IMPERMEABILIZAÇÃO. Construção Civil II ( TC-025) Prof. José de Almendra Freitas Jr.

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1 Impermeabilização Ministério da Educação 15:02 Universidade Federal do Paraná Setor de Tecnologia Construção Civil II ( TC-025) IMPERMEABILIZAÇÃO Prof. José de Almendra Freitas Jr. Versão 2013

2 SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Conjunto de produtos e serviços destinados a conferir estanqueidade as partes de uma construção. (NBR 9575/2003) Estanqueidade: Propriedade de um elemento (ou conjunto de componentes) de impedir a penetração ou passagem de fluídos através de si. A sua determinação está associada a uma pressão limite de utilização (a que relaciona-se as condições de exposição do elemento). (NBR 9595/2003)

3 IMPERMEABILIZAÇÃO Conjunto de operações e técnicas construtivas (serviços) que objetivam proteger as construções contra a ação deletéria de fluídos e da umidade. O produto (conjunto de componentes ou o elemento resultante destes serviços). Geralmente a impermeabilização é composta de um conjunto de camadas com funções específicas. (NBR 9575/2003)

4 IMPERMEABILIZAÇÃO O PRINCIPAL FLUÍDO ATUANTE É A ÁGUA, CUJA SOLICITAÇÃO PODE SE DAR DE FORMAS DISTINTAS: Água de percolação (Ex. chuva, lavagem) Umidade de solo (água capilar) Água sob pressão (unilateral ou bilateral) Água de condensação Paredes, coberturas, pisos Fundações, cortinas, pisos sobre o solo Piscinas e reservatórios Superfícies expostas ao vapor e ao frio

5 IMPERMEABILIZAÇÃO Formas de Proteger a edificação: Evitar contato; Permitir contato, impedindo a penetração de água. Formas de evitar o contato: Detalhes construtivos de fachadas; Rebaixamento de lençol freático; Uso de barreiras duplas; Paredes duplas; Esquadrias duplas; Coberturas duplas... Coberturas inclinadas

6 IMPERMEABILIZAÇÃO Proteção contra penetração de água IMPERMEABILIZAÇÃO Projeto específico Projeto de impermeabilização - Engenharia: Escolha do sistema mais adequado; Seleção dos materiais adequados ao sistema; Identificar e solucionar interferências com outros sistemas;

7 Base; CAMADAS DE UM SISTEMA DE IMPERMEABILIZAÇÃO Camada de regularização; Camada de berço; Camada impermeável; Camada separadora; Camada de amortecimento; Proteção mecânica.

8 Base: CAMADAS DO SISTEMA DE IMPERMEABILIZAÇÃO Determina algumas exigências ao sistema de impermeabilização, em função de: Grau de fissuração; Deformabilidade devido a cargas; Movimentação térmica.

9 CAMADAS DO SISTEMA DE IMPERMEABILIZAÇÃO Camada de regularização: Tem a função de regularizar o substrato (base), proporcionando uma superfície uniforme de apoio adequado a camada impermeável. Deve possuir uma certa declividade (mínimo 1%) quando for necessário. (NBR 9575/2003) I >1%

10 CAMADAS DO SISTEMA DE IMPERMEABILIZAÇÃO Camada impermeável: Tem a função de promover a barreira contra a passagem da água. (NBR 9575/2003) I >1%

11 CAMADAS DO SISTEMA DE IMPERMEABILIZAÇÃO Proteção mecânica: Função de absorver e dissipar esforços atuantes por sobre a camada impermeável, de modo a protegê-la contra a ação deletéria destes esforços. (NBR 9575/2003) I >1% Argamassa de cimento e areia

12 CAMADAS DO SISTEMA DE IMPERMEABILIZAÇÃO Camada de separação: Função de evitar a aderência de outros materiais sobre a camada impermeável. (NBR 9575/2003) Papel kraft (betumado ou não); Lâmina plástica flexível; Geotextil... I >1%

13 CAMADAS DO SISTEMA DE IMPERMEABILIZAÇÃO Proteção térmica: Função de reduzir o gradiente térmico atuante sobre a camada impermeável. (NBR 9575/2003) Aumenta a vida útil da camada impermeável; Recomendável em áreas sob ação intensiva das intempéries (sol, chuva, neve, geada,...). Argamassas com pérolas de isopor ou vermiculita; Chapas de poliestireno expandido...

14 CAMADAS DO SISTEMA DE IMPERMEABILIZAÇÃO Camada de berço: Função de apoio e proteção da camada impermeável contra agressões provenientes do substrato. Camada de amortecimento: Mesma função da camada de proteção mecânica (pelo lado de baixo), mas utilizada em conjunto com a camada de berço. I >1%

15 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Rígidos: Baixa capacidade de absorver deformações da base. (principalmente deformações concentradas como fissuras e trincas). Flexíveis: Suportam deformações da base com amplitudes variáveis (em função do sistema de impermeabilização), inclusive fissuras e trincas. Sem reforços; Reforçados (com materiais resistentes à tração).

16 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Rígidos: Concreto impermeável Com aditivos impermeabilizantes ; Sem aditivos; Argamassa impermeável Argamassa com hidrofugantes; Argamassas poliméricas (aditivadas com polímeros); Cimentos poliméricos e cristalizantes Cimentos impermeabilizantes e polímeros; Cimentos impermeabilizantes e líquidos seladores; Bloqueadores hidráulicos.

17 Rígidos: Cimentos cristalizantes CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Argamassas poliméricas Selam os poros do concreto Revestimento impermeável

18 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Rígidos: Nas impermeabilizações rígidas a camada estanque é aplicada diretamente sobre a base, geralmente sem outras camadas complementares.

19 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Flexíveis: Membranas (moldadas no local): Asfálticas; Poliméricas; Elastoméricas (Neoprene, Hypalon); Acrílicas; Mantas (pré-formadas): Asfálticas; Poliméricas; Elastoméricas (butílicas, EPDM); Plásticas (PVC, PEAD);

20 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Flexíveis: Membranas (moldadas no local): Asfálticas, Poliméricas, Elastoméricas; Mantas (pré-formadas): Asfálticas, Poliméricas, Elastoméricas;

21 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Flexíveis: Membranas (moldadas no local): Asfálticas; A quente (asfalto oxidado fundido); A frio (emulsão asfáltica); Solução asfáltica modificada com polímeros (geralmente a frio).

22 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Flexíveis: Membranas (moldadas no local): Poliméricas; Acrílicas; Sem adição de cimento; Com adição de cimento (MAI). Elastoméricas (Neoprene, Hypalon);

23 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Flexíveis: Mantas (pré-formadas): Asfálticas; Estruturadas; Não estruturadas Poliméricas PVC; PEAD; Elastoméricas (borrachas); Butílicas; Hypalon; EPDM.

24 SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO FLEXÍVEIS Quanto a forma de moldagem: Pré-formadas ou Pré-moldadas mantas: Espessuras maiores e mais uniformes; Estruturadas industrialmente (melhor); Necessidade de emendas (problema!); Aplicação mais rápida; Moldadas no local membranas: Sem emendas; Difíceis de estruturar eficientemente; Mais demoradas para aplicar; Menos espessas.

25 SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO FLEXÍVEIS Quanto a fixação na base: Aderidas à camada de regularização: Aderidas na camada de regularização; Não permitem que a água caminhe sob a manta quando ocorre uma vazamento; Mais fácil localizar as falhas. Flutuantes (não aderentes): Soltas sobre a regularização ou berço; Permitem que a água se espalhe sob a camada impermeável em caso de falha; Absorvem menos esforços mecânicos provenientes do substrato.

26 MANTAS PRÉ-MOLDADAS ASFÁLTICAS Muito usadas na construção civil. Compostas de mantas pré-fabricadas de asfalto oxidado (3 a 5 mm) ou modificado com polímeros, estruturada internamente por véu ou tela de fibra de vidro, poliéster ou nylon. Podem ser emendadas por fusão do asfalto da própria manta (maçarico) ou de asfalto oxidado externo (forno).

27 MANTAS PRÉ-MOLDADAS ASFÁLTICAS Manta PP Camadas: Polietileno Asfalto oxidado estruturado com fibras Polietileno Soldagem com maçarico a gás Manta AA Camadas: Partículas de areia Asfalto oxidado estruturado com fibras Partículas de areia Soldagem com asfalto fundido a quente

28 MANTAS PRÉ-MOLDADAS ASFÁLTICAS Manta PP Manta AA Espessuras totais de 3 a 5 mm

29 MANTAS PRÉ-MOLDADAS ASFÁLTICAS Manta asfáltica PP (superfícies com polietileno): Bobinas com 1m de largura e 10m de comprimento PRIMER de emulsão asfáltica Manta asfáltica PP PP Filme de polietileno nas superfícies que funde-se durante a colagem.

30 MANTAS PRÉ-MOLDADAS ASFÁLTICAS Manta asfáltica PP (superfícies com polietileno): Antes da aplicação da manta aplica-se uma demão de primer de emulsão asfáltica (a frio).

31 MANTAS PRÉ-MOLDADAS ASFÁLTICAS Manta asfáltica PP (superfícies com polietileno): Sobre o primer, com o maçarico, vai se desenrolando a manta. Viapol Viapol

32 MANTAS PRÉ-MOLDADAS ASFÁLTICAS Manta asfáltica PP (superfícies com polietileno): As emendas das mantas, com sobreposição de 10cm, são aderidas pela fusão do asfalto com o maçarico. Depois da aplicação da manta, antes da camada de proteção mecânica, deve-se testar a estanqueidade do sistema.

33 MANTAS PRÉ-MOLDADAS ASFÁLTICAS Manta asfáltica PP (superfícies com polietileno): As mantas devem subir 30 a 40 cm nos planos verticais e devem ser arrematadas de forma correta.

34 MANTAS PRÉ-MOLDADAS ASFÁLTICAS Manta asfáltica AA (asfalto fundido a quente): Manta asfáltica AA Bobinas com 1m de largura e 10m de comprimento Asfalto modificado (José Freitas Jr.) AA - Areia em ambas as faces, para colagem com asfalto oxidado elastomérico. (José Freitas Jr.)

35 MANTAS PRÉ-MOLDADAS ASFÁLTICAS Manta asfáltica AA (asfalto fundido a quente): Sobre a regularização aplica-se uma demão de primer (emulsão asfáltica);

36 MANTAS PRÉ-MOLDADAS ASFÁLTICAS Manta asfáltica AA (asfalto fundido a quente): (José Freitas Jr.) A manta é aderida ao substrato através de uma camada de asfalto fundido a quente.

37 MANTAS PRÉ-MOLDADAS ASFÁLTICAS Manta asfáltica AA (asfalto fundido a quente): (José Freitas Jr.) Aplica-se 1 demão de asfalto com 2mm de espessura, simultaneamente desenrola-se a manta sobre a superfície do asfalto.

38 MANTAS PRÉ-MOLDADAS ASFÁLTICAS Manta asfáltica AA (asfalto fundido a quente): As emendas das mantas, com sobreposição de 10cm, recebem um banho de asfalto modificado para obter perfeita vedação. (José Freitas Jr.)

39 MANTAS PRÉ-MOLDADAS ASFÁLTICAS Manta asfáltica AA (asfalto fundido a quente): Depois da aplicação da manta, antes da camada de proteção mecânica, deve-se testar a estanqueidade do sistema.

40 MANTAS PRÉ-MOLDADAS ASFÁLTICAS Que não necessitam de proteção mecânica Possuem proteção superficial no lado superior, contra os raios ultra-violeta do sol, recobertas por Filme de alumínio; Fragmentos de rochas;

41 MANTAS PRÉ-MOLDADAS ASFÁLTICAS Que não necessitam de proteção mecânica Filme de alumínio;

42 MANTAS PRÉ-MOLDADAS ASFÁLTICAS Que não necessitam de proteção mecânica Em áreas sem tráfego; Floreiras, teto de caixas d água,... Principalmente em reparos; Falta de previsão de sobrecargas nas lajes; Não necessita de remoções de proteções antigas; Elimina o custo da remoção e da nova proteção; Aplica-se sobre a proteção mecânica antiga.

43 MANTAS PRÉ-MOLDADAS ASFÁLTICAS Que não necessitam de proteção mecânica Manta asfáltica pré-fabricada revestida com filme de alumínio.

44 MANTAS PRÉ-MOLDADAS PVC Para Impermeabilizações de alto desempenho. Fabricadas de compostos de PVC com aditivos plastificantes, estabilizadores, etc. Possuem propriedades particulares de flexibilidade, resistência química e resistência aos raios ultravioleta quando necessário. Sistema muito durável e de longa vida útil. (2 vezes a das m. asfálticas)

45 MANTAS PRÉ-MOLDADAS PVC Podem ser aderidas ou não ao substrato. Fornecidas em rolos de 1,40 a 2,20 m de largura. As emendas são feitas por termofusão, com equipamento manual próprio, com controle de temperatura ou equipamento automático com controles de temperatura velocidade de deslocamento. Cantoneiras préfabricadas para arremates

46 MANTAS PRÉ-MOLDADAS PEAD Laminadas flexíveis de PoliEtileno de Alta Densidade. Possuem alta resistência à tração e química a ácidos, bases, sais e solventes orgânicos e inorgânicos. Oferecem alto grau de segurança de impermeabilidade.

47 MANTAS PRÉ-MOLDADAS PEAD Lagoas de tratamento de efluentes líquidos; Aterros sanitários; lagoas; canais e reservatórios para tratamento de água e esgotos; impermeabilização de reservatórios em concreto; impermeabilização de túneis; Junções realizadas através de soldagem por termo-fusão.

48 MANTAS PRÉ-MOLDADAS EPDM São mantas de borracha (espessura 0,8mm). Muito duráveis, resistindo bem à umidade, álcalis aos ácidos e ao envelhecimento. Suportam alongamentos de até 400%.

49 MANTAS PRÉ-MOLDADAS EPDM Aplicadas sobre um primer de emulsão asfáltica com borracha. As juntas são coladas através de uma fita e colas. Os encaixes para as tubulações emergentes e ralos podem ser de peças pré-fabricadas específicas. RubberGard - Firestone RubberGard - Firestone

50 MANTAS PRÉ-MOLDADAS EPDM Tem maior custo que as mantas asfálticas mas tem desempenho superior de durabilidade e eficiência. Arremates préfabricados para ralos Colagem de emendas com fitas RubberGard - Firestone Rolos de manta

51 MANTAS PRÉ-MOLDADAS EPDM José A. Freitas Jr.

52 MANTAS PRÉ-MOLDADAS EPDM José A. Freitas Jr.

53 MANTAS PRÉ-MOLDADAS EPDM Manta de EPDM Camada de berço (placas de espuma de poliuretano) Contrapiso de regularização com brita leve José A. Freitas Jr.

54 MANTAS PRÉ-MOLDADAS EPDM Elevação vertical Fixação na vertical Manta de EPDM José A. Freitas Jr. José A. Freitas Jr.

55 MEMBRANAS MOLDADAS NO LOCAL Asfalto elastomérico aplicado a quente O asfalto sólido é fundido a 200 o C em fornos a gás e espalhado na forma líquida sobre a superfície a ser impermeabilizada. José A. Freitas Jr.

56 MEMBRANAS MOLDADAS NO LOCAL Asfalto elastomérico aplicado a quente O espalhamento do asfalto fundido sobre a superfície é feito com desempenadeira metálica ou esfregão. Viapol

57 MEMBRANAS MOLDADAS NO LOCAL Asfalto elastomérico aplicado a quente Após o esfriamento forma-se a membrana flexível e contínua de asfalto. Como reforço estruturante usa-se feltro asfáltico. Feltro asfáltico como reforço estruturante

58 MEMBRANAS MOLDADAS NO LOCAL Emulsão asfáltica aplicada a frio: Asfalto diluído (com ou sem elastômeros) na forma de emulsão é aplicado sobre a superfície a ser impermeabilizada.

59 MEMBRANAS MOLDADAS NO LOCAL Emulsão asfáltica aplicada a frio: É necessária a aplicação de várias demãos (5 a 7) para se conseguir a espessura adequada.

60 MEMBRANAS MOLDADAS NO LOCAL Emulsão asfáltica aplicada a frio: Técnica usual para impermeabilização de baldrames e blocos de fundações.

61 MEMBRANAS MOLDADAS NO LOCAL Emulsão asfáltica aplicada a frio: O asfalto diluído é aplicado em várias demãos, 3 ou 4, intercaladas com estruturantes colocados após a 2ª demão.

62 MEMBRANAS MOLDADAS NO LOCAL Estruturantes de membranas: Véu de fibra de vidro (NBR 9227); Tela de fibra de vidro; Véu e tela de poliéster; Tela de poliamida (nylon); Feltro asfáltico (NBR 9228).

63 Membrana asfáltica aplicada a frio

64 MEMBRANAS MOLDADAS NO LOCAL Emulsões acrílicas - a frio: Emulsões acrílicas puras ou estirenadas estruturadas por tela de poliéster ou poliamida. Tipos: Sem adição de cimento (NBR 13321); Com adição de cimento (MAI).

65 MEMBRANAS MOLDADAS NO LOCAL Emulsões acrílicas aplicado a frio: Forma de aplicação semelhante a das emulsões asfálticas. Alcançam 1,5 mm de espessura com cerca de sete demãos.

66 MEMBRANAS MOLDADAS NO LOCAL Emulsões acrílicas aplicado a frio: Tela de poliéster

67 MEMBRANAS MOLDADAS NO LOCAL Emulsões a base de cimento MAI: Cimentos poliméricos e cristalizantes em conjunto com aditivos e agregados minerais, formam uma camada de revestimento semi-flexível e impermeável. Banheiros

68 MEMBRANAS MOLDADAS NO LOCAL Emulsões a base de cimento MAI: Após a 3 demãos deve-se aguardar 72 h para cura do revestimento, antes do teste de estanqueidade. Revestimentos cerâmicos podem ser aplicados diretamente sobre a impermeabilização, sem a necessidade de chapisco ou proteção mecânica.

69 MEMBRANAS MOLDADAS NO LOCAL Emulsões a base de cimento MAI: Aplicadas com brocha, forma uma película impermeável,semi-flexível e não tóxica. Indicada para superfícies não muito grandes e protegidas. Caixas d água

70 CAMADAS DE ISOLAMENTO Camada de berço: Função de absorver e dissipar esforços atuantes sob a camada impermeável, de modo a protegê-la contra a ação deletéria destes esforços. Chapas de espuma de poliuretano Manta de EPDM Espuma de poliuretano José A. Freitas Jr.

71 CAMADAS DE ISOLAMENTO Camada de berço: Chapas de espuma de poliuretano José A. Freitas Jr. José A. Freitas Jr. Espessura 25 mmjosé A. Freitas Jr.

72 CAMADAS DE ISOLAMENTO Camada separadora: Finalidade de evitar que os esforços de dilatação e contração da argamassa de proteção mecânica atuem diretamente sobre a impermeabilização. Filme de polietileno

73 CAMADAS DE ISOLAMENTO Camada separadora: Evita que os esforços de dilatação e contração da argamassa de proteção mecânica danifiquem a impermeabilização. Papel kraft

74 CAMADAS DE ISOLAMENTO Camada separadora: Evita que os esforços de dilatação e contração da argamassa de proteção mecânica danifiquem a impermeabilização. Geotextil

75 CAMADAS DE ISOLAMENTO Camada separadora: Evita que os esforços de dilatação e contração da argamassa de proteção mecânica danifiquem a impermeabilização. Polietileno lona preta

76 CAMADAS DE ISOLAMENTO Camada separadora: Poliestireno expandido nos rodapés para separação vertical Geotextil para isolamento horizontal Manta asfáltica José A. Freitas Jr. Tela soldada para estruturar a proteção mecânica

77 CAMADAS DE ISOLAMENTO Camada de amortecimento e isolamento térmico : Protege mecanicamente a impermeabilização, minimizando as variações de temperatura nesta camada. Aumenta a durabilidade do sistema dobrando a sua vida útil. Camada separadora de polietileno Styrofoan Isolamento térmico

78 CAMADAS DE ISOLAMENTO Camada de amortecimento e isolamento térmico : Styrofoan

79 ESCOLHA DO MATERIAL E SISTEMA DE IMPERMEABILIZAÇÃO Quanto a base de aplicação: Potencial de movimentação e deformação; Estado ou potencial de fissuração; Extensão e formato da superfície; Declividade da base; Necessidade de regularizar a superfície;

80 ESCOLHA DO MATERIAL E SISTEMA DE IMPERMEABILIZAÇÃO Quanto a proteção da impermeabilização: Necessidade de proteção mecânica; Existência de trânsito? Necessidade de isolamento térmico; Necessidade de proteção contra raios UV?

81 ESCOLHA DO MATERIAL E SISTEMA DE IMPERMEABILIZAÇÃO Quanto ao desempenho da impermeabilização: Custos? Durabilidade prevista? Facilidade de reparos?? Conseqüências em caso de falha?

82 PROJETO DE IMPERMEABILIZAÇÃO Detalhes importantes : Declividades adequadas da base; Declividade adequada da impermeabilização; Evitar acúmulo de água; Ralos em quantidade, distância e diâmetros adequados (Ø 100mm); Reforços em cantos e interferências; Cantos arredondados; Ausência de vazios sob a impermeabilização;

83 PROJETO DE IMPERMEABILIZAÇÃO Detalhes importantes : Arremate adequado em ralos; Arremate adequado em portas; Proteção adequada dos raios UV; Espessura adequada do sistema; Sistema adequado a agressividade do meio; Isolamento da proteção mecânica; Não aderir à proteção mecânica; Espaços para dilatação nos vértices; Isolamento térmico;

84 PROJETO DE IMPERMEABILIZAÇÃO ABNT " O projeto de impermeabilização deverá ser desenvolvido conjuntamente com o projeto geral e os projetos setoriais de modo a serem previstas as correspondentes especificações em termos de dimensões, cargas e detalhes ". Problemas decorrentes da falta de projeto: Falta de previsão de sobrecargas nas lajes; Falta de previsão de caimentos, proteções, rebaixos e outros detalhes.

85 PROJETO DE IMPERMEABILIZAÇÃO Conseqüências decorrentes da falta de projeto : Improvisações em obra; Soluções não satisfatórias; Custos elevados; Dificuldade na definição das responsabilidades dos técnicos envolvidos. Normas Técnicas: NBR Elaboração de Projetos de Impermeabilização; NBR 9686 NBR 279/ Execução de Impermeabilização; NBR Materiais e Sistemas para Impermeabilização

86 PROJETO DE IMPERMEABILIZAÇÃO Conseqüências decorrentes da falta de projeto : Um Projeto de Impermeabilização representa de 2 a 3% do custo total de um empreendimento A ação da água é responsável por 50% dos problemas em edificações Custos de reparos: até 20% do custo total de um empreendimento Patologias ocorrem por falta de projeto de impermeabilização, projetos errôneos e desinformação

87 PROJETO DE IMPERMEABILIZAÇÃO Partes de um projeto de impermeabilização: Memorial descritivo e justificativo. Desenhos e detalhes específicos. Especificações dos materiais a serem empregados e dos serviços a serem executados. Planilha de quantidade de serviços a serem realizados. Estimativa de custos dos serviços a serem realizados.

88 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO PROCEDIMENTOS PRELIMINARES: Coletores de águas pluviais, tubos emergentes, etc., deverão estar bem chumbados antes da impermeabilização; Região dos ralos com rebaixo para evitar acúmulo de água; Fixar as esperas de ancoragem de guarda corpos, torres, etc., antes de executar a impermeabilização;

89 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO PROCEDIMENTOS PRELIMINARES: As cotas de arremate da impermeabilização em batentes e contramarcos, deverão ser observadas no projeto de impermeabilização; Durante a execução dos serviços de impermeabilização, impedir o acesso de pessoal e materiais estranhos, por meio de barreiras;

90 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO PROCEDIMENTOS: (para mantas asfálticas) 1. Regularização das superfícies horizontal/vertical; 2. Limpeza das superfícies; 3. Impermeabilização com manta asfáltica 4. Teste de estanque idade; 5. Camada separadora papel kraft /geotextil; 6. Colocação do isolamento térmico; 7. Execução da proteção mecânica no piso; 8. Chapisco grosso nas mantas verticais; 9. Proteção mecânica c/ tela para vertical.

91 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 1. REGULARIZAÇÃO DAS SUPERFÍCIES: A superfície deve estar desimpedida e livre para o trabalho de impermeabilização; Deve-se corrigir eventuais falhas de concretagem;

92 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 1. REGULARIZAÇÃO DAS SUPERFÍCIES: Remover as partes soltas; Providenciar limpeza da superfície, removendo excesso de concreto, massa, poeira, etc.;

93 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 1. REGULARIZAÇÃO DAS SUPERFÍCIES: Caimentos devem ser de no mínimo 1% (NBR 9574);

94 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 1. REGULARIZAÇÃO DAS SUPERFÍCIES: Caimentos devem ser de no mínimo 1% (NBR 9574); Nos rodapés, muros e paredes a regularização deve subir de 30 a 40 cm do piso acabado;

95 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 1. REGULARIZAÇÃO DAS SUPERFÍCIES: Os vértices e cantos devem ser arredondados de 8 cm de raio; O tempo de cura mínimo da argamassa de regularização deverá ser de 48 horas. Cantos arredondados (mantas asfálticas)

96 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 2. LIMPEZA DAS SUPERFÍCIES A superfície deve estar seca e com toda a poeira removida para possibilitar a perfeita aderência da manta impermeabilizante; Viapol Viapol

97 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 3. IMPERMEABILIZAÇÃO COM MANTA ASFÁLTICA 3.1. Imprimação asfáltica: É o elemento de ligação entre o substrato e as mantas pré-fabricada; Composto por asfalto oxidado diluído em solventes orgânicos;

98 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 3. IMPERMEABILIZAÇÃO COM MANTA ASFÁLTICA 3.1. Imprimação asfáltica: Aplica-se com rolo de lã de carneiro ou trincha, em temperatura ambiente; Secagem de 3 a 6 horas, dependendo das condições ambientais; Consumo: 0,4 a 0,6 kg por m2. Viapol

99 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 3. IMPERMEABILIZAÇÃO COM MANTA ASFÁLTICA 3.2 Pré-tratamento dos ralos: Nos ralos deverá haver um rebaixo de 3 cm de profundidade de 40 x 40 cm com bordas chanfradas para que haja nivelamento de toda a impermeabilização, após a colocação dos reforços previstos; Viapol

100 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 3. IMPERMEABILIZAÇÃO COM MANTA ASFÁLTICA 3.2 Pré-tratamento dos ralos: Ralos, tubulações e outros detalhes existentes deverão ser perfeitamente vedados; Viapol Viapol

101 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 3. IMPERMEABILIZAÇÃO COM MANTA ASFÁLTICA 3.3 Aplicação da manta asfáltica: Abrir o rolo totalmente para o alinhamento e seguida bobinar novamente. Queimar com o maçarico o polietileno protetor e também a tinta de imprimação para promover uma perfeita aderência. A aderência do material à regularização evita a percolação da água sob a manta, facilitando, em caso de infiltração, uma eventual localização e reparo.

102 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 3. IMPERMEABILIZAÇÃO COM MANTA ASFÁLTICA 3.3 Aplicação da manta asfáltica: A manta deverá ser colocada no sentido contrário ao caimento começando da parte mais baixa para a mais alta até cobrir toda a área inclusive a platibanda se for necessário. Entre uma manta e outra devera ter um sobreposição de no mínimo 10 cm.

103 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 3. IMPERMEABILIZAÇÃO COM MANTA ASFÁLTICA 3.3 Aplicação da manta asfáltica: Depois de coberta toda a superfície se deverá fazer o arremate de todas as juntas aquecendo com o maçarico e passando uma colher de pedreiro.

104 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 3. IMPERMEABILIZAÇÃO COM MANTA ASFÁLTICA 3.4 Tratamento dos tubos emergentes: Após a colocação da manta deverão ser tratados os tubos emergentes; Viapol Viapol

105 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 3. IMPERMEABILIZAÇÃO COM MANTA ASFÁLTICA 3.5 Arremates nas portas: Arremate nas portas deve ser atrás da vedação da esquadria, com caída para fora; José Freitas Jr. José Freitas Jr.

106 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 4. TESTE DE ESTANQUEIDADE Teste com lâmina da água de 72 horas, para observar eventuais falhas no sistema. Após conclusão dos testes verificar a aderência da impermeabilização ao substrato.

107 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 5. CAMADA SEPARADORA Colocação de papel kraft, polietileno ou geotextil para evitar a aderência da camada de proteção com a manta, evitando assim a transferência de esforços horizontais. Papel kraft Poliestireno Geotextil

108 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 6. ISOLAMENTO TÉRMICO Na forma de chapas de poliestireno expandido ou argamassas com agregados leves para minimizar a transmissão de calor à manta de impermeabilização. Poliestireno Papel kraft

109 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 7. PROTEÇÃO MECÂNICA Tipos de proteção mecânica: Proteção mecânica rígida, com argamassas, concretos e revestimentos nobres, aplicadas em áreas acessíveis.

110 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 7. PROTEÇÃO MECÂNICA Tipos de proteção mecânica: A proteção mecânica deve ser aplicada sobre uma camada separadora.

111 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 7. PROTEÇÃO MECÂNICA Impermeabilização (EPDM) Proteção mecânica (chapas cimentícias) Camada separadora (geotextil) José A. Freitas Jr.

112 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 7. PROTEÇÃO MECÂNICA Tipos de proteção mecânica: Proteção mecânica por sombreamento: placas apoiadas para formação de colchão de ar. PROTEÇÃO TÉRMICA POR SOMBREAMENTO Placa pré-moldada (Z. Pirondi, 1988) Placas pré-moldadas Apoios Vazio Laje Impermeabilização Captação de água Vazio Proteção mecânica

113 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 7. PROTEÇÃO MECÂNICA Áreas sem acesso: (não precisa proteção mecânica) Mantas asfálticas auto-protegidas contra UV e calor (alumínio, ardósia )

114 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 7. PROTEÇÃO MECÂNICA Áreas sem acesso: (não precisa proteção mecânica) José A. Freitas Jr. Proteção contra calor e raios UV com material solto sem pontas (seixos, argila expandida, etc...). Uso em áreas inacessíveis com pequena inclinação.

115 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 8 e 9. ACABAMENTO NAS PAREDES VERTICAIS Proteção mecânica de chapisco grosso seguido de emboço estruturado com tela.

116 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Pontos problemáticos em impermeabilização: Projetos Caimentos adequados (de preferência já na laje, não no só no contrapiso de regularização), mínimo 1%; Em locais de difícil acesso (teto de caixas d água, coberturas sem tráfego, etc.) utilizar caimentos de 3%; Tubulações de captação de diâmetro adequado observar que aderência da manta reduz em aproximadamente 4 cm o diâmetro útil;

117 Projetos Impermeabilização 15:02 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Pontos problemáticos em impermeabilização: Desníveis (degraus) adequados entre ambiente coberto não impermeabilizado e a área impermeabilizada; Não instalar tubulações emergentes ou ralos lado a lado, não há como arrematar a manta; Prever isolamento mecânico e, se possível, térmico da impermeabilização em relação a camada de proteção + piso acabado.

118 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Pontos problemáticos em impermeabilização: Projetos Previsão e adequada da técnica de sobreposição de juntas de dilatação em estruturas. JUNTA DE DILATAÇÃO ESTRUTURAL Mastique flexível Manta de impermeabilização Proteção mecânica Cordão de suporte de polietileno

119 Execução: Impermeabilização 15:02 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Pontos problemáticos em impermeabilização: Soldagem das juntas de forma adequada (cobrimento e acabamento) Evitar que arremate dos ralos fique mais alto que a região ao redor; Evitar no máximo possível qualquer tráfego sobre a impermeabilização antes da execução da camada de proteção mecânica;

120 Execução: Impermeabilização 15:02 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Pontos problemáticos em impermeabilização: Antes da camada de proteção manter a impermeabilização limpa para evitar punções; A altura de subida da impermeabilização nas paredes deve ultrapassar com folga de 30 cm o piso acabado; O arremate com argamassa sobre a subida vertical das mantas nas paredes deve ser estruturado com tela. Cuidado com a interface com o resto do emboço;

121 Execução: Impermeabilização 15:02 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Pontos problemáticos em impermeabilização: Cuidar com perfurações na camada de proteção/manta, deve ser no mínimo 5 cm; Evitar a todo custo que a camada de proteção mecânica, e o piso final, transmitam esforços para a impermeabilização, tanto na horizontal, como nos cantos e tubulações emergentes, prever juntas e espaços de alívio;

122 Materiais: Impermeabilização 15:02 SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Pontos problemáticos em impermeabilização: Cuidado com a espessura da manta, deve ser adequada a solicitação do local de aplicação; Cuidado com o estruturante da manta, deve ser adequada a solicitação do local de aplicação; O material de impermeabilização deve ser adequado as temperaturas do local da obra, frio e calor... O isolamento térmico adequado com poliestireno expandido dobra a vida útil da impermeabilização;

123 LAJES IMPERMEABILIZADAS X TELHADOS A proteção das edificações contra as intempéries do clima ser feita por: Telhados ou Lajes Impermeabilizadas, Telhados: São sistemas de coberturas com telhas. Lajes Impermeabilizadas: São elementos estruturais em geral horizontais, protegidas por um sistema de impermeabilização;

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