UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ OSMAR CARTA NETO RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO EM ACIDENTES DE TRÂNSITO EM RODOVIAS

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1 UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ OSMAR CARTA NETO RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO EM ACIDENTES DE TRÂNSITO EM RODOVIAS CURITIBA 2013

2 2 OSMAR CARTA NETO RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO EM ACIDENTES DE TRÂNSITO EM RODOVIAS Monografia de conclusão de curso apresentada a disciplina de Direito da faculdade de ciências jurídicas da Universidade Tuiuti do Paraná, como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Direito. Orientador: Prof. Marcos Aurélio de Lima Júnior. CURITIBA 2013

3 3 TERMO DE APROVAÇÃO OSMAR CARTA NETO RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO EM ACIDENTES DE TRÂNSITO EM RODOVIAS Esta monografia foi julgada e aprovada para a obtenção do título de Bacharel em Direito da Universidade Tuiuti do Paraná Curitiba, de de Bacharelado em Direito Universidade Tuiuti do Paraná Orientador: Prof. Dr. Marcos Aurélio de Lima Júnior UTP Prof. Dr. UTP Prof. Dr. UTP

4 4 AGRADECIMENTO Agradeço a Deus, pelas forças recebidas no decorrer do curso, meus pais, esposa, filhos, irmãs, parentes e amigos que em momentos de dúvida, não me deixaram desistir, meu orientador pela paciência e dedicação, e por meu mentor Prof. Clayton Reis onde me identifiquei com a matéria. Obrigado.

5 5 Dedico esta obra à minha esposa, MARTA CARTA, à meus filhos GIULIO, GIOVANNI e GIULIANNI CARTA, onde com muita paciência e amor, me apoiaram nestes 5 longos anos de trajetória na realização de um sonho. AMO VOCÊS.

6 6 RESUMO Trata-se de estudo sobre a Responsabilidade Civil do Estado em Acidentes de Trânsito em Rodovias, decorrentes dos crescentes índices de mortes nestas vias. A proposta surgiu verificando que os condutores não são preparados para conduzir os veículos automotores em velocidades e condições adversas as que foram aprovados, sendo os atuais condutores das categorias A, B, C, D e E, imperitos para tal condução. Pretende-se com tal estudo, sugerir a modificação dos parâmetros para a concessão de licenças para dirigir, tornando condutores mais aptos às diversidades das vias e rodovias. Foram utilizados como referência, estatísticas governamentais, do DNIT e DPRF, com relação à quantificação do número de vítimas em rodovias, bem como o Código de Trânsito de outros Países. Analisando os resultados, foi constatado que os condutores brasileiros não estão preparados para condução em rodovias de alta velocidade, que não podemos falar em imprudência ou negligência, mas sim em imperícia, pois sequer foram treinados a conduzir seus veículos em velocidades acima de 40 km/h. A garantia a um trânsito seguro é um dever do Estado e um direito de todos que utilizam o sistema viário, com base no Art. 1º 2º e 3º CTB, bem como o art. 927 único do Código Civil de 2002, permanecendo o ente público inerte frente a estes acontecimentos. O Estado deve então reparar o ofendido pela omissão no controle de normas mais seguras, respondendo objetivamente por sua inércia.

7 7 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO RODOVIAS BRASILEIRAS ATUAL FORMAÇÃO DE CONDUTORES Dos centros de formação de condutores Da comparação com códigos de trânsito em outros países Imperícia do condutor Ações do estado para aperfeiçoamento dos condutores Resolução Contran 444/ Tentativas de dificultar o ingresso de novos condutores em rodovias A INEFICIÊNCIA DO ATUAL SISTEMA DE PREPARAÇÃO DE CONDUTORES Acidentes nas rodovias Acidentes nas rodovias brasileiras Mortes em acidentes de transportes DA NECESSIDADE DE APERFEIÇOAMENTO DO CURSO DE CAPACITAÇÃO DE CONDUTORES PARA TRAFEGAR EM RODOVIAS BRASILEIRAS A condução atualmente em rodovias brasileiras Necessidade de preparação do condutor para imprimir maiores velocidades e condução em rodovias Conhecimento da mecânica básica x velocidades das rodovias Suspensão dos veículos Pneus Equipamentos de segurança DA RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO DO ESTADO A RESPONSABILIDADE CIVIL RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO A reparação do dano pelo Estado...37

8 8 4 A RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO POR ACIDENTES OCORRIDOS EM RODOVIAS DISPOSITIVOS NO CÓDIGO CIVIL DE DISPOSITIVOS NO CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO DE JULGADOS DA OBRIGATORIEDADE DA REPARAÇÃO DO DANO PELO ESTADO POR RESPONSABILIDADE CIVIL OBJETIVA CONCLUSÃO...44 REFERÊNCIAS ANEXOS...49 ANEXO A MAPA DA VIOLÊNCIA 2011 JOVENS DO BRASIL...49 ANEXO B ANUÁRIO ESTATÍSTICO DAS RODOVIAS FEDERAIS

9 9 1 INTRODUÇÃO O tema surgiu verificando as situações absurdas que muitos condutores se colocam ou são colocados, quando trafegam em rodovias, pessoas que obviamente não estão preparadas para imprimirem velocidades superiores àquelas que foram inicialmente treinadas. Facilmente identificamos na estrada o condutor inexperiente do condutor experiente. As experiências e conhecimento em situação de perigo, são importantíssimas a todos os condutores, em formação ou já formados, fazendo com que se vivencie antes de realmente acontecer, qual a atitude ou o procedimento a ser adotado nestas situações. Não se pode fazer o que não se conhece. Acidentes de trânsito nas rodovias brasileiras, sejam elas federais ou estaduais, têm aumentando alarmantemente, pois, com a facilidade da obtenção de um veículo de locomoção bem como o grande número de pessoas que solicitam a licença para conduzir veículos automotores, cresce em progressão geométrica. O que se pretende com a busca pela responsabilização do Estado nos acidentes em rodovias pela omissão, focando principalmente pela diminuição das mortes no trânsito em nestas vias e a garantia à um trânsito seguro, pois não é obrigatório aos condutores, nem exigido dos aos Centros de Formação de Condutores CFC (antigas auto escolas), treinar e orientar na prática, os candidatos a condutores em velocidades compatíveis em vias de alta velocidade, ou simplesmente o treinamento de campo em velocidades superiores a 60 km/h. O condutor sai dos Centros de Formação de Condutores, apto a prestar prova prática junto aos DETRANS, que sequer atestam sua competência/prática veicular em velocidades superiores a 40 km/h. Com a aprovação, nenhuma limitação é imbuída a este condutor. O veículo representa a liberdade, a possibilidade de desbravar novos horizontes, que na maioria das vezes somente é alcançado pelo ingresso em rodovias para atingir destinos mais longínquos. Ao Estado cabe o dever de cobrar, instruir, ensinar, educar os condutores a prática de todas as situações encontradas no decorrer do trânsito, em especial a condução em velocidades extremas ou limites que são exigidas em rodovias, que em

10 10 não o fazendo, é responsável pela sua omissão. Não exigir, não cobrar, também se caracteriza em responsabilidade. Ao trazer este tema a debate, tem-se em foco que o Estado modifique as normas para a concessão de licenças para dirigir, fazendo com que todo o condutor tenha obrigatoriamente treinar nos Centros de Formação de Condutores, a prática também em autoestradas, garantindo a todos o direito a um trânsito seguro, ou responda por sua omissão. O que se pretende é estabelecer a responsabilidade civil do Estado, nos acidentes de trânsito em rodovias pela omissão de não exigir de seus órgãos regulamentadores que redijam leis garantindo a todos o direito a um trânsito seguro. Modificando tal norma, fazendo que a prática em estrada torne-se obrigatória, cria-se condutores com habilidades únicas, que só então eram conhecidas no momento que estes adentrarem na malha viária de alta velocidade, pois, na atual situação, por puro desconhecimento, não estão aptos à condução nestas condições. A Carteira de Habilitação, provisória ou definitiva, não restringe o uso em determinados locais ou rodovias, a única diferença é que a habilitação provisória impede que seu condutor pratique infrações de ordem grave ou gravíssima, retardando sua graduação para definitiva. Ao identificar e demonstrar a responsabilidade civil do Estado pela omissão, sugerir que seja revista a proposta e o critério de concessão de licenças para dirigir, visando a diminuição dos acidentes e das mortes em rodovias, tornando seus condutores peritos em condução em rodovias, pugnando sempre pelo direito a um trânsito seguro, conforme determinação legal expressa. O estudo será desenvolvido aplicando dados de estatísticas governamentais, tais como o DNIT e DPRF, que comprovam o crescente número de mortes no decorrer dos anos, bem como a comparação com outros Códigos de Trânsitos de outros Países, onde o Estado tenha um papel mais atuante, menos omissivo na concessão de licenças para dirigir.

11 11 2 RODOVIAS BRASILEIRAS 2.1 A ATUAL FORMAÇÃO DE CONDUTORES Atualmente, com o preceito da legislação vigente, o condutor, cumprindo os requisitos exigidos pela legislação em vigor, está apto a dirigir por vias e rodovias de nosso país de dimensões continentais. A legislação vigente é inócua quanto à qualificação dos motoristas para utilizar seus veículos em qualquer situação. Para tornar-se condutor de veículos automotores, é necessário que o candidato cumpra alguns requisitos básicos para seu enquadramento nesta categoria, conforme determina o art. 140 CTB. Condições especiais são exigidas para a condução de caminhões categoria C, solicitando que o condutor deva estar habilitado a mais de 1 ano na categoria B e não ter cometido nenhuma falta grave ou gravíssima nos últimos 12 meses, ou ainda ser reincidente nas infrações médias por igual período. Na prática, somente o condutor com a licença para dirigir definitiva pode ser candidato para a categoria C. Aos habilitados no primeiro ano, com permissões para dirigir, não podem habilitar-se nesta categoria. Requisito maior, se exige aos condutores da categorias D e E, para condução de transporte coletivo, escolares, de emergência e de produtos perigosos, que deverão ser maiores de 21 anos, estar habilitado a mais de 2 anos na categoria B ou há 1 ano na categoria C, não ter cometido nenhuma falta grave ou gravíssima nos últimos 12 meses, ou ser reincidente nas infrações médias por igual período, além de realizar curso de treinamento de prática veicular em situações de risco. Para estas categorias, chamamos de motoristas profissionais e seus requisitos, estão dispostos nos art. 143 a 145 do CTB. Acredita-se que o legislador, nos casos de motoristas profissionais, quis reportar-se ao que aqui está sendo discutido, que o condutor já tivesse alguma experiência, mas não é o que na prática acontece. Condutores habilitados com 21 anos completos, podem conduzir veículos especiais, com maior capacidade de peso,

12 12 ocupantes e com reboques, não que isso necessariamente implique em conhecimento maior ou menor que pessoas com 18 anos. Novamente suscitamos que é de responsabilidade do Estado, omisso no quesito, em não cobrar uma maior qualificação do candidato a condutor, pelo descaso com a lei e ao próximo, que muitas vezes é vítima de motoristas desqualificados para a condução que necessite a utilização de velocidade em rodovias. Pergunto, qual Centro de Formação de Condutores qualifica seus candidatos a imprimirem velocidades acima de 100 km/h? Como exigir que o condutor aprovado, tenha conhecimento das condições veiculares imprimidas nestas circunstâncias, sem nenhuma qualificação? Dos centros de formação de condutores Atualmente, os Centros de Formação de Condutores (CFCs), são regidos pelo CTB e em especial pela resolução 074/98 que regulamenta o credenciamento dos serviços de formação e o processo de habilitação de condutores de veículos, emitida pelo CONTRAN. Aos CFCs, são incumbidas as normas para a prática e qualificação dos précondutores, para que estes se tornem aptos a realizar o exame prático que os habilita a condução de veículos automotores no Brasil. Normas estas que estabelecem rigorosamente, o que cada pré-condutor deve obedecer para ter sua formação condutiva aprovada. Em nenhum momento, nesta ou em outra resolução do CONTRAN, encontramos a obrigatoriedade das CFCs em prestar aos pré-condutores, exames em rodovias e estradas, somente em vias públicas, conforme disposto no art. 12 CTB Da comparação com códigos de trânsito em outros países Esta pesquisa, como já ilustrado anteriormente, tem por objetivo a diminuição das mortes e acidentes nas rodovias brasileiras, bem como a maior qualificação dos condutores nestas vias.

13 13 Em outros Países, muito próximos ao nosso, há uma diversidade legislativa, mas que muito mais rigorosa e atuante na coerção de infrações de trânsito e sempre presente no intuito de preparar cada vez mais seus condutores a respeitarem as regras de sinalização das estradas e rodovias. Nos EUA, as leis de tráfego são regulamentadas pelos estados e municipalidades através de seus respectivos códigos de trânsito. O Departamento de Transportes do governo federal tem algum controle sobre sinalização de vias e segurança veicular, e controle limitado sobre o sistema de rodovias interestaduais (o qual é realmente construído e mantido pelos estados). Todavia, todas as leis estaduais de trânsito e veículos têm elementos comuns. Estas incluem o requisito do seguro veicular obrigatório, regras de direito de passagem, a regra básica de velocidade (vá tão rápido quanto seja seguro nas circunstâncias, até o limite máximo de velocidade autorizado) e a exigência de parar após um acidente. A variação mais comum entre estados está no limite de velocidade máximo; por exemplo, estados rurais como Montana têm limites de velocidade tão altos quanto 75 mph (120 km/h), enquanto no Oregon tem um limite máximo de velocidade de 65 mph (104 km/h) e no este limite é de 60 mph (97 km/h). Acesso em 08 de out Em Portugal, a legislação de trânsito é regulamentada pelo Código da Estrada. Nesta Lei, que se equipara ao nosso CTB, estão previstas dentre outras normas, as específicas para os condutores de veículos automotores. Neste País, existem 2 tipos de documentos de habilitação, denominada Carta de Condução e outra denominada Licença de Condução. Estas duas categorias de habilitações ainda se subdividem em provisórias e definitivas. Os veículos conduzidos por condutores com habilitação provisória, devem obrigatoriamente portam um adesivo que os identifiquem. A Licença de Condução é a habilitação que confere aos condutores menores de 18 anos e maiores de 16 anos possam conduzir veículos das categorias A1(motociclos de cilindrada não superior a 125 cm3 e de potência máxima até 11 kw), B1 (triciclos e quadriciclos), bem como Tratores Agrícolas das categorias I (Motocultivadores com reboque ou retrotrem e tractocarros de peso bruto não superior a 2500 kg). Aos condutores de veículos em Portugal, ainda é disposto um prazo de 3 anos para que a licença de condução torne-se definitiva. É imperativo que neste período,

14 14 não haja instauração contra o respectivo titular, procedimento pela prática de crime ou contra-ordenação a que corresponda proibição ou inibição de conduzir. Caso haja a instauração de tal procedimento dentro dos 3 anos, o ordenamento de Trânsito Português denota que o caráter provisório perdure ate o trânsito em julgado da decisão ou se torne definitiva. Outra curiosidade, diversa de nosso ordenamento de trânsito, é que o ordenamento Português tem restrições a motoristas profissionais com mais de 65 anos de idade. Os veículos grandes com ou sem reboque de passageiros ou cargas, somente podem ser conduzidos por condutores com menos de 65 anos de idade. Artigo 127.º Restrições ao exercício da condução 1 - Só podem conduzir automóveis das categorias D e D+E, das subcategorias D1 e D1+E e ainda da categoria C+E cujo peso bruto exceda kg os condutores até aos 65 anos de idade. C + E - conjuntos de veículos compostos por veículo tractor da categoria C e reboque com peso bruto superior a 750 kg; D - automóveis pesados de passageiros, a que pode ser atrelado reboque de peso bruto até 750 kg; D + E - conjuntos de veículos compostos por veículo tractor da categoria D e reboque com peso bruto superior a 750 kg. D1 automóveis pesados de passageiros com lotação até 17 lugares sentados incluindo o do condutor, a que pode ser atrelado um reboque de peso bruto até 750 kg; D1+E conjuntos de veículos compostos por veículo tractor da subcategoria D1 e reboque com peso bruto superior a 750 kg, desde que, cumulativamente, o peso bruto do conjunto não exceda kg, o peso bruto do reboque não exceda a tara do veículo tractor e o reboque não seja utilizado para o transporte de pessoas. (CÓDIGO DA ESTRADA PORTUGUÊS Decreto Lei 114/94 de 05 de Maio). Nota-se no ordenamento de Trânsito Português, que a preocupação para o condutor em situações de condução especiais é rigorosa, com multas altas cobradas pelo seu descumprimento. Exigir que se cumpra um tempo de pedágio em categoria inferior, para depois estar preparado para dirigir em situações especiais, é o que o Código da Estrada Português espera, em que este condutor também se capacite, da forma que conseguir para dirigir veículos especiais. Para que ele dirija em estradas e auto estradas, não há nenhuma restrição no ordenamento jurídico Português que os proíba ou exija-se alguma condição especial. Assim como no Brasil, o condutor habilita-se e já pode conduzir seus veículos em

15 15 estradas e rodovias, sem qualquer qualificação para tanto, em dirigir acima de 60 km/h. Na Argentina, podem se tornar condutores as pessoas naturais de 16 anos (para ciclomotores), 17 anos, para os demais veículos, e ter no mínimo 21 anos para as classes C, D e E. Ao candidato a condutor na Argentina é exigido alguns requisitos, que dentre eles, a prática obrigatória em simulador de direção, condução em zona urbana ou circuito de baixo risco, condução em área urbana de trânsito médio, bem como teste de condução noturna. Vejamos o que se reporta a Lei Ley de Transito Argentino (grifo nosso): ARTICULO 11.-EDADES MINIMAS PARA CONDUCIR. Para conducir vehículos en la vía pública se deben tener cumplidas las siguientes edades, según el caso: a) Veintiún años para las clases de licencias C, D y E. b) Diecisiete años para las restantes clases; c) Dieciséis años para ciclomotores, en tanto no lleven pasajero; d) Doce años para circular por la calzada con rodados propulsados por su conductor; Las autoridades jurisdiccionales pueden establecer en razón de fundadas características locales, excepciones a las edades mínimas para conducir, las que sólo serán válidas con relación al tipo de vehículo y a las zonas o vías que determinen en el ámbito de su jurisdicción. ARTICULO 14.-REQUISITOS. a) La autoridad jurisdiccional expedidora debe requerir del solicitante: 1. Saber leer y para los conductores profesionales también escribir. 2. Una declaración jurada sobre el padecimiento de afecciones a las que se refiere expresamente la reglamentación. 3. Un examen médico psicofísico que comprenderá: Una constancia de aptitud física; de aptitud visual; de aptitud auditiva y de aptitud psíquica. 4. Un examen teórico de conocimientos sobre conducción, señalamiento y legislación, estadísticas sobre accidentes y modo de prevenirlos. 5. Un examen teórico práctico sobre conocimientos simples de mecánica y detección de fallas sobre elementos de seguridad del vehículo. Funciones del equipamiento e instrumental. 6. Un examen práctico de idoneidad conductiva que incluirá las siguientes fases: 6.1. Simulador de manejo conductivo Conducción en circuito de prueba o en área urbana de bajo riesgo Conducción en área urbana de tránsito medio Conducción nocturna. Las personas daltónicas, con visión monocular o sordas y demás discapacitados que puedan conducir con las adaptaciones pertinentes, de satisfacer los demás requisitos podrán obtener la licencia habilitante

16 16 específica; asimismo, para la obtención de la licencia profesional a conceder a minusválidos, se requerirá poseer la habilitación para conducir vehículos particulares con una antiguedad de dos años. b) La Nación, a través del organismo nacional competente, exigirá a los conductores de vehículos de transporte interjurisdiccional además de lo establecido en el inciso a) del presente ARTICULO, todo aquel requisito que sea inherente al servicio específico de que se trate. Antes de otorgar una licencia se debe requerir al Registro Nacional de Antecedentes del Tránsito, los informes correspondientes al solicitante. (LEY DE TRANSITO DA ARGENTINA Lei ). Não há na Argentina, uma exigência maior quanto a condução em estrada a velocidades superiores a que os condutores foram treinados, ou seja, acima de 60km/h, somente o conhecimento do condutor em situações adversas em 03 (três) ambientes diferentes, zona de baixo movimento, trafego médio e condução noturna Imperícia do condutor Para a prática de condução ao trânsito, a lei exige que as pessoas naturais estejam habilitados a conduzir os veículos que se propõem a conduzir, em especial a aprovação satisfatória no curso de formação de condutores realizados por centros específicos devidamente qualificados e credenciados pelo DETRAN. Os condutores são capacitados e treinados a imprimirem velocidades moderadas, típicas das cidades e centros urbanos, mas não em velocidades superiores a 60km/h, pode-se então dizer que TODOS OS CONDUTORES atualmente habilitados são IMPERITOS à conduzirem seus veículos a velocidades superiores a 60km/h. Imperícia é a incapacidade, a falta de habilidade específica para a realização de uma atividade técnica ou científica, não levando o agente em consideração o que sabe ou deveria saber. (WEKIPÉDIA, a enciclopédia livre), Disponível em: Acesso em 15 out A imperícia a atuação profissional sem o necessário conhecimento técnico ou científico, que desqualifica o resultado e conduz ao dano (STOCO 2011, p. 154).

17 17 Na obra de interpretação jurisprudencial do código penal, verificamos que imperícia consiste na falta de aptidão técnica, teórica ou prática, para o exercício de uma profissão (FRANCO, STOCO, 2001, p. 319). No dicionário, IMPERÍCIA significa: Falta de habilidade, experiência ou destreza; incompetência. (LAROUSSE, Ática 2004, p. 530) Falta de perícia. Incapacidade. Incompetência. Inexperiência. Inaptidão. (UNIVERSAL, Texto 2008, p. 887) Falta de perícia, de prática, de competência ou conhecimento [...] inexperiência no desempenho de uma função, inabilidade; incapacidade técnica para o exercício de uma certa atividade, função, profissão ou arte (DICIONÁRIO JURÍDICO, Saraiva 1998, p. 773) Imperito: 1. Não perito; inábil. 2. Que não tem experiência; inexperiente. 3. Que não sabe; ignorante: imperito de coisas e letras. 4. Que é imperfeito no que faz (NOVO DICIONÁRIO AURÉLIO DA LINGUA PORTUGUESA, Nova Fronteira 1986, p. 922) Muitos são os adjetivos impostos ao imperito ou a imperícia, mas em todos os doutrinadores há um consenso de que um imperito é o detentor de inexperiência ou a falta de prática Ações do estado para aperfeiçoamento dos condutores Resolução CONTRAN 444/2013 Em recente resolução aprovada pelo CONTRAN, que entrou em vigor no dia 25/06/2013, os Centros de Formação de Condutores tem até o dia 31/12/2013 para ajustarem suas condutas de preparação no SIMULADOR DE DIREIÇÃO, para que seja exigida um maior conhecimento de seus alunos. Esta resolução 444/2013, vem criteriosamente, aumentar o rol de situações específicas de risco a ser criado para o condutor, em SIMULADOR DE DIREÇÃO, deixando bem claro no seu preâmbulo a preocupação com a garantia de assegurar um trânsito seguro.

18 18 [...]nos termos do art. 1º, 2º, do CTB, o trânsito, em condições seguras, é um direito de todos e dever dos órgãos e entidades componentes do Sistema Nacional de Trânsito, cabendo a estes, no âmbito de suas respectivas competências, adotar as medidas destinadas a assegurar esse direito (RESOLUÇÃO CONTRAN nº 444/2013), Disponível em: Acesso em 15 out Com esta recente alteração na emissão de novas habilitações, já se percebe uma mudança racional do Estado em garantir um trânsito seguro, sabendo ele que é um direito de todos, e por sua omissão, poderá ser responsabilizado civilmente. Esta resolução, é mais um avanço na direção da segurança no trânsito que todos temos direito e o Estado tem o dever de nos proporcionar, mas que somente estará completa quando esta educação for atuante, em todas as situações que o Estado regulamenta o condutor a dirigir, pois se limita a velocidade de suas estradas a 110 km/h, deve instruir seus condutores a trafegar seguramente por elas. A velocidade da via imposta pelo Estado, AUTORIZA o condutor a dirigir nesta velocidade, querendo dizer pode dirigir a 110km/h que EU (Estado) atesto que você está capacitado para isso sem ao menos exigir que esta velocidade seja imprimida pelo condutor em formação nos Centros de Formação de Condutores Tentativas de dificultar o ingresso de novos condutores em rodovias. Acreditando que o tema de nosso estudo não é uma preocupação inovadora, os representantes do congresso nacional em 2008, encabeçados pelo Senador Aloisio Mercadante (PT-SP) sugeriu proposta perante a CCJ para impedir que motoristas com menos de 1 ano, que ainda portem permissão para dirigir, ingressassem em rodovias e estradas conforme segue notícia da época: CCJ proíbe novos motoristas de dirigir em estrada por 1 ano 03 de dezembro de h33 atualizado às 21h13 A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou, em decisão terminativa, uma proposta do senador Aloizio Mercadante (PT-SP), que proíbe motoristas com menos de um ano de habilitação, que ainda portam uma permissão para dirigir, de trafegar em rodovias e estradas. O texto segue para a Câmara dos Deputados. As informações são da Agência Senado.

19 19 CCJ+motorista+com+permissao+nao+pode+dirigir+em+estrada.html. Acesso em 12 set Dias depois, o Relator da Matéria, o Senador Eduardo Suplicy (PT-SP), também se manifestou no projeto do correligionário, que segundo a dados do Denatran, que relacionam um número de acidentes a permissionados em rodovias federais como vemos na íntegra, matéria da época: Motoristas com menos de um ano de habilitação poderão ser proibidos de dirigir em rodovias Publicado por Senado (extraído pelo JusBrasil) - 4 anos atrás [...]O relator da matéria, senador Eduardo Suplicy (PT-SP), ao apresentar parecer favorável, divulgou estatísticas elaboradas a partir de dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), as quais relacionam o número de acidentes em rodovias federais com o de motoristas "permissionados" - aqueles com menos de um ano de habilitação. Suplicy salientou que, com essas estatísticas, "observa-se claramente que a condição de permissionado está associada a um nível proporcionalmente muito maior de acidentes com vítimas em rodovias federais, o que corrobora quantitativamente a hipótese que motivou o projeto". Acesso em 12 set Em 2009, com as modificações trazidas pelo Código de Trânsito Brasileiro, a mídia nacional informava, dentre outras situações, que o projeto impetrado na CCJ em 2008, que restringia o uso da Permissão para Dirigir em rodovias e estradas, não fora aprovado, permanecendo irrestrito o uso da permissão em todo o território nacional. Vejamos noticia da época: Trafegar com a Permissão Para Dirigir (PPD) em rodovias é permitido Processo de Primeira Habilitação. [...] Por enquanto, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) não restringe a PPD. O condutor pode dirigir como se fosse a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), até mesmo em rodovias. A confusão foi feita porque na mesma época das mudanças da Res.285/08, foi divulgado um Projeto de Lei que previa a proibição de se transitar com a PPD em rodovias, exceto em perímetro urbano, e também aumentava o prazo da Permissão para dois anos. Vale ressaltar que este Projeto foi arquivado e por isso não está em vigor., conclui Sizilo.

20 20 permissao-para-dirigir-ppd-em-rodovias-e-permitido. Acesso em 12 set Demonstrado através das atitudes dos Senadores em proibir o ingresso de condutores sem experiência à trafegar em rodovias e estradas, tentou-se trazer uma pseudo capacidade ao condutor, que ao completar 1 ano de permissão, conceder-se-ia a licença definitiva para conduzir veículos, mas isso ainda não resulta em uma aptidão irretratável do condutor, mas somente, que ele foi aprovado em exame para conduzir veículos a mais de 1 ano. É muito comum, os condutores, principalmente jovens, tirarem suas permissões e no decorrer deste primeiro ano, utilizarem o veículo de parentes e em raras ocasiões. Dizer que o novo condutor, é proprietário de veículo automotor e utiliza-o diariamente a fim de obter a prática necessária a boa condução em rodovias, é uma utopia. Esta proposta impetrada pelo Senador Aloisio Mercadante embora salutar, não resolve os problemas de acidentes nas rodovias brasileiras, mas sim, impede que eles entrem no 1º ano de habilitação. Isso não quer dizer que ele estaria treinado a conduzir o veículo que foi habilitado a velocidades superiores a 60 km/h, velocidade máxima aprovada para o perímetro urbano, ou seja, continuaria um IMPERITO, mas agora com mais de um ano de habilitação. 2.2 A INEFICIÊNCIA DO ATUAL SISTEMA DE PREPARAÇÃO DE CONDUTORES Acidentes nas rodovias Acidentes nas rodovias brasileiras Por sua vasta malha rodoviária, o Brasil tem seu número de condutores aumentando a cada ano, principalmente pelo aumento das distâncias entre a moradia/trabalho, de trabalhadores que moram em regiões metropolitanas dos grandes

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