Discurso e texto. L. PORTUGUESA 1ª série do Ensino Médio Professora Marianna Aguiar

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1 Discurso e texto L. PORTUGUESA 1ª série do Ensino Médio Professora Marianna Aguiar

2 Discurso e texto: contexto de produção, circulação e recepção de textos. A linguagem é uma prática social humana de interação entre os sujeitos. Por meio dela os interlocutores expressam e constituem sua identidade, em situações de uso ocorridas em contextos determinados. sócio-históricos

3 Todo texto é a configuração de uma intencionalidade comunicativa. Ao interpretá-lo, busca-se recuperar essa intencionalidade, a partir da relação entre as proposições encontradas e o conhecimento partilhado que se tem do mundo.

4 Sujeito, interação e sentidos Os sujeitos produzem linguagem e, ao mesmo tempo, são constituídos por ela.

5 Mais do que simples expressão do pensamento ou instrumento de comunicação, a linguagem expressa e cria a identidade dos falantes. É no desenrolar da interação que cada um deles se revela para o outro e também para o leitor do texto. A linguagem, portanto, não pode ser separada dos sujeitos, e vice-versa. Ela está inserida no universo das relações humanas, no embate entre sujeitos, que a todo momento reavaliam posições, ideias, emoções e intenções.

6 A complexa relação da interação entre sujeitos Para além dos elementos da comunicação e das funções da linguagem, portanto, é preciso levar em conta as relações em jogo entre os sujeitos da interação.

7 A imagem que quem se comunica tem do outro e de si mesmo, relacionada também aos papéis sociais que desempenham, pode se modificar ao longo da interação de forma positiva ou negativa.

8 A intertextualidade e a interdiscursividade são elementos fundamentais na produção de sentido. Cada texto que falamos ou escrevemos já recebeu influência de muitos outros textos e discursos. Ao exibir os dedos indicador e médio no sinal de paz e amor, usa-se um gesto criado pelos hippies, jovens norte-americanos que, nos anos 60, defendiam ideais de igualdade e justiça.

9 Ler o mundo Dada a complexidade das relações humanas e, consequentemente, das relações comunicativas, é preciso aprender a ler criticamente os textos veiculados na sociedade. Para isso, devem ser consideradas as teias de relações sociais. A construção dessas teias envolve a imagem que um interlocutor tem do outro, as intenções, os papéis, as competências e finalidades de cada interlocutor. Ex.:

10 Petróleo: infinito enquanto dure A certeza de que um dia deixará de existir não impede que o petróleo continue movendo o mundo e, mais do que isso, exercendo significativa influência econômica. [...] [...] independentemente da autossuficiência, o Brasil deve precaver-se, ampliar e desenvolver cada vez mais a produção e utilização do álcool combustível, além de diversificar sua matriz energética, com adoção, por exemplo, de combustíveis como o biodiesel, obtido por meio do processamento de plantas oleaginosas. Estas ponderações são necessárias, para evitar exagerada euforia em torno de uma conquista que não garante o presente e o futuro da oferta de energia necessária ao crescimento econômico.

11 Assim, devemos encarar a situação com enfoque estratégico, utilizando a produção nacional com a devida sabedoria, inclusive no sentido de preparar nossa matriz energética para o momento da extinção do petróleo. Até lá, contudo, o país, 16º produtor mundial, deve capitalizar toda a força e os diferenciais econômicos suscitados pela autossuficiência. Enfim, é preciso aproveitar o valioso combustível, integral e plenamente, até a última gota antes de sua extinção, inclusive como fator de geração de empregos, renda e estímulo a distintos setores de atividades. [...] SKAF, Paulo. Folha de S. Paulo, 30abr.2006.

12 Um texto guarda múltiplas relações. Infinito enquanto dure faz parte do último verso do conhecido Soneto de fidelidade, de Vinícius de Morais. No título do artigo de opinião, o autor associou o verso à palavra petróleo, enfatizando a importância de o Brasil capitalizar a recente descoberta de novas jazidas do recurso.

13 Os sentidos do que se fala não estão inteiramente estabelecidos de antemão. Eles são construídos durante a interação, resultando de uma negociação entre os sujeitos. Ao mesmo tempo, remetem para outros textos (intertextualidade) e discursos (interdiscursividade).

14 Uma língua, muitas línguas Variação Linguística é o fenômeno comum às línguas de apresentar variações em função da época, situação de uso e das particularidades dos falantes. O uso da língua por um grupo social específico, com características próprias, constitui uma variedade linguística.

15 As variações linguísticas podem ser: Histórica Muitas palavras e construções sofreram mudanças de som, de forma ou de significado. Exemplo: cantigas trovadorescas. Regional diz respeito às diferenças que uma língua apresenta nas diversas regiões em que é falada. Social homens e mulheres de diferentes idades, estratos socioeconômicos, níveis de escolarização e atividades profissionais. Situacional Entrevista de emprego, conversa com os amigos etc. Padrão Na tradição de ensino, manuais de gramáticas etc.

16 Dado que nenhuma variedade linguística é superior a outra, o falante competente é aquele que consegue ser um poliglota em sua própria língua, ou seja, que conhece muitas variedades linguísticas e é capaz de escolher a mais adequada a cada contexto ou situação de uso.

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