TIPOS DE ATIVAÇÃO: Ativação térmica ( R. A. A. T. ) Ativação química ( R. A. A. Q. ) Ativação por luz visível. Polimetacrilato de metila

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TIPOS DE ATIVAÇÃO: Ativação térmica ( R. A. A. T. ) Ativação química ( R. A. A. Q. ) Ativação por luz visível. Polimetacrilato de metila"

Transcrição

1 Disciplina Materiais Dentários II Ano-semestre Titulo da aula Expositor Resinas Acrílicas Prof. Dr. Eclérion Chaves Slides 46 Duração Aproximadamente 1:50 Texto base Plano de aula Anusavice Phillips s Materiais Dentários 10ª ou 11ª ed. Publicado em: Anusavice - 11ª Ed. Cap. 22 p. 679 HISTÓRICO CLASSIFICAÇÃO DAS RESINAS Introdução dos polímeros acrílicos na odontologia. NATURAIS % das bases de próteses totais em acrílico. RESINAS UNIDADES ESTRUTURAIS (MEROS) MONÔMEROS POLÍMEROS SINTÉTICAS TERMOPLASTICA COMPORTAMENTO TÉRMICO TERMOPOLIMERIZÁVEIS RESINA ACRÍLICA CLASSIFICAÇÃO Polimetacrilato de metila Plásticos resilhentes formados pela união de múltiplas moléculas de metacrilato de metila. Sólido incolor e transparente, podendo ser pigmentado Cor e propriedades óticas estáveis na boca Principal vantagem: facilidade de processamento. Sistema pó-liquido TIPOS DE ATIVAÇÃO: Ativação térmica ( R. A. A. T. ) Ativação química ( R. A. A. Q. ) Ativação por luz visível

2 RESINA ACRÍLICA ATIVADA TERMICAMENTE (R. A. A. T.) R.A.A.T.: COMPOSIÇÃO Materiais termicamente ativados são usados na fabricação de quase todas as bases pata próteses totais. A energia térmica para a polimerização: Banho de água Forno de microondas Polímero (pó): Esferas pré-polimerizadas de poli(metacrilato de metila) Peróxido de benzoíla Iniciador da polimerização Pigmentos Copolímeros R.A.A.T.: COMPOSIÇÃO PREPARAÇÃO DO MOLDE Monômero (líquido): Metacrilato de metila (não polimerizado) Hidroquinona Inibidor de polimerização Glicol dimetracrilato de metila Formação de ligações cruzadas 1. Modelo de trabalho 2. Isolamento do modelo 3. Base para colocação dos dentes 4. Posicionamento dos dentes i. Posição no arco ii. Curva de spee iii. Curva de wilson 5. Acabamento em cera PREPARAÇÃO DO MOLDE PREPARAÇÃO DO MOLDE 1. Modelo de trabalho 2. Isolamento do modelo 3. Base para colocação dos dentes 4. Posicionamento dos dentes i. Posição no arco ii. Curva de spee iii. Curva de wilson 5. Acabamento em cera 1. Modelo de trabalho 2. Isolamento do modelo 3. Base para colocação dos dentes 4. Posicionamento dos dentes i. Posição no arco ii. Curva de spee iii. Curva de wilson 5. Acabamento em cera

3 PREPARAÇÃO DO MOLDE INCLUSÃO DA PRÓTESE 1. Modelo de trabalho 2. Isolamento do modelo 3. Base para colocação dos dentes 4. Posicionamento dos dentes i. Posição no arco ii. Curva de spee iii. Curva de wilson Mufla Inclusão parte inferior Inclusão parte superior Aquecimento da mufla Retirada da cera Isolamento do gesso 5. Acabamento em cera INCLUSÃO DA PRÓTESE INCLUSÃO DA PRÓTESE Mufla Inclusão parte inferior Inclusão parte superior Aquecimento da mufla Retirada da cera Isolamento do gesso Mufla Inclusão parte inferior Inclusão parte superior Aquecimento da mufla Retirada da cera Isolamento do gesso APLICAÇÃO DO ISOLANTE PROPORÇÃO MONÔMERO / POLÍMERO Agente isolante Soluções aquosas de alginato solúvel. Quando aplicados ao gesso produzem uma película de alginato de cálcio. Previne o contato da resina acrílica com o gesso. Água do molde afeta velocidade de polimerização da resina 3:1 (em volume) 2:1 (em peso) Monômero Polímero

4 INTERAÇÃO MONÔMERO / POLÍMERO INTERAÇÃO MONÔMERO / POLÍMERO 1 ARENOSO 2 - PEGAJOSO OU FIBROSO 3 - PLÁSTICO OU GEL 4 BORRACHÓIDE 5 - DENSO 1 ARENOSO 2 - PEGAJOSO OU FIBROSO 3 - PLÁSTICO OU GEL 4 BORRACHÓIDE 5 - DENSO INTERAÇÃO MONÔMERO / POLÍMERO INTERAÇÃO MONÔMERO / POLÍMERO 1 ARENOSO 2 - PEGAJOSO OU FIBROSO 3 - PLÁSTICO OU GEL 4 BORRACHÓIDE 5 - DENSO 1 ARENOSO 2 - PEGAJOSO OU FIBROSO 3 - PLÁSTICO OU GEL 4 BORRACHÓIDE 5 - DENSO TEMPO PARA UTILIZAÇÃO Tempo decorrido entre o final do estágio 2 e o inicio do estágio 4. (consistência de massa de vidraceiro ) Especificação Nº 12 da ADA: 5 min. Térmica (termopolimerização): Sistema pó líquido: Ativador (físico): calor Iniciador: peróxido de benzoíla. CICLO DE POLIMERIZAÇÃO ANUSAVICE, K, J, Phillips Science of Dental Materials Ed.

5 COLOCAÇÃO DA RESINA ACRÍLICA CICLO DE POLIMERIZAÇÃO Colocação da resina no molde Colocação do plástico sobre a resina Condensação da resina Retirada do plástico e dos excessos Segunda prensagem Ciclo de polimerização Procedimentos de polimerização Ativador: calor Decomposição do peróxido de benzoíla a 60º C Radicais livres > início da reação Reação exotérmica Quantidade de calor afeta as propriedades da resina 108º C - Ebulição do monômero Ciclos de polimerização Ciclo longo 8 horas a 74º C (fogo baixo) Ciclo curto 2 horas a 74º C (fogo baixo) 1 hora a 100º C (fogo alto) Curva de polimerização (em casa) CICLO DE POLIMERIZAÇÃO ACABAMENTO E POLIMENTO DA PRÓTESE Demuflagem Acabamento Polimento Mufla fechada com os parafusos (apertados); Colocar em uma panela com água suficiente para dois muflos (um em cima do outro); Colocar em fogo baixo até que levante a fervura por aproximadamente 2 horas; Manter uma hora em ebulição e fogo baixo; Desligar e deixar esfriar naturalmente. ACABAMENTO E POLIMENTO DA PRÓTESE POLIMERIZAÇÃO POR ENERGIA DE MICROONDAS Demuflagem Acabamento Polimento Ver ANUSAVICE, p. 691

6 COMPOSIÇÃO RESINA ACRÍLICA ATIVADA QUÍMICAMENTE (R. A. A. Q.) Polímero (pó) Polimetacrilato de metila Peróxido de benzoíla Pigmentos Copolímeros Monômero (líquido) Metacrilato de metila Hidroquinona (0,006 %) Dimetacrilato de glicol Dimetil-para-toluedina Química (autopolimerização): Sistema pó - líquido: Líquido com ativador: amina terciária (Dimetil - P - toluedina) Pó com iniciador: peróxido de benzoíla. FORMA DE POLIMERIZAÇÃO GRAU DE POLIMERIZAÇÃO R. A. A. Q. < R. A. A. T. Maior quantidade de monômero não reagido no corpo da R. A. A. Q. Irritação dos tecidos orais. Resistência da resina. RESINAS ATIVADAS POR LUZ VISÍVEL Ver ANUSAVICE, p. 694

7 PROPRIEDADES FÍSICAS DAS RESINAS ACRÍLICAS 1 - CONTRAÇÃO DE POLIMERIZAÇÃO 1. Contração de polimerização. 2. Porosidade. 3. Absorção de água. 4. Solubilidade. 5. Tensões de processamento. 6. Trincamento. 7. Resistência 8. Escoamento Alteração de densidade da massa Contração volumétrica de 21% RAAT 1/3 da massa é liquida 2/3 é polimetacrilato de metila pré polimerizado Contração da massa polimerizada é de 7% Contração uniformemente distribuída pela superfície da prótese 2 - POROSIDADES 3 ABSORÇÃO DE ÁGUA Vaporização do monômero não reagido. Falta de homogeneidade da massa plástica. Falta de pressão durante a polimerização. Resinas de baixa viscosidade Ocorre por difusão Expansão da massa polimerizada. Interferência no entrecruzamento das cadeias poliméricas (efeito plastificante). CONSEQUÊNCIAS: Liberação das tensões internas pequenas alterações na forma Alteração das características Físicas. Ver livro ANUSAVICE, p. 700 Dúvidas? Buscar orientações com professor! 4 - SOLUBILIDADE 5 TENSÕES DE PROCESSAMENTO Inibição do processo natural de alteração dimensional. Armazenamento de tensões internas Distorção em potencial Podem ocorrer por: Diferença de espessura. Manuseio e mistura inadequados. Aquecimento e resfriamento mal controlado.

8 6 - TRINCAMENTO 7 - RESISTÊNCIA Ver livro ANUSAVICE, p. 700 Dúvidas? Buscar orientações com professor! Composição da resina. Técnica de processamento. - Grau de polimerização. - Ciclo de polimerização. Condições do ambiente oral. 8 - ESCOAMENTO USOS DIVERSOS DAS RESINAS ACRÍLICAS Ver livro ANUSAVICE, p. 700 Dúvidas? Buscar orientações com professor! Reparo Reembasamento Forramento Forradores moles Moldeiras Dentes LABORATÓRIO EM 15 MINUTOS Não é permitida a permanência no laboratório de alunos que não estejam vestidos de acordo com a NR-32

APLICAÇÃO DOS POLÍMEROS EM ODONTOLOGIA CLASSIFICAÇÃO DOS POLÍMEROS REQUISITOS PARA UMA RESINA ODONTOLÓGICA. 1. Compatibilidade Biológicos:

APLICAÇÃO DOS POLÍMEROS EM ODONTOLOGIA CLASSIFICAÇÃO DOS POLÍMEROS REQUISITOS PARA UMA RESINA ODONTOLÓGICA. 1. Compatibilidade Biológicos: APLICAÇÃO DOS POLÍMEROS EM ODONTOLOGIA Próteses totais Base, reembasadores, dentes artificiais. Materiais restauradores de cavidades Resinas compostas 2016-1 - Anusavice, Cap. 7 p. 136 Selantes Materiais

Leia mais

ROTEIRO DE AULA DE RESINAS ACRÍLICAS

ROTEIRO DE AULA DE RESINAS ACRÍLICAS ROTEIRO DE AULA DE RESINAS ACRÍLICAS HISTÓRICO 1937 - Introdução dos polímeros acrílicos na odontologia. 1946-98% das bases de próteses totais em acrílico. DEFINIÇÃO Resinas sintéticas ou plásticos representam

Leia mais

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO 098-ETE PHILADELPHO GOUVEA NETTO - São José do Rio Preto SP

Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO 098-ETE PHILADELPHO GOUVEA NETTO - São José do Rio Preto SP CEETEPS Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO 098-ETE PHILADELPHO GOUVEA NETTO - São José do Rio Preto SP APOSTILA DE MATERIAIS DE PROTESE RESINAS ACRÍLICAS

Leia mais

Histórico. Histórico. Conceito. Conceito. Requisitos. Requisitos. Composição. Composição. Indicação. Indicação. Tipos. Tipos. Histórico.

Histórico. Histórico. Conceito. Conceito. Requisitos. Requisitos. Composição. Composição. Indicação. Indicação. Tipos. Tipos. Histórico. Disciplina Titulo da aula Expositor Slides 34 Materiais Dentários I Revestimentos odontológicos Prof. Dr. Eclérion Chaves Duração Aproximadamente 1:30 Plano de aula Publicado em: http://usuarios.upf.br/~fo/disciplinas/materiais%20dentarios/materiais1.htm

Leia mais

UFSC CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA PROGRAMA DE ENSINO. Departamento ODT - Odontologia

UFSC CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA PROGRAMA DE ENSINO. Departamento ODT - Odontologia UFSC CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA PROGRAMA DE ENSINO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA Nome da disciplina ODT 7102 Materiais Dentários II Departamento ODT - Odontologia

Leia mais

PLANO DE ENSINO Semestre DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA Nome da disciplina ODT 7102 Materiais Dentários II

PLANO DE ENSINO Semestre DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA Nome da disciplina ODT 7102 Materiais Dentários II UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA COORDENADORIA DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA Campus Prof. João David Ferreira Lima CEP 88040-900 Trindade

Leia mais

Roteiro de Aula de Ceras para Restaurações Fundidas

Roteiro de Aula de Ceras para Restaurações Fundidas Roteiro de Aula de Ceras para Restaurações Fundidas DEFINIÇÃO TIPOS DE CERA PARA FUNDIÇÃO COMPOSIÇÃO PROPRIEDADES ESCOAMENTO PROPRIEDADES TÉRMICAS DISTORÇÃO MANIPULAÇÃO OUTRAS CERAS ODONTOLÓGICAS CERAS

Leia mais

PROPRIEDADES DOS MATERIAIS PARA MODELO. Modelo. Modelos

PROPRIEDADES DOS MATERIAIS PARA MODELO. Modelo. Modelos Disciplina Ano-semestre 2016-1 Materiais Dentários I INDICAÇÃO DE USO DOS GESSOS Titulo da aula Expositor Gessos Odontológicos Prof. Dr. Eclérion Chaves Modelos Slides 35 Duração Aproximadamente 1:30 Texto

Leia mais

Nome da Disciplina: Carga Horária: Período:

Nome da Disciplina: Carga Horária: Período: 1 FACULDADES INTEGRADAS DA Aprovadas pela Portaria SESu/MEC Nº 368/2008 de 19//2008 (DOU 20//2008) PLANO DE ENSINO CURSO DE ODONTOLOGIA (para alunos ingressantes a partir do 1º semestre letivo de 2006)

Leia mais

Texto de apoio da aula de resina acrílica 1

Texto de apoio da aula de resina acrílica 1 Texto de apoio da aula de resina acrílica 1 1 Marina Roscoe e Josete Meira 1 INTRODUÇÃO: 1.1 Breve histórico: As primeiras aplicações da resina acrílica na indústria datam de 1933 (Plexiglas, Perspex).

Leia mais

POLÍMEROS O que são, suas aplicações e as áreas de formações técnicas e acadêmicas VII Semana de Polímeros

POLÍMEROS O que são, suas aplicações e as áreas de formações técnicas e acadêmicas VII Semana de Polímeros Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ Instituto de Macromoléculas Professora Eloisa Mano - IMA POLÍMEROS O que são, suas aplicações e as áreas de formações técnicas e acadêmicas VII Semana de Polímeros

Leia mais

ESTRUTURA E PROPRIEDADES DE POLIMÉROS. PMT Introdução à Ciência dos Materiais para Engenharia 8 a aula autora: Nicole R.

ESTRUTURA E PROPRIEDADES DE POLIMÉROS. PMT Introdução à Ciência dos Materiais para Engenharia 8 a aula autora: Nicole R. ESTRUTURA E PROPRIEDADES DE POLIMÉROS PMT 2100 - Introdução à Ciência dos Materiais para Engenharia 8 a aula autora: Nicole R. Demarquete 1 Roteiro da Aula Histórico Química das moléculas poliméricas Estrutura

Leia mais

Roteiro de Aula Materiais de Moldagem Elastoméricos

Roteiro de Aula Materiais de Moldagem Elastoméricos Roteiro de Aula Materiais de Moldagem Elastoméricos Elastômeros: São borrachas sintéticas semelhantes às borrachas naturais, formados a partir de uma rede tridimensional de grandes moléculas (polímeros),

Leia mais

Métodos de Polimerização. Massa, solução, suspensão, emulsão e interfacial Prof. Dr. Fábio Herbst Florenzano

Métodos de Polimerização. Massa, solução, suspensão, emulsão e interfacial Prof. Dr. Fábio Herbst Florenzano Métodos de Polimerização Massa, solução, suspensão, emulsão e interfacial Prof. Dr. Fábio Herbst Florenzano Métodos de polimerização Massa Solução Suspensão Emulsão Interfacial Polimerização em Massa O

Leia mais

Revestimentos Odontológicos

Revestimentos Odontológicos Revestimentos Odontológicos HISTÓRICO: ± 500 AC Roma - Coroas e pontes em ouro. Séc.. 11 Theophilus - Técnica da cera perdida. 1907 - W. H. Taggart - Máquina de fundição utilizando a técnica da cera perdida.

Leia mais

MATERIAIS POLIMÉRICOS

MATERIAIS POLIMÉRICOS ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais MATERIAIS POLIMÉRICOS PMT 2100 - Introdução à Ciência dos Materiais para Engenharia 2º Semestre de

Leia mais

Química de Polímeros. Prof a. Dr a. Carla Dalmolin Polímeros em Solução

Química de Polímeros. Prof a. Dr a. Carla Dalmolin Polímeros em Solução Química de Polímeros Prof a. Dr a. Carla Dalmolin carla.dalmolin@udesc.br Polímeros em Solução Polímeros em Solução Indústria de tintas / vernizes / adesivos Formulação e controle de qualidade Baixo custo

Leia mais

ESTUDO IN VITRO DA POROSIDADE DA RESINA ACRÍLICA ATIVADA TERMICAMENTE ATRAVÉS DE CICLO LONGO E POR ENERGIA DE MICROONDAS

ESTUDO IN VITRO DA POROSIDADE DA RESINA ACRÍLICA ATIVADA TERMICAMENTE ATRAVÉS DE CICLO LONGO E POR ENERGIA DE MICROONDAS ESTUDO IN VITRO DA POROSIDADE DA RESINA ACRÍLICA ATIVADA TERMICAMENTE ATRAVÉS DE CICLO LONGO E POR ENERGIA DE MICROONDAS TARCÍSIO JOSÉ DE ARRUDA PAES JÚNIOR *, LEONARDO MARCHINI *, ESTEVÃO TOMOMITSU KIMPARA

Leia mais

Materiais Poliméricos. Conceitos Gerais

Materiais Poliméricos. Conceitos Gerais Materiais Poliméricos Conceitos Gerais ESTRUTURA DOS POLIMEROS DEFINIÇÃO São moléculas muito grandes (macromoléculas) formadas pela repetição de pequenas e simples unidades químicas (monômeros), ligadas

Leia mais

CPV seu pé direito também na Medicina

CPV seu pé direito também na Medicina seu pé direito também na Medicina UNIFESP 17/dezembro/2010 QUÍMICA 06. Ligas metálicas são comuns no cotidiano e muito utilizadas nas indústrias automobilística, aeronáutica, eletrônica e na construção

Leia mais

PROGRAMA DE ENSINO ODT 7101 Materiais Dentários I

PROGRAMA DE ENSINO ODT 7101 Materiais Dentários I PROGRAMA DE ENSINO ODT 7101 Materiais Dentários I DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA Nome da disciplina Departamento ODT 7101 Materiais Dentários I ODT Odontologia Identificação da Oferta Odontologia,

Leia mais

POLIMEROS. Por que estudar Polimeros?

POLIMEROS. Por que estudar Polimeros? POLIMEROS Por que estudar Polimeros? A estrutura dos polimeros afeta suas propriedades e o comportamento dos materiais poliméricos. Exemplos: (1)O grau de cristalinidade influi na massa específica, rigidez,

Leia mais

ANEXO II - RESOLUÇÃO Nº 282/2006-CEPE PLANO DE ENSINO

ANEXO II - RESOLUÇÃO Nº 282/2006-CEPE PLANO DE ENSINO PLANO DE ENSINO PERÍODO LETIVO/ANO: 2008 ANO DO CURSO: 3º Curso: Odontologia Modalidade: Semestral Turno: Integral Centro: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde Campus: Cascavel APCC 4 Total Disciplina

Leia mais

POLÍMEROS. Química Professora: Raquel Malta 3ª série Ensino Médio

POLÍMEROS. Química Professora: Raquel Malta 3ª série Ensino Médio POLÍMEROS Química Professora: Raquel Malta 3ª série Ensino Médio POLI MERO MUITAS PARTES Para pensar... Nossos descendentes, no futuro, talvez se refiram à nossa época como sendo a era dos plásticos. Muitos

Leia mais

BT 0017 BOLETIM TÉCNICO RESINA MC 153 NF BLUE_ ENDURECEDOR W 57.01

BT 0017 BOLETIM TÉCNICO RESINA MC 153 NF BLUE_ ENDURECEDOR W 57.01 BT 0017 BOLETIM TÉCNICO RESINA MC 153 NF BLUE_ ENDURECEDOR W 57.01 Elaborador: Verificadores: Aprovador: Resina MC 153 NF Blue_Endurecedor W 57.01 Resina epóxi

Leia mais

Aluno(a): COMENTADA. Série: 2 a Ensino Médio Turma: A / B / C / D / E Data: 17/08/2016

Aluno(a): COMENTADA. Série: 2 a Ensino Médio Turma: A / B / C / D / E Data: 17/08/2016 QUÍMICA AVALIAÇÃO CLAUDI / SARA III UNIDADE Aluno(a): COMENTADA Série: 2 a Ensino Médio Turma: A / B / C / D / E Data: 17/08/2016 1. A prova é composta de 07 questões abertas e 03 questões objetivas. 2.

Leia mais

2 - CLASSIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE SOLDAGEM

2 - CLASSIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE SOLDAGEM 1 - SOLDAGEM: TERMO GENÉRICO Disciplina Titulo da aula Expositor Materiais Dentários I Soldagem odontológica Prof. Dr. Eclérion Chaves Processo de união de metais, envolvendo ou não o fluxo de um metal

Leia mais

Técnicas de fundição. Técnicas De Fundição. Page 1 1. Odontologia: tem por função restituir ao dente: Saúde Forma Função Estética

Técnicas de fundição. Técnicas De Fundição. Page 1 1. Odontologia: tem por função restituir ao dente: Saúde Forma Função Estética Disciplina Titulo da aula Expositor Slides 34 Materiais Dentários I Técnicas de fundição Prof. Dr. Eclérion Chaves Duração Aproximadamente 1:30 Plano de aula Publicado em: http://usuarios.upf.br/~fo/disciplinas/materiais%20dentarios/materiais1.htm

Leia mais

Mecanismos de polimerização Reação em cadeia - poliadição

Mecanismos de polimerização Reação em cadeia - poliadição Mecanismos de polimerização Reação em cadeia - poliadição Reações que ocorrem em etapas dependentes uma da outra Iniciação geração de espécies reativas Propagação adição seqüencial de monômeros Terminação

Leia mais

Departamento ODT Odontologia. Horário Terças-feiras (das 7:30 às 11:50 horas)

Departamento ODT Odontologia. Horário Terças-feiras (das 7:30 às 11:50 horas) DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA Nome da disciplina ODT 7101 Materiais Dentários I Departamento ODT Odontologia Professores da disciplina Luiz Henrique Maykot Prates, Marcelo Carvalho Chain, João Adolfo

Leia mais

FUNDIÇÃO ODONTOLÓGICA

FUNDIÇÃO ODONTOLÓGICA FUNDIÇÃO ODONTOLÓGICA DEFINIÇÃO É o processo de se obter objetos vazando líquidos ou metal viscoso em um molde preparado ou forma. O objetivo de uma fundição é o de produzir réplicas de um objeto qualquer.

Leia mais

Técnica de Fundição. Prof. Dr. Carlos Francci. Disciplina de Biomateriais e Bioquímica Oral

Técnica de Fundição. Prof. Dr. Carlos Francci. Disciplina de Biomateriais e Bioquímica Oral Técnica de Fundição Prof. Dr. Carlos Disciplina de Biomateriais e Bioquímica Oral 3-5mm Centro geotérmico 3-5mm Materiais que servem para construir modelos de restaurações num processo de fundição

Leia mais

CIMENTOS ODONTOLÓGICOS

CIMENTOS ODONTOLÓGICOS CIMENTOS ODONTOLÓGICOS USO E CLASSIFICAÇÃO DOS CIMENTOS ODONTOLÓGICOS CIMENTOS São usados como materiais restauradores apresentam baixa resistência quando comparados ao amálgama e a resina composta. Além

Leia mais

DEFINIÇÃO DE FUNDIÇÃO. Processo metalúrgico de fabricação que envolve a. fusão de metais ou ligas metálicas, seguida do

DEFINIÇÃO DE FUNDIÇÃO. Processo metalúrgico de fabricação que envolve a. fusão de metais ou ligas metálicas, seguida do Dr. Eng. Metalúrgica Aula 01: 1. Introdução - Definição de fundição. - Características e potencialidades dos processos de fundição. - Princípios fundamentais. 2. Classificação dos Processos de Fundição

Leia mais

2. Considerando a figura dada na questão 2, explique a principal dificuldade de conformação da sílica fundida em relação ao vidro de borosilicato.

2. Considerando a figura dada na questão 2, explique a principal dificuldade de conformação da sílica fundida em relação ao vidro de borosilicato. Lista de Exercícios Materiais Cerâmicos 1. Num vidro, a deformação pode ocorrer por meio de um escoamento isotrópico viscoso se a temperatura for suficientemente elevada. Grupos de átomos, como por exemplo

Leia mais

Cimentos para Fixação (Prof. Braga)

Cimentos para Fixação (Prof. Braga) DEPARTAMENTO DE BIOMATERIAIS E BIOLOGIA ORAL Disciplina ODB 401 Materiais para uso indireto Roteiro de estudos Data: 18/04/2017 Cimentos para Fixação (Prof. Braga) 1 Introdução Conceito de cimento (Houaiss):

Leia mais

BT 0023 BOLETIM TÉCNICO RESINA HEC 010_ENDURECEDOR HEH

BT 0023 BOLETIM TÉCNICO RESINA HEC 010_ENDURECEDOR HEH BT 0023 BOLETIM TÉCNICO RESINA HEC 010_ENDURECEDOR HEH 2000 Elaborador: Verificadores: Aprovador: Resina HEC 010_Endurecedor HEH 2000 Resina epóxi para laminação

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO DOS POLÍMEROS

CLASSIFICAÇÃO DOS POLÍMEROS CLASSIFICAÇÃO DOS POLÍMEROS Curso: Engenharia Mecânica - Terceiro Semestre Letivo Período: Primeiro Semestre 2010 Carga Horária: 60 horas Docente: Prof. Dr. Wagner M. Pachekoski As formas geralmente utilizadas

Leia mais

SUMÁRIO. 2 P á g i n a

SUMÁRIO. 2 P á g i n a SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 03 1. CONCEITOS FUNDAMENTAIS SOBRE O POLÍMERO... 04 1.1 Definição de polímeros... 04 1.2 Cadeia produtiva de polímeros... 04 2. POLIPROPILENO... 06 2.1 Comercialização do polipropileno...

Leia mais

BT 0068 BOLETIM TÉCNICO - RESINA MG 516_ ENDURECEDOR W 501_ENDURECEDOR W 556

BT 0068 BOLETIM TÉCNICO - RESINA MG 516_ ENDURECEDOR W 501_ENDURECEDOR W 556 BT 0068 BOLETIM TÉCNICO - RESINA MG 516_ ENDURECEDOR _ENDURECEDOR Elaborador: Verificadores: Aprovador: Resina epóxi de superfície Descrição Resina epóxi tixotrópica

Leia mais

CAPA DO DOCUMENTO. Cópia Controlada MSDS MATERIAL SAFETY DATA SHEETS 16/07/15 MSDS FICHA DE SEGURANCA RESINAS ACRILICAS DENCRIL

CAPA DO DOCUMENTO. Cópia Controlada MSDS MATERIAL SAFETY DATA SHEETS 16/07/15 MSDS FICHA DE SEGURANCA RESINAS ACRILICAS DENCRIL CAPA DO DOCUMENTO Cópia Controlada Data: 9/1/215 1:9 MSDS MATERIAL SAFETY DATA SHEETS 16/7/15 MSDS FICHA DE SEGURANCA RESINAS ACRILICAS DENCRIL Objetivo: Destinatário: FLAVIA DE ALMEIDA QUEIROZ Unidade:

Leia mais

Substâncias e Misturas

Substâncias e Misturas ESTADO DE SANTA CATARINA EEB DR JORGE LACERDA Substâncias e Misturas Profª Luiza P. R. Martins Química 1º ano Estados físicos (de agregação) da matéria Vapor Características microscópicas 2 Ebulição, Vaporização

Leia mais

GESSOS PARA USO ODONTOLÓGICO

GESSOS PARA USO ODONTOLÓGICO Faculdade de Odontologia Departamento de Biomateriais e Biologia Oral Materiais para Uso Indireto GESSOS PARA USO ODONTOLÓGICO ROTEIRO DE AULA Apresentação e usos Composição, reação e estrutura Requisitos

Leia mais

Soluções em Adesão Estrutural, Fixação e Vedação para Indústria Náutica

Soluções em Adesão Estrutural, Fixação e Vedação para Indústria Náutica Engineered Polymers Soluções em Adesão Estrutural, Fixação e Vedação para Indústria Náutica Polymers Sealants Polymers Adhesives PP&F Asia Polymers South America Aperfeiçoando a produção de barcos com

Leia mais

Processamento de Cerâmicas I COLAGEM 20/6/17

Processamento de Cerâmicas I COLAGEM 20/6/17 Processamento de Cerâmicas I COLAGEM 20/6/17 Umidade (%) 100 0 Líquido Plástico Semi-Sólido Sólido Índice de Plasticidade - IP Limite de Liquidez - LL Limite de Plasticidade - LP Limite de Contração -

Leia mais

O Sistema Giroform elimina a expansão do gesso, é simples, rápido e preciso.

O Sistema Giroform elimina a expansão do gesso, é simples, rápido e preciso. O Sistema Giroform elimina a expansão do gesso, é simples, rápido e preciso. A exatidão de ajuste das próteses dentais depende em grande parte da precisão dos modelos. Precisamente aqui, a expansão natural

Leia mais

Polimerização por condensação ou polimerização passo-a-passo

Polimerização por condensação ou polimerização passo-a-passo Polimerização por condensação ou polimerização passo-a-passo Ciência de Polímeros I 1º semestre 2007/2008 30-09-2007 Maria da Conceição Paiva 1 Reacção de monómeros homofuncionais: Reacção de monómeros

Leia mais

UFPR. Resinas para Painéis de Madeira 28/08/2014

UFPR. Resinas para Painéis de Madeira 28/08/2014 UFPR Resinas para Painéis de Madeira 28/08/2014 Eng. Químico Daniel Saks 1 Resinas Conceito: Adesivo capaz de promover a junção de duas superfícies. Painéis de Madeira: 1 - Compensados; 2 - Reconstituídos

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE FUNDIÇÃO Prof. Cassius Rebelatto

PROCEDIMENTOS DE FUNDIÇÃO Prof. Cassius Rebelatto PROCEDIMENTOS DE FUNDIÇÃO Prof. Cassius Rebelatto Sempre que desejarmos um procedimento restaurador fazendo uso de ligas metálicas, torna-se obrigatório o procedimento de fundição. Coroas metálicas, restaurações

Leia mais

Física dos Materiais FMT0502 ( )

Física dos Materiais FMT0502 ( ) Física dos Materiais FMT0502 (4300502) 1º Semestre de 2010 Instituto de Física Universidade de São Paulo Professor: Antonio Dominguesdos Santos E-mail: adsantos@if.usp.br Fone: 3091.6886 http://plato.if.usp.br/~fmt0502n/

Leia mais

PHENOTAN M Madeira Compensada

PHENOTAN M Madeira Compensada PHENTAN M Madeira Compensada PHENTAN M é uma resina modificada quimicamente, de origem vegetal, destinada à colagem de madeira compensada, especialmente aquelas que exigem resistência à água. CNSTITUIÇÃ

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA MCC1001 AULA 1

APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA MCC1001 AULA 1 APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA MCC1001 AULA 1 Disciplina: Materiais de Construção I Professora: Dr. a Carmeane Effting 1 o semestre 2014 Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Engenharia Civil CLASSIFICAÇÃO

Leia mais

2- COMPONENTES DE RISCO

2- COMPONENTES DE RISCO FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA FISP NOME COMERCIAL DO PRODUTO: ÓLEO DE SILICONE No interesse de Segurança, Saúde Ocupacional e meio ambiente, deve-se informar todos os funcionários, usuários e clientes

Leia mais

precisamente monitorados.

precisamente monitorados. NR 14 - FORNOS Os fornos industriais são produzidos em diferentes modelos para atender às necessidades das indústrias, seja para produção de alimentos ou aquecimento de materiais. No setor de alimentos

Leia mais

"PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE ADESIVO PARA SUPERFÍCIES DE VIDROS, CERÂMICAS, ALVENARIAS E PLÁSTICOS À BASE DE LÁTEX DE BORRACHA NATURAL MODIFICADO POR

PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE ADESIVO PARA SUPERFÍCIES DE VIDROS, CERÂMICAS, ALVENARIAS E PLÁSTICOS À BASE DE LÁTEX DE BORRACHA NATURAL MODIFICADO POR "PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE ADESIVO PARA SUPERFÍCIES DE VIDROS, CERÂMICAS, BORRACHA NATURAL MODIFICADO POR POLIFOSFATO" 5 A presente invenção se refere a um processo de fabricação de adesivo à base de látex

Leia mais

7ª Ficha de Avaliação de Química Parte III. Versão 1 Indica claramente a versão na tua folha de resposta

7ª Ficha de Avaliação de Química Parte III. Versão 1 Indica claramente a versão na tua folha de resposta 7ª Ficha de Avaliação de Química Parte III Professora Paula Melo Silva Data: 15/05/2012 Turma:12ºA Ano letivo: 2011/2012 Versão 1 Indica claramente a versão na tua folha de resposta 1. O ácido poliglicólico

Leia mais

Instruções de uso. revestimento micro fine Revestimento para fundição

Instruções de uso. revestimento micro fine Revestimento para fundição Instruções de uso revestimento micro fine 1700 Revestimento para fundição Informações Técnicas Proporção para pacote com 90 g e 23 ml (líquido + água destilada) Ligas não preciosas Ligas Cerâmicas Tilite

Leia mais

Introdução aos materiais poliméricos. Profa. Dra. Daniela Becker

Introdução aos materiais poliméricos. Profa. Dra. Daniela Becker Introdução aos materiais poliméricos Profa. Dra. Daniela Becker Processos Processamento de materiais plásticos Principais processos Injeção Extrusão Sopro Termoformagem rotmoldagem outros Processamento

Leia mais

Cimentos para cimentação

Cimentos para cimentação Curso de Auxiliar em Saude Bucal - ASB Faculdade de Odontologia - UPF Requisitos de um agente cimentante ideal Cimentos para cimentação Ser adesivo; Ser insolúvel no meio bucal; Permitir bom selamento

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Data da última revisão: 01/12/2016

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Data da última revisão: 01/12/2016 FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Data da última revisão: 01/12/2016 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Lapiseira Super - Grip H 187-SL 0,7mm. CARACTERÍSTICA: Lapiseira com ponta

Leia mais

Química de Polímeros. Prof a. Dr a. Carla Dalmolin Síntese de Polímeros

Química de Polímeros. Prof a. Dr a. Carla Dalmolin Síntese de Polímeros Química de Polímeros Prof a. Dr a. Carla Dalmolin carla.dalmolin@udesc.br Síntese de Polímeros Polimerização Conjunto de reações nos quais moléculas simples reagem entre si formando uma macromolécula de

Leia mais

CATÁLOGO DE PRODUTOS

CATÁLOGO DE PRODUTOS www.imodonto.com CATÁLOGO DE PRODUTOS DENTES ACRÍLICOS ANVISA 80819960001 A1 A2 A A,5 B2 C2 CAMADAS Escala de Cor referencial Ivoclar Platinum 1A 1C 1D 1E 2A 2B E 4B CAMADAS Platinum Escala de Cor referencial

Leia mais

Disciplina: Projeto de Ferramentais I

Disciplina: Projeto de Ferramentais I Aula 04: Processos de Fundição em Moldes Metálicos por Gravidade (Coquilhas) 01: Introdução - Características do processo - Etapas envolvidas. - Fatores econômicos e tecnológicos - Ligas empregadas 02:

Leia mais

UFSC. Química (Amarela) , temos 10 mol de Mg, ou seja, 243 g de Mg. Resposta: = 98. Comentário

UFSC. Química (Amarela) , temos 10 mol de Mg, ou seja, 243 g de Mg. Resposta: = 98. Comentário Resposta: 02 + 32 + 64 = 98 01. Incorreta. carbonato de magnésio é um sal insolúvel em H 2, logo não dissocia-se em Mg 2+ e (aq) C2. 3(aq) 02. Correta. 12 Mg 2+ = 1s 2 2s 2 2p 6 K L 04. Incorreta. É um

Leia mais

LISTA N 01-3 A, B, C, D, E CATAGUASES PROF. SÍLVIO QUÍMICA ORGÂNICA 3 BIM. ENTREGAR FOLHA DE RESPOSTAS DIA 16/09/2011 (SEXTA FEIRA)

LISTA N 01-3 A, B, C, D, E CATAGUASES PROF. SÍLVIO QUÍMICA ORGÂNICA 3 BIM. ENTREGAR FOLHA DE RESPOSTAS DIA 16/09/2011 (SEXTA FEIRA) 1 LISTA N 01-3 A, B, C, D, E CATAGUASES - 2011 PROF. SÍLVIO QUÍMICA ORGÂNICA 3 BIM. ENTREGAR FOLHA DE RESPOSTAS DIA 16/09/2011 (SEXTA FEIRA) 1. Outra possibilidade para o seqüestro do CO atmosférico é

Leia mais

Escola Básica do 2.º e 3.ºciclos Álvaro Velho. Planeamento Curricular de Físico-Química 7.º ano ANO LETIVO 2015/2016

Escola Básica do 2.º e 3.ºciclos Álvaro Velho. Planeamento Curricular de Físico-Química 7.º ano ANO LETIVO 2015/2016 1.º Período Escola Básica do 2.º e 3.ºciclos Álvaro Velho Planeamento Curricular de Físico-Química 7.º ano I Espaço 1. Universo 2. Sistema Solar 1.1 Constituição do Universo 1.2 Observação do céu 1.3 Evolução

Leia mais

Resolução do 1º Teste de Ciência de Materiais. Lisboa, 27 de Abril de 2010 COTAÇÕES

Resolução do 1º Teste de Ciência de Materiais. Lisboa, 27 de Abril de 2010 COTAÇÕES Resolução do 1º Teste de Ciência de Materiais Lisboa, 27 de Abril de 2010 COTAÇÕES Pergunta Cotação 1. (a) 0,50 1. (b) 0,50 1. (c) 0,50 1. (d) 0,50 2. (a) 0,50 2. (b) 0,50 2. (c) 0,50 2. (d) 0,50 2. (e)

Leia mais

Laminação manual ( hand-lay-up) Filament Winding RTM Etc.

Laminação manual ( hand-lay-up) Filament Winding RTM Etc. Advanced Materials DCE- Design & Composites Engineering REN LAM Resina epóxi, de baixa viscosidade, de cura a temperatura ambiente e a calor, utilizada para a fabricação de Compósites, seje ele laminado

Leia mais

A Matéria. Profº André Montillo

A Matéria. Profº André Montillo A Matéria Profº André Montillo www.montillo.com.br Substância: É a combinação de átomos de elementos diferentes em uma proporção de um número inteiro. O átomo não é criado e não é destruído, as diferentes

Leia mais

O Estado Coloidal. Química dos Colóides e Superfícies. M.Sc. Maron Stanley Silva O. Gomes Site: marongomes.wix.

O Estado Coloidal. Química dos Colóides e Superfícies. M.Sc. Maron Stanley Silva O. Gomes   Site: marongomes.wix. Química dos Colóides e Superfícies Profº Janilson Lima Souza E-mail: Prof. janilsonlima@ifma.edu.br M.Sc. Maron Stanley Silva O. Gomes E-mail: maron@ifma.edu.br Site: marongomes.wix.com/maron A Ciência

Leia mais

ÁCIDO FOSFÓRICO 85% Aparência LÍQUIDO DENSO ; SEM COLORAÇÃO ; SEM ODOR ; AFUNDA E MISTURA COM ÁGUA.

ÁCIDO FOSFÓRICO 85% Aparência LÍQUIDO DENSO ; SEM COLORAÇÃO ; SEM ODOR ; AFUNDA E MISTURA COM ÁGUA. ÁCIDO FOSFÓRICO 85% Número ONU 1805 Nome do produto ÁCIDO FOSFÓRICO Rótulo de risco Número de risco 80 Classe / Subclasse 8 Sinônimos ÁCIDO ORTOFOSFÓRICO Aparência LÍQUIDO DENSO ; SEM COLORAÇÃO ; SEM ODOR

Leia mais

INTRODUÇÃO À QUÍMICA

INTRODUÇÃO À QUÍMICA INTRODUÇÃO À QUÍMICA O QUE É QUÍMICA? É a ciência que estuda a matéria, suas propriedades, transformações e interações, bem como a energia envolvida nestes processos. QUAL A IMPORTÂNCIA DA QUÍMICA? Entender

Leia mais

Tintas, Vernizes, Lacas e Esmaltes. Professora Ligia Pauline

Tintas, Vernizes, Lacas e Esmaltes. Professora Ligia Pauline Tintas, Vernizes, Lacas e Esmaltes Professora Ligia Pauline Tintas Suspensão de partículas opacas (pigmentos) em veículo fluido; Função das partículas: cobrir e decorar as superfícies; Função do veículo:

Leia mais

Objeto: EDITAL Nº 020/ PREGÃO PRESENCIAL - PROCESSO Nº 11245/ AQUISIÇÃO DE MATERIAIS ODONTOLOGICOS ATRAVES DE RP Itens:

Objeto: EDITAL Nº 020/ PREGÃO PRESENCIAL - PROCESSO Nº 11245/ AQUISIÇÃO DE MATERIAIS ODONTOLOGICOS ATRAVES DE RP Itens: IVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ Página: 1 / 9 Itens: 1 1.45.026-000098 Ponta Diamantada p/ Alta Rotação nº 1012 2 1.45.026-000163 Ponta diamantada esférica nº 1014 3 1.45.026-000164 Ponta diamantada esférica

Leia mais

Desenvolvimento presente em todo o mundo.

Desenvolvimento presente em todo o mundo. 1 Desenvolvimento presente em todo o mundo. - Faturamento anual de U$ 18 bilhões. - Mais de 875 unidades em 54 países Fundada em 1912, a Illinois Tool Works Inc. é uma empresa multinacional produtora de

Leia mais

Substrato Lixamento Desengraxar

Substrato Lixamento Desengraxar DELFLEET 350 SISTEMA DE PRODUTOS DELFLEET 350 Cores Delfleet 350 (Binder ) Catalisador Delfleet MS F361 Catalisador Delfleet MS Rápido, F362 Acelerador Delfleet, F381 Diluente Lento Delfleet, F371 Diluente

Leia mais

QUESTÃO 34 Podemos considerar que Dalton foi o primeiro cientista a formalizar, do ponto de vista quantitativo, a existência dos átomos Com base na ev

QUESTÃO 34 Podemos considerar que Dalton foi o primeiro cientista a formalizar, do ponto de vista quantitativo, a existência dos átomos Com base na ev QUÍMICA QUESTÃO 31 Polímeros são macromoléculas orgânicas construídas a partir de muitas unidades pequenas que se repetem, chamadas monômeros Assinale a alternativa que apresenta somente polímeros naturais

Leia mais

GMEC7301-Materiais de Construção Mecânica Introdução

GMEC7301-Materiais de Construção Mecânica Introdução GMEC7301-Materiais de Construção Mecânica Introdução TIPOS DE MATERIAIS Quais são os materiais disponíveis para o engenheiro? Classificação dos materiais. i O sistema de classificação mais comum considera

Leia mais

Metalurgia do Pó. Introdução

Metalurgia do Pó. Introdução Metalurgia do Pó Introdução Peças automotivas e filtros Metal Duro (Cermets) Aplicações Esquema geral do processo Métodos Químicos de produção de pós Redução de óxidos Ex.: Fe3O4 Precipitação a partir

Leia mais

Classificação das Soluções Aquosas e Coeficiente de Solubilidade

Classificação das Soluções Aquosas e Coeficiente de Solubilidade Classificação das Soluções Aquosas e Coeficiente de Solubilidade 1. (UERJ) O gráfico a seguir, que mostra a variação da solubilidade do dicromato de potássio na água em função da temperatura, foi apresentado

Leia mais

PULTRUSÃO. O reforço de fibras de vidro é puxado continuamente das bobinas para a zona de impregnação,

PULTRUSÃO. O reforço de fibras de vidro é puxado continuamente das bobinas para a zona de impregnação, PULTRUSÃO Pultrusão é um dos métodos de produção desenvolvido para se encontrar demanda de compostos reforçados com fibras de vidro com boas propriedades físicas e mecânicas - compostos que podem competir

Leia mais

Roteiro de aula de GESSO

Roteiro de aula de GESSO Roteiro de aula de GESSO Produtos à base de gesso O gesso é obtido da pedra natural de Gipsita, através de um tratamento térmico chamado de calcinação. A Gipsita é um mineral encontrado em várias partes

Leia mais

BAYMER PE 9590/B16 INFORMATIVO TÉCNICO PROVISÓRIO PRODUTO EXPERIMENTAL

BAYMER PE 9590/B16 INFORMATIVO TÉCNICO PROVISÓRIO PRODUTO EXPERIMENTAL (1/5) BAYMER PE 9590/B16 INFORMATIVO TÉCNICO PROVISÓRIO PRODUTO EXPERIMENTAL Nº. Revisão Data: 01 Abr-00 Área Poliuretanos Aplicação Técnica Nossa assessoria técnica - tanto verbal quanto escrita ou através

Leia mais

Avaliação da influência do método de polimerização e da espessura da base de próteses totais na porosidade da resina acrílica

Avaliação da influência do método de polimerização e da espessura da base de próteses totais na porosidade da resina acrílica Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Faculdade de Odontologia de Araraquara Ana Carolina Pero Avaliação da influência do método de polimerização e da espessura da base de próteses totais

Leia mais

ENERGIA = ENTALPIA (H)

ENERGIA = ENTALPIA (H) Cinética Química ENERGIA = ENTALPIA (H) Reações Endotérmicas: absorvem calor do meio ambiente, onde a entalpia dos produtos é maior que a dos reagentes. Quando ocorre absorção de energia, a quantidade

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Data da última revisão: 23/03/2013

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Data da última revisão: 23/03/2013 FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Data da última revisão: 23/03/2013 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA MARCADOR. CARACTERÍSTICA: Marcadores para quadro branco nas cores: Azul,

Leia mais

Colagem de Cerâmicos e Rochas Ornamentais Enquadramento normativo - Marcação CE

Colagem de Cerâmicos e Rochas Ornamentais Enquadramento normativo - Marcação CE Colagem de Cerâmicos e Rochas Ornamentais Enquadramento normativo - Marcação CE Workshop AICCOPN, Porto,13/03/2014 Baio Dias baiodias@ctcv.pt Diretor Adjunto Técnico 1 Enquadramento Normativo Normas aplicáveis

Leia mais

ISOLAMENTO EM ESPUMA INJECTADA

ISOLAMENTO EM ESPUMA INJECTADA ISOLAMENTO EM ESPUMA INJECTADA O MELHOR ISOLAMENTO PARA CASAS HABITADAS Classe 1 resistente ao fogo Economiza até 50% nas contas de energia Reduz o ruído exterior até 80% Amigo do Ambiente IS O L A M E

Leia mais

PROVA DE QUÍMICA. Adaptada da Tabela Periódica da IUPAC/versão 2007 Acesso: PROVA DE QUÍMICA - Caderno 1

PROVA DE QUÍMICA. Adaptada da Tabela Periódica da IUPAC/versão 2007 Acesso:  PROVA DE QUÍMICA - Caderno 1 PROVA DE QUÍMICA Adaptada da Tabela Periódica da IUPAC/versão 2007 Acesso: http://wwwiupacorg/reports/periodic_table/ 18 PROVA DE QUÍMICA - Caderno 1 QUESTÃO 25 1 Na extração do ouro, os garimpeiros costumam

Leia mais

MOLDAGEM DE CASCA SHELL MOLDING. Prof. César Augusto Agurto Lescano, PhD.

MOLDAGEM DE CASCA SHELL MOLDING. Prof. César Augusto Agurto Lescano, PhD. MOLDAGEM DE CASCA SHELL MOLDING Prof. César Augusto Agurto Lescano, PhD. VANTAGENS E DESVANTAGENS DA MOLDAGEM EM AREIA Vantagens 1. A moldagem por areia verde é o mais barato dentre todos os métodos de

Leia mais

QUÍMICA A Ciência Central 9ª Edição Capítulo 11 Forças intermoleculares, líquidos e sólidos David P. White

QUÍMICA A Ciência Central 9ª Edição Capítulo 11 Forças intermoleculares, líquidos e sólidos David P. White QUÍMICA A Ciência Central 9ª Edição Capítulo 11 Forças intermoleculares, líquidos e sólidos David P. White Uma comparação entre líquidos e sólidos As propriedades físicas das substâncias entendidas em

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Data da última revisão: 23/03/2013

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Data da última revisão: 23/03/2013 FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Data da última revisão: 23/03/2013 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA CARACTERÍSTICA: Hidrográfica Lumi Color 200-SL nas cores: Amarela, verde,

Leia mais

NEOPAC : EMULSÕES PU ACRÍLICAS PARA TINTAS BASE ÁGUA

NEOPAC : EMULSÕES PU ACRÍLICAS PARA TINTAS BASE ÁGUA A Royal DSM é uma companhia de origem holandesa com atuação global baseada em ciências, entregando soluções inovadoras que nutrem, protegem e aprimoram performance, criando valor para clientes de mercados

Leia mais

EFEITO DO EUGENOL SOBRE O ENDURECIMENTO DE RESINAS ACRÍLICAS ATIVADAS QUIMICAMENTE E EFEITOS DE POSSÍVEIS TRATAMENTOS PALIATIVOS

EFEITO DO EUGENOL SOBRE O ENDURECIMENTO DE RESINAS ACRÍLICAS ATIVADAS QUIMICAMENTE E EFEITOS DE POSSÍVEIS TRATAMENTOS PALIATIVOS UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ODONTOLOGIA EFEITO DO EUGENOL SOBRE O ENDURECIMENTO DE RESINAS ACRÍLICAS ATIVADAS QUIMICAMENTE E EFEITOS DE POSSÍVEIS TRATAMENTOS PALIATIVOS MILTON LÁZARO FILHO Dissertação

Leia mais

Polimerização por adição de radicais livres

Polimerização por adição de radicais livres Polimerização por adição de radicais livres Ciência de Polímeros I 1º semestre 2007/2008 18/10/2007 Maria da Conceição Paiva 1 Cinética da Polimerização radicalar A polimerização por adição é uma reacção

Leia mais

Operações Unitárias POLIMEROS

Operações Unitárias POLIMEROS Operações Unitárias POLIMEROS Processo PLÁSTICO são materiais orgânicos poliméricos sintéticos, de constituição macromolecular dotada de grande maleabilidade (que apresentam a propriedade de adaptar-se

Leia mais

Produtos Diamantados. Fácil utilização: Produzidos a partir de químicos de alta pureza - de utilização segura e amigos do ambiente.

Produtos Diamantados. Fácil utilização: Produzidos a partir de químicos de alta pureza - de utilização segura e amigos do ambiente. Uma vasta gama de produtos de base e especiais diamantados concebidos e produzidos em laboratórios de grande controlo de qualidade. Cada produto Kemet é uma mistura especial diamantada de pó de diamante

Leia mais

Resinas acrílicas para prótese total: efeito de ciclos de polimerização sobre a quantidade de monômero residual e porosidades

Resinas acrílicas para prótese total: efeito de ciclos de polimerização sobre a quantidade de monômero residual e porosidades Resinas acrílicas para prótese total: efeito de ciclos de polimerização sobre a quantidade de monômero residual e porosidades Acrylic resin for complete denture: effect of polymerization cycles at residual

Leia mais

FUVEST 2015 (Questões 1 a 6)

FUVEST 2015 (Questões 1 a 6) (Questões 1 a 6) Provas de Vestibular 1. O metabissulfito de potássio (K 2 S2O 5 ) e o dióxido de enxofre (SO 2 ) são amplamente utilizados na conservação de alimentos como sucos de frutas, retardando

Leia mais

Resolução de Questões de Provas Específicas de Química (Aula 7)

Resolução de Questões de Provas Específicas de Química (Aula 7) Resolução de Questões de Provas Específicas de Química (Aula 7) Resolução de Questões de Provas Específicas (Aula 7) 1. (UECE) A tabela periódica já era objeto das preocupações dos antigos químicos a partir

Leia mais