Em Conferência no Tribunal da Relação do Porto I. INTRODUÇÃO:

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1 PN ; Cf.Comp.: TRP Rq.e: Maria Helena Marques Coelho Rodrigues Correia Simões1, Rua da Firmeza, Porto Rq.do: Carlos Alberto Correia Simões Rodrigues2 Em Conferência no Tribunal da Relação do Porto I. INTRODUÇÃO: (a) Conflito negativo de competência suscitado por decisões contraditórias dos tribunais da 6.ª Vara Cível, 2.ª Secção e do 4.º Juízo Cível, 2.ª Secção, do Tribunal Judicial da Comarca do Porto, acerca do seguimento num ou noutro dos Tribunais da acção de divisão de coisa comum que corre entre requerente e requerido PN 2927/06.7TJPRT; (b) Decisão tirada no 4.º Juízo Cível: (1) A divisibilidade não se compadece com a apreciação nos termos simplificados do processo especial, pois pressupõe, aqui, nomeadamente, prova pericial; (2) Complexidade da causa também que implica até eventual incidente de intervenção de terceiros; (3) Ora, ao abrigo do art.º 1053/3 CPC, se o juiz verificar que a questão não pode ser sumariamente decidida mandará seguir os 1 Adv.: Dr. José Sampaio, Rua dos Castelo 33, 2.º D, 4700 Braga 2 Adv. Dr. Manuel Carvalhinho, Rua Arco do Marquês de Alegrete, 4, Palácio dos Aboim, Esc. 3.4, Lisboa 1

2 termos subsequentes à contestação do processo comum, adequado ao valor da causa; (4) Sendo esta de valor superior à alçada do Tribunal da Relação: seguir-se-á a forma de processo ordinário - prevê, no limite, uma intervenção do Tribunal colectivo; (5) Ora é suficiente a mera previsibilidade, possibilidade ou probabilidade de o Colectivo ser chamado a intervir para que a competência seja das varas cíveis, tribunais de competência específica aos quais compete a preparação e julgamento colegial das acções declarativas cíveis de valor superior à alçada; (6) É o 4.º Juízo incompetente desta maneira em razão da forma do processo que cumpre por conseguinte ser conduzido até final nas varas cíveis do Porto. (c) Decisão da 6.ª Vara Cível: (1) A presente acção é uma acção especial de divisão de coisa comum e apesar do valor que lhe foi atribuído não deixa de seguir forma de processo especial; (2) É regulado, sim, pelas disposições que lhe são próprias e pelas disposições gerais e comuns e só no que não estiver prevenido numas e noutras, segue, depois, o rito ordinário, art.º 463 CPC; (3) Ora, diz o art.º 97/4 LOFTJ: são ainda remetidos às varas cíveis para julgamento e ulterior devolução, os processos que não sejam originariamente da sua competência, nos casos em que a lei preveja, em determinada fase da sua tramitação, a intervenção do Tribunal Colectivo; (4) Por sua vez, o art.º 99 LOFTJ refere: compete aos juízos cíveis preparar e julgar os processos de natureza cível que não sejam da competência das Varas Cíveis e dos juízos de Pequena Instância Cível; (5) Vistas bem as coisas, a presente acção enquadra-se precisamente sob espécie do art.º 97/4 cit.: não se trata de uma acção declarativa comum ordinária, mas de uma acção especial que pode ou não 2

3 compreender as fases de saneamento e audiência da acção comum ordinária. (6) Repare-se que foi a própria Lei 3/99, 13.01, que simultaneamente com a aprovação da LOFTJ alterou o CPC, acabando com a possibilidade de intervenção do Tribunal Colectivo nas acções declarativas comuns sob forma sumária, mediante o pedido das partes; (7) Isto mesmo implica a impossibilidade de interpretar o art.º 97/4 cit. no sentido de objecto da sua previsão serem as acções comuns sumárias; (8) E se a Lei passou a prever a intervenção do Tribunal Colectivo apenas nas acções ordinárias, acaso viesse a entender-se que todas as acções que possam seguir a forma ordinária, independentemente de serem acções comuns ou especiais, estão previstas no n.º 1 do preceito, o n.º 4 deixaria de fazer qualquer sentido: todas as acções previstas nele estariam sempre compreendidas no outro. (9) O Critério de distinção tem pois de ser o seguinte: o art.º97/1 LOFTJ tem por objecto as acções comuns sob a forma ordinária, o n.º4 refere-se às acções especiais cuja tramitação possa envolver, em determinada circunstâncias, as fases do saneamento e da audiência das acções comuns ordinárias; (10) É, por conseguinte, incompetente para a apreciação da causa esta 6.ª Vara. II. MATÉRIA ASSENTE: (1) A acção especial de divisão de coisa comum considerada foi distribuída ao 4.º Juízo Cível do Porto com o valor atribuído de ,00; (2) Por despacho transitado, , e nos termos do art.º 10/3 CPC, passou a seguir os termos de processo ordinário. (3) Simultaneamente, foi declarada a incompetência para a preparação e julgamento da causa por parte do 4.º Juízo Cível: devolvida às Varas Cíveis. (4) Contudo por despacho de , já proferido na 6.ª Vara Cível, foi também este Tribunal naqueles termos declarado incompetente, aceite que o 3

4 tribunal interviria apenas na condensação e audiência, remetendo a causa ao Juízo logo depois para a sentença. (5) Estes dois últimos despachos transitaram em julgado do mesmo modo. III. ALEGAÇÕES, apenas do MP: (a) No caso concreto, e de acordo com o disposto nos art.s 463/1 e 1053/3 CPC, deve seguir-se, atento o valor da causa, os termos do processo ordinário de declaração. (b) Tratando-se de uma acção cível de valor superior à alçada do Tribunal da Relação, não se exige, nos termos do art.º 97/1a) LOFTJ, a efectiva intervenção do Tribunal colectivo, sendo suficiente a mera previsibilidade, possibilidade ou probabilidade desse Tribunal ser chamado a intervir 3 ; (c) Deste modo, a competência para a preparação e o julgamento desta acção é das varas cíveis como competência originária. (d) : não é aqui aplicável o n.º4 do mesmo artigo da lei: a competência é da 6.ª Vara, 2.ª Secção. IV. CONFLITO: pronto para julgamento imediato. V. SEQUÊNCIA: (a) Na linha do parecer do Digno Procurador-Geral da Republica (Adj.) tem, na verdade, de ser tida como acção declarativa constitutiva sob a forma comum ordinária e não como acção especial de divisão de coisa comum, esta na qual estamos em presença divergente de competências judiciais, segundo os tribunais em conflito (b) Com efeito, transitado o despacho proferido no âmbito e alcance do art.º 1053/3 CPC foi aquela forma de processo que se consolidou, adequada à preparação e julgamento da causa, como se fora inaugural. 3 Ac. RP., , PN

5 (c) Não se trata pois de uma transferência-incidente da jurisdição, mas do resultado de uma estimativa judicial da alternatividade das formas de processo aplicáveis, de que a lei aceita uma ou outra e de que prescreve uma escolha ponderada, o que tudo nos reconduz de certo à matriz do art.º 97/1 LOFTJ e não do n.º 4. (d) Em consequência, terá a 6.ª Vara Cível, 2.ª Secção do Tribunal da Comarca do Porto de receber, conduzir e julgar a causa, que é da competência especializada que tem em função do valor e da regra geral de ser decidido o litígio na colegialidade de juízes do Tribunal. VI. CUSTAS: sem custas, por não serem devidas. 5

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