A Pedagogia da Aventura

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1 A Pedagogia da Aventura

2 Os PCN s destacam a cultura corporal de movimento, explicitando a intenção de trabalhar com as práticas: Jogos Lutas Atividades Rítmicas e Danças Esportes Ginástica Como produções culturais versando ensino e aprendizagem.

3 No âmbito mundial, a cultura corporal de movimento pode ser entendida como uma parte da cultura humana, definindo e sendo definida pela cultura geral numa relação dialética (Galvão et al., 2005, p. 28) Essa cultura que procura analisar todo o contexto histórico da Educação Física, sob a ótica das práticas corporais deve-se renovar constantemente. Todas as manifestações corporais humanas são geradas dinamicamente e tratam essas ações como elementos culturais relacionados ao corpo e ao movimento.

4 Conteúdos da Educação Física Englobar as dimensões de conceitos, atitude e procedimentos No ensino dos esportes radicais nas escolas leva em conta as dimensões citadas para permitir uma aprendizado integral.

5 Dimensões Conceituais: Fatos e conhecimento - Aspecto histórico das modalidades - Locais de prática - Equipamentos e manobras - Objetivos e motivos de se praticar as modalidades Dimensões procedimentais: Fazer e como fazer. - Técnicas de movimento - Técnicas de segurança - Processo pedagógico - Adaptações necessárias do esporte para cada faixa etária - Condições da escola.

6 Dimensões Atitudinais: Valores e formação - Noções de Regras - Ética dos esportes - Respeito às normas de segurança - Assunção de riscos - Relações sociais e psicológicas inerentes às práticas como: Coragem, lideranças, trabalho em equipe, confiança, superação, entre outros.

7 Essas ações podem ser colocadas nas aulas de Educação Física Escolar ou atividades extra curriculares, não sendo necessário abordá-las separadamente. Conjunto harmonioso Haja uma reflexão dos conhecimentos Não são um fim em si mesmo Meio indispensável para o desenvolvimento das capacidades de propiciar conhecimento, valores e atitudes.

8 A organização da pedagogia da aventura visa FACILITAR as análises e avaliações de um processo de desenvolvimento do individuo com movimento, consigo e com o grupo. MOVIMENTO CONSIGO GRUPO INDIVÍDUO

9 Na pedagogia da aventura um esquema de três momentos: 1 Momento Experimentação 2 Momento Resolução de Problemas 3 Momento - Organização

10 Momento de Experimentação Este é o primeiro momento em que o aluno se depara com um determinado tema gerador e irá experimentar e vasculhar todas as opções possíveis com os recursos próprios de movimentação, sem a menor preocupação com os refinamentos. Instigação pelo experimentar Explorar seu conhecimento Explorar sua habilidade motoras Explorar a ação cultural.

11 Momento de Experimentação A curiosidade vai gerar os desafios. O professor procura não agir sobre as ações dos alunos, mas observá-las e identificar possíveis situações que serão problematizadas com o grupo para que suas dificuldades e inquietações sejam despertadas.

12 Momento de Resolução de Problemas É quando o professor, percebendo as dificuldades dos alunos ou do grupo, organiza situações desafiadoras, as quais são chamadas SITUAÇÕES-PROBLEMAS, pra o grupo resolver.

13 Momento de Resolução de Problemas É quando o professor, percebendo as dificuldades dos alunos ou do grupo, organiza situações desafiadoras, as quais são chamadas SITUAÇÕES-PROBLEMAS, pra o grupo resolver. É nesse ponto que ocorrem as construções de jogos estimuladores para resolverem a problemática em questão ou os exercícios criados pelos alunos na tentativa de resolver problemas.

14 Momento de Organização Este será o momento em que os alunos já experimentaram diferentes maneiras de movimentar-se para resolver situações e possibilidades, mas falta elementos para que as resoluções sejam REFINADAS ou HARMÔNICAS. É a fase de aprofundar os conhecimentos e vivências para refinar o movimento envolvido na ação. APROFUNDAR VIVÊNCIAS REFINAMENTO

15 Momento de Organização O professor tem que observar toda a estrutura de organizações das habilidades motoras, afetivas e sociais para refinar algumas posturas corporais. REFINAMENTO Conscientização do aluno

16 Momento de Organização Os ajustes (refino) não podem ser confundidos com repetição de movimento sem reflexão. O entendimento integral resultará na melhora o gesto, na fluidez do movimento, na beleza da ação, proporcionando mais prazer e consciência ao aluno q executa. A prevalência deste momento resulta da comunicação expressa para o aluno e como a informação chegará para ele.

17 Momento de Organização Comunicação Visual: Pode ser uma exemplificação de um gesto motor, partindo do professor ou de outro aluno por meio de uma demonstração, pesquisa, foto, vídeo e outros. Comunicação auditiva: Falar sobre determinado gesto, sobre os posicionamento dos segmentos corporais em relação ao movimento Comunicação sinestésica: Informações táteis para a execução e refinamento do movimento, estimulação proprioceptiva de um determinado grupo muscular ou segmento.

18 Momento de Organização Para que ocorra é necessário permitir que os alunos joguem com os outros, contra os outros, consigo mesmo e dominem os entendimentos morais.

19 As atividades desenvolvidas na natureza e a sua geografia são multidimensionais não estão circunscrita ao modo de pensar cartesiano, isto é, ela não pode ser dividida em partes durante a prática Esportes na natureza = Limites que ela nos impõe

20 Os esportes radicais no meio urbano, como o skate, patins, parkour, surgiram de atividades na natureza como o surfe, a patinação no gelo e a ginástica natura, portanto tendo a natureza com raiz. Quando praticamos os esportes urbanos nos apropriamos da arquitetura das cidades para reconstruir os ambientes arriscados da natureza.

21 Esta percepção do ambiente, permite mudar nosso olhar convencional das quadras para todos os locais que possibilitem movimentos com riscos controlados.

22 Assim... Muro da escola= Parede de Escalada Escada= Obstáculo para se transpor Compensado de madeira= Rampa Coluna= Acesso para um rapel ou uma tirolesa Madeira= Prancha Piscina= Um mar profundo para se permanecer nas profundezas.

23 Quando um professor, que atua com esportes radicais, chega a um espaço para desenvolver um programa de atividades, ele olha normalmente para locais desprezados e RECRIA condições de exploração de ambientes que possibilidades motoras diversas e isso permite apropriação dos espaços naturais ou urbanos com profunda discussão e compreensão das relações humanas com o ambiente, quer seja nos aspectos da preservação ambiental ou da recriação de espaços urbanos para o lazer.

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