Seminário Internacional de Direito do Trabalho

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1 Série IDP Eventos II Harmonização das Relações de Trabalho Seminário Internacional de Direito do Trabalho ORGANIZADORES Gilmar Ferreira Mendes e Paulo Gustavo Gonet Branco AUTORES Antonio Umberto de Souza Júnior, Cláudio Mascarenhas Brandão, Douglas Alencar Rodrigues, Gilmar Ferreira Mendes, Guilherme Caputo Bastos, Guilherme Machado Dray, Ives Gandra Martins Filho, Joaquín Pérez Rey, Luciano Fuck, Márcio Eurico Vitral Amaro, Maria Cristina Irigoyen Peduzzi, Maurício de Figueiredo Corrêa da Veiga, Maurício Rands, Noêmia Aparecida Porto, Paulo Gustavo Gonet Branco, Renato de Lacerda Paiva, Walmir Oliveira da Costa IDP Brasília 2016

2 Seminário Internacional de Direito do Trabalho: Harmonização das Relações de Trabalho (2. : 2015: Brasília, DF). II Seminário Internacional de Direito do Trabalho: Harmonização das Relações de Trabalho / Organizadores Gilmar Ferreira Mendes e Paulo Gustavo Gonet Branco. Brasília: IDP, XXXp. (Série IDP Eventos) ISBN: XXXXXXXXXXXXXXXXXXX DOI: XXXXXXXXXXXXXXXXXXX 1. Direito do Trabalho. 2. Direito dos Trabalhadores. 3. Enquadramento Sindical. 4. Autonomia Negocial Coletiva. I. Título. II. Gilmar Ferreira Mendes. III. Paulo Gustavo Gonet Branco. CDDir 341.2

3 II Seminário Internacional de Direito do Trabalho Nota dos Editores Esta publicação decorre do II Seminário Internacional de Direito do Trabalho, realizado pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), pela Escola de Direito de Brasília (EDB/IDP) e pelo Mestrado Acadêmico em Direito Constitucional, nos dias 28 e 29 de setembro de 2015, no auditório do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP) em Brasília/DF. Os textos aqui compilados são derivados das palestras proferidas no evento ou a partir de suas degravações, ressalvadas as devidas adaptações da linguagem formal escrita. Neste último caso, foi escolha dos editores a preservação do conteúdo dos discursos dos participantes, sendo extintos os traços de oralidade e de informalidade, não pertencentes à língua padrão escrita. 3

4 sumário 6 Prefácio Gilmar Ferreira Mendes 10 Apresentação Paulo Gustavo Gonet Branco 12 Capítulo 1 Os Novos Modelos de Contratação 13 Ives Gandra Martins Filho 22 Cláudio Mascarenhas Brandão 33 Maurício Rands 40 Capítulo 2 Danos Morais nas Relações de Trabalho 41 Maria Cristina Irigoyen Peduzzi 47 Walmir Oliveira da Costa 55 Capítulo 3 Marcos Regulatórios para a Terceirização no Brasil e no Mundo 56 Guilherme Machado Dray 65 Joaquín Pérez Rey 73 Capítulo 4 Duração do Trabalho 74 Douglas Alencar Rodrigues 84 Noêmia Aparecida Porto 4

5 II Seminário Internacional de Direito do Trabalho 92 Capítulo 5 A Extinção do Contrato de Trabalho 93 Antonio Umberto de Souza Júnior 100 Márcio Eurico Vitral Amaro 107 Capítulo 6 Enquadramento Sindical 108 Guilherme Caputo Bastos 132 Maurício de Figueiredo Corrêa da Veiga 140 Capítulo 7 Limites da Autonomia Negocial Coletiva 141 Luciano Fuck 144 Renato de Lacerda Paiva 151 Gilmar Ferreira Mendes 5

6 Gilmar Ferreira Mendes prefácio Gilmar Ferreira Mendes* * Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE); Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e docente permanente da Escola de Direito de Brasília do Instituto Brasiliense de Direito Público (EDB/IDP). 6

7 II Seminário Internacional de Direito do Trabalho Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Phasellus molestie quam a euismod varius. Nullam mollis odio ante, dapibus cursus metus aliquam id. Sed fringilla, dolor sit amet convallis rutrum, sem tellus aliquam justo, quis tincidunt metus libero at urna. Quisque ut semper enim. Donec nec porta sapien. Maecenas vulputate quam ac dapibus vulputate. Suspendisse maximus enim lectus. In bibendum lectus id urna auctor, sed lobortis ipsum pulvinar. Pellentesque ac eros in dolor pulvinar scelerisque. Vivamus elementum metus in lacus porta, id bibendum risus egestas. Duis quis congue lectus. Proin volutpat odio nec efficitur bibendum. Aenean id velit nulla. Quisque dapibus turpis nec tellus tempor, at tincidunt purus pretium. Cras fringilla enim ipsum, vitae vehicula felis vestibulum eu. Praesent in odio id ante porttitor elementum. Nunc semper nisi sed elementum ornare. Nulla facilisi. Nunc sit amet eros nulla. Integer sollicitudin aliquam interdum. Nulla ullamcorper felis nisl, quis efficitur nulla vulputate sit amet. Morbi vel mauris ipsum. Cras pretium ultricies ultricies. Phasellus sit amet est sagittis, blandit ante sit amet, sollicitudin nisl. 7

8 Gilmar Ferreira Mendes 8

9 II Seminário Internacional de Direito do Trabalho 9

10 Paulo Gustavo Gonet Branco apresentação Paulo Gustavo Gonet Branco* *Doutor em Direito, Estado e Constituição pela Universidade de Brasília; Sub-procurador Geral da República e Coordenador do Mestrado Acadêmico da EDB/IDP. 10

11 II Seminário Internacional de Direito do Trabalho O II Seminário Internacional de Direito do Trabalho, realizado pelo Instituto Brasiliense de Direito Público IDP entre os dias 28 e 29 de setembro de 2015, reuniu juristas empenhados no estudo dos desafios contemporâneos desse ramo da nossa ciência. Juízes e integrantes dos últimos estratos do Judiciário, membros do Congresso Nacional, advogados militantes e delegados de organizações sociais tiveram a oportunidade de expor como encaram os mais recentes desafios a serem enfrentados no âmbito das relações laborais, apresentando as suas perspectivas. Esta obra compila as mensagens compartilhadas oralmente e está à disposição, gratuitamente, dos interessados em se atualizar e em se municiar para a mais consistente participação nos debates abertos pelo momento social. Nas próximas páginas, o leitor encontrará dissertações sobre temas correspondentes a palestras proferidas, que se desenvolveram a partir de títulos como Os Novos Modelos de Contratação: Relações Colaborativas, Autônomo e Economicamente Dependente; Share Job ; Teletrabalho; Pejotização e EIRELIS; Danos Morais nas Relações de Trabalho; Marcos Regulatórios para a Terceirização no Brasil e no Mundo; Duração do Trabalho; A Extinção do Contrato de Trabalho; Dispensa em Massa; Dispensa Discriminatória; e Limites da Autonomia Negocial Coletiva. O derradeiro texto corresponde ao que foi debatido no painel O Direito do Trabalho na Visão do Supremo Tribunal Federal STF. A obra reflete o compromisso do IDP e, particularmente do seu mestrado acadêmico, com a pesquisa jurídica e se soma a outras tantas iniciativas da Casa de estimular discussões sobre temas de relevância contemporânea, de forma aberta e inclusiva de todas as correntes do pensamento jurídico. A leitura dos textos, revelando a troca de experiências ocorrida no evento, transparece a vocação consolidada do IDP de servir de espaço propício à produção consistente de conhecimento qualificado. Agradeço a todos os participantes do II Seminário Internacional pelas contribuições de que todos os leitores deste volume poderão agora se beneficiar. 11

12 1 Os Novos Modelos de Contratação: Relações Colaborativas, Autônomo Economicamente Dependente, Share Job, Teletrabalho, Pejotização e EIRELIS 12

13 II Seminário Internacional de Direito do Trabalho Integração entre Legislativo e Judiciário na solução dos Problemas Laborais Ives Gandra da Silva Martins* *Doutor em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie; Presidente do Tribunal Superior do Trabalho; Professor da Universidade Mackenzie, da Universidade Paulista e da Escola do Comando do Estado Maior do Exército. 13

14 Ives Gandra da Silva Martins Bom dia a todos. Reitero aqui minha imensa satisfação por realizarmos esse II Seminário Internacional de Direito do Trabalho; cumprimento o Ministro Gilmar Mendes, um dos seus idealizadores, promotores e incentivadores, o Ministro Cláudio Brandão, colega dileto do Tribunal Superior do Trabalho, os ministros do STM, Ministro Barroso e Ministro Joceli; Ronaldo Fleury, procurador geral do trabalho. Cumprimento, também, a todos os palestrantes da Ibéria, da Espanha e de Portugal, que vieram abrilhantar nosso seminário, professores, juízes, procuradores, estudantes que se reúnem neste auditório cuja inauguração acontece neste seminário. Desde o começo do IDP, que antes ficava em uma casinha lá no Lago Sul, participei com o Ministro Gilmar Mendes dos primeiros cursos de pós-graduação, de especialização e muitos dos que aqui estão participaram daqueles momentos. Para mim, então, é uma grande alegria, uma grande emoção ver, não apenas o novo edifício já funcionando com tantas atividades ou cursos de graduação e de pós-graduação, mas por ver concretizada a inauguração deste auditório tão bem instalado. Aliás, se soubesse que nesta parte da exposição estaria tão bem servido do PowerPoint, teria preparado minha apresentação com este recurso. A ideia deste seminário como reflete o próprio título desta palestra inaugural é conseguir uma integração maior entre o poder legislativo e o poder judiciário para que juntos consigam pensar, resolver, analisar, enfrentar os atuais e principais problemas trabalhistas enfrentados pelo país e, para isso, nada melhor que ouvir as experiências de especialistas de outras plagas, de outros países. Portanto, a ideia é congregar visões distintas do problema trabalhista. Esta visão pluralista internacional é definida sempre que o Ministro Gilmar Mendes e eu organizamos essas atividades, pois esta visão pluralista internacional traz em seus vários painéis pessoas que pensem de formas diferentes, que apresentam tendências variadas, que vejam os vários ângulos do problema laboral. Na maioria das vezes, os painéis apresentam as formas diferenciadas de se analisar o problema, mas convergem na intenção de dar-lhe um foco acadêmico. Se a intenção é embasar o legislativo e o judiciário com elementos mais profundos, mais sólidos para a solução dos problemas laborais, há a necessidade de ir à academia, vir aqui para discutir, estudar e debater. Entendo que o sólido embasamento teórico para projetos de lei, decisões judiciais, devem estar embasadas na excelência ética, não no achismo pragmatista, no idealismo de trabalho de mero gabinete. O ideal seria conjugar a excelência ética com a excelência técnica, ou seja, bons profissionais atualizados, mas ao mesmo tempo, que tragam valores e prezem estes valores e os coloquem como norte para encontrarem as melhores soluções. Lembro bem quando eu e o Ministro Gilmar Mendes participávamos de atividades em um centro de extensão universitário paulista que meu pai, desde 14

15 II Seminário Internacional de Direito do Trabalho 1975, já realizava Seminários de Direito Tributário. Sempre que começava um seminário, ele afirmava que a ciência se faz com a verdade, e não com a vaidade porque, como diria Aristóteles, a verdade é adequação da mente à realidade, não o contrário; a realidade tem de ser aceita, acreditada, ao contrário de acreditar que seja aquilo que se passa pela cabeça. Claro está que este é o grande problema das ciências sociais esquecido por todos nós, ao contrário do engenheiro, por exemplo, que não se esquece que existe a lei da gravidade e que não pode desconhecê-la. Nessa área das ciências sociais, nós acreditamos que o papel aceita tudo. Veja bem, a economia tem as suas leis, as leis do mercado, e é difícil encontrá-las; para nós das ciências sociais também há; como no caso da seara trabalhista, que estuda como compor o conflito entre o capital e o trabalho de forma a tornar harmônicas as relações laborais e não assinar o conflito. Aqui estão integrantes do meu gabinete para quem sempre digo, sem que antes o diga a mim mesmo, que devemos nos conscientizar de que vamos à casa dos outros, aos vários ambientes laborais, compor o consumo que há nestes ambientes e, para isso, nós trabalhadores do Ministério Público do Trabalho temos de ser especialistas em relações, termos essa sensibilidade social para perceber o que nas nossas decisões pode, efetivamente, compor, repensar como pode, vez ou outra, acirrar para um lado ou para outro esse conflito. Por esta razão, gostaria de dar um caráter mais acadêmico a esta palestra inicial do seminário e, um enfoque na filosofia clássica me parece a melhor escolha, por ser a filosofia aristotélica um dos maiores marcos teóricos. Certo que, os gregos ensinaram a arte de pensar, mas inegavelmente, os romanos ensinaram a organizar juridicamente a sociedade; e não à toa, nossa civilização vem da civilização greco-romana. Aristóteles definiu a ciência como o conhecimento certo pelas causas; quando se conhece algo, só se pode dizer que conhece de fato quando se sabe responder sobre suas quatro causas: a causa, as duas causas internas ao fenômeno, as coisas e duas causas externas; um pouquinho de filosofia, já estudada por muitos na faculdade causa material, causa formal, as causas internas; a eficiente e a causa final, ou causas externas. Neste sentido, quando são respondidas estas quatro questões para um determinado fenômeno, pode-se dizer que o conhecimento é profundo em relação a ele, porque há especificação da causa material, do que é feita alguma coisa; a formal, como ela é; a eficiente, de onde surgiu quem fez e a causa final, que é a causa das coisas. Veja esta cadeira em que está sentado o doutor Maurício Rands, por exemplo, se fosse falado de que material ela é feita, seria a primeira causa material; sobre seu formado abaloado, ela possui uma disposição que tende a um fim; eficiente e quem fabricou. Certamente, a doutora Dalide saberia quem fabricou, mas a causas das causas que 15

16 Ives Gandra da Silva Martins mais definem as coisas, é exatamente a causa final, que é: a cadeira serve para sentar-se. Claro está que, quando conjugadas as várias respostas, chega-se à última, que é a causa final, pois se consegue entender a fundo o que é aquilo, qual é este mundo; o que é uma cadeira? Um objeto para se sentar; o que é uma casa? É uma estrutura para se morar, para se habitar. Pois bem, quando se pensa e se aplica toda esta teoria das causas ao direito, à seara jurídica, a resposta correta aparecerá, pois, o sentido de toda a atividade jurídica será encontrado, quer sejamos legisladores, juízes, procuradores, advogados, membros do Ministério Público ou da Defensoria Pública. Relacionando a ideia filosófica ao direito, surgiriam as quatro causas: qual seria a causa material da justiça? Qual seria o objeto da justiça? Ulpiano, jurista romano, respondeu que seria o objeto material e o objeto formal, ao dizer o que a justiça era suum cuique tribuere, dar a cada um o que é seu, ele definiu objeto material, objeto formal; a matéria da justiça é o direito de cada um e a forma, objeto formal, a causa formal da justiça é o dar, o distribuir, e o cuique tribuere: a cada um dar. As duas causas externas do direito são: a causa eficiente e a causa final; de onde surge o direito? Quem o constrói? Com que finalidade? Para onde se entende o direito? As respostas levam à distinção clara das causas eficientes do direito, uma causa a priori e outra a posteriori em que o legislador seria a causa a priori do direito. Considerando esta ideia, nos seminários que acontecem no IDP, os moderadores de cada painel são parlamentares ou ex parlamentares. Desta forma, o legislador será capaz de dizer, prévia e abstratamente, se houver conflito social nestas circunstâncias, o direito pertence a ele, se houver um conflito social nessas outras circunstâncias, previamente, ele define que pertence àquele. Agora, a causa eficiente a posteriori da justiça é o juiz quem vai aplicar a lei abstrata ao caso concreto, mas também, existe um tipo de magistrado que fica entre a causa a priori e a causa a posteriori, aqueles que fazem parte do Tribunal Superior, no caso, o Supremo Tribunal Federal que compõe majoritariamente esta mesa - e tem por finalidade dar o conteúdo normativo da Constituição, dar o conteúdo normativo das leis federais, trabalhistas, as leis federais dos vários ramos do direito. Mas a causa final, a causa das causas, a causa causarum e para Aristóteles e para nós é saber que a finalidade da justiça é pacificar a sociedade. Cabe, exatamente, à justiça, daqueles que compõem o tripé da relação processual, daqueles integrantes da justiça em suas funções essenciais: o juiz e o advogado, que é o primeiro juiz da causa, o promotor que, como órgão agente vai agilizar suas ações ou vai atuar como quórum interveniente fazer com que a sociedade se pacifique. Isto só acontece quando o direito é dado a cada um, quando se reconhece aquilo que é justo a cada um; por isso, na bandeira do TST, hasteada fren- 16

17 II Seminário Internacional de Direito do Trabalho te ao tribunal há um dístico para nos lembrar nas falas de sessão, em que lêse Opus Justitiae Pax a obra da justiça é a paz. Frase do profeta Isaías usada para lembrar ao jurista que, se ele souber ser justo, e isto nem sempre é fácil, porque a justiça não é apenas a aplicabilidade fria da lei, não é somente entendê-la como insuficiente; então, vou me substituir ao legislador, nem aplicar friamente, nem deixar de aplicar; quer dizer, usando este arsenal de leis, de princípios, de normas; o que melhor compõe o convívio social. Caso não se consiga acertar essa equação, se não se aceitar com essa química, se não acertar com esta engenharia, a sociedade continuará reclamando, continuará sendo injusta, continuará conflituosa. Pensando bem, se a missão da justiça do trabalho é pacificar as relações laborais, pode-se correr o risco de contribuir para que o conflito se acirre; não se pode correr este risco, há a necessidade de que seja feito um exame de consciência todas as noites para se saber se realmente houve decisões que contribuíssem, de fato, para a pacificação do conflito. Neste sentido, há duas possíveis distorções que deixam claro o desvio daquele viés pretendido que para os juízes do trabalho com um viés crítico para afastar totalmente a ideia de ser um viés de uma justiça classista; uma justiça em que sempre havia magistrados vendo o conflito com uma visão distorcida de que o melhor para o trabalhador é o melhor para a empresa. Às vezes, esta visão distorcida, por um lado ou por outro, faz com que esse recurso não estabeleça o equilíbrio; pode-se resvalar um viés progressista de criação de direitos que seja apagado e gere, assim, certa insegurança jurídica à sociedade. Isto é preocupante, porque quando o juiz vê determinado conflito, sente o problema do trabalhador, mas não possui base jurídica normativa clara que possibilite, que embase a decisão de sentir o sofrimento do trabalhador, seu sofrimento. Visivelmente, não há uma base jurídica normativa clara, não há lei que garante especificamente este direito, substanciada no princípio jurídico não muito bem concretizado, ou de baixa densidade. Deste modo, cabe usar o princípio da pessoa, da dignidade da pessoa humana. Cabe aqui lembrar um caso em que o STF teve de decidir com os dois lados, como na discussão sobre o aborto de anencéfalos, aqueles que defenderam a vida e dizendo que o que estava em jogo era a dignidade humana; aqueles que defenderam o direito da mulher a se libertar dessa vida deficiente de pouca possibilidade de ser viável o respeito ao direito da pessoa humana da mulher. Esta discussão precisou de baixíssima densidade normativa; o que não está explicitado, mas de relevante importância. O que se deve ter e aqui aproveito para fazer uma autocrítica - é o cuidado em saber se as decisões não estão sendo muito ativistas e se este ativismo judiciário não gera uma insegurança jurídica. 17

18 Ives Gandra da Silva Martins Quando são impostas obrigações complexas de conteúdo forma, tendo como base princípios jurídicos não muito claros, uns dirão uma coisa, outros dirão outra, e o próprio empresário fica sem saber o que fazer. Do ponto de vista estritamente técnico é muito difícil encontrar como conhecer de um lado para estabelecer o quanto deve ser pago por dano moral, porque é muito difícil conhecer em si o dano moral; é difícil encontrar duas situações praticamente iguais; há que se deixar a experiência de estabelecer parâmetros para quantificação deste dano moral. A sétima turma, da qual faço parte, usou um parâmetro razoável o quanto um banco está deixando de gastar porque não contratou um trabalhador de segurança, um vigilante para transportar esses bens, o quanto ele poupou e está usando o trabalhador bancário apavorado por carregar aqueles vinte ou trinta mil no bolso de uma agência para outra. O que pareceu razoável para a sétima turma, para outras pareceu elevado demais e para outras, pouco demais. Não se conseguiu resolver isso, parece que era uma questão que precisava ser resolvida; o problema do ativismo, então, do progressismo exagerado, e indo para o outro lado, do conservadorismo que não se coaduna com a evolução das condições sociais, das condições laborais. Se for considerada a lista de temas colocados aqui, são os mais candentes; inclusive, não sei dizer se a questão com o Gilmar Mendes, que é laboral e depende de uma resolução do Supremo não possui regulamentado o adicional de comodidade. O que se percebe é que as condições de trabalho evoluem, são pessoas que carregam materialmente pesos que, de fato, estafam, e que parâmetro será usado, que precisa ser regulamentado. Claro que o impacto deva ser regulado, o judiciário precisa intervir, não se pode fechar os olhos para essas questões. Portanto, os dois princípios básicos da doutrina social, que estão desde cedo acordados e não podem ser olvidados; o princípio da doutrina social cristã, a primazia do trabalho sobre o capital. Quando a justiça do trabalho leva em conta este princípio, a lei está clara, apesar da evolução nas competências judiciais de terem de ser interpretadas à luz da nova realidade ou, então, regulamentá-las. Exemplo claro é a Lei do esporte, cuja especialidade é do Teonaldo, que, simplesmente, revogou toda a CLT em matéria de normas trabalhistas e divulgou para a negociação coletiva; mas não conseguiu uni versar, veio para o TST. Fui o primeiro procurador a dar parecer no problema dos esportes e nem conhecia as condições; eis o princípio da primazia sobre o capital, do trabalho sobre o capital. Há nisso dois princípios que devem ser conjugados na doutrina social cristã, o princípio da proteção e o princípio da subsidiariedade, que diz onde uma sociedade, um país, uma nação, sociedades menores puderem elas mesmas promover as suas atividades, promover seus fins satisfatoriamente; não cabe ao estado substituir a ordem; cabe ao estado apoiá-las, incentivá-las, mas não se 18

19 II Seminário Internacional de Direito do Trabalho substituir dizendo que fará aquilo que ele não possui condições para fazer. Certo é que o princípio da proteção é exatamente o reverso da moeda. Quando uma sociedade percebe que um determinado segmento em dadas sociedades não consegue se desenvolver satisfatoriamente, o estado tem a obrigação de intervir. Temos aí as várias formas de proteção do trabalho, da saúde, da presidência, a intervenção do estado no domínio econômico. Dois exemplos claros que me trouxeram a reflexão foi aquela decisão do STF no caso da negociação coletiva - caso bem conhecido do Ministro Gilmar Mendes. O Tribunal Superior do Trabalho estava anulando muitas cláusulas e dando uma interpretação de ampliação dos direitos indisponíveis; tínhamos uma visão mais ampliativa dos direitos indisponíveis. O Supremo veio a dizer no caso concreto que aquilo que é princípio de direito individual não pode ser totalmente aplicado às relações coletivas, porque nas relações há tutela sindical. Não seria aí, o caso de o Tribunal prestigiar, como a própria CLT tem batido bastante, mais a negociação coletiva? Agora, por outro lado, na semana passada, deparei-me com uma situação que me fez repensar sobre um dos pilares a serem discutidos, porque hoje temos o poder normativo na Justiça do Trabalho bastante reduzido, porque o TST analisará determinado dissídio coletivo se, ou as duas partes quiserem, comum acordo, ou em caso de greve; o que aconteceu no caso concreto? No ano passado, o desempenho do TST na vice-presidência em termos de composição, de dissídios coletivos, quer em termos de conciliação, quer como procuração estava sendo tendente a cem por cento, pois bem, nesta semana, ocorreu a questão dos ferroviários, eles mesmos reconhecem que não têm condições de fazer greve; a empresa já dissera que não concordava com o acordo coletivo; eles ajuizaram ação coletiva mesmo sabendo que a empresa retiraria o comum acordo, e eles ficam, absolutamente, à mercê da vontade da empresa; algumas exceções ao princípio do comum acordo, já que a Constituição admitiu essa dupla válvula de escape, ou greve ou comum acordo, nenhuma delas o trabalhador terá acesso. Claro está nesta ponderação o princípio da proteção ou da subsidiariedade; isto teria de ter uma interpretação especial. Importante reconhecer que a vocação de magistrado em geral e do trabalho específico de harmonizar as relações laborais. Esta vocação conciliatória tem de levar em conta três parâmetros até o Ministro Gilmar Mendes, no tempo em que trabalhava na Presidência da República antes de mandar um projeto de lei, medida provisória, quer como legislador, quer como juiz projeto de lei, medida provisória, quer como legislador, quer como juiz, precisa ponderar; tem-se, por exemplo, a discussão em torno do projeto de lei que abre parâmetros sobre a terceirização, e outros mais; agora mesmo, um monte de embargos declaratórios. Tem-se, então a ponderação de uma ponderação para não gerar passivos 19

20 Ives Gandra da Silva Martins trabalhistas muito grandes da noite para o dia. Recordo ainda do que disse o Ministro Gilmar Mendes antes da votação de seu projeto disse que antes de tomar uma decisão, fazer um juízo de sequências, um juízo de consequências do impacto da decisão sobre a realidade, quer dizer, conseguiu-se de alguma forma e sei que é bem difícil vislumbrar o panorama. De alguma forma, tenho aprendido muito com essas reuniões de negociação coletiva, conciliação e de adequação porque uma vez feita a proposta para a empresa, imediatamente, a empresa diz: façamos uma simulação para saber quanto isso aqui vai dar; incrível que é que ele já faz a simulação, não dá para aceitar; apesar de fazer todos os cálculos, ele avisa que aquilo não dará. Se cada um pensasse antes de comprar alguma coisa, se fosse pensado antes de usar o cartão de crédito e refletisse sobre o impacto que isso traria ao orçamento familiar. É o que faz hoje o Governo; não dá mais, precisa cortar gastos; não adiante aumentar tributos, precisa cortar a despesa. O segundo parâmetro aqui é algo que me deixou muito marcado na vida acadêmica. Gostaria, inclusive, de agradecer o Ministro Gilmar Mendes, da minha banca de doutorado na URBS; recentemente, foi incentivador da tese no CNJ, fazer com que se consiga mesmo na vida do juiz conjugar esta tese de ser ético no exercício da magistratura, mas meu orientador de tese de mestrado foi nosso professor ; uma coisa muito marcante e que, talvez tenha marcado a maneira de enxergar a magistratura foi a visão do Ministro Moreira Alves marcada como tatuagem, uma tatuagem anímica em que diz que é claro que o juiz pode ser um legislador negativo, mas ele não pode ser legislador positivo; ele pode apontar as questões de inconstitucionalidade, pode apontar as ilegalidades, pode construir dentro das leis na hora da interpretação, mas ele não pode criar um mundo e fazer com que agora a realidade passe a ser assim por uma vontade, um ato evolutivo, que é do Congresso Nacional. O terceiro parâmetro para se conseguir a segurança jurídica, harmonizar a segurança nos laborais esse é o papel do legislativo, que precisa ter maior sensibilidade social quanto às questões laborais. Ele precisa ter mais celeridade no disciplinamento legal das novas situações. Veja bem, até hoje, nós do Tribunal não conseguimos aprovar o nosso projeto de lei de execução; há um receio muito grande, mas é indiscutível que o trabalhador não pode ter forma de execução e de receber os seus créditos menos rápidos que qualquer outro. Quando o Ministro Cláudio Brandão mudou o parâmetro de correção monetária no âmbito da justiça do trabalho, por que o parâmetro de correção do crédito tributário, o parâmetro da justiça federal, da justiça estadual era um para o precatório e para a justiça do trabalho era outro. Agora, surge o problema que é o recebimento de uma avalanche de base declaratória; será que não daria para modular de forma que não se mude, da noite para 20

21 II Seminário Internacional de Direito do Trabalho o dia, um passivo tão grande? Deverá ser estudado, refletido, e a justiça do trabalho é sensível a isto; na verdade, a preocupação daquilo a ser discutido neste de meio são quais os melhores caminhos, quais as soluções mais viáveis para se consiga, fundamentalmente, compor e harmonizar as relações laborais. 21

22 Cláudio Brandão Os novos Modelos de Contratação: Relações Colaborativas, Autônomo Economicamente Dependente Cláudio Brandão* *Doutor em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco; Professor titular da pós-graduação e da graduação em Direito da Universidade Federal de Pernambuco e da Faculdade de Damas da Instrução Cristã. 22

23 II Seminário Internacional de Direito do Trabalho Cumprimento o ministro do TST Ives Gandra pela gentileza do convite para este evento que reúne especialistas em um grau maior no debate sobre o trabalho daqui e de outros países, num interessante processo de integração de culturas e de experiências da ciência jurídica. Agradeço em especial ao deputado Maurício Rands, pessoa responsável pelos grandes e bons debates, no seio do Congresso Nacional, sobre as diversas reformas constitucionais e legislativas e que sempre se mostrou um ouvinte da melhor qualidade, pois, além de ouvir, soube, sobretudo, permitir que as opiniões fossem transmitidas; foi parceiro nos grandes debates de natureza jurídico social. Segundo me relatou, ele andou colhendo experiências muito interessantes ao implantar atividades e implantá-las unindo realidades diferentes: a holandesa e a africana. Isto me reportou ao tempo em que estive em Genebra como participante da OIT, da Conferência Internacional do Trabalho, em um debate que tratava, justamente, das micro e pequenas empresas, que é o tema a ser abordado hoje; de um lado, falava o representante da Suíça e, logo em seguida, o de Gana. Eram realidades extremamente diferentes e, obviamente, com um diálogo dos mais criativos sobre como a OIT conseguiria elaborar norma de resolução para as micro e pequenas empresas, de modo a estimular uma economia com 95% do trabalho informal, que é o caso da economia africana, e, ao mesmo tempo, contemplasse o outro lado como, por exemplo, os Estados Unidos, a Suíça e a Holanda; certamente, este foi um debate com um diálogo dos mais atuais. Longe da habilidade e da profundidade de reflexão filosófica de sua excelência o Ministro Ives Gandra, que dispensa o uso do Power Point, faço uso deste recurso com o intuito de não ser traído pela memória, que nos leva a escravos do tempo e, também, para facilitar as anotações dos estudantes aqui presentes. A primeira reflexão sugerida é em torno da interação permanente entre direito e economia, levando-se em conta as diversas medidas de ordem legislativa ou de projetos enviados para o Congresso Nacional, questão comum a todos e vivenciada em vários momentos históricos; seja a história mais recente, mais pretérita, ou seja, o próprio nascimento do direito do trabalho, sempre há uma interação permanente entre economia e direito. O primeiro questionamento em relação ao assunto é o de como as iniciativas, os projetos, originários do Congresso, do Executivo, impactarão no direito ou, como o direito, a ciência, o ordenamento jurídico analisarão estas mudanças e qual seria o impacto que esta análise terá na estrutura normativa do estado brasileiro. Somente se pensada a possibilidade de ela ser abrigada, e no uso expresso das palavras de Carlos Aires Brito, encontrar aconchego no colo da Constituição, viés político bastante conhecido 23

24 Cláudio Brandão por todos. Quando ele diz que não se pode pensar na estrutura senão a partir dessa visão de aconchego, a gente imagina a Constituição aconchegando os diversos projetos de lei em seu colo ou não. Assim, somente pelo fato de estes projetos encontrarem aconchego na Constituição, terão eles vida limpa ou quem sabe até, sequer passem no primeiro exame na Comissão de Constituição e Justiça, integrada por ele durante muito tempo. Faz-se necessário que se tenha clara a noção de que não se pode falar de economia sem o direito, mas que, no último ano, os reflexos em si são muito maiores no sentido inverso, ou seja, há o sistema jurídico e o Ministro Ives Gandra fez uma profunda reflexão sobre o impacto da questão judicial no contexto econômico mas também há a necessidade de se pensar sobre a maneira como o contexto econômico interfere na produção legislativa e como se reflete ao final do judiciário brasileiro e, em especial, no que diz respeito às condições de trabalho do TST e, evidentemente, na última palavra constitucional, que é do Supremo Tribunal Federal. Para tanto, cabe refletir sobre as premissas que sustentam o debate em torno dos chamados novos modelos de contratação. Isto faz-me lembrar do meu pai que, por toda a vida, lidou com a zona rural e do meu avô que foi vaqueiro. Certa vez, em um momento de descontração familiar, um vaqueiro perguntou-me o que seria IBOVES- PA e bolsa de valores. Fiquei pensando na resposta a ser dada, e ele logo perguntou o que era mercado, pois conhecia apenas aquele de Itaberaba, onde fazia a feira semanal. Este fato trouxe uma reflexão sobre tamanha introjeção do nosso inconsciente coletivo de palavras e expressões que passam a ter vida própria sem que, sequer, reflitamos sobre elas. O mercado de hoje anda retraído, a agência Moodys rebaixou a nota do Brasil, e isso trouxe uma grande preocupação à economia. Certamente que conheço pouco de macroeconomia, mas os investidores internacionais, da noite para o dia, apresentaram esta nota baixa, é como aquele aluno que recebe uma avaliação e necessita apresentá-la ao pai, a preocupação é inevitável; lembra aquela propaganda do posto Ipiranga em que o filho pede ao pai para deixar para lá o desempenho e irem à Delikatense. A preocupação é fato, como cidadãos, pelos impactos na economia cotidiana; como pessoas atuantes na área jurídica, para adotar medidas para tentar minimizar os impactos causados ao ambiente de trabalho. Há que se refletir sobre premissas realizadas em torno das novas formas de contratação. Isto possibilita uma breve retrospectiva histórica que, certamente, reporta aos modelos econômicos no Brasil dos anos 70 e 80. Evidentemente, não se trata aqui de uma análise econômica, apenas de uma retrospectiva histórica para mostrar quais os fatos que levaram o Brasil de hoje, ou mais tardiamente dos anos 80, a promover algumas mudanças na lei 24

25 II Seminário Internacional de Direito do Trabalho trabalhista para se tentar copiar modelos adotados na Europa com o sucesso parcial ou sem sucesso algum ou com sucesso por lá, mas com uma realidade diferente daqui. É como se aqui houvesse um remédio capaz de solucionar desde dor de cabeça até as mais profundas e graves infecções. É inegável que a economia passou a ser globalizada e que, por aqui, esse modelo econômico ficou marcado como uma tatuagem indelével; todo o mundo teve de interagir no mundo internacional. Hoje em dia, dizer que não possui um celular é absurdo; para mim, por exemplo, foi absurda a ideia de saber que meu pai não usava telefone celular e vivia muito bem no interior, pois quem quisesse achá-lo, ou ligava para a casa dele ou para o comércio; e não ligava se, nos poucos minutos entre a casa o trabalho e finais de semana, ninguém falasse com ele. Esta economia globalizada é que fez com que todo o mundo se interagisse. Quem não se lembra do quase crash da bolsa de valores, da repercussão imediata quando o presidente americano George Bush engasgou com um biscoito Cookie ou do resgate dos mineiros no Chile cuja repercussão mundial facilitou a jogada de marketing de um fabricante de óculos. Ele se apressou em mandar para o kit de socorro aos mineiros o mesmo tipo de óculos; e todos saíram da mina com o mesmo tipo de artefato. Uma propaganda que custaria alguns milhões de dólares, feita gratuitamente naquele momento. Mas a economia em que nesse contexto de globalização, o capital financeiro passou a ostentar a hegemonia muito em detrimento do capital produtivo, do modelo de capital clássico. O mercado passou a ser internacional, a todo momento esta interveniência financeira é percebida; o que a China faz reflete aqui no Brasil de modo imediato, e em outros países do mundo; a crise americana provocou reflexos em outros países provocando, certamente, mudanças na forma de produzir a relação clássica entre capital e trabalho; a informatização e a informação foram levadas para a economia também de maneira imediata; a cada momento tem-se notícia da subida ou da descida dos índices, como os exemplos já dados do biscoito Cookie com o presidente George Bush e da nota do Brasil que, na hora, já produzem impacto na bolsa; são fatos ou elementos que, num contexto econômico, produzem impacto imediato. As informações vindas da Europa, por exemplo, que antes chegavam ao Brasil em meses ou semanas após o ocorrido, hoje chegam em tempo real, o reflexo é imediato. E os mercados se ajustam nesta dinâmica da vida levada em um contexto de informação em tempo real, mas que provocou também, sem dúvida, um deslocamento do eixo decisório, que não é mais do estado apenas, as agências econômicas, as agências reguladoras, o mercado e as grandes corporações econômicas ditam as regras. Para entender, basta que se lembre do que está acontecendo no Brasil nos últimos dias, e não é no contexto político, mas no econômico. Isto provo- 25

26 Cláudio Brandão cou uma reestruturação no modelo de produção, sem dúvida nenhuma, seja por atender às demandas de mercado, pela nova realidade, pelos novos hábitos de vida levar o trabalho para casa e ficar com ele todo o tempo; eis por que alguns autores defendem até o direito à desconexão; antes, o trabalhador fechava o escritório, ia para casa e deixava o trabalho lá, agora, ele leva consigo. Nada melhor para exemplificar que o WhatsApp, que virou mania nacional; dificilmente, hoje, alguém não participa de um grupo neste aplicativo; são mensagens virais que se espalham que nos possibilitam estar aqui assistindo a este debate e consultando as pendências, ou que a demora impossibilitará a audiência de daqui a pouco. Certamente, o tempo em que se vive provoca reflexos no mundo do trabalho, que o trabalho interage com o tempo real e a todo momento com a sociedade em busca, é claro, da competição, subproduto da realidade inafastável. Seja no plano empresarial, seja no plano do estado ou no plano do indivíduo, todos querem ser competitivos; na empresa, a disputa por um melhor posto, que a meu ver é clássico, acentua-se na atualidade pela escassez de bons postos de trabalho e de bons empregos; a busca pela competitividade é um fato natural e a tecnologia traz este componente agregador; evidentemente, faz com que os países se unam para se defender em blocos comerciais ou de outra natureza, a exemplo da União Europeia, do Mercosul e de tantos outros. Espera-se que a empresa esteja pronta para dar respostas imediatas, rápidas e eficazes às demandas de mercado porque precisa responder sob pena de perder o tempo da história, e o seu concorrente mais rápido chegar lá; as disputas entre a Apple e a Samsung revelam isso, cada empresa se antecipando aos fatos. Segundo Steve Jobs, a empresa não deve saber o que o cliente pensa, ela tem de criar uma demanda para que o cliente vá atrás dela; e foi assim, um sucesso absoluto o Iphone. O trabalhador, por sua vez, passou a ter um perfil, não o especialista de determinada área, mas um trabalhador multitarefa, capaz de atuar em diversos espaços da empresa, da fábrica, para que, enfim, possa atender a estas demandas; as atividades intelectuais, as atividades tecnológicas passaram a ter um novo espaço que não se tinha antes; muito mais preso, muito mais caracterizado pela indústria produtiva, como chão de fábrica, sendo sua principal marca caracterizadora. No Brasil, certamente, os efeitos desse mercado modelo refletiram a mudança provocada por esse contexto econômico, como trabalho temporário, terceirização de serviços, contato imparcial copiado do modelo espanhol, contrato de qualificação profissional, suspensão de contrato para que se possa fazer cursos de qualificação com redução de direitos em virtude da crise econômica, trabalho cooperativado por aqui, a explosão de cooperativas ocorrida nos últimos dez anos exemplifica tudo isso. 26

27 II Seminário Internacional de Direito do Trabalho Embora a lei originária tenha sido em 1971, os dados mostram esta evolução em números sem que se reflita, necessariamente, na qualidade do trabalho no sentido da melhoria da condição social. O crescimento exponencial do trabalho da mulher, o trabalho da criança, o aumento do micro empresariado, o aumento da informalidade são consequências do modelo econômico implantado no Brasil de 70 e 80; sem nenhuma intenção crítica, pois a ideia foi fazer um relato histórico. Estas são premissas importantes para que alguns dos modelos ou das novas formas de contratação possam ser analisados, evidentemente, fazendo aqui o voo de pássaro diante da limitação temporal, mesmo por que o objetivo é instigar a reflexão sobre o assunto. Interessante é pensar no modelo de trabalho para subordinados que, segundo o professor Plínio Pereira, a partir de estudos feitos na Espanha e na Itália, há quase uma dependência integral econômica do trabalhador em face do tomador de serviços. No Brasil, um exemplo interessante é o contrato de facção em que, a todo momento, há uma linha divisória tênue entre reconhecer a validade do contrato de facção muito utilizado nas indústrias têxtil e calçadista e que é uma atividade empresarial lícita, uma vez que é exercida de acordo com as normas que regem a atividade empresarial, e aquele momento em que há uma interferência direta e total do comprador na atividade do fabricante, que é quem determina o modelo de produção. Um caso interessante aconteceu em São Paulo, no bairro de Bom Retiro, em que a empresa tem seu nome ligado a uma prática de trabalho degradante dos paraguaios e chineses e foi determinado que se observassem as normas de segurança e proteção do trabalho. Do ponto de vista jurídico, haveria desqualificação do contrato de facção porque estaria em jogo saber até que ponto esta empresa estaria envolvida. Nesta matéria, o Ministro Vieira de Mello, da sétima turma e relator do processo, decidiu manter a validade do contrato de facção, apesar da ingerência direta na atividade produtiva e voltada para a preservação do ambiente saudável de trabalho, condição inerente à atividade ali executada. Na Espanha e na Itália, por exemplo, o modelo de trabalho é de elevada dependência econômica de quem trabalha e de quem obtém o resultado desse trabalho; por esta razão não se pode falar se o trabalho é, de fato, autônomo com liberdade. Quando o professor Arnaldo Sussekind fala da revolução industrial, em seu clássico livro Estudos do Direito do Trabalho, ele traça um quadro bastante ilustrativo da ralé fatigada convivendo com a opulência da burguesia. Este contraste deu origem ao direito do trabalho, que rompeu com a ideia de que o contrato deva ser cumprido tal como tenha sido pactuado, pois não haveria igualdade econômica e social capaz de legitimar a vontade de quem aceitava determinado grupo de cláusulas; evidentemente, um contrato do trabalhador econômico independente. 27

28 Cláudio Brandão Caso este modelo venha a ser adotado aqui no Brasil, certamente haveria situações bastante semelhantes porque encontraria uma linha cinzenta entre validar este contrato, porque é previsto legalmente, desde que a norma em vigor não tenha sido declarada inconstitucional e, bem por isso, deva ser cumprida; e em qualquer mudança determinada pelo empregador, tomador de serviço, ou melhor dizendo, contratante do serviço que poderá determinar o sucesso ou não da atividade empresarial. Não foram desconsiderados aí os direitos assegurados ao trabalhador, previstos na lei espanhola. No caput do artigo sétimo da lei brasileira, por exemplo, existe a proteção contra a determinação, evidentemente numa relação de trabalho autônoma, caso haja uma prática que viole o principio constitucional da igualdade de gênero, racial, por exemplo. Claro está que haverá uma demanda a ser ajuizada por um trabalhador sem vínculo de subordinação, baseado, exatamente, na ideia de que os princípios estabelecidos na Constituição superam qualquer norma que venha a ser objeto de elaboração pelo Congresso Nacional. Ainda utilizada de maneira prática na sociedade, a pejotização é um fenômeno presente no dia a dia e bastante conhecido por todos. Esta expressão possui um sentido ruim, não para trabalhador cuja empresa lhe garanta exercer livremente uma atividade econômica, mas para aqueles trabalhadores que têm uma dependência quase integral com seu contratante, como é o caso daquelas situações em que ele é compelido, prévia ou concomitantemente, ou até mesmo posterior ao contrato, constituir uma empresa sem nenhuma solidez econômica formada por ele próprio, ou não raras vezes, por ele e pela mulher, muito mais pela imposição do contrato de trabalho. A Lei Brasileira , em seu artigo 120/9 trouxe um estímulo muito grande para essa regra ao tratar de forma bastante ampla do trabalho intelectual, pois ficou clara a criação de pessoa jurídica para atender às demandas próprias do mercado intelectual em atividade que, em regra, não é habitual. Certo é que, se aqueles elementos que caracterizam relação de emprego estiverem presentes, não seria a lei aplicada de maneira equivocada que irá afastar a possibilidade de reconhecimento do vínculo empregatício, mas a partir desta norma, há sim um incremento deste tipo de atividade, desta forma de exercício. Às vezes, o trabalhador acha que tem mais vantagens, que receberá um valor maior ou pagará menos impostos, mas sem dúvida, aquele elemento de aglutinação, que fez com que as lutas sociais empreendidas passassem, deixa de existir. Um elemento interessante é aquele em que o pessoal dos ferroviários da Valec não tem condição de se aglutinar para fazer uma greve que é um movimento social de reivindicação coletiva porque estão espalhados pelo Brasil inteiro; e trata-se, obviamente, de um direito fundamental conhecido por todos. 28

29 II Seminário Internacional de Direito do Trabalho Certamente que, nesse contexto do trabalho com características da privatização, a simulação na criação de uma empresa apenas para fazer valer a possibilidade de trabalhar, encontra uma resistência muito grande se considerada a aplicação dos princípios sociais. Uma novidade recente no Brasil é que a empresa individual de responsabilidade limitada, a EIRELI, criada em 2011, já é objeto de Adin no Supremo Tribunal Federal. O relator Ministro Gilmar Mendes estava aqui para tratar da limitação ou não do valor do capital mínimo, de ser ou não objeto a sua criação por pessoa jurídica, porque a lei tem uma redação ambígua, e no texto original falava-se em pessoa natural, hoje, fala-se apenas em pessoa, isto é uma demanda muito grande para saber se pode ser, ou não, criado por pessoa jurídica. Fato é que para atender a essa demanda social já há uma demanda nacional aprovada esta semana na Câmara dos Deputados, que volta ao Senado criando a SLU Sociedade Limitada Unipessoal que procura, exatamente, atender a estas indagações surgidas com a EIRELI, que é autorizar essa pessoa jurídica, não exigir que haja capital integralizado de imediato premissas que limitavam a criação no modelo anterior e admitindo, também, a criação de um capital inferior a seis salários mínimos. Geralmente, são modelos utilizados e que despertam o debate em torno da atuação do Supremo. A este respeito, como bem lembrado pelo Ministro Ives Gandra, moderador do evento, será disponibilizado slide do evento e enviado para o de todos aqueles participantes. Este modelo de utilização de empresa que garante a separação patrimonial porque, fundamentalmente, o problema resulta da separação patrimonial em que o empresário individual não tinha essa garantia de responsabilidade limitada, e havia a chamada confusão patrimonial entre ele enquanto empresário e enquanto pessoa física. Esse modelo já lotado no Brasil há quatro anos - procura separar a sua vida "empresarial da vida pessoal e, embora, se saiba que a teoria nem sempre é fácil de ser adotada, é um modelo que desperta um debate muito grande, exatamente, em razão da adoção da pseudo autonomia, ou pseudo empresariado. Um outro modelo, o Teletrabalho, que, na verdade, não é um modelo especial de contratação, mas sim um modelo especial de execução do contrato, atem-se às demandas do mundo cotidiano, àquelas do mundo moderno. É claro que, hoje em dia, raras são aquelas pessoas que não têm celular, que não estejam plugadas no mundo. Recentemente, a televisão veiculou uma matéria sobre esta questão, em que mostrava os impactos do uso do celular sobre a coluna cervical, pois quanto mais você gira o pescoço e a matéria é justamente sobre os danos à coluna cervical provocados pelo uso do celular, do smartphone mais comprometida fica sua coluna. Na verdade, a grande preocupação das pessoas ao adquirir o celular não é esta, mas sim saber se ele fala, se o sinal é bom, 29

30 Cláudio Brandão que aplicativos possui, qual a velocidade ou quais as conexões possíveis. A pergunta se existe ou não wi-fi nos locais é uma constante entre a população, como se fosse uma exigência a ser preenchida; difícil é conter a vontade de perguntar por que o sinal está ruim, ou mesmo, de ficar constrangido caso a resposta seja negativa, mas certo é que a primeira pergunta não será um bom dia e sim, tem wi-fi e qual a senha. A visão da plaquinha indicativa de Wi-fi chega a ser um alívio. Indiscutivelmente, o Teletrabalho é uma realidade contemporânea que possui vantagens e desvantagens. Há uma experiência bastante interessante sobre este tema em meu gabinete em que, excelentes servidores que, por questões pessoais ou por problemas, antecipam o trabalho do mês posterior, ou seja, trabalham com um mês de antecedência para garantirem a condição ajustada no momento em que lhes foi feito o convite para o gabinete; novidade ainda em caráter experimental, mas muito interessante. O grande desafio, talvez, seja o trabalhador separar vida pessoal do trabalho; é preciso muita disciplina para separar o mundo físico, real do trabalho, do mundo pessoal porque os ambientes se interagem permanentemente e irão se confundir a ponto de não se saber onde termina o trabalho e começa a vida pessoal; é claro que existem o controle por biometria e outras diversas formas de controle. No filme de Charles Chaplin Tempos Modernos, quando o empregado vai ao banheiro fumar, o patrão abre uma tela e diz go back volte ao trabalho; discussão recente nas atividades. Mas, enfim, é um modelo que não se pode deixar de observar e deixar de reconhecer seu valor, que provoca, seguramente, um impacto até mesmo na perspectiva empresarial e na perspectiva do trabalhador exigindo explicações e que se estabeleça, também, a proteção que a CLT dizia desde 1943 que o trabalho a distância não descaracteriza o vínculo empregatício, desde que mantidos os elementos que revelem a relação de emprego. O que se fez até agora foi tornar equivalentes os meios de controle telemáticos e os meios de controle físicos ou próximos à subordinação direta revelada no controle da atividade que o chefe, por designação do empregador, exerce. Os empregos divididos aqui numa experiência não bem-sucedida nos Estados Unidos da década de 80, em que, em decorrência de uma crise econômica, as companhias aéreas dividiram entre os trabalhadores atividade, remuneração, responsabilidades e tarefas modelo este que, aqui no Brasil, foi extremamente difícil de ser executado, tamanhas foram as peculiaridades que o caracterizaram; principalmente porque um mesmo posto de trabalho poderia ser dividido entre várias pessoas que compartilhariam a forma de execução, as tarefas, a responsabilidade e, principalmente, a remuneração. Aqui no país, o modelo é pouco parecido e lembra pouco este modelo, que é contrato de equipe; há uma previsão no estatuto do índio em que a atividade pode ser exercida por um grupo 30

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