As transformações na paisagem da área central do Rio de Janeiro: o espaço da cidade tornado mercadoria

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1 As transformações na paisagem da área central do Rio de Janeiro: o espaço da cidade tornado mercadoria Horacio Nogueira Pizzolante Graduando em Geografia, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. INTRODUÇÃO A presente pesquisa encontra-se em estágio inicial e visa estudar as grandes transformações urbanísticas que estão ocorrendo na paisagem da área cidade do Rio de Janeiro, e de que maneira as mesmas são causa e ou consequência de mudanças políticas, econômicas e culturais. Tais modificações vão de acordo com exigências de organismos multilaterais, que requisitam padrões de nível internacional para que a cidade possa se tornar mercadoria e, dessa forma, possa ser incluída em uma lógica de competição internacional entre cidades. Grande expressão espacial dessas transformações e fundamento desta pesquisa é a Operação Urbana Consorciada da Região do Porto do Rio, localizada em uma área estratégica do centro da cidade nos bairros de Saúde, Santo Cristo e Gamboa, às margens da baía de Guanabara. Também está próxima a importantes eixos viários (Avenida Francisco Bicalho; Avenida Presidente Vargas; Avenida Brasil; Linha Vermelha), assim como dos dois aeroportos da cidade do Rio de Janeiro (Santos Dumont nacional 2 km; Galeão internacional 11 km). Tais transformações na paisagem da área central da cidade, características do processo de metropolização do espaço, visam incluir o Rio de Janeiro em uma lógica de competição internacional entre cidades para um mercado mundial. É possível dizer que

2 o projeto Porto Maravilha está intimamente ligado à escolha da cidade do Rio de Janeiro como sede de megaeventos esportivos (Copa de 2014 e Olimpíadas de 2016). Tal projeto está associado à atual gestão da Prefeitura do Município do Rio de Janeiro, que tem os mesmos limites de sua cidade. Sua realização só foi possível devido ao alinhamento de interesses políticos entre as escalas de poder municipal, estadual e federal, considerando-se, evidentemente, as dimensões econômicas e culturais do processo. Ao alterar-se a paisagem-forma, o processo de globalização se materializa no espaço. Deste modo, as transformações na paisagem são apropriadas para o marketing urbano, isto é, a mercadificação do espaço, objetivando sua mercantilização. É importante destacar desde já como as cidades tornaram-se agentes da globalização, sendo transfiguradas em pátria, empresa e mercadoria. Isto é resultado das novas formas de planejamento urbano. A cidade-pátria toma grande importância a nível nacional (descentralização fiscal a partir da Constituição de 1988, por exemplo) e global (competição internacional para sediar megaeventos, como Olimpíadas). Cidade esta suja gestão baseia-se em uma lógica empresarial de marketing urbano e planejamentos estratégicos, caracterizando uma cidade-empresa que visa à sua própria mercadificação para posterior mercantilização, ou seja, projeta-se como cidade-mercadoria. A pesquisa ainda encontra-se em estágio inicial, de levantamento teóricometodológico. A próxima etapa da pesquisa será a de levantamento de dados oficiais e também da realização de trabalhos de campo para que possam ser feitas entrevistas, com o intuito de verificar o que está sendo estudado. Portanto, é possível que haja uma mudança em relação aos resultados esperados.

3 Figura 1: Área abrangida pela Operação Urbana Consorciada da Região do Porto do Rio OBJETIVOS Ao estudar, certas questões se apresentam mais pertinentes que outras, definindo, desta forma, os objetivos a serem trabalhados. Baseado em fundamentos teóricos, metodológicos e conceituais, pretende-se, nesta pesquisa, analisar geograficamente as transformações que estão ocorrendo na paisagem da área central da cidade do Rio de Janeiro, bem como as condições que dão suporte às mesmas e as consequências destas mudanças para a cidade. Portanto, espera-se ser capaz de compreender de que maneira os agentes responsáveis pelas transformações urbanas acabam por impor suas intencionalidades nestas mudanças, incorporando uma lógica que objetiva à mercadificação do espaço. Aliado a isto, pretende-se, ainda, relacionar as consequências destas intervenções urbanas e suas intencionalidades para aqueles que habitam aquele espaço

4 cotidianamente. Tendo em vista que a área central do Rio de Janeiro é de extrema importância para toda a cidade não apenas como espaço de moradia, mas também como espaço de trabalho, irão ser realizadas futuramente entrevistas com moradores e trabalhadores da região, com o objetivo de analisar os efeitos decorrentes das modificações ocorridas. METODOLOGIA Como dito anteriormente, a pesquisa encontra-se em estágio inicial. Portanto, o que foi realizado até então foi, essencialmente, um levantamento teórico-metodológico. O método a ser utilizado é o progressivo-regressivo, no qual parte-se do momento atual em direção ao passado, buscando as condições que basearam e possibilitaram a construção da realidade de hoje. Após isto, pretende-se fazer o caminho contrário, de volta. Ao compreender o presente e o que dá sustentação à realidade, se buscará apontar possibilidades e estratégias futuras. Entretanto, como o trabalho está em estágio inicial, o embasamento teórico conceitual necessário para a regressão ao passado ainda está sendo construído. Além deste, também será levada em conta a noção metodológica de desenvolvimentos geograficamente desiguais. Não é toda a cidade do Rio de Janeiro e nem mesmo toda a área central que passa por transformações urbanísticas que podem ser associadas ao processo de metropolização do espaço. Todo o processo começou, na cidade do Rio de Janeiro, com uma mudança de lógica na gestão da cidade. Mercadificar (tornar mercadoria) e mercantilizar (comercializar) a cidade parecem pautar o discurso do planejamento e gestão urbanos. Fundamental para este processo é a construção de imagens e do marketing urbano, formulado para corroborar a reestruturação urbana. Com indispensável auxílio dos meios de comunicação e informação, o espaço é (re) produzido de acordo com novo paradigma, de globalização.

5 A cidade mercadoria é tornada um objeto de luxo, na qual são ofertados fatores exigidos pelo capital internacional, tais como: segurança; mobilidade e acessibilidade (aeroporto internacional, rodovias, circulação dentro da própria cidade); escritórios de advocacia, consultoria e contabilidade; mão de obra qualificada (de alta tecnologia a assistência em inglês); hotéis de luxo; secretarias municipais capazes de fornecer a infraestrutura necessária ao recebimento de investidores internacionais; entre outros. Estes elementos gerais são requisitos para que seja possível competir com outras cidades por: investimentos em tecnologia; atração de negócios, turistas, mão de obra qualificada e megaeventos. Observa-se, portanto, que a própria cidade torna-se mercadoria para ser mercantilizada em um mercado mundial de competição entre cidades. A noção de cidade-empresa é facilmente assimilada quando se estuda o caso da cidade do Rio de Janeiro e a Operação Urbana Consorciada da Região do Porto do Rio. Para que o projeto ocorresse, foi organizada a maior Parceria Público-Privada em vigência na América Latina, associando o governo municipal e grandes empresas dos ramos de construção civil e imobiliário. O planejamento e a gestão do projeto foram de responsabilidade de uma empresa de capital misto (público e privado), criada pela própria Prefeitura e denominada Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio (CDURP). A Concessionária Porto Novo S/A é formada pela CDURP (que representa a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro) e as empresas Odebrecht, Carioca Engenharia e grupo OAS, com contrato de sete bilhões e seiscentos milhões de reais, e duração de quinze anos. No denominado empresariamento da gestão das cidades, princípios da organização da produção são transpostos para o planejamento urbano. Grande expressão deste modelo empresarial de gestão é o marketing urbano. A gestão se coloca como transparente e democrática, porém a população carioca pouco influencia e participa dos processos decisórios. As transformações a serem realizadas na região portuária da cidade do Rio de Janeiro foram apresentadas à população através da divulgação de

6 notícias, informes, imagens e vídeos oficiais produzidos pela prefeitura. Nas imagens, é possível ver como a região ficaria após a conclusão das obras ou seja, não havia espaço para qualquer tipo de contestação. Vende-se a imagem de uma cidade segura, limpa e atrativa, como pode ser observada nos vídeos oficiais de promoção do projeto de revitalização da zona portuária. Com esta nova concepção de planejamento urbano, ocorre o fim da cidade como espaço político, ou seja, como espaço de conflitos, o que é absolutamente essencial para que este tipo de transformação ocorra. Princípios gerais como a sustentabilidade ambiental tomam maior importância no planejamento urbano. A cidade é estruturada para que não haja qualquer constrangimento à sua comercialização: a condição de competitividade não pode ser abalada. Mobilidade e circulação no perímetro urbano, portanto, são de extrema importância. Surgem novas estratégias materiais e simbólicas de promoção das cidades, tornadas mercadorias pelos processos de reestruturação urbana. Ocorre a transformação das formas antigas em novas, seguindo modelos de sucesso consolidados; são materializadas formas e concebidos espaços banais, alheios à população local; a gestão é pautada pelas necessidades e exigências de investidores internacionais, não da população local. Esta nova cidade, tornada empresa, mercadoria e pátria, segue apenas a racionalidade de sua própria venda e consumo, visando atividade turística, financeira e comercial. Entende-se, portanto, que há uma transposição: a cidade deixa de ser o espaço do consumo, no qual a dimensão produtiva, ou seja, industrial (de produção, distribuição, troca e consumo de mercadorias) orienta a organização espacial. Hoje, o que pauta o planejamento e a gestão urbanos é o consumo do espaço. Isto significa que ocorre a mercadificação (transformação em mercadoria), assim como mercantilização (compra e venda) de fragmentos do espaço visando à reprodução da vida. Destaca-se, neste processo, a importância que o capital imobiliário exerce no mercado mundial hoje,

7 assim como a presença de grandes empresas do ramo imobiliário e de construção civil participando do planejamento e gestão de projetos, como é o caso do Porto Maravilha. Para que o consumo do espaço seja possível, este é transfigurado: ao transformar o que era anteriormente uma área obsoleta sob a visão do poder público municipal em um cartão postal da cidade do Rio de Janeiro, a zona portuária é expressão na paisagem da hegemonia da cultura e do poder. Ou seja, através da paisagem construída, são concretizadas no espaço formas que traduzem a lógica atualmente dominante de mercadificação para mercantilização do espaço. Evidentemente, esta lógica dominante não se limita exclusivamente à cultura, mas também inclui o controle dos meios de reprodução da vida, como a terra: a relevância do capital imobiliário neste processo se sobressai mais uma vez. Nos últimos anos, a cidade do Rio de Janeiro vem se destacando exatamente por estar cada vez mais incluída neste processo de competitividade urbana internacional. Aliando belezas naturais aos requisitos básicos de um grande centro urbano, além de aproveitar o bom momento da economia brasileira, o Rio de Janeiro está atraindo muitos investimentos de capitais, negócios e serviços, além de sediar megaeventos. Além do evento religioso da Jornada Mundial da Juventude, em 2013, a cidade do Rio de Janeiro ainda sediará os dois eventos esportivos de maior importância na escala mundial: a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, pela qual competiu com as cidades de Madrid Espanha; Tóquio Japão e Chicago Estados Unidos. Podemos observar que, das cidades brasileiras, apenas o Rio de Janeiro desponta nesta lógica de consumo do espaço. Na escala da cidade do Rio de Janeiro, notamos que nem mesmo toda a cidade ou toda a região central está passando por transformações significativas ou tem a mesma atenção da imprensa e do poder público municipal: esta é a noção de desenvolvimentos geograficamente desiguais. A área abrangida pela Operação Urbana Consorciada da Região do Porto do Rio atende a interesses específicos.

8 RESULTADOS PRELIMINARES A pesquisa ainda encontra-se em estágio inicial. Sendo assim, o que foi apresentado acima é resultado apenas do levantamento teórico-metodológico realizado. Foram levados em consideração tanto autores consagrados na Geografia quanto documentos oficiais disponibilizados pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, como a caracterização do empreendimento da Operação Urbana Consorciada da Região do Porto do Rio. A próxima etapa da pesquisa será a formulação de questionários a serem aplicados em moradores e trabalhadores em visitas de campo à área estudada. Pretendese, também, agendar entrevistas com representantes do poder público municipal e também das empresas privadas responsáveis pelo projeto, tendo como objetivo analisar as consequências das mudanças ocorridas para a população que habita aquele espaço cotidianamente. Acreditamos que o discurso a respeito das cidades contemporâneas que são tornadas mercadoria pelo planejamento e gestão públicos de acordo com parâmetros empresariais corresponde ao momento vivido no Rio de Janeiro. A cidade vem sendo mercantilizada e transformada sob o discurso da preparação da cidade para os megaeventos esportivos e de revitalização de áreas até então obsoletas. A noção de cidade enquanto pátria, empresa, mercadoria e, até mesmo, espetáculo se correlaciona perfeitamente com o projeto de cidade do atual prefeito do Rio. Portanto, é de fundamental importância que sejam estudados os efeitos decorrentes das transformações espaciais que estão ocorrendo na área central da cidade do Rio de Janeiro. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

9 ABREU, Maurício de Almeida. A evolução urbana do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Instituto Pereira Passos, CARLOS, Ana Fani Alessandri. A condição espacial. São Paulo: Contexto, COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO URBANO DA REGIÃO DO PORTO DO RIO DE JANEIRO. Operação Urbana Consorciada da Região do Porto do Rio iii Caracterização do empreendimento. Disponível em: mento.pdf. Acesso em: 20/06/2014. COSGROVE, Denis. A Geografia está em toda a parte: Cultura e simbolismos nas paisagens humanas. IN: CORRÊA, Roberto Lobato; ROSENDAHL, Zeny. Paisagem, tempo e cultura. 2.ed. Rio de Janeiro: EdUERJ, LEFEBVRE, Henri. La production de l espace. 4.ed. Paris: Anthropos, SÁNCHEZ, Fernanda. A reinvenção das cidades para um mercado mundial. Chapecó: Argos, VAINER, Carlos. Pátria, empresa e mercadoria. In: ARANTES, Otília; MARICATO, Ermínia; VAINER, Carlos;. A cidade do pensamento único. Petrópolis: Vozes, 2000.

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