CLINICA MÉDICA CENTRO TÉCNICO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL CETEP

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1 CLINICA MÉDICA CENTRO TÉCNICO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL CETEP

2 ENFERMAGEM EM CLÍNICA MÉDICA 1. SISTEMA CARDIOVASCULAR 1.1 ANATOMIA E FISIOLOGIA Sua principal função é o fornecimento constante de oxigênio e nutrientes e é composto por coração, veias e artérias. Coração proporciona impulso ao fluxo sanguíneo Artérias vasos sanguíneos de alta pressão que conduzem o sangue do coração para os tecidos são tubos cilindróides, elásticos, não possuem válvulas, conduzem o sangue oxigenado. Geralmente são profundas e possuem pequeno, médio e grande calibre. Veias vasos sanguíneos que conduzem sangue dos tecidos para o coração. São tubos cilindróides, menos elásticos do que as artérias e transportam sangue rico em CO2. Algumas das funções do sangue: transporte de oxigênio e gás carbônico, distribuição de nutrientes absorvidos, manutenção da temperatura corpórea dentro dos limites.

3 Circulação sanguínea - Em seu percurso pelo organismo, o sangue é impulsionado pelo coração, através das artérias, a todas as células do corpo, oxigenando os tecidos e recolhendo o gás carbônico. E é através das veias que este sangue, rico em gás carbônico e detritos, retorna ao coração, de onde é bombeado aos pulmões, que será novamente oxigenado pela respiração. Esquema da circulação sangüínea: 1-Coração; 2-Circulação cerebral; 3-Circulação pulmonar; 4-Circulação hepática; 5-Circulação gástrica; 6-Baço; 7-Circulação renal; 8- Circulação intestinal; 9-Circulação nos membros inferiores I.C.C. INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA 1- O QUE É: É a incapacidade cardíaca de bombear sangue suficiente para suprir as necessidades de oxigênio e nutrientes dos tecidos e órgãos ou de fazê-lo utilizando pressões ou volumes anormalmente aumentados. A doença pode se instalar de forma aguda e súbita e o problema é que boa partes das pessoas com essa patologia não reconhecem que estão doentes e não procura o médico, portanto é necessário o diagnóstico precoce, para evitar a progressão da doença para estágios mais graves A incidência da insuficiência cardíaca na população aumenta muito com a idade de 1 para 1000 pacientes/ano antes dos 45 anos e 30 para 1000 depois dos 85 anos.

4 2 QUAIS SÃO AS CAUSAS: IAM Isquemia intermitente ou persistente Choque Hipertensão arterial crônica Valvulopatia obstrutiva Valvulopatia regurgitante Distúrbio genético Agentes tóxicos ou medicamentosos Idiopatia Taquicardia crônica Gestação Doença de chagas 3 QUANDO SUSPEITAR: O diagnóstico clínico geralmente é fácil, quando estão presentes os sinais e sintomas clássicos como dispnéia, taquicardia, intolerância a esforços, batimento de jugular, ingurgitamentos venosos, edema pulmonar e periférico e terceira bulha. Mas em alguns casos os sinais não são tão evidentes. A apresentação mais freqüente é a dispnéia e intolerância progressiva aos esforços que antes eram bem tolerados. A dispnéia que é a alteração mais importante é devida principalmente pela congestão e edema pulmonar. É freqüentemente precipitada por exercícios. Do ponto de vista prático consideram-se grandes esforços, subir morro, subir escadas, correr ou andar muito rápido, praticar esportes, carregar peso e trabalho com atividade física. São considerados médios esforços atividades usuais domésticas, fazer faxina, lavar roupas, cuidar de crianças, etc. e os mínimos esforços são cuidados pessoais básicos como tomar banho, trocar roupa, ir ao banheiro, alimentar-se, etc. Além de desconforto respiratório, esforço aumentado para respirar, tiragens, sensação incomoda, desagradável e angustiante falta de ar, uso da musculatura acessória, taquipnéia, ortopnéia, a congestão pulmonar pode ser manifestada por alterações no sono, tosse noturna, apnéia durante o sono. O edema freqüentemente tem um componente gravitacional, ou seja, será nos membros inferiores quando o paciente deambula e sacral quando o paciente é acamado.

5 Um quadro de anasarca é comum em casos mais graves com também extremidades frias e cianóticas. A queixa de fadiga e irritabilidade é freqüente, podendo haver alteração da memória e da atenção. O paciente agudamente descompensado geralmente está inquieto, dispnéico, pálido e sudorético. 4 COMO CONFIRMAR: O diagnóstico e a classificação da gravidade da doença são basicamente clínicos. A base do diagnóstico depende da presença de uma causa ou um fator agravante. Ecocardiografia: é o exame isolado mais útil, pois permite determinar o local da lesão. Raios-X de tórax: a cardiomegalia (coração maior que 0,50) ocorre em quase todos os casos e é um forte indicador da doença. Hemograma: algumas doenças que causam a insuficiência produzem alterações no hemograma. Eletrocardiograma: não apresenta alterações típicas da doença, mas identifica arritmias. Teste de esforço: não é indicado, mas em alguns casos pode ser feito em esteiras ou bicicletas ergométricas. Exames de acompanhamento e de controle: exames que periódicos fazem com que evitem maiores complicações. 5 FORMAS DE TRATAMENTO: Algumas medidas profiláticas são universais, tais como: hipertensão também. Promover controle rigoroso das doenças associadas, sobre tudo Discutir com pacientes obesos sobre o peso ideal e sobrepesos Parar de fumar Tentar definir a causa básica e afastar o agente causador Tratamento farmacológico (beta bloqueador, diurético, digitálico) Repouso nas fases agudas

6 Restrição de sódio Restrição hídrica Oxigenoterapia quando necessário UTI para casos mais graves 6 ASSISTÊNCIAS DE ENFERMAGEM: Orientar a manter repouso físico e emocional Posição semi-fowler par evitar a congestão Avaliar constantemente sinais vitais, sinais de inconsciência e ausculta cardíaca Observar aspecto da pele (fria/palidez) Administrar terapêutica prescrita e avaliar eficácia da mesma Observar sinais de dispnéia, insuficiência respiratória Administrar O2 conforme prescrição Monitorizar função respiratória ( FR, profundidade, facilidade) Mudanças de decúbito Proporcionar refeições fracionadas e em poucas quantidades Controle hídrico 7 TERMOS TÉCNICOS RELACIONADOS: IAM Taquicardia Dispnéia Edema Tiragens Taquipnéia Ortopnéia Apnéia Deambular Cianose Isquemia

7 H.A.S. HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA 1 O QUE É: A hipertensão arterial é uma doença definida pela persistência de níveis de pressão arterial acima de 135 mmhg de pressão sistólica e 85 mmhg de pressão diastólica. A hipertensão eleva em quatro vezes o risco de acidente vascular encefálico e de seis vezes a insuficiência cardíaca. É quase sempre assintomática, mas se deixar evoluir naturalmente, a doença desencadeia alterações em órgãos vitais, sobretudo o coração, cérebro, rins, olhos e vasos. 2 QUAIS SÃO SUAS CAUSAS: Alimentação (sal/gorduras) Obesidade / sobrepeso Tabagismo Alcoolismo, drogas Idade avançada Raça negra Pobreza IAM ICC AVE Diabetes 3 QUANDO SUSPEITAR: Geralmente silenciosa, a maioria dos casos é identificado por medida de rotina, o que reforça a importância de avaliar a pressão arterial em todas as pessoas. Os sintomas normalmente associados com a hipertensão como cefaléia, hepistaxe, zumbidos, alterações visuais e palpitações. A presença das características que predispõe ou aumentam o risco de hipertensão (idade acima de 55 anos, histórico familiar, obesidade, sintura acima de 98 nos homens e 85 nas mulheres, etnia negra, indivíduos sedentários e estressados) reforçam ainda mais a necessidade de controles e medidas para detectar a doença precocemente.

8 4 COMO CONFIRMAR: O diagnóstico da hipertensão arterial é basicamente estabelecido pelo encontro dos níveis tensionais permanentemente elevados acima dos limites de normalidade, quando a pressão arterial é determinada por métodos e condições apropriadas. Portanto, a medida da pressão arterial é o elemento chave para o estabelecimento do diagnóstico da hipertensão arterial. Há três formas de aferir a pressão arterial: Medida indireta da pressão arterial A medida da pressão arterial, pela sua importância, deve ser estimulada e realizada, em toda a avaliação de saúde, por médicos de todas as especialidades e demais profissionais da área da saúde. O esfigmomanômetro é o aparelho ideal para essas medidas, entretanto ele deve ser periodicamente testado e calibrado. O paciente deve ficar sentado, em ambiente calmo com temperatura agradável e não deve estar com a bexiga cheia, nem ter praticado exercícios, nem ter ingerido bebidas alcoólicas ou café, ou ter fumado até 30 minutos antes das medidas. O paciente não deve falar durante o procedimento. Após o registro das medidas, o paciente deve ser informado sobre os valores de pressão arterial e a possível necessidade de acompanhamento. Em cada consulta, deverão ser realizadas no mínimo duas medidas, com intervalos de 1 a 2 minutos. As medições na primeira avaliação devem ser obtidas em ambos os membros superiores. As posições recomendadas na rotina para a medida de pressão arterial são sentadas e/ou deitada. De acordo com a situação clínica, recomendase que as medidas devam ser repetidas em pelo menos duas ou mais visitas. Nos indivíduos idosos, a pressão arterial também deve ser medida em pé (posição ortostática). Medida ambulatorial da pressão arterial (MAPA) O MAPA é um método automático de medida indireta da pressão arterial durante 24 horas, enquanto o paciente realiza suas atividades rotineiras, inclusive durante o sono. É importante ressaltar que ainda não existe evidência de que esse método deva ser empregado na avaliação rotineira do paciente hipertenso, não substituindo, portanto, a avaliação clínica do paciente e a medida da pressão arterial de consultório.

9 Medida domiciliar e auto medida da pressão arterial. Os aparelhos eletrônicos devidamente validados e calibrados são os mais indicados para a medida da pressão arterial domiciliar. Os aparelhos de medida de pressão arterial no dedo não são recomendados. Esses procedimentos são úteis para: Identificar a hipertensão do avental branco ( de consultório isolada); Avaliar a eficácia da terapêutica anti-hipertensiva; Reduzir custos. Apesar de ainda não existir consenso quanto aos valores de normalidade para a medida da pressão arterial domiciliar, considera-se valores normais até 135/85mmHg. CLASSIFICAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL EM ADULTOS E A RECOMENDAÇÃO DE SEGUIMENTO PRESSÃO SISTÓLICA PRESSÃO DIASTÓLICA CLASSIFICAÇÃO SEGUIMENTO < 130 < 85 Normal Reavaliar em 01 ano 130 a a 89 Normal - limítrofe Reavaliar em 06 meses 140 a a 99 Hipertensão leve Confirmar em 02 meses 160 a a 109 Hipertensão moderada Confirmar em 01 mês > ou = 180 > ou = 110 Hipertensão grave Imediato > ou = 140 > 90 Hipertensão sistólica Confirmar em 02 meses O QUE SIGNIFICAM OS NÚMEROS DE UMA MEDIDA DE PRESSÃO ARTERIAL: Significam uma medida de pressão calibrada em milímetros de mercúrio (mmhg). O primeiro número, ou o de maior valor, é chamado de sistólico, e corresponde à pressão da artéria no momento em que o sangue foi bombeado pelo

10 coração. O segundo número, ou o de menor valor é chamado de diastólico, e corresponde à pressão na mesma artéria, no momento em que o coração está relaxado após uma contração. Não existe uma combinação precisa de medidas para se dizer qual é a pressão normal, mas em termos gerais, diz-se que o valor de 120/80 mmhg é o valor considerado ideal. Contudo, medidas até 140 mmhg para a pressão sistólica, e 90 mmhg para a diastólica, podem ser aceitas como normais. O local mais comum de verificação da pressão arterial é no braço, usando como ponto de ausculta a artéria braquial. O equipamento usado é o esfigmomanômetro ou tensiômetro, vulgarmente chamado de manguito, e para auscultar os batimentos, usa-se o estetoscópio. A técnica de verificação da pressão arterial não será fornecida aqui. Aconselhamos que você não tome como base as medidas decorrentes de verificações feitas por pessoas leigas. É melhor procurar sempre um serviço médico credenciado no qual você confie. VALORES MÉDIOS DE PRESSÃO ARTERIAL IDADE EM ANOS PRESSÃO ARTERIAL EM MMHG 4 85/ / / / /75 Adulto 120/80 Idoso / TRATAMENTO grau. É um tratamento de convivência, isto é, diário e para sempre dependendo do Dieta saudável Reduzir o sal = dieta hipossódica

11 Parar de fumar Atividade física Parar de beber Farmacologia = tiazídicos, diuréticos de alça, ß-bloqueadores,bloqueadores de canal de cálcio, inibidores da ECA. 6- URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS HIPERTENSIVAS A diferença entre urgência e emergência está no objetivo terapêutico, pois na emergência hipertensiva o objetivo é baixar os níveis pressóricos em 25% em alguns minutos (Max 1 e 2 horas) enquanto na urgência a pressão pode ser reduzida lentamente, ao longo de 8 a 12 horas. 7-CUIDADOS DE ENFERMAGEM Explicar bem ao cliente a importância da mudança no hábito de vida Explicar a forma correta de usar os remédios Verificar a PA pelo menos 2 x dia ou sempre que observar sinais evidentes de alta pressórica Incentivar o auto-cuidado ao cliente. 8- TERMOS TÉCNICOS RELACIONADOS: Hipertensão Hipotensão Normotenso ANGINA 1-OQUE É? Angina é dor ou desconforto no peito quando os músculos cardíacos não recebem sangue suficiente. Angina pode ser sentida como uma pressão ou aperto no peito. A dor também pode ocorrer nos ombros, braços, pescoço, mandíbula ou costas. Angina também pode ser sentida como uma indigestão. Angina é um sintoma de doença na artéria coronária, o tipo mais comum de doença cardíaca. A doença na artéria coronária acontece quando as placas acumulam-se nas artérias coronárias. Esse acúmulo

12 de placas é chamado arteriosclerose. À medida que as placas se acumulam, as artérias coronárias ficam estreitas e duras. O fluxo sanguíneo para o coração é diminuído, reduzindo o suprimento de oxigênio para o músculo cardíaco. Nem toda dor ou desconforto é angina, porém sempre deve sempre ser checada por um médico. As artérias coronárias são artérias situadas na superfície do coração para alimentar o músculo cardíaco (miocárdio) 2-OQUE CAUSA? Uso do tabaco, colesterol elevado, pressão alta, diabetes, obesidade, sedentarismo e do stress. À medida que a idade avança o risco vai sendo maior. Os homens são mais atingidos por esta doença que as mulheres. Os fatores hereditários são também importantes. 3-QUANDO SUSPEITAR? Existência de dor precordial no centro do peito ou sub-esternal, irradiação para ombro e braço esquerdo, pode aparecer dor no queixo, mandíbula e pescoço, dor no epigástrio e/ou na região interescapular central, sentida como uma pressão, aperto, angústia, com duração de trinta minutos geralmente. Pode estar relacionada com exercício físico, ataque de raiva ou uma refeição pesada 4-TIPOS DE ANGINA: * Angina estável. Esse é o tipo mais comum de angina. Ele ocorre quando o coração está trabalhando mais forte do que o usual. Na angina estável há um padrão

13 regular, o qual depois de alguns episódios a pessoa pode reconhecer e prever quando ocorrerá. A dor da angina estável geralmente vai embora alguns minutos depois da pessoa repousar ou tomar medicamento. Angina estável aumenta a probabilidade de ataque cardíaco futuro. * Angina instável. Essa é uma condição muito perigosa que requer tratamento de emergência. É um sinal de que ataque cardíaco pode ocorrer logo. Diferente da angina estável, a instável não segue um padrão. Ela pode ocorrer sem esforço físico e não é aliviada com repouso ou medicamento. * Angina variante (Prinzmetal). Esse é um tipo raro de angina que geralmente ocorre quando a pessoa está repousando. A dor pode ser forte e geralmente ocorre entre a meia-noite e cedo de manhã. Angina variante é aliviada com medicamentos. 5-COMO CONFIRMAR? Eletrocardiograma O melhor método para diagnosticar a doença coronária é a angiografia coronária. Esta técnica envolve a utilização de um tubo (cateter) inserido no corpo por uma artéria e através do qual é injectado um produto de contraste radiológico. Com uma câmara de raio X é feito um filme onde fica registado o fluxo sanguíneo e a exacta localização e a gravidade das obstruções nas artérias coronárias. Este procedimento é o cateterismo cardíaco e efectua-se num Laboratório de Hemodinâmica. ECG de esforço Raio- x do tórax Exame clínico 6-TRATAMENTO O tratamento da doença coronária divide-se em três tipos: Médico - utilização de medicação. Todo o doente coronário é medicado, podendo ser utilizados como único tratamento, mas também como complemento para as outras técnicas seguidamente apresentadas. Uso de ß-bloqueadores, nitratos,ácido acetil salicílico. Na hora da dor: nitroglicerina sublingual.

14 - Angioplastia Coronária - intervenção - consiste na dilatação das estenoses (pequenos apertos nas artérias que impedem a normal circulação sanguínea), e colocação de uma malha metálica (stent) para manter a artéria aberta e restabelecer a normal circulação. - Cirurgia de Revascularização Coronária - método que visa utilizar artérias ou veias da própria pessoa e com elas fazer uma ponte (bypass) que leva o sangue às zonas situadas para além dos apertos do coração e assim restabelecer a normal circulação. 7-ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Informar e educar sobre natureza da doença A primeira coisa que uma pessoa com angina deve fazer é realizar algumas alterações de estilo de vida, como: * Caso angina venha com esforço físico, diminuir o esforço ou fazer paradas de descanso. * Caso angina venha depois de refeição pesada, evitar refeições grandes que façam sentir-se cheio. * Caso angina apareça com o estresse, evitar situações estressantes ou perturbadoras e aprender técnicas para administrar o estresse que não pode ser evitado. * Caso seja fumante, parar de fumar. * Praticar exercícios físicos sob orientação médica. * Emagrecer caso esteja acima do peso. 8- TERMOS TÉCNICOS: Dor epigástrica Dor precordial Dor subesternal Sedentarismo

15 IAM INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO 1 O QUE É? Um infarto do miocárdio, conhecido popularmente como ataque cardíaco, ocorre quando as artérias que suprem de sangue a parede do coração as artérias coronárias se entopem de repente, em geral por um pequeno trombo (coágulo sanguíneo). Estes coágulos sanguíneos normalmente se formam dentro das artérias coronárias já estreitadas pela arteriosclerose, um problema no qual placas de gordura ficam aderidas ao longo das paredes internas dos vasos sanguíneos. A partir do momento em que a região suprida por aquela artéria coronária deixa de receber sangue, as respectivas células (fibras musculares) entram em sofrimento e começam a morrer. Esta situação interfere com a capacidade do coração em bombear o sangue para os tecidos, em maior ou menor grau, de acordo com o tamanho e localização do infarto; ou ainda, compromete áreas que controlam as batidas do coração, causando arritmias (às vezes, fatais). Quase 25 por cento dos infartos levam à morte súbita, com a perda da vítima em questão de segundos ou minutos, sem que dê tempo de se obter socorro. Artérias coronárias e seus ramos (em vermelho). 1. Artéria Coronária Direita 2. Artéria Coronária Esquerda 2 O QUE CAUSA? História familiar de doença coronariana, Fumo, Obesidade, Pressão alta (hipertensão), Diabetes Mellitus,

16 Sedentarismo (Inatividade física), Níveis elevados de colesterol total no sangue (hipercolesterolemia, às vezes de caráter familiar), Níveis baixos do HDL colesterol (colesterol bom ). Embora a maioria dos ataques do coração seja causado pela arteriosclerose, há casos mais raros nos quais os ataques do coração resultam de outras doenças. Elas incluem: Problemas congênitos (de nascença) das artérias coronárias, Excesso de coagulação do sangue (hipercoagulabilidade), Doenças Clínicas como a Artrite Reumatóide ou o Lúpus Eritematoso Sistêmico, Abuso de drogas como a cocaína, Espasmos das artérias coronárias, Êmbolos pequenos coágulos sanguíneos que se desprendem de outros locais - e migram em direção a uma artéria coronária. 3 QUANDO SUSPEITAR? Dor no peito - É o sintoma mais comum de um infarto do coração. A dor é descrita como pontada, aperto, peso, facada ou queimação. Irradiação da dor (esparrama) para os braços (principalmente o esquerdo), para o abdome, pescoço, queixo ou pescoço. Sudorese fria, Falta de ar, Fraqueza ou perda do equilíbrio súbito, Náuseas e vômitos, Desmaios, Taquicardia e palpitações, Confusão mental, Agitação. 4 - COMO CONFIRMAR? O cardiologista irá colher uma história rápida com o paciente ou seus familiares, incluindo o tempo de aparecimento da dor e os outros sintomas. O familiar pode ajudar

17 com informações sobre nomes e dosagens de medicamentos atualmente em uso e outras doenças que o paciente tenha. O médico irá suspeitar de um ataque do coração baseando-se nos sintomas, na história clínica e nos fatores de risco para a doença coronariana. Para confirmar o diagnóstico ele fará: Eletrocardiograma (o ECG): mostra o ritmo e freqüência do coração, incluindo as alterações típicas do infarto, Exame físico detalhado, com atenção especial para seu coração e pressão sanguínea, Exames de sangue com dosagem das enzimas cardíacas, que são liberadas no sangue quando o músculo do coração é lesado (CPK, CKmb, DHL, TGO e Troponina), Ecocardiograma: mostra as condições do músculo e das válvulas do coração. 5 TRATAMENTO: O tratamento de um ataque de coração é feito numa unidade coronariana (UTI especializada em problemas do coração) e depende das condições do paciente - se o paciente está bem ou se tem risco imediato de morte. Primeiras medidas: Iniciados logo após a admissão na unidade coronariana. Aspirina: Usada para ajudar a prevenir a formação de coágulos sanguíneos, Oxigênio: Através de um cateter nasal ou máscara, Medicamentos para a dor (Ex. derivados da morfina), Beta-bloqueadores: Usados para reduzir a demanda de oxigênio pelo coração, Nitratos (nitroglicerina): Usados para aumentar fluxo de sangue para o coração, Inibidores da ECA (enzima de conversão da angiotensina): Estes medicamentos ajudam o coração a trabalhar de forma mais eficaz,

18 principalmente abaixando a pressão sanguínea. Incluem o Captopril, o Enalapril, o Ramipril, o Perindopril, o Fosinopril, e o Lisinopril. Inibidores dos receptores IIb/IIIa: São medicamentos que bloqueiam a ligadura entre as plaquetas pelo fibrinogênio, reduzindo a coagulação. Estes remédios incluem o Abciximab (ReoPro ) e o Tirofiban (Aggrastat ). Cateterismo Cardíaco: Tão logo se estabeleça o diagnóstico de infarto do miocárdio, o paciente é considerado candidato ao tratamento para reperfusão da coronária acometida. A reperfusão é melhor feita mecanicamente. O paciente é encaminhado ao setor de Hemodinâmica para fazer um cateterismo cardíaco. Um cateter é enfiado por um vaso sanguíneo grande em direção ao coração. Um contraste é injetado para localizar o bloqueio na artéria coronária. É aí que será feito o diagnóstico preciso da lesão e sua localização. Angioplastia Coronariana Percutânea: Depois de determinada a localização da lesão, uma angioplastia será feita na tentativa de desbloquear a artéria coronária. Nela, um cateter diferente, que tem um pequeno balão vazio na ponta, é enfiado através do bloqueio, e então o balão é insuflado para esmagar o coágulo e a placa. A maioria dos cateteres com balão também têm uma malha de arame, chamada stent na ponta. Depois que o balão é insuflado, o stent permanece em seu lugar para manter a artéria aberta. Trombólise: A reperfusão também pode ser feita com remédios que dissolvem o coágulo, chamados agentes trombolíticos. Estes incluem o Ativador do Plasminogênio Tecidual (tpa ) e a Estreptoquinase. Estes medicamentos são freqüentemente usados quando não é possível fazer uma angioplastia imediata. 6 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: Reduzir ansiedade do paciente e familiar Explicar sobre a doença Manter repouso absoluto do paciente no leito Orientar o paciente a se auto avaliar Proporcionar higiene e conforto Auxiliar nas alimentações diárias.

19 conforme evolução do paciente MONAB Monitorizar SSVV a cada 20 minutos e ir diminuindo 7 TERMOS TÉCNICOS Taquicardia Arteriosclerose ECG Sudorese Êmbolos PCR PARADA CARDIO RESPIRATÓRIA 1 O QUE É A parada cardiorespiratória é a interrupção da circulação sanguínea, decorrente da suspensão súbita e inesperada dos batimentos cardíacos. Depois de uma parada cardiorrespiratória a pessoa perde a consciência em cerca de 10 a 15 segundos devido a parada de circulação sanguínea cerebral. Se uma pessoa permanecer de 4 a 6 minutos sem oxigênio, as células cerebrais morrem rapidamente. A parada cardiorespiratória pode acontecer na presença de três ritmos cardíacos diferentes: Fibrilação Ventricular (caracterizada por um ritmo cardíaco rápido, irregular e ineficaz); Assistolia (ausência de ritmo cardíaco, interrupção da atividade elétrica do músculo cardíaco); Atividade Elétrica sem pulso (presença de atividade elétrica no músculo cardíaco, não há circulação sanguínea e os batimentos cardíacos são ineficazes. 2 O QUE CAUSA?

20 Cardiopatias H.A.S. D.M. Anóxia Antecedentes familiares de morte súbita Pneumotórax hipertensivo Choque Obstrução de vias aéreas Broncoespasmos Reações anafiláticas Acidentes automobilísticos Politraumas 3 MODALIDADES Assistolia - É a cessação de qualquer atividade elétrica ou mecânica dos ventrículos. No eletrocardiograma (ECG) caracteriza-se pela ausência de qualquer atividade elétrica ventricular observada em, pelo menos, duas derivações (fig. 1). Fig. 1 - Assistolia ventricular; no início do traçado registrou-se um complexo QRS e onda T, seguido de linha isoelétrica. Fibrilação ventricular - É a contração incoordenada do miocárdio em conseqüência da atividade caótica de diferentes grupos de fibras miocárdicas, resultando na ineficiência total do coração em manter um rendimento de volume sangüíneo adequado. No ECG, ocorre a ausência de complexos ventriculares individualizados que são substituídos por ondas irregulares em ziguezague, com amplitude e duração variáveis (fig. 2).

21 Fig. 2 - Fibrilação ventricular. A) ondas amplas e rápidas - fibrilação ventricular tipo "grosseiro"; B) ondas pequenas e lentas - fibrilação tipo "fino". Taquicardia ventricular sem pulso - É a sucessão rápida de batimentos ectópicos ventriculares que podem levar à acentuada deterioração hemodinâmica, chegando mesmo a ausência de pulso arterial palpável, quando, então, é considerada uma modalidade de parada cardíaca, devendo ser tratada com o mesmo vigor da FV. O ECG caracteriza-se pela repetição de complexos QRS alargados não precedidos de ondas P e, se estas estiverem presentes, não guardam relação com os complexos ventriculares. Podem ocorrer capturas isoladas de alguns complexos QRS. Em geral os ciclos ventriculares têm sucessão a intervalos irregulares (fig. 3). Fig. 3 - Taquicardia ventricular. Atividade elétrica sem pulso - É caracterizada pela ausência de pulso detectável na presença de algum tipo de atividade elétrica, com exclusão de taquicardia ou FV. A atividade elétrica sem pulso incorpora a dissociação eletromecânica (DEM) e um grupo heterogêneo de ritmos que inclui: pseudo DEM, ritmo idioventricular, ritmo de escape ventricular, ritmo idioventricular pós desfibrilação e ritmos bradiassistólicos. Ao ECG, caracteriza-se pela presença de complexos QRS largos e bizarros que não produzem resposta de contração miocárdica eficiente e detectável (fig. 4).

22 Fig. 4 - Dissociação eletromecânica ou ritmo agônico. Complexos QRS largos e bizarros. Ritmo idioventricular, sem contração mecânica ventricular correspondente 4 QUANDO SUSPEITAR - Incapacidade ou ausência respiratória; - midríase (dilatação das pupilas); - perda de consciência; - falta de pulso; - cianose (as extremidades dos dedos e dos lábios tornam-se roxas); - ausência de batimentos cardíacos. 5 COMO CONFIRMAR O diagnóstico da parada cardiorespiratória pode ser obtido através de ausência de movimentos respiratórios, inconsciência, cor arroxeada dos lábios e unhas, dilatação das pupilas, ausência de pulso e de respostas a estímulos dolorosos. Um eletro também pode auxiliar no diagnóstico. 6 TRATAMENTO RCP O atendimento Rápido é fundamental para o sucesso terapêutico. A - B - C da VIDA A- Abertura de Vias aéreas B- B- Boa Respiração ( ver, ouvir e sentir) C- C- circulação Desfibrilador 30 massagens para 2 respirações Drogas mais utilizada em PCR Adrenalina Fundamental para o tratamento de PCR, independente do traçado do ECG. A dose utilizada é de 1mg a cada 5 minutos.

23 minutos Atropina- Medicamento parassimpático clássico, a dose é de 1mg a cada 5 Lidocaína(Xilocaína) sem vaso constritor usado em Arritmias Ventriculares.A dose utilizada normalmente é de 10ml em bolus IMPORTANTE LEMBRAR Tempo é vida o cérebro humano suporta no Maximo de 3 a 5 minutos sem oxigênio. Somente 03 Drogas comprovadamente podem ser feitas no TOT (Adrenalina, atropina e Xilocaína injetável) Podemos usar a via intra-óssea para administração de drogas. Toda a Equipe de Saúde deve ser treinada em manobras de RCP. 7 ASSISTENCIA DE ENFERMAGEM - Isolar a cama ou a maca do paciente com biombos. - Providenciar material, medicamentos e aparelhos necessários á ressuscitação cardio pulmonar; - Puncionar e fixar uma veia para administração e soluções e drogas prescritas; - Colaborar na dissecação de veia ou passagem de intracarth; - Fazer anotações no prontuário, tais como: hora da parada, atendimento prestado, resultado e óbito; - O auxiliar de enfermagem deve auxiliar ao médico em todos os procedimentos necessários. 8 TERMOS TÉCNICOS: Assistolia Anóxia Pneumotórax Broncoespasmos Midríase Cianose

24 CAPITULO II SISTEMA RESPIRATÓRIO 1.1 ANATOMIA E FISIOLOGIA O sistema respiratório humano é constituído por um par de pulmões e por vários órgãos que conduzem o ar para dentro e para fora das cavidades pulmonares. Esses órgãos são as fossas nasais, a boca, a faringe, a laringe, a traquéia, os brônquios, os bronquíolos e os alvéolos, os três últimos localizados nos pulmões. Fossas nasais: são duas cavidades paralelas que começam nas narinas e terminam na faringe. Elas são separadas uma da outra por uma parede cartilaginosa denominada septo nasal. Em seu interior há dobras chamadas cornetos nasais, que forçam o ar a turbilhonar. Possuem um revestimento dotado de células produtoras de muco e células ciliadas, também presentes nas porções inferiores das vias aéreas, como traquéia, brônquios e porção inicial dos bronquíolos. No teto das fossas nasais existem células sensoriais, responsáveis pelo sentido do olfato. Têm as funções de filtrar, umedecer e aquecer o ar. Faringe: é um canal comum aos sistemas digestório e respiratório e comunica-se com a boca e com as fossas nasais. O ar inspirado pelas narinas ou pela boca passa necessariamente pela faringe, antes de atingir a laringe.

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