PANORAMA DO CRÉDITO. Crédito ao Consumidor. Março Cezar Yoo Dellagatti Analista Econômico

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1 PANORAMA DO CRÉDITO Crédito ao Consumidor Março 2010 Cezar Yoo Dellagatti Analista Econômico

2 ÍNDICE SUMÁRIO 03 CRÉDITO AO CONSUMIDOR 11 CRÉDITO REF. TAXA DE JUROS 14 SALDO 15 CONCESSÕES 25 JUROS 35 SPREAD 42 INADIMPLÊNCIA 48 PRAZO 57 DEMAIS OPERAÇÕES 66 LEASING PF 69 COOPERATIVAS 70 OUTRAS OPERAÇÕES PF 71 NOTA METODOLÓGICA

3 INDICADORES DE CRÉDITO NO SFN A carteira total de crédito no sistema financeiro nacional encerrou Março em R$ 1,45 trilhão. Este montante correspondeu a um crescimento na comparação com Fevereiro de 0,6% (ante a estagnação observada nos últimos dois resultados) implicando num aumento de 11,1% no confronto com Mar./09 (-0,4 p.p. abaixo do porcentual anterior). Relativamente a economia, o estoque manteve-se pela 5ª vez consecutiva em 45%PIB, reduzindo a expansão no horizonte de 12 meses de 4,2 p.p. para 4,0 p.p. no fechamento de Março. O comportamento do estoque foi pautado pelo avanço, tanto da esfera livre, que contabilizou mais de R$ 974 bilhões, como dos recursos direcionados (R$ 477,5 bilhões). Assim como em Fevereiro, ambos os segmentos comportaram-se harmonicamente, todavia, ao contrário do mês anterior (momento em que os volumes praticamente permaneceram inalterados), em Março essa consonância se deu no campo positivo (0,6%). Quando o horizonte se estende aos mesmos meses de 2009, a carteira direcionada prossegue se destacando ao contabilizar outra taxa ao redor dos 24%. Embora este patamar seja consideravelmente superior ao reportado pelo crédito livre (por volta dos 6%), a estabilização deste último desde o final de 2009 é o fato a ser evidenciado. No âmbito direcionado, o desempenho do crédito habitacional mereceu destaque sobre as demais modalidades em Março. Depois de contabilizar um aumento acima dos R$ 3 bilhões, a carteira ultrapassou os R$ 95 bilhões, demonstrando inclusive, aceleração (de 1,5 p.p.) na já pujante taxa de 12 meses (42,2%). 3

4 DESTAQUES DE MARÇO Sob a esfera dos recursos livres, o segmento de pessoas jurídicas (R$ 486,7 bilhões) voltou a apresentar redução (-0,3%) após a estagnação observada em Fevereiro, refletindo a mais uma contração na carteira composta por recursos externos. Esta, depois do crescimento em Janeiro (1,2%) e da discreta redução (-0,5%) em Fevereiro, voltou a apresentar forte recuo (-6,2%) no mês de Março, finalizando o período com um estoque inferior a R$ 53 bilhões, o que se traduziu em menos de US$ 30 bilhões. Na comparação com Mar./09, o saldo destas operações retrocedeu aproximadamente -41%, demonstrando deterioração de quase 3 p.p. sobre o resultado anterior. Antagonicamente pelo lado doméstico, o estoque de operações empresariais (livres) respondeu com um aumento de 0,5%, totalizando mais de R$ 433 bilhões. A principal modalidade, destinada ao financiamento do capital de giro (R$ 223,8 bilhões), destacou-se novamente expandindo 1,2%, ante os 0,9% observados anteriormente. Nesse sentido, a linha prosseguiu aumentando de importância no segmento, passando em Março a representar sozinha, 46% da carteira livre empresarial. No confronto com o mesmo mês de 2009, o saldo da modalidade manteve o elevado ritmo de crescimento, respondendo com uma taxa de 19,4%, aliada a um avanço, de quase 8 p.p., no share dos recursos livres empresariais. A crescente importância da modalidade durante os últimos anos foi intensificada no período posterior aos impactos da crise mundial. Para isto, basta observar que nos últimos dois anos, o capital de giro registrou um incremento na participação do crédito empresarial (livre) de aproximadamente 16 p.p., resultado consideravelmente superior aos 10 p.p. acumulados nos cinco anos precedentes (entre Mar./03 e Mar./08). 4

5 DESTAQUES DE MARÇO Também partindo de um resultado estagnado no mês de Fevereiro, porém demonstrando ascensão em Março, o estoque de crédito livre em operações destinadas às pessoas físicas avançou 1,4%, encerrando acima dos R$ 487 bilhões. Traçando um paralelo com o mesmo mês de 2009 o crescimento foi de 12,8%, resultando, portanto, na 3ª desaceleração consecutiva do indicador, que passa a acumular desde Dez./09 uma redução de -1,5 p.p.. Essa desaceleração tem origem, principalmente, na contínua deterioração da carteira de leasing para as pessoas físicas (R$ 61 bilhões), que tornou a se contrair pela 7ª vez (seguida), na comparação com o mês imediatamente anterior (-2,5%). No confronto com igual mês do ano anterior, este processo culminou numa retração da carteira ao redor de - 8,6%, conduzindo a taxa de 12 meses num mergulho de aproximadamente -17 p.p. desde Dez./09. Apenas nos 3 últimos meses, em valores absolutos, a queda correspondeu a aproximadamente - R$ 4,3 bilhões no estoque da modalidade, composta basicamente por operações com veículos. Ainda na esfera automotiva, o cdc veículos, por outro lado, manteve uma trajetória divergente, ultrapassando em Março a marca histórica de R$ 101,9 bilhões. A forte taxa de crescimento mensal (3,5%) foi superada pela última vez, somente em Janeiro de 2002, e quando o horizonte de comparação é expandido aos mesmos meses de 2009, a modalidade destoou com uma aceleração de 9,5% em Dez./09, para 19% em Mar./10., uma ampliação em termos absolutos de pouco mais de R$ 5,8 bilhões. Nesse sentido, consolidando ambos os volumes (R$ 163 bilhões), a participação do financiamento (cdc) no crédito automotivo prosseguiu em franca expansão, correspondendo em Março a 62,5% da carteira total destinada ao crédito automotivo. Já o arrendamento mercantil, que vem perdendo progressivamente a participação desde Maio de 2009, acumula nesse período uma perda de share maior que 6 p.p.. Portanto, os incentivos governamentais no pós-crise (IPI) que acabaram por impulsionar as vendas do setor, acabaram sendo canalizados, nas compras a crédito, principalmente, através do cdc veículos. 5

6 DESTAQUES DE MARÇO Em Março, último mês em que vigorou o incentivo, foram vendidas mais de 337 mil unidades novas entre automóveis e comerciais leves. Esse número superou o recorde anterior, registrado em Set./09 (296 mil), conforme os dados levantados pela Fenabrave. Comparadas ao desempenho de Fevereiro, as vendas (com. leves + automóveis) aumentaram em quase 60%, acumulando em 2010 mais de 750 mil unidades novas vendidas. No confronto com o resultado acumulado no mesmo período do ano anterior (01ºT09), as vendas apresentaram crescimento de 17%. As vendas de ônibus (2,8 mil) e caminhões (13,4 mil), ainda no mercado de novos, ostentaram taxas mais elevadas de crescimento, tanto na comparação com o mês anterior (72% e 70%) como no confronto com Mar./09 (61% e 56%). No primeiro trimestre do ano, as vendas de ônibus novos somaram mais de 6,4 mil unidades e o número aproximado de caminhões licenciados totalizou 31 mil unidades. Quando confrontados com os resultados obtidos no 01ºT09, os segmentos também apresentaram forte expansão (de 34% e 46%, respectivamente). As motocicletas novas vendidas em Março ultrapassaram as 163 mil unidades, representado uma alta de 35% ante Fevereiro e uma taxa de 17% no paralelo com Mar./09. No acumulado do ano, foram vendidas mais de 405 mil motos (pouco mais de 35 mil unidades que no primeiro trimestre de 2009). Contudo, quando a comparação considera o 01ºT08, esta foi a única, das modalidades evidenciadas, em que as vendas retrocederam. 6

7 DESTAQUES DE MARÇO Outra peculiaridade da modalidade foi a elevação nas vendas das motos usadas, sobre as demais, 0km, quando o confronto é com Mar./09. Todavia, deve ser ponderado que mesmo considerando esse aumento, as vendas de motos novas se assemelham aos patamares das usadas vendidas (185 mil unidades), diferentemente dos outros meios de transporte, onde a presença das unidades usadas é mais acentuada. Da mesma forma que o mercado das novas, a taxa de crescimento sobre o mês de Fevereiro se manteve em torno de 35%, entretanto, quando o horizonte é expandido em 12 meses, o crescimento das usadas destoa (24%), assim como o resultado trimestral que contabilizou uma alta de 22%, ante o 01Tº09. Portanto, o segmento de motocicletas novas demonstrou recuperação em Março de 2010, contudo o destaque ficou para as unidades usadas, que mantiveram o protuberante ritmo de expansão. Conforme mencionado, as outras modalidades apresentaram um mercado de usados bem mais expressivo, comparativamente às respectivas unidades 0km vendidas. Um exemplo foi o segmento composto pelo somatório das vendas de automóveis e comerciais leves (usados), que correspondeu em Março a aproximadamente 67% das vendas totais do segmento. Essa participação no mês, refletiu basicamente que, para cada 2 veículos usados, 1 novo foi vendido, demonstrando um importante peso das unidades usadas, muito embora em decadência, pois esta relação já chegou a ser maior do que 3, para 1 em Mar./07. Portanto, sob este ponto de vista, mesmo com o retorno do crescimento (19%) em Março de 2010 (na comparação com Mar./09), o avanço das unidades usadas no segmento, ultrapassando as 674 mil unidades vendidas (entre automóveis e comerciais leves), apesar de constituir-se num atenuante, mostrou-se incapaz de manter ao menos a estabilidade na relação (entre unidades novas e usadas) do mercado específico, em função da intensificação na já pujante taxa de crescimento dos novos. As vendas de ônibus (4,3 mil) e caminhões (28,2 mil) usados corresponderam também a uma grande parcela no total negociado dentro dos respectivos segmentos (60% e 68%, respectivamente). Assim como no segmento anterior (automóveis + comerciais leves), os usados prosseguiram reduzindo a participação nos últimos anos. Enquanto, 3,4 caminhões usados eram negociados a cada novo vendido em Mar./07, em Mar./10 o peso dos usados caiu para pouco mais de 2 para 1. No mesmo sentido, de uma forma mais aguda, para cada ônibus novo vendido em Março de 2007, 2,7 usados acabavam sendo comercializados, atualmente (Mar./10) a venda dos ônibus usados não ultrapassa a 1½ unidade para cada 0km vendido. Outra característica comum em ambas as modalidades, é a relativa acomodação da relação em Mar./09 (inclusive com ligeiro crescimento). Nos coletivos, essa estabilidade decorreu de um crescimento mais forte nas vendas dos usados (11%) quando comparado à moderada expansão das unidades novas (4%). Já nos caminhões o movimento derivou de uma queda acentuada no segmento de novos (-10%) ante a de menor grau na venda de unidades usadas (-8,5%). Portanto, o indicador reflete que, no período ainda bastante conturbado (em Mar./09), o comportamento dos primeiros derivou da maior ou menor intensidade de crescimento nas vendas. Já nos caminhões, a (maior ou menor) intensidade do movimento se deu na esfera negativa. 7

8 DESTAQUES DE MARÇO Por fim, a relação cadente foi retomada em Mar./10 (ônibus e caminhões), resultando da forte recuperação nas vendas das unidades novas em ambas as modalidades, conforme pudemos observar anteriormente. A diferença reside no fato de que, nos caminhões, esse crescimento foi acompanhado pelo aumento menos expressivo (14%) na comercialização dos usados (28,2 mil), ao passo que, nos coletivos (ônibus), este ocorreu concomitantemente a uma redução (-7%) na comercialização dos usados (4,3 mil). Voltando ao crédito destinado aos consumidores, outro destaque foi o crédito pessoal, que incluindo o consignado totalizou mais de R$ 170 bilhões em Março. Na comparação com o mês anterior, foi registrado um crescimento de 2,2% na carteira, que somado às altas de 1,0% nos últimos dois resultados, levaram o volume a acumular uma alta de quase R$ 7 bilhões em No confronto com igual período do ano anterior, esse crescimento foi suficiente para continuar mantendo a carteira numa taxa de expansão ligeiramente superior aos 20% em Somente a carteira composta pela consignação em folha de pagamento aproximou-se dos R$ 115 bilhões em Março, apresentando elevação na comparação com o mês imediatamente anterior de 2,4% (incluindo as consignações realizadas pelas cooperativas de crédito). Desde Nov./09, a fatia correspondente aos trabalhadores da iniciativa privada prossegue mantendo uma contribuição mais discreta no resultado total, acumulando durante o esse período (desde Nov./09), um crescimento de apenas 1,3%. Esse movimento contribuiu para manter a já limitada influência deste saldo (R$ 15,3 bilhões), colaborando para manter a já baixa representatividade (13,4%) no estoque consignado total, que desde o 04ºT07 situa-se entre 13% e 14%. Mesmo o desempenho de 30% verificado no horizonte de 12 meses não deve ser observado desconsiderando a acomodação na série após Nov./09. Já o estoque de operações contratadas pelos trabalhadores públicos (R$ 99,4 bilhões), que inclui o saldo com aposentados e pensionistas do INSS, intensificou a expansão em Março atingindo quase 6% no confronto com Nov./09 e mais de 32% ante Mar./09. Somando ambas as modalidades (trabalhadores públicos e privados) e excetuando os empréstimos deste tipo realizados pelas cooperativas de crédito (R$ 2,4 bilhões), constatou-se que o estoque consignado resultante correspondeu a aproximadamente 66% do crédito pessoal (um aumento superior a 6 p.p. no horizonte de 12 meses), ou seja, algo em torno de 23% do total de recursos livres voltado às pessoas físicas em Março. 8

9 Em Março, mais de R$ 7,6 bilhões em créditos referenciais foram concedidos diariamente no sistema financeiro nacional resultando numa redução de -3,1% ante o mês de Fevereiro, refletindo as diminuições, tanto do segmento voltado aos consumidores (R$ 3,0 bilhões) como das operações empresariais (R$ 4,6 bilhões), em -2,0% e -3,8%, respectivamente. Enquanto no primeiro segmento, mesmo considerando a redução na variação ante o mês anterior, o fluxo prosseguiu mantendo-se em patamares historicamente elevados, correspondendo ao recorde diário para os meses de Março (desde o início da série analisada Mai./00), o segmento empresarial recuou para valores inferiores aos observados na já combalida base de DESTAQUES DE MARÇO O recuo no fluxo empresarial originou-se principalmente das movimentações, no financiamento para capital de giro (R$ 1,0 bilhão/dia), na conta garantida (R$ 1,3 bilhão/dia) e no ACC (R$ 239 milhões/dia), que caíram -1,4%, - 7,7% e -24,5%, respectivamente. Juntas, as duas primeiras modalidades representaram praticamente 53% do crédito concedido diariamente às empresas no mês, cabendo destacar que a linha destinada ao capital de giro, diferentemente do comportamento apresentado pelo consolidado empresarial, prossegue em níveis recordes quando o confronto é com os meses de Março de anos anteriores. Em contrapartida, não somente o ACC, mas os recursos externos de uma forma geral, continuaram em deterioração, respondendo no mês, por pouco mais de 7% do total concedido diariamente às empresas, o que equivaleu (em conjunto) a menos que o percentual compreendido apenas pelo desconto de duplicatas no mês (9%). Cabe salientar que há praticamente 2 anos atrás (Mar./08), as modalidades com funding externo correspondiam a quase 17% do fluxo empresarial (referencial),superando inclusive o total destinado ao capital de giro (15%). 9

10 DESTAQUES DE MARÇO Conforme exposto anteriormente, as concessões referenciais destinadas às pessoas físicas corresponderam a pouco mais de R$ 3,0 bilhões ao dia. Mesmo depois de recuarem na comparação com o mês anterior (-2%), mantiveram um acelerado ritmo de crescimento (16,4%) no confronto com Mar./09, atingindo pela primeira vez, 40% do crédito referencial total concedido diariamente. O grande destaque de Março foi a expansão do cdc veículos, que no último mês do incentivo governamental, contabilizou mais uma pujante taxa de crescimento (95,7%) no horizonte de 12 meses, encerrando Março concedendo inéditos R$ 409 milhões/dia. Esse desempenho contribuiu para a redução do peso das modalidades rotativas sobre o crédito diário contratado pelas pessoas físicas que, diferentemente do segmento empresarial, já havia se recuperado no 02ºT09. Com o agravamento da crise, a soma das concessões por meio do cheque especial e do financiamento com juros no cartão de crédito chegou a atingir, no ápice, 68% do total (PF). Em Mar./09, essa participação já havia recuado em 5 p.p., mantendo-se relativamente estável desde então. A participação no fluxo diário somente sofreu outro considerável impacto em Março de 2010 (58%), mês em que retornou para patamares semelhantes aos observados há 2 anos atrás (Mar./08 = 56%). As concessões através do crédito pessoal totalizaram R$ 658 milhões ao dia em Março, considerando as consignações em folha de pagamento. A modalidade manteve o forte ritmo de crescimento, registrando um acréscimo de 3,1% ante Fevereiro e uma expansão superior a 22% na comparação com igual mês de De acordo com estimativas, a participação da modalidade consignada continuou representando pouco menos da metade deste total, correspondendo a algo em torno de 46%. No confronto com Fevereiro, tanto o crédito pessoal (puro) como o consignado apresentaram taxas muito parecidas, diferindo apenas quando o horizonte de comparação se estende aos mesmos meses de 2009, amplitude na qual o desempenho do último (28%) se sobrepõe ao do primeiro (18%). Analisando exclusivamente a porção consignada (estimada), enquanto o fluxo diário consignado para trabalhadores públicos e privados expandiu em quase 9%, o contratado pelos aposentados e pensionistas do INSS recuou aproximadamente -5%. Estes resultados comparados aos anteriores apontaram para uma desaceleração em ambas as modalidades, inclusive com reversão na última (21% e 8%, respectivamente). Já na comparação com Mar./09, o destaque ficou para as concessões diárias aos aposentados e pensionistas do INSS, que mesmo depois de sofrer uma ligeira desaceleração, prosseguiram exibindo uma pujante taxa de expansão (de 104% para 91%), embora essa, muito provavelmente, se amenize já a partir do próximo mês, dado o impacto na base de comparação, conforme comentado em edições anteriores. No âmbito dos trabalhadores públicos e privados, a taxa de 12 meses deixou a estabilidade do resultado anterior para avançar mais de 7% neste horizonte. Em Março, do total referencial concedido diariamente às pessoas físicas (R$ 3,0 bilhões/dia), 12% correspondia ao crédito pessoal propriamente dito, 6% às operações consignadas com trabalhadores públicos e privados e apenas 4% referia-se ao consignado INSS. DESTAQUES DE MARÇO 10

11 DESTAQUES DE MARÇO Mais especificamente no caso do INSS, o somatório das operações no mês de Março contabilizou R$ 2,58 bilhões, traduzidos em pouco mais de 1 milhão de contratos firmados (empréstimos + cartão). Com esse resultado, o primeiro trimestre do ano fechou acumulando um montante superior a R$ 6,8 bilhões, superando os 3,1 milhões de contratos assinados no período, quantidade correspondente a praticamente o dobro dos negócios contabilizados no 01ºT09 (1,59 milhões). Apesar de registrar mais uma queda, a maior parte dos contratos (58%) continuou sendo fechada com segurados de renda limitada a 1 salário mínimo no mês de Março. Em Jan./10, essa faixa de renda respondia por 63% da quantidade total das operações conveniadas. A diferença (-5 p.p.) foi distribuída aos demais níveis de renda, sendo principalmente absorvida pela faixa intermediária (De 1 à 3 Sal. Mín.), que saiu dos 24% em Jan./10, para representar 27% da quantidade contratada. Em termos monetários, os segurados pertencentes à menor faixa de renda representaram 44% do total em Março. Da mesma forma que na quantidade total, na segmentação por valor esse nível de renda também recuou (ante os 47% registrados em Jan./10), sendo o segmento mais favorecido, novamente o dos segurados pertencentes à faixa intermediária de renda, que aqui, registraram um acréscimo de 2 p.p.. O valor médio contratado no mês de Março situouse em R$ 2.462, elevando-se em 20% na comparação com igual período do ano anterior e 25% no confronto com Mar./08. Os segurados com idade de 50 à 59 anos, continuaram apresentando os valores médios mais elevados (R$ 2.766), sendo a grande maioria da quantidade contratada (78%), parcelada de 49 à 60 vezes. Na segmentação por regiões, mais uma vez o destaque ficou para a região sudeste, que sozinha respondeu por mais de 485 mil operações e por praticamente a metade do montante contratado no país (R$ 1,26 bilhões). Na comparação com as demais regiões, esta foi também onde se verificou o maior valor médio contratado para o mês de Março (R$ 2.611), tendo o estado de São Paulo como o grande protagonista da região (e do país). O nordeste manteve-se como a segunda região de maior importância na contratação da modalidade, contabilizando pouco mais de ¼ do montante nacional (R$ 649 milhões) em mais de 288 mil operações. Todavia, quando a comparação considera os valores médios dos contratos, a região foi a que apresentou o menor resultado da federação (R$ 2.250), em muito influenciada, pelos estados da Paraíba (R$ 2.197), do Rio Grande do Norte (R$ 2.144) e do Ceará (R$ 2.038). Já na região sul, os 3 estados juntos responderam por aproximadamente 17% do montante (177 mil) e da quantidade (R$ 433 milhões) efetivada no país em Março. O Rio Grande do Sul se destacou pelos mais de 77 mil contratos fechados no mês, os quais contabilizaram algo em torno de R$ 191 milhões. Entretanto, quando a análise considera o valor médio contratado, o mais elevado resultado da região foi reportado em Santa Catarina (R$ 2.608), que também correspondeu ao 3º maior do país. Por fim, embora a região Norte tenha respondido com uma quantidade (52 mil) e um montante (R$ 119 milhões) relativamente semelhante ao verificado no Centro-Oeste do país (46 mil e R$ 115 milhões), o valor médio (R$ 2.272) da primeira foi aproximadamente -9% inferior ao contabilizado na última (R$ 2.491). Em parte, este resultado refletiu o comportamento no Distrito Federal, que por mais uma vez liderou o ranking dos valores médios (R$ 3.038) no país, muito em função dos benefícios elevados emitidos aos segurados da localidade pela Previdência Social, já analisado no Panorama do Crédito de Jan./10 (pág.10). 11

12 Crédito ao Consumidor (R$ milhões corrigidos pelo IPCA) Ref. Taxa de Juros Leasing PF Cooperativas Outras Total março fevereiro março % mês 2,0% -2,5% 0,6% 2,5% 1,4% % 2009 ~ ,9% -8,6% 16,4% 27,5% 12,8%. Variações sujeitas a arredondamentos... Dados dos últimos 3 meses são preliminares, sujeitos a alterações pelo Bacen. Variação 12 meses 45% 35% 35,4% 25% 30,7% 27,5% 27,6% 21,8% 15% 12,5% 13,9% 12,8% 5% -5% % -10,1% 12

13 Crédito ao Consumidor (R$ milhões corrigidos pelo IPCA) Crédito ao Consumidor - R$ MM corrigidos pelo IPCA Taxa de Juros PF - % a.a. 90% % % % % % % % % % - 40%

14 REF. TAXA DE JUROS 14

15 SALDO DE CRÉDITO 15

16 Saldo de Crédito (R$ milhões corrigidos pelo IPCA) Cheque Especial Crédito Pessoal Veículos Aquisição de Bens Cartão de Crédito Outras Operações Crédito Imobiliário Total março fevereiro março % mês 2,7% 2,2% 3,5% -1,2% -2,7% -0,8% 3,3% 2,0% % 2009 ~ ,2% 20,2% 19,0% -10,6% 2,6% 0,5% 26,0% 14,9%. Variações sujeitas a arredondamentos... Dados dos últimos 3 meses são preliminares, sujeitos a alterações pelo Bacen. Variação 12 meses 60% 50% 51,2% 40% 31,6% 30% 28,8% 20% 19,0% 14,9% 15,0% 10% 8,3% 0% 4,6% % -8,6% -20% 16

17 Saldo de Crédito e Taxa de Juros ao Consumidor (R$ milhões corrigidos pelo IPCA) SaldoTotal Taxa de Juros PF - % a.a % % 80% % % 65% % % % 45% - 40%

18 Saldo - Cheque Especial (R$ milhões corrigidos pelo IPCA)

19 Saldo - Crédito Pessoal (R$ milhões corrigidos pelo IPCA)

20 Saldo - Veículos (R$ milhões corrigidos pelo IPCA)

21 Saldo - Aquisição de Bens (R$ milhões corrigidos pelo IPCA)

22 Saldo - Cartão de Crédito (R$ milhões corrigidos pelo IPCA)

23 Saldo - Outras Operações (R$ milhões corrigidos pelo IPCA)

24 Saldo - Crédito Imobiliário (R$ milhões corrigidos pelo IPCA)

25 CONCESSÕES DE CRÉDITO 25

26 Concessões de Crédito (R$ milhões corrigidos pelo IPCA) Cheque Especial Crédito Pessoal Veículos Aquisição de Bens Cartão de Crédito Outras Operações Crédito Imobiliário Total março fevereiro março % mês 20,2% 31,8% 62,5% 28,0% 12,2% 26,2% 40,5% 25,3% % 2009 ~ ,2% 28,2% 104,6% 18,9% 30,0% -16,4% 48,7% 21,7%. Variações sujeitas a arredondamentos... Dados dos últimos 3 meses são preliminares, sujeitos a alterações pelo Bacen. Variação 12 meses 25% 21,8% 21,7% 20% 17,0% 18,7% 15% 12,3% 10,8% 10% MM 3 5% 7,8% 3,7% 0% % -10% -11,5% -10,4% -15% -10,2% 26

27 Concessões e Taxa de Juros ao Consumidor (R$ milhões corrigidos pelo IPCA) Concessão Total Taxa de juros- %a.a. 90% % 80% % % 65% % % % 45% - 40%

28 Concessões - Cheque Especial (R$ milhões corrigidos pelo IPCA)

29 Concessões - Crédito Pessoal (R$ milhões corrigidos pelo IPCA)

30 Concessões - Veículos (R$ milhões corrigidos pelo IPCA)

31 Concessões - Aquisição de Bens (R$ milhões corrigidos pelo IPCA)

32 Concessões - Cartão de Crédito (R$ milhões corrigidos pelo IPCA)

33 Concessões - Outras Operações (R$ milhões corrigidos pelo IPCA)

34 Concessões - Crédito Imobiliário (R$ milhões corrigidos pelo IPCA)

35 TAXA DE JUROS 35

36 Taxa de Juros ao Consumidor % a.a. Cheque Especial Crédito Pessoal Crédito Consignado Veículos Aquisição de Bens Crédito Imobiliário Taxa Média março ,3% 42,7% 27,0% 23,5% 50,2% 12,5% 41,0% fevereiro ,5% 43,8% 27,3% 24,1% 50,9% 12,5% 41,9% março ,1% 50,8% 28,7% 29,7% 63,8% 13,4% 50,1% mês 0,8 p.p. -1,1 p.p. -0,3 p.p. -0,6 p.p. -0,7 p.p. 0,0 p.p. -0,9 p.p ~ ,8 p.p. -8,1 p.p. -1,7 p.p. -6,2 p.p. -13,6 p.p. -0,9 p.p. -9,1 p.p.. Variações sujeitas a arredondamentos... Dados dos últimos 3 meses são preliminares, sujeitos a alterações pelo Bacen. Histórico 90% 80% 70% 60% 50% 40% 50,1% 48,8% 47,3% 45,6% 44,9% 44,1% 43,6% 44,2% 43,0% 42,7% 43,0% 41,9% 41,0% 36

37 Taxa de Juros - Cheque Especial % a.a. 185% 175% 165% 155% 145% 135% 169,1% 167,8% 167,3% 166,3% 167,0% 162,7% 163,3% 161,0% 161,1% 159,5% 160,3% 160,0% 159,1% 37

38 Taxa de Juros - Crédito Pessoal % a.a. 105% 95% 85% 75% 65% 55% 45% 35% Crédito Pessoal - % a.a. Crédito Consignado - % a.a. 50,8% 48,8% 46,6% 45,6% 44,8% 44,3% 44,7% 45,7% 43,6% 44,4% 44,8% 43,8% 42,7% 28,7% 28,9% 28,6% 27,9% 28,0% 27,6% 27,1% 27,2% 27,0% 27,2% 27,2% 27,3% 27,0% 38

39 Taxa de Juros - Veículos % a.a. 60% 50% 40% 30% 20% 29,7% 29,9% 29,2% 26,9% 26,9% 26,2% 24,9% 25,6% 25,3% 25,4% 25,2% 24,1% 23,5% 39

40 Taxa de Juros - Aquisição de Bens % a.a. 90% 80% 70% 60% 50% 40% 63,8% 60,4% 55,8% 55,3% 53,9% 54,4% 54,8% 51,4% 50,0% 51,8% 51,7% 50,9% 50,2% 40

41 Taxa de Juros - Crédito Imobiliário % a.a. 22% 20% 18% 16% 14% 12% 10% 14,0% 13,4% 13,5% 13,3% 13,7% 13,6% 13,1% 13,0% 12,7% 12,7% 12,5% 12,5% 12,5% 41

42 SPREAD BRUTO 42

43 Spread Bruto Pessoa Física p.p. Cheque Especial Crédito Pessoal Veículos Aquisição de Bens Médio março ,9 p.p. 31,2 p.p. 12,0 p.p. 40,2 p.p. 29,8 p.p. fevereiro ,3 p.p. 32,6 p.p. 12,8 p.p. 41,1 p.p. 30,9 p.p. março ,6 p.p. 40,6 p.p. 19,4 p.p. 53,6 p.p. 39,9 p.p. mês 0,6 p.p. -1,3 p.p. -0,8 p.p. -0,9 p.p. -1,1 p.p ~ ,7 p.p. -9,4 p.p. -7,4 p.p. -13,4 p.p. -10,1 p.p.. Variações sujeitas a arredondamentos... Dados dos últimos 3 meses são preliminares, sujeitos a alterações pelo Bacen. Histórico 100% Taxa de Aplicação - % a.a. Taxa de Captação - % a.a. Spread Bruto Consolidado PF - p.p. 80% 60% 40% 20% 0% 39,9 38,5 37,4 35,8 35,2 34,2 33,5 33,5 32,2 31,6 31,9 30,9 29,8 43

44 Spread Bruto - Cheque Especial p.p. 200% Taxa de Aplicação - % a.a. Taxa de Captação - % a.a. Spread Bruto Cheque Especial - p.p. 160% 120% 80% 40% 0% 158,6 158,4 158,2 159,0 156,3 154,5 155,1 152,9 151,7 150,9 152,7 151,3 151,9 44

45 Spread Bruto - Crédito Pessoal p.p. 120% Taxa de Aplicação - % a.a. Taxa de Captação - % a.a. Spread Bruto Crédito Pessoal - p.p. 100% 80% 60% 40% 20% 0% 40,6 38,5 36,7 35,8 35,0 34,3 34,4 34,8 32,6 33,1 33,5 32,6 31,2 45

46 Spread Bruto - Veículos p.p. 60% Taxa de Aplicação - % a.a. Taxa de Captação - % a.a. Spread Bruto Veículos - p.p. 50% 40% 30% 20% 10% 0% 19,4 19,5 19,2 16,8 16,9 16,1 14,5 14,6 14,2 13,9 13,8 12,8 12,0 46

47 Spread Bruto - Aquisição de Bens p.p. 90% Taxa de Aplicação - % a.a. Taxa de Captação - % a.a. Spread Bruto Aquisição de Bens - p.p. 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 53,6 50,6 46,4 46,3 45,1 45,7 45,5 42,6 41,0 42,7 42,1 41,1 40,2 47

48 INADIMPLÊNCIA 48

49 Inadimplência do Consumidor (% sobre a carteira > 90 dias) Cheque Especial Crédito Pessoal Veículos Aquisição de Bens Cartão de Crédito Outras Operações Crédito Imobiliário Total março ,4% 4,7% 4,0% 10,3% 24,7% 25,2% 3,0% 7,0% fevereiro ,3% 4,8% 4,2% 10,5% 24,8% 24,4% 3,0% 7,3% março ,7% 5,8% 5,0% 14,2% 27,2% 18,5% 3,5% 8,4% mês -0,9 p.p. -0,1 p.p. -0,2 p.p. -0,2 p.p. -0,1 p.p. 0,8 p.p. 0,0 p.p. -0,3 p.p ~ ,3 p.p. -1,2 p.p. -1,0 p.p. -3,9 p.p. -2,5 p.p. 6,7 p.p. -0,5 p.p. -1,4 p.p.. Variações sujeitas a arredondamentos... Dados dos últimos 3 meses são preliminares, sujeitos a alterações pelo Bacen. Inadimplência Total Atraso de 15 à 30 dias Atraso entre 30 e 90 dias Atraso acima de 90 dias 8% 6% 4% 2% Março ,6% 87,1% 12,9% 3,3% Em dia 15 à à 90 7,0% >

50 Inadimplência - Cheque Especial (% sobre a carteira > 90 dias) 14% Atraso de 15 à 30 dias Atraso entre 30 e 90 dias Atraso acima de 90 dias 12% 10% 8% 6% 4% 2% 0% Março ,2% 3,4% Em dia 86,0% 14,0% 9,4% 15 à à 90 >

51 Inadimplência - Crédito Pessoal (% sobre a carteira > 90 dias) 10% Atraso de 15 à 30 dias Atraso entre 30 e 90 dias Atraso acima de 90 dias 8% 6% 4% 2% 0% Março ,9% 91,3% 8,7% 2,1% Em dia 15 à à 90 4,6% >

52 Inadimplência - Veículos (% sobre a carteira > 90 dias) 6% Atraso de 15 à 30 dias Atraso entre 30 e 90 dias Atraso acima de 90 dias 5% 4% 3% 2% 1% 0% Março ,4% Em dia 88,6% 11,4% 4,0% 15 à à 90 > 90 4,0% 52

53 Inadimplência - Aquisição de Bens (% sobre a carteira > 90 dias) 18% Atraso de 15 à 30 dias Atraso entre 30 e 90 dias Atraso acima de 90 dias 15% 12% 9% 6% 3% 0% Março ,3% 82,0% 18,0% 4,5% 10,3% Em dia 15 à à 90 >

54 Inadimplência - Cartão de Crédito (% sobre a carteira > 90 dias) 30% Atraso de 15 à 30 dias Atraso entre 30 e 90 dias Atraso acima de 90 dias 25% 20% 15% 10% 5% 0% Março ,1% 7,5% Em dia 63,8% 36,2% 24,7% 15 à à 90 >

55 Inadimplência - Outras Operações (% sobre a carteira > 90 dias) 25% Atraso de 15 à 30 dias Atraso entre 30 e 90 dias Atraso acima de 90 dias 20% 15% 10% 5% 0% Março ,6% 6,4% Em dia 64,8% 35,2% 25,2% 15 à à 90 >

56 Inadimplência - Crédito Imobiliário (% sobre a carteira > 90 dias) 18% Atraso de 15 à 30 dias Atraso entre 30 e 90 dias Atraso acima de 90 dias 15% 12% 9% 6% 3% 0% Março ,9% 94,3% 5,7% 1,9% 3,0% Em dia 15 à à 90 >

57 PRAZO MÉDIO 57

58 Prazo Médio das Operações dias Cheque Especial Crédito Pessoal Veículos Aquisição de Bens Cartão de Crédito Outras Operações Crédito Imobiliário Total março fevereiro março mês ~ Variações sujeitas a arredondamentos... Dados dos últimos 3 meses são preliminares, sujeitos a alterações pelo Bacen. Prazo Médio - Total

59 Prazo Médio - Cheque Especial dias

60 Prazo Médio - Crédito Pessoal dias

61 Prazo Médio - Veículos dias

62 Prazo Médio - Aquisição de Bens dias

63 Prazo Médio - Cartão de Crédito dias

64 Prazo Médio - Outras Operações dias

65 Prazo Médio - Crédito Imobiliário dias

66 DEMAIS RECURSOS LIVRES PF 66

67 Demais Recursos Livres - PF (R$ milhões corrigidos pelo IPCA) Leasing PF Cooperativas Outras Total março fevereiro março % mês -2,5% 0,6% 2,5% 0,1% % 2009 ~ ,6% 16,4% 27,5% 8,2%. Variações sujeitas a arredondamentos... Dados dos últimos 3 meses são preliminares, sujeitos a alterações pelo Bacen. Variação 12 meses 130% 110% 106,3% 90% 70% 67,6% 50% 30% 31,5% 8,2% 10% 11,0% -10% % -33,7% -50% 67

68 Demais Recursos Livres - PF (R$ milhões corrigidos pelo IPCA)

69 Demais Recursos Livres - Leasing PF (R$ milhões corrigidos pelo IPCA)

70 Demais Recursos Livres - Cooperativas de Crédito (R$ milhões corrigidos pelo IPCA)

71 Demais Recursos Livres - Outras Operações (R$ milhões corrigidos pelo IPCA)

72 NOTA METODOLÓGICA Crédito ao Consumidor Total de crédito com recursos livres (excluindo-se quaisquer outros lastreados em recursos compulsórios ou governamentais) voltado ao financiamento ou empréstimo nas operações contratadas por pessoas físicas. Crédito Ref. Taxa de Juros Porção dos créditos com recursos livres considerada para o cálculo das taxas média de juros das diferentes modalidades de crédito (no caso exclusivamente nas operações de pessoas físicas). Modalidades de Crédito Cheque Especial: Limite de crédito vinculado à conta bancária. Crédito Pessoal: Operações de empréstimo nas quais as concessões não são vinculadas à aquisição de determinado bem ou serviço. Incluem operações com crédito consignado em folha de pagamento. Cartão de Crédito: Refere-se a saldos não quitados na data do vencimento, parcelas vincendas de compras à prazo e saques no cartão de crédito em caixas eletrônicos. Aquisição de Bens e Veículos: Operações de financiamento nas quais a concessão está vinculada à aquisição específica de determinado bem. Outros: Operações registradas nas contas do ativo das instituições financeiras como operações de crédito e não passíveis de classificação nas modalidades mencionadas. Leasing PF: Operações de arrendamento mercantil de bens, principalmente veículos. Cooperativas de Crédito: Somatório das cooperativas de crédito mútuo (formada por pessoas físicas que tenham como vínculo não apenas atividades de crédito rural) e cooperativas de livre admissão de associados. Taxa Média de Juros Taxa média mensal consolidada (obtida através da média geométrica das taxas diárias) vinculada aos empréstimos e financiamentos voltados às pessoas físicas. Demais modalidades expressas na forma préfixada, com excessão do financiamento imobiliário em que a taxa é pós-fixada. No crédito consignado, a taxa corresponde à média praticada pelas 13 maiores instituições que operam no crédito pessoal. Spread Médio Bruto Spread das operações pré-fixadas, obtido pela diferença entre as taxas de juros de aplicação e a de captação do mercado. Inadimplência A taxa média de inadimplência, definida pelo Bacen como os atrasos superiores a 90 dias, é calculada de forma consolidada. Prazo Médio O prazo médio refere-se à ponderação do estoque pelo prazo a decorrer, dividido pelo estoque remanescente, das operações consolidadas, exceto no financiamento imobiliário, em que o prazo refere-se às operações pós-fixada. *Dados provisórios nos 3 últimos meses, sujeitos à alteração pelo Bacen. ** Comparações mensais e de 12 meses, nos relatórios, sujeitas a arredondamentos. 72

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