CÓDIGO ELEITORAL 2010

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CÓDIGO ELEITORAL 2010"

Transcrição

1 CÓDIGO ELEITORAL 2010 Lei nº 92/V/99, de 8 de Fevereiro, alteada pela Lei nº 56/VII/2010, de 9 de Março. TÍTULO II DISPOSIÇÕES COMUNS APLICÁVEIS À ELEIÇÃO DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA, DOS DEPUTADOS À ASSEMBLEIA NACIONAL E DOS TITULARES DOS ÓRGÃOS MUNICIPAIS CAPÍTULO VII CAMPANHA ELEITORAL Propaganda eleitoral Artigo 105º (Liberdade de imprensa) 1. Durante o período de campanha eleitoral os órgãos de comunicação social e os seus profissionais têm total liberdade no acesso aos actos integrados na campanha, e na sua cobertura, dentro da legalidade. 2. A partir do sexagésimo dia anterior a data marcada para as eleições e até o encerramento da votação, é vedado aos orgãos de comunicação social sob qualquer forma: a) Transmitir, ainda que sob a forma de entrevista jornalística, imagens de realização de pesquisa ou sondagem eleitoral em que seja possível identificar o entrevistado ou em que haja manipulação de dados; b) Usar de truncagem, montagem ou outro recurso áudio e vídeo que, de qualquer forma, degradem ou ridicularizem candidato, partido, coligação ou lista, ou produzir ou difundir programas com esse efeito; c) Difundir propaganda política ou opinião favorável ou desfavorável a órgãos de soberania ou autárquicos, ou a seus membros, e a candidato, partido, coligação ou lista; d) Dar tratamento privilegiado a candidato, partido, coligação ou lista; e) Difundir qualquer programa com alusão ou crítica a candidato, partido, coligação ou lista, mesmo que dissimuladamente, excepto tratando-se de debates políticos ou sobre as eleições; f) Transmitir programa apresentado ou comentado por candidato ou seu mandatário, sem prejuízo das normas sobre o direito de antena. Artigo 106º (Limites à propaganda eleitoral) 1. É proibida a propaganda eleitoral nos órgãos de comunicação social, fora dos espaços ou dos tempos de antena previstos nos artigos 115º e 117º. 2. A propaganda eleitoral não deve empregar meios publicitários que ofendam a moral pública ou violem direitos legalmente protegidos ou o disposto nos números seguintes. 3. Não são, ainda, permitidos em campanha eleitoral: a) A apologia e o uso de processos violentos para subverter o regime democrático; b) A apologia de preconceitos de raça, de género, de religião ou de origem social ou regional; c) O incitamento ao atentado contra pessoas ou bens;

2 d) A instigação á desobediência colectiva, ao incumprimento da lei e à penetração da ordem pública; e) A injúria, calúnia ou difamação de pessoas, bem como de órgãos ou entidades que exercem autoridade. 4. É proibido doar, oferecer ou entregar, directamente ou por intermédio de terceiro, dinheiro ou quaisquer mercadorias, bens ou artigos que não sejam considerados simples enfeites ou adereços. 5. Não são considerados simples enfeites ou adereços os artigos que se destinem a assegurar uma especial utilidade para o eleitor. 6. É proibido o uso de materiais nocivos ao ambiente e que estejam sujeitos a taxa ecológica. 7. Não estão incluídos na proibição referida no número anterior a utilização de bandeiras e pendões, devendo os partidos políticos ou candidatos promover a respectiva remoção findas as eleições. 8. É proibido o recurso à actuação de agrupamentos musicais ou de artistas na realização de comícios ou reuniões públicas de campanha eleitoral. 9. Exceptua-se do disposto no número anterior, a actuação de artistas e agrupamentos culturais tradicionais, designadamente de música e de dança, de carácter marcadamente local ou comunitário e de cariz amador. 10. A violação do disposto nos números 4, 5 e 6 constitui contra-ordenação punível nos termos deste Código e determina a apreensão dos bens e artigos envolvidos e a sua perda a favor do Estado. 11. É igualmente proibido fazer propaganda eleitoral na véspera e no dia das eleições. Artigo 113º (Proibição de publicidade comercial) 1. A partir da publicação do diploma que marcar a data das eleições, é proibida a propaganda política feita, directa ou indirectamente, através de qualquer meio de publicidade comercial, paga ou gratuíta, seja qual for o suporte ou o meio de comunicação utilizado para o efeito. 2. O disposto no número anterior não é aplicável aos edifícios, espaços e publicações de caractér jornalístico que sejam propriedade aos proponentes de candidaturas. 3. O disposto no nº 1 não é, também, aplicável à utilização de outdors colocados em espaços estabelecidos nos termos do artigo 110º. I Órgãos de comunicação social Artigo 114º (Publicações períodicas de entidades públicas) As publicações períodicas que sejam propriedade de entidades públicas inserem, obrigatoriamente, matéria respeitante ao actos eleitorais em todos os seus números editados durante o período da campanha, pautando-se pelos princípios estabelecidos no artigo seguinte. Artigo 115º (Deveres das publicações períodicas) Sempre que incluam matéria relativa aos actos eleitorais, as publicações períodicas que não revistam a qualidade de órgãos oficiais dos partidos políticos regem-se por critérios de absoluta isenção e rigor, evitando qualquer discriminação entre as diferentes candidaturas, quer quanto ao tratamento jornalístico, quer quanto ao volume dos espaços concedidos. Artigo 116º (Estações de rádio e televisão)

3 Todas as estações de rádio e de televisão são obrigadas a dar igual tratamento às diversas candidaturas. Artigo 117º (Tempos de antena na rádio e televisão) 1. Durante os períodos de campanha eleitoral para as eleições legislativas e presidenciais, as estações de rádio e televisão, independentemente do seu âmbito ou da sua titularidade, facultam, gratuitamente, aos candidatos concorrente a eleições presidenciais e aos partidos políticos ou coligações concorrentes a eleições legislativas que se apresentam num minímo de cinco círculos eleitorais, os tempos de antena seguintes: a) Na rádio, num total de vinte minutos diários para cada estação situados entre as doze e as vinte e duas horas, de acordo com as exigências da restante programação; b) Na televisão, um total de vinte minutos diários por cada estação, situados entre as vinte e as vinte e duas horas, de acordo com as exigências da restante programação. 2. Dentro dos períodos indicados nas alíneas a) e b) no número 1, os tempos de antena serão emitidos, em todas as estações de rádio e em todas as estações de televisão, simultaneamente, no mesmo horário, estabelecido pela Comissão Nacional de Eleições, até o quinto dia anterior ao início da campanha eleitoral, ouvidos os concorrentes e as estações. 3. Os tempos de antena reservados à campanha eleitoral para as eleições dos deputados à Assembleia Nacional são repartidos pelos partidos políticos ou coligações de partidos concorrentes em proporção do número de candidatos por eles representados, de acordo com a fórmula TxN/C em que T designa o tempo diário disponível, C o somatório dos candidatos apresentados por todos os partidos políticos e N o número do especificamente propostos por cada partido ou coligação. 4. Os tempos de antena reservados à campanha eleitoral para as eleições do Presidente da República são repartidos igualmente por todos os candidatos. 5. A ordem de repartição dos tempos preenchidos pelos diferentes candidatos, partidos políticos ou coligações é determinada por sorteio a realizar pela Comissão Nacional de Eleições até ao quinto dia anterior ao início da campanha eleitoral, com a presença de representantes dos concorrentes, devidamente convocados para o efeito, havendo lugar a tantos sorteios quantos os dias consagrados à campanha eleitoral. 6. Os tempos da emissão que não puderem ser realizados por razões não imputáveis aos respectivos titulares, são transferidos para o dia imediato, e aí excepcionalmente adicionados ao espaço de campanha eleitoral, logo no seu início. Artigo 118º ( Compensação às estações privadas) A Comissão Nacional de Eleições estabelece, precedendo negociação, uma compensação financeira às estações privadas de rádio e televisão pelo cumprimento do disposto no artigo anterior, tendo em conta os custos suportados e os lucros cessantes. Artigo 119º (Suspensão do direito de antena) 1. O direito de antena pode ser suspenso apenas quando, em qualquer dos respectivos tempos de emissão se: a) Use expressões ou imagens que possam constituir crime de difamação ou injúria, ofensa às instituições democráticas, apelo à desordem ou à insurreição ou incitamento ao ódio, à violência ou à guerra; b) Faça publicidade comercial; c) Faça propaganda a favor de outra candidatura, com ela concorrente.

4 2. A suspensão é de entre um e cinco dias, consoante a gravidade da falta e o seu grau de frequência, e abrange o exercício do direito de antena em todas as estações de rádio e televisão, mesmo que o facto que a determinou se tenha verificado apenas numa delas. 3. A suspensão do direito de antena é independente da responsabilidade civil ou criminal. Artigo 120º (Processo de suspensão do direito de antena) A suspensão do direito de antena é requerida ao Supremo Tribunal de Justiça pelo Ministério Público, por mandatário nacional de candidaturas ou por partido político ou coligação concorrente às eleições. Artigo 121º (Decisão) 1. O mandatário da candidaura ou o órgão competente do partido político ou da coligação cujo direito de antena foi objecto de requerimento de suspensão é imediatamente notificado para contestar, querendo, no prazo de doze horas. 2. O Supremo Tribunal de Justiça requisita às estações de rádio e televisão os registos das emissões que se mostrarem necessários, os quais lhe devem ser imediatamente facultados. 3. O Supremo Tribunal decide, em plenário, no prazo de um dia a contar do termo do prazo referido no número 1, e, caso de ordenar a suspensão do direito de antena, notifica logo a decisão às estações de rádio e televisão, para o cumprimento imediato. CAPÍTULO IX SUFRÁGIO Príncipos gerais de funcionamento das assembleias de voto Artigo 206º (Proibição da presença de estranhos) 1. Somente podem entrar e permanecer no local onde estiver reunida a assembleia de voto, os seus membros, o delegado ou membros da Comissão Nacional de Eleições, os agentes dos serviços centrais de apoio ao processo eleitoral, os candidatos ou seus mandatários, um delegado de mesa e um delegado de círculo de cada uma das candidaturas concorrentes e, durante o tempo necessário ao exercício do voto, um ou mais eleitores, como organizado a mesa. 2. O presidente da mesa deve mandar sair do local onde funciona a assembleia de voto todas as demais pessoas. Artigo 207º (Órgãos de comunicação social) Excepuam-se ainda do disposto no artigo anterior os profissionais dos órgãos de comunicação social, os quais devem identificar-se perante a mesa antes de iniciarem a sua actividade, exibindo documento comprovativo da sua profissão e credencial do órgão que representam. Artigo 208º (Deveres dos órgãos de comunicação social) Os profissionais de comunicação social que, no exercício das suas funções, se desloquem às assembleias de voto têm os seguintes deveres:

5 a) Nao colher imagens, nem realizar qualquer acto que possa, de algum modo, comprometer o caractér secreto do voto; b) Não obter outros elementos de reportagem que possam violar o segredo do voto, quer no interior da assembleia, quer no exterior dela, até à distância de quinhentos metros; c) De um modo geral, não perturbar o acto eleitoral. Artigo 209º ( Difusão e publicação de notícias e reportagens) 1. As notícias, as imagens ou outros elementos de reportagem colhidos nas assembleias de voto, incluindo os resultados do apuramento parcial, só ppodem ser difundidos ou publicados após o encerramento de todas as assembleias de voto. 2. São proibidas, no dia das eleições, as notícias, imagens ou outros elementos de reportagem que possam antecipar os resultados dos apuramentos parciais, antes da conclusão das respectivas operações. 3. São também proibidas no dia das eleições, antes do encerramento de todas as assembleias de voto, as notícias, imagens ou outros elementos de reportagem susceptíveis de constituir ou ser interpretados, de forma directa ou indirecta, expressa ou subliminar, com indicação de voto. CAPÍTULO X MODOS ESPECIAIS DE VOTAÇÃO Voto antecipado Artigo 213º (A quem é facultado) 1. () 2. Podem ainda votar antecipadamente: a) () b) () c) () d) () e) Os jornalistas deslocados para concelho diferente ou para o estrangeiro em missão de serviço, comprovada mediante declaração passada pelo responsável máximo do órgão. CAPÍTULO XVI ILÍCITO ELEITORAL Ilícito Penal Sub-I Crimes relativos à campanha eleitoral Artigo 290º (Violação dos deveres de neutralidade e imparcialidade)

6 Quem, no exercício das suas funções, infringir os deveres de neutralidade ou imparcialidade a que esteja legalmente obrigado perante as diversas candidaturas, será punido com pena de prisão até dois anos. Artigo 296º (Propaganda ilegal em órgão de comunicação social) Quem violar o disposto no artigo 106º número 1 será punido com pena de prisão até um ano ou com pena de multa até dois anos. I Ilícito de mera ordenação social Sub-I Contra-ordenação relativas à campanha eleitora Artigo 324º (Publicidade comercial ilícita) Quem realizar propaganda política através de meios de publicidade comercial em violação do disposto neste Código será punido com coima de cem mil a quinhentos mil escudos. Artigo 325º (Divulgação de resultados de sondagens) As empressas de comunicação social, de publicidade ou de sondagens que divulgarem ou promoverem a divulgação de sondagens fora dos casos e dos termos constantes no presente Código, serão punidas com coima de duzentos e cinquenta mil a dois milhões e quinhentos mil escudos. Artigo 328º (Não registo de emissão correspondente ao exercício de direitos de antena) A estação de rádio ou de televisão que não registar ou não arquivar o registo de emissão correspondente ao exercício do direito de antena, será punida com coima de cinquenta mil a duzentos e cinquenta mil escudos. Artigo 329º (Não cumprimento de deveres por estação de rádio e de televisão) 1. A empresa proprietária de estação de rádio e de televisão que não der tratamento igual aos diversos partidos intervenientes na campanha eleitoral será punida com coima de duzentos e cinquenta mil a um milhão e quinhentos mil escudos. 2. A empresa proprietária de estação de rádio ou de televisão que não cumprir os deveres impostos pelo artigo 117º do presente Código será punida com coima de duzentos e cinquenta mil a um milhão e quinhentos mil escudos. TÍTULO IV DISPOSIÇÕES ESPECIAIS APLICÁVEIS À ELEIÇÃO DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

7 CAPÍTULO X CAMPANHA ELEITORAL Propaganda eleitoral Artigo 388º (Tempo de antena) Os tempos de emissão são reduzidos de um terço no decurso da campanha para o segundo sufrágio. Artigo 398º (Tempo de antena no último dia de campanha) No último dia de campanha, cada um dos candidatos tem acesso à rádio e à televisão entre as vinte e as vinte e duas horas para uma intervenção pessoal de até dez minutos, sendo a ordem de emissão sorteada em especial para este caso. TÍTULO VI DISPOSIÇÕES ESPECIAIS APLICÁVEIS À ELEIÇÃO DOS TITULARES DOS ÓRGÃOS MUNICIPAIS CAPÍTULO IX CAMPANHA ELEITORAL Propaganda eleitoral Artigo 435º (Tempo de antena) O disposto neste Código relativamente aos tempos de antena não se aplica às eleições municipais.

8

REGULAMENTO DISTRIBUIÇÃO DOS TEMPOS DE ANTENA

REGULAMENTO DISTRIBUIÇÃO DOS TEMPOS DE ANTENA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE COMISSÃO NACIONAL DE ELEIÇÕES REGULAMENTO DE DISTRIBUIÇÃO DOS TEMPOS DE ANTENA Maputo, Julho de 2014 REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE COMISSÃO NACIONAL DE ELEIÇÕES Deliberação n.º 60/CNE/2014

Leia mais

NOTA INFORMATIVA EMISSÃO DE TEMPOS DE ANTENA - AL2017

NOTA INFORMATIVA EMISSÃO DE TEMPOS DE ANTENA - AL2017 NOTA INFORMATIVA EMISSÃO DE TEMPOS DE ANTENA - AL2017 Nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 58.º da Lei Orgânica n.º 1/2001, de 14 de agosto, com a redação dada pela Lei Orgânica n.º 2/2017, de 2 de

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 530/XII/3 (PSD, CDS-PP) - «LEI QUE DEFINE OS PRINCÍPIOS QUE REGEM A COBERTURA JORNALÍSTICA DAS ELEIÇÕES E DOS REFERENDOS NACIONAIS»

PROJETO DE LEI N.º 530/XII/3 (PSD, CDS-PP) - «LEI QUE DEFINE OS PRINCÍPIOS QUE REGEM A COBERTURA JORNALÍSTICA DAS ELEIÇÕES E DOS REFERENDOS NACIONAIS» PROJETO DE LEI N.º 530/XII/3 (PSD, CDS-PP) - «LEI QUE DEFINE OS PRINCÍPIOS QUE REGEM A COBERTURA JORNALÍSTICA DAS ELEIÇÕES E DOS REFERENDOS NACIONAIS» PROPOSTA DE SUBSTITUIÇÃO REGIME JURÍDICO DA COBERTURA

Leia mais

A propaganda eleitoral no rádio e na televisão restringe-se ao horário gratuito definido na Lei 9.504/97, vedada a veiculação de propaganda paga.

A propaganda eleitoral no rádio e na televisão restringe-se ao horário gratuito definido na Lei 9.504/97, vedada a veiculação de propaganda paga. A propaganda eleitoral no rádio e na televisão restringe-se ao horário gratuito definido na Lei 9.504/97, vedada a veiculação de propaganda paga. Ocorrerá a veiculação apenas nos Municípios em que houver

Leia mais

Propostas de alteração do PCP (artigos 4.º e 6.º) ( )

Propostas de alteração do PCP (artigos 4.º e 6.º) ( ) D e CDS-PP do Projeto de do D e CDS/PP ESTABELECE O REGIME JURÍDICO DA COBERTURA JORNALÍSTICA EM PERÍODO ELEITORAL E REGULA A PROPAGANDA ELEITORAL ATRAVÉS DE MEIOS DE LEI QUE DEFINE OS PRINCÍPIOS QUE REGEM

Leia mais

ELEIÇÕES LEGISLATIVAS DE 5 DE OUTUBRO DE Mapa Calendário a que se refere o Art.º 6º da Lei n.º 71/78 de 27 de Dezembro

ELEIÇÕES LEGISLATIVAS DE 5 DE OUTUBRO DE Mapa Calendário a que se refere o Art.º 6º da Lei n.º 71/78 de 27 de Dezembro ELEIÇÕES LEGISLATIVAS DE 5 DE OUTUBRO DE 1980 Mapa Calendário a que se refere o Art.º 6º da Lei n.º 71/78 de 27 de Dezembro Quadro Cronológico das Operações Eleitorais Lei 14/79, de 16 de Maio 1 O Presidente

Leia mais

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL AÇORES MAPA CALENDÁRIO

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL AÇORES MAPA CALENDÁRIO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL AÇORES MAPA CALENDÁRIO (Artº 6º da Lei nº 71/78, de 27 de Dezembro) Quadro cronológico das operações eleitorais (Decreto-Lei 267/80, de 8 de Agosto, e diplomas complementares

Leia mais

Eleição para o Parlamento Europeu 18 de Junho de 1989

Eleição para o Parlamento Europeu 18 de Junho de 1989 COMISSÃO NACIONAL DE ELEIÇÕES (Lei n. 71/78, de 27 de Dezembro) Eleição para o Parlamento Europeu 18 de Junho de 1989 Mapa-Calendário a que se refere o Artº 6º da Lei nº 71/78, de 27 de Dezembro Quadro

Leia mais

ELEIÇÕES LEGISLATIVAS 10 de Outubro de MAPA-CALENDÁRIO a que se refere o artº 6º da Lei nº 71/78 de 27 de Dezembro

ELEIÇÕES LEGISLATIVAS 10 de Outubro de MAPA-CALENDÁRIO a que se refere o artº 6º da Lei nº 71/78 de 27 de Dezembro ELEIÇÕES LEGISLATIVAS 10 de Outubro de 1999 MAPA-CALENDÁRIO a que se refere o artº 6º da Lei nº 71/78 de 27 de Dezembro QUADRO CRONOLÓGICO DAS OPERAÇÕES ELEITORAIS Lei 14/79, de 16 de Maio - alterada pelas

Leia mais

Direito de Antena DIREITO DE ANTENA NA ELEIÇÃO DOS ÓRGÃOS DAS AUTARQUIAS LOCAIS

Direito de Antena DIREITO DE ANTENA NA ELEIÇÃO DOS ÓRGÃOS DAS AUTARQUIAS LOCAIS DIREITO DE ANTENA NA ELEIÇÃO DOS ÓRGÃOS DAS AUTARQUIAS LOCAIS As competências normalmente atribuídas à Comissão Nacional de Eleições em matéria de direito de antena eleitoral, estabelecidas nas restantes

Leia mais

Tempos de emissão. Deveres das rádios. Suspensão do direito de antena

Tempos de emissão. Deveres das rádios. Suspensão do direito de antena DIREITO DE ANTENA NA ELEIÇÃO DOS ÓRGÃOS DAS AUTARQUIAS LOCAIS As competências normalmente atribuídas à Comissão Nacional de Eleições em matéria de direito de antena eleitoral, estabelecidas nas restantes

Leia mais

Deliberação (Ata n.º 156/XIV)

Deliberação (Ata n.º 156/XIV) Deliberação (Ata n.º 156/XIV) Participação do PPD/PSD contra o PND relativa a propaganda Lisboa 24 de junho Reunião n.º 156/XIV, de 24.06.2014 Assunto: Participação do PPD/PSD contra o PND relativa a propaganda

Leia mais

NORMAS TÉCNICAS - EMISSÃO TEMPOS DE ANTENA - AL2013

NORMAS TÉCNICAS - EMISSÃO TEMPOS DE ANTENA - AL2013 NORMAS TÉCNICAS - EMISSÃO TEMPOS DE ANTENA - AL2013 Nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 58.º da Lei Orgânica n.º 1/2001, de 14 de agosto, com a redação dada pela Lei n.º 1/2011, de 30 de novembro,

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA 7.ª revisão 2005 (excertos) Princípios fundamentais. ARTIGO 10.º (Sufrágio universal e partidos políticos)

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA 7.ª revisão 2005 (excertos) Princípios fundamentais. ARTIGO 10.º (Sufrágio universal e partidos políticos) CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA 7.ª revisão 2005 (excertos) Princípios fundamentais ARTIGO 10.º (Sufrágio universal e partidos políticos) 1. O povo exerce o poder político através do sufrágio universal,

Leia mais

República de Moçambique

República de Moçambique República de Moçambique CÓDIGO DE CONDUTA DOS CANDIDATOS, PARTIDOS POLÍTICOS, COLIGAÇÕES DE PARTIDOS E GRUPOS DE CIDADÃOS ELEITORES PROPONENTES, CONCORRENTES ÀS ELEIÇÕES Ficha Técnica Propriedade: STAE

Leia mais

REGULAMENTO SOBRE O SORTEIO DE DISTRIBUIÇÃO. Artigo 1.º (Objecto) TEMPOS DE ANTENA NA RÁDIO E NA TELEVISÃO

REGULAMENTO SOBRE O SORTEIO DE DISTRIBUIÇÃO. Artigo 1.º (Objecto) TEMPOS DE ANTENA NA RÁDIO E NA TELEVISÃO TEMPOS DE ANTENA NA RÁDIO E NA TELEVISÃO Considerando que as candidaturas às eleições gerais têm direito à utilização do serviço público de radiodifusão e televisão, durante o período oficial da campanha

Leia mais

Regulamento n.º /2012. de de

Regulamento n.º /2012. de de Regulamento n.º /2012 de de Considerando que as candidaturas às eleições gerais têm direito à utilização do serviço público de radiodifusão e televisão, durante o período oficial da campanha eleitoral;

Leia mais

Regulamento para a eleição dos Diretores de Departamento da Escola de Ciências da Vida e do Ambiente -ECVA-

Regulamento para a eleição dos Diretores de Departamento da Escola de Ciências da Vida e do Ambiente -ECVA- Regulamento para a eleição dos Diretores de Departamento da Escola de Ciências da Vida e do Ambiente -ECVA- Capítulo I Âmbito de aplicação e Princípios Artigo 1.º Âmbito de aplicação 1. O presente regulamento

Leia mais

QUADRO CRONOLÓGICO DAS OPERAÇÕES ELEITORAIS PARA A ELEIÇÃO DAS AUTARQUIAS LOCAIS DE 12 DE DEZEMBRO DE Até

QUADRO CRONOLÓGICO DAS OPERAÇÕES ELEITORAIS PARA A ELEIÇÃO DAS AUTARQUIAS LOCAIS DE 12 DE DEZEMBRO DE Até QUADRO CRONOLÓGICO DAS OPERAÇÕES ELEITORAIS PARA A ELEIÇÃO DAS AUTARQUIAS LOCAIS DE 12 DE DEZEMBRO DE 1976 DECRETO-LEI N.º 701-B/76, DE 29 de SETEMBRO Alterações: Decretos-lei n.ºs 757/76, 21 Outubro e

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE COMISSÃO NACIONAL DE ELEIÇÕES

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE COMISSÃO NACIONAL DE ELEIÇÕES REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE COMISSÃO NACIONAL DE ELEIÇÕES CÓDIGO DE CONDUTA DOS CANDIDATOS, PARTIDOS POLÍTICOS, COLIGAÇÕES DE PARTIDOS E GRUPOS DE CIDADÃOS ELEITORES PROPONENTES, CONCORRENTES ÀS ELEIÇÕES Maputo,

Leia mais

AS RECEITAS E DESPESAS DA CAMPANHA ELEITORAL

AS RECEITAS E DESPESAS DA CAMPANHA ELEITORAL AS RECEITAS E DESPESAS DA CAMPANHA ELEITORAL Manual de Candidatura Eleições Autárquicas 2001 REGRAS A RETER Os partidos, coligações e grupos de cidadãos eleitores devem : abrir conta bancária afecta à

Leia mais

ORGANIZAÇÃO, FUNCIONAMENTO E PROCESSO DO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL Lei n.o 28/82, (*) de 15 de Novembro (Excertos)

ORGANIZAÇÃO, FUNCIONAMENTO E PROCESSO DO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL Lei n.o 28/82, (*) de 15 de Novembro (Excertos) ORGANIZAÇÃO, FUNCIONAMENTO E PROCESSO DO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL Lei n.o 28/82, (*) de 15 de Novembro (Excertos) A Assembleia da República decreta, nos termos do artigo 244.o da Lei Constitucional n.o

Leia mais

RELATÓRIO SÍNTESE ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS DE SETEMBRO E 1 DE OUTUBRO DE 2017

RELATÓRIO SÍNTESE ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS DE SETEMBRO E 1 DE OUTUBRO DE 2017 RELATÓRIO SÍNTESE ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS 2017 30 DE SETEMBRO E 1 DE OUTUBRO DE 2017 1464 PEDIDOS DE INFORMAÇÃO E PARTICIPAÇÕES 1 (765 POR ESCRITO / 699 POR TELEFONE) 1 Os dados disponíveis indicam 1196 na

Leia mais

(Aprovado na Assembleia Geral da CIP Confederação Empresarial de Portugal realizada em 26 de Outubro de 2010)

(Aprovado na Assembleia Geral da CIP Confederação Empresarial de Portugal realizada em 26 de Outubro de 2010) REGULAMENTO ELEITORAL 11 (Aprovado na Assembleia Geral da CIP Confederação Empresarial de Portugal realizada em 26 de Outubro de 2010) ARTIGO 1º (ÂMBITO) 1. O presente regulamento estabelece as normas

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 266/IX ALTERA A LEI DE FINANCIAMENTO DOS PARTIDOS POLÍTICOS E DAS CAMPANHAS ELEITORAIS. Exposição de motivos

PROJECTO DE LEI N.º 266/IX ALTERA A LEI DE FINANCIAMENTO DOS PARTIDOS POLÍTICOS E DAS CAMPANHAS ELEITORAIS. Exposição de motivos PROJECTO DE LEI N.º 266/IX ALTERA A LEI DE FINANCIAMENTO DOS PARTIDOS POLÍTICOS E DAS CAMPANHAS ELEITORAIS Exposição de motivos De acordo com a Recomendação 1516 (2001), do Conselho da Europa, sobre o

Leia mais

Medidas de Protecção de Menores no Caso de Recrutamento para Profissões ou Exercício de Funções que Envolvam Contacto com Crianças

Medidas de Protecção de Menores no Caso de Recrutamento para Profissões ou Exercício de Funções que Envolvam Contacto com Crianças CÓDIGOS ELECTRÓNICOS DATAJURIS DATAJURIS é uma marca registada no INPI sob o nº 350529 Medidas de Protecção de Menores no Caso de Recrutamento para Profissões ou Exercício de Funções que Envolvam Contacto

Leia mais

Gabinete Jurídico. Ponto: Parecer n.º : I-CNE/2017/130 Data: Data:

Gabinete Jurídico. Ponto: Parecer n.º : I-CNE/2017/130 Data: Data: Gabinete Jurídico Parecer n.º : I-CNE/2017/130 Data: 03-07-2017 Ponto: 2.10 Reunião nº: 69/XV/CNE Data: 04.07.2017 Proc. n.º : AL.P-PP/2017/61 Assunto: Participação de cidadã contra a Câmara Municipal

Leia mais

COMISSÃO NACIONAL DE ELEIÇÕES ATA N. 225/XIV

COMISSÃO NACIONAL DE ELEIÇÕES ATA N. 225/XIV ATA N. 225/XIV Teve lugar no dia quatro de outubro de dois mil e quinze, a reunião número duzentos e vinte e cinco da Comissão Nacional de Eleições, na sala de reuniões sita na Av. D. Carlos I, n. 128

Leia mais

DL 495/ Dez-30 CIRC - Sociedades Gestoras de Participações Sociais (SGPS) - HOLDINGS

DL 495/ Dez-30 CIRC - Sociedades Gestoras de Participações Sociais (SGPS) - HOLDINGS DL 495/88 1988-Dez-30 CIRC - Sociedades Gestoras de Participações Sociais (SGPS) - HOLDINGS SOCIEDADES HOLDING Artigo 1º (sociedades gestoras de participações sociais) 1 As sociedades gestoras de participações

Leia mais

Deliberação Proc. n.º 346/AL-2013 (Ata n.º 122/XIV)

Deliberação Proc. n.º 346/AL-2013 (Ata n.º 122/XIV) Deliberação Proc. n.º 346/AL-2013 (Ata n.º 122/XIV) Participação do PS contra o jornal "O Povo Famalicense" por publicação de sondagem encomendada pela Coligação PPD/PSD.CDS-PP Lisboa 12 de novembro de

Leia mais

CALENDÁRIO DA ELEIÇÃO SUPLEMENTAR PARA PREFEITO E VICE-PREFEITO DE MIRASSOL D OESTE - ANEXO DA RESOLUÇÃO nº 2076/2017 NOVEMBRO 2016

CALENDÁRIO DA ELEIÇÃO SUPLEMENTAR PARA PREFEITO E VICE-PREFEITO DE MIRASSOL D OESTE - ANEXO DA RESOLUÇÃO nº 2076/2017 NOVEMBRO 2016 CALENDÁRIO DA ELEIÇÃO SUPLEMENTAR PARA PREFEITO E VICE-PREFEITO DE MIRASSOL D OESTE - ANEXO DA RESOLUÇÃO nº 2076/2017 NOVEMBRO 2016 19 novembro sábado (1 ano antes) 1. Data limite para todos os partidos

Leia mais

(a que se refere o nº 2 do Art. 19 dos Estatutos)

(a que se refere o nº 2 do Art. 19 dos Estatutos) REGULAMENTO ELEITORAL (a que se refere o nº 2 do Art. 19 dos Estatutos) ARTIGO 1 (ÂMBITO) 1. O presente regulamento estabelece as normas a que deve obedecer o processo respeitante às eleições para a Mesa

Leia mais

Lei n.º 113/2009, de 17/9 1

Lei n.º 113/2009, de 17/9 1 (Não dispensa a consulta do Diário da República) Lei n.º 113/2009, de 17/9 1 Estabelece medidas de proteção de menores, em cumprimento do artigo 5.º da Convenção do Conselho da Europa contra a Exploração

Leia mais

Regulamento Eleitoral para o Conselho de Gestão da Escola de Engenharia

Regulamento Eleitoral para o Conselho de Gestão da Escola de Engenharia Regulamento Eleitoral para o Conselho de Gestão da Escola de Engenharia Universidade do Minho, julho 2016 Universidade do Minho Regulamento Eleitoral para o Conselho de Gestão da Escola de Engenharia O

Leia mais

DECRETO N.º 378/X. Artigo 1.º Objecto

DECRETO N.º 378/X. Artigo 1.º Objecto DECRETO N.º 378/X Estabelece medidas de protecção de menores, em cumprimento do artigo 5.º da Convenção do Conselho da Europa contra a exploração sexual e o abuso sexual de crianças e procede à segunda

Leia mais

Lei Orgânica n.º 2/2005 de 10 de Janeiro. Lei de organização e funcionamento da Entidade das Contas e Financiamentos Políticos

Lei Orgânica n.º 2/2005 de 10 de Janeiro. Lei de organização e funcionamento da Entidade das Contas e Financiamentos Políticos Lei Orgânica n.º 2/2005 de 10 de Janeiro Lei de organização e funcionamento da Entidade das Contas e Financiamentos Políticos A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º

Leia mais

IIª ASSEMBLEIA DA CONFERÊNCIA DAS JURISDIÇÕES CONSTITUCIONAIS DOS PAISES DA LINGUA OFICIAL PORTUGUESA CJCPLP

IIª ASSEMBLEIA DA CONFERÊNCIA DAS JURISDIÇÕES CONSTITUCIONAIS DOS PAISES DA LINGUA OFICIAL PORTUGUESA CJCPLP Espécies de eleições políticas previstas na Constituição do país do órgão de jurisdição constitucional. I- Em São Tomé e Príncipe está previsto na Constituição a Eleição. (1) - Eleição do Chefe do Estado,

Leia mais

PROPOSTA REGULAMENTO ELEITORAL DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE XADREZ

PROPOSTA REGULAMENTO ELEITORAL DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE XADREZ PROPOSTA DE ASSOCIAÇÃO DISTRITAL DE XADREZ DE BEJA REGULAMENTO ELEITORAL DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE XADREZ Artigo 1º Ano das Eleições 1. As Eleições para a Assembleia Geral e Órgãos Sociais da Federação

Leia mais

Glossário. Apuramento de votos é a contabilização dos votos feita na mesa da assembleia de voto.

Glossário. Apuramento de votos é a contabilização dos votos feita na mesa da assembleia de voto. ANEXO Glossário Para efeitos da presente Lei, entende-se por: A Abertura da assembleia de voto é o procedimento através do qual o presidente da mesa de assembleia de voto, em cumprimento das directivas

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS e MODELOS EXEMPLIFICATIVOS. Com base no texto da nova lei eleitoral aprovada pela Lei Orgânica nº 1/2001, de 14 de Agosto.

NOTAS EXPLICATIVAS e MODELOS EXEMPLIFICATIVOS. Com base no texto da nova lei eleitoral aprovada pela Lei Orgânica nº 1/2001, de 14 de Agosto. PROCESSO DE CANDIDATURA DE GRUPOS DE CIDADÃOS INDEPENDENTES NOTAS EXPLICATIVAS e MODELOS EXEMPLIFICATIVOS Com base no texto da nova lei eleitoral aprovada pela Lei Orgânica nº 1/2001, de 14 de Agosto.

Leia mais

CENTRO DE ESCRUTÍNIOS

CENTRO DE ESCRUTÍNIOS CENTRO DE ESCRUTÍNIOS Considerando que a Lei n.º 36/11, de 21 de Dezembro, Lei Orgânica sobre as Eleições Gerais, e a Lei n.º 12/12, de 13 de Abril, Lei Orgânica sobre a Organização e Funcionamento da

Leia mais

Projecto de Regulamento para a Eleição dos Estudantes das Comissões de Curso da Universidade de Aveiro

Projecto de Regulamento para a Eleição dos Estudantes das Comissões de Curso da Universidade de Aveiro Projecto de Regulamento para a Eleição dos Estudantes das Comissões de Curso da Universidade de Aveiro O Regulamento Geral de Estudos da Universidade de Aveiro, aprovado em, publicado no Diário da República

Leia mais

Gabinete de Auditoria e Qualidade APROVADO PELA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE SINTRA EM 8 DE FEVEREIRO DE 2008

Gabinete de Auditoria e Qualidade APROVADO PELA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE SINTRA EM 8 DE FEVEREIRO DE 2008 REGULAMENTO MUNICIPAL PARA O LICENCIAMENTO DAS ACTIVIDADES DE VENDA AMBULANTE DE LOTARIAS, DE VENDA DE BILHETES PARA ESPECTÁCULOS OU DIVERTIMENTOS PÚBLICOS EM AGÊNCIAS OU POSTOS DE VENDA E DE REALIZAÇÃO

Leia mais

Aprovado por Deliberação n.º /2010 ANTEPROJECTO DE LEI SOBRE OS ACTOS PRÓPRIOS DOS ADVOGADOS E SOLICITADORES ASSEMBLEIA NACIONAL. Lei n.

Aprovado por Deliberação n.º /2010 ANTEPROJECTO DE LEI SOBRE OS ACTOS PRÓPRIOS DOS ADVOGADOS E SOLICITADORES ASSEMBLEIA NACIONAL. Lei n. Aprovado por Deliberação n.º /2010 ANTEPROJECTO DE LEI SOBRE OS ACTOS PRÓPRIOS DOS ADVOGADOS E SOLICITADORES ASSEMBLEIA NACIONAL Lei n.º /2010, de de Na sequência da aprovação e entrada em vigor da Lei

Leia mais

REGULAMENTO DE AQUISIÇÃO, RENOVAÇÃO, SUSPENSÃO E CASSAÇÃO DA CARTEIRA PROFISSIONAL DE JORNALISTA

REGULAMENTO DE AQUISIÇÃO, RENOVAÇÃO, SUSPENSÃO E CASSAÇÃO DA CARTEIRA PROFISSIONAL DE JORNALISTA REGULAMENTO DE AQUISIÇÃO, RENOVAÇÃO, SUSPENSÃO E CASSAÇÃO DA CARTEIRA PROFISSIONAL DE JORNALISTA Aprovado pelo Decreto-Regulamentar nº 11/2004, de 20 de Dezembro Publicado no Boletim Oficial nº 37, I Série

Leia mais

Associação dos Antigos Alunos da Faculdade de Medicina de Lisboa. Regulamento Eleitoral CAPÍTULO I

Associação dos Antigos Alunos da Faculdade de Medicina de Lisboa. Regulamento Eleitoral CAPÍTULO I Associação dos Antigos Alunos da Faculdade de Medicina de Lisboa Regulamento Eleitoral CAPÍTULO I Princípios Gerais Artigo 1º Objeto O presente regulamento estabelece os princípios, as regras e os procedimentos

Leia mais

Guia rápido de permissões e proibições pertinentes à propaganda eleitoral

Guia rápido de permissões e proibições pertinentes à propaganda eleitoral Secretaria Judiciária Coordenadoria de Gestão da Informação Guia rápido de permissões e proibições pertinentes à propaganda eleitoral Tipo Regra Referência legislativa Sancionamento em caso de violação

Leia mais

COMISSÃO NACIONAL DE ELEIÇÕES Deliberação Nº70/Autárquicas/2016

COMISSÃO NACIONAL DE ELEIÇÕES Deliberação Nº70/Autárquicas/2016 COMISSÃO NACIONAL DE ELEIÇÕES Deliberação Nº70/Autárquicas/2016 A CNE, ao abrigo do disposto no art.º 19º nº 1 e 2 do CE, elaborou e aprovou o presente calendário eleitoral referente à Eleição Geral dos

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL. Nossa Senhora do Rosário

REGULAMENTO ELEITORAL. Nossa Senhora do Rosário REGULAMENTO ELEITORAL APROSÁRIO Associação de Pais e Encarregados de Educação do Colégio de Nossa Senhora do Rosário Capítulo I - Disposições gerais Artigo 1º - Âmbito O presente regulamento contém as

Leia mais

Poder Judiciário Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina 103ª Zona Eleitoral - Balneário Camboriú

Poder Judiciário Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina 103ª Zona Eleitoral - Balneário Camboriú 1 REPRESENTAÇÃO Nº 462-05.2016.6.24.0103 COLIGAÇÃO MAIS E MELHOR PARA VOCÊ: PSDB, DEM, PV, PRP, SD, PT do B, PTB interpôs REPRESENTAÇÃO ELEITORAL em face de ANTONIEL SILVA TONY, candidato a vereador para

Leia mais

ESTABELECE O REGIME JURÍDICO DE INCOMPATIBILIDADES E IMPEDIMENTOS DOS TITULARES DE CARGOS POLÍTICOS E ALTOS CARGOS PÚBLICOS

ESTABELECE O REGIME JURÍDICO DE INCOMPATIBILIDADES E IMPEDIMENTOS DOS TITULARES DE CARGOS POLÍTICOS E ALTOS CARGOS PÚBLICOS ESTABELECE O REGIME JURÍDICO DE INCOMPATIBILIDADES E IMPEDIMENTOS DOS TITULARES DE CARGOS POLÍTICOS E ALTOS CARGOS PÚBLICOS Com as alterações introduzidas pelas Leis n. os 39-B/94, de 27 de Dezembro; 28/95,

Leia mais

Tempos de Antena. Regime Jurídico do Referendo Local Lei Orgânica n.º 4/2000, de 24 de agosto. Pág. 1 de 6

Tempos de Antena. Regime Jurídico do Referendo Local Lei Orgânica n.º 4/2000, de 24 de agosto. Pág. 1 de 6 R e f e r e n d o L o c a l d e 1 6 d e s e t e m b r o d e 2 0 1 2 F r e g u e s i a d e M i l h e i r ó s d e P o i a r e s Tempos de Antena Regime Jurídico do Referendo Local Lei Orgânica n.º 4/2000,

Leia mais

Mapa Calendário das Operações Eleitorais Eleição do Presidente da República - 23 de Janeiro de 2011

Mapa Calendário das Operações Eleitorais Eleição do Presidente da República - 23 de Janeiro de 2011 Legislação aplicável: - Lei Eleitoral do Presidente da República - Decreto-Lei nº 319-A/76, de 3 de Maio, com as alterações introduzidas pelos seguintes diplomas legais: Decretos-Lei nºs 377-A/76, de 19

Leia mais

Associação de Futebol de Lisboa INSTITUIÇÃO DE UTILIDADE PÚBLICA

Associação de Futebol de Lisboa INSTITUIÇÃO DE UTILIDADE PÚBLICA Associação de Futebol de Lisboa INSTITUIÇÃO DE UTILIDADE PÚBLICA ADAPTAÇÕES AO REGULAMENTO DISCIPLINAR DA F.P.F. (Aprovadas de acordo com o Artº. 184º. do R.D.) Artigo 10º (Homologação táctica de resultados)

Leia mais

2. DESIGNAÇÃO DOS MEMBROS DE MESA

2. DESIGNAÇÃO DOS MEMBROS DE MESA 2. DESIGNAÇÃO DOS MEMBROS DE MESA 2.1. Composição da mesa de voto À mesa das assembleias de voto compete promover e dirigir as operações eleitorais. (artigo 73.º, n.º 1, da LEOAL) Em cada assembleia de

Leia mais

DAS ELEIÇÕES. SISTEMA ELEITORAL (arts. 82 a 86; 105 a 113 do CE)

DAS ELEIÇÕES. SISTEMA ELEITORAL (arts. 82 a 86; 105 a 113 do CE) SISTEMA ELEITORAL (arts. 82 a 86; 105 a 113 do CE) - Conjunto de normas que rege e organiza as eleições. - Processo eleitoral: do alistamento até a diplomação. Eleições: I. Princípio Majoritário Para os

Leia mais

Regimento do Conselho Geral do Fórum Académico para a Informação e Representação Externa

Regimento do Conselho Geral do Fórum Académico para a Informação e Representação Externa Regimento do Conselho Geral do Fórum Académico para a Informação e Representação Externa CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Natureza O Conselho Geral é o órgão deliberativo intermédio do Fórum Académico

Leia mais

REGULAMENTO PARA A ELEIÇÃO DO DIRETOR DA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA

REGULAMENTO PARA A ELEIÇÃO DO DIRETOR DA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA REGULAMENTO PARA A ELEIÇÃO DO DIRETOR DA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA Considerando que compete ao conselho de representantes das unidades orgânicas de ensino

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL MANDATO

REGULAMENTO ELEITORAL MANDATO REGULAMENTO ELEITORAL MANDATO 2008/2010 Apreciado na 33.ª reunião plenária do CDN, em 20 de Março de 2007 e pelo Conselho Nacional de Delegados no dia 31 de Março de 2007. Aprovado em reunião plenária

Leia mais

SUBVENÇÃO MENSAL VITALÍCIA DOS EX-TITULARES DE DIVERSOS CARGOS POLÍTICOS (LEI N.º 4/85, DE 9 DE ABRIL)

SUBVENÇÃO MENSAL VITALÍCIA DOS EX-TITULARES DE DIVERSOS CARGOS POLÍTICOS (LEI N.º 4/85, DE 9 DE ABRIL) SUBVENÇÃO MENSAL VITALÍCIA DOS EX-TITULARES DE DIVERSOS CARGOS POLÍTICOS (LEI N.º 4/85, DE 9 DE ABRIL) Atualizado pela última vez em 10 de outubro de 2005 Lei n.º 4/85, de 9 de abril * A Assembleia da

Leia mais

2. O participante enviou, em anexo à participação, os três boletins a que se refere, que constam em anexo à presente informação. (doc. n.

2. O participante enviou, em anexo à participação, os três boletins a que se refere, que constam em anexo à presente informação. (doc. n. Gabinete Jurídico Parecer n.º : I-CNE/2017/311 Data: 28-08-2017 Ponto : 2.39 Reunião nº: 86/CNE/XV Data: 29-08-2017 Proc. n.º : AL.P-PP/2017/239 Assunto: Participação do PAN Cascais contra a Câmara Municipal

Leia mais

Código de Processo Penal Disposições relevantes em matéria de Comunicação Social

Código de Processo Penal Disposições relevantes em matéria de Comunicação Social Código de Processo Penal Disposições relevantes em matéria de Comunicação Social Artigo 86. o Publicidade do processo e segredo de justiça 1. O processo penal é, sob pena de nulidade, público a partir

Leia mais

IMOBILIÁRIA CONSTRUTORA GRÃO-PARÁ, S.A. Sociedade Aberta Lisboa. Capital social: Euro

IMOBILIÁRIA CONSTRUTORA GRÃO-PARÁ, S.A. Sociedade Aberta Lisboa. Capital social: Euro IMOBILIÁRIA CONSTRUTORA GRÃO-PARÁ, S.A. Sociedade Aberta Sede: Edifício Espaço Chiado, Rua da Misericórdia, 12 a 20, 5º andar, Escritório n.º 19 1200-273 Lisboa Capital social: Euro 12.500.000 Matriculada

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL DA PIN-ANDEE

REGULAMENTO ELEITORAL DA PIN-ANDEE REGULAMENTO ELEITORAL DA PIN-ANDEE PRÓ-INCLUSÃO - ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE DOCENTE DE EDUCAÇÃO ESPECIAL Artigo 1.º (Objeto) O presente regulamento tem por objeto as normas que regem o processo eleitoral

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL

REGULAMENTO ELEITORAL ENA - AGÊNCIA DE ENERGIA E AMBIENTE DA ARRÁBIDA REGULAMENTO ELEITORAL --------- --------- CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO E FUNCIONAMENTO DA ASSEMBLEIA ELEITORAL Artº 1º Constituição da Assembleia Eleitoral A

Leia mais

CONSULTAS DIRECTAS AOS CIDADÃOS ELEITORES A NÍVEL LOCAL Lei 49/90-24 Agosto Texto integral

CONSULTAS DIRECTAS AOS CIDADÃOS ELEITORES A NÍVEL LOCAL Lei 49/90-24 Agosto Texto integral CONSULTAS DIRECTAS AOS CIDADÃOS ELEITORES A NÍVEL LOCAL Lei 49/90-24 Agosto Texto integral A Assembleia da República decreta, nos termos dos artigos 164º, alínea d), 167º, alínea o), e 169º, nº 3, da Constituição,

Leia mais

FINANCIAMENTO DOS PARTIDOS POLITICOS E DAS CAMPANHAS ELEITORAIS Lei n.º 19/2003, de 20 de Junho (*)

FINANCIAMENTO DOS PARTIDOS POLITICOS E DAS CAMPANHAS ELEITORAIS Lei n.º 19/2003, de 20 de Junho (*) FINANCIAMENTO DOS PARTIDOS POLITICOS E DAS CAMPANHAS ELEITORAIS Lei n.º 19/2003, de 20 de Junho (*) A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, para valer

Leia mais

Lei n.º 19/2003 de 20 de Junho. Texto integral. Financiamento dos partidos políticos e das campanhas eleitorais

Lei n.º 19/2003 de 20 de Junho. Texto integral. Financiamento dos partidos políticos e das campanhas eleitorais Lei n.º 19/2003 de 20 de Junho Texto integral Financiamento dos partidos políticos e das campanhas eleitorais Com a alteração introduzida pelo DL nº 287/2003, 12 de Novembro. A Assembleia da República

Leia mais

LITHO FORMAS, S.A. Contrato de Sociedade. CAPÍTULO I Denominação social, forma e duração

LITHO FORMAS, S.A. Contrato de Sociedade. CAPÍTULO I Denominação social, forma e duração LITHO FORMAS, S.A. Contrato de Sociedade CAPÍTULO I Denominação social, forma e duração Artigo 1º 1. A sociedade tem a denominação de Litho Formas, S.A., e teve o seu início em 5 de Dezembro de 1966. 2.

Leia mais

REGULAMENTO PARA A ELEIÇÃO DO DIRETOR Artigo 1º Objeto

REGULAMENTO PARA A ELEIÇÃO DO DIRETOR Artigo 1º Objeto REGULAMENTO PARA A ELEIÇÃO DO DIRETOR 2017 Artigo 1º Objeto O presente regulamento estabelece as condições de acesso e normas do concurso para eleição do Diretor do Agrupamento de Escolas Águeda Sul, tendo

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL PARA REALIZAÇÃO DE LEILÕES

REGULAMENTO MUNICIPAL PARA REALIZAÇÃO DE LEILÕES REGULAMENTO MUNICIPAL PARA REALIZAÇÃO DE LEILÕES (Aprovado na 24ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal realizada em 16 de Dezembro de 2003, na 2ª Reunião da 5ª Sessão Ordinária de Assembleia Municipal,

Leia mais

REGULAMENTO ELEIÇÃO DO REPRESENTANTE DOS TRABALHADORES NO CONSELHO DE AUDITORIA

REGULAMENTO ELEIÇÃO DO REPRESENTANTE DOS TRABALHADORES NO CONSELHO DE AUDITORIA Área Proponente GGV REGULAMENTO ELEIÇÃO DO REPRESENTANTE DOS TRABALHADORES NO CONSELHO DE AUDITORIA Data de Emissão 02-08-2013 Regulamento Eleitoral Artigo 1.º (Direito de voto) Compete aos trabalhadores

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL ELABORADO NOS TERMOS DO ARTIGO 50.º DOS ESTATUTOS. Artigo 1.º (Âmbito)

REGULAMENTO ELEITORAL ELABORADO NOS TERMOS DO ARTIGO 50.º DOS ESTATUTOS. Artigo 1.º (Âmbito) REGULAMENTO ELEITORAL ELABORADO NOS TERMOS DO ARTIGO 50.º DOS ESTATUTOS Artigo 1.º (Âmbito) O presente regulamento contém as normas a que se devem submeter as eleições para os órgãos sociais do Futebol

Leia mais

REGULAMENTO RESPEITANTE AO FUNCIONAMENTO DA EXPOSIÇÃO DE VELHARIAS E ANTIGUIDADES DE BRAGA. Artigo 1º. Lei Habilitante

REGULAMENTO RESPEITANTE AO FUNCIONAMENTO DA EXPOSIÇÃO DE VELHARIAS E ANTIGUIDADES DE BRAGA. Artigo 1º. Lei Habilitante REGULAMENTO RESPEITANTE AO FUNCIONAMENTO DA EXPOSIÇÃO DE VELHARIAS E ANTIGUIDADES DE BRAGA Artigo 1º Lei Habilitante O presente Regulamento é elaborado ao abrigo do disposto na alínea a) do n. 0 2 do art.

Leia mais

PELA LIBERDADE DE INFORMAÇÃO. Cobertura jornalística das campanhas eleitorais

PELA LIBERDADE DE INFORMAÇÃO. Cobertura jornalística das campanhas eleitorais PELA LIBERDADE DE INFORMAÇÃO Cobertura jornalística das campanhas eleitorais I. Enquadramento A liberdade de expressão integra o direito fundamental dos cidadãos a uma informação livre e pluralista, essencial

Leia mais

PROJECTO LEI N.º 320/X. Combate à corrupção e defesa da verdade desportiva

PROJECTO LEI N.º 320/X. Combate à corrupção e defesa da verdade desportiva PROJECTO LEI N.º 320/X Combate à corrupção e defesa da verdade desportiva O fenómeno desportivo granjeia hoje na sociedade portuguesa um indiscutível lugar de destaque e concita sobre si o interesse e

Leia mais

Eleição para os órgãos colegiais de governo da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (Ato eleitoral em 30 de Outubro de 2013)

Eleição para os órgãos colegiais de governo da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (Ato eleitoral em 30 de Outubro de 2013) ASSEMBLEIA DA FMUC Eleição para os órgãos colegiais de governo da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (Ato eleitoral em 30 de Outubro de 2013) REGULAMENTO ELEITORAL CAPÍTULO I Princípios Gerais

Leia mais

Regulamento Eleitoral da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Lagos

Regulamento Eleitoral da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Lagos Artigo 1.º Princípios eleitorais O presente regulamento disciplina o processo eleitoral com vista à eleição dos Órgãos Sociais da Associação Humanitária dos Bombeiros. Artigo 2.º Calendário eleitoral O

Leia mais

Lei n.º 64/93, de 26 de agosto

Lei n.º 64/93, de 26 de agosto Lei n.º 64/93, de 26 de agosto Estabelece o regime jurídico de incompatibilidades e impedimentos dos titulares de cargos políticos e altos cargos públicos Artigo 1.º Âmbito 1 A presente lei regula o regime

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE VENDA DE BILHETES PARA ESPECTÁCULOS OU DIVERTIMENTOS PÚBLICOS EM AGÊNCIAS OU POSTOS DE VENDA

REGULAMENTO MUNICIPAL DE VENDA DE BILHETES PARA ESPECTÁCULOS OU DIVERTIMENTOS PÚBLICOS EM AGÊNCIAS OU POSTOS DE VENDA REGULAMENTO MUNICIPAL DE VENDA DE BILHETES PARA ESPECTÁCULOS OU DIVERTIMENTOS PÚBLICOS EM AGÊNCIAS OU POSTOS DE VENDA (Aprovado na 24ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal realizada em 16 de Dezembro

Leia mais

Garantias legais de equilíbrio do exercício do direito de antena durante o processo eleitoral

Garantias legais de equilíbrio do exercício do direito de antena durante o processo eleitoral Garantias legais de equilíbrio do exercício do direito de antena durante o processo eleitoral Por: Cremildo Paca Falar sobre as garantias legais de equilíbrio do direito de antena é um exercício desafiante.

Leia mais

Eleições 2010: calendário eleitoral, com prazos de desincompatibilização

Eleições 2010: calendário eleitoral, com prazos de desincompatibilização Eleições 2010: calendário eleitoral, com prazos de desincompatibilização Dirigentes sindicais e servidores que pretendem disputar as eleições de 2010 devem ficar atentos às datas e prazos de desincompatibilização.

Leia mais

PARECER Nº 47/PP/2013-P CONCLUSÕES 1. O

PARECER Nº 47/PP/2013-P CONCLUSÕES 1. O 1 PARECER Nº 47/PP/2013-P CONCLUSÕES 1. O nº1 do artº 74º do E.O.A. dispõe que No exercício da sua profissão, o advogado tem o direito de solicitar em qualquer tribunal ou repartição pública o exame de

Leia mais

DEFINE O REGIME JURÍDICO DOS INQUÉRITOS PARLAMENTARES * Lei nº 110/V/99, de 13 de Setembro. Artigo 1º (Objecto) Artigo 2º Função

DEFINE O REGIME JURÍDICO DOS INQUÉRITOS PARLAMENTARES * Lei nº 110/V/99, de 13 de Setembro. Artigo 1º (Objecto) Artigo 2º Função DEFINE O REGIME JURÍDICO DOS INQUÉRITOS PARLAMENTARES * Lei nº 110/V/99, de 13 de Setembro Por mandato do Povo a Assembleia Nacional decreta, nos termos dos artigos 183º, 186º, alínea b), 188º, alíneas

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 254/X

PROJECTO DE LEI N.º 254/X Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 254/X ALTERA A LEI N.º64/93, DE 26 DE AGOSTO (ESTABELECE O REGIME JURÍDICO DE INCOMPATIBILIDADES E IMPEDIMENTOS DOS TITULARES DE CARGOS POLÍTICOS E ALTOS CARGOS PÚBLICOS)

Leia mais

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 145, DE 2011

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 145, DE 2011 SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 145, DE 2011 Altera a Lei n 4.737, de 15 de julho de 1965, (Código Eleitoral), e a Lei n 9.504, de 30 de setembro de 1997, para instituir o sistema eleitoral

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL SOBRE PROPAGANDA POLÍTICA E ELEITORAL

REGULAMENTO MUNICIPAL SOBRE PROPAGANDA POLÍTICA E ELEITORAL REGULAMENTO MUNICIPAL SOBRE PROPAGANDA POLÍTICA E ELEITORAL NOTA JUSTIFICATIVA O art.º 37.º da Constituição da República Portuguesa preceitua sobre a liberdade de expressão, garantindo a todos o direito

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DO PORTO DE PARALISIA CEREBRAL

ASSOCIAÇÃO DO PORTO DE PARALISIA CEREBRAL ASSOCIAÇÃO DO PORTO DE PARALISIA CEREBRAL REGULAMENTO ELEITORAL Regulamento Eleitoral 2016 - appc.doc - 0 - Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1º O presente Regulamento visa regular o processo eleitoral

Leia mais

DECRETO N.º 210/IX REGULA A UTILIZAÇÃO DE CÂMARAS DE VÍDEO PELAS FORÇAS E SERVIÇOS DE SEGURANÇA EM LOCAIS PÚBLICOS DE UTILIZAÇÃO COMUM

DECRETO N.º 210/IX REGULA A UTILIZAÇÃO DE CÂMARAS DE VÍDEO PELAS FORÇAS E SERVIÇOS DE SEGURANÇA EM LOCAIS PÚBLICOS DE UTILIZAÇÃO COMUM DECRETO N.º 210/IX REGULA A UTILIZAÇÃO DE CÂMARAS DE VÍDEO PELAS FORÇAS E SERVIÇOS DE SEGURANÇA EM LOCAIS PÚBLICOS DE UTILIZAÇÃO COMUM A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo

Leia mais

DANÇA D IDEIAS ASSOCIAÇÃO REGULAMENTO ELEITORAL

DANÇA D IDEIAS ASSOCIAÇÃO REGULAMENTO ELEITORAL DANÇA D IDEIAS ASSOCIAÇÃO REGULAMENTO ELEITORAL Aprovado a 29 de Outubro de 2010 CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS Artigo 1º Objecto 1. O presente Regulamento estabelece os princípios reguladores do processo

Leia mais

FINANCIAMENTO DOS PARTIDOS POLÍTICOS E DAS CAMPANHAS ELEITORAIS Lei n.º 19/2003, de 20 de Junho [ 118 ]

FINANCIAMENTO DOS PARTIDOS POLÍTICOS E DAS CAMPANHAS ELEITORAIS Lei n.º 19/2003, de 20 de Junho [ 118 ] FINANCIAMENTO DOS PARTIDOS POLÍTICOS E DAS CAMPANHAS ELEITORAIS Lei n.º 19/2003, de 20 de Junho [ 118 ] As disposições em itálico encontram-se revogadas ou caducadas. Com as alterações introduzidas pelo

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL DOS ÓRGÃOS LOCAIS DA JSD MADEIRA

REGULAMENTO ELEITORAL DOS ÓRGÃOS LOCAIS DA JSD MADEIRA REGULAMENTO ELEITORAL DOS ÓRGÃOS LOCAIS DA JSD MADEIRA Artigo 1.º É aprovado como regulamento o documento que regula as eleições dos órgãos locais regionais, nos termos seguintes: Parte I Parte geral Artigo

Leia mais

ELEIÇÕES 2010 RÁDIO E NA TELEVISÃO IMPLICAÇÕES NO RODOLFO MACHADO MOURA

ELEIÇÕES 2010 RÁDIO E NA TELEVISÃO IMPLICAÇÕES NO RODOLFO MACHADO MOURA ELEIÇÕES 2010 IMPLICAÇÕES NO RÁDIO E NA TELEVISÃO RODOLFO MACHADO MOURA Legislação correlata Principais diplomas legais pertinentes: Código eleitoral; Lei Nº 9.504, de 30.09.1997; Instrução Nº 126 (calendário

Leia mais

REGIMENTO do 1º CONGRESSO NACIONAL

REGIMENTO do 1º CONGRESSO NACIONAL REGIMENTO do 1º CONGRESSO NACIONAL PARTIDO UNIDO DOS REFORMADOS E PENSIONISTAS Capítulo I Princípios gerais e estatutários Artigo 1º Princípios Gerais 1. O Congresso Nacional constitui o órgão supremo

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL ELEIÇÃO DOS ÓRGÃOS SOCIAIS QUADRIÉNIO 2017/2021

REGULAMENTO ELEITORAL ELEIÇÃO DOS ÓRGÃOS SOCIAIS QUADRIÉNIO 2017/2021 REGULAMENTO ELEITORAL ELEIÇÃO DOS ÓRGÃOS SOCIAIS QUADRIÉNIO 2017/2021 Artigo 1 (Constituição da Comissão Eleitoral) 1- A Assembleia Geral marcará e calendarizará as eleições, e irá eleger a Comissão Eleitoral

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL DOS DELEGADOS À ASSEMBLEIA GERAL DA UNIÃO VELOCIPÉDICA PORTUGUESA / FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE CICLISMO

REGULAMENTO ELEITORAL DOS DELEGADOS À ASSEMBLEIA GERAL DA UNIÃO VELOCIPÉDICA PORTUGUESA / FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE CICLISMO REGULAMENTO ELEITORAL DOS DELEGADOS À ASSEMBLEIA GERAL DA UNIÃO VELOCIPÉDICA PORTUGUESA / FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE CICLISMO Regulamento Elaborado nos Termos do Decreto-Lei n.º248-b/2008, de 31 de Dezembro

Leia mais

Estabelece o regime contra-ordenacional do Regulamento de Segurança de Barragens aprovado pelo Decreto-Lei n.º 344/2007, de 15 de Outubro

Estabelece o regime contra-ordenacional do Regulamento de Segurança de Barragens aprovado pelo Decreto-Lei n.º 344/2007, de 15 de Outubro DECRETO N.º 268/X Estabelece o regime contra-ordenacional do Regulamento de Segurança de Barragens aprovado pelo Decreto-Lei n.º 344/2007, de 15 de Outubro A Assembleia da República decreta, nos termos

Leia mais

Publicado: SÉRIE N O 23 SUP. AO B.O. DA REPÚBLICA DE CABO VERDE 29 DE JUNHO DE 1993 CONSELHO MINISTRO

Publicado: SÉRIE N O 23 SUP. AO B.O. DA REPÚBLICA DE CABO VERDE 29 DE JUNHO DE 1993 CONSELHO MINISTRO CONSELHO MINISTRO Decreto-Legislativo n.º 10/93 de 29 de Junho A Comunicação Social, em democracia, deve ser expressão do pluralismo de ideias e correntes de opinião emergentes na sociedade. Uma das condições

Leia mais

ABERTURA DO PROCESSO ELEITORAL DO CONSELHO GERAL TRANSITÓRIO

ABERTURA DO PROCESSO ELEITORAL DO CONSELHO GERAL TRANSITÓRIO ABERTURA DO PROCESSO ELEITORAL DO CONSELHO GERAL TRANSITÓRIO REGULAMENTO DE ELEIÇÃO E DESIGNAÇÃO DOS MEMBROS DO CONSELHO GERAL TRANSITÓRIO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº2 DE BEJA Artigo 1.º Objeto 1 - O

Leia mais

CONSTITUIÇÂO DA REPÚBLICA PORTUGUESA. (texto integral) Tribunais SECÇÃO V CAPÍTULO I. Princípios gerais. Artigo 202. (Função jurisdicional)

CONSTITUIÇÂO DA REPÚBLICA PORTUGUESA. (texto integral) Tribunais SECÇÃO V CAPÍTULO I. Princípios gerais. Artigo 202. (Função jurisdicional) CONSTITUIÇÂO DA REPÚBLICA PORTUGUESA (texto integral) Tribunais SECÇÃO V CAPÍTULO I Princípios gerais Artigo 202. (Função jurisdicional) 1. Os tribunais são os órgãos de soberania com competência para

Leia mais