do anúncio de acordo contra crise europeia. - g1.com Thaís Vizioli e Augusto Rochadel CNT de Rodovias 2011

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