Seminário. Centros Para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP) Orientação que modelo de funcionamento?

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Seminário. Centros Para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP) Orientação que modelo de funcionamento?"

Transcrição

1 Seminário A Indústria e o Sistema de Educação e Formação: contributos para a Estratégia Europa de março de 2013 Centros Para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP) Orientação que modelo de funcionamento? Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, IP Departamento de Gestão Integrada de Sistemas de Qualificação Isabel Olivença 1

2 ENQUADRAMENTO A Estratégia Europeia Educação e Formação 2020 recomenda a implementação de políticas articuladas entre os setores da educação, formação e o mercado de trabalho, tendo em vista a construção de uma Europa mais forte e competitiva. As atividades de orientação ao longo da vida são olhadas como um elemento chave de apoio a estas políticas, capacitando as pessoas para responderem a mudanças e desafios, ao desenvolverem competências de gestão da carreira. 2

3 ENQUADRAMENTO O Compromisso para o Crescimento, Competitividade e Emprego (Janeiro 2012, CPCS) prevê o reforço do ensino profissional e da ligação das escolas às empresas para melhorar os níveis de qualificação da população portuguesa e a qualidade da oferta de educação e formação, através de medidas e iniciativas que visem estimular a empregabilidade: Aumento da escolaridade obrigatória para doze anos de escolaridade; Aumento do número de jovens nas vias profissionais do ensino secundário; Parcerias entre escolas, outras entidades formadoras, empresas e autarquias; Criação de um sistema integrado de orientação escolar e profissional. 3

4 CONCEITO A Orientação é um processo contínuo que permite aos cidadãos, de qualquer idade e ao longo de toda a sua vida, identificar as suas capacidades, os seus conhecimentos e os seus interesses, tomar decisões em matéria de educação, de formação e de trabalho e gerir o seu percurso de vida na educação e formação, no trabalho e noutros contextos em que possam adquirir e utilizar as suas capacidades e competências. Deste processo fazem parte atividades como a informação, exploração vocacional, aconselhamento, avaliação diferencial das capacidades, interesses e valores, tutoria, aprendizagem em matéria de tomada de decisão e de capacidade de gestão da carreira, entre outras. (Resolução do Conselho da UE de ) 4

5 OBJETIVOS Investimento eficiente na educação e formação: Aumentar as taxas de conclusão dos estudos e da formação, através de uma melhor adequação entre os interesses e aptidões das pessoas e as oportunidades de aprendizagem. Eficiência relativa ao mercado de trabalho: Elevar as taxas de manutenção de emprego, reduzir o tempo de procura de emprego e de duração do desemprego, promovendo competências de gestão da carreira e a mobilidade geográfica e profissional. Aprendizagem ao longo da vida: Motivar as pessoas para a educação e formação contínuas, ajudando-as a encontrar o seu próprio caminho entre os diversos itinerários de aprendizagem e a identificar as suas competências transferíveis e as aprendizagens decorrentes das experiências de vida. Inclusão social: Apoiar a inserção e reinserção das pessoas nos vários contextos de vida, especialmente aquelas que têm dificuldade em compreender a informação relativa à aprendizagem e em aceder ao mercado de trabalho. (OCDE e CE 2004, Orientação Escolar e Profissional: Guia para Decisores) 5

6 PRINCÍPIOS Centralidade das pessoas: Os serviços de orientação devem respeitar a liberdade de escolha das pessoas, não exercendo qualquer tipo de discriminação baseada no género, idade, origem étnica ou outras, garantindo que todas têm direito à confidencialidade da informação pessoal. O processo de orientação deve capacitar os cidadãos para uma participação ativa e autonomia, assumindo as consequências das suas decisões. Melhoria do acesso: A orientação deve ser prestada ao longo do percurso de vida das pessoas, abrangendo vários contextos, de forma acessível e próxima, utilizando-se métodos de abordagem adequados e que satisfaçam as suas necessidades quando procuram os serviços. Garantia de qualidade: Os serviços de orientação devem ter uma cultura de aperfeiçoamento contínuo, que implica estratégias de autoavaliação, o feedback regular dos cidadãos e a formação contínua aos profissionais que prestam os serviços. (OCDE e CE 2004, Orientação Escolar e Profissional: Guia para Decisores) 6

7 AGÊNCIA NACIONAL PARA A QUALIFICAÇÃO E O ENSINO PROFISSIONAL MISSÃO ( ) Coordenar a execução das políticas de educação e formação profissional de jovens e adultos e assegurar o desenvolvimento e a gestão do sistema de reconhecimento, validação e certificação de competências, sob a tutela conjunta dos Ministros da Educação e Ciência e da Economia e do Emprego, em articulação como o membro do Governo responsável pela área da segurança social. ATRIBUIÇÕES Desenvolver e gerir o sistema de reconhecimento, validação e certificação de competências, de âmbito escolar e profissional, assegurando a coordenação da correspondente rede de estruturas ( ); Coordenar, dinamizar e gerir a oferta de educação e formação profissional de dupla certificação destinada a jovens e adultos, bem como a rede de entidades responsáveis pela aplicação dos correspondentes dispositivos de informação e orientação ( ). (Decreto-Lei n.º 36/2012, de 15 de fevereiro) 7

8 DESAFIOS Atingir os objetivos e respeitar os princípios das políticas de educação, formação e emprego, contribuindo para um equilíbrio entre a oferta e a procura de formação e de emprego e a redução das taxas de abandono precoce. Disponibilizar uma informação clara, acessível, adequada e atualizada das ofertas de educação, formação disponíveis. Promover a procura de informação sobre a organização e funcionamento dos mercados de emprego, dispositivos e condições de mobilidade. Apoiar jovens e adultos nas fases de mudança, transição e nas tomadas de decisão. Ajudar jovens e adultos na identificação das características pessoais que contribuem para uma eficaz gestão da carreira. Apoiar a integração escolar, profissional e social de pessoas em situação de desfavorecimento. 8

9 SERVIÇOS DE ORIENTAÇÃO Em Portugal, como noutros países, não existe um sistema integrado de orientação e os serviços de orientação disponíveis atuam de forma segmentada, dirigindo-se a públicos específicos e em diversos contextos. Além dos serviços de orientação de âmbito privado ou que ocorrem por iniciativa de instituições autárquicas ou de ensino superior, estão regulamentados outros subsistemas de orientação. Um outro desafio promover o desenvolvimento de prestação de serviços de orientação de forma articulada com outras estruturas de orientação 9

10 SERVIÇOS DE ORIENTAÇÃO Serviços de Psicologia e Orientação (SPO) Destinados a jovens que frequentam escolas do ensino básico e secundário (MEC); São estruturas especializadas instaladas em escolas; Intervêm de forma sistémica, não só no âmbito da orientação escolar e profissional, mas em áreas de dificuldade que possam surgir no processo de ensino e aprendizagem, facilitando o desenvolvimento pessoal e social dos alunos e a construção do seu projeto de vida; Atuam em estreita articulação com os outros serviços da escola e da comunidade, nomeadamente com a educação especial, a ação social escolar, os centros de emprego e a educação para a saúde. 10

11 Serviço Público de Emprego SERVIÇOS DE ORIENTAÇÃO Visa promover a informação, a orientação, a qualificação e a reabilitação profissional, com vista à colocação dos trabalhadores no mercado de trabalho e à sua progressão profissional; Os serviços de orientação são prestados nos Centros de Emprego, Centros de Formação Profissional e Gabinetes de Inserção Profissional (IEFP MEE), privilegiando a articulação com outros serviços de orientação ; Destinados a jovens e adultos que procuram formação e emprego; A intervenção centra-se: - Na capacitação dos desempregados para encontrarem futuras situações de transição; - Dirige-se aos ativos empregados na identificação e valorização das competências adquiridas; - A todos os que se encontram em risco de desemprego, apoiando a sua reconversão profissional. 11

12 SERVIÇOS DE ORIENTAÇÃO Os Centros Para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP) para além de desenvolverem os processos de RVCC, asseguram a prestação de serviços de orientação a jovens e adultos que procurem uma formação ou que visem uma integração qualificada no mercado de trabalho. Jovens com idade igual ou superior a 15 anos ou a frequentar o 9º ano de escolaridade. Articulação com outros serviços de orientação. Compete também ao Técnico de Orientação, Reconhecimento e Validação de Competências desenvolver as etapas de Acolhimento, Diagnóstico, Informação e Orientação, Encaminhamento e Monitorização. 12

13 MONITORIZAÇÃO aferir o cumprimento ou o desvio das trajetórias assumidas, acompanhando os resultados das aprendizagens e o nível de sucesso da (re)inserção no mercado de emprego (follow-up). ACOLHIMENTO inscrição no CQEP e esclarecimento sobre o âmbito da intervenção. DIAGNÓSTICO elaboração do perfil vocacional através da análise do percurso escolar, profissional, experiência de vida, motivações, necessidades, expectativas, com recurso a entrevista, questionário, testes de diagnóstico, ENCAMINHAMENTO com base em todo o processo de orientação, incluindo a tomada de decisão, implicar o jovem ou o adulto nas opções que pretende efetuar. INFORMAÇÃO E ORIENTAÇÃO ajudar a construir uma ideia clara sobre ofertas de educação e formação, mundo do trabalho e mercado de emprego para apoiar a construção de projetos individuais de qualificação e emprego com sentido na sua vida (materiais escritos, multimédia, online, feiras, fóruns, balanço de competências, ). 13

14 O destino constrói-se no dia-a-dia, quando estamos atentos e abertos a encarar as circunstâncias como oportunidades. O destino não é apenas uma questão de sorte e de conhecimentos, é também uma questão de atitude perante o presente e o futuro. O destino prepara-se todos os dias ao longo da vida, aproveitando as oportunidades que vão surgindo ou criando-as. William Bryan 14

DIREÇÃO REGIONAL DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL DIVISÃO DE ENCAMINHAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIAS

DIREÇÃO REGIONAL DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL DIVISÃO DE ENCAMINHAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIAS DIREÇÃO REGIONAL DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL DIVISÃO DE ENCAMINHAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIAS O que são? Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional Os CQEP são estruturas do Sistema Nacional

Leia mais

Deveres do empregador no que respeita à Formação Profissional

Deveres do empregador no que respeita à Formação Profissional Formação Profissional O QUE DIZ A LEI Deveres do empregador no que respeita à Formação Profissional Contribuir para a elevação da produtividade e empregabilidade do trabalhador, nomeadamente proporcionando-lhe

Leia mais

Escola Secundária 3EB Dr. Jorge Correia Tavira Direcção Regional de Educação do Algarve CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES

Escola Secundária 3EB Dr. Jorge Correia Tavira Direcção Regional de Educação do Algarve CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES Regulamento Artigo 1º Definição O Centro Novas Oportunidades é uma estrutura que tem como missão proporcionar a todos os adultos uma oportunidade de qualificação e de certificação, de nível básico ou secundário,

Leia mais

INICIATIVA NOVAS OPORTUNIDADES. Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social Ministério da Educação

INICIATIVA NOVAS OPORTUNIDADES. Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social Ministério da Educação INICIATIVA NOVAS OPORTUNIDADES Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social Ministério da Educação INDICE 1. OBJECTIVO 2. PORQUÊ A INICIATIVA? 3. PARA OS JOVENS: UMA OPORTUNIDADE NOVA 4. PARA OS ADULTOS:

Leia mais

I Simpósio Luso-Alemão sobre a qualificação

I Simpósio Luso-Alemão sobre a qualificação I Simpósio Luso-Alemão sobre a qualificação profissional em Portugal: Oportunidades e desafios SANA Lisboa Hotel A Educação e o Sistema Nacional de Qualificações Gonçalo Xufre Silva Presidente do Conselho

Leia mais

O POTENCIAL HUMANO PARA de NOVEMBRO 2012

O POTENCIAL HUMANO PARA de NOVEMBRO 2012 O POTENCIAL HUMANO PARA 2013 28 de NOVEMBRO 2012 O POTENCIAL HUMANO PARA 2013 ORIENTAÇÕES ESTRATÉGICAS PARA O FUTURO - CAPITAL HUMANO PARA O CRESCIMENTO E O EMPREGO CONTRIBUTO DO POPH (ANOS 2013 E 2014)

Leia mais

Conferência Nacional. Qualidade ao Serviço da Educação de Adultos. Revisão por Pares": uma proposta inovadora?

Conferência Nacional. Qualidade ao Serviço da Educação de Adultos. Revisão por Pares: uma proposta inovadora? Conferência Nacional Qualidade ao Serviço da Educação de Adultos Revisão por Pares": uma proposta inovadora? Maria João Alves CECOA 4 de maio 2017 Programa Qualifica Enquadramento Valorização da educação

Leia mais

27 de junho de Domingos Lopes

27 de junho de Domingos Lopes 27 de junho de 2016 Domingos Lopes Objetivos Temáticos OT 8. Promover a sustentabilidade e a qualidade do emprego e apoiar a mobilidade dos trabalhadores assumindo como meta nacional, até 2020, o aumento

Leia mais

Uma iniciativa da câmara municipal do porto e da fundação da juventude.

Uma iniciativa da câmara municipal do porto e da fundação da juventude. Uma iniciativa da câmara municipal do porto e da fundação da juventude. ÍNDICE NOTA INTRODUTÓRIA PROGRAMA EMPREENDE JOVEM Objetivos Para quem Iniciativas PLATAFORMA EMPREENDEJOVEM MOVE YOUR WAY @ PORTO

Leia mais

Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social BASES PARA UM ACORDO DE REFORMA DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social BASES PARA UM ACORDO DE REFORMA DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL BASES PARA UM ACORDO DE REFORMA DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL Considerando os Parceiros Sociais e o Governo que: A aposta estratégica na qualificação da população Portuguesa enquanto instrumento crítico para

Leia mais

Porto, 15 de Julho de 2016

Porto, 15 de Julho de 2016 Porto, 15 de Julho de 2016 Elevar o nível de qualificação da população adulta balanço 2007-2013 A intervenção do QREN com vista à qualificação de adultos consubstanciou-se num investimento sem precedentes

Leia mais

Portugal 2020: Objetivos e Desafios António Dieb

Portugal 2020: Objetivos e Desafios António Dieb Portugal 2020: Objetivos e Desafios 2014-2020 António Dieb Porto, 11 de julho de 2016 Tópicos: 1. Enquadramento Estratégico (EU 2020) 2. Portugal 2020: Objetivos e prioridades 3. Estrutura Operacional

Leia mais

GUIÃO PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO/ACREDITAÇÃO DE CICLOS DE ESTUDO EM FUNCIONAMENTO (AACEF) (Ensino Universitário)

GUIÃO PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO/ACREDITAÇÃO DE CICLOS DE ESTUDO EM FUNCIONAMENTO (AACEF) (Ensino Universitário) GUIÃO PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO/ACREDITAÇÃO DE CICLOS DE ESTUDO EM FUNCIONAMENTO (AACEF) (Ensino Universitário) Versão de 17 de maio de 2012 1 CARACTERIZAÇÃO DO CICLO DE ESTUDOS A.1. Instituição

Leia mais

1. DEFINIÇÃO, ANTECEDENTES E VISÃO DO PNAC 2020/2030

1. DEFINIÇÃO, ANTECEDENTES E VISÃO DO PNAC 2020/2030 Programa Nacional para as Alterações Climáticas (PNAC2020/2030) Avaliação do âmbito de aplicação do Decreto-Lei n.º 232/2007, de 15 de junho 1. DEFINIÇÃO, ANTECEDENTES E VISÃO DO PNAC 2020/2030 O Programa

Leia mais

DIREÇÃO DE APOIO AO INVESTIMENTO

DIREÇÃO DE APOIO AO INVESTIMENTO DIREÇÃO DE APOIO AO INVESTIMENTO Turismo em Portugal Importância na economia portuguesa. Um setor competitivo e com relevância crescente na economia de Portugal. 11,4Mm Receitas Turísticas (2015, BdP)

Leia mais

ALV em PME Um guia de apoio CEPCEP, UCP Parceiro no projeto COPELLL

ALV em PME Um guia de apoio CEPCEP, UCP Parceiro no projeto COPELLL / ALV em PME Um guia de apoio CEPCEP, UCP Parceiro no projeto COPELLL Projecto financiado com o apoio da Comissão Europeia. A informação contida nesta publicação (comunicação) vincula exclusivamente o

Leia mais

PROGRAMA EDUCATIVO INDIVIDUAL

PROGRAMA EDUCATIVO INDIVIDUAL PROGRAMA EDUCATIVO INDIVIDUAL Decreto-Lei nº 3/2008 de 7 de janeiro Pela 1ª vez: Revisão (final de ciclo) : ESCOLA: Ano Letivo: 1. Identificação do Aluno: Nome: Data de nascimento: / / Ano: Turma: Nível

Leia mais

Mais e melhores empregos nos serviços de apoio domiciliário

Mais e melhores empregos nos serviços de apoio domiciliário Mais e melhores empregos nos serviços de apoio domiciliário Robert Anderson Seminário: Apoio domiciliário e trabalho doméstico: perspetivas de emprego 29 de novembro de 2013, Lisboa Panorâmica Os profissionais

Leia mais

CLUBE DE EMPREGO SOCIOHABITAFUNCHAL PLANO DE ACTIVIDADES

CLUBE DE EMPREGO SOCIOHABITAFUNCHAL PLANO DE ACTIVIDADES PLANO DE ACTIVIDADES 2010 2011 Identificação Entidade: Sociohabitafunchal, E.M Animadora: Célia Dantas Localização: Centro Cívico de Santo António Designação O Clube de Emprego é um serviço promovido pelo

Leia mais

PROGRAMA OPERACIONAL TEMÁTICO POTENCIAL HUMANO

PROGRAMA OPERACIONAL TEMÁTICO POTENCIAL HUMANO PROGRAMA OPERACIONAL TEMÁTICO POTENCIAL HUMANO 2007-201 Apresentação da Proposta ÍNDICE 1 O PROBLEMA 2 A ESTRATÉGIA 4 PLANO DE FINANCIAMENTO 1 1 O PROBLEMA Taxa de emprego Emprego em média e alta tecnologia

Leia mais

Proposta de Revisão do Programa

Proposta de Revisão do Programa Proposta de Revisão do 31 Dezembro 2010 Identificação Objectivos: Convergência e Competitividade e do Emprego PROGRAMA OPERACIONAL Período de programação: 2007-2013 Número do programa (CCI): 2007PT05UPO001

Leia mais

PORTUGAL Faça clique para editar o estilo apresentação. Não podemos prever o futuro mas podemos construí-lo!

PORTUGAL Faça clique para editar o estilo apresentação. Não podemos prever o futuro mas podemos construí-lo! apresentação PORTUGAL 2020 www.in-formacao.com.pt Não podemos prever o futuro mas podemos construí-lo! 03-02-2015 FAMALICÃO PORTO IN.03.03.00 1 INTRODUÇÃO O PORTUGAL 2020 é o Acordo de Parceria adotado

Leia mais

Construir o Futuro (I, II, III e IV) Pinto et al. Colectiva. Crianças e Adolescentes. Variável. Nome da prova: Autor(es): Versão: Portuguesa

Construir o Futuro (I, II, III e IV) Pinto et al. Colectiva. Crianças e Adolescentes. Variável. Nome da prova: Autor(es): Versão: Portuguesa Nome da prova: Autor(es): Versão: Tipo de aplicação: População: Tempo de aplicação: Objectivos: Materiais incluídos no jogo (kit) completo: Construir o Futuro (I, II, III e IV) Pinto et al. Portuguesa

Leia mais

PLANO ANUAL 2016 ESTRATÉGIA INTEGRADA PARA AS DOENÇAS RARAS Departamento da Qualidade na Saúde Março de 2016

PLANO ANUAL 2016 ESTRATÉGIA INTEGRADA PARA AS DOENÇAS RARAS Departamento da Qualidade na Saúde Março de 2016 PLANO ANUAL 2016 ESTRATÉGIA INTEGRADA PARA AS DOENÇAS RARAS 2015-2020 Departamento da Qualidade na Saúde Março de 2016 PLANO ANUAL 2016 ESTRATÉGIA INTEGRADA PARA AS DOENÇAS RARAS 2015-2020 A comissão interministerial

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ELIAS GARCIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ELIAS GARCIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ELIAS GARCIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 2016/2017 A AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 1 INTRODUÇÃO Enquadramento Normativo Avaliar o processo e os efeitos, implica

Leia mais

ERASMUS+ OPÇÕES PARA O FUTURO DA EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO. E d u c a ç ã o e F o r m a ç ã o

ERASMUS+ OPÇÕES PARA O FUTURO DA EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO. E d u c a ç ã o e F o r m a ç ã o ERASMUS+ E d u c a ç ã o e F o r m a ç ã o OPÇÕES PARA O FUTURO DA EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO SEMINÁRIO DESAFIO PORTUGAL 2020 EDUCAÇÃO, QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E MERCADO DE TRABALHO: IMPACTO NA ECONOMIA PORTUGUESA

Leia mais

Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais

Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais A. ENQUADRAMENTO GERAL 1. O CRL foi criado, no seguimento de acordos de concertação social, para apoio técnico à negociação coletiva. É um organismo

Leia mais

Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social. Programa EaSI. Antonieta Ministro

Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social. Programa EaSI. Antonieta Ministro Programa EaSI É um instrumento de financiamento, a nível europeu, gerido diretamente pela Comissão Europeia, para apoiar o emprego, a política social e a mobilidade profissional em toda a UE Visa contribuir

Leia mais

Apresentação Programa TEIP3

Apresentação Programa TEIP3 Apresentação Programa TEIP3 Programa TEIP O Programa TEIP visa estabelecer condições para a promoção do sucesso educativo de todos os alunos e, em particular, das crianças e dos jovens que se encontram

Leia mais

Conteúdos sobre segurança e saúde no trabalho Organismos e instituições

Conteúdos sobre segurança e saúde no trabalho Organismos e instituições ISHST - Instituto para a Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho Criado em 2004, pelo Decreto-lei n.º 171, de 17 de Julho, o Instituto para a Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho (ISHST), I. P., é o organismo

Leia mais

PROTOCOLO. Núcleo de Planeamento e Intervenção Sem-Abrigo de Setúbal

PROTOCOLO. Núcleo de Planeamento e Intervenção Sem-Abrigo de Setúbal PROTOCOLO Núcleo de Planeamento e Intervenção Sem-Abrigo de Setúbal Preâmbulo A criação da Estratégia Nacional para a Integração de Pessoas Sem-Abrigo (ENIPSA) 2009-2015 decorreu fundamentalmente da necessidade

Leia mais

Câmara Municipal de Elvas. Plano de Acção. Conselho Local de Acção Social de Elvas

Câmara Municipal de Elvas. Plano de Acção. Conselho Local de Acção Social de Elvas Câmara Municipal de Elvas Plano de Acção 2007 Julho de 2006 Conselho Local de Acção Social de Elvas PROGRAMA REDE SOCIAL Co-financiado pelo Estado Português, Ministério da Segurança Social PLANO DE ACÇÃO

Leia mais

ANÚNCIO PARA PARTICIPAÇÃO NO LEVANTAMENTO E CARACTERIZAÇÃO DA REDE DE INFRAESTRUTURAS TECNOLÓGICAS

ANÚNCIO PARA PARTICIPAÇÃO NO LEVANTAMENTO E CARACTERIZAÇÃO DA REDE DE INFRAESTRUTURAS TECNOLÓGICAS ANÚNCIO PARA PARTICIPAÇÃO NO LEVANTAMENTO E CARACTERIZAÇÃO DA REDE DE INFRAESTRUTURAS TECNOLÓGICAS PROCESSO DE MAPEAMENTO DAS INFRAESTRUTURAS TECNOLÓGICAS NACIONAIS 9 de agosto de 2016 Página 1 de 6 Índice

Leia mais

CARTA de MISSÃO 1. MISSÃO

CARTA de MISSÃO 1. MISSÃO CARTA de MISSÃO 1. MISSÃO Através da Resolução do Conselho de Ministros n.º 52-A/2015, de 23 de julho, o Governo criou a estrutura de missão designada por Estrutura de Gestão do Instrumento Financeiro

Leia mais

A sua aprendizagem poderá ser reconhecida como conhecimento... Será um ponto de partida e não um ponto de chegada!

A sua aprendizagem poderá ser reconhecida como conhecimento... Será um ponto de partida e não um ponto de chegada! A sua aprendizagem poderá ser reconhecida como conhecimento... Será um ponto de partida e não um ponto de chegada! Iniciativa Novas Oportunidades Objectivos: Elevar o nível de qualificação da população

Leia mais

Centro Novas Oportunidades. Santa Casa da Misericórdia. de Lisboa. 1º Congresso de Auto-avaliação de Organizações de Educação e Formação

Centro Novas Oportunidades. Santa Casa da Misericórdia. de Lisboa. 1º Congresso de Auto-avaliação de Organizações de Educação e Formação Centro Novas Oportunidades Santa Casa da Misericórdia de Lisboa 1º Congresso de Auto-avaliação de Organizações de Educação e Formação 9 e 10 de Maio de 2011 - Universidade Católica Portuguesa - Lisboa

Leia mais

PROPOSTA DE PILARES PARA O PRÓXIMO PROGRAMA DE APOIO AS POLÍTICAS (PSI) APRESENTAÇÃO AO SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DO FMI E PERSPECTIVAS

PROPOSTA DE PILARES PARA O PRÓXIMO PROGRAMA DE APOIO AS POLÍTICAS (PSI) APRESENTAÇÃO AO SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DO FMI E PERSPECTIVAS PROPOSTA DE PILARES PARA O PRÓXIMO PROGRAMA DE APOIO AS POLÍTICAS (PSI) APRESENTAÇÃO AO SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DO FMI E PERSPECTIVAS MAPUTO, 11 DE MARÇO DE 2013 ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO

Leia mais

Guião orientador Manual de Qualidade da Actividade Formativa

Guião orientador Manual de Qualidade da Actividade Formativa Guião orientador Manual de Qualidade da Actividade Formativa I. INTRODUÇÃO A orientação para a qualidade deve constituir um pressuposto fundamental na actividade das entidades formadoras, traduzida na

Leia mais

O Sistema Nacional de Qualificações e respetivos instrumentos

O Sistema Nacional de Qualificações e respetivos instrumentos O Sistema Nacional de Qualificações e respetivos instrumentos Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, IP Sandra Lameira 25 de março de 2014 Sistema Nacional de Qualificações Objetivos

Leia mais

Seminário Financiamento Europeu para Artistas Teatro Nacional D. Maria II

Seminário Financiamento Europeu para Artistas Teatro Nacional D. Maria II Seminário Financiamento Europeu para Artistas Teatro Nacional D. Maria II 27.06.2016 POCH 1 www.poch.portugal2020.pt Estratégia Europa 2020 POCH 2 www.poch.portugal2020.pt Convergência e Regiões de Intervenção

Leia mais

Núcleo Executivo do CLAS de Mafra, 28 Maio de

Núcleo Executivo do CLAS de Mafra, 28 Maio de Plano de Ação Rede Social Mafra Eixo I - DEMOGRAFIA E EQUIPAMENTOS (INFRA-ESTRUTURAS DE APOIO) Objectivo geral 1. Reforçar as estruturas de apoio ao idoso Objectivo Específico 1. Aumentar a capacidade

Leia mais

AGRUPAMENTO ESCOLAS SANTOS SIMÕES PLANO DE MELHORIA

AGRUPAMENTO ESCOLAS SANTOS SIMÕES PLANO DE MELHORIA AGRUPAMENTO ESCOLAS SANTOS SIMÕES PLANO DE MELHORIA SETEMBRO 2014 Enquadramento O presente documento surge na sequência do processo de Avaliação Externa realizada ao Agrupamento de Escolas Santos Simões

Leia mais

INTRODUÇÃO. Escola. Comunidade/ Território Local

INTRODUÇÃO. Escola. Comunidade/ Território Local INTRODUÇÃO Este documento foi concetualizado como uma ferramenta para a construção de um território Educador, em que a educação e a formação podem acontecer dentro e fora da escola, através da promoção

Leia mais

Responsabilidade Social Interna. Porque queremos ir mais longe, chegando MAIS PERTO

Responsabilidade Social Interna. Porque queremos ir mais longe, chegando MAIS PERTO Porque queremos ir mais longe, chegando MAIS PERTO No Município de Oeiras é entendida como: Um agente facilitador do desenvolvimento socioprofissional dos colaboradores Um Instrumento de Criação de Valor

Leia mais

O sistema dos Serviços de Emprego na Italia Torino 26 gennaio 2016

O sistema dos Serviços de Emprego na Italia Torino 26 gennaio 2016 O sistema dos Serviços de Emprego na Italia Torino 26 gennaio 2016 1 O sistema dos Serviços de Emprego na Italia 2 Desde a publicação da L. 15 Março 1997, nº 59, que o Governo tem vindo a realizar um processo

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DE EXECUÇÃO. Programa Operacional MAR 2020 PORTUGAL

RELATÓRIO ANUAL DE EXECUÇÃO. Programa Operacional MAR 2020 PORTUGAL RELATÓRIO ANUAL DE EXECUÇÃO 2015 Programa Operacional MAR 2020 PORTUGAL Relatório Anual 2015 RELATÓRIO DE EXECUÇÃO DO PO MAR 2020 ANO DE 2015 CCI: 2014PT14MFOP001 PROGRAMA OPERACIONAL: PROGRAMA OPERACIONAL

Leia mais

Resolução do Conselho de Ministros n.º 77/2015, de 10 de Setembro

Resolução do Conselho de Ministros n.º 77/2015, de 10 de Setembro Comissão Executiva da Especialização em Engenharia de Segurança ORDEM DO 16 de Dezembro, 2015 ESTRATÉGIA NACIONAL DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO 2015-2020 - Por um trabalho seguro, saudável e produtivo

Leia mais

SIGO. Sistema Integrado de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa. Fórum Estatístico 2016 Lisboa, 13 de setembro de 2016

SIGO. Sistema Integrado de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa. Fórum Estatístico 2016 Lisboa, 13 de setembro de 2016 Sistema Integrado de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa Fórum Estatístico 2016 Lisboa, 13 de setembro de 2016 sigo@dgeec.mec.pt Paula Ferreira 1 Em Dezembro de 2005 foi constituído um

Leia mais

Quadro de Avaliação e Responsabilização

Quadro de Avaliação e Responsabilização ANO: Ministério da Educação e Ciência Fundação para a Ciência e Tecnologia, I.P. MISSÃO: A FCT tem por missão apoiar, financiar e avaliar o Sistema Nacional de Investigação e Inovação, desenvolver a cooperação

Leia mais

Regulamento Interno de Funcionamento do Gabinete de Apoio à Qualidade (GAQ)

Regulamento Interno de Funcionamento do Gabinete de Apoio à Qualidade (GAQ) Regulamento Interno de Funcionamento do Gabinete de Apoio à Qualidade (GAQ) 1 Índice I Disposições Legais... 3 Artigo 1º - Objecto e âmbito de aplicação... 3 II Modelo Organizacional... 3 Artigo 2º - Definição

Leia mais

Plano de Acção

Plano de Acção - 2 - Nota Prévia A Rede Social afirmou-se ao longo da sua criação como uma medida inovadora e com capacidade de produzir alterações positivas na intervenção social. Esta medida assumiu-se, desde início,

Leia mais

Procura de emprego na Europa

Procura de emprego na Europa Procura de emprego na Europa IEFP - EURES VAE IPS Setúbal 27 de setembro, de 2016 Porquê ir para fora? MOTIVAÇÕES Perspetivas de emprego Enriquecimento da carreira profissional Novos horizontes: cultura

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Alhandra, Sobralinho e S. João dos Montes

Agrupamento de Escolas de Alhandra, Sobralinho e S. João dos Montes Missão do Agrupamento de Escolas de Alhandra, Sobralinho e S. João dos Montes Assegurar a prestação de um serviço público de qualidade na educação, partindo do reconhecimento das condições objectivas do

Leia mais

INSTITUTO DE FORMAÇÃO PARA O COMÉRCIO, TURISMO E SERVIÇOS

INSTITUTO DE FORMAÇÃO PARA O COMÉRCIO, TURISMO E SERVIÇOS INSTITUTO DE FORMAÇÃO PARA O COMÉRCIO, TURISMO E SERVIÇOS ACTO FUNDACIONAL Acordo entre a: Associação Comercial de Braga Comércio, Turismo e Serviços; Casa Santos de Vila Verde; Instituto de Negociação

Leia mais

CARTA DE MISSÃO. Colaborar na elaboração do Plano Nacional de Saúde e acompanhar a respetiva execução a nível regional.

CARTA DE MISSÃO. Colaborar na elaboração do Plano Nacional de Saúde e acompanhar a respetiva execução a nível regional. CARTA DE MISSÃO Ministério da Saúde Serviço/Organismo: Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo Cargo: Vogal do Conselho Diretivo Período da Comissão de Serviço: Período de 5 anos a contar

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA O PLANO DE TURMA

ORIENTAÇÕES PARA O PLANO DE TURMA ORIENTAÇÕES PARA O PLANO DE TURMA A melhoria da eficácia da resposta educativa decorre de uma articulação coerente entre: Projeto Educativo Currículo Plano de Turma Assim, o Plano de Turma, assume a forma

Leia mais

I (Comunicações) CONSELHO

I (Comunicações) CONSELHO I (Comunicações) CONSELHO Resolução do Conselho e dos Representantes dos Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, sobre o reconhecimento do valor da aprendizagem não formal e informal no domínio

Leia mais

VOCÊ SABE. O que faz o formador? Quais os requisitos de acesso à profissão de formador? O que é a habilitação própria para a docência?

VOCÊ SABE. O que faz o formador? Quais os requisitos de acesso à profissão de formador? O que é a habilitação própria para a docência? VOCÊ SABE O que faz o formador? Quais os requisitos de acesso à profissão de formador? O que é a habilitação própria para a docência? Setembro 2014 www.in-formacao.com.pt Formador/a O formador é o técnico

Leia mais

www.algarve.portugal2020.pt Região Competitiva, Resiliente, Empreendedora e Sustentável com base na valorização do Conhecimento CAPACITAR Fundo Social Europeu (FSE) Eixos Prioritários Prioridades de Investimento

Leia mais

1. DEFINIÇÃO, ANTECEDENTES E VISÃO DA ENAAC 2020

1. DEFINIÇÃO, ANTECEDENTES E VISÃO DA ENAAC 2020 Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas (ENAAC 2020) Avaliação do âmbito de aplicação do Decreto-Lei n.º 232/2007, de 15 de junho 1. DEFINIÇÃO, ANTECEDENTES E VISÃO DA ENAAC 2020 A Estratégia

Leia mais

APRESENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO

APRESENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO APRESENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO Serviço destinado às pessoas com deficiência e/ou incapacidade onde se pretende: üapoiar na tomada de decisões vocacionais adequadas; üdisponibilizar a informação necessária à

Leia mais

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO DA REPUBLICA PORTUGUESA

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO DA REPUBLICA PORTUGUESA MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO DA REPUBLICA PORTUGUESA E O MINISTÉRIO FEDERAL DE TRABALHO E DE ASSUNTOS SOCIAIS DA REPÚBLICA FEDERAL DA ALEMANHA Considerando a necessidade

Leia mais

Agrupamento de Escolas da Moita Sede Escola Secundária da Moita E S C O L A S E C U N D Á R I A D A M O I TA REGULAMENTO

Agrupamento de Escolas da Moita Sede Escola Secundária da Moita E S C O L A S E C U N D Á R I A D A M O I TA REGULAMENTO Agrupamento de Escolas da Moita 171311 Sede Escola Secundária da Moita E S C O L A S E C U N D Á R I A D A M O I TA REGULAMENTO CURSOS VOCACIONAIS DO ENSINO BÁSICO Regulamento dos Cursos Vocacionais do

Leia mais

(Portaria nº266/2012, de 30 de agosto)

(Portaria nº266/2012, de 30 de agosto) (Portaria nº266/2012, de 30 de agosto) dezembro, 2013 CARTA DE MISSÃO (Portaria n.º 266/2012, de 30 de agosto) Nome do Diretor Carlos Alberto Martins Carvalho Escalão 9º Unidade Orgânica : Agrupamento

Leia mais

Iniciativa Novas Oportunidades. Julho de Av. 24 de Julho, nº Lisboa Telf.: Fax:

Iniciativa Novas Oportunidades. Julho de Av. 24 de Julho, nº Lisboa Telf.: Fax: Iniciativa Novas Oportunidades Julho de 2010 1 Índice A. Iniciativa Novas Oportunidades...3 B. A rede nacional de Centros Novas Oportunidades...4 C. Protocolos de cooperação no âmbito da Iniciativa Novas

Leia mais

A resposta do Sistema Nacional de Qualificações na área da segurança e saúde

A resposta do Sistema Nacional de Qualificações na área da segurança e saúde A resposta do Sistema Nacional de Qualificações na área da segurança e saúde Gonçalo Xufre Silva Presidente do Conselho Diretivo da Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional 9 de maio

Leia mais

Políticas e Práticas de Acolhimento e Integração. Portimão, 24 de junho de 2015

Políticas e Práticas de Acolhimento e Integração. Portimão, 24 de junho de 2015 Políticas e Práticas de Acolhimento e Integração Portimão, 24 de junho de 2015 Plano Estratégico para as Migrações Plano Estratégico para as Migrações 2015-2020 Novos desafios» Governação integrada para

Leia mais

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO SOBRE AS CONDICIONANTES DA POLÍTICA ECONÓMICA (mercado de trabalho e educação)

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO SOBRE AS CONDICIONANTES DA POLÍTICA ECONÓMICA (mercado de trabalho e educação) MEMORANDO DE ENTENDIMENTO SOBRE AS CONDICIONANTES DA POLÍTICA ECONÓMICA (mercado de trabalho e educação) I Mercado de trabalho Objetivos: Rever o sistema de prestações de desemprego com o objetivo de reduzir

Leia mais

Santa Casa da Misericórdia de Pombal

Santa Casa da Misericórdia de Pombal Manual de Políticas Santa Casa da Misericórdia de Pombal Índice 1. Política da Qualidade 2. Politica de Apoio Social 3. Politica de Recursos Humanos 4. Politica de Ética 5. Politica de Envolvimento Ativo

Leia mais

Procura de emprego na Europa

Procura de emprego na Europa Procura de emprego na Europa IEFP - EURES Volta de Apoio ao Emprego Santarém,13 de Maio, de 2016 Trabalhar noutro país Porquê ir para fora? MOTIVAÇÕES Perspetivas de emprego Enriquecimento da carreira

Leia mais

BIBLIOTECAS ESCOLARES

BIBLIOTECAS ESCOLARES PLANO DE AÇÃO BIBLIOTECAS ESCOLARES Agrupamento de Escolas da Moita 1 As Bibliotecas Escolares assumem, para além das funções informativa, educativa, cultural e recreativa, o papel de adjuvante do aluno,

Leia mais

Colégio Liceal de Santa Maria de Lamas. Regulamento da Equipa de Educação Especial e Apoio Educativo

Colégio Liceal de Santa Maria de Lamas. Regulamento da Equipa de Educação Especial e Apoio Educativo Colégio Liceal de Santa Maria de Lamas Regulamento da Equipa de Educação Especial e Apoio Educativo Regulamento da Equipa de Educação Especial e Apoio Educativo 1.Educação Especial e Apoio Educativo 1.1.

Leia mais

A problemática dos jovens testemunhos: Projeto SALM Promoção do emprego jovem, competências e mercado de trabalho

A problemática dos jovens testemunhos: Projeto SALM Promoção do emprego jovem, competências e mercado de trabalho A problemática dos jovens testemunhos: Projeto SALM Promoção do emprego jovem, competências e mercado de trabalho Toolkits - Serviços sociais e turismo senior: dirigido a jovens, empregadores, técnicos

Leia mais

Plano de Ações de Melhoria

Plano de Ações de Melhoria Plano de Ações de Escola Básica Elias Garcia Escola Básica Miquelina Pombo J. I. da Sobreda 2014/2015 1 INTRODUÇÃO O presente plano de ações de melhoria 2014/15 - resulta da avaliação do plano de ações

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. Documento de Apoio: Desagregação das medidas e das tipologias de atividades

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. Documento de Apoio: Desagregação das medidas e das tipologias de atividades Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento Documento de Apoio: Desagregação das medidas e das tipologias de atividades Desagregação das medidas e das tipologias de atividades ESTRATÉGIA NACIONAL

Leia mais

SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO SPO

SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO SPO SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO SPO DECRETO-LEI Nº190/1991 DE 17 MAIO DECRETO-LEI Nº300/1997 DE 31 OUTUBRO / PORTARIA Nº 63 / 2001 DE 30 DE JANEIRO A escola e seus actores Agrupamento de Escolas de

Leia mais

Critérios Gerais de Avaliação para o Ensino Secundário

Critérios Gerais de Avaliação para o Ensino Secundário Escola Secundária de Felgueiras 2014/2015 Critérios Gerais de Avaliação para o Ensino Secundário (Decreto-Lei 139/2012, de 5 de julho, e Portaria 243/2012, de 10 de agosto) O processo de avaliação de alunos

Leia mais

www.algarve.portugal2020.pt Região Competitiva, Resiliente, Empreendedora e Sustentável com base na valorização do Conhecimento Roteiro Regional CRESC ALGARVE 2020 Fundo Social Europeu (FSE) Eixos Prioritários

Leia mais

Lisboa 2015 FICHA DE CANDIDATURA

Lisboa 2015 FICHA DE CANDIDATURA Lisboa 2015 Refª: 070 Gabinete de Apoio Jovem Futuro + Grupo de Trabalho dos Bairros e Zonas de Intervenção Prioritária (BIP/ZIP) Rua Nova do Almada, nº 2-3º Andar 1100-060 Lisboa Telefone: 21 322 73 60

Leia mais

PLANO DE AÇÃO TUTORIAL

PLANO DE AÇÃO TUTORIAL PLANO DE AÇÃO TUTORIAL 2013/ 2014 agrupamentodeescolasdagafanhadaencarnação Índice ÍNDICE... 2 I. INTRODUÇÃO... 3 II. OBJECTIVOS GERAIS... 4 III. PÚBLICO-ALVO... 4 IV. PLANO DE TUTORIA... 4 V. PERFIL DO

Leia mais

Ensino Português no Estrangeiro (EPE) Aluno. Dados Pessoais. (Esta informação é necessária para posterior recuperação de password) Morada

Ensino Português no Estrangeiro (EPE) Aluno. Dados Pessoais. (Esta informação é necessária para posterior recuperação de password) Morada Inscrição para a frequência de cursos de Educação Pré-escolar, Ensino Básico e Secundário Aluno Dados Pessoais Nome completo*: Nacionalidade: Data de nascimento (dia/mês/ano): Local de nascimento: Doc.

Leia mais

Desafios e oportunidades dos sistemas de educação e formação profissional

Desafios e oportunidades dos sistemas de educação e formação profissional Desafios e oportunidades dos sistemas de educação e formação profissional Gonçalo Xufre Silva Presidente do Conselho Diretivo da Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional Valença, 13

Leia mais

REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DA OPERAÇÃO AVISO Nº ALT Sistema de apoio à Modernização e Capacitação da Administração Pública

REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DA OPERAÇÃO AVISO Nº ALT Sistema de apoio à Modernização e Capacitação da Administração Pública REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DA OPERAÇÃO AVISO Nº ALT20 62 2015 10 Sistema de apoio à Modernização e Capacitação da Administração Pública (SAMA2020) DOMÍNIO DA COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO

Leia mais

PLANO GLOBAL DE AVALIAÇÃO Orientações para o acompanhamento da implementação das recomendações das avaliações do Portugal 2020 (follow-up)

PLANO GLOBAL DE AVALIAÇÃO Orientações para o acompanhamento da implementação das recomendações das avaliações do Portugal 2020 (follow-up) PLANO GLOBAL DE AVALIAÇÃO 2014-2020 Orientações para o acompanhamento da implementação das recomendações das avaliações do Portugal 2020 (follow-up) julho 2016 Orientações para o acompanhamento da implementação

Leia mais

Plano de Formação

Plano de Formação Plano de Formação 2013-2015 Índice NOTA INTRODUTÓRIA... 2 PÚBLICO-ALVO... 2 OBJETIVOS GERAIS... 2 EXPLICITAÇÃO DO LEVANTAMENTO DE NECESSIDADES... 3 ÁREAS PRIORITÁRIAS DE FORMAÇÃO... 3 ORGANIZAÇÃO DA FORMAÇÃO...

Leia mais

Gostaria de manifestar todo o nosso reconhecimento aos Senhores Ministro da Economia e do Emprego e Secretário

Gostaria de manifestar todo o nosso reconhecimento aos Senhores Ministro da Economia e do Emprego e Secretário SESSÃO DE LANÇAMENTO DO MOVIMENTO PARA O EMPREGO FCG (SALA DIRECÇÕES) - 23.05.2013, 15H30 Senhor Ministro da Economia e do Emprego Senhor Secretário de Estado do Emprego Senhores Deputados Senhor Presidente

Leia mais

Matriz Portugal 2020 Candidaturas diretas a efetuar pelas IPSS

Matriz Portugal 2020 Candidaturas diretas a efetuar pelas IPSS Revisão 1 : 31/08/2016 PO PO Concurso para apresentação de candidaturas - Melhorar o acesso aos serviços sociais (Açores) Melhorar o acesso aos serviços sociais Melhoria das infraestruturas de saúde Adaptação

Leia mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS

EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS INSPEÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA PROGRAMA ACOMPANHAMENTO EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS RELATÓRIO Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Sanches 2016 RELATÓRIO DE ESCOLA Agrupamento de Escolas

Leia mais

DICAS - Dinâmicas Comunitárias de Ativação Social

DICAS - Dinâmicas Comunitárias de Ativação Social ADILO PLANO DE AÇÃO CLDS 3G Lordelo do Ouro e Massarelos DICAS - Dinâmicas Comunitárias de Ativação Social 2016-2018 Eixo de Intervenção Objetivos Gerais por Eixo de Intervenção N.º Objetivo Descrição

Leia mais

POAT/FSE: Gerir, Conhecer e Intervir

POAT/FSE: Gerir, Conhecer e Intervir POAT/FSE: Gerir, Conhecer e Intervir 1. INTRODUÇÃO O presente seminário, realizado em Loures no dia 13 de Novembro de 2014 numa organização conjunta SERGA com a Câmara Municipal de Loures contou com a

Leia mais

Workshop sobre Inclusão e Formação Financeira com Bancos Centrais dos Países de Língua Portuguesa

Workshop sobre Inclusão e Formação Financeira com Bancos Centrais dos Países de Língua Portuguesa Workshop sobre Inclusão e Formação Financeira com Bancos Centrais dos Países de Língua Portuguesa Estratégia para a formação financeira Susana Narciso Departamento de Supervisão Comportamental 11 de julho

Leia mais

CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO E AMBIENTE PLANO DE ESTUDOS

CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO E AMBIENTE PLANO DE ESTUDOS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO E AMBIENTE PLANO DE ESTUDOS Componentes de Formação Componente de Formação Sociocultural Português (b) Língua Estrangeira I ou II (c) Área

Leia mais

Formação sobre Normalização para Comissões Técnicas. Modulo 2 A Normalização em Portugal: Estrutura, organização e funcionamento

Formação sobre Normalização para Comissões Técnicas. Modulo 2 A Normalização em Portugal: Estrutura, organização e funcionamento Formação sobre Normalização para Comissões Técnicas Modulo 2 A Normalização em Portugal: Estrutura, organização e funcionamento Objetivos do módulo 1. Conhecer as principais competências e responsabilidades

Leia mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS

EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS INSPEÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA PROGRAMA ACOMPANHAMENTO EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS RELATÓRIO Agrupamento de Escolas de Fajões 2014-2015 RELATÓRIO DE ESCOLA Agrupamento de Escolas de Fajões

Leia mais

Nenhum a Menos: Integração de um Povo que viveu debaixo das Estrelas... Comunicação Maria Helena Carvalho Dias Pereira

Nenhum a Menos: Integração de um Povo que viveu debaixo das Estrelas... Comunicação Maria Helena Carvalho Dias Pereira Nenhum a Menos: Integração de um Povo que viveu debaixo das Estrelas... Comunicação Maria Helena Carvalho Dias Pereira Nenhum a Menos: Integração de um Povo que viveu debaixo das Estrelas Objectivo da

Leia mais

O.L.E. - Oficina de Leitura e Escrita

O.L.E. - Oficina de Leitura e Escrita O.L.E. - Oficina de Leitura e Escrita 1. Enquadramento: Este projeto assenta na necessidade de obviar a problemas que parecem vir assumindo alguma premência no Agrupamento de Escolas de Portel, quer pelo

Leia mais

A ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL NO ENSINO BÁSICO

A ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL NO ENSINO BÁSICO A ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL NO ENSINO BÁSICO Comissão Europeia A ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL NO ENSINO BÁSICO PORTUGAL Ano lectivo 2008/09 O ensino básico em Portugal é obrigatório, universal, gratuito e compreende

Leia mais

Comissão dos Transportes e do Turismo PROJETO DE PARECER. da Comissão dos Transportes e do Turismo

Comissão dos Transportes e do Turismo PROJETO DE PARECER. da Comissão dos Transportes e do Turismo Parlamento Europeu 2014-2019 Comissão dos Transportes e do Turismo 2016/0287(COD) 7.2.2017 PROJETO DE PARECER da Comissão dos Transportes e do Turismo dirigido à Comissão da Indústria, da Investigação

Leia mais

PROGRAMA BIP/ZIP LISBOA 2016 PARCERIAS LOCAIS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E PONTUAÇÃO DAS CANDIDATURAS

PROGRAMA BIP/ZIP LISBOA 2016 PARCERIAS LOCAIS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E PONTUAÇÃO DAS CANDIDATURAS PROGRAMA BIP/ZIP LISBOA 2016 PARCERIAS LOCAIS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E PONTUAÇÃO DAS CANDIDATURAS PARTICIPAÇÃO A este nível será avaliada a participação das populações dos BIP/ZIP no desenho, no desenvolvimento

Leia mais

PLANO DE AÇÕES DE MELHORIA

PLANO DE AÇÕES DE MELHORIA PLANO DE AÇÕES DE MELHORIA - ATUALIZADO EM OUTUBRO DE 2016 - TRIÉNIO 2015-2018 Índice I INTRODUÇÃO... 2 II ENQUADRAMENTO ESTRATÉGICO... 2 III IDENTIFICAÇÃO DAS ÁREAS DE MELHORIA... 3 IV PRIORIZAÇÃO DAS

Leia mais