Administração Financeira Orçamentária- prof. Daniel Dantas

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1 Administração Financeira Orçamentária- prof. Daniel Dantas 1 - O atendimento ao princípio orçamentário da universalidade é condição necessária para que o ente governamental possa realizar operações de crédito por antecipação da receita orçamentária. 2 - A proibição relativa à inserção, na lei orçamentária, de norma estranha à previsão da receita e à fixação da despesa advém do princípio da universalidade. 3 O orçamento com ênfase no objetivo do gasto público que não constitui instrumento de planejamento é o orçamento por desempenho. 4 - O orçamento-programa, que passou a integrar a legislação a partir da Constituição Federal de 1988 (CF), consolidou a vinculação do orçamento ao planejamento constante do plano plurianual. 5 - O orçamento de desempenho pode ser considerado uma importante evolução no processo de integração entre orçamento e planejamento. Uma de suas principais características é a apresentação dos propósitos e objetivos para os quais os créditos se fazem necessários. 6 - Uma notável modificação introduzida pela CF no processo orçamentário foi a integração entre plano e orçamento, por meio da criação do plano plurianual (PPA) e da lei de diretrizes orçamentárias (LDO). 7 - De acordo com a CF, a lei orçamentária anual compreende o orçamento fiscal, o orçamento de investimento e o orçamento-programa. 1

2 8 - O PPA é o instrumento de planejamento utilizado no setor público. Nele devem ser estabelecidas, de forma regionalizada, as diretrizes, os objetivos e as metas da administração pública federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes. 9 - A descentralização interna de crédito realizada durante o processo de execução previsto no ciclo orçamentário é denominada sub- repasse No Brasil, o ciclo orçamentário se divide em duas etapas: a elaboração/planejamento da proposta orçamentária e a execução orçamentária/financeira A vigência dos créditos suplementares não poderá ultrapassar o exercício financeiro em que eles forem autorizados, salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses do exercício. Nesse caso, devem ser reabertos nos limites dos seus saldos e poderão viger até o término do exercício financeiro subsequente Se determinada unidade orçamentária precisar de recursos adicionais para cobrir necessidades de pessoa física, então a destinação desse recurso não poderá ser feita por meio de créditos adicionais As receitas orçamentárias na esfera econômica serão classificadas em receitas correntes e receitas de capital. Receitas correntes são aquelas provenientes de recursos financeiros oriundos de constituição de dívidas, ao passo que as de capital originam-se dos tributos arrecadados pelo Estado O estágio da receita denominado arrecadação encerra a etapa de execução e deve obedecer ao princípio da unidade de caixa. 2

3 15 - Em relação à categoria econômica, as despesas se dividem em correntes e de capital Se, próximo ao final do exercício, determinado ente realizar o empenho de despesa, sem tempo hábil para seu pagamento, então os respectivos valores serão, no exercício financeiro imediatamente posterior, classificados como despesas de exercícios anteriores O registro dos restos a pagar deve ser feito por exercício e por credor, não havendo distinção entre despesas processadas e não processadas Os restos a pagar correspondem às despesas de exercícios anteriores fixadas no orçamento vigente, decorrentes de compromissos assumidos em exercícios financeiros anteriores àquele em que deva ocorrer o pagamento É dispensável o cumprimento do estágio de liquidação para o pagamento de despesas decorrentes de processos de despesas de exercícios anteriores O valor inscrito em restos a pagar inferior ao valor da despesa, os restos a pagar com prescrição interrompida e as despesas oriundas de exercícios encerrados e não processados na época própria configuram despesas de exercícios anteriores. 3

4 COMENTÁRIOS Questão 1 É necessário conhecer cada principio orçamentário, é óbvio. Mas alguns requerem mais atenção, pois comportam exceções, e geralmente é aí que a banca coloca a casca de banana. Exemplo é a questão acima, que cita o principio da UNIVERSALIDADE, o qual determina que todas as receitas e todas as despesas devem estar incluídas na LOA e que nenhuma despesa pode ser realizada sem autorização legislativa. Entretanto, há exceções: Receitas e Despesas Operacionais (correntes) das Empresas Estatais Independentes; e INGRESSOS EXTRAORÇAMENTÁRIOS (ARO, Emissão de Papel Moeda e Outras entradas compensatórias no ativo e passivo financeiro - Lei 4.320, art. 3º, único). Logo, a questão cita uma das exceções ao princípio, o que a torna errada. Questão 2 Pelo que foi visto, é fácil perceber que a questão errada, pois não é isto que o principio da universalidade trata. Isso é o que determina o princípio da EXCLUSIVIDADE: a LOA não poderá conter matéria estranha à previsão das receitas e à fixação das despesas. Mas o mesmo comporta exceções, também, as quais são: Questão 3 as autorizações de créditos suplementares; e operações de crédito, inclusive por ARO. Outro assunto que não pode ser desprezado pelo candidato, muito cobrado não apenas pelo CESPE, mas por todas as bancas é este: técnicas orçamentárias. Vamos observar as características fundamentais das 4 técnicas mais cobradas: ORÇAMENTO CLÁSSICO/TRADICIONAL - processo orçamentário dissociado dos processos de planejamento e programação, sendo mero instrumento contábil, no qual se arrolavam as receitas e as despesas. Se preocupa apenas com o objeto do gasto. ORÇAMENTO POR DESEMPENHO - enfatiza o desempenho organizacional, preocupando-se com o resultado dos gastos e não apenas com o gasto em si, pois não é mais apenas um documento de previsão de receita e autorização de despesas. Foi uma evolução, mas ainda lhe falta vinculação entre planejamento e orçamento. ORÇAMENTO PROGRAMA - O orçamento programa possibilita a integração do planejamento com o orçamento, a quantificação de objetivos, a fixação de metas, a avaliação de resultados, dentre outros. Seu principal critério de classificação é o funcional programático. Sua ênfase também é no objeto do gasto (como no orçamento por desempenho). Entretanto, o orçamento programa constitui instrumento de planejamento e o orçamento por desempenho não. ORÇAMENTO BASE ZERO - processo operacional, de planejamento e orçamento, exigindo que cada administrador justifique detalhadamente os recursos solicitados. Todos os programas devem ser justificados a cada inicio de um novo ciclo orçamentário (base zero), não existindo direitos adquiridos sobre verbas anteriormente outorgadas, e nem obediência a nenhuma prioridade. Alguns autores o consideram uma técnica do orçamento-programa. Com essa rápida explicação fica fácil constatar que a resposta da questão é certa. 4

5 Questão 4 Apesar da segunda parte da questão está correta, há erro na primeira, pois o orçamento programa foi introduzido no Brasil através da Lei 4320/64 e do Decreto Lei 200/67, bem antes da CF/88. Questão errada. Questão 5 Questão correta. Como visto, embora lhe faltasse a vinculação entre planejamento e orçamento, o orçamento de desempenho foi uma evolução do orçamento tradicional. Questão 6 O PPA, a LDO e a LOA são os instrumentos de planejamento e orçamento da Constituição Federal. A questão está totalmente correta pois, além de PPA e LDO terem sido inovações introduzidas pela CF, também são responsáveis pela integração planejamento/orçamento. Questão 7 A LOA compreende os orçamentos: o fiscal, o de investimento das estatais e o da seguridade social. São três peças que compõem o orçamento, em estrita observância ao principio da unidade/totalidade. Questão errada. Questão 8 O PPA estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada. A LDO compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subseqüente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. A LOA é o instrumento pelo qual o poder público prevê a arrecadação de receitas e fixa a realização de despesas para o período de um ano. Questão correta. Questão 9 Há 2 tipos de descentralização neste caso: a orçamentária e a financeira. ORÇAMENTÁRIA (CRÉDITO) - Na descentralização orçamentária, as dotações serão empregadas obrigatória e integralmente na consecução do objetivo previsto pelo programa de trabalho pertinente, respeitadas fielmente a classificação funcional e a estrutura programática. Quando a descentralização envolver unidades gestoras de um mesmo órgão tem-se a descentralização interna, também chamada de provisão. Se, porventura, ocorrer entre unidades gestoras de órgãos ou entidades de estrutura diferente, ter-se-á uma descentralização externa, também denominada de destaque. Assim (NÃO ESQUEÇA!!!): DOTAÇÃO > PROVISÃO (INTERNA) > DESTAQUE (EXTERNA) FINANCEIRA (RECURSO/DINHEIRO) - Há uma centralização inicial dos recursos para utilização pelas unidades gestoras e administrativas. Isso ocorre no âmbito da STN. Durante o exercício financeiro a STN vai liberando os correspondentes recursos para as unidades, proporcionalmente ao ritmo de execução orçamentária. Essas liberações financeiras da STN para as unidades chamam-se cotas. As 5

6 movimentações financeiras externas (entre órgãos/entidades de estruturas diferentes) são chamadas de repasses, e as internas (entre unidades de uma mesma estrutura) são chamadas sub-repasses. Assim: COTA > REPASSE (EXTERNA) > SUB REPASSE (INTERNA). Resposta Correta. Questão 10 Questão errada. O ciclo orçamentário, ou processo orçamentário, pode ser definido como um processo contínuo, dinâmico e flexível, através do qual se elabora, aprova, executa, controla e avalia os programas do setor público nos aspectos físicos e financeiro, corresponde, portanto, ao período de tempo em que se processam as atividades típicas do orçamento público. Ele não se confunde com o exercício financeiro, que, no Brasil, coincide com o ano civil, ou seja, inicia em 01 de janeiro e encerra em 31 de dezembro de cada ano, conforme dispõe o art. 34 da Lei n 4.320/64. Por outro lado, o ciclo orçamentário é um período muito maior, iniciando com o processo de elaboração do orçamento, passando pela execução e encerramento com controle. São quatro as etapas do ciclo ou processo orçamentário: - Elaboração da proposta orçamentária; - Discussão e aprovação da Lei do Orçamento; - Execução orçamentária e financeira; e - Controle e avaliação. Questão 11 Os Créditos Adicionais são autorizações de despesas não computadas ou insuficientemente dotadas na LOA. São classificados em: suplementares créditos desxnados a reforço de dotação orçamentária. especiais créditos destinados a despesas que não possuam dotação específica. extraordinários desxnados a despesas urgentes e imprevisíveis. Os primeiros incorporam-se ao orçamento, adicionados a dotação que devam reforçar, e estão restritos ao exercício financeiro em que foram autorizados. Os dois últimos conservam sua especificidade, demonstrando-se as despesas realizadas à conta destes, separadamente. Se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses do exercício, devem ser reabertos nos limites dos seus saldos e poderão viger até o término do exercício financeiro subsequente. Logo, questão errada. Questão 12 Pelo contrário, poderão sim. A questão está errada. Inclusive, ressalte-se a importância de se conhecer as fontes para abertura de créditos adicionais. São elas (mnemônico S E R R Ã O): - Superávit Financeiro apurado no Balanço Patrimonial do exercício anterior; - Excesso de arrecadação do exercício; - Recursos sem despesas correspondentes; - Reserva de contingência; 6

7 - Anulação total ou parcial de dotações orçamentárias; e - Operações de créditos. Em questão recente, o Cespe tentou confundir o candidato quanto às fontes. Observe: O excesso de arrecadação apurado em exercício anterior poderá ser utilizado integralmente como fonte de abertura de créditos adicionais. O excesso de arrecadação a ser utilizado é o do exercício corrente, e não do anterior, como afirma a questão. Esse é um dos erros da questão. Percebem como a banca tenta enrolar o candidato desatento? Fique atento. Questão 13 A classificação por natureza da receita (também aplicada à despesa) está normatizada na Lei 4.320/64 e é aplicável apenas a receitas orçamentárias. A classificação econômica da receita traz os seguintes níveis: categoria econômica; origem; espécie; rubrica; alínea; subalínea. A questão aborda o primeiro nível de classificação. Vejamos a didática redação do art. 11 da Lei 4320/64, que merece ser aprendido (grifos nossos): Art A receita classificar-se-á nas seguintes categorias econômicas: Receitas Correntes e Receitas de Capital. 1º - São Receitas Correntes as receitas tributária, de contribuições, patrimonial, agropecuária, industrial, de serviços e outras e, ainda, as provenientes de recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito público ou privado, quando destinadas a atender despesas classificáveis em Despesas Correntes. 2º - São Receitas de Capital as provenientes da realização de recursos financeiros oriundos de constituição de dívidas; da conversão, em espécie, de bens e direitos; os recursos recebidos de outras pessoas de direito público ou privado, destinados a atender despesas classificáveis em Despesas de Capital e, ainda, o superávit do Orçamento Corrente.... 4º - A classificação da receita obedecerá ao seguinte esquema: Impostos. Taxas. Contribuições de Melhoria. Receitas Imobiliárias. Receitas de Valores Mobiliários. Participações e Dividendos. Outras Receitas Patrimoniais. RECEITAS CORRENTES Receita Tributária Receita Patrimonial 7

8 Receita Industrial Receita de Serviços Industriais. Outras Receitas Industriais. Transferências Correntes Receitas Diversas Multas. Cobrança da Divida Ativa. Outras Receitas Diversas. RECEITAS DE CAPITAL Operações de Crédito. Alienação de Bens Móveis e Imóveis. Amortização de Empréstimos Concedidos. Transferências de Capital. Outras Receitas de Capital. Logo, questão errada. Questão 14 Segundo o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público - MCASP, a Receita Pública compreende 2 etapas: Planejamento e Execução. Na primeira etapa temos a Previsão da receita, com base na Metodologia de Projeção das Receitas Orçamentárias. Na segunda etapa temos 3 estágios, quais sejam: Lançamento - ato da repartição competente, que verifica a procedência do crédito fiscal e a pessoa que lhe é devedora e inscreve o débito desta. Nem todas as receitas percorrem este estagio. Arrecadação - Corresponde à entrega dos recursos devidos ao Tesouro pelos contribuintes ou devedores, por meio dos agentes arrecadadores ou instituições financeiras autorizadas pelo ente. Recolhimento - É a transferência dos valores arrecadados à conta específica do Tesouro, responsável pela administração e controle da arrecadação e programação financeira, observando-se o princípio da unidade de tesouraria ou de caixa. Percebemos entao que a questão está errada, pois na verdade ela se refere ao estagio do recolhimento. Fique atento a essa distinção. Uma outra observação: a previsão sempre foi citada como o primeiro estágio da receita, e ainda é citada na doutrina como tal, e é de fato. Entretanto, o primeiro estagio da EXECUÇÃO da receita é o Lançamento. Fique atento. 8

9 Questão 15 Atualmente, a classificação pela natureza da despesa é composta por: 1. categoria econômica; 2. grupo de natureza da despesa; 3. modalidade de aplicação; 4. elemento de despesa; 5. desdobramento do elemento (facultativo). A categoria econômica da despesa indica o efeito que ela terá sobre a economia (transferências de recursos, montante de gastos com custeio consumo do governo, nível de investimentos etc.). Temos assim as categorias despesas correntes e despesas de capital. Logo, questão correta. O MCASP indica a existência de três etapas referentes à despesa orçamentária: o planejamento, a execução e o controle/avaliação. Planejamento - a principal fase do planejamento da despesa é a fixação. Execução da despesa - subdividida em três estágios (muitíssimo cobrados): empenho - ato emanado de autoridade competente que cria para o Estado obrigação de pagamento pendente ou não de implemento de condição. Não poderá exceder o limite dos créditos concedidos. É vedada a realização de despesa sem prévio empenho. liquidação - consiste na verificação do direito adquirido pelo credor tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito. pagamento - O pagamento da despesa só será efetuado quando ordenado após sua regular liquidação. A ordem de pagamento será dada em documento próprio, assinado pelo ordenador da despesa e pelo agente responsável pelo setor financeiro. Controle e avaliação - existem âmbitos diferentes de exercício dessas atividades: o controle/avaliação estruturados em sistemas dentro da Administração, e o controle social. Na Administração, o controle e a avaliação são empreendidos pelos sistemas de controle interno e externo, além dos próprios controles internos dos órgãos executores da despesa. Questão 16 É necessario saber a diferença entre esses dois conceitos, pois a banca sempre tenta confundir (a exemplo da primeira questão). Vamos lá: RESTOS A PAGAR - o artigo 67 do Decreto /86 é altamente didático (grifos e marcações nossos): Art. 67. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas e não pagas até 31 de dezembro, distinguindose as despesas processadas das não processadas. 1º Entendem-se por processadas e não processadas, respectivamente, as despesas liquidadas e as não liquidadas, na forma prevista neste decreto. 2º O registro dos Restos a Pagar far-se-á por exercício e por credor. ATENÇÃO - o Decreto 7.654/2011 modificou bastante a redação do art. 68 do decreto nº /86, acrescentando vários pontos, E DEVE SER CONSULTADO POR VOCE CANDIDATO. 9

10 DESPESAS DE EXERCÍCIOS ANTERIORES - são dívidas resultantes de compromissos gerados em exercícios financeiros anteriores àqueles em que ocorrerão os pagamentos (art. 37 da lei 4.320/1964). As DEA são despesas orçamentárias. Hipóteses: despesas que não se tenham processado na época própria; os restos a pagar com prescrição interrompida; e os compromissos reconhecidos após o encerramento do exercício correspondente. Uma quarta hipótese de DEA não prevista pela legislação literalmente é o reforço de RPNP, quando inferiores à despesa real. A parcela faltante da despesa, não coberta pelo RPNP, deverá ser atendida por DEA. (O CESPE já explorou isso, como visto na última questão acima). As DEA não se confundem com restos a pagar, já que sequer foram empenhadas ou, se foram, tiveram seus empenhos anulados ou cancelados. Questão 17 Como visto no comentário anterior, sim, o registro dos Restos a Pagar far-se-á por exercício e por credor. É o que reza o 2º, do art. 67 do Decreto /86. Questão 18 A questão misturou os conceitos de RP e DEA, criando um conceito que não existe. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro. Isso já é suficiente pra evidenciar o erro da assertiva. Questão 19 Como qualquer despesa, as DEA passam por todos os estágios normais de execução. Lembrem-se que: - não existe despesa sem prévio empenho; e - o pagamento da despesa só será efetuado quando ordenado após sua regular liquidação. Logo, questão ERRADA. Questão 20 Questão correta. É o que leciona o art. 37 da Lei 4320/64. Vejamos: Art. 37. As despesas de exercícios encerrados, para as quais o orçamento respectivo consignava crédito próprio, com saldo suficiente para atendê-las, que não se tenham processado na época própria, bem como os Restos a Pagar com prescrição interrompida e os compromissos reconhecidos após o encerramento do exercício correspondente poderão ser pagos à conta de dotação específica consignada no orçamento, discriminada por elementos, obedecida, sempre que possível, a ordem cronológica. 10

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