PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA: FORMAÇÃO CONTINUADA NUMA PERSPECTIVA DIFERENCIADA DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

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1 PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA: FORMAÇÃO CONTINUADA NUMA PERSPECTIVA DIFERENCIADA DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Nilvânia Cardoso Almeida - SEEDF/PNAIC Resumo Os professores, seja no âmbito federal, estadual, municipal ou distrital, tem postulado a necessidade de uma formação continuada voltada para a alfabetização e letramento que dê suporte as práticas didático-pedagógicas. Surge daí a urgência de implementação de políticas públicas que sustentem a criação de mecanismos com o intuito de compreender esses processos e garantir a aprendizagem dos alunos. O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa - PNAIC nasce dessa demanda dos professores. Nessa linha, o objetivo deste artigo é o de analisar, refletir sobre as abordagens teóricas apresentadas nas unidades de formação do curso PNAIC e discutir questões à respeito da formação docente com ênfase nas singularidades do trabalho pedagógico, as quais, foram apresentadas pelos professores durante o curso ministrado por orientadoras de estudo em Sobradinho, cidade satélite do Distrito Federal. Para realização da pesquisa a Epistemologia Qualitativa (GONZÁLEZ REY, 2002), foi utilizada para compreender as informações construídas ao longo dos encontros em um processo construtivointerpretativo. Os instrumentos metodológicos utilizados foram: questionário aberto, conversação a partir do compartilhamento de práticas desenvolvidas nas salas de aulas das professoras participantes do curso. Para tanto, é apresentado um breve histórico do curso; delineando de forma resumida os aportes teóricos que o embasaram como: a compreensão de Soares (1998) sobre alfabetizar e letrar em contextos de práticas sociais, a apropriação do Sistema de Escrita Alfabética apresentado por Morais (2012), o caderno de apresentação e organização do curso(brasil, 2012, assim como a descrição das contribuições dos professores cursistas no ano 2013 ; e por fim, são tecidas as considerações finais. Palavras-chave: Formação. Letramento, Alfabetização. Breve Histórico: Algumas palavras Nas últimas décadas, as questões relacionadas à educação tem chamado a atenção em nosso país, isso porque o índice de analfabetismo e a inserção das crianças de seis anos no Ensino Fundamental apontam para a urgência em discutir os temas: a alfabetização, os letramentos, os direitos de aprendizagem e a organização do trabalho pedagógico, tendo em vista as transformações sociais, pelas quais passam a escola e a sociedade. Discussões sobre tais temas possibilitaram um movimento no sentido de 05224

2 pensar estratégias palpáveis que promovam as aprendizagens dos alunos considerando as adversidades que os envolvem nesse processo. O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa - PNAIC, foco desse artigo, tem como intenção atuar em duas frentes: a primeira é a de assegurar uma reflexão minuciosa sobre o processo de alfabetização; a segunda é discutir a prática docente. Por isso, um acordo assumido pelo Governo Federal, estados, municípios, o Distrito Federal e entidades assumiram o compromisso de alfabetizar as crianças no prazo de três anos, isto é, ao final do 3º ano do Ensino Fundamental. Este programa desenvolvido pelo Ministério de Educação em parceria com universidades públicas brasileiras e as secretarias de educação possibilitou reflexões sobre essa temática. O trecho abaixo sobre alfabetizar e letrar, contribuiu nesse sentido: [...] alfabetizar e letrar são duas ações distintas, mas não inseparáveis, ao contrário: o ideal seria alfabetizar letrando, ou seja: ensinar a ler e escrever no contexto das práticas sociais da leitura e escrita, de modo que o indivíduo se tornasse, ao mesmo tempo, alfabetizado e letrado. (SOARES, 1998, p.47) Ao assegurar o debate nessa perspectiva, alfabetizar letrando, o PNAIC ressaltou a necessidade de implementar esforços de todos os envolvidos no processo com o propósito de ampliar aprendizagens em todas as áreas do conhecimento. Possibilitando às crianças a apropriação e o domínio do Sistema de Escrita Alfabética (SEA) em práticas sociais a partir da interação com diferentes textos escritos em atividades significativas de leitura e produção de textos, apresentado em (MORAIS, 2012). Assim as ações do Pacto Nacional pela Alfabetização (BRASIL, 2012 p.05) apoiam-se em quatro eixos de atuação: 1. Formação continuada presencial para os professores alfabetizadores e seus orientadores de estudo; 2. Materiais didáticos, obras literárias, obras de apoio pedagógico, jogos e tecnologias educacionais; 3. Avaliações sistemáticas; 4. Gestão, controle social e mobilização. O trabalho foi organizado em 8 unidades de estudo que, embora apresentassem temáticas similares, tinham focos de aprofundamento distintos. Os temas apreciados nas unidades abordavam as concepções de alfabetização; o planejamento do ensino; do funcionamento do Sistema de Escrita Alfabética; a sala de aula como ambiente alfabetizador; os diferentes gêneros textuais; projetos pedagógicos, as sequências didáticas; a importância das avaliações, dos registros; e os direitos de aprendizagem, 05225

3 proporcionando aos docentes no decorrer do processo formativo, o diálogo com seus pares. O curso ofereceu carga horária de 120 horas que foi distribuída em horas diretas e indiretas, desse modo, organizaram-se 28 encontros intercalados com 2 seminários realizados de Abril a Dezembro de O Percurso da Pesquisa O presente estudo foi desenvolvido em uma turma do curso PNAIC, ministrado por orientadoras de estudo em Sobradinho, cidade satélite do Distrito Federal no ano de Para realização da pesquisa a Epistemologia Qualitativa (GONZÁLEZ REY, 2002), foi utilizada para compreender as informações construídas ao longo do curso em um processo construtivo-interpretativo. Os instrumentos metodológicos utilizados foram: questionário aberto, conversação a partir do compartilhamento de práticas desenvolvidas nas salas de aulas das professoras participantes do curso. Assim, este artigo põe em pauta as contribuições advindas desse processo de formação docente no qual enfatizaram as vantagens de uma metodologia diferenciada em suas práticas pedagógicas e as principais mudanças que foram sendo observadas a partir da participação e interações realizadas entre eles nos encontros do PNAIC. Estas possibilitaram uma abertura de diálogos entre os docentes que buscavam compreender as etapas dos processos de alfabetização e de letramento, e também favoreceram a troca de experiências com o intuito de superar as dificuldades que eram comuns entre eles e pesquisar soluções para as adversidades e conflitos existentes no dia a dia da sala de aula. Contribuições do Curso: Redimensionando as práticas pedagógicas Durante o curso, foi possível perceber o envolvimento dos professores à medida que os assuntos foram abordados durante os encontros semanais. Inicialmente, as expectativas recaiam somente sobre a certificação, além disso, o curso seria apenas mais uma formação com um monte de tarefas para executar. Mas, aos poucos os professores começaram a demonstrar curiosidade sobre o diferencial oferecido pelo PNAIC, promover a fundamentação teórica aliada à prática pedagógica. Desta forma, eles puderam compreender, de forma efetiva, a importância de planejar as ações 05226

4 pedagógicas; dos documentos que normatizam suas ações; da intenção do professor ao pensar a organização do espaço pedagógico da sala de aula como facilitador da aprendizagem; e também estabelecer rotinas evidenciadas em objetivos que contemplem as singularidades do trabalho pedagógico. Os relatos dos professores apontam uma mudança significativa em relação às práticas adotadas e incorporadas à dinâmica da sala de aula, como, por exemplo, a leitura para deleite, o espaço da oralidade, o resgate de brincadeiras, a produção individual e coletiva de textos, as várias formas de registros, todas essas mudanças abriram um leque de possibilidades para esses professores entenderem a avaliação como a ação-reflexão-ação entre o professor e o aluno. Tal fato evidencia-se nos relatos abaixo: [...] o curso mostrou muitos caminhos para atuar na sala de aula e me fez retomar a teoria, mas sob a ótica da prática. Outra cursista ressalta [...] o curso contribuiu com minha formação, pois veio reforçar o que eu já fazia, o que tinha insegurança e aprendi estratégias novas. Os momentos de compartilhamento das práticas pedagógicas eram muito valorizados pelos cursistas. As sequências didáticas produzidas, as quais apresentavam as concepções de aprendizagens abordadas; comprovaram essa evidência ao apontar a intencionalidade do professor em relação à apropriação do Sistema de Escrita Alfabética e à garantia dos direitos de aprendizagem dos alunos. Tais experiências causaram uma grande mudança no desempenho pedagógico do professor como descreve outra cursista: [...] o curso causou impactos positivos, pois pude planejar diversas atividades significativas a partir de ideias discutidas durante as aulas. Passei a compreender melhor o processo de aquisição do SEA e colocar em prática outras estratégias. Grande parte do que foi abordado no curso do PNAIC não apresentava inovação quanto à temática, mas com base nos relatos, o que o determinou foi a sua organização e problematização, pois desta forma, foi permitido aos cursistas, a estruturação do pensamento em detrimento de uma mudança da práxis, ao orientar e indicar caminhos determinando estratégias e direcionando o foco. Insistir na estipulação de objetivos para cada atividade ou etapa realizada, de acordo com a SD (Sequência Didática) previamente escolhida, oportunizou, tanto para o professor quanto para o aluno, o movimento do pensar ampliando ou mesmo inserindo nessa ação o significado da aprendizagem de cada envolvido. Contudo, o aproveitamento sinalizado pelos participantes durante o curso, apontou para a urgência em proporcionar a formação para os demais profissionais de 05227

5 educação objetivando alcançar de maneira exitosa todos os sujeitos envolvidos no processo de ensino e aprendizagem. É relevante apontar a alfabetização como base para outros saberes. O aprimoramento de práticas que viabilizem, signifiquem e proporcionem essa aprendizagem, requer de todos os atores inseridos nesse processo a participação clara e objetiva em cada etapa que o envolve. Considerações finais Certamente, o PNAIC não é a solução para o analfabetismo no Brasil, todavia, potencializa a discussão entre teoria e prática, fundamental para compreensão e inserção da criança em um mundo letrado. Pensar na educação, objetivando a formação do professor e a aprendizagem do aluno, é visualizar dois aspectos essenciais do processo. A importância de um não sobrepõe a do outro, mas orienta, aponta caminhos, define estratégias e direciona o foco das ações pedagógicas. É possível perceber que melhorias na qualificação profissional e na formação docente, corroboram sobremaneira ao evidenciar transformações em todos os aspectos que envolvem a área educacional. Desse modo, a necessidade em intensificar e aprimorar a formação do professor amplia e qualifica o processo de aquisição de leitura e escrita do aluno. O fazer pedagógico, quando bem planejado, permite às crianças, em espaços de aprendizagens favoráveis, a apropriação do sistema de escrita alfabética em práticas sociais significativas de letramento. Referências: BRASIL. Secretaria de educação Básica. Diretoria de Apoio à Gestão Educacional. Pacto nacional pela alfabetização na idade certa: formação do professor alfabetizador: caderno de apresentação. Brasília: MEC, SEB, GONZÁLEZ REY, F. Pesquisa Qualitativa em Psicologia: caminhos e desafios. São Paulo: Thomson, MORAIS, Artur Gomes de. Sistema de escrita alfabética. São Paulo: Editora Melhoramentos, SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica,

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