Beleza Participações S.A.

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1 1 Informações gerais A Beleza Participações S.A., ("Companhia") foi constituída em 15 de junho de 2011, por meio da cisão parcial da Basel Participações S.A., como companhia de capital aberto com sede na Rua Pamplona, 818, São Paulo - SP, tendo como objeto social a participação em outras sociedades, como sócia ou acionista, ou em consórcios, no País ou no exterior. A Companhia encontrava-se em fase pré-operacional e, desde a sua constituição, não gerou receitas decorrentes de sua atividade até 31 de julho de A Companhia era controlada diretamente pela GP Investimentos Ltda., empresa com sede no Brasil, que detinha 99,90% do seu capital social. As despesas eram custeadas com recursos próprios, advindos de sua constituição e aportes de capital efetuados pelo acionista controlador. Em 20 de maio de 2013, a Companhia adquiriu a Cachos Participações Ltda. (Nota 6), que tem como objeto social a participação em outras sociedades como sócia quotista ou acionista, no país ou no exterior ("holding"). Em 28 de junho de 2013, a totalidade das ações da Companhia detidas pela controladora GP Investmentos Ltda. foram vendidas para a sociedade Curly, LLC e para o fundo de investimento GPCP5 I - Fundo de Investimento em Participações na proporção de 96,7% e 3,3% respectivamente. Em 7 de agosto de 2013, a Companhia realizou, através de sua controlada direta Cachos Participações Ltda., a aquisição de aproximadamente 33,66% da Cor Brasil S.A. ou Beleza Natural, uma rede de institutos de beleza especializada em soluções para cabelos crespos e ondulados (Nota 6). A emissão das informações contábeis intermediárias foi autorizada pela Diretoria da Companhia em reunião realizada em 1 de agosto de Resumo das principais políticas contábeis 2.1 Base de preparação As informações contábeis intermediárias foram preparadas considerando o custo histórico como base de valor e determinados ativos e passivos financeiros mensurados ao valor justo. As informações contábeis intermediárias da Companhia estão sendo apresentadas em conformidade com os Pronunciamentos, Interpretações e Orientações do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), aprovados pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários). A Companhia optou por apresentar informações financeiras condensadas conforme permitido pelo Ofício-Circular/CVM/SNC/SEP nº 003/2011. (a) Demonstrações contábeis intermediárias consolidadas As informações contábeis intermediárias consolidadas foram preparadas e estão sendo apresentadas de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 21 (R1) "Demonstração Intermediária" e com a norma internacional de contabilidade IAS 34 - Interim Financial Reporting, emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). 4 de 14

2 (b) Demonstrações contábeis intermediárias individuais As informações contábeis intermediárias individuais da controladora foram preparadas e estão sendo apresentadas de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 21 (R1) "Demonstração Intermediária". A Companhia optou por apresentar essas demonstrações contábeis intermediárias individuais e consolidadas, em conjunto. Nas informações contábeis intermediárias individuais, as controladas são contabilizadas pelo método de equivalência patrimonial. Os mesmos ajustes são feitos tanto nas informações contábeis intermediárias individuais quanto nas informações contábeis intermediárias consolidadas para chegar ao mesmo resultado e patrimônio líquido atribuível aos acionistas da Controladora. No caso da Beleza Participações S.A., as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicadas nas informações contábeis intermediárias individuais diferem do IFRS aplicável às demonstrações contábeis intermediárias separadas, apenas pela avaliação dos investimentos em controladas e coligadas pelo método de equivalência patrimonial, enquanto conforme IFRS seria pelo custo ou valor justo. As principais políticas contábeis aplicadas na preparação dessas informações contábeis intermediárias estão definidas abaixo. Essas políticas foram aplicadas consistentes com aquelas utilizadas em todos os períodos e exercícios apresentados, salvo disposição em contrário. As informações contábeis intermediárias consolidadas e individuais são não auditadas e devem ser lidas em conjunto com as demonstrações contábeis auditadas de 31 de dezembro de Moeda funcional e moeda de apresentação As informações contábeis intermediárias são apresentadas em real, que é a moeda funcional da Companhia. Todas as informações financeiras divulgadas nas informações trimestrais apresentadas em real foram arredondadas para o milhar mais próximo, exceto quanto indicado de outra forma. 2.4 Estimativas contábeis A elaboração das informações contábeis intermediárias requer que a administração da Companhia use de julgamentos na determinação e no registro de estimativas contábeis. Ativos e passivos sujeitos a estimativas e premissas incluem provisão para redução ao valor recuperável de ativos, impostos diferidos ativos, provisão para contingências e mensuração de instrumentos financeiros. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados em razão de imprecisões inerentes ao processo da sua determinação. A Companhia revisa as estimativas e as premissas pelo menos anualmente. 5 de 14

3 2.5 Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa incluem o caixa, os depósitos bancários, outros investimentos de curto prazo de alta liquidez, com vencimentos originais de três meses, ou menos, e com risco insignificante de mudança de valor. 2.6 Ativos financeiros Classificação A Companhia classifica seus ativos financeiros, no reconhecimento inicial, sob as seguintes categorias: mensurados ao valor justo por meio do resultado, empréstimos e recebíveis e disponíveis para venda. A classificação depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos. (a) Instrumentos financeiros ao valor justo através do resultado Os ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado são ativos financeiros mantidos para negociação. Um ativo financeiro é classificado nessa categoria se foi adquirido, principalmente, para fins de venda no curto prazo. Os ativos dessa categoria são classificados como ativos circulantes. Os derivativos também são categorizados como mantidos para negociação, a menos que tenham sido designados como instrumentos de hedge. (b) Empréstimos e recebíveis Os empréstimos e recebíveis são ativos financeiros não derivativos, com pagamentos fixos ou determináveis, que não são cotados em um mercado ativo. São apresentados como ativo circulante, exceto aqueles com prazo de vencimento superior a 12 meses após a data de emissão do balanço (estes são classificados como ativos não circulantes). Os empréstimos e recebíveis da Companhia compreendem os "Caixa e equivalentes de caixa" (Nota 2.5). (c) Ativos financeiros disponíveis para venda Os ativos financeiros disponíveis para venda são não derivativos, que são designados nessa categoria ou que não são classificados em nenhuma das categorias anteriores. Eles são apresentados como ativos não circulantes, a menos que a administração pretenda alienar o investimento em até 12 meses após a data do balanço. 2.7 Demais passivos circulantes e não circulantes São demonstrados pelos valores conhecidos ou exigíveis, acrescidos, quando aplicável, dos respectivos encargos e variações monetárias e cambiais. 2.8 Capital social As ações ordinárias são classificadas no patrimônio líquido. 6 de 14

4 2.9 Resultado por ação O resultado básico por ação é obtido dividindo-se o resultado do período atribuído aos acionistas da Companhia pela média ponderada da quantidade de ações em circulação. Controladora 30 de junho de de junho de 2013 Lucro líquido do período 562 (38) Média ponderada das ações (quantidade em milhares de ações) Lucro líquido por ação - em reais 0,0079 (0,4634) 2.10 Normas novas e interpretações de normas que ainda não estão em vigor A seguinte norma foi emitida pelo IASB mas não está em vigor para o exercício de A adoção antecipada de normas, embora encorajada pelo IASB, não é permitida, no Brasil, pelo Comitê de Pronunciamento Contábeis (CPC).. IFRS 9 - "Instrumentos Financeiros", aborda a classificação, a mensuração e o reconhecimento de ativos e passivos financeiros. O IFRS 9 foi emitido em novembro de 2009 e outubro de 2010 e substitui os trechos do IAS 39 relacionados à classificação e mensuração de instrumentos financeiros. O IFRS 9 requer a classificação dos ativos financeiros em duas categorias: mensurados ao valor justo e mensurados ao custo amortizado. A determinação é feita no reconhecimento inicial. A base de classificação depende do modelo de negócios da entidade e das características contratuais do fluxo de caixa dos instrumentos financeiros. Com relação ao passivo financeiro, a norma mantém a maioria das exigências estabelecidas pelo IAS 39. A principal mudança é a de que nos casos em que a opção de valor justo é adotada para passivos financeiros, a porção de mudança no valor justo devido ao risco de crédito da própria entidade é registrada em outros resultados abrangentes e não na demonstração dos resultados, exceto quando resultar em descasamento contábil. O Grupo está avaliando o impacto total do IFRS 9. A norma é aplicável a partir de 1 o de janeiro de Não há outras normas IFRS ou interpretações IFRIC que ainda não entraram em vigor que poderiam ter impacto significativo sobre a Companhia. 7 de 14

5 3 Instrumentos financeiros por categoria Empréstimos e recebíveis Consolidado 31 de 30 de junho dezembro de 2014 de 2013 Ativos, conforme o balanço patrimonial Caixa e equivalentes de caixa Outros passivos financeiros Consolidado 31 de 30 de junho dezembro de 2014 de 2013 Passivo, conforme o balanço patrimonial Fornecedores Caixa e equivalentes de caixa Controladora Consolidado 30 de 31 de 30 de 31 de junho dezembro junho dezembro de 2014 de 2013 de 2014 de 2013 Bancos Aplicação financeira em CDB A qualidade do crédito dos ativos financeiros que não estão vencidos ou impaired é avaliada mediante referência às classificações externas de crédito (se houver) ou às informações históricas sobre os índices de inadimplência de contrapartes. As instituições financeiras utilizadas pela Companhia possuem BAA2 de rating pela Moodys. 8 de 14

6 6 Investimentos Movimentação da conta de investimento - controladora 2013 Em 1 o de janeiro Aquisição de 100% da Cachos Participações Ltda. 1 Aumento de capital social - Cachos Participações Ltda Reserva de capital reflexa (a) (956) Equivalência patrimonial 28 Em 31 de dezembro Em 1 o de janeiro Equivalência patrimonial 738 Dividendos (320) Em 30 de junho Abaixo demonstramos principais informações da controlada: Cachos Participações Ltda Capital social realizado Patrimônio líquido Total do ativo Lucro líquido do período 738 Percentual de participação No capital votante 100% No capital total 100% Movimentação da conta de investimento - consolidado 2013 Em 1 o de janeiro Aquisição de 33,66% da Cor Brasil Indústria e Comércio S.A Ágio pago na aquisição Ágio em transações de capital reflexa (a) (956) Equivalência patrimonial (103) Em 31 de dezembro de 14

7 2014 Em 1 o de janeiro Equivalência patrimonial 729 Em 30 de junho (a) Refere-se ao ágio pago na compra efetuada pela Cor Brasil Indústria e Comércio S.A, coligada da Cachos Participações Ltda., na Empresa ligada Beleza Natural Cabeleireiros Ltda, que possuia patrimônio negativo. Este valor foi considerado como transação de capital e esta registrado de forma reflexa nas demonstrações financeiras da Companhia. Aquisição realizada pela Cachos Participações Ltda. Em 2o de maio de 2013, os antigos proprietários da Cachos Participações Ltda. cederam e transferiram 499 quotas (representando 99,8% do capital total) pelo seu valor patrimonial, ou seja valor unitário da quota de R$ 1,00 (totalizando R$ 499,00) para a Beleza Participações S.A. que passou a deter o controle da empresa. A Cachos Participações Ltda. não detinha outros ativos e passivos na data. Em 7 de agosto de 2013, a Companhia efetuou um aporte de capital no valor de R$ na Cachos Participações Ltda., cujos recursos foram utilizados para a aquisição de aproximadamente 33,66% da Cor Brasil S.A. ou Beleza Natural, uma rede de institutos de beleza especializada em soluções para cabelos crespos e ondulados. A Cachos Participações Ltda. é uma empresa que tem como objeto social a participação em outras sociedades como sócia quotista ou acionista, no país ou no exterior. Como resultado da aquisição, a Cachos espera obter ganhos pelo resultado de equivalência patrimonial da investida. A Cachos Participações Ltda. apurou, na aquisição de 33,66% de participação da Cor Brasil Indústria e Comércio S.A., ágio no montante de R$ , assim demonstrado: 10 de 14

8 Contraprestação Em 7 de agosto de 2013 Caixa Total da contraprestação Valores reconhecidos de ativos identificáveis adquiridos e passivos assumidos Caixa e equivalentes de caixa Contas a receber de clientes Recebíveis de sócios e coligadas Ativo imobilizado Outros ativos 820 Estoques Obrigações sociais e trabalhistas (8.950) Obrigações tributárias (1.192 Outras obrigações (3.579) Empréstimos e financiamentos (14.816) Passivo contingente (2.128) Parcelamento de impostos (29.802) Total de ativos líquidos identificáveis Participação não Controladora (16.425) Ágio O valor pago que excedeu ao patrimônio líquido da empresa adquirida foi considerad0 como ágio. Para o segundo trimestre de 2014, a administração obteve um laudo de especialistas independentes na avaliação de valor justo dos ativos e passivos na data de aquisição e os seguintes valores foram identificados como alocação do preço de aquisição: Marcas Imobilizado 593 Pontos comerciais 138 Agio (goodwill)(a) Total de ativos líquidos identificáveis (a) O goodwill apurado tem como fundamentação econômica a rentabilidade futura da Cor Brasil Indústria e Comércio S.A., definida com base em estudos de avaliação efetuados pelos especialistas do Grupo GP Investments. Diferentemente do investimento em controlada, o ágio pago por expectativa de rentabilidade futura em coligada não deve ser testado por impairment de maneira individual, mas sim em conjunto com o saldo contábil do investimento como um todo. A administração não identificou indicativos de impairment do investimento em junho de de 14

9 7 Contas a pagar aos fornecedores As contas a pagar aos fornecedores são obrigações a pagar por serviços que foram adquiridos no curso normal dos negócios, referem-se significativamente a contas a pagar de despesas com publicação das demonstrações financeiras e taxas para manutenção do registro da Companhia. 8 Patrimônio líquido (a) Capital social Em 30 de junho de 2014, o capital social integralizado é de R$ , representado por ações ordinárias, todas nominativas e sem valor nominal, totalmente subscritas e integralizadas. A Companhia está autorizada a aumentar seu capital social em até ações, ordinárias ou preferenciais, independentemente de reforma estatutária, mediante deliberação do Conselho de Administração que fixará as condições da emissão. As ações da Beleza Participações S.A. estão divididas da seguinte forma: 30 de junho de 2014 Quantidade de ações - milhares Participação Curly, LLC ,7% GPCP5 I FIP ,3% (b) Reserva legal % A Companhia apropriará, conforme definido pela legislação societária, 5% do lucro líquido anual para reserva legal, sendo limitada a 20% do capital social. Em virtude da Companhia não ter apurado lucro, nenhum valor foi destinado a essa reserva. 9 Despesas gerais e administrativas Correspondem a gastos com publicações, honorários de auditoria, taxa de fiscalização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA), contribuições, despesas bancárias e outros. 10 Contingências A Companhia não é parte envolvida em quaisquer processos, de natureza trabalhista ou cível, que devessem estar registrados nas informações contábeis intermediárias encerradas em 30 de junho de de 14

10 11 Imposto de renda e contribuição social Em 30 de junho de 2014, a Companhia possui prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social, passíveis de compensação com lucros tributáveis futuros nas condições estabelecidas pela legislação vigente, sem prazo de prescrição, no montante de R$ 533. Em função de incertezas quanto à realização dos créditos tributários decorrentes do prejuízo fiscal e da base negativa acima mencionada, a Companhia optou por não registrá-los em seu balanço patrimonial. 12 Despesa de imposto de renda e contribuição social Os valores de imposto de renda e contribuição social referentes aos períodos de seis meses findos em 30 de junho de 2014 e 30 de junho de 2013, demonstrados no resultado, apresentam a seguinte reconciliação em seus valores às alíquotas nominais: Controladora Lucro (Prejuízo) antes dos impostos 562 (38 ) Adições e exclusões antes do cálculo do imposto Expectativa de imposto de renda e contribuição social a alíquotas nominais (34%) (191) 13 Resultados de controladas por equivalência patrimonial 251 IR e CS sobre prejuízos fiscais não constituídos (60) (13) Imposto de renda e contribuição social Na empresa controlada, é adotado o sistema de apuração com base no lucro presumido. 13 Instrumentos financeiros derivativos Durante o semestre findo, a Companhia não realizou transações envolvendo instrumentos financeiros derivativos. 14 Gestão de riscos (a) Política de gestão de riscos A Companhia possui uma política formal para gerenciamento de riscos cujo controle e gestão é responsabilidade da diretoria financeira, que se utiliza de instrumentos de controle através de sistemas adequados e de profissionais capacitados na mensuração, análise e gestão de riscos. Adicionalmente, não são permitidas operações com ativos financeiros de caráter especulativo. (b) Risco de crédito O risco de crédito é o risco que surge da possibilidade de prejuízo resultante do não recebimento, de terceiros, dos valores contratados. 13 de 14

11 Em 30 de junho de 2014, a Companhia não possuía ativos financeiros sujeitos à exposição de risco de crédito. (c) Risco de mercado acionário A Companhia pode investir em participações de companhias de capital aberto em bolsa de valores e, por isso, estará exposta à volatilidade deste mercado. Em 30 de junho de 2014, a Companhia não possuía participações em empresas listadas em bolsa de valores. (d) Risco de liquidez É o risco da Companhia não cumprir com as obrigações associadas com seus passivos financeiros que são liquidados com pagamentos à vista ou com outro ativo financeiro. (e) Risco de taxa de juros O caixa da Companhia pode ser investido em títulos indexados a taxas de juros, portanto variações nas taxas de mercado podem afetar o fluxo de caixa da Companhia. Em 30 de junho de 2014, a Companhia não possuía depósitos financeiros significativos nos referidos títulos que pudessem gerar essa exposição. 15 Outras informações (a) Benefício pós-emprego A Companhia não possui benefícios de longo prazo, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração baseada em ações para a Diretoria ou membros do Conselho de Administração. (b) Transações entre partes relacionadas A Companhia não executou transações envolvendo partes relacionadas além do adiantamento para futuro aumento de capital. 16 Eventos subsequentes Em 25 de julho de 2014, foi realizada reunião de sócios da Cachos Participações Ltda. aprovando a incorporação reversa da Cachos Participações Ltda. pela sua coligada Cor Brasil Indústria e Comércio S.A. com a consequente extinção da Cachos Participações Ltda, passando a Cor Brasil a sucedê-la, a título universal, em todos os bens, direitos e obrigações, nos termos do art. 227 da Lei n.º /76. * * * 14 de 14

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