GUIA FARMACOTERAPÊUTICO

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1 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE 2013

2 ARTUR VIRGÍLIO DO CARMO NETO Prefeito ANTONIO EVANDRO MELO DE OLIVEIRA Secretário Municipal de Saúde LUBÉLIA SÁ FREIRE DA SILVA Subsecretária de Gestão da Saúde ADA FROTA OLIVEIRA DE CARVALHO Subsecretária de Administração ANGELA MARIA LOUREIRO DA SILVA Diretora do Departamento de Redes de Atenção NILSON MASSAKAZU ANDO Diretor do Departamento de Atenção Primária JEAN ABREU Diretor do Departamento de Logística MARIA VANDA DA SILVA VIANA Gerente de Assistência Farmacêutica DANIELA MARTINE SANTOS Chefe da Divisão de Medicamentos e Insumos

3 2013 ELABORAÇÃO COMISSÃO PERMANENTE DE FARMÁCIA E TERAPÊUTICA MARIA VANDA DA SILVA VIANA Gerente de Assistência Farmacêutica ARLINDO FRANÇA ALEXANDRE FILHO Chefe de Setor de Assistência Farmacêutica do Distrito de Saúde Norte JULIANNE DE QUEIROZ BESSA Chefe de Setor de Assistência Farmacêutica do Distrito de Saúde Sul CRISTIANO ALVARES DE ARAUJO Chefe de Setor de Assistência Farmacêutica do Distrito de Saúde Leste MARCELO DE OLIVEIRA BATISTA Chefe de Setor de Assistência Farmacêutica do Distrito de Saúde Oeste Carla Natércia Bezerra Cabral Presidente Farmacêutica Ana Fátima Carvalho e Silva Vice-Presidente Farmacêutica Renata Feitosa de Oliveira 1ª Secretária Farmacêutica Ivana Andrade Vieira 2ª Secretária Farmacêutica Alexandre dos Santos Souza Médico Fred Jobim Médico Sandra Alves Paes Leme Enfermeira Rita de Cássia Castro de Jesus Enfermeira

4 Vitória Régia de Macedo Gonçalves Albuquerque Marinheiro Odontóloga Elizomária Gonçalves Lima Farmacêutica Simone Sena de Almeida Farmacêutica Vanessa Duarte Gomes Pedroso Farmacêutica Delson Tavares de Freitas Júnior Farmacêutico Arakén César Amorim Cavalcanti Farmacêutico Marcélia Célia Couteiro Lopes Farmacêutica Mie Muroya Guimarães Farmacêutica COLABORAÇÃO Vitor Renato Carvalho e Silva Farmacêutico Katiucha de Castro Nigro Assistente em Administração REVISÃO Vitor Renato Carvalho e Silva Farmacêutico

5 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA EM MANAUS PARTE I TEMAS EM ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA COMISSÃO PERMANENTE DE FARMÁCIA E TERAPÊUTICA NA SEMSA CENTRAL DE MEDICAMENTOS PADRONIZAÇÃO DE MEDICAMENTOS Prescrição de medicamentos padronizados Prescrição de medicamentos pelo Enfermeiro DISPENSAÇÃO Dispensação de medicamentos na SEMSA Procedimentos para dispensação de Antimicrobianos PARTE II MONOGRAFIAS DOS MEDICAMENTOS DA REMUME ÁCIDO ACETILSALICÍLICO ÁCIDO FÓLICO ALBENDAZOL ALENDRONATO DE SÓDIO AMITRIPTILINA, CLORIDRATO AMOXICILINA ANLODIPINO, BESILATO ATENOLOL ATROPINA AZITROMICINA BECLOMETASONA, DIPROPIONATO BENZILPENICILINA BENZATINA BENZILPENICILINA POTÁSSICA BENZILPENICILINA PROCAÍNA + BENZILPENICILINA POTÁSSICA BIPERIDENO, CLORIDRATO CAPTOPRIL CARBAMAZEPINA CARBONATO DE CÁLCIO

6 CARBONATO DE CÁLCIO + COLECALCIFEROL CARBONATO DE LÍTIO CEFALEXINA SÓDICA OU CEFALEXINA MONOIDRATADA CLINDAMICINA, CLORIDRATO E FOSFATO CLOMIPRAMINA, CLORIDRATO CLONAZEPAM CLORIDRATO DE BUPROPIONA CLORETO DE SÓDIO CLORPROMAZINA, CLORIDRATO DEXAMETASONA DIAZEPAM DIGOXINA DIPIRONA ENALAPRIL, MALEATO ERITROMICINA, ESTEARATO ETINILESTRADIOL + LEVONORGESTREL ESPIRAMICINA ESTRIOL FENITOÍNA SÓDICA FENOBARBITAL FENTANILA FOLINATO DE CÁLCIO FLUCONAZOL FLUOXETINA FUROSEMIDA GENTAMICINA, SULFATO GLIBENCLAMIDA GLICLAZIDA HALOPERIDOL HIDROCLOROTIAZIDA HIDROCORTISONA IBUPROFENO INSULINA HUMANA NPH E INSULINA HUMANA REGULAR ISOFLURANO IVERMECTINA LEVONORGESTREL LEVODOPA + BENSERAZIDA LORATADINA LOSARTANA POTÁSSICA MEDROXIPROGESTERONA, ACETATO METFORMINA, CLORIDRATO METILDOPA METILPREDNISOLONA METOCLOPRAMIDA, CLORIDRATO

7 METRONIDAZOL MICONAZOL, NITRATO MIDAZOLAM, CLORIDRATO MORFINA NISTATINA NORETISTERONA NORETISTERONA, ENANTATO + ESTRADIOL, VALERATO OMEPRAZOL PARACETAMOL PERMETRINA PIRIMETAMINA PREDNISOLONA, FOSFATO SÓDICO PREDNISONA PROMETAZINA PROPRANOLOL, CLORIDRATO PROPOFOL RANITIDINA, CLORIDRATO RETINOL, PALMITATO RISPERIDONA SAIS PARA REIDRATAÇÃO SALBUTAMOL SINVASTATINA SULFADIAZINA SULFADIAZINA DE PRATA SULFAMETOXAZOL + TRIMETOPRIMA SULFATO FERROSO TIAMINA, CLORIDRATO TIOPENTAL TIMOLOL, MALEATO VALPROATO DE SÓDIO ESPINHEIRA SANTA (Maytenus ilicifolia) GUACO (Mikania glomerata) PARTE III - DESINFETANTES E ANTISSÉPTICOS PARTE IV APÊNDICES Apêndice A Fármacos e Gravidez Apêndice B Lactação e Fármacos Apêndice C Relação Municipal de Medicamentos Essenciais

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9 APRESENTAÇÃO O Guia Farmacoterapêutico da Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA) deve ser usado como um instrumento de consulta rápida que orienta a prescrição e dispensação de medicamentos, visando a promoção de seu uso racional. Os medicamentos estão disponibilizados em informes técnicos, contemplando informações como: apresentação padronizada pela SEMSA; indicações; contraindicações; precauções; esquemas de administração; efeitos adversos; interações medicamentosas; orientações ao paciente; e aspectos farmacêuticos. Além disso, são abordados procedimentos de relevância na rotina das ações em saúde na instituição: prescrição e dispensação racional de medicamentos, prescrição de medicamentos pela enfermagem, orientações quanto ao manejo e diluição de desinfetantes padronizados, entre outros. O Guia Farmacoterapêutico faz uma breve descrição sobre que medicamentos são dispensados em cada EAS, o programa SAE (Serviço de Atendimento Especializado) oferecido por algumas Policlínicas a pacientes HIV positivos. As buscas pelos temas aqui apresentados podem ser efetuadas, no início, pelo sumário ou, no final, pelo índice remissivo. Os medicamentos constantes na Relação Municipal de Medicamentos Essenciais (REMUME) estão organizados por ordem alfabética de seus princípios ativos. Comissão Permanente de Farmácia e Terapêutica/SEMSA

10 PARTE I TEMAS EM ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA

11 ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO MUNICÍPIO DE MANAUS O Sistema Único de Saúde (SUS) foi estabelecido a partir da Constituição Federal de 1988 e promulgado pela Lei orgânica da saúde 8.080, de 1990, conferindo ao Estado o papel de assegurar à população os princípios de universalidade e equidade no atendimento e de integralidade das ações e serviços de saúde, incluindo a Assistência Farmacêutica. Uma das diretrizes fundamentais da Política Nacional de Medicamentos (PNM) é a reorientação da Assistência Farmacêutica, de modo que o modelo adotado não se restrinja apenas à aquisição e à distribuição de medicamentos, envolvendo assim todas as atividades relacionadas à promoção do acesso da população aos medicamentos e seu uso racional. O Ministério da Saúde preconiza que a Assistência Farmacêutica estabeleça uma atividade multidisciplinar e articulação permanente com áreas técnicas, administrativas, coordenações de programas estratégicos de saúde Hanseníase, Tuberculose, Saúde Mental, Programa Saúde da Família (PSF), Vigilância Sanitária, Epidemiológica, área administrativo-financeira, planejamento, material e patrimônio, licitação, auditoria, Ministério Público, órgãos de controles, Conselho de Saúde, profissionais de saúde, entidades de classe, universidades, fornecedores e setores de comunicação da Secretaria, entre outros segmentos da sociedade, para melhor execução, divulgação e apoio às suas ações (Figura 1). A Assistência Farmacêutica no Município de Manaus está relacionada com a efetuação de atividades relacionadas ao medicamento, as quais constituem um CICLO que compreende: a seleção, a programação, a aquisição, o armazenamento e distribuição, o controle da qualidade e utilização nesta compreendida a prescrição e a dispensação o que deverá favorecer a permanente disponibilidade dos produtos segundo as necessidades da população, identificadas com base em critérios epidemiológicos.

12 Figura 1. Fonte: MS, Assistência Farmacêutica na Atenção Básica, O Plano Municipal de Assistência Farmacêutica, parte integrante do Plano Municipal de Saúde, foi implementado em 2010 e constitui uma ferramenta gerencial importante para o planejamento, programação, execução, monitoramento e avaliação de atividades da Assistência Farmacêutica no âmbito da Secretaria Municipal de Saúde. Esse plano inclui diretrizes com propósito de contribuir para qualidade de vida, integrando ações de promoção, prevenção, recuperação e reabilitação da saúde (quadro 1).

13 Quadro 1. Diretrizes da Política Municipal de Assistência Farmacêutica 1. Elaboração a Relação Municipal de Medicamentos Essenciais (REMUME) 2. Realização da gestão do Ciclo de Assistência Farmacêutica 3. Assegurar a programação e a aquisição de medicamentos em quantidade e tempo 4. Assegurar o acesso a medicamentos seguros quanto à manutenção das suas características físico-químicas 5. Contribuição com a prescrição racional de medicamentos 6. Realização de dispensação de medicamentos adequada na SEMSA 7. Implantação da Política Municipal de Plantas Medicinais e Fitoterápicos 8. Democratizar informações e subsidiar as reflexões sobre as políticas de medicamentos, as ligadas a questões operacionais e de organização dos serviços 9. Gerenciamento adequado de resíduos sólidos de serviços de saúde, de forma a proteger a saúde e o meio ambiente dos riscos gerados pelos mesmos. 10. Atuação nas atividades clínicas de forma a contribuir com o desenvolvimento de um processo de utilização racional de medicamentos. Fonte: DIVAF/SEMSA(2009). Assim, a Assistência Farmacêutica deve ser abordada como um dos componentes da promoção integral à saúde que pode utilizar o medicamento como um importante instrumento para o aumento da resolutibilidade do atendimento ao usuário.

14 COMISSÃO PERMANENTE DE FARMÁCIA E TERAPÊUTICA Desde a década de 1970, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os governos adotem listas de medicamentos essenciais como política fundamental para a garantia de acesso das populações a medicamentos seguros, eficazes e custo-efetivos, voltados ao atendimento de suas doenças mais prevalentes e que estejam disponíveis em quantidades adequadas. A Política Nacional de Medicamentos (PNM), constituída pela Portaria 3.916/98, estabelece como uma de suas diretrizes gerais a adoção da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) pelos Sistemas de Saúde Estaduais e Municipais. Um aspecto inquestionável favorecido pela RENAME é o uso racional de medicamentos. Assim, o fato de os medicamentos da RENAME serem selecionados com base em critérios de eficácia, segurança e custoefetividade faz com que algumas dimensões do uso racional sejam alcançadas. A utilização inadequada dos medicamentos pode gerar consequências como: efeito terapêutico ineficiente, reações adversas, efeitos colaterais, interações medicamentosas e aumento da resistência bacteriana aos antimicrobianos. Assim, é indispensável ao gestor da saúde utilizar ferramentas que possam orientá-lo para a tomada de decisão dos medicamentos que farão parte do elenco padronizado em sua instituição. Uma estratégia reconhecida para organizar as ações voltadas para utilização de fármacos é a criação de uma Comissão de Farmácia e Terapêutica (CFT), estabelecendo-se como importante instrumento, para que o gestor possa tomar melhores decisões baseadas em diretrizes estabelecidas. A Comissão Permanente de Farmácia e Terapêutica (CPFT) da Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA) de Manaus foi constituída por meio da Portaria 442/2011. Esse comitê possui instância de caráter consultivo e de assessoria à SEMSA. Está vinculada à Gerência de Assistência Farmacêutica e tem como objetivo formular e implementar políticas institucionais relacionadas à seleção, à prescrição e ao uso racional de medicamentos, em um processo dinâmico, participativo, multiprofissional e multidisciplinar, para assegurar a melhoria na qualidade da assistência prestada à saúde e terapêutica eficaz e segura. A CPFT/SEMSA é constituída por uma equipe multiprofissional, representada por membros gestores da instituição e profissionais de diferentes competências dos Estabelecimentos Assistenciais de Saúde: 02 médicos, 02 enfermeiros, 02 odontólogos e 12 farmacêuticos.

15 Entre outras atribuições desta Comissão estão a avaliação, a educação e a consultoria aos profissionais da instituição sobre todas as questões relacionadas ao uso de medicamentos e produtos para a saúde, incluindo a pesquisa clínica; seleção dos fármacos, desenvolvimento e atualização do guia farmacoterapêutico; validação dos protocolos de tratamento elaborados pelos diferentes serviços; definição de critérios de adoção de medicamentos não padronizados; formulação de diretrizes para prescrição; assessorar o Departamento de Logística - DELOG na implementação do serviço de aquisição, distribuição e uso de medicamentos; promoção de ações que estimulem o uso racional de medicamentos; atividades de farmacovigilância; avaliação da qualidade relacionada à distribuição, à administração e ao uso de medicamentos; definição estudos de utilização de medicamentos para elaborar recomendações sobre o uso racional dos fármacos.

16 CENTRAL DE MEDICAMENTOS A Central de medicamentos fica localizada no Departamento de Logística DELOG. Este departamento exerce as atividades que compõem a cadeia logística de aquisição, recepção, transporte e distribuição dos produtos conforme solicitação do Estabelecimento Assistencial de Saúde (EAS) da Secretaria Municipal de Saúde, onde são destinados ao usuário final ou administrados diretamente ao paciente. Os medicamentos e produtos para a saúde (químico-cirúrgicos, produtos para uso laboratorial, para fins diagnósticos e de uso odontológico) são distribuídos em suas embalagens originais (externas, primárias e secundárias) aos EAS: Hospitalmaternidade, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), Unidades Móveis de Saúde, Farmácias Gratuitas, Policlínicas, Unidades Básicas de Saúde (UBS), Unidades Básicas de Saúde da Família (UBSF), Módulos de Saúde da Família (MSF), Postos de Saúde Rural (PSR), Unidades Fluviais, Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) e Centro de Especialidades Odontológicas (CEO). O setor executa a gestão de programação, aquisição, recebimento, armazenamento e distribuição de medicamentos e produtos para a saúde, contando com a supervisão e monitoramento do Responsável Técnico conforme categoria de produto de sua competência: farmacêutico (medicamento e químico-cirúrgico), farmacêutico bioquímico (produtos diagnósticos e laboratoriais) e odontólogo (produtos de uso odontológico). A atribuição do Responsável Técnico em armazenagem, distribuição e transporte tem como objetivo garantir que o produto mantenha todas as suas características, assegurando assim qualidade e eficácia em seu uso. O profissional deverá garantir que as atividades operacionais estejam dentro das normas de qualidade e das Boas Práticas de Distribuição previstas em legislação, por meio da implantação de procedimentos escritos e treinamento, com registros e certificados de comprovação (CRF/SP, 2009). A distribuição dos medicamentos e produtos para a saúde da SEMSA é efetuada baseada na análise do consumo, elaborada pelo EAS, consoante cronograma previamente estabelecido. O fluxo e o calendário de abastecimento são elaborados pela gerência de, medicamentos e de produtos para a saúde e

17 almoxarifado de modo que a periodicidade de distribuição considere a capacidade e condições de armazenamento de cada EAS, bem como seu potencial de consumo. Os EAS consolidam mapas de consumo mensal, que são remetidos às Subgerências de Assistência Farmacêutica dos Distritos Municipais de Saúde: Norte, Sul, Leste, Oeste e Rural. Estes, por sua vez, consolidam os mapas de consumo de suas áreas de abrangência, enviando-os ao DELOG. As Unidades de Saúde devem informar as suas necessidades para abastecimento no mapa mensal, elaborado com o padrão de medicamentos e produtos para a saúde conforme a complexidade dos serviços oferecidos e o perfil epidemiológico da população atendida. Os mapas são analisados para garantir o controle da distribuição em quantidades adequadas e de forma eficiente e racional, analisando-se a quantidade solicitada, estoque existente e consumo do EAS e o estoque existente no DELOG.

18 PADRONIZAÇÃO DE MEDICAMENTOS A Padronização de medicamentos visa assegurar o uso correto dos medicamentos com economia de recursos sem comprometimento da qualidade. Seu objetivo principal é de promover o uso racional do medicamento, otimizando o atendimento ao usuário, garantindo a segurança na prescrição e reduzindo a incidência de reações adversas. Além disso, pode ser observada a redução de custo e aumento da qualidade farmacoterapêutica, sem prejuízo para a segurança e efetividade do tratamento. A seleção de medicamentos constitui a etapa decisiva no ciclo de assistência farmacêutica e envolve cautela na definição dos fármacos a padronizar. A seleção dos medicamentos foi efetuada de acordo com medicamentos registrados no Brasil. Fazem parte desta relação medicamentos constantes na RENAME, seguindo critérios de inclusão definidos em regimento interno pela CPFT/ SEMSA: Medicamentos com eficácia comprovada de acordo com condutas baseadas em evidências; Segurança do medicamento, selecionando os de mais baixa toxicidade; Medicamentos com maior comodidade de administração, de maneira que favoreça a adesão ao tratamento; Fármacos que tenham informações sobre biodisponibilidade e parâmetros farmacocinéticos; Medicamentos com maior estabilidade nas condições de armazenagem e uso; Padronização de medicamentos cujo custo do tratamento seja menor, resguardando a qualidade dos mesmos; Especialidades farmacêuticas com único princípio ativo, evitando, sempre que possível, as associações medicamentosas, exceto aquelas que evidenciam aumento de eficácia ou diminuição de resistência microbiana; Apresentações farmacêuticas com indicação para mais de uma doença; Não inclusão de medicamentos que concorram com a mesma eficácia e efetividade. A REMUME será revisada a cada dois anos e contempla a padronização de componentes da atenção básica, média e alta complexidade, servindo como um

19 instrumento-guia de orientação para prescrição, dispensação e utilização racional de medicamentos. PRESCRIÇÃO DE MEDICAMENTOS PADRONIZADOS A PNM descreve a prescrição como o ato de definir o medicamento a ser consumido pelo paciente, com a respectiva dosagem e duração do tratamento, servindo como documento pelo qual se responsabilizam tanto quem prescreve como quem dispensa. A prescrição é a forma de comunicação entre prescritor, farmacêutico, cuidador e usuário. A má interpretação do receituário é fator determinante nas ocorrências de falhas de dispensação, mau uso do fármaco, inefetividade do tratamento, resultando no aparecimento de agravos de saúde. A Organização Mundial de Saúde estabeleceu indicadores de qualidade de uma prescrição: Quantidade de medicamentos prescritos por receita; Percentual de medicamentos descritos pela Denominação Comum Brasileira (DCB); Quantidade de pelo menos um antimicrobiano; Quantidade de pelo menos um injetável; Prescrição de fármacos constantes na lista de medicamentos essenciais. A prescrição racional depende da escolha terapêutica em doses apropriadas para o paciente específico, levando-se em consideração as melhores diretrizes clínicas e o acesso aos medicamentos pelo usuário. A uniformização das prescrições é um dos benefícios observados com a adoção de medicamentos essenciais na padronização de uma instituição, pois é assegurada a administração de fármacos que tenham comprovado valor terapêutico. A falta de acesso aos medicamentos e o uso de doses inadequadas resultam em morbidade e mortalidade sérias, particularmente, para infecções da infância e doenças crônicas, como a hipertensão, diabetes, epilepsia e desordens mentais. O uso inadequado e o uso excessivo de medicamentos desperdiçam recursos - muitas vezes, fora das possibilidades de pagamento pelos pacientes - e resultam em dano significante ao paciente, por conta dos resultados insatisfatórios e das reações adversas aos medicamentos. (CFF, 2003).

20 As inadequações das prescrições quanto aos aspectos legais constituem, também, hábitos prescritivos frequentes que envolvem o não atendimento do receituário do usuário na unidade de dispensação, resultando em retorno ao serviço de saúde, origem de sua prescrição, ocasionando atraso no estabelecimento da farmacoterapia recomendada, bem como no comprometimento da adesão ao tratamento. Segundo o manual de orientações básicas para prescrição médica do Conselho Federal de Medicina, dados como o nome do medicamento, forma farmacêutica, concentração, via de administração, orientações de uso, data da prescrição, assinatura e número de inscrição no respectivo conselho profissional são considerados itens essenciais a uma prescrição. Além do aparato legal, existem aspectos éticos importantes relacionados ao ato da prescrição. Um dos princípios fundamentais do código de ética médico é de que o alvo de toda a atenção do médico é a saúde do ser humano, em benefício da qual deverá agir com o máximo de zelo e o melhor de sua capacidade profissional. A partir disso, estabelece que seja vedado ao médico receitar ou atestar de forma secreta ou ilegível, assim como assinar folhas de receituários em branco, laudos, atestados ou quaisquer outros documentos médicos (CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA, 1988). As regulamentações relacionadas à prescrição mais amplamente difundidas são: Lei 5.991, de 17 de dezembro de 1973; Lei 9.787, de 10 de fevereiro de 1999; RDC 44, de 17 de agosto de 2009 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), e Resolução 357, de 20 de abril de 2001 do Conselho Federal de Farmácia (CFF). De acordo com essas normas a prescrição deverá ser realizada de forma clara, compreensível, por extenso e de modo legível, não contendo rasuras, em conformidade com a nomenclatura e o sistema de pesos e medidas oficiais, utilizando-se, obrigatoriamente, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a Denominação Comum Brasileira (DCB). Além disso, o Brasil apresenta normas legislatórias específicas para prescrição de antimicrobianos, a RDC 20, de 05 de maio de 2011, e para prescrição de substâncias sujeitas à controle especial, a Portaria 344, de 12 de maio de 1998 e suas atualizações. A Tabela 1 traz uma breve descrição das principais legislações referentes à prescrição de medicamentos.

21 Tabela 1- Legislações pertinentes à prescrição de medicamentos Título N o Data Ementa Origem Lei Federal Lei Federal Portaria Resolução Diretoria Colegiada Resolução Diretoria Colegiada Resolução da da /12/ /02/ /05/ /08/ /05/ /04/2001 Estabelece o controle sanitário de medicamentos e insumos Rege sobre a política de utilização de medicamentos genéricos Regulamenta as substâncias sujeitas à controle especial Dispõe sobre as boas práticas farmacêuticas em farmácias e drogarias Regulamenta o controle e a prescrição de substâncias antimicrobianas Dispõe sobre as boas práticas farmacêuticas Ministério da Saúde Ministério da Saúde ANVISA ANVISA ANVISA CFF Os profissionais da saúde envolvidos nas etapas de prescrição, dispensação e administração de fármacos são obrigados a respeitar as orientações da prescrição do medicamento, desde que esta siga os preceitos legais e esteja adequadamente fundamentada (FIOCRUZ). PRESCRIÇÃO DE MEDICAMENTOS PELO ENFERMEIRO Sempre muito questionada, a prescrição de medicamentos pelo enfermeiro é reconhecida legalmente não só pela Lei do Exercício Profissional, mas também por portarias ministeriais e pela Secretaria Municipal de Saúde de Manaus, conforme vemos a seguir. A Lei n 7.498, de 25 de julho de 1986 (que dispõe sobre a regulamentação do exercício da Enfermagem), apresenta de forma clara que o Enfermeiro exerce todas as atividades de enfermagem cabendo-lhe (art. 11): privativamente (inc.i) a consulta de enfermagem (alínea i ). E como integrante da equipe de saúde (inc.

22 II): a prescrição de medicamentos estabelecidos em programas de saúde pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde (alínea c ). Diante da necessidade de não interromper as ações normatizadas dos programas de saúde, destinados principalmente ao pré-natal, diabetes mellitus, tuberculose, DST e outros, e com base na portaria nº 1.625, de 10 de julho de 2007, do Ministério da Saúde, a SEMSA em sua Portaria nº 365/2007-GABIN/SEMSA resolve oficializar as ações destinadas não só aos profissionais médicos, mas também aos enfermeiros no atendimento da Atenção Primária, respaldada em consenso entre os respectivos conselhos de classe. Desta forma apresenta como atribuições do enfermeiro, além da realização de assistência integral aos indivíduos, a realização de consulta de enfermagem, a solicitação de exames complementares e a prescrição de medicamentos, desde que observadas as disposições legais, protocolos e/ou normas técnicas estabelecidas pelo Ministério da Saúde e pelos gestores das esferas estaduais, municipais ou distrito federal. Vale ressaltar outro documento que também apresenta essa atribuição do enfermeiro que é a Portaria nº 2.488, de 21 de outubro de 2011, do Ministério da Saúde, que aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para sua organização, para a Estratégia Saúde da Família (ESF). No capitulo II da RDC nº 20 de 05 de maio de 2011 (que estabelece as normas quanto à prescrição e controle de substâncias antimicrobianas) está previsto que a prescrição desses medicamentos deverá ser realizada por profissionais legalmente habilitados. Logo, a ANVISA orienta, conforme a Lei nº 7498/86, que os enfermeiros devidamente habilitados poderão prescrever os medicamentos antimicrobianos quando estabelecidos em programas de saúde pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde, porém, a prescrição não poderá ser realizada no setor privado. Sendo assim, a prescrição de medicamentos pelo enfermeiro, desde que realizado com responsabilidade e capacitação, tem bases legais e contribui significativamente com a redução dos agravos em saúde, não só no município de Manaus, mas também por todo o país.

23 DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS A Lei nº 5.991, de 17 de dezembro de 1973, adota a seguinte definição para dispensação: ato de fornecimento ao consumidor de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos, a título remunerado ou não. Porém a dispensação, sob o ponto de vista técnico, não se restringe apenas ao ato de entregar o medicamento, ela vai além do fornecimento do produto. Em 1998, a PNM promove outra visão relacionada a esta prática. A dispensação é uma das atividades da assistência farmacêutica e é privativa do farmacêutico: Dispensação é o ato profissional farmacêutico de proporcionar um ou mais medicamentos a um paciente, geralmente como resposta à apresentação de uma receita elaborada por um profissional autorizado. Neste ato o farmacêutico informa e orienta o usuário sobre o uso adequado do medicamento: a que horas e como tomar o medicamento, horário da tomada do medicamento em relação ao horário das refeições, tratamentos não medicamentosos, cuidados gerais; advertências quanto à dose máxima diária, a possíveis interações com outros medicamentos, com álcool, com alimentos, quanto ao risco de suspender o medicamento; orientações sobre o efeito do medicamento (objetivo do uso, início do efeito, o porquê da duração do tratamento); orientações sobre efeitos adversos (quais esperar, quanto tempo duram, como controlá-los, o que fazer se ocorrerem). Semelhante à PNM, a Organização Mundial de Saúde (OMS) preconiza que para se promover o uso racional de medicamentos é necessário que a dispensação seja efetuada em condições adequadas, com orientação e responsabilidade, a fim de que a terapêutica seja efetiva e segura. DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS NA SEMSA Os medicamentos constantes na REMUME serão fornecidos aos usuários gratuitamente. Em relação à dispensação de medicamentos, as receitas somente serão atendidas se estiverem prescritas de acordo com aspectos legais e técnicos, contendo as seguintes informações:

24 a) Identificação do medicamento, concentração, dosagem, forma farmacêutica e quantidade; b) Modo de usar ou posologia; c) Duração do tratamento; d) Data da emissão; e) Que estiver escrita por extenso e de modo legível, observados a nomenclatura e o sistema de pesos e medidas oficiais; f) Que contiver a assinatura do profissional, endereço do consultório ou residência ou instituição, e o número de inscrição no respectivo Conselho profissional; g) O receituário de medicamentos antimicrobianos e entorpecentes ou a estes equiparados e os demais sob regime de controle, de acordo com a sua classificação, obedecerão às disposições da legislação federal específica; h) Quando a dosagem do medicamento prescrito ultrapassar os limites farmacológicos ou a prescrição apresentar incompatibilidades o responsável técnico pelo estabelecimento solicitará confirmação expressa ao profissional que a prescreveu. PROCEDIMENTOS PARA DISPENSAÇÃO DE ANTIMICROBIANOS De acordo com a RDC nº 20/2011, a receita deve ser prescrita em receituário simples, em duas vias e conter o nome completo, idade e sexo do paciente, com validade de 10 dias após a data de emissão. Desta forma, todos estes dados devem ser preenchidos pelo prescritor. A inclusão dos dados de idade e sexo na receita visa o aperfeiçoamento do monitoramento do perfil farmacoepidemiológico do uso destes medicamentos no país, a ser realizado por meio da escrituração destes dados no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados/SNGPC, conforme previsto nos Artigos 13 e 16 da RDC nº 20/2011. A RDC nº 20/2011 determina que a dispensação deva atender essencialmente ao que foi prescrito. Desta maneira, sempre que possível o farmacêutico deve dispensar a quantidade exatamente prescrita para o tratamento,

25 podendo para tanto, utilizar-se de apresentação fracionável, conforme a RDC nº 80/2006 (medicamentos fracionados). Nos casos em que não for possível a dispensação da quantidade exata por motivos de inexistência, na farmácia, de apresentação farmacêutica com a quantidade adequada ao tratamento, a preferência deve ser dada à dispensação de quantidade superior mais próxima ao prescrito, de maneira a promover o tratamento completo ao paciente. A dispensação em quantidade superior deve ser realizada somente nos casos estritamente necessários, uma vez que este procedimento acarreta sobra de medicamentos para o paciente, elevando o risco de automedicação, bem como gerando consequências em relação ao descarte de medicamentos. O atendimento da prescrição em quantidade inferior ao prescrito acarreta a inefetividade do tratamento e certamente contribuirá para o aumento da resistência bacteriana ao medicamento e comprometimento da saúde do paciente. No caso de prescrições que contenham mais de um medicamento antimicrobiano diferente, fica permitida a dispensação de parte da receita, caso a farmácia/drogaria e com o aval do paciente/responsável não possua em seu estoque todos os diferentes medicamentos prescritos ou o paciente/responsável, por algum motivo, resolva não adquirir todos os medicamentos contidos na receita. Nestes casos, o primeiro atendimento deve ser atestado na parte da frente (anverso) de ambas as vias da receita, com a descrição somente do(s) medicamento(s) efetivamente dispensados. Com a primeira via em mãos, o paciente pode procurar outro estabelecimento para adquirir o(s) medicamento(s) restante(s), sendo que o farmacêutico ou o paciente deve fazer uma cópia da primeira via para sua retenção e atestar o novo atendimento em ambas as vias. O procedimento também é válido para os casos em que o paciente consegue obter apenas parte dos medicamentos no setor público e necessite adquirir o restante prescrito em farmácias/drogarias privadas. Em situações de tratamento prolongado a receita poderá ser utilizada para aquisições posteriores dentro de um período de 90 (noventa) dias a contar da data de sua emissão. Para isto, a receita deverá conter a indicação de uso contínuo, com a quantidade a ser utilizada para cada 30 (trinta) dias. Assim, cada dispensação deve ser realizada de modo que o medicamento seja suficiente para 30 dias de tratamento no mínimo, sendo também permitida a dispensação de todo

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