AUTO-ESTRADA A41 LANÇO FREIXIEIRO / ALFENA MAPAS ESTRATÉGICOS DE RUÍDO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AUTO-ESTRADA A41 LANÇO FREIXIEIRO / ALFENA MAPAS ESTRATÉGICOS DE RUÍDO"

Transcrição

1 ASCENDI AUTO-ESTRADA A41 LANÇO FREIXIEIRO / ALFENA - RESUMO NÃO TÉCNICO - - ADITAMENTO - JUNHO 2010 CERTINOR Engenharia e Consultoria, Lda. DIVISÃO DE ACÚSTICA APLICADA Av. da República, n.º 2503, Sala 23, Vila Nova de Gaia Tel/Fax:

2 ÍNDICE 1. APRESENTAÇÃO JUSTIFICAÇÃO / OBJECTIVO ENQUADRAMENTO LEGAL CONCEITO DE MAPA ESTRATÉGICO DE RUÍDO METODOLOGIA DE ELABORAÇÃO DOS EM TÍTULO INTERPRETAÇÃO DOS EM TÍTULO... 6 ANEXO I: DO LANÇO FREIXIEIRO/ALFENA DA A Processo n.º CN_114/07 Junho 2010 Página 1

3 AUTO-ESTRADA A41 LANÇO FREIXIEIRO / ALFENA - RESUMO NÃO TÉCNICO - 1. APRESENTAÇÃO O presente RESUMO NÃO TÉCNICO descreve de forma sucinta e em linguagem acessível os procedimentos de elaboração e a interpretação dos DA AUTO- ESTRADA 41 FREIXIEIRO / ALFENA, elaborados em Janeiro de 2009 (alvo de aditamento em Junho de 2010), destinando-se à divulgação pública, e dando cumprimento à legislação em vigor (Dec.- Lei n.º 146/2006, de 31 de Julho, e Dec.-Lei n.º 9/2007, de 17 de Janeiro, REGULAMENTO GERAL DO RUÍDO). 2. JUSTIFICAÇÃO / OBJECTIVO O Dec.-Lei n.º 146/2006, que transpõe para o direito nacional a Directiva n.º 2002/49/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de Junho, estabelece a obrigatoriedade de elaborar mapas de ruído como ferramenta para a avaliação e gestão do ruído ambiente, através da recolha e disponibilização de informação ao público relativamente aos níveis sonoros de ruído ambiente exterior sob a forma de mapas estratégicos de ruído, com base em indicadores e métodos de avaliação harmonizados ao nível da Comunidade Europeia. Esta obrigatoriedade incide, numa primeira fase, sobre as grandes infra-estruturas de transporte (GIT) rodoviário, ferroviário, aéreo e as aglomerações de maior expressão populacional, sendo a Auto-Estrada A41 considerada uma grande infra-estrutura de transporte rodoviário segundo as definições do diploma acima citado. Neste contexto, procede-se à elaboração dos mapas estratégicos de ruído da via em título, reportados ao ano civil de 2006 (como definido na lei para a primeira fase acima referida), visando estimar o número de pessoas, habitações, escolas e hospitais expostos às diferentes classes de valores dos indicadores regulamentares de ruído, Lden e Ln. Processo n.º CN_114/07 Junho 2010 Página 2

4 3. ENQUADRAMENTO LEGAL Os diplomas legais atrás referenciados (Decreto-Lei n.º 9/2007, de 17 de Janeiro e Decreto-Lei n.º 146/2006, de 31 de Julho), incumbem a elaboração e revisão de mapas estratégicos de ruído de infra-estruturas de transporte às entidades gestoras ou concessionárias dessas infraestruturas de transporte. O Decreto-Lei n.º 9/2007 estabelece que as infra-estruturas de transporte estão sujeitas ao cumprimento dos valores limite apresentados, a seguir, no Quadro I. QUADRO I VALORES LIMITE DE EXPOSIÇÃO Lden [db(a)] Ln [db(a)] Zonas Mistas Zonas Sensíveis Zonas Sensíveis na proximidade de GIT existente Zonas sensíveis na proximidade de GIT aérea projectada Zonas sensíveis na proximidade de GIT não aérea projectada NOTA: GIT: Grande Infra-estrutura de transporte Zonas não classificadas CONCEITO DE MAPA ESTRATÉGICO DE RUÍDO Um mapa de ruído consiste na representação gráfica, em planta, dos níveis sonoros do ambiente acústico exterior numa determinada área de território, expressos através dos indicadores de ruído regulamentares de ruído Lden e Ln, por classes de valores, em unidades decibel [db(a)]. Os mapas estratégicos de ruído de uma grande infra-estrutura de transporte (GIT) permitem avaliar a exposição ao ruído com origem na via em análise, nomeadamente o número de pessoas, habitações e áreas expostas às várias classes de valores de Lden e Ln. Os referidos mapas de ruído são elaborados com recurso a programas informáticos específicos para a simulação da propagação sonora, tendo em conta as características da fonte ruidosa em causa, e os modelos de cálculo criados para o efeito devem ser devidamente validados/calibrados. Processo n.º CN_114/07 Junho 2010 Página 3

5 5. METODOLOGIA DE ELABORAÇÃO DOS EM TÍTULO O software utilizado para elaboração dos mapas estratégicos de ruído em título designa-se por IMMI e foi desenvolvido pela Wölfel Software GmbH (Alemanha). O algoritmo de cálculo utilizado é o estabelecido no Dec.-Lei n.º 146/2006 para ruído de tráfego rodoviário (Norma Francesa XPS ). Para calibração dos modelos de cálculo foram realizadas campanhas de medição in situ dos níveis sonoros gerados pelo tráfego em circulação em diferentes locais ao longo do traçado em análise, em simultâneo com contagens dos volumes de tráfego correspondentes, e recolha dos principais parâmetros que concorrem para a obtenção das condições acústicas observadas nas proximidades da via. As variáveis consideradas na parametrização da fonte ruidosa em causa (A41) foram as seguintes: - tráfego médio horário (veículos ligeiros e pesados) para cada período de referência; - velocidades médias de circulação (veículos ligeiros e pesados); - perfil transversal tipo da via (largura e número de faixas de rodagem); - configuração dos taludes das bermas da via (escavação, aterro, viaduto, etc.); - características de emissão sonora da camada de desgaste da via; - fluidez de tráfego. O algoritmo de cálculo considera ainda outros efeitos não relacionados com a fonte ruidosa, mas que influenciam a propagação do ruído, designadamente: - orografia do terreno (curvas de nível, pontos cotados); - dispersão geométrica e absorção atmosférica; - reflexões sonoras e presença de obstáculos à propagação do ruído; - características de reflexão sonora do terreno; - efeitos meteorológicos. Os mapas estratégicos de ruído em título referem-se ao ano 2006 (como estabelecido no Dec.- Lei n.º 146/2006), tendo sido concluídos em Janeiro de Processo n.º CN_114/07 Junho 2010 Página 4

6 Os referidos mapas foram elaborados com base na cartografia digitalizada dos Sublanços em análise, fornecida pela Concessionária da A41 (ASCENDI), considerando os volumes de tráfego fornecidos pela mesma fonte relativos ao ano 2006, e integrando elementos recolhidos em levantamentos de campo efectuados especificamente para o efeito, designadamente os níveis sonoros com origem na circulação rodoviária registados in situ para calibração das características de emissão sonora da camada de desgaste da via. Após o cálculo da propagação do ruído com origem na via (obtenção de mapas de ruído) procedeu-se ao cruzamento dos dados obtidos com a informação estatística relativa às populações residentes nas proximidades, constante do recenseamento populacional CENSOS 2001 (INSTITUTO NACIONAL DE ESTATÍSTICA), de forma a estimar a área total (em km 2 ) e o número de pessoas e de habitações expostas (em centenas) às várias classes de valores de Lden e Ln. Processo n.º CN_114/07 Junho 2010 Página 5

7 6. INTERPRETAÇÃO DOS EM TÍTULO Os mapas estratégicos de ruído referentes aos Sublanços da A41 em título, apresentados em documento próprio e incluídos em anexo, traduzem os níveis sonoros do ruído ambiente exterior nas proximidades da via, referentes ao ano 2006, expressos pelos indicadores ao ruído Lden e Ln, em classes de 5 db(a). Através da análise dos mapas referidos é possível identificar as zonas mais ruidosas nas proximidades da via em análise, bem como as áreas que deverão ser objecto de intervenção no sentido de minimizar o ruído de tráfego com origem na via (a figurar em futuros Planos de Acção) e as áreas onde deverá ser interdita a implantação de edifícios com uso sensível (habitações, escolas, hospitais, etc.) permitindo assim a articulação destes mapas de ruído com outros instrumentos de ordenamento e planeamento do território. A observação dos mapas estratégicos de ruído referentes aos sublanços Freixieiro/Alfena da Auto-Estrada A41, apresentados em anexo, permite concluir que os níveis sonoros variam de local para local resultado dos volumes de tráfego existentes, da posição e distância dos receptores à fonte, da existência de obstáculos à propagação sonora, etc. verificando-se a existência de níveis sonoros máximos de Lden 70 db(a) e Ln 60 db(a) configurando situações que carecem de medidas correctivas nos termos do art.º 19.º do Dec.-Lei 9/2007. No Quadro II, abaixo, apresenta-se uma estimativa do número de pessoas (em centenas) expostas a diferentes valores dos indicadores de ruído Lden e Ln com origem na via em análise, no ano QUADRO II - NÚMERO ESTIMADO DE PESSOAS EXPOSTAS A DIFERENTES CLASSES DE VALORES DE LDEN E LN COM ORIGEM NA VIA EM TÍTULO, A 4M DE ALTURA NA FACHADA MAIS EXPOSTA, EM 2006 Valores de Lden N.º estimado de pessoas (em centenas) (1) Valores de Ln N.º estimado de pessoas (em centenas) (1) 55 < Lden 60 db(a) < Ln 50 db(a) < Lden 65 db(a) 6 50 < Ln 55 db(a) < Lden 70 db(a) 1 55 < Ln 60 db(a) 1 70 < Lden 75 db(a) 0 60 < Ln 65 db(a) 0 Lden > 75 db(a) 0 65 < Ln 70 db(a) 0 Ln > 70 db(a) 0 (1) - Arredondado à centena mais próxima. Quando o valor é inferior a 50 é arredondado para zero. Processo n.º CN_114/07 Junho 2010 Página 6

8 O Quadro III, a seguir, complementa a informação extraída do Quadro I, identificando as áreas das zonas envolventes à via em estudo, em km 2, expostas a diferentes níveis sonoros com origem na via bem como o número de escolas e habitações (em centenas) expostas aos mesmos níveis sonoros. QUADRO III - ÁREA DE TERRITÓRIO, NÚMERO DE HABITAÇÕES, ESCOLAS E DE PESSOAS EXPOSTAS A DIFERENTES CLASSES DE VALORES DE LDEN COM ORIGEM NA VIA EM TÍTULO, A 4M DE ALTURA NA FACHADA MAIS EXPOSTA, EM 2006 Valores de Lden Área total (em km 2 ) (1) N.º estimado de habitações (em centenas) (2) N.º estimado de escolas (em unidades) N.º estimado de pessoas (em centenas) (2) Lden > 75 db(a) 0, Lden > 65 db(a) 1, Lden > 55 db(a) 5, (1) - A área total objecto de análise é 11,34 km 2 (2) Arredondado à centena mais próxima. Quando o valor é inferior a 50 é arredondado para zero. As estratégias para alcançar condições que verifiquem as exigências regulamentares aplicáveis em matéria de exposição das populações ao ruído devem ser apresentadas em Planos de Acção a elaborar nos termos do Dec.-Lei n.º 146/2006, e as medidas de minimização a implementar deverão ser dimensionadas e descritas detalhadamente em Planos de Redução do Ruído, em ambos os casos específicos para os Sublanços em título. Face às atenuações sonoras a alcançar, e uma vez que a via em análise já apresenta uma camada de desgaste com características pouco ruidosas (Betuminoso Modificado com Borracha), as soluções mais adequadas para minimizar o ruído de tráfego apercebido consistem na edificação de barreiras acústicas e manutenção do piso existente. Os mapas estratégicos de ruído referentes à via em título deverão ser reavaliados de 5 em 5 anos, visando confirmar as condições acústicas na envolvente da via, ou quando se verifiquem alterações significativas das características desta (traçado, dados de exploração, etc.) ou das áreas com ocupação sensível ao ruído nas suas proximidades. Processo n.º CN_114/07 Junho 2010 Página 7

9 Vila Nova de Gaia, 21 de Junho de 2010 DIRECÇÃO TÉCNICA CERTINOR, LDA DEPARTAMENTO DE ACÚSTICA AMBIENTAL Fernando Palma Ruivo, Eng.º (Especialista em Engenharia Acústica Pela Ordem dos Engenheiros) Paulo Sarmento, Eng.º (Engenheiro do Ambiente) COORDENAÇÃO TÉCNICA Jorge Cardoso, Eng.º (DFA em Engenharia Acústica) d:\certinor\clientes\ecovisão\mapas estratégicos\a41 - freixieiro-alfena (lote 9)\md\2.1.cn_042a_09_cn114_07_a41_rnt_mapaestratégicoruído_f.doc Processo n.º CN_114/07 Junho 2010 Página 8

10 ANEXO I: DO LANÇO FREIXIEIRO/ALFENA DA A41 Processo n.º CN_114/07 Junho 2010 Página 9

BRISA AUTO-ESTRADAS DE PORTUGAL, S.A.

BRISA AUTO-ESTRADAS DE PORTUGAL, S.A. BRISA AUTO-ESTRADAS DE PORTUGAL, S.A. A12 AUTO-ESTRADA SETÚBAL / MONTIJO SUBLANÇOS MONTIJO / PINHAL NOVO / / NÓ A2-A12 / SETÚBAL MAPA ESTRATÉGICO DE RUÍDO RESUMO NÃO TÉCNICO BRISA AUTO-ESTRADAS DE PORTUGAL,

Leia mais

TROÇO IC2 BATALHA SUL / PORTO (IC1) PLANO DE ACÇÃO RESUMO NÃO TÉCNICO

TROÇO IC2 BATALHA SUL / PORTO (IC1) PLANO DE ACÇÃO RESUMO NÃO TÉCNICO ESTRADAS DE PORTUGAL, S.A. TROÇO IC2 BATALHA SUL / PORTO (IC1) PLANO DE ACÇÃO RESUMO NÃO TÉCNICO Lisboa, Abril de 2015 Esta página foi deixada propositadamente em branco 2 ESTRADAS DE PORTUGAL, S.A. TROÇO

Leia mais

MAPA DE RUÍDO DO MUNICÍPIO DE VILA NOVA DE FAMALICÃO

MAPA DE RUÍDO DO MUNICÍPIO DE VILA NOVA DE FAMALICÃO MAPA DE RUÍDO DO MUNICÍPIO DE VILA NOVA DE FAMALICÃO Actualização segundo o D.L. 9/2007, 17 de Janeiro RESUMO NÃO TÉCNICO Equipa Técnica do Mapa de Ruído: Luís Conde Santos, Director do Laboratório Susana

Leia mais

MAPA ESTRATÉGICO DE RUÍDO DO TROÇO EN 204 CRUZAMENTO EN 306-1 / FAMALICÃO IC5 RESUMO NÃO TÉCNICO

MAPA ESTRATÉGICO DE RUÍDO DO TROÇO EN 204 CRUZAMENTO EN 306-1 / FAMALICÃO IC5 RESUMO NÃO TÉCNICO MAPA ESTRATÉGICO DE RUÍDO DO TROÇO EN 204 CRUZAMENTO EN 306-1 / FAMALICÃO IC5 RESUMO NÃO TÉCNICO Julho de 2010 PREÂMBULO O presente documento constitui o Estudo relativo ao Mapa Estratégico de Ruído do

Leia mais

Cliente: Infraestruturas de Portugal, S.A.

Cliente: Infraestruturas de Portugal, S.A. Infraestruturas de Portugal, S.A Plano de Ação Resumo Não Técnico EN6 Algés/S. João do Estoril EN6-3 Boa Viagem (EN6)/Queijas Relatório nº AG/08/0424-1RNT Página 1 de 15 EN6 Algés/S. João do Estoril EN6-3

Leia mais

MAPA ESTRATÉGICO DE RUÍDO DO TROÇO IC1 CRUZAMENTO E.D. 109-8 / FIGUEIRA DA FOZ RESUMO NÃO TÉCNICO

MAPA ESTRATÉGICO DE RUÍDO DO TROÇO IC1 CRUZAMENTO E.D. 109-8 / FIGUEIRA DA FOZ RESUMO NÃO TÉCNICO MAPA ESTRATÉGICO DE RUÍDO DO TROÇO IC CRUZAMENTO E.D. 09-8 / FIGUEIRA DA FOZ RESUMO NÃO TÉCNICO Setembro de 009 do Troço IC - Cruzamento E.D. 09-8 / Figueira da Foz Resumo Não Técnico GLOSSÁRIO As definições

Leia mais

Estudo Acústico Plano de Pormenor do Parque Mayer Situação de Referência Mapa de Conflitos do Ruído Global Período Nocturno (Ln)

Estudo Acústico Plano de Pormenor do Parque Mayer Situação de Referência Mapa de Conflitos do Ruído Global Período Nocturno (Ln) Valores acima do limite - 53 db(a) Valor regulamentar 0-5 db(a) 5-10 db(a) > 10 db(a) Situação de Referência Mapa de Conflitos do Ruído Global Período Nocturno (Ln) DESENHO N.º 04 DATA Maio 2010 Lden db(a)

Leia mais

MAPA DE RUÍDO DO TERRITÓRIO MUNICIPAL DE VIANA DO CASTELO RESUMO NÃO TÉCNICO

MAPA DE RUÍDO DO TERRITÓRIO MUNICIPAL DE VIANA DO CASTELO RESUMO NÃO TÉCNICO Câmara Municipal de Viana do Castelo MAPA DE RUÍDO DO TERRITÓRIO MUNICIPAL DE VIANA DO CASTELO Novembro de 2008 MAPA DE RUÍDO DO TERRITÓRIO MUNICIPAL DE VIANA DO CASTELO Equipa Técnica: José F. G. Mendes,

Leia mais

Mapa de Ruído do Concelho da Figueira da Foz

Mapa de Ruído do Concelho da Figueira da Foz Mapa de Ruído do Concelho da Figueira da Foz Índice 1. INTRODUÇÃO... 1 2. JUSTIFICAÇÃO DO PROJECTO... 2 3. ASPECTOS METODOLÓGICOS... 3 3.1. Definição do Âmbito e Objectivos do Estudo... 3 3.2. Aquisição

Leia mais

Análise ao Novo Regulamento Geral do Ruído

Análise ao Novo Regulamento Geral do Ruído Análise ao Novo Regulamento Geral do Ruído Augusto Miguel Lopes Director Geral do Laboratório de Acústica e Vibrações da ECO 14 Em 17 de Janeiro de 2007 foi publicado um Novo Regulamento Geral do Ruído

Leia mais

As cartas de Brasília Mapas de ruído da capital federal. Prof. Dr. Sérgio Garavelli

As cartas de Brasília Mapas de ruído da capital federal. Prof. Dr. Sérgio Garavelli As cartas de Brasília Mapas de ruído da capital federal Prof. Dr. Sérgio Garavelli Grupo de Pesquisa em Acústica Ambiental Dr. Sérgio Luiz Garavelli Coordenador Dr. Armando de Mendonça Maroja MSc. Cleber

Leia mais

AVALIAÇÃO DO EFEITO DO PAVIMENTO NO RUÍDO DE TRÁFEGO RODOVIÁRIO.

AVALIAÇÃO DO EFEITO DO PAVIMENTO NO RUÍDO DE TRÁFEGO RODOVIÁRIO. AVALIAÇÃO DO EFEITO DO PAVIMENTO NO RUÍDO DE TRÁFEGO RODOVIÁRIO. CARLOS GUERRA AUTO-ESTRADAS DO ATLANTICO, S.A.. FERNANDO PALMA RUIVO DIRECTOR TÉCNICO, CERTIPROJECTO, Lda. DIVISÃO DE ACÚSTICA APLICADA

Leia mais

PLANO DE PORMENOR DE QUERENÇA PROPOSTA DE PLANO MAPAS DE RUÍDO MUNICÍPIO DE LOULÉ MARÇO DE 2009

PLANO DE PORMENOR DE QUERENÇA PROPOSTA DE PLANO MAPAS DE RUÍDO MUNICÍPIO DE LOULÉ MARÇO DE 2009 PROPOSTA DE PLANO PLANO DE PORMENOR DE MAPAS DE RUÍDO QUERENÇA MARÇO DE 2009 MUNICÍPIO DE LOULÉ Adaptação do Mapa de Ruído do Plano Pormenor Querença ao novo Regulamento Geral de Ruído (Dec.-Lei 9/2007)

Leia mais

ADAPTAÇÃO À NOVA REGULAMENTAÇÃO DO RUÍDO

ADAPTAÇÃO À NOVA REGULAMENTAÇÃO DO RUÍDO MAPAS DE RUÍDO DO CONCELHO DE ALJEZUR ADAPTAÇÃO À NOVA REGULAMENTAÇÃO DO RUÍDO (Dec.-Lei n.º 9/2007, de 17 de Janeiro) - RESUMO NÃO TÉCNICO - DEZEMBRO 2007 ÍNDICE 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. JUSTIFICAÇÃO /

Leia mais

PLANO DE PORMENOR DO DALLAS FUNDAMENTAÇÃO DA DELIBERAÇÃO DE DISPENSA DE AVALIAÇÃO AMBIENTAL

PLANO DE PORMENOR DO DALLAS FUNDAMENTAÇÃO DA DELIBERAÇÃO DE DISPENSA DE AVALIAÇÃO AMBIENTAL FUNDAMENTAÇÃO DA DELIBERAÇÃO DE DISPENSA DE AVALIAÇÃO AMBIENTAL Deliberação da Reunião Câmara Municipal de 29/11/2011 DIRECÇÃO MUNICIPAL DE URBANISMO DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE PLANEAMENTO URBANO DIVISÃO

Leia mais

Plano de Pormenor da Área Turística da Maceira Torres Vedras

Plano de Pormenor da Área Turística da Maceira Torres Vedras Plano de Pormenor da Área Turística da Maceira Torres Vedras Estudo de ambiente acústico 2ª fase elaboração da carta de ruído do Plano -------------------------------------------------------------------------

Leia mais

MAPA DE RUÍDO RESUMO NÃO TÉCNICO

MAPA DE RUÍDO RESUMO NÃO TÉCNICO MAPA DE RUÍDO DO MUNICÍPIO DE SATÃO Actualização para os novos indicadores de ruído Lden e Ln MAPA DE RUÍDO RESUMO NÃO TÉCNICO Abril 2011 Revisão 01 Rua Pedro Hispano 12 3030-289 Coimbra Tel: (+351) 239

Leia mais

DELIMITAÇÃO Km 15 da Marginal Esquerda da Rodovia Anchieta, sentido São Paulo,em São Bernardo do Campo.

DELIMITAÇÃO Km 15 da Marginal Esquerda da Rodovia Anchieta, sentido São Paulo,em São Bernardo do Campo. ESTUDO DA POLUIÇÃO SONORA NA RODOVIA ANCHIETA Paula Alexandre de Siqueira Orientador: Prof. Dr. Alejandro Jorge Dorado Coordenador geral: Prof. Msc. Fernando Codelo Nascimento Música para uma pessoa, pode

Leia mais

Plano Intermunicipal de Mobilidade e Transportes da Região de Aveiro

Plano Intermunicipal de Mobilidade e Transportes da Região de Aveiro Plano Intermunicipal de Mobilidade e Transportes da Região de Aveiro www.regiaodeaveiro.pt PIMT de Aveiro, Aveiro TIS.PT Transportes Inovação e Sistemas, S.A. 1 16 Breve enquadramento A Comunidade Intermunicipal

Leia mais

TÍTULO: A nova lei do ruído. AUTORIA: Ricardo Pedro. PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 166 (Setembro/Outubro de 2006) INTRODUÇÃO

TÍTULO: A nova lei do ruído. AUTORIA: Ricardo Pedro. PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 166 (Setembro/Outubro de 2006) INTRODUÇÃO TÍTULO: A nova lei do ruído AUTORIA: Ricardo Pedro PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 166 (Setembro/Outubro de 2006) INTRODUÇÃO Foi publicado no passado dia 6 de Setembro o Decreto-Lei n.º 182/2006 que transpõe

Leia mais

MAPA ESTRATÉGICO DE RUÍDO DO TROÇO IC2 BATALHA SUL / PORTO IC1. RESUMO NÃO TÉCNICO Volume I

MAPA ESTRATÉGICO DE RUÍDO DO TROÇO IC2 BATALHA SUL / PORTO IC1. RESUMO NÃO TÉCNICO Volume I MAPA ESTRATÉGICO DE RUÍDO DO TROÇO IC2 BATALHA SUL / PORTO IC1 RESUMO NÃO TÉCNICO Volume I Agosto de 2009 GLOSSÁRIO As definições e os parâmetros de caracterização acústica com interesse para o presente

Leia mais

JUSTIFICAÇÃO PARA A NÃO SUJEIÇÃO DO PLANO DE PORMENOR DE REABILITAÇÃO URBANA DE SANTA CATARINA A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA

JUSTIFICAÇÃO PARA A NÃO SUJEIÇÃO DO PLANO DE PORMENOR DE REABILITAÇÃO URBANA DE SANTA CATARINA A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA JUSTIFICAÇÃO PARA A NÃO SUJEIÇÃO DO PLANO DE PORMENOR DE REABILITAÇÃO URBANA DE SANTA CATARINA A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA CÂMARA MUNICIPAL DE SINES DEPARTAMENTO DE GESTÃO TERRITORIAL DIVISÃO DE

Leia mais

ANA Aeroportos de Portugal Aeroportos e Ruído: Uma Gestão de Compromisso

ANA Aeroportos de Portugal Aeroportos e Ruído: Uma Gestão de Compromisso ANA Aeroportos de Portugal Aeroportos e Ruído: Uma Gestão de Compromisso O ruído tem vindo a assumir um lugar de destaque no conjunto de preocupações dos cidadãos em matéria ambiental. De acordo com informação

Leia mais

Ruído. Acção de Formação. Associação de Municípios do Oeste. Outubro de 2008

Ruído. Acção de Formação. Associação de Municípios do Oeste. Outubro de 2008 Ruído Acção de Formação Associação de Municípios do Oeste Outubro de 2008 Objectivos Impacte do Ruído no Ser Humano; Introdução à Acústica; Quantificação do Ruído; Legislação Aplicável (D.L. n.º 9/2007

Leia mais

PROJETO DE BARREIRA ACÚSTICA EM RODOVIA PARA PROTEÇÃO DE CONDOMÍNIO RESIDENCIAL - RELATO DE EXPERIÊNCIA

PROJETO DE BARREIRA ACÚSTICA EM RODOVIA PARA PROTEÇÃO DE CONDOMÍNIO RESIDENCIAL - RELATO DE EXPERIÊNCIA Acústica 2008 20-22 de Outubro, Coimbra, Portugal Universidade de Coimbra PROJETO DE BARREIRA ACÚSTICA EM RODOVIA PARA PROTEÇÃO DE CONDOMÍNIO RESIDENCIAL - RELATO DE EXPERIÊNCIA M. Holtz e D. Akkerman

Leia mais

Plano Director Municipal

Plano Director Municipal Plano Director Municipal Tondela Outubro 29 Câmara Municipal de Tondela Mapa de Ruído Resumo Não Técnico Lugar do Plano, Gestão do Território e Cultura Rua de S. Sebastião 191, 1º Dto. 381-187 Aveiro tel.

Leia mais

Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades (PMPA)

Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades (PMPA) Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades (PMPA) Definições O Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades irá conter um programa das intenções necessárias para assegurar a acessibilidade física

Leia mais

PLANO DE PORMENOR DAS ZONAS DE EXPANSÃO ZE2 E ZE3 DE VILA NOVA DE MILFONTES ESTUDO DA COMPONENTE RUÍDO RELATÓRIO FINAL

PLANO DE PORMENOR DAS ZONAS DE EXPANSÃO ZE2 E ZE3 DE VILA NOVA DE MILFONTES ESTUDO DA COMPONENTE RUÍDO RELATÓRIO FINAL PLANO DE PORMENOR DAS ZONAS DE EXPANSÃO ZE2 E ZE3 DE VILA NOVA DE MILFONTES ESTUDO DA COMPONENTE RUÍDO RELATÓRIO FINAL PLANO DE PORMENOR DAS ZONAS DE EXPANSÃO ZE2 E ZE3 DE VILA NOVA DE MILFONTES ESTUDO

Leia mais

INQUÉRITO AOS PARQUES DE CAMPISMO

INQUÉRITO AOS PARQUES DE CAMPISMO INQUÉRITO AOS PARQUES DE CAMPISMO Código: 426 Versão: 1.1 Agosto 2009 INTRODUÇÃO O Inquérito aos Parques de Campismo existe desde 1983 e tem como objectivo caracterizar os parques de campismo no que diz

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO DO TROÇO IP 3 MORTÁGUA EN228 / RAIVA IC6 RESUMO NÃO TÉCNICO

PLANO DE ACÇÃO DO TROÇO IP 3 MORTÁGUA EN228 / RAIVA IC6 RESUMO NÃO TÉCNICO PLANO DE ACÇÃO DO TROÇO IP 3 MORTÁGUA EN228 / RAIVA IC6 RESUMO NÃO TÉCNICO Abril de 2013 IP 3 - Mortágua (EN 228) / Raiva (IC 6). Resumo do Plano de Acção ÍNDICE DE TEXTO Pág. 1 - CONSIDERAÇÕES GERAIS...

Leia mais

CONJUNTO COMERCIAL CENTRO COMERCIAL DE PORTIMÃO

CONJUNTO COMERCIAL CENTRO COMERCIAL DE PORTIMÃO CONJUNTO COMERCIAL CENTRO COMERCIAL DE PORTIMÃO RELATÓRIO DE CONFORMIDADE AMBIENTAL DO PROJECTO DE EXECUÇÃO (RECAPE) SUMÁRIO EXECUTIVO JULHO DE 2008 Inovação e Projectos em Ambiente 1 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...

Leia mais

Optimização das organizações através da inovação das Tecnologias

Optimização das organizações através da inovação das Tecnologias Optimização das organizações através da inovação das Tecnologias Índice Quem Somos O SGI da AMBISIG; A implementação do SGIDI na AMBISIG; Caso de Sucesso. Quem somos? Somos uma empresa com 16 anos de experiência

Leia mais

Topografia Aplicada. Ana Paula Falcão/ João Matos Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura

Topografia Aplicada. Ana Paula Falcão/ João Matos Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura Topografia Aplicada Ana Paula Falcão/ João Matos Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura (Versão 1.0) 17 de Maio de 2007 Motivação Este documento é unicamente ilustrativo de aspectos práticos de

Leia mais

PLATAFORMA LOGÍSTICA DE LEIXÕES PÓLO 2 GATÕES / GUIFÕES (Área de Serviços Logísticos)

PLATAFORMA LOGÍSTICA DE LEIXÕES PÓLO 2 GATÕES / GUIFÕES (Área de Serviços Logísticos) ! " Capítulo I Introdução Geral Capítulo II Antecedentes do Projecto Capítulo III Conformidade com a DIA Capítulo IV Planos de Monitorização Ambiental Capítulo V Conclusões ANEXOS TÉCNICOS BIBLIOGRAFIA

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE REDUÇÃODE RUÍDO DA PÓVOA DE VARZIM

PLANO MUNICIPAL DE REDUÇÃODE RUÍDO DA PÓVOA DE VARZIM PLANO MUNICIPAL DE REDUÇÃODE RUÍDO DA PÓVOA DE VARZIM Equipa Técnica: Luís Conde Santos, Director Técnico Márcia Melro, Técnica Superior RUA ENG. FREDERICO ULRICH, 1583, 1º ESQ., 4475-130 MAIA * TEL: 22

Leia mais

A3 SUBLANÇOS PORTO/ÁGUAS SANTAS/MAIA/SANTO TIRSO/FAMALICÃO/CRUZ/BRAGA

A3 SUBLANÇOS PORTO/ÁGUAS SANTAS/MAIA/SANTO TIRSO/FAMALICÃO/CRUZ/BRAGA PÁG. 1 DE 35 A3 SUBLANÇOS PORTO/ÁGUAS SANTAS/MAIA/SANTO TIRSO/FAMALICÃO/CRUZ/BRAGA IEP002/0 Pág. 2 de 35 1. INTRODUÇÃO O presente documento constitui o Resumo Não Técnico (RNT), parte integrante da Memória

Leia mais

A14 SUBLANÇOS FIGUEIRA DA FOZ/VILA VERDE/SANTA EULÁLIA

A14 SUBLANÇOS FIGUEIRA DA FOZ/VILA VERDE/SANTA EULÁLIA PÁG. 1 DE 12 A14 SUBLANÇOS FIGUEIRA DA FOZ/VILA VERDE/SANTA EULÁLIA IEP002/0 Pág. 2 de 12 1. INTRODUÇÃO O presente documento constitui o Resumo Não Técnico (RNT), parte integrante da Memória Descritiva,

Leia mais

Técnicas de Prevenção e Controlo de Ruído

Técnicas de Prevenção e Controlo de Ruído MINISTÉRIO DAS CIDADES, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E AMBIENTE Instituto do Ambiente Técnicas de Prevenção e Controlo de Ruído 1 INTRODUÇÃO O Ordenamento do Território é a medida de prevenção de ruído por

Leia mais

Ante projecto de decreto regulamentar que estabelece um regime experimental de circulação «Segway» em espaços públicos.

Ante projecto de decreto regulamentar que estabelece um regime experimental de circulação «Segway» em espaços públicos. Ante projecto de decreto regulamentar que estabelece um regime experimental de circulação «Segway» em espaços públicos. Promover a crescente sustentabilidade ambiental e a eficiência energética das deslocações

Leia mais

Plano Intermunicipal de Mobilidade e Transportes (PIMT) da Região de Aveiro. PIMT Região de Aveiro 1 16

Plano Intermunicipal de Mobilidade e Transportes (PIMT) da Região de Aveiro. PIMT Região de Aveiro 1 16 Plano Intermunicipal de Mobilidade e Transportes (PIMT) da Região de Aveiro 1 16 Breve enquadramento A Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA) decidiu desenvolver o Plano Intermunicipal de

Leia mais

Modelos de cobertura em redes WIFI

Modelos de cobertura em redes WIFI Departamento de Engenharia Electrotécnica Secção de Telecomunicações Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Comunicação sem fios 2005/2006 Grupo: nº e Modelos de cobertura em redes

Leia mais

TOMO VII. RUIDO Relatório Não Técnico

TOMO VII. RUIDO Relatório Não Técnico plano diretor municipal leiria II Caracterização Sócio Territorial: Bases para o Desenvolvimento Sustentável e Propostas de Plano TOMO VII. RUIDO Relatório Não Técnico junho 2012 município de leiria Mapas

Leia mais

PLANO DE FORMAÇÃO 2013

PLANO DE FORMAÇÃO 2013 PLANO DE FORMAÇÃO 2013 código Designação da acção PF1 ENSAIOS EM ACÚSTICA DE EDIFÍCIOS PF2 CÁLCULO DE INCERTEZAS EM ENSAIOS DE ACÚSTICA DE EDIFÍCIOS PF3 MEDIÇÃO E INCERTEZAS EM ENSAIOS DE RUÍDO LABORAL

Leia mais

PLANO DE MOBILIDADE SUSTENTÁVEL DE MIRANDELA ESBOÇO DA ANÁLISE E DIAGNÓSTICO

PLANO DE MOBILIDADE SUSTENTÁVEL DE MIRANDELA ESBOÇO DA ANÁLISE E DIAGNÓSTICO PLANO DE MOBILIDADE SUSTENTÁVEL DE MIRANDELA ESBOÇO DA ANÁLISE E DIAGNÓSTICO 1. MOTIVAÇÕES E PREOCUPAÇÕES Condicionantes à Mobilidade Problemática Específica Articulação entre as decisões urbanísticas

Leia mais

DIRETORIA DE ENGENHARIA. ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos.

DIRETORIA DE ENGENHARIA. ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos. fls. 1/5 ÓRGÃO: DIRETORIA DE ENGENHARIA MANUAL: ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos. PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio, oleodutos. APROVAÇÃO EM: Portaria SUP/DER-

Leia mais

Cliente: Infraestruturas de Portugal, S.A.

Cliente: Infraestruturas de Portugal, S.A. Infraestruturas de Portugal, S.A Plano de Ação Resumo Não Técnico EN252 Pamela/Setúbal Relatório nº AG/08/0424-3RNT Página 1 de 13 EN252 Palmela/Setúbal PLANO DE AÇÃO Resumo Não Técnico O consórcio Ambiente

Leia mais

TENDÊNCIAS ACTUAIS DA LEGISLAÇÃO DE BARRAGENS. Laura Caldeira

TENDÊNCIAS ACTUAIS DA LEGISLAÇÃO DE BARRAGENS. Laura Caldeira TENDÊNCIAS ACTUAIS DA LEGISLAÇÃO DE BARRAGENS Laura Caldeira Índice 1. Conceitos de segurança estrutural 2. Conceitos de risco 3. Utilização de sistemas de classificação 4. Considerações finais 2 1. Conceitos

Leia mais

Regulamento de Segurança de Barragens e a Protecção Civil

Regulamento de Segurança de Barragens e a Protecção Civil Regulamento de Segurança de Barragens e a Protecção Civil bb Luis Sá luis.sa@prociv.pt 1 O Novo RSB O novo Regulamento de Segurança de Barragens (RSB) foi aprovado pelo DL 344/2007 de 15 de Outubro Este

Leia mais

RELATÓRIO (V3) PLANO MUNICIPAL DE REDUÇÃO DE RUÍDO DE VILA FRANCA DE XIRA. FEVEREIRO de 2012 CÂMARA MUNICIPAL DE VILA FRANCA DE XIRA

RELATÓRIO (V3) PLANO MUNICIPAL DE REDUÇÃO DE RUÍDO DE VILA FRANCA DE XIRA. FEVEREIRO de 2012 CÂMARA MUNICIPAL DE VILA FRANCA DE XIRA PLANO MUNICIPAL DE REDUÇÃO DE RUÍDO DE VILA FRANCA DE XIRA RELATÓRIO (V3) FEVEREIRO de 2012 CÂMARA MUNICIPAL DE VILA FRANCA DE XIRA PLANO MUNICIPAL DE REDUÇÃO DE RUÍDO DE VILA FRANCA DE XIRA RELATÓRIO

Leia mais

Cliente: Infraestruturas de Portugal, S.A.

Cliente: Infraestruturas de Portugal, S.A. Infraestruturas de Portugal, S.A Plano de Ação Resumo Não Técnico EN 2 Nó de Faro (IP1) / Faro Relatório nº AG/08/0424-15RNT Página 1 de 13 EN 2 Nó de Faro (IP1) / Faro PLANO DE AÇÃO Resumo Não Técnico

Leia mais

A utilização de smartphones na monitorização do ruído

A utilização de smartphones na monitorização do ruído A utilização de smartphones na monitorização do ruído Patrícia Susana Contente Pereira Dissertação em Engenharia do Ambiente, Perfil de Gestão e Sistemas Ambientais Orientador: Prof. Doutor Francisco Manuel

Leia mais

Historial da Legislação Acústica em Portugal

Historial da Legislação Acústica em Portugal Ruído Historial da Legislação Acústica em Portugal Lei 11/87: Lei de Bases do Ambiente (em vigor) DL 251/87: 1º Regulamento Geral Sobre o Ruído Revogado pelo 292/200 (alterado pelos DL 76/2002, DL 259/2002

Leia mais

Separata 00 000 24 Março 2011. Sumário REGULAMENTO MUNICIPAL DO RUÍDO AMBIENTAL

Separata 00 000 24 Março 2011. Sumário REGULAMENTO MUNICIPAL DO RUÍDO AMBIENTAL Separata 00 000 24 Março 2011 Sumário REGULAMENTO MUNICIPAL DO RUÍDO AMBIENTAL EDITAL Nº 117/2011 Regulamento Municipal do Ruído Ambiental CARLOS MANUEL LAVRADOR DE JESUS CARREIRAS, Presidente da Câmara

Leia mais

LUSOPONTE. PONTE VASCO DA GAMA Mapa Estratégico de Ruído. Resumo Não Técnico

LUSOPONTE. PONTE VASCO DA GAMA Mapa Estratégico de Ruído. Resumo Não Técnico LUSOPONTE PONTE VASCO DA GAMA Mapa Estratégico de Ruído Resumo Não Técnico Procº 046/I/14 RT02-T03-V00 julho, 2015 ÍNDICE DE ANEXOS ANEXO 1 MAPAS DE RUÍDO Pág. Desenho 01 Mapa de Ruído Margem Norte Indicador

Leia mais

Novas ferramentas para gestão de riscos ambientais e apoio a tomada de decisão. Nicolas ISNARD, Msc Diretor Acoem - ProAcustica

Novas ferramentas para gestão de riscos ambientais e apoio a tomada de decisão. Nicolas ISNARD, Msc Diretor Acoem - ProAcustica Novas ferramentas para gestão de riscos ambientais e apoio a tomada de decisão Nicolas ISNARD, Msc Diretor Acoem - ProAcustica Ferramentas para Mapas de Ruido Resumo A evolução tecnológica dos equipamentos

Leia mais

INDICADOR GLOBAL DE RUÍDO

INDICADOR GLOBAL DE RUÍDO INDICADOR GLOBAL DE RUÍDO João de Quinhones Levy e Jacques Beaumont Instituto Superior Técnico Avª Rovisco Pais - 1049-001 LISBOA e-mail: jqlevy@cesur.civil.ist.utl.pt LTE INRETS 69005 Lyon - France e-mail:

Leia mais

A Influência da Indústria em Meio Urbano. Metodologia de Estudo. Sara Capela, Luísa Carrilho, Carlos Pedro Ferreira RESUMO

A Influência da Indústria em Meio Urbano. Metodologia de Estudo. Sara Capela, Luísa Carrilho, Carlos Pedro Ferreira RESUMO A Influência da Indústria em Meio Urbano Metodologia de Estudo Sara Capela, Luísa Carrilho, Carlos Pedro Ferreira RESUMO A metodologia de avaliação da influência da indústria na qualidade do ar em meio

Leia mais

NOTA TÉCNICA INSTALAÇÃO E SINALIZAÇÃO DE LOMBAS REDUTORAS DE VELOCIDADE

NOTA TÉCNICA INSTALAÇÃO E SINALIZAÇÃO DE LOMBAS REDUTORAS DE VELOCIDADE 1 - Introdução A construção de vias públicas com o objectivo primordial de maximizar o escoamento de grandes volumes de tráfego e o conforto dos ocupantes dos veículos, aliada aos progressos da industria

Leia mais

PLANO DE PORMENOR DO PARQUE EMPRESARIAL DA QUIMIPARQUE ESTARREJA

PLANO DE PORMENOR DO PARQUE EMPRESARIAL DA QUIMIPARQUE ESTARREJA PLANO DE PORMENOR DO PARQUE EMPRESARIAL DA QUIMIPARQUE ESTARREJA Regulamento n.º S / N.ª Data de Publicação em D.R., 1.ª Série-B, n.º 124 de: 29/06/2006 (RCM n.º 81/2006) Aprovado em Assembleia Municipal

Leia mais

ordenamento do território

ordenamento do território O desenho urbano serve o território. Neste campo, o território tem sofrido influências sob a forma de como a sua ocupação é encarada: desde o urbanismo como esté#ca ao urbanismo como obra de engenharia,

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE TÉCNICO DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO

CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE TÉCNICO DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE TÉCNICO DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO 1/19 Programa do curso Módulo Designação Duração (h) Componente Sócio-Cultural 1 Legislação, regulamentos e normas de segurança,

Leia mais

Sistematização da Sinalização de Mensagem Variável

Sistematização da Sinalização de Mensagem Variável Apresentação de: Rui Manuel da Silva Oliveira Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária Instrução Técnica para a Sistematização da Sinalização () Instrução Técnica Qualidade exigida Rigor técnico Título

Leia mais

Poluição sonora no município de São Paulo: avaliação do ruído e o impacto da exposição na saúde da população

Poluição sonora no município de São Paulo: avaliação do ruído e o impacto da exposição na saúde da população Poluição sonora no município de São Paulo: avaliação do ruído e o impacto da exposição na saúde da população Introdução O ruído pode ser definido como um som desagradável e indesejável que pode afetar

Leia mais

Novas Ferramentas de Engenharia Acústica para Controlo de Ruído Industrial Ana Bicker Carlos Aroeira Luís Conde Santos dbwave@dbwave.pt Seminário Energia e Ambiente - Empresas Maio Junho de 2015 Agenda

Leia mais

AUTO-ESTRADA COMO VEÍCULO DE INCORPORAÇÃO DE MATERIAIS VERDES

AUTO-ESTRADA COMO VEÍCULO DE INCORPORAÇÃO DE MATERIAIS VERDES AUTO-ESTRADA COMO VEÍCULO DE INCORPORAÇÃO DE MATERIAIS VERDES Tomé Pereira Canas 1, Rui Camolino 2 1 Brisa Inovação e Tecnologia SA; Núcleo de Relações Institucionais e Inovação; Gestor de Inovação; 214233418;

Leia mais

Enquadramento da rede de monitorização da qualidade do ar na Região Centro e sua monitorização

Enquadramento da rede de monitorização da qualidade do ar na Região Centro e sua monitorização Enquadramento da rede de monitorização da qualidade do ar na Região Centro e sua monitorização Cristina Taliscas Novembro 2011 Poluentes atmosféricos e seus efeitos Legislação da qualidade do ar ambiente

Leia mais

Modelos de cobertura em redes WIFI

Modelos de cobertura em redes WIFI Comunicação sem fios Departamento de Engenharia Electrotécnica Secção de Telecomunicações Mestrado em Fisica 2005/2006 Grupo: nº e Modelos de cobertura em redes WIFI 1 Introdução Nos sistemas de comunicações

Leia mais

ANEXO UM CONCEITO PARA OS PLANOS DE MOBILIDADE URBANA SUSTENTÁVEL

ANEXO UM CONCEITO PARA OS PLANOS DE MOBILIDADE URBANA SUSTENTÁVEL COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 17.12.2013 COM(2013) 913 final ANNEX 1 ANEXO UM CONCEITO PARA OS PLANOS DE MOBILIDADE URBANA SUSTENTÁVEL da COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ

Leia mais

ESTRADAS E INFRAESTRUTURAS DE SERVIÇOS INFRA-ESTRUTURAS NO DOMÍNIO PÚBLICO RODOVIÁRIO

ESTRADAS E INFRAESTRUTURAS DE SERVIÇOS INFRA-ESTRUTURAS NO DOMÍNIO PÚBLICO RODOVIÁRIO ESTRADAS E INFRAESTRUTURAS DE SERVIÇOS ENQUADRAMENTO Enquadramento A utilização do domínio público rodoviário por serviços de utilidade pública tem acompanhado a evolução de uma sociedade em desenvolvimento

Leia mais

Conceito de intervenção a hierarquização e estruturação do corredor cultural entre Chaves e Vila Real

Conceito de intervenção a hierarquização e estruturação do corredor cultural entre Chaves e Vila Real Conceito de intervenção a hierarquização e estruturação do corredor cultural entre Chaves e Vila Real A referenciação dos percursos como componentes da estrutura edificada (in Magalhães, Manuela; Arquitectura

Leia mais

Autorização para implantação de Adutora de Água, de Emissário de Esgoto e Rede de Vinhaça.

Autorização para implantação de Adutora de Água, de Emissário de Esgoto e Rede de Vinhaça. fls. 1/5 ÓRGÃO: MANUAL: DIRETORIA DE ENGENHARIA ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de Adutora de Água, de Emissário de Esgoto e Rede de Vinhaça. PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio,

Leia mais

Cliente: Infraestruturas de Portugal, S.A.

Cliente: Infraestruturas de Portugal, S.A. Infraestruturas de Portugal, S.A Plano de Ação Resumo Não Técnico IC10 Santarém / Almeirim (N118) Relatório nº AG/08/0424-5RNT Página 1 de 11 IC10 Santarém / Almeirim (N118) PLANO DE AÇÃO Resumo Não Técnico

Leia mais

MUNICÍPIO DA FIGUEIRA DA FOZ CÂMARA MUNICIPAL

MUNICÍPIO DA FIGUEIRA DA FOZ CÂMARA MUNICIPAL MUNICÍPIO DA FIGUEIRA DA FOZ CÂMARA MUNICIPAL PROGRAMA PRELIMINAR CENTRO ESCOLAR DE S.JULIÃO/TAVAREDE PROJECTOS DE ESPECIALIDADES 1 1. Introdução Pretende a Câmara Municipal da Figueira da Foz, desenvolver

Leia mais

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Eixo Prioritário IV Protecção e Valorização Ambiental ACÇÕES DE VALORIZAÇÃO E QUALIFICAÇÃO AMBIENTAL GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS ÁGUAS INTERIORES Aviso nº : CENTRO-VQA-2009-14-PIN-07

Leia mais

Projecto REDE CICLÁVEL DO BARREIRO Síntese Descritiva

Projecto REDE CICLÁVEL DO BARREIRO Síntese Descritiva 1. INTRODUÇÃO Pretende-se com o presente trabalho, desenvolver uma rede de percursos cicláveis para todo o território do Município do Barreiro, de modo a promover a integração da bicicleta no sistema de

Leia mais

POLUIÇÃO SONORA. Luís Filipe F. Ferreira DTABN, ESAS, IPS

POLUIÇÃO SONORA. Luís Filipe F. Ferreira DTABN, ESAS, IPS Luís Filipe F. Ferreira DTABN, ESAS, IPS Som é qualquer variação de pressão que o ouvido pode detectar. Quando uma fonte sonora, como um diapasão, vibra, provoca variações de pressão no ar ambiente,, que

Leia mais

Cliente: Infraestruturas de Portugal, S.A

Cliente: Infraestruturas de Portugal, S.A Infraestruturas de Portugal, S.A Plano de Ação Resumo não Técnico EN10 Fogueteiro/Nó de Coina EN10 Porto Alto/Vila Franca de Xira EN10 Vila Franca de Xira/Alverca Relatório nº AG/08/0424-9RNT Página 1

Leia mais

Q1 - Com a entrada em vigor do DLR 16/2009/A, continuam a ser necessárias as certificações dos projectos de gás (no Açores pelo ITG, por exemplo)?

Q1 - Com a entrada em vigor do DLR 16/2009/A, continuam a ser necessárias as certificações dos projectos de gás (no Açores pelo ITG, por exemplo)? Q Equipamentos e Instalações de Gás Q1 - Com a entrada em vigor do DLR 16/2009/A, continuam a ser necessárias as certificações dos projectos de gás (no Açores pelo ITG, por exemplo)? Um projectista de

Leia mais

01 MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA DUPLICAÇÃO DA CIRCULAR URBANA - 3ª FASE

01 MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA DUPLICAÇÃO DA CIRCULAR URBANA - 3ª FASE 01 MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA DUPLICAÇÃO DA CIRCULAR URBANA - 3ª FASE 1. Considerações Gerais O estudo que se apresenta respeita à 3ª fase da duplicação da circular urbana e tem como principal

Leia mais

Ar Interior em Edifícios Qualidade do Ar Interior. Dília Jardim MUNICÍPIOS E CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS 18 de Junho de 2009

Ar Interior em Edifícios Qualidade do Ar Interior. Dília Jardim MUNICÍPIOS E CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS 18 de Junho de 2009 Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior em Edifícios Qualidade do Ar Interior Dília Jardim MUNICÍPIOS E CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS 18 de Junho de 2009 Qualidade do Ar Fontes de

Leia mais

Qualificação dos Profissionais da Administração Pública Local RISCOS FÍSICOS RUÍDO. Formadora - Magda Sousa

Qualificação dos Profissionais da Administração Pública Local RISCOS FÍSICOS RUÍDO. Formadora - Magda Sousa Qualificação dos Profissionais da Administração Pública Local RISCOS FÍSICOS RUÍDO Formadora - Magda Sousa O Ruído no Meio Ambiente O problema do Ruído no meio ambiente tem-se tornado, cada vez mais, numa

Leia mais

Infracções mais frequentes ao Código da Estrada, coimas e sanções Pág. 1

Infracções mais frequentes ao Código da Estrada, coimas e sanções Pág. 1 Infracções mais frequentes ao Código da Estrada, coimas e sanções Pág. 1 Infracções ÁLCOOL / ESTUPEFACIENTES Condução com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 0,5 g/l e inferior a 0,8 g/l.

Leia mais

Plano Diretor e Geral do Aeroporto e Requisitos para Aprovação do Projeto

Plano Diretor e Geral do Aeroporto e Requisitos para Aprovação do Projeto Plano Diretor e Geral do Aeroporto e Requisitos para Aprovação do Projeto Definições: Acostamento: faixa lateral nas pistas ou pátios com revestimento tal que evite a ingestão pelas turbinas de materiais

Leia mais

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES 1783 MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Decreto n.º 7/2008 de 27 de Março A rede ferroviária de alta velocidade constitui um empreendimento público de excepcional interesse nacional

Leia mais

ORGANISMOS DE INSPEÇÃO DE VEÍCULOS

ORGANISMOS DE INSPEÇÃO DE VEÍCULOS Pág. 1 de 6 1. OBJECTIVO O presente documento tem como objetivo definir o serviço de acreditação para o setor Organismos de Inspeção de Veículos (OIV) inserido no esquema de acreditação de organismos de

Leia mais

MEMÓRIA DESCRITIVA Elaboração dos Mapas Estratégicos de Ruído. Versão: 3.0

MEMÓRIA DESCRITIVA Elaboração dos Mapas Estratégicos de Ruído. Versão: 3.0 MEMÓRIA DESCRITIVA Elaboração dos Mapas Estratégicos de Ruído Versão: 3.0 PARA: Câmara Municipal de Oeiras AUTOR: Nelson Mileu, Cláudia Martins, Rui Ferreira INFORMAÇÃO DO DOCUMENTO E REVISÕES Autor Data

Leia mais

GESTÃO de PROJECTOS. Gestor de Projectos Informáticos. Luís Manuel Borges Gouveia 1

GESTÃO de PROJECTOS. Gestor de Projectos Informáticos. Luís Manuel Borges Gouveia 1 GESTÃO de PROJECTOS Gestor de Projectos Informáticos Luís Manuel Borges Gouveia 1 Iniciar o projecto estabelecer objectivos definir alvos estabelecer a estratégia conceber a estrutura de base do trabalho

Leia mais

LAVANDARIAS. Emissões quaisquer descargas de COV de uma instalação para o ambiente;

LAVANDARIAS. Emissões quaisquer descargas de COV de uma instalação para o ambiente; RLG Atualizado a: 18 de julho de 2012 1 O conteúdo informativo disponibilizado pela presente ficha não substitui a consulta dos diplomas legais referenciados e da entidade licenciadora. FUNCHAL LAVANDARIAS

Leia mais

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NIP: Nº DO RELATÓRIO: DENOMINAÇÃO DA EMPRESA: EQUIPA AUDITORA (EA): DATA DA VISITA PRÉVIA: DATA DA AUDITORIA: AUDITORIA DE: CONCESSÃO SEGUIMENTO ACOMPANHAMENTO

Leia mais

Guia para a elaboração de Estudos de Segurança contra Incêndio em Edifícios Hospitalares G 02/2006

Guia para a elaboração de Estudos de Segurança contra Incêndio em Edifícios Hospitalares G 02/2006 Guia para a elaboração de Estudos de Segurança contra Incêndio em Edifícios Hospitalares G 02/2006 Ficha técnica Número G 02/2006 Data de aprovação JUL 2006 Data de publicação JUL 2006 Data última revisão

Leia mais

4. Descrição do Âmbito de Acreditação - Laboratórios de Ensaio (ISO/IEC 17025)

4. Descrição do Âmbito de Acreditação - Laboratórios de Ensaio (ISO/IEC 17025) Pág. de 7 OEC3 24-5-8. Objetivo O presente documento tem como objetivo definir os requisitos específicos para a acreditação de laboratórios de ensaios de acústica e vibrações, em complemento do estabelecido

Leia mais

A PARTICIPAÇÃO PÚBLICA E A REGIÃO NORTE

A PARTICIPAÇÃO PÚBLICA E A REGIÃO NORTE A PARTICIPAÇÃO PÚBLICA E A REGIÃO NORTE Autores: 1 Gabriela Azevedo e Rita Ramos Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte INTRODUÇÃO E OBJECTIVOS No âmbito dos procedimentos da Avaliação

Leia mais

Reabilitação do Edifício da Casa da Cultura

Reabilitação do Edifício da Casa da Cultura Reabilitação do Edifício da Casa da Cultura ANEXO III PROGRAMA PRELIMINAR Programa_Preliminar_JC_DOM 1 Reabilitação do Edifício da Casa da Cultura PROGRAMA PRELIMINAR Índice! " #! $ % &' ( Programa_Preliminar_JC_DOM

Leia mais

NORMA TÉCNICA LICENCIAMENTO

NORMA TÉCNICA LICENCIAMENTO ELEMENTOS ANEXOS PARA A INSTRUÇÃO DE PEDIDO DE 1. PEDIDO DE DE OPERAÇÃO DE LOTEAMENTO 2. PEDIDO DE ALTERAÇÃO À LICENÇA DE LOTEAMENTO 3. PEDIDO DE DE OBRAS DE URBANIZAÇÃO 4. PEDIDO DE DE OBRAS DE EDIFICAÇÃO

Leia mais

A D A P T A Ç Ã O D O S M A P A S D E R U Í D O A O R E G U L A M E N T O G E R A L D E R U Í D O ( D E C. - L E I 9 / )

A D A P T A Ç Ã O D O S M A P A S D E R U Í D O A O R E G U L A M E N T O G E R A L D E R U Í D O ( D E C. - L E I 9 / ) A D A P T A Ç Ã O D O S M A P A S D E R U Í D O A O R E G U L A M E N T O G E R A L D E R U Í D O ( D E C. - L E I 9 / 2 0 0 7 ) P L A N O D I R E C T O R M U N I C I P A L D E S Ã O P E D R O D O S U

Leia mais

PROCEDIMENTO LEVANTAMENTO AMBIENTAL

PROCEDIMENTO LEVANTAMENTO AMBIENTAL PROCEDIMENTO LEVANTAMENTO AMBIENTAL Regulamento EMAS (EC Nº. 761/2001) A organização deve estabelecer e manter um ou mais procedimento para identificar os aspectos ambientais das suas actividades, produtos

Leia mais

VELOCIDADE FICHA TÉCNICA. Tema 2 - Atitudes e Comportamentos; Tema 5 - Conhecimento das Regras de Trânsito; Tema 6 - Domínio das Situações de Trânsito

VELOCIDADE FICHA TÉCNICA. Tema 2 - Atitudes e Comportamentos; Tema 5 - Conhecimento das Regras de Trânsito; Tema 6 - Domínio das Situações de Trânsito FICHA TÉCNICA VELOCIDADE Níveis GDE Temas Transversais Síntese informativa Nível 3 Nível Táctico Tema 2 - Atitudes e Comportamentos; Tema 5 - Conhecimento das Regras de Trânsito; Tema 6 - Domínio das Situações

Leia mais

PLANO DE PORMENOR DA ESTRADA ATLÂNTICA/FOZ DO ARELHO VOLUME II. MAPA DE RUÍDO e MAPA DE RUÍDO PREVISIONAL. FEVEREIRO de 2011

PLANO DE PORMENOR DA ESTRADA ATLÂNTICA/FOZ DO ARELHO VOLUME II. MAPA DE RUÍDO e MAPA DE RUÍDO PREVISIONAL. FEVEREIRO de 2011 PLANO DE PORMENOR DA ESTRADA ATLÂNTICA/FOZ DO ARELHO VOLUME II MAPA DE RUÍDO e MAPA DE RUÍDO PREVISIONAL FEVEREIRO de 2011 CÂMARA MUNICIPAL DAS CALDAS DA RAINHA PLANO DE PORMENOR DA ESTRADA ATLÂNTICA/FOZ

Leia mais

REQUISITOS PARA A IMPLEMENTAÇÃO

REQUISITOS PARA A IMPLEMENTAÇÃO Guia Agenda 21 Local REQUISITOS PARA A IMPLEMENTAÇÃO Isabel Lico Divisão de Desempenho e Qualificação Ambiental ESTORIL 23 de Setembro de 2009 A Proposta... REQUISITOS PARA A IMPLEMENTAÇÃO Apoiar a preparação

Leia mais

BRISA AUTO-ESTRADAS DE PORTUGAL, S.A.

BRISA AUTO-ESTRADAS DE PORTUGAL, S.A. BRISA AUTO-ESTRADAS DE PORTUGAL, S.A. A2 AUTO-ESTRADA DO SUL SUBLANÇOS ALMADA / FOGUETEIRO / COINA / PALMELA / NÓ A2-A12 / MARATECA / NÓ A2-A6-A13 / ALCÁCER DO SAL / GRÂNDOLA NORTE / GRÂNDOLA SUL MAPA

Leia mais