Relatório de Avaliação Grau de Satisfação - Colaboradores CRIT

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Relatório de Avaliação Grau de Satisfação - Colaboradores CRIT"

Transcrição

1 Relatório de Avaliação Grau de Satisfação - Colaboradores CRIT

2 Grau de Satisfação para Colaboradores sobre a Satisfação Global Nº de inquéritos recebidos 90 P1. Imagem global da organização P2. Desempenho global da organização P3. Papel da organização na sociedade P4. Relações da organização com os cidadãos e a sociedade P5. Nível de envolvimento das pessoas na organização e na respectiva missão De salientar que 92% dos 90 colaboradores que responderam ao questionário de avaliação do grau de satisfação estão satisfeitos com a Imagem Global da Instituição e ainda 78% mostram a sua satisfação com o desempenho global do CRIT. Quando se questiona sobre o papel da organização na sociedade 88% estão satisfeitos com este parâmetro de avaliação. Também em relação às ligações da organização com os cidadãos e a sociedade a percentagem é de 87%. Quanto ao nível de envolvimento das pessoas na organização e na respectiva missão, a percentagem de 72% traduz a satisfação dos colaboradores. Grau de Satisfação para Colaboradores sobre a Gestão e Sistemas de Gestão Nº de inquéritos recebidos 90 P1. Aptidão da gestão de topo e intermédia para comunicar P2. Aptidão para conduzir organização P3. Manuel de procedimentos P4. Sistema de avaliação de desempenho, relativamente aos objectivos fixados. P5. Sistema de recompensas dos esforços individuais e de grupo P6. Concepção dos processos da organização P7. Postura da organização face à mudança e à modernização Quando inquiridos sobre a aptidão da gestão para a condução da organização dos 90 colaboradores que responderam, 72% mostram-se satisfeitos com a mesma.

3 Grau de Satisfação para Colaboradores sobre as Condições de Trabalho Nº de inquéritos recebidos 90 P1. Disposição e distribuição do espaço no local de trabalho P2. Atmosfera de trabalho e a cultura da organização P3. Tratamento dado às questões sociais e ambientais P4. Actividades sociais (desportivas e recreativas) P5. Flexibilidade do horário de trabalho e a possibilidade de conciliar o trabalho com a vida familiar e assuntos pessoais P6. Gestão da igualdade de oportunidades e igualdade de tratamento, na organização. P7. Forma como a organização lida com os problemas pessoais dos colaboradores P8. Equipamentos informáticos disponíveis P9. Software disponível P10. Equipamentos de comunicação disponíveis P11. Condições de higiene P12. Condições de segurança P13. Serviços de refeitório e bar P14. Serviços sociais (assistência médica e de enfermagem) Relativamente à atmosfera de trabalho e cultura da organização 69% dos colaboradores, dos 90 que responderam, mostram-se satisfeitos.

4 Grau de Satisfação para Colaboradores sobre o Desenvolvimento da Carreira e das Competências - Nº de inquéritos recebidos 90 P1. Acções de formação realizadas P2. Oportunidades para desenvolver novas competências De salientar a importância que os colaboradores atribuem ao desenvolvimento da carreira e das competências. Neste caso a necessidade de aposta nas acções de formação. Grau de Satisfação para Colaboradores sobre o Envolvimento Activo na Organização Nº de inquéritos recebidos 90 P1. Envolvimento nos processos de tomada de decisão P2. Envolvimento em actividades de melhoria P3. Mecanismos de consulta e diálogo entre colaboradores e gestores É fundamental o maior envolvimento dos colaboradores na vida activa da organização, que poderá passar pelas actividades de melhoria e mecanismos de maior diálogo, entre colaboradores e gestores

5 Grau de Satisfação para Colaboradores sobre os Níveis de Motivação Nº de Inquéritos 90 P1. Motivação para aprender novos métodos de trabalho P2. Motivação para desenvolver trabalho em equipa P3. Motivação para participar em acções de formação P4. Motivação para participar em projectos de mudança na organização P5. Motivação para sugerir melhorias Relativamente aos níveis de motivação da Instituição há a salientar a satisfação de 71% dos colaboradores para a sugestão de melhorias, para participar em acções de formação, para desenvolver trabalho em equipa e para a apreensão de novos métodos de trabalho.

6 Grau de Satisfação para Colaboradores Sobre o Estilo de Liderança Nº de inquéritos recebidos 90 P1. Lidera através do exemplo P2. Demonstra empenho no processo de mudança P3. Aceita críticas construtivas P4. Aceita sugestões de melhoria P5. Delega competências e responsabilidades P6. Estimula a iniciativa das pessoas P7. Encoraja a confiança mútua e o respeito P8. Assegura o desenvolvimento de uma cultura de mudança P9. Promove acções de formação P10. Reconhece e premeia os esforços individuais e das equipas. P11. Adequa o tratamento dado às pessoas, às necessidades e às situações em causa Quanto questionados sobre o Estilo de Liderança na organização e face ao universo de questionários respondidos, 73% considera-se satisfeito com o exemplo da liderança, quer pelo empenho na mudança, quer pela forma construtiva como aceita as críticas, ainda pela delegação de competências e responsabilidades.

7 Nº de Respostas 60 Grau de Satisfação para Colaboradores sobre a Gestão e Sistemas de Gestão Nº de inquéritos se Aplica 10 0 P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 Critérios

8 Nº de Respostas Nº de Respostas Grau de Satisfação para Colaboradores sobre o Desenvolvimento da Carreira e das Competências Nº de inquéritos se Aplica 0 P1 Critérios P2 50 Grau de Satisfação para Colaboradores sobre o Envolvimento Activo na Organização Nº de inquéritos o se Aplica 0 P1 p2 P3 Critérios

9 Nº de Respostas 50 Grau de Satisfação para Colaboradores sobre o Estilo de Liderança Nº de inquéritos se Aplica 0 P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10 P11 Critérios

10 Outras Áreas de Formação da preferência dos Colaboradores e respectiva ordem das necessidades formativas Outras Sugestões/Comentários Projecto Rosto 1º Relação interpessoal -Mediação Familiar -Internet 2º Redução de conflitos 2 - Gestão em situações de crise -Ética Profissional Cuidados Básicos 3º Saúde Mental na 3ª idade -Higiene e Segurança no Trabalho Lar Residencial 1º Como actuar em caso de conflito 2º Higiene e Segurança no Trabalho -Espírito de equipa - Cuidados com idosos na deficiência 3º Actividade lúdica para o cliente Formação 1º Cerâmica 2 - Metodologias de intervenção 2º Costura 2 - Encadernação - Tecnologias de informação 3º Carpintaria Serviços Administrativos 1º Excel 2º Folha de cálculo Outras Sugestões: Ouvir um pouco mais os funcionários da Instituição e realizarem mais vezes reuniões entre funcionários e a direcção, para abordar vários assuntos. Coordenações 1º Gestão por objectivos - Mediação e gestão de conflitos - Primeiros Socorros 2º Liderança - Comportamentos 3º Motivação de Equipas - Gestão de IPSS Estratégias de intervenção Outras Sugestões: A importância de incentivar às equipas pelo trabalho desenvolvido, acompanhado, visitar, presenciar e obter opiniões dos colaboradores acerca de da intervenção realizada

11 CAFAPT 1º Intervenção com crianças e jovens em perigo - Mediação Familiar 2º Intervenção Familiar - Intervenção com crianças e jovens em risco 3º Treino de competências sociais e pessoais em famílias desfavorecidas e pessoas problemáticas. ( população em risco) Outras sugestões: Promover a semana da instituição para realização de várias actividades, envolvendo colaboradores, clientes e população em geral. Nesta semana poder-se-ia ainda fazer uma apresentação do trabalho desenvolvido por cada valência, ou projecto da instituição. Agradecimento à direcção por ter proporcionado aos colaboradores as aulas de ginástica, apesar dos poucos que aproveitaram esta iniciativa CAO 1º Formação de primeiros socorros 2 - Terapias - Trabalho em equipa 2º Formação prática de posturas e apoios de cadeiras de rodas com fisioterapeutas - Gestão 3º Motivação Outras Sugestões: Promover mais acções de formação mais viradas para a prática. As acções de formação serão mais rentáveis com participação, para melhor estabilidade dos nossos clientes. Da maior importância ensinar às colaboradoras a divisão das tarefas entre si sem receio de que a partilha lhes possa retirar o local/cargo que actualmente ocupam. Valência Sócio-educativa 1ºMultidificiência Avaliação - Meios de comunicação 2º Comportamentos adequados com pessoas portadoras de deficiência - Treinos de Alimentação como fazer 3º Materiais didácticos RSI 1º Promoção competências parentais 2º Famílias Multi-problemáticas

QUESTIONÁRIO AOS(ÀS) TRABALHADORES(AS) E DIRIGENTES INTERMÉDIOS DA DRAP ALGARVE. Apresentação de resultados - relatório CICLO DE GESTÃO 2014

QUESTIONÁRIO AOS(ÀS) TRABALHADORES(AS) E DIRIGENTES INTERMÉDIOS DA DRAP ALGARVE. Apresentação de resultados - relatório CICLO DE GESTÃO 2014 QUESTIONÁRIO AOS(ÀS) TRABALHADORES(AS) E DIRIGENTES INTERMÉDIOS DA DRAP ALGARVE Apresentação de resultados - relatório CICLO DE GESTÃO 2014 Março 2015 Conteúdo I. Nota Introdutória... 3 II. Metodologia

Leia mais

INQUÉRITO À SATISFAÇÃO DOS COLABORADORES

INQUÉRITO À SATISFAÇÃO DOS COLABORADORES INQUÉRITO À SATISFAÇÃO DOS COLABORADORES 2013 AEP Julho 2013 Aldina Carvalho Índice 1. OBJETIVOS... 1 2. METODOLOGIA E FONTES DE INFORMAÇÃO... 1 3. RESULTADOS... 1 3.1. Análise dos Dados... 1 3.2. Análise

Leia mais

AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO COM OS SERVIÇOS COLABORADORES

AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO COM OS SERVIÇOS COLABORADORES AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO COM OS SERVIÇOS COLABORADORES VERSÃO RESUMIDA NOTA INTRODUTÓRIA O Instituto Politécnico de Portalegre tem vindo a apostar estrategicamente num sistema de gestão de qualidade assente

Leia mais

Questionário de Avaliação à Comunidade sobre o conhecimento das respostas sociais do CRIT Nº de Inquéritos recebidos e validados 19

Questionário de Avaliação à Comunidade sobre o conhecimento das respostas sociais do CRIT Nº de Inquéritos recebidos e validados 19 Sim Não Questionário de Avaliação à Comunidade sobre o conhecimento das respostas sociais do CRIT P6. [CAO Centro de Actividades Ocupacionais] Conhece as nossas Respostas Sociais? Qual/Quais? 10 9 P7.

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3ºCICLO DE LOUSADA. Avaliação Interna. Questionário ao Pessoal Não Docente

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3ºCICLO DE LOUSADA. Avaliação Interna. Questionário ao Pessoal Não Docente ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3ºCICLO DE LOUSADA Avaliação Interna Questionário ao Pessoal Não Docente O pessoal dos serviços de administração e gestão da escola e o pessoal auxiliar de acção educativa e guardas-nocturnos

Leia mais

Relatório. Satisfação dos Colaboradores da Direção Regional da Administração Pública e Local. Sede. Novembro de 2014

Relatório. Satisfação dos Colaboradores da Direção Regional da Administração Pública e Local. Sede. Novembro de 2014 Relatório Satisfação dos Colaboradores da Direção Regional da Administração Pública e Local Sede Novembro de 2014 1 Índice Índice Introdução e Metodologia, pág. 3 1. Satisfação global, pág. 5 2. Satisfação

Leia mais

Oferta Formativa da UDIPSS Aveiro

Oferta Formativa da UDIPSS Aveiro Oferta Formativa da UDIPSS Aveiro Cursos: Formação Pedagógica Inicial de Formadores em Gerontologia homologado pelo IEFP Licenciados Destinatários: Legislação Laboral Contrato Colectivo de Trabalho Direcção

Leia mais

Plano de Actividades do STSEDP Do Ano 2007

Plano de Actividades do STSEDP Do Ano 2007 Plano de Actividades do STSEDP Do Ano 2007 I Nota Introdutória e II Objectivos e Estratégias Com a elaboração do presente plano de actividades do Serviço Técnico Sócio Educativo de Deficientes Profundos

Leia mais

ESCOLA REGIONAL DR. JOSÉ DINIS DA FONSECA INQUÉRITOS REALIZADOS À COMUNIDADE ESCOLAR- 2014/2015

ESCOLA REGIONAL DR. JOSÉ DINIS DA FONSECA INQUÉRITOS REALIZADOS À COMUNIDADE ESCOLAR- 2014/2015 ESCOLA REGIONAL DR. JOSÉ DINIS DA FONSECA INQUÉRITOS REALIZADOS À COMUNIDADE ESCOLAR- 2014/2015 INQUÉRITO AO PESSOAL DOCENTE SIM NÃO Conheço o fluxo do ensino-aprendizagem e de avaliação Contribuo para

Leia mais

Resultados Gerais: "Inquérito de Avaliação da Satisfação dos Colaboradores"

Resultados Gerais: Inquérito de Avaliação da Satisfação dos Colaboradores Resultados Gerais: "Inquérito de Avaliação da Satisfação dos Colaboradores" número de ações que realizou até ao presente Valid nada pouco 22 7,4 8,0 8,0 44 14,8 16,1 24,1 126 42,4 46,0 70,1 65 21,9 23,7

Leia mais

AVALIAÇÃO DO GRAU DE SATISFAÇÃO

AVALIAÇÃO DO GRAU DE SATISFAÇÃO AVALIAÇÃO DO GRAU DE SATISFAÇÃO Colaboradores 2012 DOC. 412.1 1. PROCEDIMENTO O questionário de avaliação do grau de satisfação dos colaboradores foi aplicado por via Web distribuído por e-mail e em suporte

Leia mais

Questionário de Avaliação da Satisfação dos Trabalhadores Divulgação de Resultados

Questionário de Avaliação da Satisfação dos Trabalhadores Divulgação de Resultados Questionário de Avaliação da Satisfação dos Trabalhadores Divulgação de Resultados NOTA INTRODUTÓRIA Manter os trabalhadores satisfeitos no seu local de trabalho é uma condição essencial para ter uma organização

Leia mais

RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO CLDS MARINHA SOCIAL

RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO CLDS MARINHA SOCIAL RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO CLDS MARINHA SOCIAL O presente relatório reflecte a actividade do CLDS Marinha Social, desde o inicio da sua actividade, em Julho de 2009 até Junho de 2010, analisando-se 2 momentos

Leia mais

Relatório de Análise DRAPLVT Questionário de Satisfação para os Colaboradores. Agricultura Presente, um Projecto com Futuro

Relatório de Análise DRAPLVT Questionário de Satisfação para os Colaboradores. Agricultura Presente, um Projecto com Futuro Relatório de Análise Questionário de Satisfação para os Colaboradores da DRAPLVT 2010 Agricultura Presente, um Projecto com Futuro Direcção de Serviços de Planeamento e Controlo 4 de Março 2011 Relatório

Leia mais

Plano Nacional de Leitura

Plano Nacional de Leitura 2012-2014 Plano Nacional de Leitura 1 I. O que motivou o projeto? Centralidade da leitura Leitura como ponto de partida para: - Aprender (competência transversal ao currículo) - Colaborar - Interagir /

Leia mais

Questionário de satisfação para colaboradores

Questionário de satisfação para colaboradores Questionário de satisfação para colaboradores Identificação da Organização: Data: Instruções de resposta ao questionário: Este questionário versa um conjunto de temáticas relativas ao modo como o colaborador

Leia mais

A autoavaliação é o processo em que a escola é capaz de olhar criticamente para si mesma com a finalidade de melhorar o seu desempenho.

A autoavaliação é o processo em que a escola é capaz de olhar criticamente para si mesma com a finalidade de melhorar o seu desempenho. A autoavaliação é o processo em que a escola é capaz de olhar criticamente para si mesma com a finalidade de melhorar o seu desempenho. Finalidades Identificar pontos fortes e fracos e oportunidades de

Leia mais

Relatório de Avaliação Comunidade

Relatório de Avaliação Comunidade 2012 Relatório de Avaliação Comunidade AVALIAÇÃO DE SATISFAÇÃO À COMUNIDADE RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO I Enquadramento Geral A Avaliação da Satisfação à Comunidade foi realizada a partir do preenchimento pela

Leia mais

Questionário aos Pais e Encarregados de Educação 2015

Questionário aos Pais e Encarregados de Educação 2015 Questionário aos Pais e Encarregados de Educação Caros Pais e/ou Encarregados de Educação, professores e funcionários da EB Leão de Arroios - este inquérito é da responsabilidade da Associação de Pais

Leia mais

Associação de Paralisia Cerebral de Guimarães

Associação de Paralisia Cerebral de Guimarães Guimarães LISTA DE ATIVIDADES PAG (SIMPLIFICADO AGRUPADO POR ÁREA) ANO - 2016 ASSOCIAÇÃO DE PARALISIA CEREBRAL DE GUIMARÃES Política Ambiental Tipo de Atividade: Atividades de Animação Atividade: Atividades

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DE COIMBRA. Síntese do

ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DE COIMBRA. Síntese do ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DE COIMBRA Síntese do RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO: AVALIAÇÃO: OPINIÃO DA COMUNIDADE EDUCATIVA E ENTIDADES EMPREGADORAS O presente documento-síntese é composto pelo Índice

Leia mais

Tema do Painel: Um novo paradigma de desenvolvimento profissional: Valorização de percursos e competências. Tema da Comunicação:

Tema do Painel: Um novo paradigma de desenvolvimento profissional: Valorização de percursos e competências. Tema da Comunicação: Tema do Painel: Um novo paradigma de desenvolvimento profissional: Valorização de percursos e competências Tema da Comunicação: O envolvimento das organizações e dos enfermeiros no desenvolvimento e reconhecimento

Leia mais

Agradecimentos. Ao meu orientador, Prof. Doutor José António Espírito Santo, pela confiança que depositou no meu trabalho. e nas minhas capacidades,

Agradecimentos. Ao meu orientador, Prof. Doutor José António Espírito Santo, pela confiança que depositou no meu trabalho. e nas minhas capacidades, Agradecimentos Ao meu orientador, Prof. Doutor José António Espírito Santo, pela confiança que depositou no meu trabalho e nas minhas capacidades, pelo apoio incansável nos momentos mais aflitivos, pelas

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO. Centro de Convívio de Portimão

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO. Centro de Convívio de Portimão REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO Centro de Convívio de Portimão Capítulo I Disposições Gerais Norma I Âmbito da Aplicação O Centro de Convívio Sénior, estrutura da Câmara Municipal de Portimão, sediada

Leia mais

CURSO DE GESTÃO DA QUALIDADE EM IPSS E PRIVADOS (4ª edição)

CURSO DE GESTÃO DA QUALIDADE EM IPSS E PRIVADOS (4ª edição) CURSO DE GESTÃO DA QUALIDADE EM IPSS E PRIVADOS (4ª edição) A necessidade de renovar as práticas e as metodologias de intervenção social com vista a aumentar a eficácia e a eficiência do trabalho com os

Leia mais

Anexo D. Guião de Entrevista. Medição do Grau de Uso das Práticas de. Gestão da Qualidade na Organização

Anexo D. Guião de Entrevista. Medição do Grau de Uso das Práticas de. Gestão da Qualidade na Organização Anexo D Guião de Entrevista Medição do Grau de Uso das Práticas de Gestão da Qualidade na Organização 151 Medição do Grau de Uso das Práticas de Gestão da Qualidade na Organização Guião de Entrevista Organizações:

Leia mais

Anexo A. Protocolo do Estudo de Caso

Anexo A. Protocolo do Estudo de Caso Anexo A Protocolo do Estudo de Caso 140 Protocolo do Estudo de Caso - Especificação do Processo de Recolha de Informação O processo de recolha de informação no decorrer do estudo de caso respeita a três

Leia mais

CENTRO SOCIAL PAROQUIAL DE OEIRAS REGULAMENTO CENTRO DE DIA

CENTRO SOCIAL PAROQUIAL DE OEIRAS REGULAMENTO CENTRO DE DIA CENTRO SOCIAL PAROQUIAL DE OEIRAS REGULAMENTO CENTRO DE DIA Artigo 1º Definição 1. O Centro Social Paroquial de Oeiras com sede na Igreja Matriz de Oeiras, é uma Instituição Particular de Solidariedade

Leia mais

Base de dados I. Questionário de levantamento de recursos institucionais/ 2009

Base de dados I. Questionário de levantamento de recursos institucionais/ 2009 Base de dados I Nº de referência da instituição Nº de registo Questionário de levantamento de recursos institucionais/ 2009 Este questionário tem como objectivo proceder à actualização do Diagnóstico Social,

Leia mais

Centro de Educação Especial de Rio Maior O Ninho

Centro de Educação Especial de Rio Maior O Ninho Centro de Educação Especial de Rio Maior O Ninho AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS COLABORADORES Ano 2014 RESULTADO DA AVALIAÇÃO DE SATISFAÇÃO DOS COLABORADORES A presente apresentação de resultados surge na

Leia mais

Relatório: AUTOAVALIAÇÃO GRAU DE SATISFAÇÃO DOS COLABORADORES DA CASA PIA DE LISBOA, IP (2013)

Relatório: AUTOAVALIAÇÃO GRAU DE SATISFAÇÃO DOS COLABORADORES DA CASA PIA DE LISBOA, IP (2013) Relatório: AUTOAVALIAÇÃO GRAU DE SATISFAÇÃO DOS COLABORADORES DA CASA PIA DE LISBOA, IP (2013) PARTE I - Audição dos dirigentes intermédios e demais colaboradores (ano 2013) 1. SUMÁRIO 1.1. Objetivo do

Leia mais

Grau I. Perfil Profissional. Grau I

Grau I. Perfil Profissional. Grau I Perfil Profissional O corresponde à base hierárquica de qualificação profissional do treinador de desporto. No âmbito das suas atribuições profissionais, compete ao Treinador de a orientação, sob supervisão,

Leia mais

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO SECRETARIA Serviço ou Organismo NIF FICHA DE AVALIAÇÃO PARA OS DIRIGENTES DE NÍVEL INTERMÉDIO A preencher pelo avaliador Avaliador Cargo NIF Avaliado Cargo Unidade orgânica NIF Período em avaliação a 1.

Leia mais

Programa Pedagógico de Animação e Regulamento Interno. Alvará n 624/2010

Programa Pedagógico de Animação e Regulamento Interno. Alvará n 624/2010 Programa Pedagógico de Animação e Regulamento Interno Alvará n 624/2010 1 1. Programa Pedagógico de Animação Princípios orientadores: Os princípios orientadores do nosso projecto são para além do aumento

Leia mais

Dos 173 questionários devolvidos pelos(as) trabalhadores(as), 169 foram preenchidos ou parcialmente preenchidos e 5 foram devolvidos em branco.

Dos 173 questionários devolvidos pelos(as) trabalhadores(as), 169 foram preenchidos ou parcialmente preenchidos e 5 foram devolvidos em branco. QUESTIONÁRIO DE SATISFAÇÃO APLICADO AOS(ÀS) TRABALHADORES(AS) DA DRAP ALGARVE RELATÓRIO CICLO DE GESTÃO 2012 I. Nota Introdutória Com o presente documento pretendem apurar-se os resultados do questionário

Leia mais

Promover a inserção social de pessoas e grupos mais vulneráveis; Estimular o desenvolvimento de projectos de vida;

Promover a inserção social de pessoas e grupos mais vulneráveis; Estimular o desenvolvimento de projectos de vida; São nossos objectivos: 1ª fase: Promover a inserção social de pessoas e grupos mais vulneráveis; Alargar e consolidar a rede de parcerias de forma a fomentar e a criar novos recursos, propiciando condições

Leia mais

CURSO DE TÉCNICO DE ACÇÃO GERIÁTRICA (24ª edição)

CURSO DE TÉCNICO DE ACÇÃO GERIÁTRICA (24ª edição) CURSO DE TÉCNICO DE ACÇÃO GERIÁTRICA (24ª edição) Atendendo ao envelhecimento crescente a que se assiste a nível mundial, é imprescindível os cuidadores, formais e informais, dispensarem a formação neste

Leia mais

DAP DINÂMICAS DE ACÇÃO-PREVENÇÃO

DAP DINÂMICAS DE ACÇÃO-PREVENÇÃO DAP DINÂMICAS DE ACÇÃO-PREVENÇÃO Apresentação do Projecto Escola E.B 2,3 Passos José OBJECTIVOS GERAIS Fomentar a integração dos alunos no contexto escolar, promovendo o sucesso educativo Agir preventiva

Leia mais

O que é o programa Liderança Para a Mudança (LPM)?

O que é o programa Liderança Para a Mudança (LPM)? O que é o programa Liderança Para a Mudança (LPM)? O Liderança para a Mudança é um programa de aprendizagem activa para o desenvolvimento dos enfermeiros como líderes e gestores efectivos num ambiente

Leia mais

MODELO DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE. 9 de Janeiro de

MODELO DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE. 9 de Janeiro de MODELO DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE 9 de Janeiro de 2010 1 Modelo CRITÉRIOS RIOS MEIOS CRITÉRIO 1. LIDERANÇA, PLANEAMENTO E ESTRATÉGIA Como a gestão desenvolve e prossegue a missão, a visão e os valores da

Leia mais

Relatório Global da Avaliação de Satisfação realizada em 2011

Relatório Global da Avaliação de Satisfação realizada em 2011 No período compreendido entre 05-12-2011 e 30-01-2012 foi realizada a Avaliação de Satisfação referente ao ano de 2011, tendo sido inquiridas todas as partes interessadas. No total foram enviados / entregues

Leia mais

Apresentação de Angola na XII Reunião dos Ministros do Trabalho e dos Assuntos Sociais Os Desafios na Protecção Social para alcançar a Segurança

Apresentação de Angola na XII Reunião dos Ministros do Trabalho e dos Assuntos Sociais Os Desafios na Protecção Social para alcançar a Segurança Apresentação de Angola na XII Reunião dos Ministros do Trabalho e dos Assuntos Sociais Os Desafios na Protecção Social para alcançar a Segurança Alimentar e Nutricional Maputo, 25 de Abril de 2013 Constituição

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO Comissão Social de Freguesia de Odivelas. Aderentes à Comissão Social de Freguesia de Odivelas

PLANO DE ACÇÃO Comissão Social de Freguesia de Odivelas. Aderentes à Comissão Social de Freguesia de Odivelas Um Plano de Acção consiste num instrumento componente do Plano de Desenvolvimento Social, que define sistematicamente, as acções a desenvolver, o cronograma, os parceiros responsáveis e os recursos. 1

Leia mais

CIDADANIA E MUNDO ATUAL

CIDADANIA E MUNDO ATUAL CIDADANIA E MUNDO ATUAL COMPETÊNCIAS (1) TRANSVERSAIS Promoção da educação para a cidadania A língua materna enquanto dimensão transversal Utilização das novas tecnologias de informação Competências Transversais

Leia mais

FAMALICÃO INCLUSIVO. 1º Encontro do Grupo de Auto Representantes de Vila Nova de Famalicão

FAMALICÃO INCLUSIVO. 1º Encontro do Grupo de Auto Representantes de Vila Nova de Famalicão FAMALICÃO INCLUSIVO 1º Encontro do Grupo de Auto Representantes de Vila Nova de Famalicão FAMALICÃO INCLUSIVO Reuniões com os Serviços de Psicologia e Orientação FAMALICÃO INCLUSIVO Diagnóstico Local no

Leia mais

AVALIAÇÃO DO CURSO DE TEATRO E EDUCAÇÃO

AVALIAÇÃO DO CURSO DE TEATRO E EDUCAÇÃO AVALIAÇÃO DO CURSO DE TEATRO E EDUCAÇÃO Outubro 2009 ÍNDICE 1. Introdução 3 2. População e Amostra 3 3. Apresentação de Resultados 4 3.1. Opinião dos alunos de Teatro e Educação sobre a ESEC 4 3.2. Opinião

Leia mais

Europass curriculum vitae

Europass curriculum vitae Europass curriculum vitae Informação pessoal Apelido(s) - Nome(s) Morada(s) Correio(s) eletrónico(s) Carvalho, Rute Alexandra Tomás Rua António Pinheiro Lacerda, N.º 7, 2630-370 Arruda dos Vinhos Telefone(s)

Leia mais

questionários de avaliação da satisfação

questionários de avaliação da satisfação questionários de avaliação da satisfação Introdução Tendo como referência o Modelo de Avaliação da Qualidade, o desenvolvimento de um Sistema de Gestão da Qualidade aplicado aos serviços prestados pelas

Leia mais

OBJECTIVOS ESPECÍFICOS / COMPETÊNCIAS A ADQUIRIR PELOS FORMANDOS

OBJECTIVOS ESPECÍFICOS / COMPETÊNCIAS A ADQUIRIR PELOS FORMANDOS ESTRUTURA PROGRAMÁTICA DO CURSO MÓDULOS OBJECTIVOS ESPECÍFICOS / COMPETÊNCIAS A ADQUIRIR PELOS FORMANDOS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS Acolhimento dos formandos e Apresentação do Curso A entidade formadora;

Leia mais

Estratégias para a Saúde

Estratégias para a Saúde Estratégias para a Saúde V.1) Cadernos do PNS Acções e Recomendações Promoção da Cidadania em Saúde (Versão Discussão) ESTRATÉGIAS PARA A SAÚDE V.1) CADERNOS DO PNS - ACÇÕES E RECOMENDAÇÕES PROMOÇÃO DA

Leia mais

Relatório de Avaliação Grau de Satisfação - Parceiros CRIT

Relatório de Avaliação Grau de Satisfação - Parceiros CRIT Relatório de Avaliação Grau de Satisfação - Parceiros CRIT - 21 Totalmente Não concordo nem discordo Totalmente Não Sei/Não se Aplica/Não Respondeu Questionário de Avaliação Nº de inquéritos recebidos

Leia mais

Escola EB1/PE da Nazaré

Escola EB1/PE da Nazaré Escola EB1/PE da Nazaré Projeto Clube da Matemática Atividade de Enriquecimento Curricular Docentes: Adelaide Dória Carla Sofia Oliveira Ano lectivo 2011/2012 A escola pode e deve proporcionar aos alunos

Leia mais

Europass-Curriculum Vitae

Europass-Curriculum Vitae Europass-Curriculum Vitae Informação pessoal Apelido(s) / Nome(s) próprio(s) Morada Correio(s) electrónico(s) Maria Neves Rua do Passal, Nº 46, 1º D, 9500-096 Ponta Delgada Telemóvel 936602762 / 926592751

Leia mais

A MISSÃO E FINALIDADES DO ESCUTISMO. 14º CIP Oriental Casa do Gaiato

A MISSÃO E FINALIDADES DO ESCUTISMO. 14º CIP Oriental Casa do Gaiato A MISSÃO E FINALIDADES DO ESCUTISMO 14º CIP Oriental Casa do Gaiato Objectivos da UF Explicar a Missão do Escutismo Descrever os princípios fundamentais do Escutismo Explicar de que modo se vivem na Unidade

Leia mais

Gostaríamos que respondessem de forma reflectida e sincera, a fim de acedermos a um conhecimento fundamentado sobre as questões em análise.

Gostaríamos que respondessem de forma reflectida e sincera, a fim de acedermos a um conhecimento fundamentado sobre as questões em análise. Questionário de Inquérito Colegas, A experiência profissional e a investigação educacional têm revelado que a supervisão organizacional das escolas é um factor que concorre decisivamente para a melhoria

Leia mais

Critérios de Avaliação dos CEF Curso de Operador Informático 2012/2013

Critérios de Avaliação dos CEF Curso de Operador Informático 2012/2013 Critérios de Avaliação dos CEF Curso de Operador Informático Língua Portuguesa 2012/2013 ATITUDES Formação para a cidadania. Apresentação dos materiais necessários, cumprimento de tarefas propostas, assiduidade,

Leia mais

AVALIAÇÃO DO CURSO DE COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL

AVALIAÇÃO DO CURSO DE COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL AVALIAÇÃO DO CURSO DE COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL Outubro 2009 ÍNDICE 1. Introdução 3 2. População e Amostra 3 3. Apresentação de Resultados 4 3.1. Opinião dos alunos de Comunicação Organizacional sobre

Leia mais

CLUBE DE EMPREGO SOCIOHABITAFUNCHAL PLANO DE ACTIVIDADES

CLUBE DE EMPREGO SOCIOHABITAFUNCHAL PLANO DE ACTIVIDADES PLANO DE ACTIVIDADES 2010 2011 Identificação Entidade: Sociohabitafunchal, E.M Animadora: Célia Dantas Localização: Centro Cívico de Santo António Designação O Clube de Emprego é um serviço promovido pelo

Leia mais

QUESTIONÁRIO. Satisfação com o Espaço GI e a Cafetaria do Conhecimento

QUESTIONÁRIO. Satisfação com o Espaço GI e a Cafetaria do Conhecimento Cafetaria e Espaço GI Mod. 1-09 QUESTIONÁRIO Satisfação com o Espaço GI e a Cafetaria do Conhecimento Este questionário tem por objectivo recolher a sua opinião sobre o Espaço GI e a Cafetaria do Conhecimento.

Leia mais

1.3.Formação da Equipa de Qualidade Constituição definitiva. 1.4.Sensibilização para a Qualidade

1.3.Formação da Equipa de Qualidade Constituição definitiva. 1.4.Sensibilização para a Qualidade Implementação do Sistema de Gestão de Qualidade da Segurança Social Nível C 1.1.Reflexão sobre o que significa um processo de Qualidade Pertinência / Oportunidade para o CST IPSS Reunião Técnica 5 de Fevereiro

Leia mais

Divulgação dos resultados Questionário de Avaliação do Grau de Satisfação dos clientes 2013

Divulgação dos resultados Questionário de Avaliação do Grau de Satisfação dos clientes 2013 Divulgação dos resultados Questionário de Avaliação do Grau de Satisfação dos clientes 2013 Centro Social Nossa Senhora do Amparo GRÁFICO 1 QUESTIONÁRIO DE SATISFAÇÃO DO CLIENTE 1. INSTALAÇÕES Aspeto Geral

Leia mais

Relatório: AUTO-AVALIAÇÃO GRAU DE SATISFAÇÃO DOS COLABORADORES DA CASA PIA DE LISBOA I.P. (2012)

Relatório: AUTO-AVALIAÇÃO GRAU DE SATISFAÇÃO DOS COLABORADORES DA CASA PIA DE LISBOA I.P. (2012) Relatório: AUTO-AVALIAÇÃO GRAU DE SATISFAÇÃO DOS COLABORADORES DA CASA PIA DE LISBOA I.P. (2012) PARTE I - Audição dos dirigentes intermédios e demais colaboradores (ano 2012) 1. SUMÁRIO 1.1. Objetivo

Leia mais

Regimento dos Representantes dos Pais e Encarregados de Educação da Turma

Regimento dos Representantes dos Pais e Encarregados de Educação da Turma Regimento dos Representantes dos Pais e Encarregados de Educação da Turma.é nomeado/eleito na primeira reunião de Pais e Encarregados de Educação da Turma; Tem participação nos Conselhos de Turma; É a

Leia mais

HEADLINE TEXT SUBTITLE. Congresso Nacional de Práticas Pedagógicas no Ensino Superior 14 e 15 de Julho de 2016, Universidade de Lisboa

HEADLINE TEXT SUBTITLE. Congresso Nacional de Práticas Pedagógicas no Ensino Superior 14 e 15 de Julho de 2016, Universidade de Lisboa Congresso Nacional de Práticas Pedagógicas no Ensino Superior 14 e 15 de Julho de 2016, Universidade de Lisboa HEADLINE TEXT SUBTITLE Célia Figueira, Ana Galrão & Lília Aguardenteiro Pires Instituto de

Leia mais

Designação do Projeto: Divida Zero

Designação do Projeto: Divida Zero Designação do Projeto: Divida Zero Objetivo Geral C5 (PDS) Objetivos Prevenir e apoiar situações de sobre endividamento pessoal e social. Reduzir o peso percentual de utentes com processos em anos anteriores.

Leia mais

ESTRUTURA ORGANIZATIVA DA ISCMPSA

ESTRUTURA ORGANIZATIVA DA ISCMPSA ESTRUTURA ORGANIZATIVA DA ISCMPSA Este documento visa dar corpo á orgânica dos serviços da Santa Casa, ou seja, definir competências, hierarquias e formas de actuação. Como a Santa Casa da Póvoa de Santo

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR. Laboratório de Investigação em Desporto PSICOLOGIA DO DESPORTO 2014

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR. Laboratório de Investigação em Desporto PSICOLOGIA DO DESPORTO 2014 INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR PSICOLOGIA DO DESPORTO 2014 Equipa: Doutor Carlos Silva Doutora Carla Chicau Doutor Luís Cid (coordenador) Psicólogo Luís Gonzaga

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES ACÇÃO TIPO: Formação Pedagógica Inicial de Formadores PÚBLICO ALVO: Futuros formadores, formadores sem formação pedagógica. DURAÇÃO: 96 Horas N.º de ACÇÕES: 1

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES 2009 CAO SÃO VICENTE - ÂNGELA MILHO 1.5 - FICHA DE ACTIVIDADE INSERIDA EM PROGRAMAS E PROJECTOS DESIGNAÇÃO DA ACTIVIDADE: DINAMIZAÇÃO DE ACÇÕES DE FORMAÇÃO /SENSIBILIZAÇÃO CÓDIGO:

Leia mais

Questionário de Avaliação do Grau de Satisfação dos clientes 2011

Questionário de Avaliação do Grau de Satisfação dos clientes 2011 Divulgação dos resultados Questionário de Avaliação do Grau de Satisfação dos clientes 2011 Centro Social Nossa Senhora do Amparo Sofia M. Esteves Nascimento GRÁFICO 1 QUESTIONÁRIO DE SATISFAÇÃO DO CLIENTE

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) - PGM. Relatório de Avaliação da Satisfação Clientes/Familiares

Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) - PGM. Relatório de Avaliação da Satisfação Clientes/Familiares Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) - PGM Relatório de Avaliação da Satisfação Clientes/Familiares 2012 ÍNDICE Introdução... 3 Resultados Globais...... 3 Centro Educativo..... 6 Formação Profissional.....

Leia mais

ÁREAS DE FORMAÇÃO Área formativa 1: Gestão Desportiva

ÁREAS DE FORMAÇÃO Área formativa 1: Gestão Desportiva ÁREAS DE FORMAÇÃO Área formativa 1: Gestão Desportiva Planeamento e Gestão de Projectos Marketing do Desporto Financiamento Fiscalidade Administração e Gestão de um Clube desportivo Gestão de Instalações

Leia mais

Responsabilidade Social Delta Cafés

Responsabilidade Social Delta Cafés Responsabilidade Social Delta Cafés Cláudia Cidraes Gama Coimbra, 12 de Novembro 2014 Em 1961, Rui Nabeiro, criou a Delta Cafés. Marca de sucesso no país e no mundo, exemplo de pioneirismo, inovação, vontade

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO SATISFAÇÃO DOS COLABORADORES 2014

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO SATISFAÇÃO DOS COLABORADORES 2014 I ENQUADRAMENTO GERAL O presente relatório tem como finalidade apresentar os resultados de avaliação realizada aos colaboradores da Instituição. Esta avaliação foi executada mediante a aplicação de um

Leia mais

Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho

Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho ESCOLA BÁSICA E INTEGRADA DE ANGRA DO HEROÍSMO Ano Letivo 2016/2017 PLANIFICAÇÃO Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho PROFIJ Nível II, Tipo 2 2ºano Curso Operador de Informática ENQUADRAMENTO LEGAL Portaria

Leia mais

DIREÇÃO DE SERVIÇOS DO DESPORTO ESCOLAR

DIREÇÃO DE SERVIÇOS DO DESPORTO ESCOLAR DIREÇÃO DE SERVIÇOS DO DESPORTO ESCOLAR 1 INTRODUÇÃO O Desporto Escolar (DE) tem de ser entendido como uma responsabilidade da comunidade escolar e é à escola, que compete criar as condições necessárias

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ANEXO II AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE RELATÓRIO DE AUTO AVALIAÇÃO. Identificação do avaliado

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ANEXO II AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE RELATÓRIO DE AUTO AVALIAÇÃO. Identificação do avaliado ANEXO II AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE RELATÓRIO DE AUTO AVALIAÇÃO Identificação do avaliado Nome Categoria profissional actual Anos de serviço no ensino superior Anos de serviço na Unidade

Leia mais

Satisfação dos Colaboradores 2015

Satisfação dos Colaboradores 2015 Divulgação dos resultados Satisfação dos Colaboradores 2015 Centro Social Nossa Senhora do Amparo I Enquadramento Geral Este relatório vem apresentar os resultados obtidos dos questionários de satisfação

Leia mais

1.1. Creche Objectivos gerais

1.1. Creche Objectivos gerais 1.1. Creche 1.1.1. Objectivos gerais Os processos de ensino e aprendizagem deverão contribuir nesta primeira etapa da Educação para a Infância, para que as crianças alcancem os seguintes objectivos: -

Leia mais

Plano Anual de Atividades. Resposta Social: ERPI

Plano Anual de Atividades. Resposta Social: ERPI 2015 CENTRO SOCIAL DA SÉ CATEDRAL DO PORTO Plano Anual de Atividades Resposta Social: ERPI Porto, 2015 Introdução O presente Plano de Atividades tem como objetivo principal implementar um conjunto de ações

Leia mais

Catálogo de Formação

Catálogo de Formação Cérebro Centro de Formação, Lda. Sede: Av. José Afonso, nº. 92, cv Cavaquinhas, Arrentela, 2840-735 Seixal Tel./Fax: 212 225 028 Telem.: 912 583 546 info@cerebro-online.com Direcção: Engª. Manuela Partidário

Leia mais

Showcasing de Boas Práticas de Valorização das Pessoas - REGULAMENTO

Showcasing de Boas Práticas de Valorização das Pessoas - REGULAMENTO Congresso da Administração Pública 2015 Showcasing de Boas Práticas de Valorização das Pessoas - REGULAMENTO ENQUADRAMENTO Visão do INA: ser reconhecido como um serviço de referência na qualificação e

Leia mais

Training Course. MBA LEADERSHIP Liderança

Training Course. MBA LEADERSHIP Liderança MBA LEADERSHIP Liderança DESCRIÇÃO Cada vez mais, a liderança assume um papel preponderante no dia-a-dia das nossas empresas. O sucesso de uma equipa está dependente da capacidade de liderança do seu líder.

Leia mais

CARTA DE DIREITOS DOS CLIENTES

CARTA DE DIREITOS DOS CLIENTES CARTA DE DIREITOS DOS CLIENTES Capítulo 1º Objecto e âmbito A Carta de direitos e deveres dos clientes materializa o compromisso da APPACDM de Soure relativamente aos serviços e programas que envolvem

Leia mais

Plano de Actividades Ano lectivo 2008/2009 Tema: A aventura dos livros

Plano de Actividades Ano lectivo 2008/2009 Tema: A aventura dos livros Plano de Actividades Ano 2008/2009 Tema: A aventura dos livros 1 ACTIVIDADES DE ORGANIZAÇÃO Actividades Objectivos Intervenientes Calendarização Proceder à gestão de colecções. Organização e gestão do

Leia mais

Avaliação da Satisfação dos Clientes 2014

Avaliação da Satisfação dos Clientes 2014 Avaliação da Satisfação dos Clientes 2014 Sumário Avaliação da Satisfação dos Clientes 2014 Este relatório enquadra-se dentro dos objectivos previstos pelo normativo de certificação da qualidade ISO 9001:2008,

Leia mais

Santa Casa da Misericórdia de Pombal

Santa Casa da Misericórdia de Pombal Manual de Políticas Santa Casa da Misericórdia de Pombal Índice 1. Política da Qualidade 2. Politica de Apoio Social 3. Politica de Recursos Humanos 4. Politica de Ética 5. Politica de Envolvimento Ativo

Leia mais

Competências dos Ortoptistas no Rastreio Visual Infantil

Competências dos Ortoptistas no Rastreio Visual Infantil Competências dos Ortoptistas no Rastreio Visual Infantil Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa IPL Carla Costa Lança carla.costa@estesl.ipl.pt 2010 Introdução As competências profissionais no

Leia mais

SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE FERREIRA DO ZÊZERE CAPÍTULO I

SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE FERREIRA DO ZÊZERE CAPÍTULO I CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Âmbito de aplicação O Centro de Convívio, é uma das Respostas Sociais da Santa Casa da Misericórdia de Ferreira do Zêzere, Instituição Privada de Direito Canónico com sede

Leia mais

SOLUÇÕES DE FORMAÇÃO PARA ENTIDADES EMPREGADORAS FORMAR PARA DESENVOLVER

SOLUÇÕES DE FORMAÇÃO PARA ENTIDADES EMPREGADORAS FORMAR PARA DESENVOLVER SOLUÇÕES DE FORMAÇÃO PARA ENTIDADES EMPREGADORAS FORMAR PARA DESENVOLVER A CONSULTUA - ENSINO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL coloca ao dispor das empresas/entidades empregadoras, um produto profissional de formação

Leia mais

1º Ciclo. Competências Gerais do Ensino Básico

1º Ciclo. Competências Gerais do Ensino Básico 1º Ciclo Ao longo do 1º ciclo do Ensino Básico, todos os alunos devem desenvolver as competências gerais do Ensino Básico. Competências Gerais do Ensino Básico 1. Mobilizar saberes culturais, científicos

Leia mais

Lisboa 2014 FICHA DE CANDIDATURA

Lisboa 2014 FICHA DE CANDIDATURA Lisboa 2014 Refª: 088 Mediação Escolar Grupo de Trabalho dos Bairros e Zonas de Intervenção Prioritária (BIP/ZIP) Rua Nova do Almada, nº 2-3º Andar 1100-060 Lisboa Telefone: 21 322 73 60 Email - bip.zip@cm-lisboa.pt

Leia mais

Serra do Saber. Formação Pedagógica Inicial de Formadores

Serra do Saber. Formação Pedagógica Inicial de Formadores Formação Pedagógica Inicial de Formadores Fundamentação Este curso apresenta de uma forma clara e recorrendo a uma metodologia teórico-prática, os conhecimentos necessários para a formação de formadores

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Alhandra, Sobralinho e S. João dos Montes

Agrupamento de Escolas de Alhandra, Sobralinho e S. João dos Montes Missão do Agrupamento de Escolas de Alhandra, Sobralinho e S. João dos Montes Assegurar a prestação de um serviço público de qualidade na educação, partindo do reconhecimento das condições objectivas do

Leia mais

* Sempre que se trate de um Objectivo Estratégico, previsto no Projecto Educativo, é obrigatório referenciar o respectivo Código.

* Sempre que se trate de um Objectivo Estratégico, previsto no Projecto Educativo, é obrigatório referenciar o respectivo Código. Projecto/Serviços/ Código N.ºA1/A2 Actividade Nº 1 Reuniões de docentes do pré-escolar, 1º e 2º Ciclos. A1 Promover a sequencialidade coerente e estruturada entre a educação préescolar, o 1º Ciclo e o

Leia mais

Formação Financeira para a Inclusão Projeto de intervenção: Saber viver em Tempos de crise Fernanda Santos

Formação Financeira para a Inclusão Projeto de intervenção: Saber viver em Tempos de crise Fernanda Santos Formação Financeira para a Inclusão Projeto de intervenção: Saber viver em Tempos de crise Fernanda Santos Contexto Crise financeira mundial Crise económica e social em Portugal Inquérito à literacia

Leia mais

ENQUADRAMENTO CLIENTES

ENQUADRAMENTO CLIENTES ENQUADRAMENTO A promoção da integração na sociedade do cidadão com deficiência mental assim como a defesa dos seus direitos, são valores considerados como fundamentais pela APPACDM, no respeito pelos princípios

Leia mais

Inquérito por Questionário - Professores

Inquérito por Questionário - Professores Inquérito por Questionário - Professores INSTRUÇÕES Este questionário destina-se a recolher informação para um projecto de investigação sobre "Gestão Cooperada do Currículo como mecanismo de desenvolvimento

Leia mais

Projecto Jovens anos

Projecto Jovens anos Projecto Jovens 18-24 anos Introdução Os jovens 18/24 anos - constituem o grupo etário com maior índice de sinistralidade rodoviária. Na realidade, constituíram entre 2003 e 2007, 16.0% dos mortos e 18.7%

Leia mais

SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO SPO

SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO SPO SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO SPO DECRETO-LEI Nº190/1991 DE 17 MAIO DECRETO-LEI Nº300/1997 DE 31 OUTUBRO / PORTARIA Nº 63 / 2001 DE 30 DE JANEIRO A escola e seus actores Agrupamento de Escolas de

Leia mais