A amamentação materna é uma questão de princípio...de vida!

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1 1001 Razões para Amamentar seu Filho Certa vez perguntaram a uma mãe por que amamentava seu filho. Ela, com semblante meigo, seu rebento aconchegado ao peito, simplesmente retrucou: É porque eu o amo. Nenhuma resposta mais natural e afetuosa poderia sair dos lábios daquela mulher. Dúvidas não pairam sobre os ombros dos defensores do aleitamento materno. Por que, então, algumas contestações e tanto debate? O contemporâneo processo de contestação dos valores tradicionais aliado às inovações tecnológicas e a presente sociedade de consumo constituíram-se em forte antítese à amamentação natural. Adiciona-se a esta as pressões da indústria de produtos alimentícios e suas campanhas de marketing, veremos que combinação poderosa foi criada. Até hoje, porém, nenhuma composição artificial mostrou-se superior ou, pelo menos, com benefícios similares ao leite materno. Analisando o tema sob o ponto de vista filosófico da existência humana, as conclusões serão sempre favoráveis. Em termos teológicos, qualquer que seja a crença, tudo que vem do Ser supremo é perfeito para o seu fim; o que foi concebido divinamente para ser a sustentação do início da vida não tem como ser aperfeiçoado. Para os cépticos a perpetuação da espécie humana por milhares de anos e sua proliferação para os alguns bilhões de seres atuais deve pressupor a adequação dos processos naturais de manutenção da vida durante os momentos de maior fragilidade biológica e adaptação ao mundo extra-uterino. Dessa forma, não parece haver princípio filosófico válido que se oponha a amamentação. Por esta e outras razões, 101 razões para amamentar seu filho constitui-se em adorável leitura, esclarecedora e reconfortante. De inestimável valor, merece ser saboreada por todos os interessados no crescimento e desenvolvimento infantis e, em termos mais gerais, na vida humana. A amamentação materna é uma questão de princípio...de vida!

2 Mário Castro Álvarez (MD) Diretor do Departamento Médico-Científico IQB - INSTITUTO DE QUÍMICA E BIOLOGIA S.A. - Magnânima e pioneira iniciativa do Laboratório IQB - Instituto de Química e Biologia S/A., através do seu Serviço de Educação Médica Continuada (CMES) traduzir e oferecer as famílias brasileiras 101 Razões para amamentar seu filho. Obra de incalculável valor científica - pedagógica, oportuna, necessária, de excelsa grandeza e beleza, um verdadeiro Tratado! Discorre de forma bem didática e numa linguagem acessível a todos, ressaltando de forma grandiosa as inúmeras (mais de cem!) vantagens desse relacionamento simbiótico Mãe-Filho(a). Prefaciá-lo é para mim, motivo de imensurável satisfação, orgulho, estímulo profissional e gratificação e o faço com arroubo da alma, de modo, carinho, entusiasmo, e alegria, e que alegria! O Livro 101 Razões para Amamentar seu Filho convida-nos a enveredar por esta auspiciosa e enigmática ligação afetiva tão bem representada por sua capa, que através de suas matrizes e desenhos devota todo o seu conteúdo. Como é sabido por todos, as leis sapientíssimas de Deus são invioláveis e imutáveis, destarte, devem ser acatadas e observadas, e a criança é o patrimônio vivo da raça humana que também deve ser preservada. E é dever indeclinável dos pais, educadores e dos pediatras, contribuírem ativamente para melhorar as condições de vida das mesmas. Desde tempos imemoriais a prática da amamentação ao seio, tem sofrido variações e contestações. É uma preocupação muito antiga e remota dos séculos anteriores a Cristo: - Senhor, Te formaste meu interior e me teceste no seio de minha mãe, por isso, graças te dou. (Sal. 139, 13-14).

3 As leis da alimentação: (da quantidade, da qualidade, das harmonias e da adequação) enunciadas por Escuredo (1938) e tão bem adaptadas à dietética infantil, modernamente, torna-se um fato veraz e axiomático: - O aleitamento natural além de construir belo gesto de amor é manancial insubstituível de carinho, segurança, ternura, afeto e proteção. Comprazamo-nos em aproveitar as extraordinárias regras de ouro desse livro e, como já foi dito, a amamentação materna é uma questão de princípio de vida! José Francisco das Chagas Magalhães Avelar Médico Pediatra do Hospital Universitário Materno-Infantil São Luís - MA - 1. A Academia Americana de Pediatria (A.A.P.) Recomenda: O leite humano é a alimentação de preferência para todos os bebês, inclusive prematuros e recém-nascidos doentes... Recomenda-se manter a amamentação no mínimo durante os primeiros 12 meses, e depois disto enquanto for desejado por mãe e filho. (Veja a Declaração da Política de Amamentação da A.A.P.) : A Amamentação e o Uso de Leite Humano (RE2729) 2. A amamentação promove a relação entre mãe e filho. A amamentação estimula a liberação do hormônio ocitocina no organismo da mãe. Atualmente já está bem definido que a ocitocina, além de estimular as contrações uterinas e a ejeção do leite, promove o desenvolvimento do comportamento materno e a relação entre a mãe e seu filho. Uvnas-Moberg, Eriksson : Breastfeeding : physiological, endocrine and behavioral adaptations caused by oxytocin and local neurogenic activity in the nipple and mammary gland.: ( Adaptações fisiológicas, endócrinas e comportamentais causadas

4 pela ocitocina e a atividade neurogênica local no bico do seio e glândula mamária ) Acta Pediatrica, Maio de 1966, 85(5): A amamentação satisfaz as necessidades emocionais do bebê. Todo o bebê precisa ser colocado no colo. Estudos mostraram que bebês prematuros têm menos chance de sobreviver se não forem apanhados no colo e acariciados. Não há sensação mais reconfortante para um bebê do que ser aconchegado no colo durante a amamentação. No caso de bebês alimentados com mamadeira, alguns pais têm consciência da importância de aconchegar seu filho durante a alimentação, mas nem todos. Mesmo os pais mais bem intencionados são tentados a deixar a mamadeira apoiada perto do bebê, ou quando este já estiver um pouco mais crescido até deixá-lo segurando a mamadeira. Isto não satisfaz emocionalmente o bebê, e também pode representar um risco fisicamente. Uma criança não observada pode se asfixiar. Deixar a mamadeira na boca do bebê durante a noite leva à formação de cáries. 4. O leite materno fornece a alimentação perfeita ao bebê. O leite humano é inigualavelmente superior como alimento infantil, e é específico da espécie ; toda e qualquer alimentação que venha substituí-lo difere dele de forma significativa. A criança amamentada é a referência ou modelo normativo, e serve de base para a mensuração de todos os outros métodos de alimentação no que diz respeito a crescimento, saúde, desenvolvimento e todos os outros benefícios de curto e longo prazo. (Veja Declaração da Política de Amamentação da A.A.P.) A Amamentação e o Uso de Leite Humano (RE2729) 5. Não amamentar aumenta o risco de câncer de mama na mãe. Se todas as mulheres que não amamentam ou que o fazem por menos de 3 meses, o fizessem durante 4 a 12 meses, o câncer de mama poderia ser reduzido em 11 % entre mulheres em pré-menopausa que tiveram filhos, segundo dados atuais. Entretanto, se

5 todas as mulheres com filhos amamentassem durante 24 meses ou mais, a incidência poderia ser reduzida em quase 25 %. Esta redução seria ainda maior entre mulheres que amamentam pela primeira vez em idade mais jovem. Newcomb PA, Storer BE, Longnecker MP, et al. Lactation and a reduced risk of premenopausal breast cancer ( Lactação e a redução do risco de câncer de mama na pré-menopausa ) N Engl J Med ; 330: A alimentação com leite em pó aumenta o risco em meninas de desenvolver câncer de mama na idade madura. Entre mulheres alimentadas com leite em pó quando crianças há um índice mais elevado de câncer de mama na idade adulta. Tanto para o câncer pré-menopausa, quanto pós-menopausa, as mulheres amamentadas quando crianças, mesmo que por pouco tempo, correm risco 25% menor de desenvolver câncer de mama do que as alimentadas na mamadeira. Freudenheim, J. et al 1994 Exposure to breast milk in infancy and the risk of breast cancer ( Exposição ao leite materno na infância e o risco de câncer de mama ). Epidemiology 5: A alimentação com leite em pó está associada a um Q.I. mais baixo. O estudo mais recente que sustenta esta afirmação foi realizado na Nova Zelândia. Um estudo longitudinal com duração de 18 anos, feito com mais de crianças constatou que aquelas que foram amamentadas tinham inteligência mais elevada e melhor rendimento acadêmico do que aquelas alimentadas com leite em pó. Horwood e Fergusson, Breastfeeding and Later Cognitive and Academic Outcomes, ( Amamentação e resultados cognitivos e acadêmicos posteriores ), 1998 Pediatrics Vol. 101, Nr 1.

6 Morrow- Tlucak M, Haude RH, Ernhart CB. Breastfeeding and cognitive development in the first 2 years of life ( Amamentação e o desenvolvimento cognitivo nos dois primeiros anos de vida ). Soc Sci Med. 1998:26; Lucas A., Breast Milk and Subsequent Intelligence Quotient in Children Born Preterm. ( Leite materno e quociente de inteligência subsequente em crianças prematuras ). Lancet 1992;339: Wang YS, Wu SY. The effect of exclusive breastfeeding on development in infants. ( O efeito da amamentação exclusiva sobre o desenvolvimento de crianças ) J Hum Lactation. 1996;12: O leite materno está sempre pronto e vem numa embalagem melhor do que o leite em pó. É necessário dizer mais? 9. O leite materno ajuda a eliminar o mecônio. Os bebês nascem com uma substância escura, denominada mecônio, em seus intestinos. O colostro, ou primeiro leite, destina-se principalmente a movimentar esta substância através do corpo da criança a fim de eliminá-la. 10. O leite materno contém elementos para a imunidade contra doenças e ajuda no desenvolvimento do sistema imunológico das crianças. O leite em pó não oferece nenhum destes benefícios. Koutras, A.K., Fecal secretory immunoglobulin A in Breast Milk vs Formula Feeding in Early Infancy. ( Imunoglobulina A secretora fecal versus alimentação com leite em pó na infância precoce ) J. Ped Gastro Nutr O leite materno é mais digerível do que o leite em pó.

7 Os bebês digerem o leite materno com mais facilidade do que o leite de outros animais, provavelmente porque o leite materno contém uma enzima que auxilia este processo. O leite materno forma coágulos menores do que os do leite de vaca (base da maioria dos leites em pó) no estômago do lactente, e é mais facilmente assimilado pelo organismo. Por conter menos proteína que o leite de vaca, em princípio toda a proteína do leite materno é aproveitada pelo bebê. Por outro lado, quase a metade da proteína do leite de vaca passa pelo organismo da criança sem ser aproveitado. Da mesma forma, ferro e zinco são melhor absorvidos por bebês amamentados com leite materno. The Complete Book of Breastfeeding M.S. Eiger. MD, S.Wendkos Olds Copyright 1972, 1987 Comstock, Inc, Workman Publishing Co., Inc. 708 Broadway, New York, NY A amamentação ajuda a contração do útero da mãe após o parto. A amamentação vai ajudá-la a recuperar a forma mais rapidamente, uma vez que a lactação faz com que o útero se contraia, voltando mais rapidamente ao seu tamanho pré-gestacional. The Complete Book of Breastfeeding M.S. Eiger. MD, S. Wendkos Olds Copyright 1972, 1987 Comstock, Incv. Workman Publishing Co., Inc. 708 Broadway, New York, NY O útero da mãe que não amamenta nunca voltará a seu tamanho pré-gestacional. Continuará sempre ligeiramente aumentado. Chua S, Arulkumaran S, Lim I et al. Influence of breastfeeding and nipple stimulation on postpartum uterine activity. ( A influência da amamentação e da estimulação do bico do seio sobre a atividade uterina pós-natal ) Br J Obstet Gynaecol 1994;

8 13. A amamentação ajuda a prevenir hemorragia pós-parto. Ao amamentar o bebê, o corpo da mãe libera ocitocina, estimulando as contrações que ajudam a fazer com que o útero se contraia e volte ao tamanho anterior à gravidez, enquanto expele a placenta. Essas contrações também fecham os vasos sangüíneos maternos que antes alimentaram o bebê e evitam o excesso de sangramento. As mulheres que optam por não amamentar têm de tomar ocitocina sintética para se protegerem da hemorragia. Chua S, Arulkumaran S, Lim I et al., Influence of breastfeeding and nipple stimulation on postpartum uterine activity ( A influência da amamentação e da estimulação do bico do seio sobre a atividade uterina pós-natal ) Br J Ovstet Gynaecol 1994; 101: Amamentar ajuda a mãe a perder peso depois que nasce o bebê. Amamentar requer uma média de 500 calorias extra por dia. Dewey KG, Heinig MJ, Nommwen LA, Maternal weight-loss patterns during prolonged lactation ( Padrões de perda de peso da mãe durante a lactação prolongada ) Am J Clin Nutr 1993; 58: As mães que amamentaram exclusiva ou parcialmente tiveram reduções significativamente maiores na circunferência dos quadris e menos freqüentemente estavam acima de seu peso pré-gestacional um mês após o parto em relação às mães que alimentaram os bebês com mamadeira exclusivamente. Kramer F, Breastfeeding reduces maternal lower body fat ( Amamentar reduz a gordura da parte inferior do corpo da mãe ), J Am Diet Assoc, 1993; 93 (4): O leite prematuro é especialmente previsto para crianças prematuras.

9 O leite produzido por mulheres que dão à luz prematuramente difere daquele produzido depois de uma gravidez completa. Especificamente durante o primeiro mês depois do parto o leite prematuro mantém uma composição similar à do colostro. Hamosh, Margit, PhD, Georgetown University Medical Center, Breast-feeding: Unravelling the Mysteries of Mother s Milk ( Amamentação: revelando os mistérios do leite materno ) 16. A Organização Mundial de Saúde e a UNICEF recomendam:... amamentar é uma maneira inigualável de prover o alimento ideal para o crescimento e o desenvolvimento sadio das crianças;... forma uma base biológica e emocional única para a saúde de ambos, mãe e filho;... as propriedades antiinfecciosas do leite materno ajudam a proteger as crianças contra as doenças; e... há uma relação importante entre amamentação e o espaçamento entre filhos. (Sublinhamento acrescentado.) (Ver The WHO/UNICEF International Code of Marketing of Breastmilk Substitutes - Código Internacional OMS/UNICEF de Marketing de Substitutos do Leite Materno.) 17. A amamentação protege contra a doença de Crohn (problemas intestinais). Koletzko S, Sherman P, Corey M et al., Role of infant feeding practices in development of Crohn s disease in childhood ( O papel das práticas de alimentação infantil no desenvolvimento da doença de Crohn na infância ). Br. Med J. 1989; 298: Rigas A, Rigas B, Blassman M et al., Breast-feeding and maternal smoking in the etiology of Crohn s disease and ulcerative colitis in childhood - ( Amamentação e mãe fumante na etiologia da doença de Crohn e colite ulcerativa na infância ), Ann Epidemiol. 1993;

10 18. A alimentação com leite em pó aumenta o risco do bebê desenvolver diabete tipo I (juvenil, dependente de insulina). Os resultados de um estudo na Finlândia sugerem que a introdução de laticínios em idade tenra e o alto consumo de leite durante a infância aumentam o nível de anticorpos do leite de vaca nos sistemas das crianças. Esse fator é associado de forma independente com o aumento do risco de diabete dependente de insulina. Virtanen et al., Diet, Cow s milk protein antibodies and the risk of IDDM in Finnish children ( Regime alimentar, anticorpos da proteína do leite de vaca e o risco de DMDI nas crianças finlandesas ), Childhood Diabetes in Finland Study Group (Grupo de Estudo do Diabete na Infância na Finlândia), Diabetologia, abril de 1994, 37 (4): Mayer, EJ, Hamman RF, Gay EC et al., Reduced risk of IDDM among breast-fed children ( Risco reduzido de DMDI entre crianças amamentadas ), Diabetes, 1988; 37: Virtanen SM, Rasanen L, Aro A et al., Infant feeding in Finnish children < 7yr of age with newly diagnosed IDDM ( Alimentação infantil na Finlândia para crianças com menos de 7 anos e DMDI recém-diagnosticado ) Diabetes Care, 1991; 14: Gerstein HC. Cow s milk exposure and type 1 diabetes mellitus ( Exposição ao leite de vaca e diabete mellitus tipo 1 ), Diabetes Care, 1994; 17:13-19 Borch-Johnson, K. et al., Relation between breastfeeding and incidence of insulindependent diabetes mellitus ( Relação entre amamentação e incidência de diabete mellitus dependente de insulina ), Lancet 2: (1984) 19. Amamentar diminui a necessidade de insulina das mães.

11 A redução da dose de insulina pós-parto foi significativamente maior nas mães que estavam amamentando do que naquelas que alimentavam o bebê com mamadeira. Davies, H. A., Insulin Requirements of Diabetic Women who Breast Feed ( Necessidade de insulina de mulheres diabéticas que amamentam ), British Medical Journal, Amamentar estabiliza a evolução da endometriose materna. 21. Não amamentar aumenta o risco da mãe desenvolver câncer de ovário. Rosenblatt KA, Thomas DB, WHO Collaborative Study of Neoplasia and Steroid Contraceptives ( Estudo conjunto da OMS sobre neoplasia e contraceptivos esteróides ), Int J Epidemiol. 1993; 22: Schneider, A. P. Risk Factor for Ovarian Cancer ( Fator de risco para câncer de ovário ), New England Journal of Medicine, Não amamentar aumenta o risco da mãe desenvolver câncer do endométrio. Petterson B et al., Menstruation span - a time limited risk factor for endometrial carcinoma ( Período da menstruação - um fator de risco com limite de tempo para o carcinoma endometrial ), Acta Obstst Gyneocol Scand, 1986; 65: A alimentação com leite em pó aumenta as chances do bebê desenvolver alergias. Lucas A, Brooke OG, Morley R et al., Early diet of preterm infants and development of allergic or atopic disease: ramdomized prospective study ( Regime alimentar inicial de bebês prematuros e desenvolvimento de doenças alérgicas ou atópicas: estudo randomizado prospectivo ), Br Med J, 1990: 300: Halken S, Host A, Hansen LG et al., Effect of an allergy prevention programme on incidence of atopic symptoms in infancy ( Efeito de um programa de prevenção

12 alérgica sobre a incidência de sintomas atópicos na infância), Ann Allergy, 1992; 47: Saarinen UM, Kajossari M., Breastfeeding as prophylaxis against atopic disease: prospective follow-up study until 17 years old ( Amamentação enquanto profilaxia contra doença atópica: estudo de acompanhamento prospectivo até 17 anos ) Lancet, 1995; 346: O leite materno diminui o risco do bebê desenvolver asma. Bebês amamentados têm menor risco de desenvolver o sibilo recorrente quando mais velhos (aos 6 ou mais anos de idade). Archives of Pediatric and Adolescent Med., julho de A alimentação com leite em pó aumenta o risco do bebê ter otite média. (infecções de ouvido) A otite média aparece de 3 a 4 vezes mais em crianças alimentadas com mamadeira. Aniansson G, Alm B, Andersson B et al., A prospective cohort study on breastfeeding and otitis media in Swedish infants ( Um estudo prospectivo conjunto sobre amamentação e otite média em crianças suecas ), Pediatr Infect Dis J, 1994; 13: Kovar MG, Serdula MK, Marks JS et al., Review of the epidemiologic evidence for an association between infant feeding and infant health ( Revisão da evidência epidemiológica para uma associação entre alimentação infantil e saúde infantil ), Pediatrics, 1984: 74: S615-S638

13 Saarinen UM, Prolonged Breast Feeding as prophylaxis for recurrent otitis media ( Amamentação prolongada como profilaxia para otite média recorrente ), Acta Paediatr Scand, 1982; 71: A alimentação com leite em pó pode aumentar o risco de síndrome da morte súbita infantil. (S.M.S.I.) Ford RPK, Taylor BJ, Mitchell EA et al., Breast-feeding and the risk of sudden infant death syndrome ( Amamentação e o risco de síndrome da morte súbita infantil ), Int J. Epidemiol, 1993; 22: Mitchell EA, Taylor BJ, Ford RPK et al., Four modifiable and other major risk factors for cot death: the New Zealand Study ( Quatro fatores modificáveis e outros de risco importante para a morte súbita: o Estudo da Nova Zelândia ) J Paediatr Child Health, 1992; 28: S3-S8 Scragg LK, Mitchell EA, Tonkin SL et al., Evaluation of the cot death prevention programme in South Auckland ( Avaliação do programa de prevenção de morte súbita em South Auckland ) NZ Med J, 1993; 106: A amamentação protege o bebê contra infecções diarréicas. Kovar MG, Serdula MK, Marks JS et al, Review of the epidemiologic evidence for an association between infant feeding and infant health ( Revisão da evidência epidemiológica para uma associação entre alimentação infantil e saúde infantil ), Pediatrics, 1984: 74: S615-S638 Dewey KG, Heinig MJ, Nommsen-Rivers LA, Differences in morbidity between breast-fed and formula-fed infants ( Diferenças entre a morbidade de crianças amamentadas e crianças alimentadas com leite em pó ) Pediatr., 1995; 126:

14 Howie PW, Forsyth JS, Ogston SA et al., Protective effect of breast feeding against infection ( Efeito protetor da amamentação contra infecção ), Br Med J, 1990; 300:11-16 Popkin BM, Adair L, Akin JS et al., Breast-feeding and diarrheal morbidity ( Amamentação e morbidade por diarréia ), Pediatrics, 1990; 86: Beaudry M, Dufour R, Marcoux S, Relation Between infant feeding and infections during the first six months of life ( Relação entre alimentação infantil e infecções durante os primeiros seis meses de vida ), J Pediatr, 1995; 126: A amamentação protege o bebê contra meningite bacteriana. Cochi SL, Fleming DW, Hightower AW et al., Primary invasive Haemophilus influenzae type b disease: a population-based assessment of risk factors ( Doença Haemophilus influenzae tipo b primária invasiva: uma avaliação de fatores de risco baseada na população ), J Pediatr, 1986; 108: Istre GR, Conner JS, Broome CV et al., Risk factors for primary invasive Haemophilus influenzae disease: increased risk from day care attendance and schoolaged household members ( Fatores de risco para doença Haemophilus influenzae primária invasiva: risco aumentado com atendimento ambulatorial e membros da família em idade escolar ), J Pediatr, 1985; 106: A amamentação protege o bebê contra infecções respiratórias. Frank Al, Taber LH, Glezen WP et al., Breast-feeding and respiratory virus infection ( Amamentação e infecção respiratória por vírus ), Pediatrics, 1982; 70: Wright AI, Holberg DJ, Martinez FD et al., Breastfeeding and lower respiratory tract illness in the first year of life ( Amamentação e doença do trato respiratório inferior no primeiro ano de vida ), Br Med J, 1989; 299:

15 Chen Y., Synergistic effect of passive smoking and artificial feeding on hospitalization for respiratory illness in early childhood ( Efeito sinergístico do fumo passivo e da alimentação com leite em pó na hospitalização em doença respiratória na primeira infância ), Chest, 1989; 95: Wright AL, Holberg CH, Taussig LM et al., Relationship of infant feeding to recurrent wheeezing at age 6 years ( Relação da alimentação infantil com sibilo recorrente à idade de 6 anos ), Arch Pediatr Adolesc Med, 1995; 149: Bebês alimentados com leite em pó têm maior risco de desenvolver certos linfomas da infância. Davis MK, Savitz DA, Graubard BI, Infant feeding and childhood cancer ( Alimentação infantil e câncer na infância ), Lancet, 1988; 2: Shu X - O, Clemens H, Zheng W et al., Infant breastfeeding and the risk of childhood lymphoma and leukaemia ( Amamentação infantil e o risco de linfoma e leucemia na infância ), Int J Epidemiol, 1995; 24: A amamentação diminui as chances de artrite reumatóide juvenil. Dados preliminares de pesquisadores das universidades de North Carolina e Duke indicam que as crianças amamentadas tiveram apenas 40% de risco de desenvolver AJ. Mother s Milk: An Ounce of Prevention? ( Leite materno: uma onça de prevenção? ), Arthritis Today, maio e junho de A amamentação diminui as chances da criança contrair doença de Hodgkins. An Exploratory Study of Environmental and Medical Factors Potentially Related to Childhood Cancer, Medical & Pediatric Oncology, 1991; 19 (2):

16 33. A amamentação protege o bebê contra defeitos da visão. Birch E et al., Breastfeeding and optimal visual development ( Amamentação e o perfeito desenvolvimento visual ), J Pediatr Ophthalmol Strabismus, 1993; 30:33-8 Num estudo em Bangladesh, a amamentação se provou um fator de proteção contra a cegueira noturna entre crianças em idade pré-escolar tanto em áreas rurais como urbanas. O leite materno geralmente é a principal, senão a única, fonte de vitamina A durante os primeiros 24 meses de vida de uma criança (ou enquanto durar a amamentação). Bloem, M. et al., The role of universal distribution of vitamin A capsules in combatting vitamin A deficiency in Bangladesh ( O papel da distribuição universal de cápsulas de vitamina A para combater a deficiência de vitamina A em Bangladesh ), Am J Epidemiol,1995; 142 (8): A amamentação diminui as chances de osteoporose materna na vida futura. A possibilidade de uma mulher com osteoporose não ter amamentado seu bebê é 4 vezes mais alta que a de uma mulher do grupo de controle. Blaauw, R. et al., Risk factors for development of osteoporosis in a South African population ( Fatores de risco para o desenvolvimento de osteoporose numa população sul-africana ), SAMJ, 1994; 84: Dr. Alan Lucas, Centro de Pesquisa da Nutrição Infantil MRC de Londres, descobriu que crianças de 8 anos de idade que tinham sido alimentadas com leite em pó em vez de amamentadas quando bebês tinham a mineralização do osso menos desenvolvida que as amamentadas com leite materno. Melton LJ, Bryant SC, Wahner HW et al., Influence of breastfeeding and other reproductive factors on bone mass later in life ( Influência da amamentação e outros

17 fatores reprodutivos sobre a massa do osso na vida futura ), Osteoporos Int, 1993; 22: Cumming RG, Klineberg RJ, Breastfeeding and other reproductive factors and the risk of hip fractures in elderly woman ( Amamentação e outros fatores reprodutivos e o risco de fratura do quadril em mulher idosa ), Int J Epidemiol, 1993; 22: O leite materno é calmante intestinal. 36. O leite de vaca irrita o intestino. 37. Os bebês alimentados com leite em pó correm maior risco de serem obesos na vida futura. 38. Os bebês amamentados correm menor risco de terem distúrbios cardiopulmonares enquanto se alimentam. Os bebês que mamam na mamadeira correm maior risco de terem distúrbios cardiopulmonares, inclusive fechamento prolongado das vias aéreas e obstruções respiratórias pelo fato de engolir repetidamente. Koenig HS, Davies Am, Thach BT, Coordination of breathing, sucking and swallowing during bottle feedings in human infants ( Coordenação de respirar, sugar e engolir durante a alimentação de crianças com mamadeira ), J Appl Physiol 69: 1629: , As crianças podem ter saturação de oxigênio abaixo de 90% quando se alimentam por mamadeira. Nove em 50 crianças saudáveis nascidas a termo, participantes de um estudo, experimentaram bradicardia durante a alimentação com mamadeira. Seis desses episódios foram precedidos por apnéia, três demonstraram hipopnéia (redução acentuada na ventilação) e um teve apnéia central (nenhum movimento respiratório).

18 Matthew O, Clark ML, Ponske MH, Apnea, bradycardia and cyanosis during oral feeding in term neonates ( Apnéia, bradicardia e cianose durante a alimentação oral em recém-nascidos a termo ) J Pediatr 106:857, Bebês amamentados têm menos chance de desenvolver colite ulcerativa. Rigas A, Rigas B, Blassman M et al., Breast-feeding and maternal smoking in the etiology of Crohn s disease and ulcerative colitis in childhood ( Amamentação e fumo materno na etiologia da doença de Crohn e na colite ulcerativa na infância ), Ann Epidemiol, 1993; O leite materno protege contra o vírus hemophilus B. Cochi SL, Fleming DW, Hightower AW et al., Primary invasive Haemophilus influenziae type b disease: a population-based assessment of risk factors ( Doença Haemophilus influenziae tipo b invasiva primária: uma avaliação de fatores de risco com base na população), J Pediatr, 1986; 108: Takala AK, Eskola J, Palmgren J et al., Risk factors of invasive Haemophilus influenziae type b disease among children in Finland ( Fatores de risco da doença Haemophilus influenziae tipo b invasiva entre crianças na Finlandia ), J Pediatr, 1980; 115: Istre GR, Conner JS, Broome CV et al., Risk factors for primary invasive Haemophilus influenziae disease: increased risk from day care attendance and schoolaged household members ( Fatores de risco para a doença Haemophilus influenziae primária invasiva: aumento do risco em atendimento ambulatorial e membros da família em idade escolar ), J Pediatr, 1985; 106: Os bebês amamentados ao peito precisam de menos jejum antes e depois de cirurgias.

19 A amamentação pode continuar até três horas antes da hora de chegar ao hospital para as crianças saudáveis que vão passar por uma cirurgia eletiva. Schreiner, M.S., Preoperative and Postoperative fasting in children ( Jejum pré e pós-operatório em crianças ), Ped Clinics N Amer 41 (1); (1994) 42. A amamentação resulta em menos dias de doença para os pais. Uma vez que estatisticamente os bebês amamentados são mais saudáveis que os que tomam leite em pó, os pais dos bebês amamentados perdem menos tempo de trabalho tomando conta de crianças doentes. 43. A amamentação promove a efetividade das vacinas. As crianças amamentadas demonstraram melhores respostas secretoras e do soro às vacinas parente-rais que os alimentados com leite em pó. Han-Zoric, M., Antibody responses to parenteral and oral vaccines are impaired by conventional and low protein formulas as compared to breastfeeding ( As respostas de anticorpos a vacinas parenterais e orais são menores na alimentação convencional e de baixa proteína quando comparada à amamentação ), Acta Paediatr Scand, 1990; 79: Bebês amamentados têm menos chance de desenvolver enterocolite necrotizante. Lucas A, Cole TJ, Breast milk and neonatal necrotizing enterocolitis ( Leite materno e enterocolite necrotizante neo-natal ), Lancet, 1990; 336: Convert RF, Barman N, Comanico RS et al., Prior enteral nutrition with human milk protects against intestinal perforation in infants who develop necrotizing enterocolitis ( Nutrição enteral anterior com leite humano protege contra perfuração intestinal nas crianças que desenvolvem enterocolite necrotizante ), Pediatr Res, 1995; 37: 305A. Abstract

20 45. A amamentação é um anticoncepcional natural. Isto só é verdadeiro se você estiver exclusivamente amamentando e ainda não tiver menstruado outra vez após o parto. A amamentação noturna estimula uma amenorréia mais longa (período sem regras). Se você de fato não quer engravidar de novo, use algum método de contracepção, mesmo que suas regras ainda não tenham voltado. Você não vai ter como saber quando a sua primeira ovulação vai ocorrer e no momento em que souber, pode estar grávida! Ainda assim, de maneira geral, amamentar contribui para um espaçamento ótimo entre filhos. Kennedy KI, Visness CM, Contraceptive efficacy of lactational amenorrhoea ( Eficácia contraceptiva da amenorréia lactacional ), Lancet, 1992; 339: Gray RH, Campbell OM, Apelo R et al., Risk of ovulation during lactation ( Risco de ovulação durante a amamentação ), Lancet, 1990; 335:25-29 Labbock MH, Colie C., Puerperium and breastfeeding ( Puerpério e amamentação ), Curr Opin Obstet Gynecol, 1992; 4: Amamentar é mais fácil que usar leite em pó. Depois do período inicial, amamentar é muito fácil. Você só tem que levantar a blusa e deixar o bebê sugar. Não precisa ir comprar o leite, a mamadeira e outros produtos. Não tem que misturar, aquecer, refrigerar e limpar, como com o leite em pó. Se você dormir com o seu bebê ou se ele dormir perto da sua cama, pode esquecer todos os rituais noturnos perturbadores associados com o leite em pó. Você só tem que virar para o lado deixar o bebê mamar e voltar a dormir! 47. O leite materno é grátis. As calorias adicionais que a mãe deve ingerir constituem uma despesa dispensável e roupa de amamentar é coisa opcional. Se você precisar bombear o leite, há

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