NORMA DE REGULAMENTAÇÃO DA CONDUTA DO RADIALISTA QUANTO A CONFLITOS DE INTERESSES E QUESTÕES RELACIONADAS NOR 308

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NORMA DE REGULAMENTAÇÃO DA CONDUTA DO RADIALISTA QUANTO A CONFLITOS DE INTERESSES E QUESTÕES RELACIONADAS NOR 308"

Transcrição

1 MANUAL DE PESSOAL CÓD. 300 ASSUNTO: REGULAMENTAÇÃO DA CONDUTA DO RADIALISTA QUANTO A CONFLITOS DE INTERESSES E QUESTÕES RELACIONADAS CÓD: NOR 308 APROVAÇÃO: Resolução nº 023/05, de 25/10/2005 NORMA DE REGULAMENTAÇÃO DA CONDUTA DO RADIALISTA QUANTO A CONFLITOS DE INTERESSES E QUESTÕES RELACIONADAS NOR 308

2 2 / 6 SUMÁRIO 1. FINALIDADE CONCEITUAÇÃO COMPETÊNCIA PRINCÍPIOS GERAIS A ATIVIDADE DO RADIALISTA SANÇÕES DISPOSIÇÕES GERAIS... 6

3 3 / 6 1. FINALIDADE 1.1 Disciplinar e estabelecer procedimentos e critérios para a atuação do radialista da RADIOBRÁS, de acordo com os ditames que norteiam uma empresa pública de comunicação voltada para a informação do cidadão. 2. CONCEITUAÇÃO 2.1 Considera-se como Radialista para os fins desta Norma os profissionais regidos pela Lei nº 6.615, de 16 de dezembro de 1978, regulamentado pelo Decreto nº , de 30 de outubro de 1979, bem como os profissionais da RADIOBRÁS que desenvolvam as atividades constantes do anexo ao referido Decreto nº COMPETÊNCIAS 3.1 Cabe ao Chefe de Departamento responsável supervisionar a conduta de seus subordinados radialistas, visando adequar sua atuação às regras contidas nesta Norma; aplicar sanções administrativas em primeira instância, bem como receber recursos administrativos e conhecer pedidos de reconsideração administrativa endereçados aos Diretores de Jornalismo e de Operações. 3.2 Cabe aos Diretores de Jornalismo e de Operações supervisionar a conduta de seus Chefes de Departamento, dirimir dúvidas e questionamentos relativos à adequação da atividade do radialista, bem como julgar pedidos de reconsideração de sanções. 4. PRINCÍPIOS GERAIS 4.1 O radialista da RADIOBRÁS é um agente público, servidor de pessoa governamental de Direito Privado, a ele se aplicando todas os princípios que norteiam a Administração Pública, em especial, o princípio da supremacia do interesse público sobre o privado, o princípio da indisponibilidade do interesse público e o princípio da impessoalidade. 4.2 O princípio da supremacia do interesse público sobre o privado na órbita da função administrativa do radialista da RADIOBRÁS, pautado pelo direito à informação do cidadão, proclama a superioridade do interesse da coletividade em face do interesse individual e particular.

4 4 / O princípio da indisponibilidade do interesse público, no universo da função administrativa do radialista da RADIOBRÁS, afirma que a informação de credibilidade destinada ao cidadão brasileiro não se sujeita à apropriação deste agente público ou de terceiros. Sua missão é ser seu curador, disponibilizando-a de forma transparente, isenta de interesses, inclusive religiosos e políticopartidários, e com credibilidade. 4.4 O princípio da impessoalidade prescreve ao radialista da RADIOBRÁS o exercício de sua função administrativa isenta de personalismo e centrada no cidadão, bem como postura profissional que privilegie a informação de qualidade, insumo básico para a consolidação da democracia. 5. A ATIVIDADE DO RADIALISTA 5.1 A atividade do radialista deve ser marcada pela prestação objetiva da informação, vedada a prática de auto-promoção ou promoção de terceiros. 5.2 É dever do radialista da RADIOBRÁS: I - prestar suas atividades em conformidade com os Planos Editoriais dos respectivos veículos de radiodifusão sonora desta Empresa; II - comunicar à chefia imediata as condições para realização de roteiros na programação dos veículos de radiodifusão sonora da Empresa; III - reservar tratamento isonômico e eqüânime para autoridades, partidos políticos e instituições religiosas convidadas a participar da programação de rádio da Empresa, sem distinção de qualquer natureza, seja de raça, cor, gênero ou religião; IV - inserir matérias e temas ajustados às necessidades dos ouvintes das emissoras da RADIOBRÁS, assegurando a contextualização da informação trazida à realidade sócio-econômico e cultural brasileira; V - cuidar para que o conteúdo da programação justifique-se pela sua relevância ao cidadão brasileiro; VI - informar com simpatia e presteza ao cidadão brasileiro. 5.3 São vedadas ao radialista da RADIOBRÁS as práticas desajustadas aos princípios assinalados no item 4 desta Norma, em especial: I - utilizar seu programa como instrumento de promoção pessoal, inclusive por meio do fornecimento de telefones particulares, agenda de atividades artísticas

5 5 / 6 e telefone de seu empresário; II - privilegiar artistas, políticos e personalidades públicas em geral, incluindo-se líderes religiosos, empresários, sindicalistas e lideranças comunitárias, por meio de tratamento diferenciado na programação; III - promover produtos e eventos com finalidade diversa da autêntica prestação de serviços ao cidadão brasileiro; IV - promover seus próprios discos por meio de veiculação na programação ou quaisquer outros produtos artísticos através de informativos de caráter propagandísticos; V - utilizar equipamentos e instalações da RADIOBRÁS para promoção de eventos e shows de funcionários da Empresa; VI - incluir na programação vinhetas, orações e inserções noticiosas que contenham, direta ou indiretamente, conteúdo de divulgação de artistas, políticos e personalidades públicas em geral, inclusive líderes religiosos, empresários, sindicalistas e lideranças comunitárias; VII - manter vínculo com empresas, entidades não-governamentais, associações sem fins lucrativos e fundações que tenham participação na programação da Empresa, sem prévia autorização da Diretoria a que estiver subordinado; VIII - veicular propaganda, de qualquer natureza, a título gratuito ou não, decorrente de contrato de veiculação de publicidade prática de merchandising A justificação de tratamento diferenciado àquelas personalidades elencadas no item 5.3, inciso II deve se fundar em critérios jornalísticos A autorização referida no item 5.3. inciso VII será baseada nos princípios contidos nesta Norma Os casos precedentes a edição desta Norma deverão ser comunicados à Diretoria de Jornalismo no prazo de 15 (quinze) dias da sua vigência, para análise e eventual aprovação. 6. SANÇÕES 6.1 A prática de qualquer das hipóteses previstas no item 5.3 da presente Norma, representa falta de natureza grave, podendo ser punida mediante a aplicação das seguintes sanções administrativas, garantida a prévia defesa: I - indenização do valor correspondente à inserção da propaganda, calculada

6 6 / 6 segundo a Tabela de Veiculação de Publicidade, na ocorrência da situação prevista no inciso VIII do item 5.3; II advertência; III - suspensão do radialista por até 7 (sete) dias; IV - demissão por justa causa. 6.2 Das sanções administrativas referidas acima caberá recurso administrativo, a ser encaminhado ao Chefe de Departamento responsável, no prazo de 5 (cinco) dias úteis contados a partir de seu conhecimento, que poderá manter sua decisão ou revê-la, com base nos princípios contidos nesta Norma, no Código de Ética Profissional do Servidor da RADIOBRÁS e na legislação aplicável. 6.3 Da decisão do recurso administrativo cabe pedido de reconsideração, a ser encaminhado ao Chefe de Departamento responsável, que poderá reconsiderar sua decisão ou conhecendo do recurso, encaminhá-lo ao Diretor ao qual está subordinado o empregado. 6.4 Os Chefes de Departamento também estão sujeitos às sanções previstas no item 6.1 na hipótese de comprovada negligência ou dolo no cumprimento das disposições contidas nesta Norma, cabendo ao Diretor responsável a aplicação da sanção e ao Presidente da RADIOBRÁS o julgamento de eventual pedido de reconsideração, nos termos dos itens 6.2. e DISPOSIÇÕES GERAIS 7.1 Além das regras contidas na presente Norma e na legislação relacionada, aplicam-se aos radialistas da RADIOBRÁS as normas previstas no Código de Ética do Servidor Público, Código de Ética Profissional do Servidor da RADIOBRÁS e, subsidiariamente, o Código de Ética dos Jornalistas.

CÓDIGO DE CONDUTA DA FUNDAÇÃO VISABEIRA INSTITUIÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL CÓDIGO DE CONDUTA

CÓDIGO DE CONDUTA DA FUNDAÇÃO VISABEIRA INSTITUIÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL CÓDIGO DE CONDUTA CÓDIGO DE CONDUTA DA FUNDAÇÃO VISABEIRA INSTITUIÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL (Aprovado em reunião do Conselho de Administração de 28 de Março de 2014) PREÂMBULO As fundações são instituições privadas sem

Leia mais

NORMA DE PAGAMENTO A FORNECEDORES - NOR 226

NORMA DE PAGAMENTO A FORNECEDORES - NOR 226 MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS COD. 200 ASSUNTO: PAGAMENTO A FORNECEDORES APROVAÇÃO: Deliberação DIREX nº 22, de 10/05/2017. VIGÊNCIA: 16/05/2017 NORMA DE PAGAMENTO A FORNECEDORES - NOR 226 1/5 SUMÁRIO

Leia mais

PARECER Nº, DE SENADO FEDERAL Gabinete do Senador ALOYSIO NUNES FERREIRA. RELATOR: Senador ALOYSIO NUNES FERREIRA I RELATÓRIO

PARECER Nº, DE SENADO FEDERAL Gabinete do Senador ALOYSIO NUNES FERREIRA. RELATOR: Senador ALOYSIO NUNES FERREIRA I RELATÓRIO PARECER Nº, DE 2015 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 244, de 2014, que acrescenta incisos ao art. 11 da Lei nº 8.429, de 2 de junho de 1992, para incluir

Leia mais

Política de Prevenção à. Corrupção

Política de Prevenção à. Corrupção Política de Prevenção à Corrupção Versão atualizada 22.04.2015 Page 1 of 5 1. OBJETIVOS A Política de Prevenção à Corrupção ( Política ) tem o objetivo de estabelecer as diretrizes para detectar e sanar

Leia mais

NORMA DE INDENIZAÇÃO DE TRANSPORTE NOR - 210

NORMA DE INDENIZAÇÃO DE TRANSPORTE NOR - 210 MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO COD. 200 ASSUNTO: INDENIZAÇÃO DE TRANSPORTE COD: NOR-210 APROVAÇÃO: RESOLUÇÃO Nº 229 /99 DE TRANSPORTE NOR - 210 01/07 SUMÁRIO 1. FINALIDADE... 02 2. CONCEITUAÇÃO... 02 3. COMPETÊNCIAS...

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA

CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA PORTARIA Nº 23, DE 28 DE AGOSTO DE 2014. Fixa e regulamenta as normas de conduta dos empregados e as regras para o funcionamento do COFECON. O PRESIDENTE DO CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA, no uso de suas

Leia mais

POLÍTICA DE CONTROLE DE REGISTROS E CONTABILIDADE

POLÍTICA DE CONTROLE DE REGISTROS E CONTABILIDADE POLÍTICA DE CONTROLE DE REGISTROS E CONTABILIDADE A presente Política de Controle de Registros e Contabilidade compõe a regulamentação pertinente ao Programa de Integridade da Fundação Instituto de Pesquisa

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE SPRINKLERS - ABSPK

CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE SPRINKLERS - ABSPK CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE SPRINKLERS - ABSPK Introdução Os membros da ABSpk Brasileira de Sprinklers entendem que a atuação no mercado de proteção contra incêndio não é uma

Leia mais

ABF ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FRANCHISING CÓDIGO DE CONDUTA E PRINCÍPIOS ÉTICOS CAPÍTULO I DA NATUREZA DO DOCUMENTO CAPÍTULO II OBJETIVOS E ABRANGÊNCIA

ABF ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FRANCHISING CÓDIGO DE CONDUTA E PRINCÍPIOS ÉTICOS CAPÍTULO I DA NATUREZA DO DOCUMENTO CAPÍTULO II OBJETIVOS E ABRANGÊNCIA ABF ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FRANCHISING CÓDIGO DE CONDUTA E PRINCÍPIOS ÉTICOS CAPÍTULO I DA NATUREZA DO DOCUMENTO Art. 1º. O presente Código de Conduta é orientado por princípios éticos e desdobrado em

Leia mais

INSTITUTO PACTO NACIONAL PELA ERRADICAÇÃO DO TRABALHO ESCRAVO INPACTO. Código de Conduta

INSTITUTO PACTO NACIONAL PELA ERRADICAÇÃO DO TRABALHO ESCRAVO INPACTO. Código de Conduta INSTITUTO PACTO NACIONAL PELA ERRADICAÇÃO DO TRABALHO ESCRAVO INPACTO Código de Conduta Nos termos do parágrafo quarto, do artigo quarto do Estatuto Social do INSTITUTO PACTO NACIONAL PELA ERRADICAÇÃO

Leia mais

NORMA DE REGISTRO DE FREQUÊNCIA - NOR 311

NORMA DE REGISTRO DE FREQUÊNCIA - NOR 311 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: REGISTRO E APURAÇÃO DE FREQUÊNCIA APROVAÇÃO: Deliberação DIREX nº 89, de 14/09/2015. VIGÊNCIA: NORMA DE REGISTRO DE FREQUÊNCIA - NOR 311 1/9 SUMÁRIO 1. FINALIDADE...

Leia mais

POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A.

POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A. POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A. 08.09.2016 1 Objetivo 1.1 A presente da BB Seguridade Participações S.A. ( Política ), aprovada na Reunião do Conselho de

Leia mais

Propaganda Eleitoral na Internet. PODE haver propaganda eleitoral na internet a partir do dia 16/08/2016

Propaganda Eleitoral na Internet. PODE haver propaganda eleitoral na internet a partir do dia 16/08/2016 PODE/NÃO PODE/DEVE Parte IV Propaganda Eleitoral Na Internet, da Resolução nº 23.457, de 15/12/2015, que dispõe sobre propaganda eleitoral, utilização e geração do horário gratuito e condutas ilícitas

Leia mais

2.1. Esta Política aplica-se a todas as entidades do grupo SOMOS Educação.

2.1. Esta Política aplica-se a todas as entidades do grupo SOMOS Educação. POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS 1. Objetivo 1.1. A presente Política de Transações com Partes Relacionadas ("Política") tem por objetivo estabelecer as regras e os procedimentos a serem

Leia mais

EDITAL PAPES VI FIOCRUZ PROGRAMA ESTRATÉGICO DE APOIO À PESQUISA EM SAÚDE

EDITAL PAPES VI FIOCRUZ PROGRAMA ESTRATÉGICO DE APOIO À PESQUISA EM SAÚDE EDITAL PAPES VI FIOCRUZ PROGRAMA ESTRATÉGICO DE APOIO À PESQUISA EM SAÚDE I. DEFINIÇÃO Em conformidade com o estabelecido neste EDITAL, a Presidência da Fundação Oswaldo Cruz FIOCRUZ- através da Vice Presidência

Leia mais

Plantão Judiciário Semanal

Plantão Judiciário Semanal Plantão Judiciário Semanal O plantão judiciário semanal corresponde a feriados, fins de semana e dias úteis fora do horário ordinário do expediente forense, excetuado o período de 20 de dezembro a 6 de

Leia mais

DECRETO Nº 7.379, DE 1º DE DEZEMBRO DE 2010.

DECRETO Nº 7.379, DE 1º DE DEZEMBRO DE 2010. DECRETO Nº 7.379, DE 1º DE DEZEMBRO DE 2010. Dá nova redação e acresce dispositivos ao Decreto n o 6.555, de 8 de setembro de 2008, que dispõe sobre as ações de comunicação do Poder Executivo Federal e

Leia mais

REGULAMENTO DA OUVIDORIA Faculdade de Alta Floresta - FAF

REGULAMENTO DA OUVIDORIA Faculdade de Alta Floresta - FAF REGULAMENTO DA OUVIDORIA Faculdade de Alta Floresta - FAF 2011 SUMÁRIO CAPÍTULO I... 3 DA OUVIDORIA... 3 CAPÍTULO II... 3 DO CARGO DE OUVIDOR E DE SUAS ATRIBUIÇÕES... 3 CAPÍTULO III... 4 DOS REQUISITOS

Leia mais

Regimento Interno. Capítulo I Do Regimento Interno

Regimento Interno. Capítulo I Do Regimento Interno Regimento Interno Capítulo I Do Regimento Interno Art.1º- O presente Regimento Interno tem por base o Estatuto da Federação de Amor- Exigente FEAE - e estabelece diretrizes para o seu funcionamento. Art.2º-

Leia mais

Resolução nº 635, de 9 de maio de 2014

Resolução nº 635, de 9 de maio de 2014 Resolução nº 635, de 9 de maio de 2014 Aprova o Regulamento sobre Autorização de Uso Temporário de Radiofrequências Observação: Este texto não substitui o publicado no DOU de 12/5/2014. O CONSELHO DIRETOR

Leia mais

D E C R E T A: Fica aprovado o Regimento Interno do Centro de Atendimento à Mulher do Município de Dourados, constante no anexo único, deste decreto.

D E C R E T A: Fica aprovado o Regimento Interno do Centro de Atendimento à Mulher do Município de Dourados, constante no anexo único, deste decreto. DECRETO N 1188, DE 20 DE NOVEMBRO DE 2012. Homologa o regimento interno do Regimento Interno do Centro de Atendimento à Mulher. O PREFEITO MUNICIPAL DE DOURADOS, Estado de Mato Grosso do Sul, no uso das

Leia mais

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Instrução Normativa REITORIA nº 01, de 07 de janeiro de

Leia mais

NORMA DE CONDUTA EM PERÍODO ELEITORAL - NOR 317

NORMA DE CONDUTA EM PERÍODO ELEITORAL - NOR 317 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: CONDUTA EM PERÍODO ELEITORAL. APROVAÇÃO: Resolução DIREX nº 080, de 26/05/2014 VIGÊNCIA: 26/05/2014 NORMA DE CONDUTA EM PERÍODO ELEITORAL - NOR 317 1/7 SUMÁRIO

Leia mais

I - Garantir a participação da comunidade na Instituição, para promover a melhoria das atividades desenvolvidas.

I - Garantir a participação da comunidade na Instituição, para promover a melhoria das atividades desenvolvidas. INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR SANT ANA FACULDADE SANT ANA Recredenciada pela Portaria MEC nº 1473 de 07 de Outubro de 2011. INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO SANT ANA Credenciado pela Portaria MEC nº 2812

Leia mais

POLÍTICA DE COMPLIANCE, GESTÃO DE RISCOS E CUMPRIMENTO DA INSTRUÇÃO CVM n 558/15

POLÍTICA DE COMPLIANCE, GESTÃO DE RISCOS E CUMPRIMENTO DA INSTRUÇÃO CVM n 558/15 POLÍTICA DE COMPLIANCE, GESTÃO DE RISCOS E CUMPRIMENTO DA INSTRUÇÃO CVM n 558/15 MOSAICO CAPITAL GESTÃO DE RECURSOS LTDA. CNPJ 16.954.358/0001-93 SOMENTE PARA USO INTERNO Controle de Versões Versão 1.0

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA Nº 203 /2011

PORTARIA NORMATIVA Nº 203 /2011 Publicada no DOE de 11/05/2011 PORTARIA NORMATIVA Nº 203 /2011 A PRESIDENTE da Fundação Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente - Fundação CASA-SP, no uso de sua competência, e Considerando

Leia mais

NORMA DE REMUNERAÇÃO DOS DIRETORES E MEMBROS DOS CONSELHOS - NOR 223

NORMA DE REMUNERAÇÃO DOS DIRETORES E MEMBROS DOS CONSELHOS - NOR 223 MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS COD. 200 ASSUNTO: REMUNERAÇÃO DOS DIRETORES E MEMBROS DOS CONSELHOS DE ADMINISTRAÇÃO, FISCAL E CURADOR. APROVAÇÃO: Deliberação CONSAD nº 033/2014, de 28/03/2014 VIGÊNCIA:

Leia mais

O ACESSO À INFORMAÇÃO E A CF/88

O ACESSO À INFORMAÇÃO E A CF/88 - LEGISLAÇÃO ESPECIAL - - Lei nº 12.527/11 - Lei de Acesso à Informação - Professor: Marcos Girão - O ACESSO À INFORMAÇÃO E A CF/88 1 CF/88 ACESSO À INFORMAÇÃO Constituição Federal de 1988 Art. 5º (...)

Leia mais

O ACESSO À INFORMAÇÃO E A CF/88

O ACESSO À INFORMAÇÃO E A CF/88 - LEGISLAÇÃO ESPECIAL - - Lei nº 12.527/11 - Lei de Acesso à Informação - Professor: Marcos Girão - O ACESSO À INFORMAÇÃO E A CF/88 1 CF/88 ACESSO À INFORMAÇÃO Constituição Federal de 1988 Art. 5º (...)

Leia mais

ESTADO DO ESPIRITO SANTO PREFEITURA MUNICIPAL DE ARACRUZ PROJETO DE LEI Nº. XXXX

ESTADO DO ESPIRITO SANTO PREFEITURA MUNICIPAL DE ARACRUZ PROJETO DE LEI Nº. XXXX ESTADO DO ESPIRITO SANTO PREFEITURA MUNICIPAL DE ARACRUZ PROJETO DE LEI Nº. XXXX DISPÕE SOBRE O PLANO MUNICIPAL DE APOIO E INCENTIVO À CIÊNCIA E TECNOLOGIA NO MUNICÍPIO DE ARACRUZ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

Administração Pública

Administração Pública Administração Pública Lei Complementar 05/09 São José do Rio Preto artigos 204 e 205 Professor Mateus Silveira www.acasadoconcurseiro.com.br Administração Pública Lei Complementar Nº 05 de 28 de Dezembro

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA PARA CADASTRAMENTO

CHAMADA PÚBLICA PARA CADASTRAMENTO CHAMADA PÚBLICA PARA CADASTRAMENTO E SELEÇÃO DE COLABORADORES PARA ATUAREM DURANTE A REALIZAÇÃO DE PROVAS DE PROCESSOS SELETIVOS PARA INGRESSO EM CURSOS TÉCNICOS OFERTADOS PELO IFMG O Instituto Federal

Leia mais

Política de Privacidade

Política de Privacidade Política de Privacidade INFOCAP TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO LTDA A presente Política regula as condições gerais de coleta, uso, armazenamento, tratamento e proteção de dados nos sites, plataformas e aplicações

Leia mais

POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A.

POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A. POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A. 23.1.2015 1. OBJETIVO 1.1 A presente Política de Transações com Partes Relacionadas da BB Seguridade Participações S.A. (

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PUBLICIDADE E PROPAGANGA

EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PUBLICIDADE E PROPAGANGA EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PUBLICIDADE E PROPAGANGA 1) ASSESSORIA E CONSULTORIA EM COMUNICAÇÃO O mapeamento do campo de atuação em assessoria e consultoria em comunicação, baseado na

Leia mais

NORMA DE OUVIDORIA NOR 104

NORMA DE OUVIDORIA NOR 104 MANUAL DE ORGANIZAÇÃO COD. 100 ASSUNTO: OUVIDORIA COD: NOR 104 APROVAÇÃO: Deliberação COADM Nº 014/2008 de 07/05/2008 NORMA DE OUVIDORIA NOR 104 2/10 ÍNDICE 1. FINALIDADE... 02 2. OBJETIVOS... 02 3. COMPETÊNCIAS...

Leia mais

Assim, fica revogada a Portaria nº 550, de 12/03/2010 que, até então, Estabelecia as instruções para prorrogação do contrato de Trabalho temporário.

Assim, fica revogada a Portaria nº 550, de 12/03/2010 que, até então, Estabelecia as instruções para prorrogação do contrato de Trabalho temporário. DEPARTAMENTO JURÍDICO ORIENTAÇÃO CONTRATO DE TRABALHO TEMPORÁRIO FOI PUBLICADO NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO DE 03/07/14 A PORTARIA Nº 789 DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO que Estabelece Instruções para

Leia mais

PROJETO DE LEI N o 4799, DE 2009

PROJETO DE LEI N o 4799, DE 2009 PROJETO DE LEI N o 4799, DE 2009 (Do Sr. Wladimir Costa) Acrescenta o art. 117-A na Lei n.º 4.117, de 27 de agosto de 2002, com o objetivo de assegurar a concessão e autorização de outorga de canal analógico

Leia mais

PARTIDO SOLIDARIEDADE CÓDIGO DE ÉTICA. Capítulo I DO OBJETO E DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

PARTIDO SOLIDARIEDADE CÓDIGO DE ÉTICA. Capítulo I DO OBJETO E DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES PARTIDO SOLIDARIEDADE CÓDIGO DE ÉTICA Capítulo I DO OBJETO E DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. O presente Código de Ética é norma de aplicação para todos os filiadosdo Partido SOLIDARIEDADE, bem como,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 01/2009

RESOLUÇÃO Nº 01/2009 RESOLUÇÃO Nº 01/2009 Estabelece critérios para aprovação de solicitação de capacitação, treinamento e qualificação dos Servidores Técnico-Administrativos em Educação, Menores do convênio da Cruz Vermelha

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2015

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2015 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2015 Altera a Lei nº 11.107, de 6 de Abril de 2005, que dispõe sobre normas gerais de contratação de consórcios públicos e dá outras providências. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

Leia mais

COMUNICAÇÃO SOCIAL DANIEL PIMENTEL SLAVIERO CONSELHO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL 09/10/2006 1

COMUNICAÇÃO SOCIAL DANIEL PIMENTEL SLAVIERO CONSELHO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL 09/10/2006 1 O PAPEL DO RÁDIO NA COMUNICAÇÃO SOCIAL CONSELHO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DANIEL PIMENTEL SLAVIERO 09/10/2006 1 A RADIODIFUSÃO EM DATAS 1893 - O padre e cientista brasileiro Roberto Landell de Moura realizou

Leia mais

Resolução CONGREGII 03/09 de 25/06/ de 2009.

Resolução CONGREGII 03/09 de 25/06/ de 2009. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS UNIDADE CAMPUS II Resolução CONGREGII 03/09 de 25/06/ de 2009. Regulamenta Festas, Confraternizações,

Leia mais

REGULAMENTO DA OUVIDORIA

REGULAMENTO DA OUVIDORIA REGULAMENTO DA OUVIDORIA Ribeirão Preto - SP 1 Sumário CAPÍTULO I... 3 Da Natureza, Objetivos e Finalidade... 3 CAPÍTULO II... 4 Da Vinculação Administrativa... 4 CAPÍTULO III... 4 Da Competência e Atribuições

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE SLIM CAPÍTULO I DA NATUREZA, DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE SLIM CAPÍTULO I DA NATUREZA, DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE SLIM CAPÍTULO I DA NATUREZA, DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS 1. O Clube SLIM é pessoa jurídica de direito privado constituída sob a forma de associação sem fins lucrativos ou econômicos,

Leia mais

POLÍTICA DE COMPRA E VENDA DE VALORES MOBILIÁRIOS. Política de Compra e Venda de Valores Mobiliários

POLÍTICA DE COMPRA E VENDA DE VALORES MOBILIÁRIOS. Política de Compra e Venda de Valores Mobiliários Política de Compra e Venda de Valores Mobiliários Versão 2016.1 Editada em Junho de 2016 1. OBJETIVO Esta Política de Compra e Venda de Valores Mobiliários define os padrões de condutas internas exigidas

Leia mais

2º É vedada a constituição de cooperativa mista com seção de crédito.

2º É vedada a constituição de cooperativa mista com seção de crédito. Dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e revoga dispositivos das Leis 4.595/64 de 31 de dezembro de 1964 e 5.764/71 de 16 de dezembro de 1971. Art. 1º As instituições financeiras constituídas

Leia mais

Instituto Federal do Paraná

Instituto Federal do Paraná Reitoria Comissão Própria de Avaliação (CPA) Regulamento Outubro 2009 TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente Regulamento disciplina as competências, a composição, a organização e o funcionamento

Leia mais

Atuação do Médico Veterinário Habilitado no PNCEBT Diego Leonardo Rodrigues Fiscal Federal Agropecuário Serviço de Saúde Animal SFA/PR

Atuação do Médico Veterinário Habilitado no PNCEBT Diego Leonardo Rodrigues Fiscal Federal Agropecuário Serviço de Saúde Animal SFA/PR Atuação do Médico Veterinário Habilitado no PNCEBT Diego Leonardo Rodrigues Fiscal Federal Agropecuário Serviço de Saúde Animal SFA/PR Curitiba, 30 de outubro de 2015 Fundamentos legais da atuação do MVH

Leia mais

MINUTA RESOLUÇÃO Nº. - CONEPE

MINUTA RESOLUÇÃO Nº. - CONEPE MINUTA RESOLUÇÃO Nº. - CONEPE Estabelece normas para a participação de docentes da Universidade do Estado de Mato Grosso, em regime de trabalho de Tempo Integral, em Dedicação Exclusiva, em colaborações

Leia mais

POLÍTICA DE COMPLIANCE, CONTROLES INTERNOS E CUMPRIMENTO DA INSTRUÇÃO CVM 558/15

POLÍTICA DE COMPLIANCE, CONTROLES INTERNOS E CUMPRIMENTO DA INSTRUÇÃO CVM 558/15 POLÍTICA DE COMPLIANCE, CONTROLES INTERNOS E CUMPRIMENTO DA INSTRUÇÃO CVM 558/15 SOMENTE PARA USO INTERNO Este material foi elaborado pela Atmos Capital Gestão de Recursos Ltda. ( Atmos Capital ou Gestora

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA. Parágrafo único. Para os fins deste Código, considera-se:

CÓDIGO DE ÉTICA. Parágrafo único. Para os fins deste Código, considera-se: CÓDIGO DE ÉTICA Art. 1º Este Código de Ética aplica-se a todos os sócios, parceiros, colaboradores, empregados e quaisquer profissionais que atuem no âmbito da Câmara de Mediação e Arbitragem Especializada

Leia mais

COMITÊ DE RECURSOS HUMANOS REGIMENTO INTERNO

COMITÊ DE RECURSOS HUMANOS REGIMENTO INTERNO COMITÊ DE RECURSOS HUMANOS REGIMENTO INTERNO Aprovado na Reunião do Conselho de Administração realizada em 8 de maio de 2015 COMITÊ DE RECURSOS HUMANOS REGIMENTO INTERNO 1. Regimento. O presente Regimento

Leia mais

RESOLUÇÃO ATRICON Nº 01/2013

RESOLUÇÃO ATRICON Nº 01/2013 RESOLUÇÃO ATRICON Nº 01/2013 Estabelece RECOMENDAÇÕES aos Tribunais de Contas sobre procedimentos e ações de orientação, fiscalização e julgamento da transparência dos órgãos jurisdicionados, especialmente

Leia mais

Política de Negociação POL CPL 002

Política de Negociação POL CPL 002 POL CPL 002 1. OBJETIVO A presente política tem como objetivo a conformidade com os parâmetros de atuação no mercado, a adequação às normas emitidas pelos órgãos reguladores e o afastamento de atividades

Leia mais

NORMA DE REMUNERAÇÃO DOS DIRETORES E MEMBROS DOS CONSELHOS - NOR 223

NORMA DE REMUNERAÇÃO DOS DIRETORES E MEMBROS DOS CONSELHOS - NOR 223 MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS COD. 200 ASSUNTO: REMUNERAÇÃO DOS DIRETORES E MEMBROS DOS CONSELHOS DE ADMINISTRAÇÃO, FISCAL E CURADOR. APROVAÇÃO: Deliberação CONSAD nº 076, de 12/12/ 2013 VIGÊNCIA:

Leia mais

CORREGEDORIA EM AÇÃO NA TRANSPARÊNCIA PÚBLICA

CORREGEDORIA EM AÇÃO NA TRANSPARÊNCIA PÚBLICA CORREGEDORIA EM AÇÃO NA TRANSPARÊNCIA PÚBLICA APRESENTAÇÃO CORREGEDORIA NA TRANSPARÊNCIA PROMOVER A ÉTICA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FUNÇÃO DA CORREGEDORIA PREVENÇÃO X PUNIÇÃO VISITAS AOS ÓRGÃOS FISCALIZAR

Leia mais

DECRETO Nº , DE 9 DE SETEMBRO DE 2016.

DECRETO Nº , DE 9 DE SETEMBRO DE 2016. DECRETO Nº 19.496, DE 9 DE SETEMBRO DE 2016. Altera o inc. IX do art. 10, o art. 12, os 1º, 3º, 4º e 5º no art. 13 e inclui o 2º ao art. 1º e renomeia o parágrafo único, o art. 1- A, os 8º e 9º ao art.

Leia mais

Poder Judiciário Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina 103ª Zona Eleitoral - Balneário Camboriú

Poder Judiciário Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina 103ª Zona Eleitoral - Balneário Camboriú 1 REPRESENTAÇÃO Nº 462-05.2016.6.24.0103 COLIGAÇÃO MAIS E MELHOR PARA VOCÊ: PSDB, DEM, PV, PRP, SD, PT do B, PTB interpôs REPRESENTAÇÃO ELEITORAL em face de ANTONIEL SILVA TONY, candidato a vereador para

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA... 2 1. Considerações Gerais... 3 2. MISSÃO, VISÃO, VALORES... 3 Missão da GPS... 3 Visão da GPS... 3 Valores da GPS... 3 3. Padrão Geral de Conduta

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. 3. OBJETIVO 3.1. O material a ser adquirido é necessário para arquivar documentações de alunos do câmpus.

TERMO DE REFERÊNCIA. 3. OBJETIVO 3.1. O material a ser adquirido é necessário para arquivar documentações de alunos do câmpus. TERMO DE REFERÊNCIA 1. OBJETO 1.1. Aquisição de Pastas Suspensas para o Câmpus Presidente Epitácio do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo IFSP. 2. JUSTIFICATIVA 2.1. A presente

Leia mais

REGULAMENTO DA OUVIDORIA

REGULAMENTO DA OUVIDORIA REGULAMENTO DA OUVIDORIA GOIÂNIA 2015 2 INSTITUTO UNIFICADO DE ENSINO SUPERIOR OBJETIVO - IUESO REGULAMENTO DA OUVIDORIA TÍTULO I DA OUVIDORIA E SUAS FINALIDADES Art. 1º. A Ouvidoria do INSTITUTO UNIFICADO

Leia mais

DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA A CONCESSÃO DE AUXÍLIO FINANCEIRO (INSCRIÇÃO, DIÁRIAS E PASSAGENS) PARA PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS E CAPACITAÇÃO.

DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA A CONCESSÃO DE AUXÍLIO FINANCEIRO (INSCRIÇÃO, DIÁRIAS E PASSAGENS) PARA PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS E CAPACITAÇÃO. DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA A CONCESSÃO DE AUXÍLIO FINANCEIRO (INSCRIÇÃO, DIÁRIAS E PASSAGENS) PARA PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS E CAPACITAÇÃO. A Direção-Geral do Campus Canguaretama, no uso de suas atribuições

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS CENTRO ESPORTIVO UNIVERSITÁRIO REGULAMENTO INTERNO TÍTULO I DO CENTRO ESPORTIVO UNIVERSITÁRIO TÍTULO II OBJETIVOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS CENTRO ESPORTIVO UNIVERSITÁRIO REGULAMENTO INTERNO TÍTULO I DO CENTRO ESPORTIVO UNIVERSITÁRIO TÍTULO II OBJETIVOS UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS CENTRO ESPORTIVO UNIVERSITÁRIO REGULAMENTO INTERNO TÍTULO I DO CENTRO ESPORTIVO UNIVERSITÁRIO Art.lº - O CEU - Centro Esportivo Universitário, Órgão suplementar da

Leia mais

FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS DE CACOAL DIREÇÃO ACADÊMICA

FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS DE CACOAL DIREÇÃO ACADÊMICA FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS DE CACOAL DIREÇÃO ACADÊMICA REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE OUVIDORIA (cursos presenciais e à distância) CACOAL 2015 CAPÍTULO I DA OUVIDORIA Art. 1º A Ouvidoria da Faculdade

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES INSTRUÇÃO NORMATIVA SECOM-PR N o 3, DE 4 DE MARÇO DE 2010. Dispõe sobre a suspensão da publicidade dos órgãos e entidades do Poder Executivo Federal, no período eleitoral, e dá outras providências. O MINISTRO

Leia mais

MANUAL ANTICORRUPÇÃO

MANUAL ANTICORRUPÇÃO MQ.03 rev.00 Pagina 1 MANUAL ANTICORRUPÇÃO MQ.03 rev.00 Pagina 2 SUMÁRIO 1.Introdução... 3 2.Da abrangência... 3 3. Das condutas a serem observadas... 3 3.1 Vantagem indevida:... 3 3.2 Participação em

Leia mais

PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO FUNCIONALISMO PÚBLICO. Teresa Helena Portela Freire de Carvalho Assessora Técnica CGU/Unicamp 2013

PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO FUNCIONALISMO PÚBLICO. Teresa Helena Portela Freire de Carvalho Assessora Técnica CGU/Unicamp 2013 PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO FUNCIONALISMO PÚBLICO Teresa Helena Portela Freire de Carvalho Assessora Técnica CGU/Unicamp 2013 PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO FUNCIONALISMO PÚBLICO Funcionário público é todo

Leia mais

REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO

REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO O Estágio Curricular Supervisionado é componente curricular obrigatório dos cursos Superiores da FAC FUNAM, realizado em módulos determinados em seus

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA CLÍNICA ESCOLA DA TERAPIA OCUPACIONAL CETO

REGIMENTO INTERNO DA CLÍNICA ESCOLA DA TERAPIA OCUPACIONAL CETO REGIMENTO INTERNO DA CLÍNICA ESCOLA DA TERAPIA OCUPACIONAL CETO Da Denominação, Sede e Finalidade Art. 1º - A Clínica Escola da Terapia Ocupacional - CETO, constituída no Projeto Político Pedagógico do

Leia mais

... atenção por parte dos cidadãos às práticas das empresas, que por vezes apresentavam condutas reprováveis

... atenção por parte dos cidadãos às práticas das empresas, que por vezes apresentavam condutas reprováveis Slide 1 EMPRESARIAL & & PROFISSIONAL Slide 2 Surgiu por volta dos anos 60 A... atenção por parte dos cidadãos às práticas das empresas, que por vezes apresentavam condutas reprováveis comunidade empresarial

Leia mais

EDITAL Nº 21/2016 DICOM SELEÇÃO DE PROGRAMAS ESPECIAIS PARA A UFT FM

EDITAL Nº 21/2016 DICOM SELEÇÃO DE PROGRAMAS ESPECIAIS PARA A UFT FM UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS DIRETORIA DE COMUNICAÇÃO RÁDIO UFT FM 109 Norte, NS 15, Bloco IV, Sala 203 77001-090 Palmas/TO (63) 3232-8051 www.uft.edu.br/dicom dicom@uft.edu.br EDITAL Nº 21/2016 DICOM

Leia mais

Política de Rateio e Divisão de Ordens entre Carteiras de Valores Mobiliários

Política de Rateio e Divisão de Ordens entre Carteiras de Valores Mobiliários CAPÍTULO I INTRODUÇÃO Apresentação 1.1. A ABM Gestora de Recursos Ltda. ( ABM Capital ) é uma sociedade limitada dedicada à prestação de serviços de administração de carteiras de valores mobiliários, notadamente

Leia mais

RESOLUÇÃO CFESS Nº 548, de 23 de março de 2009

RESOLUÇÃO CFESS Nº 548, de 23 de março de 2009 RESOLUÇÃO CFESS Nº 548, de 23 de março de 2009 EMENTA: Institui procedimentos que deverão ser adotados no processamento das denúncias éticas que forem objeto de DESAFORAMENTO, conforme previsão do artigo

Leia mais

REGIME DISCIPLINAR DO CORPO DISCENTE

REGIME DISCIPLINAR DO CORPO DISCENTE REGIME DISCIPLINAR DO CORPO DISCENTE DOS OBJETIVOS E FINS Art. 1º O presente Regime tem por objetivo estabelecer as normas disciplinares do corpo discente do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA. Banco Guanabara S.A.

CÓDIGO DE ÉTICA. Banco Guanabara S.A. Banco Guanabara S.A. INTRODUÇÃO: Caros colegas, Muito mais que um conjunto de normas e procedimentos um Código de Ética tem por objetivo difundir os valores da organização, melhorar sua imagem junto aos

Leia mais

PELA LIBERDADE DE INFORMAÇÃO. Cobertura jornalística das campanhas eleitorais

PELA LIBERDADE DE INFORMAÇÃO. Cobertura jornalística das campanhas eleitorais PELA LIBERDADE DE INFORMAÇÃO Cobertura jornalística das campanhas eleitorais I. Enquadramento A liberdade de expressão integra o direito fundamental dos cidadãos a uma informação livre e pluralista, essencial

Leia mais

MANUAL DE RECURSOS HUMANOS

MANUAL DE RECURSOS HUMANOS MANUAL DE RECURSOS HUMANOS OBJETIVO O Manual de Recursos Humanos da Associação de Cultura, Educação e Assistência Social Santa Marcelina, denominada SMC, tem como objetivo apresentar as políticas, normas

Leia mais

LEI Nº DE 22 DE DEZEMBRO DE A Câmara Municipal de Tiradentes aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte lei: CAPÍTULO I

LEI Nº DE 22 DE DEZEMBRO DE A Câmara Municipal de Tiradentes aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte lei: CAPÍTULO I LEI Nº 2.493 DE 22 DE DEZEMBRO DE 2009. Institui a Lei Municipal relativa ao Empreendedor Individual e dá outras providências A Câmara Municipal de Tiradentes aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono

Leia mais

- REGIMENTO INTERNO. Secretaria de Comunicação. Leis Nº 6.529/05 e Nº 6.551/06, Decretos Nº /06 e Nº

- REGIMENTO INTERNO. Secretaria de Comunicação. Leis Nº 6.529/05 e Nº 6.551/06, Decretos Nº /06 e Nº - REGIMENTO INTERNO Secretaria de Comunicação Leis Nº 6.529/05 e Nº 6.551/06, Decretos Nº 12.659/06 e Nº 15.052 I - Secretaria Executiva: - assessorar o Secretário Municipal no exercício de suas atribuições;

Leia mais

UFRJ REGIMENTO GERAL PARTE IV TÍTULO V DO REGIME DISCIPLINAR CAPÍTULO I DA INTRODUÇÃO

UFRJ REGIMENTO GERAL PARTE IV TÍTULO V DO REGIME DISCIPLINAR CAPÍTULO I DA INTRODUÇÃO UFRJ REGIMENTO GERAL PARTE IV TÍTULO V DO REGIME DISCIPLINAR CAPÍTULO I DA INTRODUÇÃO Art. 279 - O Regime Disciplinar da Universidade Federal do Rio de Janeiro é regido pelas normas especificadas neste

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL A Agência de Certificação Ocupacional (ACERT) é parte integrante da Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM) Centro de Modernização e Desenvolvimento da Administração

Leia mais

A REGULAMENTAÇÃO DA LEI ANTICORRUPÇÃO NO ÂMBITO DO ESTADO DE SÃO PAULO DECRETO n , DE LEVI DE MELLO

A REGULAMENTAÇÃO DA LEI ANTICORRUPÇÃO NO ÂMBITO DO ESTADO DE SÃO PAULO DECRETO n , DE LEVI DE MELLO Seminário: A NOVA LEI ANTICORRUPÇÃO 05 de fevereiro de 2014 São Paulo - SP A REGULAMENTAÇÃO DA LEI ANTICORRUPÇÃO NO ÂMBITO DO ESTADO DE SÃO PAULO DECRETO n. 60.106, DE 29.01.14 LEVI DE MELLO CORREGEDORIA

Leia mais

Gabinete de Auditoria e Qualidade APROVADO PELA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE SINTRA EM 8 DE FEVEREIRO DE 2008

Gabinete de Auditoria e Qualidade APROVADO PELA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE SINTRA EM 8 DE FEVEREIRO DE 2008 REGULAMENTO MUNICIPAL PARA O LICENCIAMENTO DAS ACTIVIDADES DE VENDA AMBULANTE DE LOTARIAS, DE VENDA DE BILHETES PARA ESPECTÁCULOS OU DIVERTIMENTOS PÚBLICOS EM AGÊNCIAS OU POSTOS DE VENDA E DE REALIZAÇÃO

Leia mais

CETIP S.A. MERCADOS ORGANIZADOS CÓDIGO DE CONDUTA

CETIP S.A. MERCADOS ORGANIZADOS CÓDIGO DE CONDUTA CETIP S.A. MERCADOS ORGANIZADOS CÓDIGO DE CONDUTA. Vigente a partir de 29 de janeiro de 2014. 2 / 11 PRINCÍPIOS GERAIS O Conselho de Administração da Cetip S.A. Mercados Organizados ( Cetip ) tem a convicção

Leia mais

Conheça o Conselho Curador

Conheça o Conselho Curador Conheça o Conselho Curador O que é a EBC e o Conselho Curador A Empresa Brasil de Comunicação (EBC), criada em 2008, é a gestora dos canais TV Brasil, TV Brasil Internacional, da Agência Brasil, da Radioagência

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 59, DE 2014

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 59, DE 2014 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 59, DE 2014 Altera dispositivos do art. 473 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), para permitir que o empregado possa deixar de comparecer ao trabalho, por até 8 (oito)

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS Vigência 20/12/ /12/2018

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS Vigência 20/12/ /12/2018 Página 1/7 TÍTULO: VALORES MOBILIÁRIOS CLASSIFICAÇÃO: FINALIDADE: ELABORAÇÃO: APROVAÇÃO: NORMA ESTRATÉGICA Estabelecer a conduta dos administradores sobre a negociação com valores mobiliários do BRB Banco

Leia mais

Encontro com Fornecedores Gestão da Ética nos Correios

Encontro com Fornecedores Gestão da Ética nos Correios Comissão de Ética Encontro com Fornecedores Gestão da Brasília, 29/06/2016 Conceitos Conceitos Fundamentos para o Código de Ética dos Correios Ética é a atribuição de valor ou importância a pessoas, condições

Leia mais

REGULAMENTO DO CENTRO DE INTEGRAÇÃO UNIVERSITÁRIA (CIUNI)

REGULAMENTO DO CENTRO DE INTEGRAÇÃO UNIVERSITÁRIA (CIUNI) UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS PRO-REITORIA DE ASSUNTOS ESTUDANTIS E COMUNITARIOS COORDENADORIA DE ESPORTES E LAZER REGULAMENTO DO CENTRO DE INTEGRAÇÃO UNIVERSITÁRIA (CIUNI) JANEIRO-2016 CAPÍTULO I DA

Leia mais

PORTARIA CRCMG Nº 75, DE 17 DE JULHO DE 2014.

PORTARIA CRCMG Nº 75, DE 17 DE JULHO DE 2014. PORTARIA CRCMG Nº 75, DE 17 DE JULHO DE 2014. Institui o Regulamento de Divulgação de Informações nos Meios de Comunicação do CRCMG. O PRESIDENTE DO CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DE MINAS GERAIS,

Leia mais

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A.

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REGIMENTO INTERNO DOS COMITÊS COMITÊ DE GOVERNANÇA E ÉTICA APROVADO PELO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EM 24 DE SETEMBRO DE 2014 SUMÁRIO I INTRODUÇÃO

Leia mais

MANUAL DE CONDUTA EM MÍDIAS SOCIAIS

MANUAL DE CONDUTA EM MÍDIAS SOCIAIS MANUAL DE CONDUTA EM MÍDIAS SOCIAIS 1- Introdução Este manual expõe condutas, comportamentos e atitudes que a Empresa espera de seus empregados e prestadores de serviços no ambiente digital. Essas diretrizes

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO RESOLUÇÃO Nº 06/2015

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO RESOLUÇÃO Nº 06/2015 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL RESOLUÇÃO Nº 06/2015 Ementa: estabelece sistemática para realização de Visitas Técnicas como atividade integrante dos componentes curriculares dos cursos oferecidos pelo IFPE O

Leia mais

Manual de Normas Internas Páginas:

Manual de Normas Internas Páginas: 1 de 7 Visando manter a SLW Corretora de Valores e Câmbio Ltda., em conformidade com os princípios de Controles Internos de acordo com a Resolução 2554/98 e Circular 3467/09 do Banco Central do Brasil,

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº A DE 2010

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº A DE 2010 COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 7.672-A DE 2010 EMENDA DE REDAÇÃO Altera a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, que dispõe sobre o Estatuto da Criança

Leia mais

Cooperativas de Crédito

Cooperativas de Crédito Cooperativas de Crédito INTRODUÇÃO 1. As cooperativas de crédito são instituições financeiras cujas características jurídicas e socioeconômicas, decorrentes do cooperativismo, as diferenciam das demais,

Leia mais

A Pró-Reitora de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão - PROPPEX, no. uso de suas atribuições legais e em conformidade com o artigo 37 do Estatuto da

A Pró-Reitora de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão - PROPPEX, no. uso de suas atribuições legais e em conformidade com o artigo 37 do Estatuto da Edital Proppex nº 003/2017 Prêmio Galo De Gala A Pró-Reitora de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão -, no uso de suas atribuições legais e em conformidade com o artigo 37 do Estatuto da UNIFEBE, torna público

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO GABINETE DE APOIO AO EMPREGO, ÀS EMPRESAS E AO EMPREENDEDORISMO - GE 3

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO GABINETE DE APOIO AO EMPREGO, ÀS EMPRESAS E AO EMPREENDEDORISMO - GE 3 REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO GABINETE DE APOIO AO EMPREGO, ÀS EMPRESAS E AO EMPREENDEDORISMO - GE 3 REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO GE 3 SECÇÃO I Disposições Gerais Artigo 1.º Objeto 1. O presente regulamento

Leia mais