PERFIL EPIDEMIOLÓGICO E FUNCIONAL DOS PACIENTES COM DOENÇA DE ALZHEIMER ATENDIDOS NA CASA UNIMED GOVERNADOR VALADARES/MG

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1 1 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO E FUNCIONAL DOS PACIENTES COM DOENÇA DE ALZHEIMER ATENDIDOS NA CASA UNIMED GOVERNADOR VALADARES/MG EPIDEMIOLOGICAL PROFILE AND FUNCTION OF PATIENTS WITH ALZHEIMER'S DISEASE TREATED IN THE UNIMED'S HOUSE Fernanda de Melo Calil 1, Jaqueline de Alpino Soares 2, Yana Coelho de Paula Aguiar 3, Sabrina Gomes de Morais 4. 1 Acadêmica do curso de Fisioterapia da Universidade Vale do Rio Doce (UNIVALE) Governador Valadares MG. 2 Acadêmica do curso de Fisioterapia da Universidade Vale do Rio Doce (UNIVALE) Governador Valadares MG. 3 Acadêmica do curso de Fisioterapia da Universidade Vale do Rio Doce (UNIVALE) Governador Valadares MG. 4 Orientadora Professora Mestre da Universidade Vale do Rio Doce (UNIVALE) Governador Valadares MG. RESUMO: Introdução: A Doença de Alzheimer (DA) é uma síndrome de aparecimento insidioso e desenvolvimento progressivo que causa graves conseqüências à integridade física, mental e social do indivíduo. É de fundamental importância a identificação do grau de comprometimento cognitivo para a elaboração de programas de reabilitação eficazes a fim de uma intervenção terapêutica adequada. Objetivo: Relatar o perfil epidemiológico e funcional dos pacientes com Alzheimer atendidos na Casa Unimed, em Governador Valadares/MG. Metodologia: Trata-se de um estudo epidemiológico, de natureza descritiva, do tipo transversal, que contou com uma amostra de 25 pacientes e foi constituída de duas etapas. Na primeira, foram feitas as coletas de dados dos pacientes através da aplicação de dois questionários: um que traçou o perfil epidemiológico e outro que traçou o perfil funcional, dos mesmos. Na segunda, foi aplicado o Mini-mental (MEEM). Resultados: Quanto ao perfil epidemiológico houve uma incidência maior no gênero feminino (84%). A média de idade foi de 81,1 anos. No tempo de diagnóstico a maior quantidade de casos (n=10) apresentava uma evolução de 2 a 24. Quanto ao perfil funcional, a maior média de incapacidade foi com relação a participação social com 70,2%. 21 pessoas apresentavam déficit cognitivo (84%) e 4 tinham o cognitivo preservado (16%). Conclusão: A partir do conhecimento deste perfil epidemiológico e funcional dos pacientes é possível o planejamento de uma intervenção mais eficaz e que atue diretamente nas necessidades de cada um deles. Palavras-chave: Doença de Alzheimer. Perfil epidemiológico. Perfil funcional. Reabilitação. ABSTRACT: Introduction: Alzheimer's disease (AD) is a syndrome of emergence insidious and progressive development is causing serious consequences on the physical integrity, mental and social Committee of the individual. It's fundamental importance to the identification of the degree of cognitive impairment for drawing up of rehabilitation programs effective in order to an adequate therapeutic intervention. Objective: To report the epidemiological profile and function of patients with Alzheimer treated in the Unimed's House, Governador Valadares, MG. Methodology: This is an epidemiological study, of a descriptive nature of the transversal type, which was a sample of 25 patients and was composed of two stages. In the first were made the data collections of the patients through the application of two questionnaires: one which outlined the epidemiological profile and the other outlined the functional profile, of sameone. In the second was applied the Mini-Mental (MEEM). Results: Regarding the epidemiological profile there was a higher incidence in female gender (84%). The mean age was 81.1 years. The time of diagnosis the largest number of cases (n=10) presented a trend of 2 to 24 months. Regarding the functional profile, the highest mean of the incapacity was in relation to social participation with 70.2%. 21 People had cognitive deficit (84%) and 4 had the cognitive preserved (16%). Conclusion: from knowledge of this epidemiological profile and function of patients is possible planning a intervention more effective and that it may act directly on the needs of each patient. Keywords: Alzheimer's disease. Epidemiological profile. Functional profile. Reabilitation.

2 2 1 INTRODUÇÃO A Doença de Alzheimer (DA) é uma síndrome de aparecimento insidioso e desenvolvimento progressivo (SMITH, 1999; SERENIKI, VITAL, 2008) cuja prevalência representa mais de 50% dos casos de demência (LOPES, BOTTINO, 2002; ÁVILA, 2003; AZEVEDO et al., 2009), estimando-se que dos 15 milhões de brasileiros com idade superior a 65 anos, 6% apresentam a doença de Alzheimer (ABREU, FORLENZA, BARROS, 2005; AZEVEDO et al., 2009; MEDEIROS, GUERRA, 2009). Apresenta uma manifestação clínica e patológica bem definida (PRADO et al., 2007) e provoca graves conseqüências como: comprometimento da integridade física, mental e social do indivíduo (ABREU, FORLENZA, BARROS, 2005). A neuropatologia da DA caracteriza-se por dois mecanismos críticos que determinam a morte neuronal: um é a formação de placas amilóides pela gama-secretase e beta-secretase e outro, hiperfosforilação da proteína tau, que leva à formação de emaranhados neurofibrilares dentro dos neurônios. Estes mecanismos determinam o processo de atrofia cerebral (AZEVEDO et al., 2009; COELHO et al., 2009). Progressivamente, o processo neurodegenerativo acomete todo o córtex cerebral, determinando o declínio das demais funções cognitivas, além de distúrbios de comportamento. As mudanças neuropatológicas ocorrem antecipadamente ao diagnóstico clínico da Doença de Alzheimer, mesmo assim, a capacidade cerebral pode ser compensada até o momento em que a função cognitiva comece a apresentar falhas evidentes (AZEVEDO et al., 2009). Seu desenvolvimento é dividido em três fases, sendo a primeira denominada primária ou inicial, que tem como principais sintomas, dificuldade em processar palavras corretas e identificar nomes de objetos e pessoas, capacidade visuoespacial alterada, leve incapacidade de solucionar problemas e tomar decisões (AZEVEDO et al., 2009). Ainda são relatados nesta fase, pequenos lapsos de memória, dificuldade de comunicação, apatia, transtorno de humor e agitação (FORLENZA, 2005; PRADO et al., 2007). Nesta fase, o sistema motor, geralmente é preservado, e o paciente tem consciência e percebe suas dificuldades, utilizando de alguns recursos para compensá-las (AZEVEDO et al., 2009). A segunda fase, também chamada de secundária ou intermediária (AZEVEDO et al., 2009), apresenta sintomas como: agravo do comprometimento intelectual e dependência parcial para suas atividades básicas de vida diária (BOTTINO et al., 2002; FORLENZA, 2005), podendo ocorrer também praxias e gnosias (MANSUR et al., 2005), baixa afetividade, desorganização na comunicação, dificuldade perceptiva e disfasia (AZEVEDO et al., 2009). A terceira fase, também chamada de terciária ou final (AZEVEDO et al., 2009) caracteriza-se por dependência total do indivíduo para realização de todas as suas atividades, como auto-cuidado, alimentação, higiene e comunicação (MANSUR et al., 2005). O mesmo fica restrito ao leito, podendo apresentar dificuldade de deglutição, incontinência urinária e fecal (BOTTINO et al., 2002). O quadro está associado a grande confusão mental, podendo desencadear a Síndrome do Imobilismo, e posteriormente o óbito (AZEVEDO et al., 2009).

3 3 Na avaliação clínica do paciente é de fundamental importância a identificação do grau de comprometimento cognitivo para a elaboração de programas de reabilitação eficazes a fim de uma intervenção terapêutica adequada com o objetivo de retardar o avanço da doença e favorecer a melhora das condições de vida da pessoa e seus familiares (MEDEIROS, GUERRA, 2009). A cidade de Governador Valadares possui uma instituição vinculada a uma Cooperativa Médica chamada Casa Unimed, que realiza atendimento multidisciplinar a pessoas com patologias crônicas dentre elas a DA. Atividades de Fisioterapia e Terapia Ocupacional são realizadas em grupos distintos com atividades específicas de cognição, de funcionalidade e condicionamento. O perfil epidemiológico e funcional desses pacientes com DA que freqüentam os grupos funcionais não é conhecido. A identificação destas características se faz necessária visando caracterizar a população que busca assistência, além de permitir a adoção de estratégias de prevenção e controle mais eficazes, permitindo um acompanhamento mais objetivo e específico melhorando a assistência oferecida ao usuário. Em vista disto, este trabalho tem como objetivo relatar o perfil epidemiológico e funcional dos pacientes com Alzheimer atendidos na Casa Unimed que freqüentam os grupos funcionais de fisioterapia e/ ou terapia ocupacional, no ano de 2010, em Governador Valadares/MG. 2 METODOLOGIA 2.1 Tipo de Estudo Trata-se de um estudo epidemiológico, de natureza descritiva, do tipo transversal. 2.2 Coleta de Dados e Amostra Os dados foram coletados durante o mês de setembro de A população do estudo era composta por 29 pacientes. Foram incluídos no estudo pacientes com diagnóstico médico de DA, que freqüentam os dois, ou apenas um, dos grupos de terapia e que possuíam um cuidador ou responsável apto para fornecer informações necessárias para a pesquisa. Foram excluídos do estudo 4 pacientes: 2 não foram encontrados e 2 se recusaram a participar da pesquisa, constituindo uma amostra final de 25 pacientes. Destes, 20 participavam dos grupos de fisioterapia e terapia ocupacional, 7 somente do grupo de fisioterapia e 2 somente do grupo de terapia ocupacional. 2.3 Procedimentos A pesquisa foi constituída de duas etapas. Na primeira etapa foi realizada a coleta dos dados dos pacientes através da aplicação de dois questionários aos cuidadores /ou responsáveis: um contendo os dados pessoais como idade, gênero e tempo de diagnóstico, o qual traçou o perfil epidemiológico dos pacientes. O outro, contendo informações do perfil funcional que foi feito aplicando-se o questionário Activities of Daily Living Questionnaire (ADLQ). Neste, foram analisadas as atividades de auto-cuidado, interação, intelectualidade, organização e planejamento, participação social e alimentação. O mesmo foi validado para a população brasileira em 2009 e avalia atividades básicas e instrumentais, quantificando as habilidades funcionais de pacientes com DA. Na segunda etapa foi aplicado o Minimental (MEEM), que avalia: orientação quanto a

4 4 tempo e local, retenção de palavras, atenção e cálculo, evocação, linguagem e habilidade construtiva (ALMEIDA, 1998). Estas duas etapas aconteceram em um período de quatro semanas, as terças e quintasfeiras, na Casa Unimed, onde os pacientes já se reúnem para participação nos grupos oferecidos pela Instituição. Para os casos em que os pacientes ou cuidadores não participaram das atividades nos dias propostos para as avaliações, os contatos foram realizados por meio de visitas domiciliares, previamente agendadas, a fim de colher os dados necessários à pesquisa. Foi feita a verificação da confiabilidade por meio da aplicação dos instrumentos em uma mesma pessoa voluntária pelas três pesquisadoras e verificada a consistência das informações. 2.4 Análise dos dados Estatística descritiva foi utilizada para a análise dos dados. Os dados de gênero, idade e tempo de diagnóstico da doença foram analisados de forma descritiva utilizando médias. A análise do ADLQ foi feita conforme definido pelo instrumento da seguinte maneira: para cada seção (exemplo: autocuidado; afazeres domésticos etc.), conta-se o número total de questões respondidas (exceto as questões de número 9, "Não sei" ou "Nunca foi responsável por esta atividade") e multiplica-se por 3 o número total de questões respondidas, representando a pontuação máxima para aquela seção. Em seguida, soma-se a pontuação total para aquela seção e divide-se pela pontuação máxima. Por fim, multiplica-se por 100 para obter a porcentagem da diminuição de capacidade, de forma que valor de 0-0,33 indica incapacidade leve; 0,34-0,66, incapacidade moderada e 0,67-0,1, incapacidade severa (MEDEIROS, GUERRA, 2009). Ao final da coleta foi realizada a média percentual para o grupo o que demonstrou o perfil de incapacidade médio. A análise do Mini-mental foi feita conforme definida pelo instrumento através da soma da pontuação referente às perguntas e atividades propostas em cada categoria, variando de 0 a 30 pontos, sofrendo interferência pela escolaridade do paciente, considerando valores para déficit cognitivo resultados para analfabetos 15 pontos, 1 a 11 anos de escolaridade 22, com escolaridade superior a 11 anos 27 (ALMEIDA, 1999; BUSTAMANTE et al, 2003). Ao final da coleta foi realizada a média para o grupo o que definiu o nível cognitivo médio. 2.5 Aspectos Éticos Os pacientes e seus cuidadores foram informados sobre a pesquisa e convidados a participar. Todos assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido (TCLE). Visto que pacientes portadores da Doença de Alzheimer poderiam, dependendo do nível da doença, ser considerados vulneráveis para dar o seu consentimento livre e esclarecido sobre a pesquisa, nestes casos, o responsável forneceu a autorização e as informações referentes à mesma. Esta pesquisa foi avaliada pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da UNIVALE e aprovada sob o parecer 014/ RESULTADOS 3.1 Perfil Epidemiológico

5 Qunatidade de sujeitos (n) 5 Dos pacientes analisadas, 21 eram do gênero feminino e 4 do masculino, representando respectivamente 84% e 16% da amostra (gráfico 1). A idade média dos pacientes foi de 81,1 anos. O tempo de diagnóstico foi variado e a maior quantidade de casos (n=10) apresentava uma evolução de 2 a 24 (gráfico2). 4; 16% 21; 84% f eminino masculino Gráfico 1 Quantidade e porcentagem de pacientes referente ao gênero a a a a a a 144 Meses Gráfico 2 Quantidade de pacientes em relação ao tempo de diagnóstico.

6 Auto-cuidado Interação Atividade intelectiva Organização e planejamento Participação social Alimentação % Perfil Funcional Dentre as funções analisadas a com maior média de incapacidade funcional foi a de participação social com 70,2%, seguida de: organização e planejamento com 63,2%, interação com 62,6%, alimentação com 62%, atividade intelectiva com 50,7% e auto-cuidado com 40,4% (Gráfico 3) ,4% 62,6% 50,7% 63,2% 70,2% 62% Gráfico 3 Porcentual Médio de incapacidade em cada sessão do ADLQ. Na análise do MEEM, observou-se que 21 pessoas apresentavam déficit cognitivo (84%) e 4 tinham o cognitivo preservado (16%). 4 DISCUSSÃO Segundo estudo realizado por Lopes e Bottino (2002), após a análise de 38 artigos referentes à prevalência de demência em diversas regiões do mundo constatou-se que em relação ao gênero, a prevalência era maior no gênero feminino, em todas as regiões pesquisadas. Resultados semelhantes foram encontrados por Herrera-Junior, Caramelli e Nitrini (1998) na cidade de Catanduva SP e Luzardo, Gorini, Silva (2006), no Ambulatório do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Assim como encontrado na literatura, neste estudo o maior percentual se deu em mulher. Segundo Neri (2001), o maior percentual encontrado de mulheres com demência pode ter como fator principal a maior longevidade das mesmas. De acordo com a pesquisa realizada, a média de idade dos pacientes da amostra encontrada foi de 81,1 anos. A idade é considerada o maior fator de risco para o desenvolvimento da DA, tendo sua prevalência aumentada de acordo com o envelhecimento (NITRINI, 1999; APRAHAMIAN, MARTINELLI, YASSUDA, 2009). Segundo Scazufca et al., (2002) a prevalência de demência dobra a cada cinco anos de aumento da idade, indo de 3% aos 70 anos para 20-30% aos 85 anos.

7 7 Nas três fases em que se pode dividir a DA (primária, secundária, e terciária) é relatado que o tempo de duração em cada fase é de aproximadamente, 2 a 3 anos cada uma delas (AZEVEDO et al., 2009). A maior quantidade de pessoas com DA neste estudo encontra-se na fase primária apresentando um tempo de evolução de 1 a 2 anos (10 casos). Porém foram encontrados indivíduos nas fases secundária e terciária. Tal fato pode ser confirmado pelo alto percentual de incapacidade encontrado. Em todas as atividades avaliadas, houve mais de 50% de incapacidade com exceção do autocuidado que apresentou um percentual médio de 40,4%. A variabilidade no tempo de evolução da doença, também refletiu no perfil cognitivo. 9 (nove) pessoas apresentaram mais de 5 anos de evolução da doença (3 de 49 a 72, 3 de 73 a 96 ; 2 de 97 a 120 e 1 de 121 a 144 ), o que contribuiu para o alto percentual de pessoas com déficit cognitivo segundo o MEEM. Baseado no tempo de evolução da doença a literatura apresenta grande variedade de métodos de intervenção para melhora ou manutenção do desempenho cognitivo na DA, que dependem de que fase este indivíduo se encontra. Entre as principais técnicas que envolvem trabalho multidisciplinar destacam-se: treinamento cognitivo (ÁVILA, 2003), técnicas para melhorar a estruturação do ambiente, orientação nutricional, programas de exercícios físicos, e suporte psicológico aos familiares e cuidadores (BOTTINO et al., 2002). Uma das estratégias disponíveis para esta intervenção são os grupos funcionais, que promovem além da interação entre os pacientes, a prática de exercícios onde são trabalhados a função, a cognição, memória e o condicionamento físico, proporcionando ao paciente bem estar e melhora da qualidade de vida (COELHO et al., 2009). 5 CONCLUSÃO Após a coleta e análise dos dados, verificou-se que o perfil epidemiológico dos pacientes com DA da Casa Unimed, no período de Setembro de 2010, era predominantemente feminino, com média de idade de 81,1 anos e maior quantidade de casos com tempo de diagnóstico entre 2 a 24. Quanto ao perfil funcional, as atividades com maior índice de incapacidade foram as relacionadas a participação social com 70,2%. A partir do conhecimento do perfil epidemiológico e funcional dos pacientes pesquisados, é possível auxiliar a formação de grupos que levem em consideração a fase da doença e o perfil funcional e cognitivo, tornando possível o planejamento de uma intervenção mais eficaz e que atue diretamente nas necessidades de cada um deles. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ABREU, I. D.; FORLENZA, O. V.; BARROS, H. L. Demência de Alzheimer: correlação entre memória e autonomia. Revista de Psiquiatria Clínica [online], vol. 32, n.3, p , Disponível em:< Acesso em: 03/03/2010. ALMEIDA, O. P. Instrumentos para avaliação de pacientes com demência. Rev. Psiq. Clin., vol. 26, n. 2, ALMEIDA, O. P. Mini Exame do Estado Mental e o diagnóstico de demência no Brasil. Arq. Neuropsiquiatr., vol. 56, n. 3-B, p , 1998.

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9 SMITH, M. A. C. Doença de Alzheimer. Revista Brasileira de Psiquiatria. São Paulo, vol. 21, Outubro

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