Gestão de Processos Produtivos e Qualidade GESTÃO DE PROCESSOS PRODUTIVOS E QUALIDADE. 8º aula

Save this PDF as:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Gestão de Processos Produtivos e Qualidade GESTÃO DE PROCESSOS PRODUTIVOS E QUALIDADE. 8º aula"

Transcrição

1 GESTÃO DE PROCESSOS PRODUTIVOS E QUALIDADE 8º aula Prof. Alexandre Gonçalves

2 LOTE ECONÔMICO DE COMPRAS

3 LOTE ECONÔMICO DE COMPRA Quando temos estoque-reserva toda vez que se aumenta a quantidade a ser comprada, aumentando o estoque médio de nossa empresa, isso propicia também um aumento de custos de manutenção, armazenagem, juros e obsolescência. Por outro lado, aumentando-se as quantidades do lote de compras, diminuem-se os custos de pedidos de compra, por unidade comprada e mão de obra. O que leva a empresa a utilizar o lote econômico de compras é a visão de que quando, um lote de determina peça aumentava, os custos por período de tempo tendem a diminuir com o aumento do volume do lote e iria diminuir a uma razão maior em relação aos custoso dos fatores que tenderiam a aumentar.

4 Para facilitar o modelo de Lote Econômico, foi desenvolvida a fórmula abaixo: Onde: D = DemandaLote Econômico Cp = Custo de preparação ou de obtenção Ca = Custo de armazenagem unitário anual i = taxa de juros P = preço de compra

5 EXEMPLO LOTE ECONÔMICO DE COMPRA A empresa Alexandre Gonçalves fábrica Giz Especial para Uninove, teve venda anuais de e para cada venda o seu custo de preparação é de R$ 30,00 e o seu custo de armazenagem foi de R$ 0,30. Calcule o Lote Econômico para este item.

6 EXEMPLO LOTE ECONÔMICO DE COMPRA LEC = (2) x (30,00) x ,30 LEC = LEC = 2.828,43 Δ unidades

7 EXEMPLO 2 LOTE ECONÔMICO DE COMPRA A empresa Alexandre Gonçalves fábrica Giz Especial para Uninove, teve venda anuais de e para cada venda o seu custo de preparação é de R$ 45,00 e o seu custo de armazenagem foi de R$ 1,50, sabendo ainda que a taxa de juro foi de 25% a.a e o preço de compra foi de R$ 150,00. Calcule o Lote Econômico para este item.

8 EXEMPLO LOTE ECONÔMICO DE COMPRA LEC = (2) x (45,00) x ,50 + 0,25 x 150 LEC = LEC = 339,68 Δ 340 unidades

9 LOTE ECONÔMICO DE COMPRA EXERCÍCIO 1 A empresa Alexandre Gonçalves fábrica Giz Especial para Uninove, teve venda anuais de e para cada venda o seu custo de preparação é de R$ 15,00 e o seu custo de armazenagem foi de R$ 0,50. Calcule o Lote Econômico para este item.

10 LOTE ECONÔMICO DE COMPRA EXERCÍCIO 1

11 EXERCÍCIO 2 LOTE ECONÔMICO DE COMPRA A empresa Alexandre Gonçalves fábrica Giz Especial para Uninove, teve venda anuais de e para cada venda o seu custo de preparação é de R$ 35,00 e o seu custo de armazenagem foi de R$ 2,50, sabendo ainda que a taxa de juro foi de 17% a.a e o preço de compra foi de R$ 50,00. Calcule o Lote Econômico para este item.

12 EXERCÍCIO 2 LOTE ECONÔMICO DE COMPRA

13 LOTE ECONÔMICO DE FABRICAÇÃO

14 LOTE ECONÔMICO DE FABRICAÇÃO O estudo do lote econômico de fabricação é muito semelhante ao do LEC, as diferenças são que na dedução do LEC foi assumida a hipótese de que todo o lote é entregue de uma só vez e instantaneamente, isto é, nada é consumido enquanto o lote está sendo entregue. O lote de fabricação se aplica quando uma empresa, normalmente manufatureira, fabrica internamente itens, peças ou componentes utilizados em outra parte do processo produtivo.

15 LOTE ECONÔMICO DE FABRICAÇÃO Fórmula:

16 LOTE ECONÔMICO DE FABRICAÇÃO Onde: D = Demanda Cp = Custo de preparação ou de obtenção Ca = Custo de armazenagem unitário anual i = taxa de juros P = preço de compra V = cadência

17 LOTE ECONÔMICO DE FABRICAÇÃO EXEMPLO Uma empresa manufatureira produz uma peça usinada que é utilizada na fabricação de seu produto final, cuja demanda mensal é de unidades. A peça é fabricada a um custo unítário de $ 1,50 em um centro de usinagem CNC, a uma cadência de 300 unidades por hora. O custo de programação do centro de usinagem para a fabricação da peça é estimado em $ 25,00 por preparação. Os demais custos de emissão da ordem de fabricação são estimados em $ 8,00 por ordem. A empresa trabalha em média 20 dias por mês em um único turno de 8 horas. O custo do capital imobilizado em estoque é de 2,5% ao mês, e os custos mensais de armazenagem são de $ 0,10 por unidade. Determinar o lote econômico de fabricação.

18 D = unidades / mês V = 300 unidades / hora V = 300 unidades / hora x (20 dias / mês) x (8 horas / dia) = unidades / mês. P = 1,5 / unidade Cp = $ 25,00 + 8,00 / preparação = $ 33 preparação Ca = $ 0,10 / unidades.mês i = 0,025 LEF? LOTE ECONÔMICO DE FABRICAÇÃO EXEMPLO

19 EXEMPLO LOTE ECONÔMICO DE COMPRA LEC = (2) x (33,00) x ,10 + 0,025 x 1,50 x ( /48.000) LEC = = ,43 0,14 LEC = 1085,62 Δ 1086 unidades

20 LOTE ECONÔMICO DE FABRICAÇÃO EXERCÍCIO 1 Uma empresa manufatureira produz uma peça usinada que é utilizada na fabricação de seu produto final, cuja demanda mensal é de unidades. A peça é fabricada a um custo unítário de $ 2,50 em um centro de usinagem CNC, a uma cadência de 100 unidades por hora. O custo de programação do centro de usinagem para a fabricação da peça é estimado em $ 45,00 por preparação. Os demais custos de emissão da ordem de fabricação são estimados em $ 15,00 por ordem. A empresa trabalha em média 30 dias por mês em um único turno de 10 horas. O custo do capital imobilizado em estoque é de 25% ao mês, e os custos mensais de armazenagem são de $ 0,10 por unidade. Determinar o lote econômico de fabricação.

21 LOTE ECONÔMICO DE COMPRA EXERCÍCIO 1

22 MEDIDAS DE TRABALHO Até o momento, estudamos o trabalho sob ponto de vista de como dever ser feito, vimos como se procura adaptar o trabalho tendo em vista a satisfação dos empregados e como se pode analisa-los por fluxogramas do processo, diagramas, homem-máquina e estudo de movimento do operador. Agora vamos começar a medir o trabalho, ou seja, determinar o intervalo de temp que uma operação leva para ser completada e para cada operação iremos definir um tempo padrão, que é obtido após uma série de considerações, tanto sobre o operador como sobre o método de trabalho seguido. A determinação do tempo padrão para se efetuar uma tarefa possui pelo menos duas grandes utilidades. I serve para estudos posteriores que visem determinar o custo industrial associado a um dado produto; II serve para avaliar, pela redução ou não do tempo padrão, se houve melhoria no método de trabalho.

23 MEDIDAS DE TRABALHO Tipos de Tempo, para se chegar ao tempo padrão de uma operação, há dois tipos de tempos que antes devem ser determinados sobre essa mesma operação: o tempo real e o tempo normal. Tempo Real é aquele que decorre realmente quanto é feita uma operação. Tempo Normal é o tempo requerido para um operador completar a sua operação operando com velocidade normal. Desginados por: RELAÇÃO ENTRE OS TEMPOS TR = tempo real; TN = tempo normal e TP = tempo padrão.

24 MEDIDAS DE TRABALHO Fórmula: TN = TR x EF/100 (EF = eficiência do operador em porcentagem) Tempo Padrão TP = TN x FT/100 (FT = fator de tolerância em porcentagem) FT = T TP = TN x 100 / (100 T)

25 MEDIDAS DE TRABALHO EXEMPLO 1 Uma operação foi cronometrada diversas vezes, obtendo-se um tempo médio de duração de 5,44 minutos. A eficiência do operador, estimada em conjunto para toda a tarefa, foi estimada em 105%. Determinar: a) o tempo normal b) o tempo padrão, assumindo-se uma tolerância de 15%: b.1) em relação a duração da tarefa. b.2) em relação ao dia de trabalho.

26 MEDIDAS DE TRABALHO EXEMPLO 1 a) Tempo normal Temos TR= 5,44 e EF = 105, logo: TN = TR x EF/100 = 5,44 x 105/100 = 5,71 minutos. b) Tempo padrão (tolerância de 15%) b.1) tempo padrão quando a tolerância se refere à tarefa TP = TN x FT/100, onde FT = T, sendo T a tolerância. Logo: FT = = 115 TP = 5,71 x 115/100 = 6,57 minutos b.2) tempo padrão quando a tolerância se refere ao dia de trabalho. TP = TN x 100 / (100 T) TP = 5,71 x (100) / (100 15) = 6,72 minutos.

27 MEDIDAS DE TRABALHO EXERCÍCIO 1 Uma operação foi cronometrada diversas vezes, obtendo-se um tempo médio de duração de 8,44 minutos. A eficiência do operador, estimada em conjunto para toda a tarefa, foi estimada em 125%. Determinar: a) o tempo normal b) o tempo padrão, assumindo-se uma tolerância de 25%: b.1) em relação a duração da tarefa. b.2) em relação ao dia de trabalho.

28 MEDIDAS DE TRABALHO EXERCÍCIO 1

29 MEDIDAS DE TRABALHO EXERCÍCIO 2 Uma operação foi cronometrada diversas vezes, obtendo-se um tempo médio de duração de 15,32 minutos. A eficiência do operador, estimada em conjunto para toda a tarefa, foi estimada em 185%. Determinar: a) o tempo normal b) o tempo padrão, assumindo-se uma tolerância de 18%: b.1) em relação a duração da tarefa. b.2) em relação ao dia de trabalho.

30 MEDIDAS DE TRABALHO EXERCÍCIO 2

31 NÚMERO DE CICLOS DE MEDIDA O conjunto de elementos que constituem uma tarefa recebe o nome de ciclo, este é, pois, a tarefa completa. Quantas medidas devem ser tomadas, ou seja, qual o número de ciclos a cronometrar? Quanto maiores forem, a variabilidade das medidas, a precisão desejada e o nível de confiança pretendido, maior será o número de medidas necessários e para se obter o número de medidas, deve-se antes tomar n medidas iniciais, ou seja, uma amostra de medidas, determinando-se a sua média x e o seu desvio padrão. O número N de medidas para uma dado elemento é dado pela fórmula:

32 NÚMERO DE CICLOS DE MEDIDA 100 x n Σ x i2 Σ (x i2 ) 2 N = a Σx i

33 NÚMERO DE CICLOS DE MEDIDA EXEMPLO 1 Calcule o número de medidas N, usando a equação, admitindo que as 5 medidas originais foram as seguintes: 18, 10, 15, 18 e 10. Considerando que o grau de confiança é de 95% (1,96) e precisão final é de ± 10% Determinemos inicialmente x i e x i2 : x i x i

34 NÚMERO DE CICLOS DE MEDIDA EXEMPLO x (1,96) 5 (1073) (71) 2 2 N = 10 = 25 ciclos 71

35 NÚMERO DE CLICOS DE MEDIDA EXERCÍCIO 1 Calcule o número de medidas N, usando a equação, admitindo que as 5 medidas originais foram as seguintes: 15, 20, 10, 13 e 12. Considerando que o grau de confiança é de 95% (1,96) e precisão final é de ± 20% Determinemos inicialmente x i e x i2 :

36 NÚMERO DE CLICOS DE MEDIDA EXERCÍCIO 1

37 NÚMERO DE CLICOS DE MEDIDA EXERCÍCIO 2 Calcule o número de medidas N, usando a equação, admitindo que as 10 medidas originais foram as seguintes: 12, 15, 11, 9, 10, 13, 14, 17, 16 e 19. Considerando que o grau de confiança é de 90% (2,13) e precisão final é de ± 35% Determinemos inicialmente x i e x i2 :

38 NÚMERO DE CLICOS DE MEDIDA EXERCÍCIO 2

39

Controle de Estoques

Controle de Estoques Controle de Estoques Valores em torno de um Negócio Forma Produção Marketing Posse Negócio Tempo Lugar Logística Atividades Primárias da Logística Transportes Estoques Processamento dos pedidos. Sumário

Leia mais

Unidade IV PLANEJAMENTO E CONTROLE. Profa. Marinalva Barboza

Unidade IV PLANEJAMENTO E CONTROLE. Profa. Marinalva Barboza Unidade IV PLANEJAMENTO E CONTROLE DE ESTOQUES Profa. Marinalva Barboza Introdução Esta unidade tem como foco os custos de estoque. Abordará os vários custos e exercícios de fixação. Custos dos estoques

Leia mais

Profa. Marinalva Barboza. Unidade IV RECURSOS MATERIAIS E

Profa. Marinalva Barboza. Unidade IV RECURSOS MATERIAIS E Profa. Marinalva Barboza Unidade IV RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Custos dos estoques Para manter estoque, é necessário: quantificar; identificar. Quanto custa manter estoque? Quais os custos envolvidos

Leia mais

Disciplina: Administração da Produção e Materiais 2013-01 Prof. Roberto Cézar Datrino Atividade 3

Disciplina: Administração da Produção e Materiais 2013-01 Prof. Roberto Cézar Datrino Atividade 3 Disciplina: Administração da Produção e Materiais 013-01 Prof. Roberto Cézar Datrino Atividade 3 Caros alunos, bem-vindos A nossa terceira atividade, elaborada especificamente para você estudante do terceiro

Leia mais

Módulo 3 Custo e nível dos Estoques

Módulo 3 Custo e nível dos Estoques Módulo 3 Custo e nível dos Estoques O armazenamento de produtos produz basicamente quatro tipos de custos. 1. Custos de capital (juros, depreciação) 2. Custos com pessoal (salários, encargos sociais) 3.

Leia mais

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Unidade III GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Prof. Fernando Leonel Conteúdo da aula de hoje 1. Custos dos estoques 2. Custos diretamente proporcionais 3. Custos inversamente proporcionais 4.

Leia mais

QUANTO CUSTA MANTER UM ESTOQUE

QUANTO CUSTA MANTER UM ESTOQUE QUANTO CUSTA MANTER UM ESTOQUE! Qual o valor de um estoque?! Quanto de material vale a pena manter em estoque?! Como computar o valor da obsolescência no valor do estoque?! Qual o custo de um pedido?!

Leia mais

Unidade III GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS

Unidade III GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Unidade III 3 CUSTOS DOS ESTOQUES A formação de estoques é essencial para atender à demanda; como não temos como prever com precisão a necessidade, a formação

Leia mais

Gestão de Estoques. Motivos para surgimento de estoques ! " # ) % & $ % & ' (

Gestão de Estoques. Motivos para surgimento de estoques !  # ) % & $ % & ' ( Gestão de Estoques Motivos para surgimento de estoques % &! $ % & " # " ) % & * $ % & ' ( 1 Decisões sobre volumes. TV() = Total annual variable costs and * + $, - " 2 Custos totais de um sistema simplificado

Leia mais

Aula Nº 9 Depreciação Conceitos e Métodos

Aula Nº 9 Depreciação Conceitos e Métodos Aula Nº 9 Depreciação Conceitos e Métodos Objetivos da aula: Esta aula tem por objetivo apresentar conceitos de Ativo Imobilizado, Depreciação, Amortização e Exaustão e os métodos de depreciação para calcular

Leia mais

Modelagem Financeira Tutorial

Modelagem Financeira Tutorial Modelagem Financeira Tutorial Um dos grandes desafios para os empreendedores de uma startup é transformar o modelo de negócios em números, ou seja, estimar as receitas e custos da criação e operação da

Leia mais

Matemática Financeira II

Matemática Financeira II Módulo 3 Unidade 28 Matemática Financeira II Para início de conversa... Notícias como essas são encontradas em jornais com bastante frequência atualmente. Essas situações de aumentos e outras como financiamentos

Leia mais

Exercícios de Gestão de Operações IV

Exercícios de Gestão de Operações IV 1 Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária Departamento de Administração Exercícios de Gestão de Operações IV 1. Em um estudo de tempos

Leia mais

SIMULADO COMENTADO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA

SIMULADO COMENTADO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA SIMULADO COMENTADO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA Prof. Quilelli 1 ) Uma dívida contraída à taxa de juros simples de 10% ao mês, deverá ser paga em duas parcelas, respectivamente iguais a R$ 126,00, daqui a

Leia mais

Olá pessoal! Sem mais delongas, vamos às questões.

Olá pessoal! Sem mais delongas, vamos às questões. Olá pessoal! Resolverei neste ponto a prova para AFRE/SC 2010 realizada pela FEPESE no último final de semana. Nosso curso teve um resultado muito positivo visto que das 15 questões, vimos 14 praticamente

Leia mais

O PAPEL DO ESTOQUE NAS EMPRESAS

O PAPEL DO ESTOQUE NAS EMPRESAS Gestão Estratégica de Estoques/Materiais Prof. Msc. Marco Aurélio C. da Silva Data: 22/08/2011 O PAPEL DO ESTOQUE NAS EMPRESAS 2 1 GESTÃO DE ESTOQUE Demanda Adequação do Estoque Investimento Série de ações

Leia mais

Aula 4 Estatística Conceitos básicos

Aula 4 Estatística Conceitos básicos Aula 4 Estatística Conceitos básicos Plano de Aula Amostra e universo Média Variância / desvio-padrão / erro-padrão Intervalo de confiança Teste de hipótese Amostra e Universo A estatística nos ajuda a

Leia mais

RESULTADO COM MERCADORIAS!!!

RESULTADO COM MERCADORIAS!!! RESULTADO COM MERCADORIAS!!! Aula 26/10/2009 RCM Já aprendemos como é contabilizada a venda de uma mercadoria! Os valores das vendas e dos custos foram informados, mas no dia a dia, na maioria das vezes

Leia mais

Este documento visa facilitar e viabilizar a introdução ao módulo de Manufatura no Sistema

Este documento visa facilitar e viabilizar a introdução ao módulo de Manufatura no Sistema Este documento visa facilitar e viabilizar a introdução ao módulo de Manufatura no Sistema Execom!ERP, de maneira sucinta. Para maiores informações entrar em contato através das seguintes maneiras: Skype

Leia mais

CAPÍTULO 2 MATEMÁTICA FINANCEIRA

CAPÍTULO 2 MATEMÁTICA FINANCEIRA CAPÍTULO 2 MATEMÁTICA FINANCEIRA A Matemática Financeira se preocupa com o valor do dinheiro no tempo. E pode-se iniciar o estudo sobre o tema com a seguinte frase: NÃO SE SOMA OU SUBTRAI QUANTIAS EM DINHEIRO

Leia mais

Armazenagem e movimentação de materiais

Armazenagem e movimentação de materiais V I R T U A L Armazenagem e movimentação de materiais Lote econômico e estoque de segurança GESTÃO DE LOGÍSTICA Professor: Wilson Luigi Silva Mestre em Administração Apresentação da unidade Uma vez determinada

Leia mais

Estruturando o Fluxo Puxado Modelos Clássicos de Reposição de Estoques

Estruturando o Fluxo Puxado Modelos Clássicos de Reposição de Estoques 1 GESTÃO DE S EM SISTEMAS DE ESTÁGIO ÚNICO Modelos Clássicos e Cálculo dos Parâmetros de Controle SISTEMAS DE ESTÁGIO ÚNICO CASOS REAIS TÍPICOS Venda de produtos no varejo Venda de produtos em máquinas

Leia mais

Calcular o montante de um capital de $1.000,00, aplicado à taxa de 4 % ao mês, durante 5 meses.

Calcular o montante de um capital de $1.000,00, aplicado à taxa de 4 % ao mês, durante 5 meses. JUROS COMPOSTOS Capitalização composta é aquela em que a taxa de juros incide sobre o capital inicial, acrescido dos juros acumulados até o período de montante anterior. Neste regime de capitalização a

Leia mais

Prof. Eugênio Carlos Stieler

Prof. Eugênio Carlos Stieler Tipos de Formação de Juros Os juros são formados através do processo denominado regime de capitalização, que pode ocorrer de modo simples ou composto, conforme apresentado a seguir: Juros Simples No regime

Leia mais

1 - Conceituação e importância do estudo da matemática financeira

1 - Conceituação e importância do estudo da matemática financeira 1 - Conceituação e importância do estudo da matemática financeira É o ramo da matemática que tem como objeto de estudo o comportamento do dinheiro ao longo do tempo. Avalia-se a maneira como este dinheiro

Leia mais

Análise e Resolução da prova do ISS-Cuiabá Disciplina: Matemática Financeira Professor: Custódio Nascimento

Análise e Resolução da prova do ISS-Cuiabá Disciplina: Matemática Financeira Professor: Custódio Nascimento Disciplina: Professor: Custódio Nascimento 1- Análise da prova Análise e Resolução da prova do ISS-Cuiabá Neste artigo, farei a análise das questões de cobradas na prova do ISS-Cuiabá, pois é uma de minhas

Leia mais

Capítulo 1 Conceitos e Gestão de Estoques

Capítulo 1 Conceitos e Gestão de Estoques Capítulo 1 Conceitos e Gestão de Estoques Celso Ferreira Alves Júnior eng.alvesjr@gmail.com 1. GESTÃO DE ESTOQUE 1.1 Conceito de Gestão de estoques Refere-se a decisões sobre quando e quanto ressuprir

Leia mais

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I Curso de Graduação em Administração Administração da Produção e Operações I 22º Encontro - 11/05/2012 18:50 às 20:30h COMO SERÁ NOSSO ENCONTRO HOJE? - ABERTURA - CAPACIDADE E TURNOS DE TRABALHO. 02 Introdução

Leia mais

Controle de estoques. Capítulo 6. André Jun Nishizawa

Controle de estoques. Capítulo 6. André Jun Nishizawa Controle de estoques Capítulo 6 Sumário Conceito de estoque Tipos Sistemas de controle de estoques Fichas de estoque Classificação de estoque Dimensionamento de estoque Logística e Cadeia de suprimentos

Leia mais

Conceitos e princípios básicos de Matemática Financeira aplicada à vida cotidiana do cidadão

Conceitos e princípios básicos de Matemática Financeira aplicada à vida cotidiana do cidadão Conceitos e princípios básicos de Matemática Financeira aplicada à vida cotidiana do cidadão Aula 6 Técnico em Saúde Bucal Matéria: Administração de Serviços em Saúde Bucal Dr. Flavio Pavanelli CROSP 71347

Leia mais

DESCONTO SIMPLES. Os títulos de crédito mais utilizados em operações financeiras são a nota promissória, a duplicata e a letra de câmbio.

DESCONTO SIMPLES. Os títulos de crédito mais utilizados em operações financeiras são a nota promissória, a duplicata e a letra de câmbio. DESCONTO SIMPLES Se uma pessoa deve uma quantia em dinheiro numa data futura, é normal que entregue ao credor um título de crédito, que é o comprovante dessa dívida. Todo título de crédito tem uma data

Leia mais

CAP. 4b INFLUÊNCIA DO IMPOSTO DE RENDA

CAP. 4b INFLUÊNCIA DO IMPOSTO DE RENDA CAP. b INFLUÊNCIA DO IMPOSTO DE RENDA A influência do Imposto de renda Do ponto de vista de um indivíduo ou de uma empresa, o que realmente importa, quando de uma Análise de investimentos, é o que se ganha

Leia mais

César Cruz Proprietário [18/04]

César Cruz Proprietário [18/04] César Cruz Proprietário [18/04] Quais devem ser as áreas gerenciadas pelo sistema? O sistema deve ter controle de estoque, ordem de serviços, orçamentos, entradas e saídas, tanto do caixa como de estoque,

Leia mais

UM CONCEITO FUNDAMENTAL: PATRIMÔNIO LÍQUIDO FINANCEIRO. Prof. Alvaro Guimarães de Oliveira Rio, 07/09/2014.

UM CONCEITO FUNDAMENTAL: PATRIMÔNIO LÍQUIDO FINANCEIRO. Prof. Alvaro Guimarães de Oliveira Rio, 07/09/2014. UM CONCEITO FUNDAMENTAL: PATRIMÔNIO LÍQUIDO FINANCEIRO Prof. Alvaro Guimarães de Oliveira Rio, 07/09/2014. Tanto as pessoas físicas quanto as jurídicas têm patrimônio, que nada mais é do que o conjunto

Leia mais

Projeto Teleporto. Modelo de Estudo de Viabilidade Econômica de Terrenos. Nota Técnica 04. Diretoria de Investimentos Previ-Rio 09/2010

Projeto Teleporto. Modelo de Estudo de Viabilidade Econômica de Terrenos. Nota Técnica 04. Diretoria de Investimentos Previ-Rio 09/2010 2010 2010 Projeto Teleporto Modelo de Estudo de Viabilidade Econômica de Terrenos Nota Técnica 04 Previ-Rio 09/2010 Nota Técnica 04 MODELO DE ESTUDO DE VIABILIDADE ECONÔMICA DE TERRENOS DO PROJETO TELEPORTO

Leia mais

CURSO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA COM AUXÍLIO DA CALCULADORA HP 12-C E DA PLANILHA ELETRÔNICA DO MICROSOF EXCEL

CURSO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA COM AUXÍLIO DA CALCULADORA HP 12-C E DA PLANILHA ELETRÔNICA DO MICROSOF EXCEL OPINE CONSULTORIA CURSO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA COM AUXÍLIO DA CALCULADORA HP 12-C E DA PLANILHA ELETRÔNICA DO MICROSOF EXCEL CALCULADORA HP 12C: Operações Financeiras Básicas A calculadora HP 12C é uma

Leia mais

25/02/2009. Tipos de Estoques. Estoque de Materiais. Estoque de Produtos Acabados. Estoque em transito. Estoque em consignação

25/02/2009. Tipos de Estoques. Estoque de Materiais. Estoque de Produtos Acabados. Estoque em transito. Estoque em consignação MSc. Paulo Cesar C. Rodrigues paulo.rodrigues@usc.br Mestre em Engenharia de Produção Posicionamento em relação à Produção e Interação com outras áreas CQ FO ORNECEDORES Matéria Prima Material de Consumo

Leia mais

GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS GESTÃO DE ESTOQUES

GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS GESTÃO DE ESTOQUES GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS GESTÃO DE ESTOQUES Prof. Dr. Daniel Caetano 2016-1 Objetivos Conhecer a terminologia usada na gestão de estoques Conhecer os métodos e procedimentos básicos de planejamento

Leia mais

Função. Definição formal: Considere dois conjuntos: o conjunto X com elementos x e o conjunto Y com elementos y. Isto é:

Função. Definição formal: Considere dois conjuntos: o conjunto X com elementos x e o conjunto Y com elementos y. Isto é: Função Toda vez que temos dois conjuntos e algum tipo de associação entre eles, que faça corresponder a todo elemento do primeiro conjunto um único elemento do segundo, ocorre uma função. Definição formal:

Leia mais

b) A quantidade mínima de peças que a empresa precisa vender para obter lucro.

b) A quantidade mínima de peças que a empresa precisa vender para obter lucro. Avaliação Trimestral Amanda Marques Adm-Manhã 1. Uma empresa produz um tipo de peça para automóveis. O custo de produção destas peças é dado por um custo fixo de R$10,00 mais R$5,00 por peça produzida.

Leia mais

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações II

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações II Curso de Graduação em Administração Administração da Produção e Operações II 8º Encontro - 28/08/2012 18:50 às 20:30h COMO SERÁ NOSSO ENCONTRO HOJE? - ABERTURA - CONTROLE DE ESTOQUE e SCM. - PLANO MESTRE

Leia mais

COMO CRIAR UM PLANO DE AMORTIZAÇÃO

COMO CRIAR UM PLANO DE AMORTIZAÇÃO COMO CRIAR UM PLANO DE AMORTIZAÇÃO! Sistemas de amortização de empréstimos! Sistema Price! SAC! Fórmulas do Excel! Planilha fornecida Autores: Francisco Cavalcante(cavalcante@netpoint.com.br) Administrador

Leia mais

MICROSOFT EXCEL AVANÇADO

MICROSOFT EXCEL AVANÇADO MICROSOFT EXCEL AVANÇADO SE Retorna um valor se teste_lógico avaliar como VERDADEIRO e um outro valor se for avaliado como FALSO. Use SE para conduzir testes condicionais sobre valores e fórmulas e para

Leia mais

Manual do Almoxarifado SIGA-ADM

Manual do Almoxarifado SIGA-ADM Manual do Almoxarifado SIGA-ADM DIRETORIA DE GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO(DGTI) MARÇO/2012 Requisição de Almoxarifado Requisições O sistema retornará a tela do menu de Administração. Nela selecione

Leia mais

MANUAL DO USUARIO SISTEMA TOTEM MODULO DE ESTOQUE

MANUAL DO USUARIO SISTEMA TOTEM MODULO DE ESTOQUE C o n t r o l e E m p r e s a r i a l MANUAL DO USUARIO SISTEMA TOTEM MODULO DE ESTOQUE s i s t e m a s SUMÁRIO INTRODUÇÃO CONCEITOS... 3 ENTRADA DIRETA DE PRODUTOS... 3 INCLUSÃO DE FORNECEDORES E CLIENTES...

Leia mais

Análise e Resolução da prova de Auditor Fiscal da Fazenda Estadual do Piauí Disciplina: Matemática Financeira Professor: Custódio Nascimento

Análise e Resolução da prova de Auditor Fiscal da Fazenda Estadual do Piauí Disciplina: Matemática Financeira Professor: Custódio Nascimento Análise e Resolução da prova de Auditor Fiscal da Fazenda Estadual do Piauí Disciplina: Professor: Custódio Nascimento 1- Análise da prova Neste artigo, faremos a análise das questões de cobradas na prova

Leia mais

E A D - S I S T E M A S L I N E A R E S INTRODUÇÃO

E A D - S I S T E M A S L I N E A R E S INTRODUÇÃO E A D - S I S T E M A S L I N E A R E S INTRODUÇÃO Dizemos que uma equação é linear, ou de primeiro grau, em certa incógnita, se o maior expoente desta variável for igual a um. Ela será quadrática, ou

Leia mais

Realizando o ensaio de ultra-som

Realizando o ensaio de ultra-som Realizando o ensaio de ultra-som A UU L AL A Na aula anterior, você ficou sabendo que o ultra-som é uma onda mecânica que se propaga de uma fonte emissora até uma fonte receptora, através de um meio físico.

Leia mais

Só Matemática O seu portal matemático http://www.somatematica.com.br FUNÇÕES

Só Matemática O seu portal matemático http://www.somatematica.com.br FUNÇÕES FUNÇÕES O conceito de função é um dos mais importantes em toda a matemática. O conceito básico de função é o seguinte: toda vez que temos dois conjuntos e algum tipo de associação entre eles, que faça

Leia mais

ESTRUTURANDO O FLUXO PUXADO

ESTRUTURANDO O FLUXO PUXADO Pós Graduação em Engenharia de Produção Ênfase na Produção Enxuta de Bens e Serviços (LEAN MANUFACTURING) ESTRUTURANDO O FLUXO PUXADO Exercícios de Consolidação Gabarito 1 º Exercício Defina os diferentes

Leia mais

IFRS TESTE DE RECUPERABILIDADE CPC 01 / IAS 36

IFRS TESTE DE RECUPERABILIDADE CPC 01 / IAS 36 IFRS TESTE DE RECUPERABILIDADE CPC 01 / IAS 36 1 Visão geral O CPC 01 é a norma que trata do impairment de ativos ou, em outras palavras, da redução ao valor recuperável de ativos. Impairment ocorre quando

Leia mais

PROCEDIMENTOS BASICOS TELE-ENTREGA VENDA CREDIARIO / CONVENIO. Ao acessar o sistema o Desktop do Tele-entrega ira apresentar o seguinte ícone:

PROCEDIMENTOS BASICOS TELE-ENTREGA VENDA CREDIARIO / CONVENIO. Ao acessar o sistema o Desktop do Tele-entrega ira apresentar o seguinte ícone: PROCEDIMENTOS BASICOS TELE-ENTREGA VENDA CREDIARIO / CONVENIO Atendimento: Inicial: Conectar com o Servidor Conectando ao Servidor: Através do Ícone abaixo no seu desktop, clique duas vezes e o sistema

Leia mais

Gerenciamento de Transações

Gerenciamento de Transações Gerenciamento de Transações Outros tipos de recuperação: Além das falhas causadas por transações incorretas, conforme vimos anteriormente, podem ocorrer outros tipos de falhas, que ocorrem por fatores

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA ORÇAMENTÁRIA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA ORÇAMENTÁRIA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA ORÇAMENTÁRIA AULA 04: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO TÓPICO 05: ADMINISTRAÇÃO DO DISPONÍVEL VERSÃO TEXTUAL Numa situação ideal, em que uma empresa tem um controle total

Leia mais

APRENDA MÚSICA Vol I 1. As notas musicais no endecagrama

APRENDA MÚSICA Vol I 1. As notas musicais no endecagrama APRENDA MÚSICA Vol I 1. As notas musicais no endecagrama Devido à grande extensão do teclado e conseqüentemente um grande número de notas, localizadas em diferentes oitavas, precisamos de dois pentagramas.

Leia mais

CURSO FREE PMES PREPARATÓRIO JC

CURSO FREE PMES PREPARATÓRIO JC CURSO FREE PMES PREPARATÓRIO JC Geometria CÍRCULO Área A = π. r 2 π = 3,14 Perímetro P = 2. π. r RETANGULO Área A = b. h Perímetro P = 2b + 2h QUADRADO Área A = l. loua = l 2 Perímetro TRIÂNGULO P = 4l

Leia mais

Múltiplos Estágios processo com três estágios Inquérito de Satisfação Fase II

Múltiplos Estágios processo com três estágios Inquérito de Satisfação Fase II O seguinte exercício contempla um processo com três estágios. Baseia-se no Inquérito de Satisfação Fase II, sendo, por isso, essencial compreender primeiro o problema antes de começar o tutorial. 1 1.

Leia mais

REVISÃO E AVALIAÇÃO DA MATEMÁTICA

REVISÃO E AVALIAÇÃO DA MATEMÁTICA 2 Aula 45 REVISÃO E AVALIAÇÃO DA 3 Vídeo Arredondamento de números. 4 Arredondamento de números Muitas situações cotidianas envolvendo valores destinados à contagem, podem ser facilitadas utilizando o

Leia mais

Para acharmos as taxas equivalentes utilizamos a fórmula abaixo: Te = ( n Ö 1+i) 1

Para acharmos as taxas equivalentes utilizamos a fórmula abaixo: Te = ( n Ö 1+i) 1 Para acharmos as taxas equivalentes utilizamos a fórmula abaixo: Te = ( n Ö 1+i) 1 Onde: Te = Taxa equivalente de determinado período n = número do período i = percentual de juros do período em que você

Leia mais

Manipulação de Dados em PHP (Visualizar, Inserir, Atualizar e Excluir) Parte 2

Manipulação de Dados em PHP (Visualizar, Inserir, Atualizar e Excluir) Parte 2 Desenvolvimento Web III Manipulação de Dados em PHP (Visualizar, Inserir, Atualizar e Excluir) Parte 2 Prof. Mauro Lopes 1-31 21 Objetivos Nesta aula iremos trabalhar a manipulação de banco de dados através

Leia mais

Nome Número: Série. Jogo de Empresas

Nome Número: Série. Jogo de Empresas Nome Número: Série Jogo de Empresas Competências: Avaliar e analisar informações como estratégicas para tomada de decisão; Habilidades: Caracterizar as informações gerenciais de acordo com a sua aplicação;

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.265/09. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.265/09. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, NOTA - A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Interpretação de IT 12 para ITG 12 e de outras normas citadas: de NBC T 19.1 para NBC TG 27; de NBC T 19.7 para NBC TG 25; de NBC

Leia mais

MINICURSO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA NO DIA A DIA

MINICURSO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA NO DIA A DIA PORCENTAGEM MINICURSO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA NO DIA A DIA Quando é dito que 40% das pessoas entrevistadas votaram no candidato A, esta sendo afirmado que, em média, de cada pessoas, 40 votaram no candidato

Leia mais

INTRODUÇÃO À MATEMÁTICA FINANCEIRA

INTRODUÇÃO À MATEMÁTICA FINANCEIRA INTRODUÇÃO À MATEMÁTICA FINANCEIRA SISTEMA MONETÁRIO É o conjunto de moedas que circulam num país e cuja aceitação no pagamento de mercadorias, débitos ou serviços é obrigatória por lei. Ele é constituído

Leia mais

Excel Planilhas Eletrônicas

Excel Planilhas Eletrônicas Excel Planilhas Eletrônicas Capitulo 1 O Excel é um programa de cálculos muito utilizado em empresas para controle administrativo, será utilizado também por pessoas que gostam de organizar suas contas

Leia mais

Sistema para Oficina Eletro-mecânica de Veículos

Sistema para Oficina Eletro-mecânica de Veículos Sistema para Oficina Eletro-mecânica de Veículos Documento de Requisitos Maio de 2001 A VISÃO GERAL DO SISTEMA O sistema para a oficina eletro-mecânica Carrão tem por objetivo principal o gerenciamento

Leia mais

Fundamentos da Matemática

Fundamentos da Matemática Fundamentos da Matemática Aula 10 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos

Leia mais

Matemática Financeira Módulo 2

Matemática Financeira Módulo 2 Fundamentos da Matemática O objetivo deste módulo consiste em apresentar breve revisão das regras e conceitos principais de matemática. Embora planilhas e calculadoras financeiras tenham facilitado grandemente

Leia mais

CURSO ON-LINE PROFESSOR GUILHERME NEVES

CURSO ON-LINE PROFESSOR GUILHERME NEVES Olá pessoal! Neste ponto resolverei a prova de Matemática Financeira e Estatística para APOFP/SEFAZ-SP/FCC/2010 realizada no último final de semana. A prova foi enviada por um aluno e o tipo é 005. Os

Leia mais

COMO CALCULAR A PERFORMANCE DOS FUNDOS DE INVESTIMENTOS - PARTE II

COMO CALCULAR A PERFORMANCE DOS FUNDOS DE INVESTIMENTOS - PARTE II COMO CALCULAR A PERFORMANCE DOS FUNDOS DE INVESTIMENTOS - PARTE II O que é o Índice de Treynor? Índice de Treynor x Índice de Sharpe Restrições para as análises de Sharpe e Trynor A utilização do risco

Leia mais

EMPRÉSTIMOS. Nos financiamentos a longo prazo o devedor ou mutuário tem também três modalidades para resgatar sua dívida:

EMPRÉSTIMOS. Nos financiamentos a longo prazo o devedor ou mutuário tem também três modalidades para resgatar sua dívida: EMPRÉSTIMOS Um empréstimo ou financiamento pode ser feito a curto, médio ou longo prazo. Dizemos que um empréstimo é a curto ou médio prazo quando o prazo total não ultrapassa 1 ano ou 3 anos, respectivamente.

Leia mais

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO. Eng. Liane Freitas

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO. Eng. Liane Freitas PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO Eng. Liane Freitas O que será visto hoje? PCP: definição e objetivos Funções do PCP Programação da Produção Plano Mestre de Produção Programação para Volumes Intermediários

Leia mais

Vitor Amadeu Souza vitor@cerne-tec.com.br

Vitor Amadeu Souza vitor@cerne-tec.com.br Vitor Amadeu Souza vitor@cerne-tec.com.br Aprendendo a Usar Uma Calculadora Juros Compostos Tipos de Aplicação Conclusão Possui as teclas M+, M- e MRC para operações ligadas a memória; Porcentagem; As

Leia mais

A OPERAÇÃO DE CROSS-DOCKING

A OPERAÇÃO DE CROSS-DOCKING A OPERAÇÃO DE CROSS-DOCKING Fábio Barroso Introdução O atual ambiente de negócios exige operações logísticas mais rápidas e de menor custo, capazes de suportar estratégias de marketing, gerenciar redes

Leia mais

Imediatas: parcelas pagas em 30, 60 e 90 dias Antecipadas: sendo a primeira parcela paga no ato

Imediatas: parcelas pagas em 30, 60 e 90 dias Antecipadas: sendo a primeira parcela paga no ato Matemática Financeira Leandra Anversa Fioreze Rendas Imediatas: Primeiro pagamento efetuado no final do primeiro período. Ex: Comprei uma calculadora HP-12c Platinum em três parcelas de R$95,00, sendo

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Prof. Rafael Roesler Aula 5 Sumário Classificação ABC Previsão de estoque Custos

Leia mais

Manual das planilhas de Obras v2.5

Manual das planilhas de Obras v2.5 Manual das planilhas de Obras v2.5 Detalhamento dos principais tópicos para uso das planilhas de obra Elaborado pela Equipe Planilhas de Obra.com Conteúdo 1. Gerando previsão de custos da obra (Módulo

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA

MATEMÁTICA FINANCEIRA MATEMÁTICA FINANCEIRA Conceitos básicos A Matemática Financeira é uma ferramenta útil na análise de algumas alternativas de investimentos ou financiamentos de bens de consumo. Consiste em empregar procedimentos

Leia mais

Sérgio Carvalho Matemática Financeira Simulado 02 Questões FGV

Sérgio Carvalho Matemática Financeira Simulado 02 Questões FGV Sérgio Carvalho Matemática Financeira Simulado 02 Questões FGV Simulado 02 de Matemática Financeira Questões FGV 01. Determine o valor atual de um título descontado (desconto simples por fora) dois meses

Leia mais

Unidade: Aspectos contábeis na determinação dos fluxos de caixa. Unidade I:

Unidade: Aspectos contábeis na determinação dos fluxos de caixa. Unidade I: Unidade: Aspectos contábeis na determinação dos fluxos de caixa Unidade I: 0 Unidade: Aspectos contábeis na determinação dos fluxos de caixa 2. Aspectos contábeis e tributários 2. 1. Fundamentos de depreciação

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI NÚCLEO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GABARITO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI NÚCLEO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GABARITO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI NÚCLEO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GABARITO GRUPO: ESTATÍSTICA DATA: HORÁRIO: NOME DO CANDIDATO: CPF: ASSINATURA: INSTRUÇÕES:

Leia mais

Porcentagem. Matemática 16/07/2015. Enem 15 Semanas

Porcentagem. Matemática 16/07/2015. Enem 15 Semanas Porcentagem 1. João deve 12 parcelas de R$ 150,00 referentes ao cheque especial de seu banco e cinco parcelas de R$ 80,00 referentes ao cartão de crédito. O gerente do banco lhe ofereceu duas parcelas

Leia mais

Boletim Informativo Técnico BIT 004 08/2014

Boletim Informativo Técnico BIT 004 08/2014 PROCESSO DE CONTAGEM DE INVENTÁRIO FÍSICO Para um resultado satisfatório na execução da contagem do inventário físico é importante que os preparativos tenham início 30 dias antes da data programada para

Leia mais

CAIXA ECONOMICA FEDERAL

CAIXA ECONOMICA FEDERAL JUROS SIMPLES Juros Simples comercial é uma modalidade de juro calculado em relação ao capital inicial, neste modelo de capitalização, os juros de todos os períodos serão sempre iguais, pois eles serão

Leia mais

Aula 13 Técnicas de Integração

Aula 13 Técnicas de Integração Aula 13 Técnicas de Integração Objetivos da Aula Estudar técnicas especiais de integração: integração por substituição e por partes, mostrando que estes processos são ferramentas poderosas para facilitar

Leia mais

Planejamento da produção

Planejamento da produção Planejamento da produção Capítulo 3, parte B Sumário Capacidade de produção Elaboração do plano de produção Just-in-time Capacidade de produção O que é capacidade de produção? Capacidade de produção O

Leia mais

Matemática Financeira - Vinícius Werneck, professor do QConcursos.com

Matemática Financeira - Vinícius Werneck, professor do QConcursos.com Matemática Financeira - Vinícius Werneck, professor do QConcursos.com 1- Q236904 - Prova: CESGRANRIO - 2012 - Caixa - Técnico Bancário Disciplina: Matemática Financeira Assuntos: Amortização; Sistema Francês

Leia mais

Análise de Ponto de Função

Análise de Ponto de Função Complemento para o Curso Análise de Ponto de Função FUNÇÕES DO TIPO DADO O termo Arquivo não significa um arquivo do sistema operacional, como é comum na área de processamento de dados. Se refere a um

Leia mais

Aula 7 - Cálculo do retorno econômico

Aula 7 - Cálculo do retorno econômico Aula 7 - Cálculo do retorno econômico Cálculo do retorno econômico Para comparar os custos e os benefícios de um projeto social, precisa-se analisá-los em valores monetários de um mesmo momento do tempo.

Leia mais

Assegurar o suprimento adequado de matéria-prima, material auxiliar, peças e insumos ao processo de fabricação;

Assegurar o suprimento adequado de matéria-prima, material auxiliar, peças e insumos ao processo de fabricação; 2. ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS Área da Administração responsável pela coordenação dos esforços gerenciais relativos às seguintes decisões: Administração e controle de estoques; Gestão de compras; Seleção

Leia mais

Excel Básico e Avançado. Aula 3

Excel Básico e Avançado. Aula 3 Excel Básico e Avançado Aula 3 Prof. Dr. Marco Antonio Leonel Caetano Mudanças Abruptas www.mudancasabruptas.com.br Fórmulas Se distinguem das células de texto por serem iniciadas pelo símbolo = Calculando

Leia mais

A presente seção apresenta e especifica as hipótese que se buscou testar com o experimento. A seção 5 vai detalhar o desenho do experimento.

A presente seção apresenta e especifica as hipótese que se buscou testar com o experimento. A seção 5 vai detalhar o desenho do experimento. 4 Plano de Análise O desenho do experimento realizado foi elaborado de forma a identificar o quão relevantes para a explicação do fenômeno de overbidding são os fatores mencionados na literatura em questão

Leia mais

Aula Nº 5 Classificação ABC

Aula Nº 5 Classificação ABC Aula Nº 5 Classificação ABC Objetivos da aula: Você já aprendeu a fazer previsões de demanda de um produto com características sazonais. Agora que você compreende que é necessário prever a demanda para

Leia mais

Pesquisa Operacional. 4x1+3x2 <=1 0 6x1 - x2 >= 20 X1 >= 0 X2 >= 0 PESQUISA OPERACIONAL PESQUISA OPERACIONAL PESQUISA OPERACIONAL PESQUISA OPERACIONAL

Pesquisa Operacional. 4x1+3x2 <=1 0 6x1 - x2 >= 20 X1 >= 0 X2 >= 0 PESQUISA OPERACIONAL PESQUISA OPERACIONAL PESQUISA OPERACIONAL PESQUISA OPERACIONAL Modelo em Programação Linear Pesquisa Operacional A programação linear é utilizada como uma das principais técnicas na abordagem de problemas em Pesquisa Operacional. O modelo matemático de programação

Leia mais

Distribuição de Freqüências

Distribuição de Freqüências Distribuição de Freqüências Por constituir-se o tipo de tabela importante para a Estatística Descritiva, faremos um estudo completo da distribuição de freqüências. Uma distribuição de freqüências condensa

Leia mais

COMO ANALISAR E TOMAR DECISÕES ESTRATÉGICAS COM BASE NA ALAVANCAGEM FINANCEIRA E OPERACIONAL DAS EMPRESAS

COMO ANALISAR E TOMAR DECISÕES ESTRATÉGICAS COM BASE NA ALAVANCAGEM FINANCEIRA E OPERACIONAL DAS EMPRESAS COMO ANALISAR E TOMAR DECISÕES ESTRATÉGICAS COM BASE NA ALAVANCAGEM FINANCEIRA E OPERACIONAL DAS EMPRESAS! O que é alavacagem?! Qual a diferença entre a alavancagem financeira e operacional?! É possível

Leia mais

Cálculo da Rentabilidade dos Títulos Públicos ofertados no Tesouro Direto. Tesouro Selic (LFT)

Cálculo da Rentabilidade dos Títulos Públicos ofertados no Tesouro Direto. Tesouro Selic (LFT) Cálculo da Rentabilidade dos Títulos Públicos ofertados no Tesouro Direto Tesouro Selic (LFT) O Tesouro Selic (LFT) é um título pós fixado, cuja rentabilidade segue a variação da taxa SELIC, a taxa básica

Leia mais

No cálculo de porcentagem com operações financeiras devemos tomar muito cuidado para verificar sobre quem foi calculada essa porcentagem.

No cálculo de porcentagem com operações financeiras devemos tomar muito cuidado para verificar sobre quem foi calculada essa porcentagem. 1º BLOCO... 2 I. Porcentagem... 2 Relacionando Custo, Venda, Lucro e Prejuízo... 2 Aumentos Sucessivos e Descontos Sucessivos... 3 II. Juros Simples... 3 III. Juros Compostos... 4 2º BLOCO... 6 I. Operadores...

Leia mais

A abordagem do assunto será feita inicialmente explorando uma curva bastante conhecida: a circunferência. Escolheremos como y

A abordagem do assunto será feita inicialmente explorando uma curva bastante conhecida: a circunferência. Escolheremos como y 5 Taxa de Variação Neste capítulo faremos uso da derivada para resolver certos tipos de problemas relacionados com algumas aplicações físicas e geométricas. Nessas aplicações nem sempre as funções envolvidas

Leia mais

Conceitos Básicos 09/10/2015. Módulo IV Capitalização Composta. CAPITALIZAÇÃO COMPOSTA Montante e Juro Fórmulas Derivadas

Conceitos Básicos 09/10/2015. Módulo IV Capitalização Composta. CAPITALIZAÇÃO COMPOSTA Montante e Juro Fórmulas Derivadas Módulo IV Capitalização Composta Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. CAPITALIZAÇÃO COMPOSTA Montante e Juro Fórmulas Derivadas Conceitos Básicos No sistema de juros compostos (regime de capitalização composta),

Leia mais