O Principezinho. Antoine de Saint-Exupéry. com aguarelas do autor

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1 Antoine de Saint-Exupéry com aguarelas do autor

2 ANTOINE DE SAINT-EXUPÉRY 10 Então, pensei muito nas aventuras da selva e, com um lápis de cor, consegui fazer o meu primeiro desenho. O meu desenho número 1 era assim: Mostrei a minha obra-prima às pessoas crescidas e perguntei-lhes se o meu desenho lhes metia medo. Elas responderam-me: Porque haveria um chapéu de meter medo a alguém? Mas o meu desenho não era um chapéu. Era uma jiboia a digerir um elefante. Desenhei, então, o interior da jiboia, para as pessoas crescidas poderem perceber. Elas precisam sempre que se lhes explique as coisas. O meu desenho número 2 era assim: As pessoas crescidas aconselharam-me a pôr de parte os desenhos de jiboias, abertas ou fechadas, e a dedicar- -me antes à geografia, à história, à aritmética e à gramática. Foi assim que, aos seis anos, abandonei uma brilhante carreira de pintor. Fiquei desanimado com o insucesso

3 do meu desenho número 1 e do meu desenho número 2. As pessoas crescidas nunca percebem nada sozinhas e as crianças cansam-se de estarem sempre a explicar tudo. Tive, então, de escolher outra profissão e aprendi a pilotar aviões. Voei um pouco por todo o mundo. E é verdade que a geografia me foi muito útil. Era capaz de distinguir imediatamente a China do Arizona, o que dá muito jeito quando andamos perdidos de noite. Assim, pela vida fora, encontrei muitas pessoas importantes. Vivi muito tempo entre pessoas crescidas. Vi-as de muito perto. Mas isso não melhorou muito a opinião que tinha delas. Quando conhecia alguma que me parecia mais lúcida, fazia com ela a experiência do meu desenho número 1, que guardei sempre, para saber se essa pessoa era capaz de compreender alguma coisa. Mas a resposta era sempre a mesma: É um chapéu. Então, optava por não lhe falar de jiboias, nem de florestas virgens, nem de estrelas. Punha-me ao mesmo nível dela. Falava-lhe de bridge, de golfe, de política e de gravatas. E a pessoa crescida ficava toda contente por conhecer um homem tão sensato. 11 O que representa o desenho do narrador? Descobre na página II. Porque terá o narrador escolhido ser piloto? Sabe mais na página II.

4 Viagem guiada II Capítulo I Personagens Narrador (piloto) Localização Desconhecida Temas Crianças vs. pessoas crescidas; exploração O que representa o desenho do narrador? Vê na página 10. O narrador mostra-nos o desenho que ele próprio fez, quando era criança, de um elefante engolido por uma jiboia. Os adultos, ao verem o desenho, aconselharam-no a desistir dessa atividade e a dedicar o seu tempo a outras matérias. Essencialmente, o desenho representa a imaginação sem limites das crianças contra a falta de imaginação dos adultos. Já reparaste que os adultos veem sempre as coisas como elas são e são tão pouco criativos? Porque não há de uma jiboia engolir um elefante? A presença de ilustrações do próprio narrador é, por isso, um símbolo do seu regresso à infância, conseguindo assim transmitir ideias complexas de forma quase direta. Nunca ouviste dizer que uma imagem vale mais do que mil palavras? Por que razão escolheu o narrador ser piloto? Vê na página 11. Sentindo-se incompreendido pelos adultos ( As pessoas crescidas nunca percebem nada ), o narrador abandona os desenhos e torna-se piloto, uma profissão que lhe permite explorar o mundo, ficando a conhecer a sua riqueza e imensa diversidade. Quer o narrador quer o principezinho têm sede de aventura e de crescer, pois só a exploração traz conhecimento e crescimento. Mesmo no deserto, por exemplo, viajam por diferentes mundos e universos através das histórias que o principezinho conta.

5 Capítulo II III Personagens Narrador e principezinho Localização Deserto Temas Exploração; criação de laços Por que razão diz o piloto que viveu sempre assim sozinho? Vê na página 12. Até ao acidente no deserto do Sara, que o leva a conhecer o principezinho, reparaste como o piloto diz que havia vivido sempre só, mesmo entre gente séria e pessoas crescidas? É verdade; de certeza que já te sentiste sozinho mesmo estando perto de outras pessoas. Isto acontece quando estamos perto de pessoas que não nos compreendem. Esse sentimento, no entanto, muda com o aparecimento do principezinho. O que representa o deserto? Vê na página 12. Nas próprias palavras do piloto: Estava muito mais isolado do que um náufrago numa jangada no meio do oceano, reforçando, novamente, a ideia da solidão que o piloto sentia na sua vida até que o seu encontro com o principezinho expande os seus horizontes emocionais e mentais. O deserto (e o oceano) é, por isso, uma referência à solidão do piloto. O que significa o desenho da ovelha? Vê nas páginas 14 a 16. Quando desenha a ovelha ao principezinho, o piloto sente-se, novamente, criança. Reparaste que, mesmo sendo os desenhos bastante idênticos, o principezinho consegue sempre ver uma ovelha diferente? Muito à semelhança de como o narrador conseguia ver o elefante dentro da sua jiboia. E viste como o principezinho só conseguiu ver a sua ovelha dentro de uma caixa? É, mais uma vez, a imaginação ilimitada das crianças que se pretende retratar.

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