Análise das precipitações em alguns municípios de Mato Grosso do Sul

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1 Análise das precipitações em alguns municípios de Mato Grosso do Sul Cátia Cristina Braga Rodrigues 1, Evaldo de Paiva Lima 2, Hércules Arce 3, Carlos Eduardo Borges Daniel 4, Cleber Moraes Ribas 5 1 Meteorologista, Responsável técnica pelo Cemtec-MS/Agraer, Campo Grande MS, 2 Meteorologista, Bolsista DCR da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande MS, 3 Eng. Agrônomo, Coordenador do Cemtec-MS/Agraer, Campo Grande MS, 4 Geógrafo, estagiário do Cemtec-MS/Agraer, Campo Grande MS, 4 Geógrafo, estagiário do Cemtec-MS/Agraer, Campo Grande MS, ABSTRACT: Daily precipitation data from nine automatic weather stations belonging to the National Meteorological Institute (Inmet). Data from the climatological normals of the period from 1961 to 1990 (Inmet) of municipalities of Corumbá, Cushion, Gold & Ivinhema were used to verify the behavior of precipitation. It was observed that the highest rainfall occurring in the period from October to March and lowest in winter. Although results are preliminary, they used to know a little of the precipitation regime in the state of Mato Grosso do Sul, since this is a state that lacks information on weather and climate. Palavras-Chave: Precipitação, Mato Grosso do Sul. 1 INTRODUÇÃO O estado de Mato Grosso do Sul localiza-se na região Centro-Oeste e engloba uma área de ,962 Km² (IBGE, 2002) para uma população de habitantes (IBGE, 2009). A produção rural (animal, vegetal, extrativa vegetal e indústria rural) exerce grande papel na economia desse Estado, sendo a agricultura bem diversificada, com culturas de soja, arroz, café, trigo, milho, feijão, mandioca, algodão, amendoim e cana de açúcar. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Estado está entre os cinco maiores produtores de soja, algodão, amendoim e trigo do país. Apesar de Mato Grosso do Sul possuir condições favoráveis à produção rural, ainda carece de informações de tempo e clima voltadas ao setor. Com isso, os ganhos com as safras tendem a serem maiores e os custos menores, por meio de indicativos da melhor época de semeadura, dos períodos propícios a aplicação de defensivos agrícolas e da irrigação, bem como, o conhecimento do volume de água necessário para satisfazer as necessidades hídricas da planta em suas diferentes fases fenológicas. Um dos principais fatores de risco para as atividades agrícolas é o clima, sendo que a precipitação é uma das variáveis climáticas que mais interferem na produtividade. Cerca de 95% das indenizações pagas pelos instrumentos de seguridade agrícola estão relacionadas ao excesso de chuva ou a estiagem (ROSSETI, 2001). Conforme a classificação de Köppen, a maior parte do estado de Mato Grosso do Sul se enquadra como de Aw, ou seja, clima tropical com temperaturas elevadas com chuva no verão e seca no inverno (VIANELLO, 2000). As médias de temperatura dos meses são maiores que 20 C e no mês mais frio do ano as mínimas são menores que 18 C. Segundo Fietz et al (1997) a climatologia de Mato Grosso do Sul não mostra grandes irregularidades nas precipitações, entretanto, Rebello et al. (1998) relata que no período de

2 outubro de 1997 a março de 1998, época em que os agricultores plantam a safra de verão ocorreram excessos de precipitações em 2 decêndios e um déficit prolongado por mais 4 decêndios. O presente estudo tem por objetivo analisar a precipitação em alguns municípios do estado de Mato Grosso do Sul. 2 MATERIAL E MÉTODOS Neste trabalho foram utilizados dados pluviométricos diários de nove estações meteorológicas automáticas pertencentes ao Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), distribuídas no Estado de Mato Grosso do Sul (Figura 1), que rotineiramente eram armazenados pelo Centro de Monitoramento do Tempo, do Clima e dos Recursos Hídricos de Mato Grosso do Sul (Cemtec-MS). Na tabela 1 observa-se as informações referentes às estações meteorológicas utilizadas no estudo. Os dados pluviométricos utilizados neste estudo foram do período de janeiro de 2007 a dezembro de 2009, com exceção dos dados das estações de Sidrolândia e Sete Quedas. Na estação de Sidrolândia o período foi de outubro de 2008 a dezembro de 2009, e na estação de Sete Quedas o período foi de junho de 2008 a dezembro de Considerou-se estas duas estações para se obter uma melhor representatividade espacial no estado de Mato Grosso do Sul. Inicialmente, considerou-se como sendo um dia com chuva, todo e qualquer dia em que a chuva foi superior a 0 mm. Posteriormente, foi calculado a média do número de dias com chuva (NDC). Também realizou-se a média da precipitação ocorrida em cada mês do período de estudo. Enfim, observou-se a altura máxima (Hmáx) no período de estudo, ou seja, a maior precipitação ocorrida num período de 24 horas em cada município. Os dados das normais climatológicas do período de 1961 a 1990 (Inmet) dos municípios de Corumbá, Coxim, Dourados e Ivinhema foram utilizados para se verificar o comportamento da precipitação, no período de estudo, nestes municípios. Figura 1 Localização das estações meteorológicas automáticas utilizadas neste estudo.

3 Tabela 1 Localização, códigos e coordenadas geográficas das estações meteorológicas automáticas Municípios Código da estação Latitude ( ) Longitude ( ) Altitude (m) Aquidauana A719-20,48-55, Chapadão do Sul A730-18,80-52, Corumbá A724-19,00-57, Coxim A720-18,30-54, Dourados A721-22,19-54, Ivinhema A709-22,3-53,82 373,29 Porto Murtinho A723-21,70-57,55 85 Sidrolândia A754-20,98-54, Sete Quedas A751-23,97-55, RESULTADOS E DISCUSSÃO Na tabela 2 apresenta-se a média do número de dias com chuva, o valor e o dia/ano em que ocorreu a maior precipitação, em 24 horas, no período de estudo, e a média da precipitação em cada município. De forma geral, observa-se que as maiores precipitações ocorrem no período de outubro a março e as menores no inverno, tendo junho como o mês menos chuvoso. Chapadão do Sul foi a localidade em que ocorreu a menor precipitação (695,4mm) e Sete Quedas foi a em que ocorreu a maior precipitação (1.555,2mm). Entretanto, vale destacar que o período de estudo para a estação de Sete Quedas foi menor. Na estação de Aquidauana foi registrada a maior precipitação ocorrida no período de 24 horas (168,2mm), no dia 26 de janeiro de 2008, entre as 9 estações do estudo. Também destaca-se que em 2007 esta mesma estação registrou apenas 1 dia de precipitação nos meses de junho e setembro. Entretanto, na estação de Coxim foi registrado o menor valor das máximas precipitações ocorrida no período de 24 horas (1,2mm), no dia 12 de junho de Quando efetuou-se a comparação dos dados do período de estudo com as normais climatológicas (173,3mm), verificou-se que em dezembro no município de Coxim, localizado na região norte do Estado, a precipitação foi maior, cerca de 75%. A explicação para este fato foi devido ao excesso de precipitação ocorrido no mês de dezembro de 2009 (620,0mm). No município de Dourados, localizado na região sul do Estado, verificou-se que em janeiro a precipitação foi 52,41% maior que a média histórica (135,9mm). Entretanto, ressalta-se que nesta estação, o valor registrado no mês de setembro para o período de estudo foi 69,5% menor que o valor da média histórica (106,0mm).

4 Tabela 2 Média do número de dias com chuva (NDC), o valor e o dia/ano em que ocorreu a maior precipitação (Hmáx), em 24 horas, no período de estudo, e a média da precipitação em cada município: (a) Aquidauana, (b) Chapadão do Sul, (c) Corumbá, (d) Coxim, (e) Dourados, (f) Porto Murtinho, (g) Sidrolândia, (h) Sete Quedas, e (i) Ivinhema Aquidauana (a) Chapadão do Sul (b) Corumbá (c) Jan 19,3 168,2-26/ ,4 Jan 19,0 57,6-11/ ,7 Jan 17,7 57,2-08/ ,1 Fev 13,3 79,4-07/ ,7 Fev 13,7 36,2-05/ ,9 Fev 16,0 53,8-25/ ,0 Mar 12,0 51,4-15/ ,2 Mar 17,0 44,0-11/ ,9 Mar 9,0 34,6-24/ ,4 Abr 6,0 47,8-12/ ,3 Abr 30,0 36,6-20/ ,7 Abr 4,0 28,4-12/ ,3 Mai 9,7 42,2-22/ ,5 Mai 7,7 9,8-17/ ,5 Mai 4,3 50,4-16/ ,3 Jun 6,7 31,8-16/ ,2 Jun 4,0 4,0-16/2009 3,7 Jun 2,0 5,4-24/2009 3,5 Jul 6,3 26,6-23/ ,1 Jul 1,7 8,8-11/2009 4,9 Jul 1,3 13,2-25/2007 7,1 Ago 5,7 63,2-23/ ,5 Ago 4,3 16,0-21/ ,8 Ago 4,0 20,2-03/ ,9 Set 3,3 17,0-20/ ,8 Set 5,3 39,6-06/ ,8 Set 2,0 6,6-21/2009 6,2 Out 9,3 53,2-07/ ,0 Out 11,7 29,4-11/ ,7 Out 6,3 72,0-07/ ,7 Nov 13,3 57,8-20/ ,4 Nov 13,7 42,0-06/ ,8 Nov 10,0 48,2-24/ ,5 Dez 15,3 92,4-11/ ,3 Dez 17,7 49,6-26/ ,9 Dez 9,3 27,6-15/ ,2 Total 1224,5 Total 695,4 Total 777,3 Coxim (d) Dourados (e) Porto Murtinho (f) Jan 22,0 46,2-04/ ,0 Jan 20,0 37,6-11/ ,1 Jan 15,3 77,0-04/ ,4 Fev 19,0 103,8-16/ ,8 Fev 15,0 96,8-07/ ,3 Fev 13,7 89,0-07/ ,7 Mar 16,0 40,8-21/ ,4 Mar 12,3 87,4-15/ ,1 Mar 9,3 47,8-13/ ,9 Abr 6,7 72,0-03/ ,8 Abr 5,7 46,8-02/ ,2 Abr 4,3 30,6-14/ ,8 Mai 5,7 25,2-22/ ,7 Mai 8,0 46,2-26/ ,1 Mai 9,7 48,2-22/ ,5 Jun 3,7 1,2-12/2009 1,9 Jun 6,0 19,4-10/ ,7 Jun 4,3 13,0-10/ ,5 Jul 2,3 41,0-23/ ,0 Jul 7,3 39,6-23/ ,6 Jul 5,7 40,8-04/ ,7 Ago 2,7 14,4-23/2009 8,4 Ago 7,3 56,2-23/ ,4 Ago 7,7 30,2-28/ ,5 Set 3,7 23,2-19/ ,6 Set 4,7 19,8-20/ ,3 Set 3,7 19,0-20/ ,8 Out 10,0 129,2-02/ ,3 Out 11, / ,2 Out 10,3 48,2-30/ ,1 Nov 16,0 78,8-24/ ,0 Nov 11,0 85,2-10/ ,5 Nov 9,3 55,0-24/ ,7 Dez 20,7 107,8-07/ ,5 Dez 12,7 72,2-01/ ,7 Dez 13,7 40,2-05/ ,1 Total 1414,4 Total 1298,2 Total 984,9 Sidrolândia (g) Sete Quedas (h) Ivinhema (i) Jan 12,0 49,6-18/ ,0 Jan 13,0 52,4-28/ ,6 Jan 17,7 48,4-13/ ,9 Fev 16,0 24,8-24/ ,4 Fev 15,0 29,6-04/ ,6 Fev 17,5 90,2-07/ ,6 Mar 17,0 45,0-25/ ,2 Mar 7,0 17,4-12/ ,4 Mar 9,3 49,8-12/ ,2 Abr 1,0 3,2-05/2009 3,2 Abr 4,0 21,0-05/ ,0 Abr 6,0 55,2-19/ ,6 Mai 12,0 25,4-03/ ,6 Mai 14,0 79,6-14/ ,2 Mai 7,3 52,4-28/ ,9 Jun 12,0 26,2-10/ ,0 Jun 12,0 34,2-12/ ,7 Jun 5,0 16,8-25/ ,7 Jul 14,0 50,8-11/ ,8 Jul 9,0 47,2-31/ ,9 Jul 3,3 52,6-02/ ,5 Ago 10,0 73,6-23/ ,6 Ago 11,5 34,2-17/ ,0 Ago 6,3 67,2-08/ ,1 Set 7,0 39,0-22/ ,4 Set 9,0 57,6-03/ ,0 Set 6,3 36,4-06/ ,0 Out 11,0 43,2-22/ ,9 Out 16,0 62,2-19/ ,6 Out 12,0 46,8-29/ ,1 Nov 9,0 43,6-02/ ,6 Nov 12,5 76,8-06/ ,2 Nov 12,7 76,2-04/ ,3 Dez 17,5 39,8-12/ ,9 Dez 12,5 52,0-30/ ,0 Dez 13,0 57,6-27/ ,3 Total 1378,6 Total 1555,2 Total 1268,4 4 CONCLUSÕES Observa-se que as maiores precipitações ocorrem no período de outubro a março e as menores no inverno; Apesar dos resultados serem preliminares, os mesmos serviram para se conhecer um pouco do regime de precipitação no estado de Mato Grosso do Sul, visto que este é um Estado que carece de informações de tempo e clima. 5 AGRADECIMENTOS Ao CNPq, pelo auxílio financeiro que possibilitou a realização deste trabalho, e ao Cemtec-MS, pela disponibilização dos dados. 6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: FIETZ, C.R., et al. Probabilidade de ocorrência de períodos secos e chuvosos na região de Dourados. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE AGROMETEOROLOGIA, 10, 1997, Piracicaba. Anais... Piracicaba: SBA, p

5 IBGE. Área do Estado de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, IBGE. População do Estado de Mato Grosso do Sul e seus municípios, segundo a estimativa 2009, REBELLO, E. R. G., et al. Efeitos do El Niño na agricultura de Mato Grosso do Sul no período de outubro de 1997 a março de In: CONGRESSO BRASILEIRO DE METEOROLOGIA, 10, Brasília. Anais...1 CD ROM. ROSSETTI, L. A. Zoneamento agrícola em aplicações de crédito e seguridade rural no Brasil: aspectos atuariais e de política agrícola. Revista Brasileira de Agrometeorologia, Passo Fundo, v 9, n 3, p , Número Especial Zoneamento agrícola. VIANELLO, R.L.; ALVES, A.R.A. Meteorologia Básica e Aplicações. Viçosa-MG, UFV, 385p., 2000.

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