Protocolos Gerenciados na Assistência. Ana Vasconcelos. Enfermeira Coordenadora do Programa Integrado de Cirurgia Hospital Israelita Albert Einstein

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1 Ana Vasconcelos Enfermeira Coordenadora do Programa Integrado de Cirurgia Hospital Israelita Albert Einstein Graduação em Enfermagem Centro Universitário São Camilo Pós Graduação em Administração Hospitalar - Centro Universitário São Camilo MBA Executivo em Gestão de Saúde - Insper

2 Processo Saúde - Doença O processo saúde-doença é uma expressão usada para fazer referência a todas as variáveis que envolvem a saúde, doença e os fatores sócio econômicos de um indivíduo ou população, considerando que ambas estão interligadas e são consequência dos mesmos fatores.

3 Processo Saúde - Doença Nível Primário Nível Secundário Nível Terciário Indivíduos sem problemas de saúde Manutenção e promoção da saúde Indivíduos com problemas de saúde (risco de complicações ou piora da condição clínica) Assistência hospitalar Indivíduos com incapacidades de curta ou longa duração Prevenção das incapacidades ou redução do desempenho das funções Faulkner,L. Disease Management: The new tool for cost containment and quality care. NGA Center for Best Practices, February, 2003

4 Gerenciamento de Doenças Disease Management Tem como objetivo coordenar recursos através do sistema de prestação de cuidados. A Associação Americana de Gestão da Doença (Disease Management Association of America) define a gestão da doença, como: Um sistema de intervenções e de comunicações coordenadas de cuidados de saúde para populações, com condições nas quais os esforços de auto cuidados são significativos.

5 Gerenciamento de Doenças Disease Management É uma atenção gerenciada e refere-se a processos e pessoas proporcionando a melhoria ou manutenção da saúde. Tem uma preocupação especial com doenças crônicas e/ou doenças que tem potencial de complicações futuras. Preocupa-se também com o uso de recursos adequados para que possam ser trabalhados de forma eficiente.

6 Gerenciamento de Doenças Disease Management Uma premissa importante do gerenciamento de doenças é que possa proporcionar a participação da equipe multiprofissional. Aplica-se especialmente a doenças crônicas ou de alta prevalência com evolução prolongada, em que há grande variação na atuação dos profissionais e má coordenação de cuidados e/ou pouca qualidade dos mesmos. Adaptado de BMJ 1997; 315:50-53

7 Gerenciamento de Doenças Disease Management Baseia-se em dois aspectos essenciais: Praticar a gestão da doença de uma forma estruturada. Enfatiza a ideia de um "sistema coordenado de cuidados". Adaptado Todd WE

8 Gerenciamento de Doenças Disease Management O objetivo é a qualidade e os custos globais com a integração de todos os recursos necessários. Estimula que os pacientes participem ativamente do seu cuidados através da educação em saúde. Estabelece um padrão mínimo de cuidados para a concepção e implementação de um programa de gestão adequado.

9 Gerenciamento de Doenças Disease Management Deve ter como alvo populações com doenças específicas, de custos elevados, e onde exista uma lacuna importante entre a implementação de guidelines e o cuidado prestado. Deve envolver a implementação de intervenções que melhorem o estado funcional, a condição clínica, a qualidade de vida e controle dos resultados econômicos.

10 Gerenciamento de Doenças A seleção da doença que será gerenciada envolve a consideração dos seguintes critérios: Disease Management Existência de guidelines de tratamento baseados em evidência; Presença de problemas genericamente reconhecidos no tratamento; Variabilidade na prática assistencial; Bernard S et al, 1997; Terry K, 1997 / (Coons SJ, 1996; Lewis A, 1997 / Coons SJ, 1996; Rossiter LF, 2000

11 Gerenciamento de Doenças Disease Management Grande número de pacientes com a doença cuja terapêutica pode ser melhorada; Eventos agudos previníveis (visitas aos serviços de urgência ou reinternação); Resultados mensuráveis que podem ser definidos de forma padronizada e objetiva (diminuição do número de visitas ao serviço de urgência e do número de internações); Potencial para a redução de custos hospitalares.

12 Gerenciamento de Doenças Disease Management Deve ser: Sistêmico e englobar a totalidade do processo da doença. Ter foco em ações de prevenção, promoção e manutenção da saúde. Gerenciar ações multiprofissionais.

13 Gerenciamento de Doenças Disease Management Para um programa eficiente é importante que algumas etapas sejam seguidas: Selecionar a doença que será gerenciada ( IAM, ICC, AVC, DM, CA, entre outras); Incluir processos integrados da assistência; Possibilitar integração multiprofissional;

14 Gerenciamento de Doenças Foco na doença e na identificação dos pacientes acometidos Estratificação do risco de acordo com a gravidade da doença Apoio à decisão na assistência e implementação dos protocolos de conduta Gerenciamento das informações Monitoramento dos casos Avaliação dos resultados do processo Apresentação dos resultados para as equipes de gestão e assistencial Propor melhorias junto a gestão Disease Management

15 Gerenciamento de Casos Case Management Consiste na definição de uma equipe multiprofissional (em algumas organizações pode ser um único profissional) que se responsabiliza pela atenção do paciente durante todo o processo clínico. Tem a função de coordenar a atenção à saúde, determinar o nível de cuidado adequado e verificar o cumprimento do plano de tratamento do paciente. Hoje em dia é comum nas instituições e inclui a supervisão da assistência do paciente ao longo de diferentes etapas de cuidado.

16 Gerenciamento de Casos Case Management É um sistema de integração que geralmente atua de forma matricial. É de difícil implementação nos serviços de saúde pelas necessidades de sistemas de informações e comunicação multiprofissional. O foco está na doença ou continuado. no episódio de incapacidade e o cuidado É um sistema multiprofissional, onde o fundamental. planejamento da assistência é

17 Gerenciamento de Casos Case Management Diagnostica, planeja, implementa, coordena, monitora e avalia opções e serviços. Deve ser baseado nas necessidades dos pacientes, por meio da utilização de recursos disponíveis e da comunicação para promover resultados custo/efetivos e de qualidade. Mendes EV. A reengenharia do sistema de serviços de saúde no nível local: a gestão da atenção à saúde. In: Mendes EV. A organização da saúde no nível local. São Paulo (SP): HUCITEC; p Mendes EV. Os grandes dilemas do SUS. Salvador (BA): Casa da Qualidade; 2001.

18 Gerenciamento de Casos Case Management Os objetivos estão relacionados a coordenação do cuidado e serviços de saúde para os pacientes e familiares tais como: Qualidade do cuidado; Tempo médio de permanência; Utilização adequada dos recursos; Controle de custo.

19 Gerenciamento de Casos Case Management Possui dois propósitos essenciais e que pode causar conflitos: Melhora da qualidade do cuidado; Controle de custos dos cuidados. Powel SK. Nursing Case Management. Philadelphia: Lippincott; 1996 May CA, Schraeder C, Britt T. Managed care & case management: roles for professional nursing. Washington:American Nurses Publishing; More PK, Mandell S. Nursing case management: an evolving practice. Philadelphia: McGraw-Hill; 1997.

20 Para um programa eficiente é importante que algumas etapas sejam seguidas: Gerenciamento do caso; Gerenciamento de Casos Case Management Restrito ao acompanhamento caso a caso; Centrado em uma fase do processo assistencial; Gerenciamento dos pacientes de alto risco e alto custo; Otimizar tratamento Reduzir custos desnecessários

21 Foco no caso na avaliação dos pacientes com doenças específicas Levantamento dos problemas de acordo com a gravidade da doença Apoio à tomada de decisão na assistência e implementação dos protocolos de conduta Aplicar protocolos específicos para cada doença Tratamento integrado entre a equipe multiprofissional Monitorar adesão do paciente ao tratamento Monitorar adesão da equipe multiprofissional ao protocolo Definir os indicadores que serão monitorados (coletar/analisar/divulgar) Treinamento das equipes Gerenciamento de Casos Case Management

22 Passos para a Implantação de um Programa de Gerenciamento de Doenças e Casos Passo 1: Selecionar a doença que será gerenciada. Passo 2: Desenvolver ou adaptar um guideline de tratamento. Passo 3: Escolher um pequeno número de indicadores para ser mensurado. Passo 4: Adequar o guideline para obter os resultados esperados Passo 5: Implementar a estratégia de intervenção. Passo 6: Controle de qualidade contínuo.

23 Objetivos do Gerenciamento de Doenças e Casos (GDC) Melhorar a qualidade da assistência prestada e evolução dos pacientes Prevenir complicações de doenças específicas Gerenciamento de doenças e casos Eliminar ou minimizar assistências não-efetivas e variabilidade da prática clínica Promover avaliação contínua, melhorar os resultados das intervenções e eliminar custos desnecessários

24

25 O que é um protocolo assistencial? Como se faz um protocolo assistencial? Porque e para que serve um protocolo assistencial? Quem gerencia um protocolo assistencial?

26 Definições Importantes Guidelines = Diretrizes São normas, orientações e recomendações desenvolvidas de forma sistemática, que auxiliam os profissionais e os pacientes a decidir sobre quais os cuidados em saúde são mais apropriados, em circunstâncias clínicas específicas. Institute of Medicine. 1990

27 Definições Importantes Protocolos Assistenciais Construído baseado nas melhores recomendações e deve estar de acordo com a necessidade da instituição, é a melhor tradução do guidelines/ diretriz e deve ser diferente para cada instituição. O principal objetivo do protocolo é garantir a melhor prática clínica e garantir a utilização dos recursos de forma eficiente.

28 Definições Importantes Normalizam o padrão de atendimento à determinada patologia ou condição, identificando as ações de prevenção, diagnóstico e tratamento. Discrimina minuciosamente as atividades e atribuições dos profissionais. Respalda, e oferece uma assistência segura aos profissionais e ao paciente.

29 Para um protocolo assistencial é fundamental planejamento com todos os profissionais envolvidos na assistência ao paciente.

30 Estrutura para Construção de um Protocolo Gerenciado Definir o tema ( doença que será gerenciada). Relatar as evidências e suas fontes bibliográficas pesquisadas na literatura (levantamento de diretrizes nacionais e internacionais como subsidio teórico). Definição de um TIME multiprofissional para estudar o assunto e escrever o protocolo. Iniciar o desenho do protocolo. Objetivo e público alvo.

31 Estrutura para Construção de um Protocolo Gerenciado Critérios de inclusão e exclusão. Introdução. Recomendações. Fluxos. Impressos que serão utilizados. Ficha de coleta de dados. Gerenciamento. Indicadores.

32 Etapas de Implantação de um Protocolo Gerenciado Confecção do conteúdo teórico para publicação institucional. Confecção dos impressos que serão utilizados pelas áreas assistênciais. Confecção da ficha de coleta de dados do gerenciador do protocolo. Confecção de um banco de dados para que as informações do gerenciamento sejam inseridas.

33 Etapas de Implantação de um Protocolo Gerenciado Treinamento da equipe assistencial envolvida na condução do protocolo. Início da coleta de dados concomitante com o início do protocolo. Divulgação periódica dos resultados a todos os envolvidos

34 Seleção e Acompanhamento de Indicadores Indicadores de qualidade Medidas utilizadas para avaliar o processo e o resultado da assistência prestada Permite comparações (benchmarking) Indicadores de processo Medem a qualidade da assistência prestada (foram seguidas as recomendações do protocolo) Ex: uso de ácido acetilsalicílico na admissão do paciente com IAM

35 Seleção e Acompanhamento de Indicadores Indicadores de resultado (outcomes/ desfecho clínico) Medem as mudanças, desejáveis ou não, que possam ser atribuídas à assistência prestada - Ex: taxa de mortalidade por IAM / taxa de readmissão Ferramentas adicionais Relatórios periódicos com informações globais, individuais e comparativas

36 Barreiras na Implementação na Prática Hospitalar Protocolos assistenciais Falta de participação dos profissionais na elaboração do protocolo. Formato pouco amigável. Recomendações baseadas em nível de evidência insuficiente. Relacionadas ao médico Ausência de conhecimento da existência do protocolo. Não estar familiarizado com o protocolo e na abordagem multiprofissional. Não concordar com as recomendações. Inércia / resistência a mudança.

37 Barreiras na Implementação na Prática Hospitalar Relacionadas a equipe multiprofissional Ausência de conhecimento da existência do protocolo. Não estar familiarizado com o protocolo. Falta de um plano claro do papel de cada profissional no protocolo. Relacionadas aos pacientes Falta de conhecimento. Preferências e crenças.

38 Barreiras na Implementação na Prática Hospitalar Relacionadas ao hospital Falta de sistemas de informação. Necessidades de mudanças operacionais nos setores. Alocação de recursos.

39 Benefícios Mudança no comportamento dos profissionais Educação permanente Protocolo Assistencial Mudança no comportamento dos usuários Educação em saúde Melhoria gerencial Instrumento gerencial Adaptado Mendes

40 Gerenciador de Casos (Case Management / Analista de Práticas Assistenciais/Gerenciador de Casos/ Enfermeiro Navegador) Atua de forma proativa e colaborativa junto ao paciente, família, equipe médica e multiprofissional para garantir a qualidade da assistência prestada de acordo com os padrões de qualidade estabelecidos. Papel do Gerenciador de Casos / Case Management / Analista de Práticas Assistenciais :

41 Gerenciador de Casos (Case Management / Analista de Práticas Assistenciais/Gerenciador de Casos/ Enfermeiro Navegador) Rastreamento dos pacientes na instituição; Acompanhamento da evolução dos pacientes; Participação no planejamento da assistência / orientações de cuidado/orientações para alta; Implementação de ações de melhoria no processo; Coordenação do programa de gerenciamento; Coleta de indicadores; Avaliação dos resultados; Propor ações de melhoria.

42 Modelos de

43 Protocolo para Profilaxia de Tromboembolismo Venoso Documento Institucional Rotina do enfermeiro analista de práticas assistências no gerenciamento do protocolo de TEV Rastreamento através da planilha de internação (para pacientes clínicos, 48h e cirúrgicos, pós operatório imediato). Desloca-se até as unidades de internação para coletar as informações do protocolo e verificar se o impresso está preenchido de forma adequada e se a profilaxia está prescrita. Comunica o enfermeiro que presta assistência ao paciente os casos de não adesão a profilaxia e/ou profilaxia inadequada.

44 Protocolo para Profilaxia de Tromboembolismo Venoso Encaminha diariamente para o farmacêutico um com os casos de não adesão, para que seja realizado contato com o médico para orientá-lo quanto à prescrição da profilaxia ou justificativa da conduta escolhida. Recebe por do farmacêutico do protocolo o status de todos os contatos realizados. Inseri no banco de dados o status de todos os contatos realizados pelo farmacêutico. As informações clínicas que são coletadas, são inseridas neste mesmo banco de dados. Realiza reavaliação dos pacientes com permanência superior a 7 dias.

45 Protocolo para Profilaxia de Tromboembolismo Venoso Acompanhamento/mensuração do indicador São gerenciadas 07 unidades da CMC que foram elegidas ao gerenciamento devido diagnóstico inicial por apresentarem baixa adesão a profilaxia de TEV. A cada 03 meses serão realizados auditorias em 100% dos pacientes internados com idade 18 anos e TMP superior a 24 h para que seja possível avaliar a adesão a profilaxia na instituição como um todo. Os resultados são apresentados trimestralmente a todas as unidades de internação para que ações de melhoria sejam desenvolvidas. Indicador de avaliação da prática médica.

46 Indicador de Adesão a Profilaxia de Tromboembolismo Venoso

47 Protocolo Acidente Vascular Cerebral Rotina do enfermeiro analista de práticas assistências no gerenciamento do protocolo de AVC Documento Institucional

48 Protocolo Acidente Vascular Cerebral Indicadores mensurados Tempo porta-imagem. Tempo porta-agulha. Avaliação para tratamento trombolítico. Taxa de trombólise. Profilaxia TEV. Antitrombótico nas primeiras 48 horas de internação. Anticoagulantes para pacientes com fibrilação atrial. Estatinas na alta hospitalar. Educação sobre AVC.

49 Protocolo Acidente Vascular Cerebral Aconselhamento para cessação do tabagismo. Avaliação da disfagia em jejum. Plano de reabilitação Taxa de mortalidade. Tempo de permanência. Indicadores de desfecho clínico ( 30,90,180 dias e 1 ano)

50 Protocolo Acidente Vascular Cerebral

51 Protocolo de hiperglicemia hospitalar, hipoglicemia e monitorização de pacientes com diabetes e alterações da glicemia Documento Institucional Rotina do enfermeiro do programa diabetes Rastrear os pacientes com alteração de glicemia e informar o enfermeiro de referência em diabetes através de relatórios. Avaliar todos os episódios de hipoglicemia/hiperglicemia, propondo condutas que evitem a recorrência (todo paciente maior de 18 anos ao internar na instituição realiza controle de glicemia capilar, nós contamos com uma tecnologia no aparelho de glicemia onde todos estes dados são transmitidos e se comunicam com nosso prontuário eletrônico, desta forma é gerado um relatório destes valores de glicemia e saber quem são os pacientes que apresentaram hipo ou hiperglicemia). Avaliar junto ao enfermeiro de referência em diabetes a necessidade de ajustes no plano de cuidados dos pacientes com alterações de glicemia.

52 Protocolo de hiperglicemia hospitalar, hipoglicemia e monitorização de pacientes com diabetes e alterações da glicemia Esclarece duvidas e necessidades da equipe de enfermagem e dos profissionais de referência em educação em diabetes. Atende demandas de educação dos pacientes com maior complexidade. Emite relatórios semanais de controle de glicemia. Realiza reuniões quinzenais para apresentação dos indicadores e ações de melhoria.

53 Protocolo de hiperglicemia hospitalar, hipoglicemia e monitorização de pacientes com diabetes e alterações da glicemia Indicadores mensurados Taxa de Glicemia < 40 mg/dl. Taxa de Glicemia mg/dl. Taxa de Glicemia >250 mg/dl. Taxa de Glicemia < 60 mg/dl (meta institucional).

54 Protocolo de hiperglicemia hospitalar, hipoglicemia e monitorização de pacientes com diabetes e alterações da glicemia

55 Protocolo Infarto Agudo do Miocárdio Fluxo de acionamento do código IAM com SUPRA

56 Protocolo Infarto Agudo do Miocárdio Rotina do enfermeiro analista de práticas assistências no gerenciamento do protocolo de IAM

57 Protocolo Infarto Agudo do Miocárdio Acompanhamento/mensuração do indicador AAS na admissão (%). AAS na alta (%). Betabloqueador na alta (%). IECA/BRA na alta (%). Estatina na alta (%). Orientação para cessação do tabagismo. Tempo porta ECG ( mediana minutos). Tempo porta agulha ( mediana minutos).

58 Protocolo Infarto Agudo do Miocárdio Tempo porta agulha ( mediana minutos). Tempo porta balão ( mediana minutos). Tempo médio de permanência. Mortalidade intrahospitalar em 30 dias. Reinternação em 30 dias.

59 Protocolo Infarto Agudo do Miocárdio

60 Protocolo Insuficiência Cardíaca Congestiva Documento Institucional Rotina do enfermeiro analista de práticas assistências no gerenciamento do protocolo de IAM

61 Protocolo Insuficiência Cardíaca Congestiva Acompanhamento/mensuração do indicador IECA/BRA na alta (%). Instruções de alta. Registro de disfunção ventricular. Média do tempo de permanência. Mortalidade intrahospitalar em 30 dias. Reinternação em 30 dias.

62 Protocolo Insuficiência Cardíaca Congestiva

63 Protocolo Artroplastia de Quadril e Joelho Documento Institucional Rotina do enfermeiro analista de práticas assistências no gerenciamento do protocolo de ATQ E ATJ Verifica semanalmente através do mapa cirúrgico e identifica todos os pacientes que serão submetidos aos procedimentos de ATQ e ATJ. Envia para o Home Care de todos os casos para que seja agendada a visita pré operatória (residentes em SP em área de abrangência específica). Aplicado um questionário de desfecho clínico no pré operatório ( Home Care, e/ou analista de práticas). Acompanhamento dos casos durante a internação dos pacientes com visita diária as unidades de internação.

64 Protocolo Artroplastia de Quadril e Joelho Quando o paciente recebe alta hospitalar entre o 3º (2 visitas) ou 4º (1 visita) dia de pós operatório, o paciente recebe acompanhamento residencial pelo Home Care. Aplicação de questionário de desfecho pós operatório ( até 02 anos).

65 Protocolo Artroplastia de Quadril e Joelho Acompanhamento/mensuração do indicador Adesão ao ATB correto ( 60 minutos antes da incisão cirúrgica e suspensão em 24 horas). Adesão a profilaxia adequada de TEV. Taxa de infecção de sítio cirúrgico em cirurgia limpa ( ATQ e ATJ). Taxa de mortalidade ( intra-operatória e até 30 dias). Taxa de realização de radiografia pós operatória. Tempo médio de permanência.

66 Protocolo Artroplastia de Quadril e Joelho

67 OBRIGADA!

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