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1 Universidade Anhanguera-Uniderp O papel da Atenção à Saúde na gestão de crônicos idosos na saúde suplementar Gisele Silva Piva Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) apresentado no MBA em Gestão de Planos de Saúde. Área de concentração: Gestão da Atenção à Saúde. Orientador: Profa. Dra. Alba Valeria Eira Fleury. SÃO PAULO (SP) 2013

2 AGRADECIMENTO À Deus pela oportunidade de mais uma etapa vencida. A minha querida mãe pela vida, apoio, carinho e dedicação e a avó (in memorian) pelas palavras de incentivo nos momentos mais difíceis. À Profª Dra. Alba Fleury, pela atenção e orientação dispensadas neste trabalho. Ao namorado Alexandre por todo incentivo e apoio para realização deste trabalho. As amigas Ana Luíza e Fernanda, pelos conhecimentos e experiências compartilhadas. MUITO OBRIGADA!

3 A imaginação é mais importante que a ciência, porque a ciência é limitada, ao passo que a imaginação abrange o mundo inteiro (Albert Einstein).

4 RESUMO A população brasileira está envelhecendo rápido em uma tendência que se iniciou na década de 60, resultado da queda da taxa de fecundidade e melhora na divulgação de informações de prevenção de doenças e adoção de hábitos saudáveis de vida. Apesar das informações e da melhora na qualidade de vida da população em geral, maior número de idoso também significa maior número de doentes crônicos. Estes aumentos implicam em maior procura por serviços de saúde e consequentemente, maiores custos para as operadoras que atuam no ramo de saúde. É neste contexto que a área de atenção à saúde ganha papel de destaque, pois seu objetivo destina-se a desenvolver intervenções para minimizar e administrar o impacto causado pelo aumento da população idosa e crônica no Brasil. Palavras chave: idosos, doenças crônicas, programas de atenção à saúde, qualidade de vida.

5 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO REVISÃO DE LITERATURA Ações para minimizar o impacto da tendência de longevidade Estratégias da saúde suplementar para acolher a população crônica idosa Mecanismos de regulação aplicados na gestão de crônicos e idosos e práticas de Atenção à Saúde do mercado... 7 Empresa A... 8 Empresa B... 9 Empresa C Empresa E Empresa F Empresa G Empresa H Empresa I CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS... 19

6 4 1. INTRODUÇÃO O Brasil está passando por um rápido processo de envelhecimento populacional que se iniciou com a queda da taxa de fecundidade ocorrida na década de 1960 (Wong e Carvalho, 2006). Além da queda da taxa de fecundidade, o aumento da presença da população com mais de 60 anos se mostra crescente devido a queda da taxa de mortalidade devido aos avanços da medicina e a eficácia no tratamento de doenças típicas da velhice. A divulgação da prevenção de doenças com adoção de hábitos saudáveis de vida também colaboram no aumento da expectativa de vida da população em geral (IBGE, 2012). Para se ter uma idéia, em 2008, para cada grupo de 100 crianças de 0 a 14 anos existem 24,7 idosos de 65 anos ou mais. Em 2050, o quadro muda e para cada 100 crianças de 0 a 14 anos existirão 172, 7 idosos (IBGE, 2012). Um exame das estruturas etárias projetadas mostra, a transformação nas relações entre pessoas que ingressam (e permanecem) nas idades ativas e aquelas que atingem as chamadas idades potencialmente inativas. Em 2000, para cada pessoa com 65 anos ou mais de idade, aproximadamente 12 estavam na faixa etária chamada de potencialmente ativa (15 a 64 anos). Já em 2050, para cada pessoa com 65 anos ou mais de idade, pouco menos de 3 estarão na faixa etária potencialmente ativa (IBGE, 2012). Os avanços da medicina e as melhorias nas condições gerais de vida da população repercutem no sentido de elevar a média de vida do brasileiro que era 45,5 anos de idade em 1940 e passou a ser de 72,7 anos em Segundo a projeção do IBGE, o país alcançará em 2050 o patamar de 81,29 anos, o mesmo nível atual da Islândia (81,80), Hong Kong, China (82,20) e Japão (82,60) (IBGE, 2012). Este rápido processo de envelhecimento trará uma série de questões cruciais que deverão ser enfrentadas pelos gestores e pesquisadores dos sistemas de saúde. Isto porque em menos de 40 anos, o Brasil passou de um cenário de mortalidade próprio de uma população jovem para um quadro de enfermidades complexas e onerosas, típica dos países desenvolvidos com expectativa de vida prolongada, caracterizado por doenças crônicas e múltiplas que perduram por anos, com exigência de cuidados, medicação contínua e exames periódicos (Veras, 2009). Isto é claramente representada pela maior

7 5 freqüência das internações hospitalares além destas terem maior tempo de ocupação do leito (Veras, 2009). O aumento da população idosa e suas respectivas doenças crônicas implicam no aumento da procura por serviços de saúde e é neste contexto que a atenção à saúde precisa intervir para minimizar os impactos decorrentes desta transição demográfica já vivenciada e que irá se acentuar nos próximos anos. 2. REVISÃO DE LITERATURA 2.1. Ações para minimizar o impacto da tendência de longevidade A principal causa de incapacidade no mundo até 2020 serão as condições crônicas. Caso não sejam bem gerenciadas, poderão representar um problema ainda mais dispendioso para os sistemas de saúde (Organização Mundial de Saúde, 2002). Segundo a Organização Mundial de Saúde (2002), diante de um panorama econômico, todos pagam o preço, pois os impactos dos problemas crônicos de saúde vão muito além dos gastos normais relacionados ao tratamento médico, tendo em vista que: Pacientes e suas respectivas famílias pagam custos com despesas de serviços médicos, redução da atividade laboral e possível perda do emprego. A incapacidade devido a doença e redução do tempo e da qualidade de vida são imensuráveis. Organizações de assistência à saúde ficam responsáveis pela maior parte dos custos com atendimento médico, além de diversas despesas relacionadas ao custo do tratamento (p. ex. maior tempo de internações). Profissionais da saúde e administradores vivenciam o gerenciamento das condições crônicas, que em muitas vezes não trazem resultados efetivos e conseqüente desperdício de recursos. Governos, empregadores e sociedade perdem em mão de obra comum e especializada devido a óbitos, incapacidade e morbidade relacionada às condições crônicas.

8 6 Diante disto fica evidente que as condições crônicas resultam em altos custos financeiros com tratamentos e grandes perdas em produtividade devido ao afastamento das atividades laborais dos doentes. Os problemas crônicos mais predominantes são o diabetes, asma, doenças cardíacas e depressão e exigem contato regular e extenso durante todo o período do tratamento (Organização Mundial de Saúde, 2002). Diante do exposto mais uma vez podemos constatar que o papel da Atenção à Saúde é essencial para minimizar o impacto causado pelas doenças crônicas nos idosos Estratégias da saúde suplementar para acolher a população crônica idosa O objetivo principal das ações de saúde voltadas ao idoso deve ser a manutenção de sua capacidade funcional, ou seja, a capacidade de preservar as habilidades físicas e mentais para a manutenção de uma vida independente e autônoma, garantindo a sua relação com a comunidade e gozando da maior independência possível (Florêncio, 2006; Cruvinel, 2009). A manutenção da capacidade funcional é uma atividade multiprofissional, para a qual concorrem médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas, educadores físicos, dentre outros, identificando as necessidades, planejando o cuidado e vigilantes aos eventos adversos. Os sistemas de saúde devem direcionar mais esforços e enfoque nas doenças crônicas dos idosos. Como um grupo, os idosos possuem mais adoecimento crônico (Lima-Costa, 2003), além de necessitarem mais dos serviços de saúde (Ribeiro, 2005), responsabilizando-se pelo maior percentual dos gastos assistenciais. Desta forma, há que se pensar em um modelo resolutivo que melhor aplique os recursos do sistema, obtendo o máximo de resultados satisfatórios. Em 1999 foi criada a Política de Saúde do Idoso, que tem por objetivo readequar o setor saúde para o atendimento das necessidades do idoso. Esta política definiu diretrizes para nortear esta readequação preconizando um modelo humanizado de assistência que contempla desde a promoção do envelhecimento saudável, a manutenção e reabilitação da capacidade

9 7 funcional e cuidados com os doentes portadores de seqüelas de adoecimento crônico. Nela está contemplado também o incentivo a implementação de novas modalidades assistenciais, efetivas na redução dos índices de hospitalização e permanência hospitalar (Florêncio, 2006). De um modo geral, indivíduos idosos são portadores de múltiplos problemas médicos coexistentes que atingem cerca 69% desta população (Lima-Costa, 2003). As mais comuns são a hipertensão arterial sistêmica (43,9%), artrite reumatóide (37,5%) e incapacidade/dependência para alimentar-se, tomar banho ou ir ao banheiro (2%) (Lima-Costa, 2003). Muitos ainda apresentam mais de uma doença crônica. A Atenção à Saúde, neste sentido, pode ser utilizada como estratégia para a readequação do modelo assistencial, fomentado pela própria agência reguladora do setor privado de saúde. De acordo com estudo Os Desafios Atuais em Decorrência do Envelhecimento Populacional na Saúde Suplementar e seus Cuidados para com o Idoso, realizado pela Organização Panamericana da Saúde (2007), foi constatado que existe um consenso entre os dirigentes das empresas de saúde quanto a necessidade da implantação de novos modelos de atenção a saúde com maior enfoque na saúde dos idosos. No entanto, as ações têm sido pouco atuantes, ou seja, não tem causado o impacto esperado, pois o número de idosos assistidos nos programas destinado à esta faixa etária é insignificante. Existe uma enorme distância entre a teoria e a prática, em relação aos modelos para cuidado integral da saúde dos idosos. Este estudo concluiu que existe a necessidade de elaborar um modelo hierarquizado e integral, pois caso não haja a implantação de modelos com uma abordagem preventiva e integral, com planejamento sistêmico de ações de saúde, não haverá saída para uma crise de financiamento e reestruturação do setor Mecanismos de regulação aplicados na gestão de crônicos e idosos e práticas de Atenção à Saúde do mercado Dois estudos realizaram levantamento das práticas de regulação e atenção à saúde de nove empresas do mercado de saúde suplementar (Organização Panamericana da Saúde, 2007; Malta e Jorge, 2008), sendo

10 8 quatro empresas de autogestão (A, B, C e D), três empresas de medicina de grupo (E, F e G), uma seguradora especializada em saúde (H) e uma cooperativa médica (I). Segue abaixo descrição dos modelos de cada empresa: Empresa A Atua em todo o território nacional, porém o Rio de Janeiro possui o maior quantitativo de idosos e o programa de maior experiência. Possui três programas que atendem pacientes crônicos e idosos. Estes programas são geridos por equipes sob coordenação geral do Gestor de Saúde. Especificamente para idosos existe um programa de prevenção de doença crônica onde equipes de saúde da família atuam com protocolos de prevenção e controle de doenças crônicas. Os casos em processo de desospitalização ou atenção domiciliar são gerenciados pelo Programa de Atenção Domiciliar. Casos de câncer são gerenciados por outro programa específico para câncer. O programa de prevenção de doença crônica conta com equipes formadas por médico de família e técnico de enfermagem para acompanhar cerca de 1200 usuários. No programa de atenção homiciliar, há coordenador, médico, enfermeiro, assistente social e funcionários de apoio administrativo, que coordenam a seleção dos casos e articulam serviços assistenciais que vão desde médicos e/ou terapeutas até empresas de atendimento domiciliar. Oferecem também equipamentos hospitalares, enfermagem ou cuidadores. No programa específico para câncer, epidemiologistas cadastram e articulam a atenção aos casos na rede especializada referenciada. Estes profissionais acompanham e analisam os resultados da atenção. São fornecidos medicamentos de custo elevado para tratamento de doenças crônicas. No programa de prevenção de doença crônica há estímulo à captação das famílias por busca ativa, telemarketing e comunicação (folhetos, jornais e internet). No programa de atenção domiciliar existe busca ativa e seleção de casos. Nos casos de câncer, os prestadores, pacientes e familiares são estimulados a notificar os casos.

11 9 Os critérios de inclusão nos programas são: idade, ser portador de doença crônica, selecionado por indicadores de complexidade assistencial e econômicos, e para o programa específico para câncer, o critério é ser portador de neoplasias. O programa de prevenção de doença crônica atende cerca de 25% da população de idosos cobertos pela empresa, enquanto o programa de atenção domiciliar tem a capacidade de acompanhamento de 60 pacientes. Existem grupos de educação para uma vida saudável, campanhas de vacinação, estímulo a exames preventivos de rotina e acompanhamento por equipe multiprofissional. Constatou-se no programa de atenção domiciliar diminuição de mais de 50% em reinternações e 48% em custos assistenciais. No programa específico para câncer, houve redução de mais de 40% em custos assistenciais. Quanto à satisfação do usuário, foi encontrado no programa de atenção domiciliar 98% de satisfação. Empresa B Tem plano de autogestão multipatrocinada, sem fins lucrativos. Este plano atua na prevenção e reabilitação, introduzindo o médico de família. Possui rede credenciada. Os crônicos são monitorados em domicílio com visitas multiprofissionais. As ações incluem a recuperação da invalidez temporária, cuidados agudos em pacientes estáveis, terapias endovenosas e tratamento de feridas cutâneas e cuidados paliativos de pacientes oncológicos. É responsável pelo gerenciamento integral dos processos assistenciais com auxílio de software especializado que avalia se o beneficiário padece de doença crônica. A captação é feita quando os beneficiários são convidados a preencher um questionário de avaliação preliminar de saúde. A partir daí, um sistema de tratamento de informação irá indicar se o beneficiário é ou tem tendência a padecer de doença crônica, como diabetes ou HAS. Os resultados obtidos auxiliam o médico de família a conhecer melhor as necessidades individuais e as mais adequadas condutas preventivas e terapêuticas.

12 10 Empresa C Possui 5 grupos de ações envolvendo saúde para idosos, além dos cuidados de consultório e hospital. O número de vidas atendidas é de cerca 170 mil, sendo 48% com mais de 60 anos. Programa de conscientização da saúde para idoso - programa de palestras periódicas sobre temas importantes como depressão e vida sexual dos idosos. As palestras são ministradas por especialistas e são convidados todos os segurados e seus dependentes. Centro de convivência criado a partir de pesquisa de opinião via telemarketing. Oferece várias atividades para segurados com mais de 60 anos e estima-se que o número de freqüentadores seja de cerca de 400 idosos. As atividades oferecidas são yoga, aulas de artesanato, coral, dança de salão, orientação postural, prevenção de quedas, prática de exercícios físicos, tardes de seresta e cavaquinho, passeios e festas, aulas de xadrez e palestras sobre saúde e qualidade de vida. No local é realizado teste para avaliar as condições do freqüentador e, caso necessário, são realizados encaminhamentos para cuidados específicos. Home care - cuidados de internação domiciliar que são usados excepcionalmente, não sendo um programa exclusivo para idosos. Programa de promoção e gerenciamento de casos também não é exclusivo para idosos, mas a maioria dos que são atendidos nesta modalidade é idoso. A captação se dá a partir da internação. Um médico, contratado especificamente para este fim, faz a avaliação do caso e organiza um plano de cuidados envolvendo uma equipe multidisciplinar. Os pacientes são atendidos em casa. Programa de gerenciamento de risco para este programa foi estabelecida uma rede de médicos vinculadores assistenciais, que recebem por capitação.

13 11 Quanto à gestão dos programas, há equipes específicas de acompanhamento. O programa de gerenciamento de casos também conta com médicos supervisores que realizam reuniões mensais com as equipes em cada área geográfica. Existem políticas de captação para cada programa. O Um programa de conscientização da saúde para o idoso e o Centro de convivência são divulgados através da imprensa, por cartas-convite e folhetos dirigidos aos segurados, internet e por call-center. Com o programa de gerenciamento de casos houve diminuição das internações e reinternações, assim como reinternações em melhores condições. Empresa D Esta empresa introduziu a experiência das equipes de saúde da família, como proposta objetiva as ações de promoção da saúde, focando na atenção primária e na coordenação do cuidado dos usuários utilizando os serviços próprios da operadora. Neste modelo buscou-se uma referência mais racional e uma assistência à saúde mais integral e cuidadora, aplicado nas áreas de saúde mental, tratamento da obesidade, diabetes e ler/dort. Este modelo visa o aumento do vínculo, a responsabilização e o acolhimento ao usuário. As práticas de promoção e prevenção ofertadas são: vinculação e adscrição de clientela à equipes de programa de saúde da família, equipes multidisciplinares que desenvolvem atividades de promoção e melhoria da qualidade de vida dos usuários através de grupos operativos, acupuntura, homeopatia, atividades educativas e de promoção à saúde veiculadas através de jornal, site, boletins e grupos operativos. Considerando estratégico o gerenciamento nas linhas de cuidado, sendo que cada uma dessas linhas tem conhecimentos específicos e conta com gestores do cuidado para realizar este trabalho de monitoramento, articulação e integração da assistência. Sendo que algumas linhas de cuidado são trabalhadas dentro da rede própria e outras dentro de uma rede de prestadores. Na operadora notou-se um envelhecimento progressivo dos clientes com alta incidência de doenças crônico degenerativas e diante disto os serviços próprios da operadora adquiriram competência técnica na assistência ao idoso,

14 12 trabalhando o estímulo à qualidade de vida, desenvolvendo assistência integral incluindo a criação de centro de convivência para idosos e outros programas educativos e/ou assistenciais. Já para os portadores de ler/dort, criou-se uma porta de entrada no serviço próprio, que cadastra o usuário e planeja o cuidado, enviando-o para os determinados serviços, articulando a assistência e a qualidade do atendimento prestado nos diferentes níveis de atenção. A saúde mental articula os recursos necessários à atenção específica, incluindo o acompanhamento e oferecimento de políticas substitutivas aos hospitais e clínicas psiquiatricas após a desospitalização. Na oncologia, devido aos altos custos, foi instituído um novo fluxo assistencial visando a articulação do cuidado e sua regulação que resultou na definição de uma rede articulada de prestadores, que se inicia com a implantação da notificação dos casos oncológicos, definição de protocolos de condutas e fluxos para a oncologia, sendo que esta estratégia tem melhorado a qualidade da assistência prestada junto à rede de referência da operadora. Esta empresa apresentou um modelo positivo no vinculo e cuidado com os usuários como, por exemplo, o programa de saúde da família na gestão do cuidado de grupos vulneráveis (idosos, oncologia, saúde mental e ler/dort), utilizando uma rede própria e referenciada e estabelecendo o acompanhamento desses usuários. Empresa E Tem programa de monitoramento informatizado, sendo que todos os dados (custos e procedimentos) podem ser obtidos com grande facilidade e rapidez. É um programa bastante completo e complexo em termos de acompanhamento ao idoso por níveis de atenção. Porém, não há um estímulo financeiro para que os médicos credenciados alterem seus processos de trabalho e indiquem seus pacientes ao programa. Foca nos processos de controle de custos e procedimentos deixando claro sua preocupação e atenção com o envelhecimento humano e os seus impactos no sistema de saúde.

15 13 Empresa F Tem um programa de gerenciamento de pacientes crônicos que contempla visitas periódicas de equipe multidisciplinar terceirizada (enfermeiro, nutricionista, fonoaudiólogo, fisioterapeuta, médico). É focado na visita de enfermagem, que pode ter periodicidade mensal, quinzenal ou semanal, dependendo da necessidade e complexidade de cada caso. O principal objetivo destas visitas é fornecer orientações gerais ao idoso e à sua família referente à patologia, visando melhorar a qualidade de vida e contribuir para a reinserção do idoso na sociedade. Também disponibilizada coleta de exames laboratoriais em domicílio e uma empresa que, através da psicodramaturgia com psicóloga e ator, ajudam no trabalho de reinserção social. Este acompanhamento domiciliar da psicóloga e do ator é um subprograma para estes idosos. Existem ainda programas complementares como disease management, case management e home care. Uma empresa terceirizada realiza o acompanhamento domiciliar sendo que um enfermeiro próprio é responsável pelo acompanhamento dos pacientes por relatórios e análises (das empresas terceirizadas). O gerenciamento de crônicos idosos é feita pelo acompanhamento de relatórios mensais de cada paciente e discussões com as empresas terceirizadas (caso a caso). A captação é feita através de casos de longa permanência nos hospitais (10 dias ou mais), pelo setor de liberações de internação que indica os portadores de patologias crônicas e a partir do home care, disease management e case management. O paciente incluído no gerenciamento recebe benefícios como equipamentos de oxigenioterapia, coleta de exames laboratoriais domiciliares, equipe multidisciplinar em domicílio ou ainda, descontos referentes a academia, massagens, locação de mobiliário, dieta enteral, entre outros. A estratégia utilizada para divulgação é o telefonema de enfermeiro próprio para o responsável pelo paciente. Os critérios para ser inserido no programa são: ter 60 anos ou mais, ser portador de patologia crônica, ocorrência de internações hospitalares longa ou

16 14 reinternações. O acompanhamento é permanente até seu óbito ou baixa do convênio. Os indicadores de avaliação e monitoramento são obtidos pelo controle de internações, controle de diárias de internação, pesquisa de satisfação e pela avaliação do custo financeiro, sempre realizados 1 ano antes e 1 ano depois do gerenciamento. Os resultados apontaram diminuição das taxas de internação (cerca de 55%) e as diárias destes pacientes foram reduzidas em 74%. A diminuição de reinternação ficou em 55% e dos custos em aproximadamente 47% em um ano. Empresa G Possui dois programas de gerenciamento de doentes crônicos. Pessoa jurídica: tem atividades de promoção de saúde e prevenção e acompanhamento de crônicos nas empresas. Os idosos dependentes identificados neste grupo são encaminhados a outro programa. O 2º programa é destinado a pessoas com mais de 60 anos (encaminhados das empresas pessoa jurídica e demais associados) captados por busca ativa, através da aplicação de questionário para identificação de risco de internação. Portanto, é destinado a clientes idosos de alto custo e/ou alto risco para internação hospitalar. Visa estabelecer acompanhamento individualizado, buscando melhora da qualidade de vida através de estratégias de prevenção e promoção de saúde, atuando com equipe multidisciplinar composta por médicos, enfermeiros, fisioterapeuta, psicólogo, assistente social e administrativo, em visitas domiciliares, monitoramento telefônico e direcionamento dos clientes. O cliente pode ser encaminhado por algum outro setor da empresa, diretamente de hospitais e consultórios, por solicitação do paciente no call center e por análise de banco de dados dos pacientes com internações em: cardiopatia, HAS, diabetes mellitus, doenças do aparelho respiratório, doenças do aparelho genito-urinário e idosos vítimas de fratura de fêmur. Outra forma de captação é pelo perfil de internações/reinternações, sendo encaminhados ao programa pacientes com alto índice.

17 15 O acompanhamento varia conforme a complexidade de cada caso, podendo ser: Follow up Telefônico (FT) e/ou visitas domiciliares. Para os pacientes de alta dependência, são realizadas (em geral) 4 consultas médicas por ano e 8 consultas enfermagem por ano. Para os pacientes com autonomia, é realizada uma consulta por ano e acompanhamento telefônico. Para os pacientes com dependência parcial é realizado acompanhamento telefônico e visita de enfermagem intercalada. Este sistema é alimentado pelas discussões de rotina, realizadas pela enfermeira e geriatra e pelas reuniões de equipe, onde os casos mais complexos, intercorrências e problemas são discutidos. Empresa H As propostas do programa são: médico pessoal, medicina preventiva, programa de gerenciamento de casos, programa de gerenciamento de doenças. O programa estabelece um médico qualificado como Gerente da Saúde do Beneficiário com as seguintes atribuições: assistência com enfoque na prevenção de doenças, orientação na utilização da rede credenciada, aplicação dos programas preventivos, conhecimento dos padrões de saúde dos beneficiários, promoção de palestras educativas, redução do absenteísmo. Os programas de gerenciamento de casos e/ou doenças abrangem as seguintes patologias: HAS, Diabetes Mellitus, DPOC, asma, HIV/AIDS, oncologia, neurologia. Os processos de saúde são gerenciados por equipe multidisciplinar, sendo que os médicos pessoais acompanham grupos para atendimento e especialistas atendem casos específicos. Empresa I Desenvolve programa de gerenciamento de crônicos, que é parte integrante do programa de medicina preventiva. Este programa possui duas vertentes:

18 16 a) Programa de Atenção ao Idoso - Medicina Preventiva Executado por empresas terceirizadas que possuem call center, enfermeiros visitadores e prontuários e relatórios gerenciais online. Os prestadores possuem também gestores técnicos (médicos) e uma central médica de urgência e emergência médica domiciliar. O objetivo é fomentar atitudes e implantar atividades com ênfase no controle de comportamento de risco e autocuidado relacionados a doenças e agravos não transmissíveis (HAS, diabetes e doença pulmonar obstrutiva crônica), contribuindo para a qualidade de vida, o equilíbrio financeiro dos contratos e fortalecimento da marca da empresa. Abrange atividades de orientações em saúde e autocuidado, com a finalidade de capacitar o paciente a autogerenciar sua saúde e incentivar a mudança de estilo de vida. Existe uma estratégia de encaminhamento hospitalar otimizado, baseado na necessidade médica. Este programa inclui as atividades de planejamento da alta hospitalar integrado a orientações sobre autocuidado. A captação é feita por call Center, sendo que o plano conta com uma carteira com mais de 67 mil idosos. Atualmente o programa atende a 864 clientes sendo 632 acima de 59 anos (73% do total). Dos 632 com mais de 59 anos, 422 (66,8%) são mulheres e 210 (33,2%) são homens com a seguinte distribuição por faixa etária: 60 a 70 anos = ,4% 71 a 80 anos = ,2% 81 a 90 anos = ,5% 91 a 98 anos = 12 1,9% O programa não é permanente e se estende até que, através de avaliações específicas, fique constatado que o cliente adquiriu capacidade de se autogerenciar. Existe também visita de nutricionistas, fisioterapeutas e educadores físicos, apenas para orientações. Em pesquisa de satisfação, 78,7% de usuários consideram que sua saúde melhorou com o programa, 93,8% consideraram úteis as orientações

19 17 recebidas, 77% passaram a adotar as recomendações que lhe foram feitas e 86,7% recomendariam o programa aos familiares e amigos. b) Programa de Atenção ao Idoso - Atenção Domiciliar Modalidade assistencial que visa prestar atendimento ao cliente em seu próprio lar como intermédio entre a internação hospitalar e a alta total do paciente. Visa também à independência do paciente e familiares e ainda possui uma modalidade de treinamento de cuidadores. É dividido da seguinte forma: Programa de Prevenção a Reinternação - atendimento interdisciplinar visando à manutenção da estabilidade do quadro clínico dos pacientes. Atua de forma eletiva e preventiva, como procedimentos pontuais de curativos, procedimentos fisioterápicos e orientações nutricionais. Serviço de Internação Domiciliar - conta com infraestrutura e equipe interdisciplinar, resolutiva, norteado pela humanização nos serviços de saúde domiciliar. A estrutura é toda gerenciada por equipe técnica própria, sendo que os recursos humanos e equipamentos são terceirizados. A captação se dá pela demanda espontânea das solicitações dos médicos dos pacientes sendo que o tempo de permanência é vinculado ao alcance do mais alto grau de reabilitação. As atividades desenvolvidas para pacientes são assistenciais e educativas no domicilio para clientes e cuidadores e palestras para familiares em ambiente fora do domicilio. Avaliação dos resultados mensal e baseia-se da aferição das seguintes metas: redução do custo do tratamento, humanização da assistência, atenção integral, diminuição de reinternações, diminuição dos riscos de infecção.

20 18 3. CONCLUSÃO Existe uma tendência no Brasil e no restante do mundo, principalmente em países desenvolvidos, de aumento da longevidade. Este cenário corrente de envelhecimento da população em geral, tem gerado muitas discussões nos sistemas público e privado de saúde, uma vez que com o aumento demográfico da população idosa ocorre também o aumento da população acometida por doenças crônicas. Na maioria dos casos, rotineiras a esta faixa etária. Diante desta expectativa já vivenciada e com projeções de aumento para este quadro nos próximos anos e décadas, surge a necessidade que o setor de saúde (público e privado) desenvolva modelos efetivos de atenção à saúde para acolher esta crescente população. Para a área de saúde (setor público e privado), modelos efetivos de atenção à saúde significam, além de proporcionar melhor qualidade de vida e independência aos idosos crônicos e seus familiares, utilização racional e efetiva de recursos financeiros e consequentemente, redução dos custos com os respectivos tratamentos dos idosos crônicos. Como apresentado na revisão bibliográfica, esta tendência já foi percebida pelo mercado, que vem se movimentando no intuito para atender esta demanda. No entanto, pelo que se tem visto, ainda há muito a se fazer para que este tema seja administrado de forma eficiente.

21 19 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS CAMARANO, A. A. O Envelhecimento da População Brasileira: uma contribuição demográfica. Rio de Janeiro: IPEA, CRUVINEL, T. A. C. Promoção da Saúde e Qualidade de Vida nos Idosos na Saúde da Família. Trabalho de Conclusão de Curso de Especialização em Gestão em Saúde, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, FLORÊNCIO, L. P. Setor Privado de Planos de Assistência à Saúde: Identificação das ações de atenção à saúde voltadas à população idosa, no município de Belo Horizonte. Tese de Mestrado em Saúde Pública, Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). População brasileira envelhece em ritmo acelerado. Disponível em: ia=1272. Acesso em 18/11/2012. LIMA-COSTA, M. F.; SANDHI, M. B.; LUANA G. Condições de saúde, capacidade funcional, uso de serviços de saúde, gastos com medicamentos da população idosa brasileira: um estudo descritivo baseado na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 19, n. 3, p , MALTA, D. C.; JORGE, A. O. Modelos assistenciais na saúde suplementar: o caso de uma operadora de autogestão. Ciência e Saúde Coletiva, v. 13, n. 5, p , Ministério da Saúde. Política Nacional de Promoção da Saúde Disponível em: 3ed.pdf. Acesso em 20/11/2012.

22 20 NETTO, M. P. Gerontologia: a Velhice e o Envelhecimento em Visão Globalizada. São Paulo: Atheneu, ONOFRIO, F. B. Ações de Promoção da Saúde e Prevenção de Doenças Adotadas por Operadoras com Maior Índice de Desempenho na Saúde Suplementar (IDSS). Trabalho de Conclusão de Curso de Especialização em Atenção Básica em Saúde da Família, Universidade Federal de Minas Gerais, Uberaba, Organização Mundial da Saúde, Cuidados inovadores para condições crônicas: componentes estruturais de ação. Disponível em: DICOES_CRONICAS.pdf. Acesso em 19/11/2012. Organização Panamericana da Saúde, Desafios Atuais Decorrência do Envelhecimento Populacional: a Assistência Suplementar de Saúde e seus Projetos de Cuidado para com o Idoso. Disponível em: Acesso em 20/11/2012. RIBEIRO, M. M. Utilização de Serviços de Saúde no Brasil: uma investigação do padrão etário por sexo e cobertura por plano de saúde. Tese de Mestrado em Demografia, Faculdade de Ciências Econômicas, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, VERAS, R. Envelhecimento populacional contemporâneo: demandas, desafios e inovações. Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 43, n. 3, p , WONG, L. L. R; CARVALHO, J. A. O rápido processo de envelhecimento populacional do Brasil: sérios desafios para as políticas públicas. Revista Brasileira de Estudos de População, v. 23, n. 1, p. 5-26, 2006.

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