Como Garantir a Eficácia do Trabalho de Auditoria Interna Através do Follow-Up

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Como Garantir a Eficácia do Trabalho de Auditoria Interna Através do Follow-Up"

Transcrição

1 O valor da Auditoria Interna e imperativos para o sucesso. 29 de julho de 2011 Como Garantir a Eficácia do Trabalho de Auditoria Interna Através do Follow-Up Tiago Lima Coordenador de Auditoria Forjas Taurus SA.

2 Conceito de follow-up Agenda Macro fluxo do processo de follow-up Dificuldades no acompanhamento dos pontos de auditoria Dicas práticas Consequências/benefícios de um processo efetivo de follow-up Espaço para dúvidas e trocas de experiências

3 Conceito de follow-up O auditor tem que exercer um procedimento de acompanhamento da adoção das ações corretivas concluídas em seu trabalho, que via de regra é conhecido como Follow-up Fonte:

4 Macro fluxo do processo de followup Projeto de Auditoria Identificação de Pontos de Auditoria Elaboração do Plano de Ação do Auditado com Prazo para Implementação Acomp. da Auditoria dos Prazos de Implementação Testes para Validação da efetividade da implementação realizada

5 DIFICULDADES NO ACOMPANHAMENTO DOS PONTOS DE AUDITORIA 1) Controlar todos os pontos (ter as informações centralizadas, registradas, atualizadas (dar a manutenção), etc...). Como fazer?; 2) Gerar informações gerenciais dos pontos (% implementado, em andamento, etc...); 4) Turnover (novo responsável pela implementação ou novo auditor responsável pelo acompanhamento). 4) Planejar e realizar os testes de validação das implementações realizadas; 5) Evitar duplicar pontos de auditoria (retrabalho).

6 Dicas O auditor deve ser muito crítico na revisão do Plano de Ação do responsável para resolução do ponto de auditoria. Um bom Plano de Ação: 1) Não deve ser utilizado para justificativas, explicações e lamúrias, e sim única e exclusivamente, de forma objetiva, para a solução dos problemas apontados, através da descrição do conjunto de ações com as providências/tarefas a serem realizadas; 2) Deve contemplar um (1) responsável (nome, sobrenome e cargo); 3) Deve contemplar uma data (dd/mm/aaaa) estimada para implementação e que seja desafiadora e factível; 4) O responsável deve ser um colaborador que tenha alçada para tomar decisões e agir sobre o ponto em questão. Normalmente deve ser no mínimo um Gerente. Cabe ao auditor, dependendo do nível do ponto, avaliar se o responsável tem autonomia para solucionar o ponto ou se deveria subir o nível (inserir um Diretor como responsável, por exemplo).

7 Dicas O auditor deve ter um controle eficiente e eficaz de todos os pontos de auditoria, este controle deve contemplar, no mínimo: 1) O título do ponto; 2) O responsável, o Departamento e a Diretoria à qual o mesmo está inserido; 3) A data de vencimento para a Implementação do Plano de Ação; 4) Registro de todas as ações que estão sendo tomadas; 5) O status do ponto (Em aberto no prazo, Atrasado, Em aberto com data revisada (postergado prazo), Implementado, Fechado revisado pela auditoria, Fechado gestor aceitou o risco, etc...).

8 Dicas A auditoria deve ter um processo eficaz e eficiente de workflow de cobrança dos pontos, deve ser considerado nestas regras as seguintes questões: 1) Estabelecer periodicidade de envios de notificações de lembrete de implementação, antes do vencimento da mesma, por exemplo 10 dias, depois 5 dias, depois no dia do vencimento enviar um de lembrete ao responsável Ação Pró-ativa; 2) Estabelecer a periodicidade e os níveis para enviar as notificações das implementações com prazo vencido, por exemplo: enviar s semanais com todos os pontos vencidos, o aging de cada ponto e copiar o superior imediato; mensalmente enviar um dashboard dos pontos vencidos x não vencidos x fechados para o Diretor da área com cópia para o Diretor Presidente; e, trimestralmente apresentar o dashboard, por Diretoria ao Conselho de Administração.

9 Dicas Estabelecer as rotinas de testes para comprovar a eficiência e eficácia do Plano de Ação implementado, sugere-se seguir a seguinte rotina: 1) Receber notificação do responsável de que o Plano de Ação foi implementado; 2) Revisar a descrição das ações tomadas pelo responsável e verificar se fazem sentido, solicitar também que seja anexada evidência da implementação (por exemplo, uma cópia da tela do sistema indicando o controle criado); 3) Se a descrição da implementação realizada, não fizer sentido algum, o auditor deve rejeitar implementação e manter o ponto como Em aberto ; 4) Se a descrição da implementação fizer sentido, o auditor deverá programarse para realizar os testes para validar o controle criado. Estes testes devem ser tempestivos, o ideal é programar projetos de follow-up para re-testes, trimestralmente, ou pelo menos semestralmente; 5) Se o auditor constatar que o controle foi eficaz e eficiente, o ponto deverá ser fechado e reprogramado testes dentro da periodicidade de auditorias previstas através da avaliação de riscos, caso o controle continue apresentando deficiências, o ponto deve ser reaberto e solicitado providências ao responsável para desenvolvimento de nova ação de implementação ou correções na anterior.

10 Dicas Verificar a possibilidade e viabilidade de implantar uma ferramenta tecnológica que permita automatizar o processo de workflow de notificações, registros dos históricos, controles dos pontos e status dos mesmos, emissão de relatórios gerenciais e dashboards. É possível ter este controle utilizando ferramentas como Excel, Word e enviar s de notificação manualmente, porém o processo fica muito moroso, suscetível a erros, a esquecimento de cobrar os pontos e com isso a auditoria perder em credibilidade. O processo gerenciado de forma manual exige mais recursos humanos para realizar este trabalho, e com isso deixar de alocar recursos em projetos novos de auditoria, para ficar monitorando as implementações.

11 Consequências/Benefícios de um processo efetivo de follow-up Apresentação dinâmica à alta administração da situação dos pontos por tipo de visão (por Diretoria e status, por exemplo); Ações pró-ativas, através de cobranças antes que os prazos de implementações vençam gerando parceria entre as áreas e a auditoria interna; Registro de históricos; Busca da resolução dos problemas pelas áreas, uma vez que são cobradas periódica e automaticamente pela auditoria interna, por suas Diretorias e pelo Conselho de Administração; Aumento da credibilidade da auditoria, uma vez que os pontos são efetivamente cobrados, não caindo os mesmos em descrédito/esquecimento ; Mitigação de riscos auxiliando a Administração a atingir os objetivos da Companhia através da resolução de problemas nos controles internos;

12 Consequências/Benefícios de um processo efetivo de follow-up Auditados se tornam mais críticos e tentam de todas as maneiras retirar os pontos dos Relatórios de Auditoria, exigindo, com isso, trabalhos de auditoria cada vez mais aprofundados, pontos relevantes e com muito embasamento, principalmente evidências documentais; Mais subsídios para elaboração do Plano Anual de Auditoria, uma vez que possibilita prever a quantidade de pontos cujas implementações irão vencer no exercício que está sendo Planejado, alocando recursos para os respectivos trabalhos de follow-up.

13 PERGUNTAS??? SUGESTÕES!!! COMPARTILHE SUAS EXPERIÊNCIAS!!!

14 Obrigado!!! Tiago Lima Coordenador de Auditoria Forjas Taurus Tel. (51) (51)

http://www.wikiconsultoria.com.br/100-motivos-implantar-crm/

http://www.wikiconsultoria.com.br/100-motivos-implantar-crm/ Continuando a série 100 motivo para implantar um CRM, veremos agora motivos referentes a BackOffice de CRM. Se você não tem a primeira parte da nossa apresentação, com os primeiros 15 motivos para implantar

Leia mais

Gestão da Tecnologia da Informação

Gestão da Tecnologia da Informação TLCne-051027-P0 Gestão da Tecnologia da Informação Disciplina: Governança de TI São Paulo, Outubro de 2012 0 Sumário TLCne-051027-P1 Conteúdo desta Aula Abordar o domínio Adquirir e Implementar e todos

Leia mais

Justificativa da iniciativa

Justificativa da iniciativa Sumário Justificativa da iniciativa O que é o Framework? Apresentação básica de cada ferramenta Quais projetos serão avaliados por meio do Framework? Fluxo de avaliação Expectativas Justificativa da iniciativa

Leia mais

Manual de Usuário. Gestion Libre de Parc Informatique (Gestão Livre de Parque de Informática) Versão 1.1 NRC

Manual de Usuário. Gestion Libre de Parc Informatique (Gestão Livre de Parque de Informática) Versão 1.1 NRC Manual de Usuário Gestion Libre de Parc Informatique (Gestão Livre de Parque de Informática) Versão 1.1 NRC Manual do Usuário GLPI 1. Introdução 3 2. Acessando o GLPI 4 3. Entendendo o processo de atendimento

Leia mais

INSTRUÇÃO DE TRABALHO PARA INFORMAÇÕES GERENCIAIS

INSTRUÇÃO DE TRABALHO PARA INFORMAÇÕES GERENCIAIS INSTRUÇÃO DE TRABALHO PARA INFORMAÇÕES GERENCIAIS Asia Shipping Transportes Internacionais Ltda. como cópia não controlada P á g i n a 1 7 ÍNDICE NR TÓPICO PÁG. 1 Introdução & Política 2 Objetivo 3 Responsabilidade

Leia mais

Título do Slide Máximo de 2 linhas

Título do Slide Máximo de 2 linhas PMO: Como vencer em projetos de grandes corporações Luiz Del Col 11/Fev/2014 Terça-feira O webinar iniciará em 15 minutos Iniciaremos o webinar às 20h (Horário de Brasília) PMO: Como vencer em projetos

Leia mais

Manual de Usuário. Gestion Libre de Parc Informatique (Gestão Livre de Parque de Informática) Versão 1.0 Afonso Ueslei da Fonseca

Manual de Usuário. Gestion Libre de Parc Informatique (Gestão Livre de Parque de Informática) Versão 1.0 Afonso Ueslei da Fonseca Manual de Usuário Gestion Libre de Parc Informatique (Gestão Livre de Parque de Informática) Versão 1.0 Afonso Ueslei da Fonseca Manual do Usuário GLPI 1. Introdução 3 2. Acessando o GLPI 4 3. Entendendo

Leia mais

REGULAMENTO DA OUVIDORIA TOKIO MARINE SEGUROS S.A.

REGULAMENTO DA OUVIDORIA TOKIO MARINE SEGUROS S.A. REGULAMENTO DA OUVIDORIA TOKIO MARINE SEGUROS S.A. DA CONSTITUIÇÃO Artigo 1º - Por decisão da Diretoria Tokio Marine Seguradora S.A., e na forma da Circular Susep nº 279/2013 esta OUVIDORIA atuará nos

Leia mais

gestão eletrônica do sistema da qualidade: uma ferramenta para o Coordenador da Qualidade A gestão eletrônica QUALIDADE QUALIDADE PROJETOS SAC

gestão eletrônica do sistema da qualidade: uma ferramenta para o Coordenador da Qualidade A gestão eletrônica QUALIDADE QUALIDADE PROJETOS SAC TECNOLOGIA WEB QUALIDADE SAC 1 QUALIDADE A gestão eletrônica gestão eletrônica do sistema da qualidade: uma ferramenta para o Coordenador da 2 1 Apresentação do Sistema O AUTODOC é um software para Web

Leia mais

12 de abril de 2013. Sávio Jannuzzi

12 de abril de 2013. Sávio Jannuzzi 12 de abril de 2013 Como o alinhamento estratégico entre Conselho de Administração e Diretoria Executiva pode elevar o índice de implementação de ações no prazo acordado." Sávio Jannuzzi Gerente Geral

Leia mais

Casos de Sucesso. Cliente. Deloitte Touche Tohmatsu Consultores LTDA

Casos de Sucesso. Cliente. Deloitte Touche Tohmatsu Consultores LTDA Casos de Sucesso Cliente Deloitte Touche Tohmatsu Consultores LTDA Deloitte Touche Tohmatsu Consultores LTDA Perfil da empresa A Deloitte é uma das maiores empresas do mundo na prestação de serviços profissionais

Leia mais

PROCEDIMENTO DE AUDITORIA INTERNA DO PROGRAMA 5 S HISTÓRICO DAS ALTERAÇÕES

PROCEDIMENTO DE AUDITORIA INTERNA DO PROGRAMA 5 S HISTÓRICO DAS ALTERAÇÕES Página 1 de 5 SUMÁRIO 1. OBJETIVO 2 CONDIÇÕES GERAIS 3 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS 4 REGISTROS E ANEXOS HISTÓRICO DAS ALTERAÇÕES DATA REVISÃO ITENS REVISADOS ELABORAÇÃO APROVAÇÃO 24/06/2011 10/12/2011 Emissão

Leia mais

Política de Gerenciamento de Risco Operacional. Departamento Controles Internos e Risco

Política de Gerenciamento de Risco Operacional. Departamento Controles Internos e Risco Política de Gerenciamento de Risco Operacional Departamento Controles Internos e Risco PROPRIEDADE DA FUTURAINVEST DTVM LTDA. PROIBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL SEM PRÉVIA AUTORIZAÇÃO SALVADOR, 31

Leia mais

Guia do usuário GLPI. Versão 0.78.5 Modificada- Thiago Passamani

Guia do usuário GLPI. Versão 0.78.5 Modificada- Thiago Passamani Guia do usuário GLPI Versão 0.78.5 Modificada- Thiago Passamani 1 -O que é GLPI? GLPI(Gestionnaire Libre de Parc Informatique ) é a uma sigla em Francês, que significa Gestão de Parque de Informática Livre.

Leia mais

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI 1. PI06 TI 1.1. Processos a serem Atendidos pelos APLICATIVOS DESENVOLVIDOS Os seguintes processos do MACROPROCESSO

Leia mais

Projeto de governança automatiza e agiliza processos na Ouro Verde

Projeto de governança automatiza e agiliza processos na Ouro Verde Projeto de governança automatiza e agiliza processos na Ouro Verde Perfil A Ouro Verde Locação e Serviço S.A. é uma empresa paranaense com mais de 40 anos de mercado, trabalhando com gestão e terceirização

Leia mais

PROCEDIMENTO SISTÊMICO DA QUALIDADE

PROCEDIMENTO SISTÊMICO DA QUALIDADE 1. OBJETIVO Estabelecer, documentar, implementar, aprimorar e manter um, que assegure a conformidade com os requisitos da norma de referência. 2. CONTROLE DE DOCUMENTOS E REGISTRO 2. CONTROLE DE DOCUMENTOS

Leia mais

Política de Gerenciamento do Risco Operacional Banco Opportunity e Opportunity DTVM Março/2015

Política de Gerenciamento do Risco Operacional Banco Opportunity e Opportunity DTVM Março/2015 Política de Gerenciamento do Risco Operacional Banco Opportunity e Opportunity DTVM Março/2015 1. OBJETIVO Esta política tem como objetivo estabelecer as diretrizes necessárias para o adequado gerenciamento

Leia mais

Estrutura de gerenciamento do Risco Operacional do Sistema Sicoob

Estrutura de gerenciamento do Risco Operacional do Sistema Sicoob Estrutura de gerenciamento do Risco Operacional do Sistema Sicoob 1. Sistema Sicoob A estrutura de gerenciamento do risco operacional das cooperativas do Sicoob é composta da seguinte forma: A adoção do

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade Produto

Contrata Consultor na modalidade Produto Contrata Consultor na modalidade Produto PROJETO 914BRZ4011 EDITAL Nº 005/2010 1. Perfil: Iphan Central 28 - Republicação 3. Qualificação educacional: Profissional com nível superior em Direito preferencialmente

Leia mais

SISTEMA PARA ABERTURA DE CHAMADOS TÉCNICOS GLPI ( GESTÃO LIVRE DE PARQUE DE INFORMÁTICA ) Manual do Usuário

SISTEMA PARA ABERTURA DE CHAMADOS TÉCNICOS GLPI ( GESTÃO LIVRE DE PARQUE DE INFORMÁTICA ) Manual do Usuário SISTEMA PARA ABERTURA DE CHAMADOS TÉCNICOS GLPI ( GESTÃO LIVRE DE PARQUE DE INFORMÁTICA ) Manual do Usuário 1 Apresentação... 3 1- Introdução... 4 2- Acessando GLPI:... 5 3- Abrindo chamado:... 6 3.1-

Leia mais

invgate Service Desk

invgate Service Desk invgate Service Desk 02 Informação Geral. 03 Funcionalidades. 06 Beneficiação. Índice. 02 Informação Geral. Revolucione seu departamento de IT Administrar seu departamento de IT é fácil Atualmente, os

Leia mais

POLITICA DE GESTÃO DE RISCO DA CDP

POLITICA DE GESTÃO DE RISCO DA CDP POLITICA DE GESTÃO DE RISCO DA CDP 1. OBJETIVO A Gestão de Risco da CDP visando dar segurança e consistência aos processos da Companhia, bem como levantar informações a fim de auxiliar a Alta Direção da

Leia mais

Sistema de chamados técnicos GUIA DO USUÁRIO. Sistema helpdesk GLPI CIC/EST

Sistema de chamados técnicos GUIA DO USUÁRIO. Sistema helpdesk GLPI CIC/EST Sistema de chamados técnicos GUIA DO USUÁRIO Sistema helpdesk GLPI CIC/EST Agenda Importância do sistema Entender o processo Acessar o sistema Gerenciar o chamado Outubro/2014 http://helpdesk.cic.unb.br

Leia mais

Sistema de HelpDesk da SESAU Guia do Usuário

Sistema de HelpDesk da SESAU Guia do Usuário Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas SESAU Coordenadoria Setorial de Gestão a Informática - CSGI Sistema de HelpDesk da SESAU Guia do Usuário Maceió 06/02/2012 Técnico Responsável: Bruno Cavalcante

Leia mais

25º. WCARS World Continuous Auditing and Reporting Symposium. Monitoramento Contínuo e Auditoria Contínua. Luís Pires

25º. WCARS World Continuous Auditing and Reporting Symposium. Monitoramento Contínuo e Auditoria Contínua. Luís Pires 25º. WCARS World Continuous Auditing and Reporting Symposium Monitoramento Contínuo e Auditoria Contínua Luís Pires 1 Agenda Monitoramento Contínuo Auditoria Contínua 2 NECESSIDADES DE NEGÓCIO 2008: Economia

Leia mais

AUDITORIAS AUDITORIAS AUDITORIAS GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE OBJETIVO DA AUDITORIA GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE DEFINIÇÕES:

AUDITORIAS AUDITORIAS AUDITORIAS GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE OBJETIVO DA AUDITORIA GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE DEFINIÇÕES: OBJETIVO DA AUDITORIA PROCEDIMENTOS VERIFICAR, ATESTAR SE AS ATIVIDADES E OS RESULTADOS A ELA RELACIONADOS, DE UM SISTEMA DE GESTÃO FORMAL, ESTÃO IMPLEMENTADOS EFICAZMENTE. DEFINIÇÕES: AUDITORIA: UM EXAME,

Leia mais

Service Desk. IT Management Software. Certified Partner

Service Desk. IT Management Software. Certified Partner Certified Partner Você não está precisando melhorar a qualidade do suporte técnico de sua empresa, reduzir radicalmente o tempo de resposta e gerir com as melhores práticas os processos de serviço? Atualmente,

Leia mais

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL Versão Março de 2015 POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL (Política e procedimentos relacionados ao gerenciamento de risco operacional da Gávea DTVM nos termos da Resolução BCB no 3.380, de 29

Leia mais

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar.

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar. C O B I T Evolução Estratégica A) Provedor de Tecnologia Gerenciamento de Infra-estrutura de TI (ITIM) B) Provedor de Serviços Gerenciamento de Serviços de TI (ITSM) C) Parceiro Estratégico Governança

Leia mais

A Disciplina Gerência de Projetos

A Disciplina Gerência de Projetos A Disciplina Gerência de Projetos Atividades, Artefatos e Responsabilidades hermano@cin.ufpe.br Objetivos Apresentar atividades da disciplina Gerência de Projetos Discutir os artefatos e responsáveis envolvidos

Leia mais

AGENDA - A Ouvidoria nas Empresas - Sistema de controle Exceller Ouvidoria - Resolução Bacen 3.477 - Principais pontos

AGENDA - A Ouvidoria nas Empresas - Sistema de controle Exceller Ouvidoria - Resolução Bacen 3.477 - Principais pontos AGENDA - A Ouvidoria nas Empresas - Sistema de controle Exceller Ouvidoria - Resolução Bacen 3.477 - Principais pontos mediação, ouvidoria e gestão de relacionamentos A Ouvidoria nas Empresas Ferramenta

Leia mais

GESTÃO DE RISCOS DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES

GESTÃO DE RISCOS DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES Número da Norma Complementar Revisão Emissão Folha ICMBio Instituto Chico Mendes De Conservação da Biodiversidade Diretoria de Planejamento, Administração e Logística ORIGEM COTEC - Coordenação de Tecnologia

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO DE ATENÇÃO DOMICILIAR

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO DE ATENÇÃO DOMICILIAR MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO DE ATENÇÃO DOMICILIAR SAF SUL Qd. 02, Bl. E/F, Ed. Premium Torre II Auditório Sala 05 Telefone: (61) 3315 9052

Leia mais

Conceitos básicos em Monitoramento e Avaliação. Professor: Marconi Fernandes de Sousa Período: Julho de 2013.

Conceitos básicos em Monitoramento e Avaliação. Professor: Marconi Fernandes de Sousa Período: Julho de 2013. Conceitos básicos em Monitoramento e Avaliação Professor: Marconi Fernandes de Sousa Período: Julho de 2013. Sistemas de Monitoramento e Avaliação Pode ser entendido, em sentido lato, como o conjunto de

Leia mais

Disciplina: Administração de Departamento de TI. Professor: Aldo Rocha. Aula I - 11/08/2011

Disciplina: Administração de Departamento de TI. Professor: Aldo Rocha. Aula I - 11/08/2011 Disciplina: Administração de Departamento de TI Professor: Aldo Rocha Aula I - 11/08/2011 Gerenciamento de Serviços TI 1.Introdução; 2. Panorama Atual; 3. Necessidade do alinhamento de TI a estratégia

Leia mais

Elaborado por: 21/08/2006 Revisado por: 21/08/2006 Aprovado por: 21/08/2006

Elaborado por: 21/08/2006 Revisado por: 21/08/2006 Aprovado por: 21/08/2006 01/07 Elaborado por: 21/08/2006 isado por: 21/08/2006 provado por: 21/08/2006 Silas Sampaio Moraes Junior SQ/MTZ Silas Sampaio Moraes Junior SQ/MTZ Silas Sampaio Moraes Junior SQ/MTZ Objetivos: Determinar,

Leia mais

PÁGINA 4 ITIL V.2 & ITIL V.3

PÁGINA 4 ITIL V.2 & ITIL V.3 PÁGINA 4 ITIL V.2 & ITIL V.3 Gerência de Níveis de Serviço Manter e aprimorar a qualidade dos serviços de TI Revisar continuamente os custos e os resultados dos serviços para garantir a sua adequação Processo

Leia mais

Ricardo Paulino Gerente de Processos e Estratégia

Ricardo Paulino Gerente de Processos e Estratégia Ricardo Paulino Gerente de Processos e Estratégia Agenda Sobre a Ferrettigroup Brasil O Escritório de Processos Estratégia Adotada Operacionalização do Escritório de Processos Cenário Atual Próximos Desafios

Leia mais

Fundamentos de Teste de Software

Fundamentos de Teste de Software Núcleo de Excelência em Testes de Sistemas Fundamentos de Teste de Software Módulo 3 Planejamento e Aula 8 do Projeto Aula 08 do Projeto SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 ACOMPANHAMENTO DO PROJETO... 3 1. do Progresso...

Leia mais

Os processos. Auditorias internas. Requisitos ISO 9001 S1E1

Os processos. Auditorias internas. Requisitos ISO 9001 S1E1 Os processos Requisitos ISO 9001 s internas S1E1 Metodologia Esta capacitação em s Internas de Sistemas de Gestão da Qualidade prevê a construção do conhecimento por meio de exercícios teórico-práticos

Leia mais

4 - POLÍTICAS DE RISCO DE CRÉDITO

4 - POLÍTICAS DE RISCO DE CRÉDITO 1. INTRODUÇÃO Este documento objetiva esclarecer as normas, políticas e procedimentos de controle utilizados pelo Banco Tricury S/A no processo de gestão de Risco de Crédito das operações, consoante a

Leia mais

Melhorias e Correções Patch's

Melhorias e Correções Patch's Melhorias e Correções Patch's Relações de Melhorias ID Descrição 6355 Curva S de Evolução Histórica No painel executivo foi acrescentado o gráfico com a Curva S, para o período selecionado, de Percentual

Leia mais

SIMPROS 2001. Experiência de implantação da norma ISO 9001:2000 a partir da utilização da ISO/IEC TR 15504 (SPICE) para Melhoria de Processos

SIMPROS 2001. Experiência de implantação da norma ISO 9001:2000 a partir da utilização da ISO/IEC TR 15504 (SPICE) para Melhoria de Processos Experiência de implantação da norma ISO 9001:2000 a partir da utilização da ISO/IEC TR 15504 (SPICE) para Melhoria de Processos Adilson Sérgio Nicoletti Blumenau, SC - setembro de 2001 Conteúdo Apresentação

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO

SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO PÁGINA: 1/11 OBJETIVO DEFINIR O MÉTODO DE FUNCIONAMENTO DA, VISANDO MANTER AS MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS, FERRAMENTAS E AS INSTALAÇÕES DA. DE FORMA A GARANTIR A QUALIDADE DO PRODUTO DENTRO DO ESPECIFICADO

Leia mais

Cadastro Nacional das Entidades de Assistência Social CNEAS

Cadastro Nacional das Entidades de Assistência Social CNEAS Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS Secretaria Nacional de Assistencia Social SNAS Departamento da Rede Socioassistencial Privada do SUAS DRSP Cadastro Nacional das Entidades de Assistência

Leia mais

Atendimento CREA-RO. Plano de Desenvolvimento de Software. Histórico das Reuniões do Grupo

Atendimento CREA-RO. Plano de Desenvolvimento de Software. Histórico das Reuniões do Grupo Plano de Desenvolvimento de Software Histórico das Reuniões do Grupo Data Descrição Integrantes O que foi deliberado. 1 Índice Analítico 1. Introdução 3 1.1 Finalidade 3 1.2 Escopo 3 1.3 Visão geral 3

Leia mais

Avaliação de Riscos Aplicada à Qualidade em Desenvolvimento de Software

Avaliação de Riscos Aplicada à Qualidade em Desenvolvimento de Software Rafael Espinha, Msc rafael.espinha@primeup.com.br +55 21 9470-9289 Maiores informações: http://www.primeup.com.br riskmanager@primeup.com.br +55 21 2512-6005 Avaliação de Riscos Aplicada à Qualidade em

Leia mais

OBJETIVO MATERIAIS NECESSÁRIOS DESCRIÇÃO DAS PRINCIPAIS ATIVIDADES

OBJETIVO MATERIAIS NECESSÁRIOS DESCRIÇÃO DAS PRINCIPAIS ATIVIDADES PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Padrão N : 7.3 Estabelecido em: 28/06/2011 Revisado em: 28/06/2011 N da Revisão: 00 Setor: NCP (Núcleo de Controle de Produtos) Tarefa: Padronização de procedimentos internos

Leia mais

MPR MPR/SPI-801-R00 PARCERIAS COM INSTITUIÇÕES DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO

MPR MPR/SPI-801-R00 PARCERIAS COM INSTITUIÇÕES DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO MPR MPR/SPI-801-R00 PARCERIAS COM INSTITUIÇÕES DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO 05/2015 PÁGINA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 2 18 de maio de 2015. Aprovado, Tiago Sousa Pereira 3 PÁGINA INTENCIONALMENTE EM BRANCO

Leia mais

Redução de impacto ambiental no consumo diário de líquidos. TERMO DE ABERTURA

Redução de impacto ambiental no consumo diário de líquidos. TERMO DE ABERTURA Redução de impacto ambiental no consumo diário de líquidos. TERMO DE ABERTURA Preparado por Cassius Marcellus de Freitas Rodrigues Versão: 1.1 Renata Rossi de Oliveira Aprovado por 17/09/12 Nome do Projeto:

Leia mais

CÓPIA NÃO CONTROLADA. DOCUMENTO CONTROLADO APENAS EM FORMATO ELETRÔNICO. PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE

CÓPIA NÃO CONTROLADA. DOCUMENTO CONTROLADO APENAS EM FORMATO ELETRÔNICO. PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ 290.0339 - PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE APROVAÇÃO CARLOS ROBERTO KNIPPSCHILD Gerente da Qualidade e Assuntos Regulatórios Data: / / ELABORAÇÃO REVISÃO

Leia mais

Plano de Gerenciamento das Comunicações

Plano de Gerenciamento das Comunicações Projeto: Simul-e Plano de Gerenciamento das Comunicações Versão 1.0 Página 1 de 9 Histórico da Revisão Data Versão Descrição Autor 01/11/2015 1.0 Criação do Documento Hugo Pazolline Página 2 de 9 Índice

Leia mais

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Jacaré Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Jacaré Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.1 Programa de Gerenciamento Ambiental NOV/2013 CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já Realizadas... 2 2. Justificativa... 4 3. Objetivos... 5 4. Área de Abrangência...

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO DE UMA DIRETORIA DE PROJETOS

CONTRIBUIÇÃO DE UMA DIRETORIA DE PROJETOS www.tecnologiadeprojetos.com.br Diretoria de Acompanhamento e Avaliação de Projetos da Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais DAPE/SEE-MG RELATÓRIO DE PESQUISA 1 : CONTRIBUIÇÃO DE UMA DIRETORIA

Leia mais

1. O que é GLPI? 2. Processo de atendimento

1. O que é GLPI? 2. Processo de atendimento 1. O que é GLPI? GLPI (Gestionnaire Libre de Parc Informatique) é a uma sigla em Francês, que significa Gestão de Parque de Informática Livre. Essa é uma ferramenta de helpdesk (suporte ao usuário) para

Leia mais

SOCINALS.A- CRÉDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO

SOCINALS.A- CRÉDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO SOCINALS.A- CRÉDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO RELATÓRIO DE GESTÃO DO RISCO OPERACIONAL - EXERCICIO 2014 SUMÁRIO 1. Introdução; 2. Política Institucional para Gestão de Risco Operacional; 3. Estrutura

Leia mais

Resultados da Pesquisa

Resultados da Pesquisa Resultados da Pesquisa 1. Estratégia de Mensuração 01 As organizações devem ter uma estratégia de mensuração formal e garantir que a mesma esteja alinhada com os objetivos da empresa. Assim, as iniciativas

Leia mais

Sistema de Controle de Solicitação de Desenvolvimento

Sistema de Controle de Solicitação de Desenvolvimento Sistema de Controle de Solicitação de Desenvolvimento Introdução O presente documento descreverá de forma objetiva as principais operações para abertura e consulta de uma solicitação ao Setor de Desenvolvimento

Leia mais

Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno

Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno Resumo O presente case mostra como ocorreu o processo de implantação do Departamento Comercial em

Leia mais

Governo do Estado do Ceará Secretaria do Planejamento e Gestão SEPLAG Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará - IPECE

Governo do Estado do Ceará Secretaria do Planejamento e Gestão SEPLAG Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará - IPECE Governo do Estado do Ceará Secretaria do Planejamento e Gestão SEPLAG Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará - IPECE TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE ESPECIALISTA EM GESTÃO FINANCEIRA

Leia mais

AUDITORIA DE DIAGNÓSTICO

AUDITORIA DE DIAGNÓSTICO 1.1 POLíTICA AMBIENTAL 1.1 - Política Ambiental - Como está estabelecida e documentada a política e os objetivos e metas ambientais dentro da organização? - A política é apropriada à natureza e impactos

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG

RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE GERÊNCIA DE CONTROLE DE TESOURARIA ANÁLISE DE RISCO OPERACIONAL RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG Belo Horizonte 01 de Julho de 2008 1 SUMÁRIO 1. Introdução...02

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PO.GRH.01 01 1/9 1. OBJETIVO Descrever e fornecer informações quanto às atribuições, responsabilidades e pré-requisitos que constituem as funções da organização, e o levantamento da necessidade e realização

Leia mais

PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE Secretaria de Finanças Unidade de Fiscalização Tributária. NFS-e: Importância e Utilização Estratégica da Informação

PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE Secretaria de Finanças Unidade de Fiscalização Tributária. NFS-e: Importância e Utilização Estratégica da Informação PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE Unidade de Fiscalização Tributária NFS-e: Importância e Utilização Estratégica da Informação NFS-e: Aspectos Gerais Implantação: 06/2008 Obrigatoriedade - Prestadores de

Leia mais

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO)

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) Objeto, princípios e campo de aplicação 35.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece princípios e requisitos para gestão da segurança

Leia mais

POLÍTICA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO

POLÍTICA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO POLÍTICA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO 1. Aplicação Esta política aplica-se a todos os colaboradores Técnico-administrativos, sejam vínculo CLT ou contrato de estágio. 2. Objetivo Estabelecer critérios

Leia mais

Comitês do Banco BMG. Comitês Existentes

Comitês do Banco BMG. Comitês Existentes Comitês do Banco BMG Introdução Os Comitês representam coletivamente os interesses do Banco BMG, nos diversos segmentos de sua organização. É política do Banco BMG, manter o controle permanente de seus

Leia mais

Relacionamento Clientes

Relacionamento Clientes FENÍCIA CRM & SRM O Fenícia CRM (Customer Relationship Management - Sistema de Gerenciamento do Relacionamento com os Clientes) é uma ferramenta de gestão com foco no cliente, essencial para angariar e

Leia mais

Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL

Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL Information Technology Infrastructure Library ou Biblioteca de Infraestrutura da Tecnologia da Informação A TI de antes (ou simplesmente informática ),

Leia mais

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT MASTER IN PROJECT MANAGEMENT PROJETOS E COMUNICAÇÃO PROF. RICARDO SCHWACH MBA, PMP, COBIT, ITIL Atividade 1 Que modelos em gestão de projetos estão sendo adotados como referência nas organizações? Como

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO GESOL Nº 19/2009

RELATÓRIO TÉCNICO GESOL Nº 19/2009 RELATÓRIO TÉCNICO GESOL Nº 19/2009 Assunto: Gestão de barragens de rejeitos e resíduos em empreendimentos industriais e minerários de Minas Gerais. Referência: Resultados obtidos a partir das diretrizes

Leia mais

Relatório da estrutura de gerenciamento de riscos do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob)

Relatório da estrutura de gerenciamento de riscos do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) 1/7 Relatório da estrutura de gerenciamento de riscos do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) Módulo I Apresentação 1. Com a finalidade de promover a harmonização, a integração e a racionalização

Leia mais

Gerenciamento de Projeto: Monitorando e Controlando o Projeto II. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Gerenciamento de Projeto: Monitorando e Controlando o Projeto II. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Gerenciamento de Projeto: Monitorando e Controlando o Projeto II Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Reportar o Desempenho Realizar o Controle Integrado de Mudanças Reportar o

Leia mais

ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO. Documento de caráter orientativo

ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO. Documento de caráter orientativo Coordenação Geral de Acreditação ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO Documento de caráter orientativo DOQ-CGCRE-002 Revisão 03

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SGP-104-R00 FÉRIAS DOS SERVIDORES

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SGP-104-R00 FÉRIAS DOS SERVIDORES MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR/SGP-104-R00 FÉRIAS DOS SERVIDORES 10/2015 PÁGINA INTENCIONALMENTE EM BRANCO 2 02 de outubro de 2015. Aprovado, Antonia Valeria Martins Maciel 3 PÁGINA INTENCIONALMENTE EM BRANCO

Leia mais

Relatório do 2º Monitoramento

Relatório do 2º Monitoramento TC n? 012.374//2000-3 Relatório do 2º Monitoramento Programa Nacional de Informática na Educação - ProInfo Brasília, dezembro de 2002. Sumário 1. INTRODUÇÃO... 2 2. ANÁLISE DA IMPLEMENTAÇÃO DAS RECOMENDAÇÕES...

Leia mais

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Fortuna II Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Fortuna II Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.1 Programa de Gerenciamento Ambiental NOV/2013 CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já Realizadas... 2 2. Justificativa... 4 3. Objetivos... 4 4. Área de Abrangência...

Leia mais

PORTARIA TC Nº 437, 23 DE SETEMBRO DE 2015

PORTARIA TC Nº 437, 23 DE SETEMBRO DE 2015 PORTARIA TC Nº 437, 23 DE SETEMBRO DE 2015 Disciplina os procedimentos para gestão de incidentes de segurança da informação e institui a equipe de tratamento e resposta a incidentes em redes computacionais

Leia mais

AQUISIÇÃO / INVENTÁRIO. Integração dos módulos de aquisição (sugestões/indicações de compra) com o módulo de tratamento da informação

AQUISIÇÃO / INVENTÁRIO. Integração dos módulos de aquisição (sugestões/indicações de compra) com o módulo de tratamento da informação AQUISIÇÃO / INVENTÁRIO / NÃO 1 Integração dos módulos de aquisição (sugestões/indicações de compra) com o módulo de tratamento da informação Registro de sugestões de compra de materiais bibliográficos

Leia mais

Veja e interprete rapidamente qualquer tipo de informação. Compare os resultados e construa seu próprio dashboard de forma simples.

Veja e interprete rapidamente qualquer tipo de informação. Compare os resultados e construa seu próprio dashboard de forma simples. Veja e interprete rapidamente qualquer tipo de informação. Compare os resultados e construa seu próprio dashboard de forma simples. CONSTRUA Defina os gráficos que você preferir e como eles aparecerão

Leia mais

Domínio E: Celeridade e Tempestividade

Domínio E: Celeridade e Tempestividade Domínio E: Celeridade e Tempestividade 10 Agilidade no julgamento de processos e gerenciamento de prazos pelos Tribunais de Contas (4 domínios) 11 Controle externo concomitante (preventivo) (4 domínios)

Leia mais

Perguntas para avaliar a efetividade do processo de segurança

Perguntas para avaliar a efetividade do processo de segurança Perguntas para avaliar a efetividade do processo de segurança Questionário básico de Segurança da Informação com o objetivo de ser um primeiro instrumento para você avaliar, em nível gerencial, a efetividade

Leia mais

Integração entre práticas de gestão: Processos, Projetos e Gestão da Rotina

Integração entre práticas de gestão: Processos, Projetos e Gestão da Rotina Integração entre práticas de gestão: Processos, Projetos e Gestão da Rotina Palestrante: Marlene Silva Gerente de Gestão Quem Somos Marca líder no segmento de higiene e limpeza no Brasil, a Ypê possui

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Grupo PETRA S.A. Departamento de Tecnologia da Informação POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Início da Vigência: 01/Maio/2010 Propriedade do Grupo PETRA S.A. 1. INTRODUÇÃO Este documento foi elaborado

Leia mais

PMO AeC: RESULTADOS OBTIDOS Fernando Parreiras e Vera Lott

PMO AeC: RESULTADOS OBTIDOS Fernando Parreiras e Vera Lott PMO AeC: RESULTADOS OBTIDOS Fernando Parreiras e Vera Lott 2 NECESSIDADES Controle Padronização Complexidade COLABORAÇÃO Necessidades executivas Utilização amigável NECESSIDADES PÚBLICO INTERNO Executivos

Leia mais

OBJETIVO DO : FORMAÇÃO NAS MELHORES PRÁTICAS DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS. Apresentar o caderno;

OBJETIVO DO : FORMAÇÃO NAS MELHORES PRÁTICAS DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS. Apresentar o caderno; IRAIR VALESAN (PMP) OBJETIVO DO : FORMAÇÃO NAS MELHORES PRÁTICAS DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS Apresentar o caderno; Exemplo de projetos bem sucedidos http://g1.globo.com/minas-gerais/triangulomineiro/noticia/2015/02/produtores-ruraisaprendem-como-recuperar-nascentes-de-riosem-mg.html

Leia mais

Procedimento Geral para Certificação de Sistema de Gestão da Qualidade

Procedimento Geral para Certificação de Sistema de Gestão da Qualidade Pág. 1 de 12 1. OBJETIVO O objetivo deste documento é o de estabelecer os critérios de certificação da ABRACE, para prestação de serviços de avaliação da conformidade e certificação de Sistemas de Gestão.

Leia mais

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9 Página: 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática de funcionamento e aplicação das Auditorias Internas da Qualidade, fornecendo diretrizes para instruir, planejar, executar e documentar as mesmas. Este

Leia mais

GUIA DO CICLO DE GESTÃO DE GENTE

GUIA DO CICLO DE GESTÃO DE GENTE GUIA DO CICLO DE GESTÃO DE GENTE 1/ 13 Índice I. O conceito do Ciclo de Gestão de Gente 1. O que é o Ciclo de Gestão de Gente? 2. Objetivos do Ciclo de Gestão de Gente 3. Como funciona o Ciclo de Gestão

Leia mais

PLANO DE GERENCIAMENTO DO PROJETO

PLANO DE GERENCIAMENTO DO PROJETO Identificação do Projeto Projeto Nome do projeto. Unidade Demandante Unidade que solicitou o projeto. Gestor do Projeto Nome do Gestor do projeto. Responsável na Unidade Demandante Nome do Responsável

Leia mais

AKRO DTVM S.A. ( AKRO )

AKRO DTVM S.A. ( AKRO ) AKRO DTVM S.A. ( AKRO ) POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL (Política e procedimentos relacionados ao gerenciamento de risco operacional nos termos da Resolução BCB nº 3.380, de 29 de junho

Leia mais

Plano de Comunicação

Plano de Comunicação PLANO DE COMUNICAÇÃO DO ESCRITÓRIO DE PROJETOS PMIMF Plano de Comunicação É o artefato que visa planejar e documentar a comunicação existente entre os projetos, o escritório de projetos, o Ministério da

Leia mais

ONE Service Desk. O Service Desk ONE fornece uma infraestrutura de serviços de suporte ITIL completa, contendo:

ONE Service Desk. O Service Desk ONE fornece uma infraestrutura de serviços de suporte ITIL completa, contendo: ONE Service Desk O Service Desk ONE fornece uma infraestrutura de serviços de suporte ITIL completa, contendo: Gerenciamento de Incidentes Gerenciamento de Problemas Gerenciamento de Mudanças BDGC (Banco

Leia mais

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Toda empresa privada deseja gerar lucro e para que chegue com sucesso ao final do mês ela precisa vender, sejam seus serviços

Leia mais

Agenda ! GRUPO SABEMI. ! Contexto Geral de Processos e TI na SABEMI. ! Case: Processo de Atendimento dos Canais de Venda. ! Resultados da Automação

Agenda ! GRUPO SABEMI. ! Contexto Geral de Processos e TI na SABEMI. ! Case: Processo de Atendimento dos Canais de Venda. ! Resultados da Automação Agenda! GRUPO SABEMI! Contexto Geral de Processos e TI na SABEMI! Case: Processo de Atendimento dos Canais de Venda! Resultados da Automação Grupo SABEMI Vídeo Institucional Contexto Geral de Processos

Leia mais

Certificação ISO/IEC 27001. SGSI - Sistema de Gestão de Segurança da Informação. A Experiência da DATAPREV

Certificação ISO/IEC 27001. SGSI - Sistema de Gestão de Segurança da Informação. A Experiência da DATAPREV Certificação ISO/IEC 27001 SGSI - Sistema de Gestão de Segurança da Informação A Experiência da DATAPREV DATAPREV Quem somos? Empresa pública vinculada ao Ministério da Previdência Social, com personalidade

Leia mais

Fórum IPv6 Plano de Disseminação do Uso IPv6

Fórum IPv6 Plano de Disseminação do Uso IPv6 Fórum IPv6 Plano de Disseminação do Uso IPv6 Novembro 2014 Competência da SLTI Propor políticas, planejar, coordenar, supervisionar e orientar normativamente as atividades: de administração dos recursos

Leia mais

A visão do modelo MPS.BR para Gerência de Projeto - Nível G. por Adriana Silveira de Souza

A visão do modelo MPS.BR para Gerência de Projeto - Nível G. por Adriana Silveira de Souza A visão do modelo MPS.BR para Gerência de Projeto - Nível G por Adriana Silveira de Souza Agenda Visão Geral do MPS.BR Processos e Capacidade de Processo Níveis de Maturidade Atributos de Processo Processo

Leia mais

Gerência de Projetos Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira srbo@ufpa.br www.ufpa.br/srbo

Gerência de Projetos Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira srbo@ufpa.br www.ufpa.br/srbo Gerência de Projetos Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira srbo@ufpa.br www.ufpa.br/srbo Laboratório de Tecnologia de Software LTS www.ufpa.br/lts Rede Paraense de Pesquisa em Tecnologias de Informação

Leia mais