Avaliação e proposição de melhorias no estoque baseado em técnicas do sistema Just in Time na empresa Premium Imports

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Avaliação e proposição de melhorias no estoque baseado em técnicas do sistema Just in Time na empresa Premium Imports"

Transcrição

1 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Avaliação e proposição de melhorias no estoque baseado em técnicas do sistema Just in Time na empresa Premium Imports Everaldo Bier Rodrigues Felipe Keller Gamba Jeferson Rodrigo Feuser Brusque 2010

2 EVERALDO BIER RODRIGUES FELLIPE KELLER GAMBA JEFERSON RODRIGO FEUSER Avaliação e proposição de melhorias no estoque baseado em técnicas do sistema Just in Time na empresa Premium Imports Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à disciplina de Estágio Supervisionado como requisito parcial à conclusão do curso de Tecnologia em Logística da Faculdade de Tecnologia de Santa Catarina. Brusque 2010

3 TERMO DE APROVAÇÃO Everaldo Bier Rodrigues Felipe Keller Gamba Jeferson Rodrigo Feuser Avaliação e proposição de melhorias no estoque baseado em técnicas do sistema Just in Time na empresa Premium Imports Trabalho de Conclusão de Curso aprovado com requisito parcial para obtenção do grau tecnólogo em Logística do curso de Tecnologia em Logística da Faculdade de Tecnologia de Santa Catarina, pela seguinte banca examinadora: Professor: Maristela Kuneski Mônica Parreira Coimbra Jacobsen Vilmar Dittrich Brusque, 29 de junho de 2010

4 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA a) Razão social: Premium Imports b) Endereço: Rua Adriano Schaefer, 37 c) Setor de desenvolvimento do estágio: Setor de Estoque d) Nome e cargo do supervisor de campo: Juliano José Mafra Sócio proprietário e) Visto da empresa:

5 RESUMO O Just in time é uma técnica usada pelos praticantes da logística, que exige um alto nível de precisão. Esse é um dos motivos que assustam administradores, pois ter que mudar toda uma cadeia de suprimentos é uma tarefa árdua e longa, mas o JIT tem a capacidade de trazer bons resultados em redução de custos. Com o intuito de estar no caminho mais aberto para chegar ao pulmão da logística, surgiu a oportunidade de realizar um projeto com base na logística e a aplicação do JIT, que foi aplicado na empresa Premium Imports partindo de uma avaliação do estoque atual e proposição de melhorias com base no sistema JIT. Foi desenvolvida uma pesquisa quantitativa de caráter diagnóstico, fundamentada teoricamente nos conceitos que envolvem logística e JIT. Esta pesquisa, tanto bibliográfica, quanto de campo está descrita neste Trabalho de Conclusão de Curso. Palavras-Chave: Logística. Just in time. Estoque.

6 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO HISTÓRICO DA EMPRESA FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA LOGÍSTICA Evolução da logística Logística nas empresas ESTOQUE Características básicas de um controle de estoque Objetivos do estoque Previsões de incertezas GESTÃO DE ESTOQUES Giro de estoque Lote econômico de compra JUST IN TIME Benefícios do JIT Implantação Desvantagens LOGÍSTICA NO VAREJO JUST IN TIME COMO ELEMENTO REGULADOR DE ESTOQUE VAREJISTA PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS CARACTERIZAÇÃO DA PESQUISA DELIMITAÇÃO DA PESQUISA INSTRUMENTOS DE COLETA DE DADOS ANALISE DE DADOS Integração dos dados com proposição de melhorias DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DO ESTÁGIO CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS ANEXOS... 34

7 1. INTRODUÇÃO Estoques geram despesas desnecessárias, por isso é indispensável um controle de estoque planejado e detalhado. Cada ação de uma empresa deve ser altamente estudada. Os estoques geralmente são esquecidos, pois não geram lucros diretos, mas a conseqüência que gera um estoque sem planejamento e controle é desastrosa para a empresa. Segundo Ballou (2006, p.397) A estocagem e o manuseio de materiais são essas atividades suplementares, que assumem consideráveis importâncias pelo fato de terem influencia sobre o tempo necessário para o processamento de pedidos. O controle de estoque é de suma importância para a empresa que preza pela qualidade de serviço oferecido e também por que o estoque, sendo de matéria prima ou produto acabado, está voltado diretamente a custos de manutenção de ambos. Just In Time (JIT) é um sistema de administração da produção que determina que nada deve ser produzido, transportado ou comprado antes da hora exata. Pode ser aplicado em qualquer organização para reduzir estoques e os custos decorrentes. Com este sistema, o produto ou matéria-prima chega ao local de utilização somente no momento em que for necessário. Os produtos somente são fabricados ou entregues a tempo de serem vendidos ou montados. O conceito está relacionado ao de produção por demanda, onde primeiramente vende-se o produto para depois comprar a matéria- prima e posteriormente fabricá-lo ou montá-lo. A aplicação do JIT na empresa Premiun Imports será a base deste estudo. Para isso foi traçado objetivo de avaliar o sistema de estoque da empresa e propor melhorias com base no sistema JIT. O JIT tem vantagens que são prováveis através de seu uso, pois reflete diretamente na redução dos custos da empresa. Neste sentido, alguns objetivos específicos foram propostos: compreender a importância do gerenciamento de estoques para a otimização da empresa; apresentar o sistema Just in Time, apontando suas características, vantagens e desvantagens; observar o estoque da empresa verificando a organização e movimentação de materiais; verificar se o espaço físico é adequado para atender a demanda; identificar gargalos no controle de estoque, para possíveis melhorias; propor algumas técnicas de controle de estoque baseadas no sistema Just in Time para melhorar as operações do estoque. A metodologia adotada para alcançar os objetivos propostos foi de caráter

8 quantitativo, avaliando os resultados observados e propondo melhorias para a empresa. A pesquisa realizada, na empresa Premium Imports, tem como foco a redução de custos no estoque utilizando técnicas do JIT. Técnicas que possivelmente possibilitarão uma redução considerável dos estoques da empresa. Custos de manutenção e avarias são os principais motivos da empresa estar cedendo o espaço para uma possível melhoria trazida por este projeto. A organização do trabalho segue primeiramente apresentando o histórico da empresa Premium Imports. A logística e sua evolução iniciam a fundamentação teórica, pois a base do projeto é justamente a logística. O estudo na área de estoque, que completa a teoria busca entender qual será a melhor aplicação para as técnicas do JIT. O elemento seguinte apresenta a metodologia que explica o porquê da pesquisa ser quantitativa e também quais métodos usados para o levantamento dos dados necessários para pesquisa e a análise desses dados. Finalizando com as considerações finais que sintetizam os principais aspectos da pesquisa. 2. HISTÓRICO DA EMPRESA A empresa Premium Imports foi fundada em Janeiro de 2009 e está localizada na Rua Adriano Schaefer nº 37 - Brusque SC. Tem como objetivo se destacar no mercado do comércio de bebidas e alimentos importados. A empresa procura estar sempre inovando e atendendo os clientes da melhor forma possível com os melhores produtos do Brasil e do mundo. A Premium trabalha com dois gêneros de produtos, sendo bebidas e alimentos. Aproximadamente 90% dos produtos são importados, contando com a vantagem de serem produtos com pouca concorrência local, o que proporciona uma grande vantagem comercial. Por ser uma empresa que está iniciando no mercado, seu estoque tem deficiências bastante consideráveis. O foco inicial da empresa é atingir um faturamento para obter um lucro considerável, assim esquecendo-se das despesas desnecessárias causadas por um estoque mal administrado. As principais deficiências do estoque da empresa são causadas por avarias e estoques em quantidades desnecessárias. Deficiências que terão possíveis soluções trazidas com a aplicação das técnicas do JIT.

9 3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 3.1 LOGÍSTICA A logística é uma técnica empresarial reconhecida há pouco tempo. Com o crescimento de custos desnecessários e avarias as empresas começaram a valorizar quem se preocupa com seus estoques. A principal tarefa da logística é administrar e manter um estoque de materiais que supra as necessidades da empresa, na hora oportuna, na qualidade esperada pelo seu cliente e em quantidades proporcionais à linha produtiva. Bowersox (2007, p.20) conceitua logística como: o processo de planejamento, implantação e controle eficiente e eficaz do fluxo e armazenagem de mercadorias, serviços e informações relacionadas desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o objetivo de atender às necessidades do cliente". Segundo Moura et al. (2003), em um primeiro momento, a logística enfatizava somente a área de transporte, movimentação e armazenamento de materiais. A sua evolução ocorreu no momento em que as empresas compreenderam e passaram a dar maior importância ao serviço prestado ao cliente. Num segundo momento era considerada uma integração dos setores de planejamento, implementação e controle eficiente do fluxo de matérias-primas, estoque em processo e produtos acabados desde seu ponto de origem até o ponto de destino. Atualmente ela incorpora toda a parte de fluxo de informações, fluxo de recursos e está atenta as crescentes necessidades exigidas pelos clientes. Ainda conforme Moura et al. (2003), a logística também pode impactar sobre a capacidade das empresas em penetrar em novos mercados. Instalações que oferecem custos mais baixos e maior eficácia em relação ao atendimento dos clientes são fatores que demonstram quanto é importante à logística para a localização geográfica do negócio. Ter um bom mecanismo para o recebimento de materiais, despacho, são atitudes que mudam a empresa para melhor. A logística tem seu impacto voltado para a redução de custos, mas sem deixar de prezar pela qualidade de serviço que a empresa fornece, com isso percebe-se que as empresas cada vez mais estão optando por um setor de profissionais deste ramo que vão programar suas atitudes

10 logísticas, que até então eram muito primárias para o porte de sua empresa. Lembrando que a arte da logística esta voltada para qualquer porte de empresa. Moura (2003, p.14), apresenta ainda o conceito de logística integrada: A necessidade de gerenciamento destes três fluxos de recursos (materiais, informações e financeiros) de forma integrada, dentro e fora das organizações, direcionou as empresas para a adequação de suas estruturas organizacionais, integrando sobre um mesmo processo logístico funções diversas como: suprimentos, processamento de pedidos, produção e controle de estoques, distribuição física e transporte, caracterizando, desta forma, o conceito de logística integrada. A administração integrada dos três fluxos viabiliza a redução dos custos logísticos. Cada um dos três fluxos cuida de partes diferentes do processo, mas atuam de forma integrada facilitando o processo logístico Evolução da logística Antes da década de 1950, as atividades chaves da logística eram divididas sob a responsabilidade de várias áreas diferentes. Geralmente transporte estava no comando do gerente de produção, o estoque era responsabilidade de marketing, finanças ou produção e o processamento de pedidos era controlado por finanças ou produção. Podia-se ver que a visão sobre a importância da logística em ganho de tempo, espaço e custo era nula. Era considerada apenas uma mera atividade do cotidiano. Além de que, havia inúmeros conflitos de objetivos e responsabilidades para estas atividades. Em meados de 1945, começaram as mudanças. Algumas empresas realocaram o setor de transporte à armazenagem sobre a direção de um único gerente, argumentando que nem o ambiente econômico e nem a teoria estavam preparados para criar mudanças de atitudes. A economia dos EUA estava em processo de crescimento rápido, a visão era produzir e vender, não importava a maneira, isto gerava altos lucros, fazendo com que certa ineficiência na distribuição fosse tolerada. As indústrias alimentícias foram às pioneiras neste aspecto. Ballou (1993, p. 29) afirma que: O período entre o início dos anos 50 até a década de 60 representa a época de decolagem para a teoria e prática da logística. O ambiente era propício para novidades no pensamento administrativo. Outros pontos fundamentais para a evolução da logística em si foram às alterações dos padrões e atitudes da demanda dos consumidores, a pressão por

11 redução de custos nas indústrias, os avanços da tecnologia de computação e as experiências militares, pois dez anos antes das empresas se interessarem pelo assunto os militares já haviam executado aquela que foi a mais sofisticada e mais bem planejada operação logística da história, a invasão da Europa. Segundo Ballou (1993, p.30): Posteriormente, reconheceu-se que um evento chave para o desenvolvimento da logística empresarial como disciplina foi um estudo conduzido para determinar o papel que o transporte aéreo poderia desempenhar na distribuição física. Esse estudo mostrou que o alto custo do transporte aéreo não necessariamente deteria o uso deste serviço, mas que a chave para a aceitação deveria ser o menor custo total, decorrente das somas das taxas de frete aéreo e do menor custo devido à diminuição de estoques, conseguido pela maior velocidade de movimentação por via aérea. Esta compensação de um tipo de custo por outro ficou conhecida como o conceito do custo total. Ele tornou-se importante argumento para o reagrupamento lógico de atividades dentro das firmas e também auxiliou a explicar a reorganização das atividades de distribuição que estava ocorrendo em algumas poucas empresas pioneiras. Ballou (1993) ressalta que na década de 1970 os princípios básicos estavam estabelecidos e algumas empresas estavam começando a colher os benefícios de seu uso. A aceitação deste novo conceito de administração era lenta, pois as empresas estavam mais preocupadas com a geração de lucros do que com o controle de custos. Alguns fatores foram fundamentais para a mudança da visão logística das empresas da época. Ballou (1993, p. 34) relata ainda que: O embargo petrolífero e a súbita elevação do preço do petróleo realizado pelos países da OPEP em À medida que os preços de petróleo quadruplicaram nos setes anos seguintes e o crescimento de mercado começou a diminuir, a inflação começou a aumentar ao mesmo tempo em que a produtividade crescia mais devagar [...]. A filosofia econômica passou de estímulo de demanda para melhor administração dos suprimentos. Controle de custos, produtividade e controle de qualidade passou a ser áreas de interesse, à medida que as empresas tentavam enfrentar o fluxo de mercadorias importadas. Com isto os principais conceitos desenvolvidos na época passaram a ser utilizados com grande sucesso, aumentando o interesse sobre o assunto e levando a futura formação da logística integrada atual. De acordo com Ching (2007) na década de 1970, iniciou-se também a flexibilidade dos sistemas de produção, onde foram realizados trabalhos de melhoramento dos tempos de set up das máquinas. Permitindo um ganho em tempo

12 e atendimento para uma maior diversidade de produtos. Lembrando que a aceleração do sistema de informatização contribuiu muito para o aperfeiçoamento do sistema logístico. Na década de 1980, a logística tornou-se revolucionária devido à explosão da tecnologia e alterações estruturais surgidas nos negócios e na economia de países emergentes, gerando a formação de blocos econômicos e o fenômeno da globalização. Após a década de 1990 a logística passou a ser entendida como a junção da administração de materiais com a distribuição física, levando a crer que no futuro produção e logística estarão cada vez mais juntas, não só na teoria, mas também na prática Logística nas empresas Segundo Ching (2007, p.16): para que uma empresa possa sobreviver em um ambiente turbulento, precisa oferecer resultados - em quantidade, variedade, qualidade, preços e prazos compatíveis com as necessidades e expectativas dos clientes. A logística é composta por dois setores, o de atividades primárias e o de atividades secundárias. Conforme Ching (2007) as atividades primárias contribuem com a maior parte do custo total de logística, são elas: -transporte: são os métodos de movimentar os produtos aos clientes, via rodovia, ferrovia, mar ou aéreo. Grande importância devido aos impactos que ele ocasiona sobre os custos; -gestão de estoques: o nível mínimo de estoque vai variar dependendo do setor que a empresa trabalha e da demanda sazonal temporal; - processamentos de pedidos: determina o tempo necessário de entrega de bens ou serviços aos clientes; As atividades secundárias, de acordo com Ching (2007), servem de apoio as primárias na obtenção dos níveis de bens e serviços requisitados pelos clientes e são elas: - armazenagem: é todo o fluxo de materiais que acontece dentro do armazém; -manuseio de materiais: é a movimentação dos produtos no local de armazenagem;

13 -embalagem de proteção: sua finalidade é proteger o produto; -programação de produtos: é a programação da necessidade de produção e seus respectivos itens na lista de materiais; -manutenção de informação: a base de dados é essencial para o planejamento e o controle da logística. É pela coordenação dessas atividades relacionadas com o fluxo de produtos e serviços que a empresa poderá obter ganhos significativos, como redução de estoques e de tempo médio de entrega, produtividade, etc. Através da gestão adequada destas atividades, será possível proporcionar aos clientes, bens e serviços para sua satisfação. Para Ching (2007, p.26): A logística é um assunto vital para a competitividade das empresas nos dias atuais, podendo ser um fator determinante do sucesso ou fracasso das empresas. A logística nos mostra que, se for bem aplicada através de estudos e um planejamento criterioso, dará vantagens lucrativas á empresa. Mas como tudo tem seu risco o que era para ser a arma secreta da empresa pode ser o seu maior causador de prejuízos. Pois a logística também tem seu custo para entrar em prática, profissionais qualificados da área é a grande sacada para uma boa logística. 3.2 ESTOQUE O estoque de uma empresa pode ser seu principal aliado para um bom atendimento ao cliente, mas também existe uma grande possibilidade de ser seu principal gargalo. O estoque tem como objetivo estocar matéria-prima ou produto acabado para ter como suprimento para linha de produção e certamente atender o cliente final. Ballou (2006, p. 271) conceitua estoque como: Estoques são acumulações de matérias-primas, suprimentos, componentes, materiais em processo e produtos acabados que surgem em números pontos do canal de produção. O estoque serve como um pulmão para a empresa e ele possui alguns objetivos como amortecer os impactos causados pelas altas de demanda onde se pode aproveitar a oportunidade que o mercado está oferecendo Ele também está relacionado ao nível de serviço que a empresa está interessada em disponibilizar aos seus clientes, é a partir desta meta traçada que o

14 estoque terá que ir se adequando para atender a política desejada pela empresa. Cita Moura (2004, p.01) que: O estoque tem efeito impactante no êxito das empresas. Um dos motivos é o alto volume de dinheiro empregado. O estoque previne incertezas, como pedidos extras e atrasos no lead time gerados por problemas no decorrer do processo Características básicas de um controle de estoque Para melhor administrar os estoques, é necessário compreender alguns pontos chaves nesta etapa. São eles: os custos associados, os objetivos do inventário e a previsão de incertezas. Custos de estoque, conforme Ching (2007) são divididos em custos de manutenção, custos de aquisição e custos de falta: - Os custos de manutenção são todos os custos para manter uma quantidade de mercadoria por um período de tempo, ele é representado por uma série de custos diferentes: os custos de armazenagem são relacionados com a quantidade de estoque mantido, quando o sistema de estocagem é terceirizado estes custos são cotados através da quantidade de tonelada/mês, refletindo assim no total armazenado. Para depósitos próprios o rateio do custo deve ser definido por cada nível do estoque. Os custos associados ao risco de manter estoque ocorrem devido aos custos com perda, deterioração, obsolescência, dano e furto. - Os custos de aquisição são associados ao processo de aquisição das quantidades requeridas para a reposição do estoque. Incluem os custos com preencher pedidos de compra, processar o serviço burocrático na contabilidade e no almoxarifado, receber o pedido e fazer a conferência nota versus quantidade física. São definidos em termos monetários por pedido. - Os custos de falta ocorrem quando há demanda por um item em falta no estoque. Eles podem ser por vendas perdidas ou por custos de atraso de pedido. Ballou (2006, p. 280) ressalta que: O custo é o lucro que deixa de ser concretizado nessa determinada venda e pode incluir um adicional decorrente do efeito que essa venha a acarretar sobre vendas futuras. O custo total é definido através da somatória do custo de aquisição com o custo de manutenção e o custo da falta. Este custo é muito importante devido à formulação de dados para a verificação do lote econômico de compra.

15 3.2.2 Objetivos do estoque Ballou (2006, p.277) observa que: Gerenciar estoques é também equilibrar a disponibilidade dos produtos, ou serviço ao consumidor, por um lado, com os custos de abastecimento que, por outro lado são necessários para um determinado grau dessa disponibilidade. Pode-se destacar dois objetivos do estoque: -objetivo de custo; -objetivo de nível de serviço; Ching (2007) ressalta que os objetivos de custo estabelecem os níveis de estoque, em um sentido mais amplo ele balanceia os custos de manter e de pedir estoque, pois no decorrer do pedido esses custos têm comportamento oposto. No início do pedido só aparecem os custos de aquisição, no decorrer os custos com aquisição se tornam quase nulos e os custos de manutenção com o passar do tempo só crescem. A função do custo total mostra a função de um U, o que significa que existe um valor mínimo para essa curva, que é o ponto onde os custos de manter e pedir são mais baixos, encontrando ai o lote econômico de compra (CHING, 2007). Ballou (2006) explica que perante os clientes o estoque proporciona um nível de disponibilidade de produtos e um bom nível de serviços. Calcular o custo com a falta de estoque é muito difícil. Porém o nível de serviço disponibilizado nunca atinge 100 % da capacidade da empresa. Ching (2007) observa ainda que: Ao fixar a disponibilidade conforme a política de que, por exemplo, 98% dos pedidos de um item qualquer devem ser atendidos em 48 horas, devem ajustar-se os custos de manter e de pedir de modo que sua soma seja minimizada. Repare que, ao fixar-se a disponibilidade-alvo, os custos de falta de estoque são considerados indiretos. Deve-se ter uma grande cautela em fixar o nível de serviço dessa forma. Aumentar a disponibilidade em apenas alguns pontos percentuais, por causa da pressão da área de vendas tem um aumento dramático no capital investido em estoque. Uma vez que o nível de estoque cresce com disponibilidade elevada, o nível de serviço na maioria das vezes é menor que 100%. Deve-se obter o maior equilíbrio possível entre a produção e o custo total de estoque, de um lado, e o nível de serviço prestado aos clientes, de outro lado.

16 O estoque tem meta principal, abrigar os suprimentos necessários para a empresa atender as vendas e também sua linha de produção Previsões de incertezas Ching (2007) explica que, nunca se tem certeza da quantidade a ser solicitada pelo cliente e da quantidade a ser enviada para armazenagem. Uma das primeiras situações que devem ser consideradas no controle de estoque é a previsão de vendas futuras, da demanda e a estimativa do tempo de ressuprimento, o chamado lead time, que é o tempo gasto desde a colocação do pedido no fornecedor, sua produção até a chegada do material em nossas instalações. Para todo planejamento empresarial o ponto crítico é a previsão de demanda, onde pesquisas realizadas pelo telefone, correio e contatos pessoais podem ser utilizadas e traduzidas em informações para a previsão de vendas. Observa Ching (2007), que a existência de compradores em diversas regiões necessita de uma amostragem maior acarretando num custo de pesquisa e, muitas das vezes, o cliente não está disposto a cooperar e a exatidão da informação fornecida pode ser questionável. No caso de controle de estoque o método mais comum, porém não o mais correto, é a utilização do histórico de vendas para verificar a previsão de demanda. Com a ajuda de softwares e um grande horizonte de histórico, maior será a exatidão da previsão. A imagem que a sua empresa passa para seu cliente é muito importante para o surgimento de um grande negócio. O cliente espera de sua empresa, produtos de qualidade, com preço de mercado e entregas bem sucedidas dentro do prazo e sem avarias. Também é de muita importância a obtenção dos dados de seu cliente para serem utilizados quando forem precisos. Segundo Ching (2007), a empresa deve mapear com exatidão cada um dos fornecedores, para obter informações precisas sobre o tempo que necessitam para processar o pedido, programar a produção e, se necessário, em qual situação produzir, além do tempo requerido para a entrega GESTÃO DE ESTOQUES A competitividade influenciou nos últimos tempos o rumo que as empresas

17 tomaram no mercado de atuação. Bowersox (2007, p. 254) afirma que: A gestão de estoque é o processo integrado pelo qual são obedecidas as políticas da empresa e da cadeia de valor com relação aos estoques. A abordagem reativa ou provocada usa a demanda dos clientes para deslocar os produtos por meio dos canais de distribuição. Uma filosofia alternativa é a abordagem de planejamento, que projeta a movimentação e o destino dos produtos por meio dos canais de distribuição, de conformidade com a demanda projetada e com disponibilidade dos produtos. Segundo Ching (2007), no inicio a gestão de estoque era vista apenas como um meio de reduzir os custos totais associados à aquisição e gestão de materiais. Porém com o tempo ela mostrou que essa gestão (controle) envolve diversos elos da cadeia produtiva e ambos devem estar integrados. Cada elo dessa cadeia é gerenciada e controlada de forma independente e deve estar ciente apenas da demanda do próximo elo. Devido a globalização as empresas agora exigem estratégias mais proativas, por que passaram a se basear nas necessidades dos clientes, fator este que leva a compreensão do papel do estoque dentro da gestão logística. Cada negócio deve ser analisado para ver a real necessidade de estoque Giro de estoque No giro de estoque é necessário ter uma visão financeira sobre estoque, Moura (2004, p.33) relata que: O estoque inclui matéria-prima, trabalhos em andamento e produtos acabados. O que interessa aqui é quanto dinheiro parado está associado a cada item, pois quanto mais matéria-prima houver, mais tempo se levará para transformá-la em dinheiro, com custo incidindo ao longo do percurso. Mercadorias acabadas são mais seguras (possuem maior liquidez). O estoque é o ativo circulante de menor liquidez. Moura (2004, p.33) afirma ainda que: Embora o giro de estoque seja calculado para a elaboração do balanço, pelo departamento contábil, o gestor de estoque deve conhecer os cálculos para poder eliminar os excessos e entender esses cálculos. É importante ressaltar que dentro da mesma empresa existem diversos giros

18 de estoques, há giros de materiais e de produtos, os materiais giram pela aplicação no produto e os produtos giram através das vendas. Há custos de materiais aplicados e custos de produtos vendidos, a fórmula para calcular é extraída com base na anterior (MOURA 2004). No comercio divide-se: o custo de mercadorias vendidas pela média dos inventários das mercadorias. Nas indústrias divide-se o custo dos materiais aplicados pela média dos inventários dos materiais ou então o custo dos produtos vendidos pela média dos inventários dos produtos (MOURA 2004) Lote econômico de compra Segundo Moura (2004, p. 43) o lote econômico de compra (LEC) serve: Para nortear as quantidades ótimas a pedir, fazendo uma reflexão sobre o momento global da compra, seja visando uma reposição normal dos estoques, ou prevendo momentos sazonais, seja em reposição programada ou em compras promocionais, seu objetivo é minimizar os custos anuais das variáveis dos pedidos. Moura (2004) observa ainda que o LEC identifica através da demanda e dos custos de manutenção e de pedir estoque, o lote ideal a ser pedido que vá minimizar os custos tanto de pedir como de manter. Para a utilização deste sistema é necessário que o lead time do produto não seja variável, tenha conhecimento sobre a demanda anual e que ela seja estável, que o pedido seja recebido de uma única vez, que tenha um único produto envolvido e que não exista desconto em função da quantidade. Moura (2004) apresenta alguns custos necessários para manutenção de estoque: se refere aos gastos para manter os produtos estocados como seguros pagos, o desgaste dos móveis, embalagens, transporte, espaço físico, limpeza, mãode-obra e dependendo do produto refrigeração ou customização necessária. Ele tem uma relação linear com o tamanho do pedido, quanto maior o lote, maior será o custo. Estes custos se analisados e minimizados podem impactar expressivamente na margem de contribuição da empresa. Para calcular o custo de manter estoque, segundo Moura (2004), multiplica-se a quantidade média do estoque disponível pelo custo para se manter uma unidade durante um ano. O estoque médio é obtido através da divisão da quantidade de

19 pedido por dois. Custo anual de pedir estoque: refere-se aos gastos obtidos ao efetuar um pedido, como custo de hora/telefone; hora/homem; digitação; fax; ; impressos; seguro de entrega, etc. Nesse momento, conforme Moura (2004), também tem que ser levado em conta o tempo gasto com avaliação de fornecedores, autorização de faturamento, determinação de quanto pedir e as atividades secundárias citadas acima. Os custos de pedido diminuem conforme aumenta a quantidade pedida. O conhecimento do ciclo de pedido para Moura (2004, p. 49): [...] facilita a programação da entrega de materiais. A fórmula é fácil-quantidade ótima dividindo a demanda. O ciclo do pedido dá a conhecer o intervalo entre um pedido e outro. O custo total é a soma dos custos de manutenção mais os custos de encomenda de estoque. De acordo com Moura (2004), é necessário que todas as variáveis destes cálculos estejam expressas na mesma unidade como, por exemplo, quinzena, mês, ano, etc. 3.4 JUST IN TIME Ching (2007) explica que just in time é um controle derivado do sistema japonês kamban, visa atender a demanda instantaneamente, com qualidade, sem desperdício e com o mínimo de recursos disponíveis. Ele promove o fornecimento da quantidade correta, no local e momento certo. Já para Hutchins (1993, p.17): O JIT é parte de uma abordagem gerencial totalmente diferente que, quando totalmente desenvolvida, ajudará a criar uma cultura industrial totalmente nova. Ching (2007, p.40) observa também que: O JIT é uma atividade que agrega valor a organização á medida que identifica e ataca os problemas fundamentais e os gargalos, elimina perdas e desperdícios, elimina processos complexos e programa os sistemas e procedimentos. Já Hutchins (1993) observa que o Just In Time não é um conceito e sim uma meta. O desejo de contínua redução de recursos materiais sempre esteve nas mentes dos administradores conscientes. A filosofia JIT é a combinação da cultura japonesa com a intervenção americana pós-guerra. A cultura japonesa foi influenciada pelos conceitos de círculos de qualidade e controles estatísticos de processo. Neste período várias tentativas de implantação desta filosofia

20 fracassaram, devido um não estudo detalhado sobre esta filosofia, além do ceticismo da época. Hutchins (1993, p.20), relata que na época a principal meta do JIT era o atingimento de estoque zero, confirmada não apenas dentro de uma só empresa, mas através de toda uma cadeia de suprimentos. Mesmo para atingir sucesso parcial, é necessário pensar longe. Porém nesta visão de estoque zero algumas considerações devem ser levadas em conta. Uma delas é o estoque de matéria-prima que deve ser mantido devido à imprevisibilidade da qualidade dos fornecedores. Levando em consideração também que as entregas podem ser irregulares ou as quantidades entregues podem apresentar variações do solicitado. Estes problemas ainda fazem parte da nossa realidade de hoje e contribuíram para a evolução da visão JIT (Hutchins, 1993). Bowersox (2007, p.224) já possui uma visão mais moderna e atualizada sobre o JIT e relata que: JIT é uma modalidade de suprimentos em que fornecedores entregam materiais à medida que são consumidos na produção, proporcionando um investimento tendente á zero em estoque. A velocidade é essencial, pois os clientes estão ligados a produção e não mais ao estoque. Segundo Ching (2007) a confiabilidade é pré-requisito fundamental para se ter um fluxo rápido na produção. A flexibilidade é fundamental para que se consiga produzir lotes pequenos, led times curtos, dando agilidade à cadeia. Fica claro que o JIT não é fácil de ser atingido. Obvio é a redução do capital empregado que da-se através da redução de estoque. Hutchins (1993) observa que, através da aplicação das técnicas e conceitos nota-se que no final do processo há uma redução em torno de 20 a 60% dos custos percebidos em longo prazo e a resposta é em torno de três a cinco anos. Empresas onde as máquinas são ultrapassadas e não confiáveis, onde existam gargalos, lead times longos e qualidade insatisfatória, não são indicadas a trabalhar com este método, pois as quebras de contratos levarão os prejuízos e até falência das mesmas.

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht Administração Logística e Administração de. Profª. Patricia Brecht Definição - Logística O termo LOGÍSTICA conforme o dicionário Aurélio vem do francês Logistique e significa parte da arte da guerra que

Leia mais

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES 1 O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES Cesar Paulo Lomba (Discente do 4º período de Tecnologia de Gestão Financeira das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS) Maria Luzia

Leia mais

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual Logística Empresarial Evolução da Disciplina Aula 1 Aula 1 O papel da Logística empresarial Aula 2 A flexibilidade e a Resposta Rápida (RR) Operadores logísticos: conceitos e funções Aula 3 Prof. Me. John

Leia mais

CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE

CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE CHÃO DE FÁBRICA A PRODUÇÃO COMPETITIVA CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE Foco principal das empresas que competem com

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA Marinalva R. Barboza Definição do conceito de logística e evolução Logística tem origem no idioma francês Logistique se define de forma militar sendo uma parte estratégica

Leia mais

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 141 A LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Douglas Fernandes 1, Josélia Galiciano Pedro 1 Docente do Curso Superior

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Administração de Materiais. Profª Neuza

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Administração de Materiais. Profª Neuza FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo: Administração de Materiais Profª Neuza AULA ANTERIOR: Compras O que é??? É uma atividade de aquisição que visa garantir o abastecimento da empresa

Leia mais

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE. Profa. Lérida Malagueta

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE. Profa. Lérida Malagueta Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES Profa. Lérida Malagueta Planejamento e controle da produção O PCP é o setor responsável por: Definir quanto e quando comprar Como fabricar ou montar cada

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

Logistica e Distribuição

Logistica e Distribuição Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993 Logística e Distribuição A Atividade de Gestão de Estoque Primárias Apoio 1 2 3 4 Conceitulizando Estoque ESTOQUES são grandes volumes de matérias

Leia mais

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Toda empresa privada deseja gerar lucro e para que chegue com sucesso ao final do mês ela precisa vender, sejam seus serviços

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

PLANEJAMENTO E CONTROLE

PLANEJAMENTO E CONTROLE Unidade I PLANEJAMENTO E CONTROLE DE ESTOQUES Profa. Marinalva Barboza Planejamento e controle de estoques Objetivos da disciplina: Entender o papel estratégico do planejamento e controle de estoques.

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA BENEFICIADORA DE VIDROS EM TERESINA PI

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA BENEFICIADORA DE VIDROS EM TERESINA PI DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA BENEFICIADORA DE VIDROS EM TERESINA PI GEDAÍAS RODRIGUES VIANA 1 FRANCISCO DE TARSO RIBEIRO CASELLI 2 FRANCISCO DE ASSIS DA SILVA MOTA 3

Leia mais

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Unidade I GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Prof. Fernando Leonel Conteúdo da aula de hoje 1. Planejamento e controle de estoques. 2. A importância dos estoques. 3. Demanda na formação dos estoques.

Leia mais

Gerenciamento da produção

Gerenciamento da produção 74 Corte & Conformação de Metais Junho 2013 Gerenciamento da produção Como o correto balanceamento da carga de dobradeiras leva ao aumento da produtividade e redução dos custos (I) Pedro Paulo Lanetzki

Leia mais

Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR.

Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR. Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR. Barbara Monfroi (Unioeste) bmonfroi@gmail.com Késsia Cruz (Unioeste) kessia.cruz@hotmail.com

Leia mais

Unidade III GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS

Unidade III GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Unidade III 3 CUSTOS DOS ESTOQUES A formação de estoques é essencial para atender à demanda; como não temos como prever com precisão a necessidade, a formação

Leia mais

Assegurar o suprimento adequado de matéria-prima, material auxiliar, peças e insumos ao processo de fabricação;

Assegurar o suprimento adequado de matéria-prima, material auxiliar, peças e insumos ao processo de fabricação; 2. ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS Área da Administração responsável pela coordenação dos esforços gerenciais relativos às seguintes decisões: Administração e controle de estoques; Gestão de compras; Seleção

Leia mais

Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes.

Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes. Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes. Tiago Esteves Terra de Sá (UFOP) tiagoeterra@hotmail.com Resumo: Este trabalho busca apresentar

Leia mais

7. Viabilidade Financeira de um Negócio

7. Viabilidade Financeira de um Negócio 7. Viabilidade Financeira de um Negócio Conteúdo 1. Viabilidade de um Negócios 2. Viabilidade Financeira de um Negócio: Pesquisa Inicial 3. Plano de Viabilidade Financeira de um Negócio Bibliografia Obrigatória

Leia mais

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Aula 3 Disponibilidade em Data Center O Data Center é atualmente o centro nervoso

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 11

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 11 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 11 Questões sobre o tópico Administração de Materiais. Olá Pessoal, Hoje veremos um tema muito solicitado para esse concurso do MPU! Administração de Materiais.

Leia mais

QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE

QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE *Envie o nome de seu grupo, dos integrantes e um telefone de contato junto com as respostas do questionário abaixo para o e-mail COMMUNICATIONS.SLA@SCANIA.COM*

Leia mais

GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE

GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE SUMÁRIO O que é gestão de estoque...3 Primeiros passos para uma gestão de estoque eficiente...7 Como montar um estoque...12 Otimize a gestão do seu estoque...16

Leia mais

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos Capítulo 2 Logística e Cadeia de Suprimentos Prof. Glauber Santos glauber@justocantins.com.br 1 Capítulo 2 - Logística e Cadeia de Suprimentos Papel primordial da Logística na organização Gestão da Produção

Leia mais

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL - CTAE

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Prof. Rafael Roesler Aula 5 Sumário Classificação ABC Previsão de estoque Custos

Leia mais

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha Unidade II GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha Após a Segunda Guerra Mundial: Estados Unidos da América passaram por um longo período de crescimento. Responsáveis pela reconstrução de muitos

Leia mais

UNIVERSIDADE GAMA FILHO ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GESTÃO DE MATERIAL E PATRIMÔNIO NO SETOR PÚBLICO ELINE COÊLHO DA ROCHA

UNIVERSIDADE GAMA FILHO ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GESTÃO DE MATERIAL E PATRIMÔNIO NO SETOR PÚBLICO ELINE COÊLHO DA ROCHA UNIVERSIDADE GAMA FILHO ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GESTÃO DE MATERIAL E PATRIMÔNIO NO SETOR PÚBLICO ELINE COÊLHO DA ROCHA ORGANIZAÇÃO DO ALMOXARIFADO NO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO

Leia mais

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO P á g i n a 3 INTRODUÇÃO A Administração de Materiais compreende as decisões e o controle sobre o planejamento, programação, compra, armazenamento e distribuição dos materiais indispensáveis à produção

Leia mais

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Não há mais dúvidas de que para as funções da administração - planejamento, organização, liderança e controle

Leia mais

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009 Gestão da Qualidade Políticas Manutenção (corretiva, preventiva, preditiva). Elementos chaves da Qualidade Total satisfação do cliente Priorizar a qualidade Melhoria contínua Participação e comprometimento

Leia mais

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza Prova 1 09 de Maio de 2013 Nome: 1ª QUESTÃO (1,0) Segundo os dados divulgados pela ood and Agriculture Organization (AO, 2011) sobre as exportações brasileiras, em

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos ... lembrando Uma cadeia de suprimentos consiste em todas

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos Bloco Suprimentos Controle de Produção PCP Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Controle de Produção PCP, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas

Leia mais

QUANTO CUSTA MANTER UM ESTOQUE

QUANTO CUSTA MANTER UM ESTOQUE QUANTO CUSTA MANTER UM ESTOQUE! Qual o valor de um estoque?! Quanto de material vale a pena manter em estoque?! Como computar o valor da obsolescência no valor do estoque?! Qual o custo de um pedido?!

Leia mais

CONTROLE DE ESTOQUES Todo erro gerencial acaba gerando estoque.

CONTROLE DE ESTOQUES Todo erro gerencial acaba gerando estoque. CONTROLE DE ESTOQUES Todo erro gerencial acaba gerando estoque. RAZÕES PARA MANTER ESTOQUES A armazenagem de mercadorias prevendo seu uso futuro exige investimento por parte da organização. O ideal seria

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso:

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso: PLANO DE NEGÓCIOS Causas de Fracasso: Falta de experiência profissional Falta de competência gerencial Desconhecimento do mercado Falta de qualidade dos produtos/serviços Localização errada Dificuldades

Leia mais

25/02/2009. Tipos de Estoques. Estoque de Materiais. Estoque de Produtos Acabados. Estoque em transito. Estoque em consignação

25/02/2009. Tipos de Estoques. Estoque de Materiais. Estoque de Produtos Acabados. Estoque em transito. Estoque em consignação MSc. Paulo Cesar C. Rodrigues paulo.rodrigues@usc.br Mestre em Engenharia de Produção Posicionamento em relação à Produção e Interação com outras áreas CQ FO ORNECEDORES Matéria Prima Material de Consumo

Leia mais

JUST-IN-TIME & KANBAN

JUST-IN-TIME & KANBAN JUST-IN-TIME & KANBAN Prof. Darli Rodrigues Vieira darli@darli.com.br 1 OBJETIVO DA AULA OBJETIVO: EVIDENCIAR O QUE É JUST IN TIME E QUAL É SUA UTILIDADE EM PROJETOS DE OTIMIZAÇÃO DE RECURSOS EM OPERAÇÕES

Leia mais

ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ

ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ Acadêmica de Administração Geral na Faculdade Metropolitana de Maringá /PR - 2005 RESUMO: A atividade comercial

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico Análise externa Roberto César 1 A análise externa tem por finalidade estudar a relação existente entre a empresa e seu ambiente em termos de oportunidades e ameaças, bem como a

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS APLICADOS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E TURISMO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO PLANO DE DISCIPLINA DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os melhores resultados. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01

Leia mais

Capítulo 1 Conceitos e Gestão de Estoques

Capítulo 1 Conceitos e Gestão de Estoques Capítulo 1 Conceitos e Gestão de Estoques Celso Ferreira Alves Júnior eng.alvesjr@gmail.com 1. GESTÃO DE ESTOQUE 1.1 Conceito de Gestão de estoques Refere-se a decisões sobre quando e quanto ressuprir

Leia mais

CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE NA EMPRESA

CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE NA EMPRESA MARCIO REIS - R.A MICHELE CRISTINE RODRIGUES DE OLIVEIRA R.A 1039074 RENATA COSTA DA SILVA SIMIÃO R.A 1039444 Ciências Contábeis CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE NA EMPRESA Orientador: Prof.

Leia mais

Terceirização total ou terceirização parcial: qual delas escolher? Dialetto Comunicação Estratégica

Terceirização total ou terceirização parcial: qual delas escolher? Dialetto Comunicação Estratégica Terceirização total ou terceirização parcial: qual delas escolher? Dialetto Comunicação Estratégica Índice Introdução Capítulo 1 - Por que terceirizar a montagem de placas? Capítulo 2 - Como escolher a

Leia mais

Sistema de Administração da Produção

Sistema de Administração da Produção Sistema de Administração da Produção (Extraído do livro Planejamento, Programação e Controle da Produção Enrique Correa e Irineu Gianesi e Mauro Caon Ed Atlas, 2001) 1. Definição São sistemas de Informação

Leia mais

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA Autor: Jeferson Correia dos Santos ARTIGO TÉCNICO INOVAÇÃO NA GESTÃO DE PÓS-VENDAS: SETOR AUTOMOTIVO RESUMO A palavra inovação tem sido atualmente umas das mais mencionadas

Leia mais

O PAPEL DO ESTOQUE NAS EMPRESAS

O PAPEL DO ESTOQUE NAS EMPRESAS Gestão Estratégica de Estoques/Materiais Prof. Msc. Marco Aurélio C. da Silva Data: 22/08/2011 O PAPEL DO ESTOQUE NAS EMPRESAS 2 1 GESTÃO DE ESTOQUE Demanda Adequação do Estoque Investimento Série de ações

Leia mais

Gestão em Logística. Fundação de Estudos Sociais do Paraná. Luiz Alexandre Friedrich

Gestão em Logística. Fundação de Estudos Sociais do Paraná. Luiz Alexandre Friedrich Gestão em Logística Fundação de Estudos Sociais do Paraná Luiz Alexandre Friedrich Nosso contrato... Fornecedor : Luizão Cliente : Alunos de Adm. da FESP - Fornecer subsídios de teoria e prática de Gestão

Leia mais

Logística empresarial

Logística empresarial 1 Logística empresarial 2 Logística é um conceito relativamente novo, apesar de que todas as empresas sempre desenvolveram atividades de suprimento, transporte, estocagem e distribuição de produtos. melhor

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE SUPRIMENTOS GESTÃO

ADMINISTRAÇÃO DE SUPRIMENTOS GESTÃO GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS DEFINIÇÃO DE CADEIAS DE SUPRIMENTOS (SUPLLY CHAIN) São os processos que envolvem fornecedores-clientes e ligam empresas desde a fonte inicial de matéria-prima até o ponto

Leia mais

Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo

Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo Estudo de viabilidade As perguntas seguintes terão que ser respondidas durante a apresentação dos resultados do estudo de viabilidade e da pesquisa de campo FOFA.

Leia mais

1. Introdução. 1.1 Apresentação

1. Introdução. 1.1 Apresentação 1. Introdução 1.1 Apresentação Empresas que têm o objetivo de melhorar sua posição competitiva diante do mercado e, por consequência tornar-se cada vez mais rentável, necessitam ter uma preocupação contínua

Leia mais

OS DESAFIOS LOGISTICOS DO COMÉRCIO ELETRÔNICO

OS DESAFIOS LOGISTICOS DO COMÉRCIO ELETRÔNICO OS DESAFIOS LOGISTICOS DO COMÉRCIO ELETRÔNICO Fabiana Rubim Cintra Murilo Rodrigues da Silva Patrick Beirigo Andrade RESUMO Este artigo tem o objetivo de expor os principais problemas que o comércio eletrônico

Leia mais

Unidade IV. Processo de inventário (Típico) Definir duplas de inventários. Aguardar segunda contagem. Não. Segunda dupla?

Unidade IV. Processo de inventário (Típico) Definir duplas de inventários. Aguardar segunda contagem. Não. Segunda dupla? GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Unidade IV 4 PROCESSO DE INVENTÁRIO FÍSICO Para Martins (0), consiste na contagem física dos itens de estoque. Caso haja diferenças entre o inventário físico

Leia mais

A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma empresa

A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma empresa Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Engenharia de Custos e Orçamentos Turma 01 10 de outubro de 2012 A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma

Leia mais

Diagnóstico Empresarial. Porque a saúde da sua empresa é muito importante.

Diagnóstico Empresarial. Porque a saúde da sua empresa é muito importante. Diagnóstico Empresarial Porque a saúde da sua empresa é muito importante. Introdução Nos últimos anos as empresas têm focado pesadamente em gestão por resultados, proporcionando a seus gestores e equipes

Leia mais

GESTÃO DE OPERAÇÕES E LOGÍSTICA - ESTOQUES

GESTÃO DE OPERAÇÕES E LOGÍSTICA - ESTOQUES GESTÃO DE OPERAÇÕES E LOGÍSTICA - ESTOQUES T É C N I C O E M A D M I N I S T R A Ç Ã O P R O F. D I E G O B O L S I M A R T I N S 2015 ESTOQUES São acumulações de matérias-primas, suprimentos, componentes,

Leia mais

FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA

FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Unidade II FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Objetivos Ampliar a visão sobre os conceitos de Gestão Financeira; Conhecer modelos de estrutura financeira e seus resultados; Conhecer

Leia mais

GEBD aula 2 COMPRAS. Profª. Esp. Karen de Almeida

GEBD aula 2 COMPRAS. Profª. Esp. Karen de Almeida GEBD aula 2 COMPRAS Profª. Esp. Karen de Almeida Atividades típicas da Seção de Compras: a) Pesquisa; b) Aquisição; c) Administração; d) Diversos. Atividades típicas da Seção de Compras: a) Pesquisa: Estudo

Leia mais

OS NEGÓCIOS LUCRO = VOLUME PRODUZIDO X PREÇO - CUSTO

OS NEGÓCIOS LUCRO = VOLUME PRODUZIDO X PREÇO - CUSTO OS NEGÓCIOS Odilio Sepulcri* INTRODUÇÃO A sobrevivência dos negócios, dentre outros fatores, se dará pela sua capacidade de gerar lucro. O lucro, para um determinado produto, independente da forma como

Leia mais

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos Prof. Paulo Medeiros Introdução nos EUA surgiram 100 novos operadores logísticos entre 1990 e 1995. O mercado para estas empresas que

Leia mais

Saiba Como Convencer os Executivos Sobre o Valor do Gerenciamento de Projetos. White Paper

Saiba Como Convencer os Executivos Sobre o Valor do Gerenciamento de Projetos. White Paper Saiba Como Convencer os Executivos Sobre o Valor do Gerenciamento de Projetos White Paper TenStep 2007 Saiba Como Convencer os Executivos Sobre o Valor do Gerenciamento de Projetos Não há nenhuma duvida

Leia mais

Objetivos da Adm. de Estoque 1. Realizar o efeito lubrificante na relação produção/vendas

Objetivos da Adm. de Estoque 1. Realizar o efeito lubrificante na relação produção/vendas 1 Objetivos da Adm. de Estoque 1. Realizar o efeito lubrificante na relação produção/vendas Aumentos repentinos no consumo são absorvidos pelos estoques, até que o ritmo de produção seja ajustado para

Leia mais

Unidade I FINANÇAS EM PROJETOS DE TI. Prof. Fernando Rodrigues

Unidade I FINANÇAS EM PROJETOS DE TI. Prof. Fernando Rodrigues Unidade I FINANÇAS EM PROJETOS DE TI Prof. Fernando Rodrigues Nas empresas atuais, a Tecnologia de Informação (TI) existe como uma ferramenta utilizada pelas organizações para atingirem seus objetivos.

Leia mais

ANÁLISE DE AMBIENTE. E neste contexto, podemos dividir a análise ambiental em dois níveis distintos: Ambiente Externo.

ANÁLISE DE AMBIENTE. E neste contexto, podemos dividir a análise ambiental em dois níveis distintos: Ambiente Externo. Gestão de Estoques ANÁLISE DE AMBIENTE Pode-se dizer que as empresas são sistemas abertos, pois estão em permanente intercâmbio com o seu ambiente, ao mesmo tempo em que devem buscar incessantemente o

Leia mais

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade?

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade? Nas atividades empresariais, a área financeira assume, a cada dia, funções mais amplas de coordenação entre o operacional e as expectativas dos acionistas na busca de resultados com os menores riscos.

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS CONHECER A ELABORAÇÃO, CARACTERÍSTICAS E FUNCIONALIDADES UM PLANO DE NEGÓCIOS.

Leia mais

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

CAPÍTULO 4 Projeto e organização do trabalho e dos recursos físicos

CAPÍTULO 4 Projeto e organização do trabalho e dos recursos físicos ADMINISTRAÇÃO GESTÃO DA PRODUÇÃO CAPÍTULO 4 Projeto e organização do trabalho e dos recursos físicos 4.1 Arranjo físico GESTÃO DA PRODUÇÃO É a maneira segundo a qual se encontram dispostos fisicamente

Leia mais

GERENCIAMENTO DE MATERIAIS HOSPITALARES. Farm. Tatiana Rocha Santana 1 Coordenadora de Suprimentos do CC

GERENCIAMENTO DE MATERIAIS HOSPITALARES. Farm. Tatiana Rocha Santana 1 Coordenadora de Suprimentos do CC GERENCIAMENTO DE MATERIAIS HOSPITALARES Farm. Tatiana Rocha Santana 1 Coordenadora de Suprimentos do CC DEFINIÇÕES GERENCIAR Ato ou efeito de manter a integridade física e funcional para algo proposta

Leia mais

Gestão de Relacionamento com o Cliente CRM

Gestão de Relacionamento com o Cliente CRM Gestão de Relacionamento com o Cliente CRM Fábio Pires 1, Wyllian Fressatti 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil pires_fabin@hotmail.com wyllian@unipar.br RESUMO. O projeto destaca-se

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Nível de Serviço ... Serviço ao cliente é o resultado de todas as atividades logísticas ou do

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUES. Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 4 Prof. Rafael Roesler

GESTÃO DE ESTOQUES. Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 4 Prof. Rafael Roesler GESTÃO DE ESTOQUES Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 4 Prof. Rafael Roesler Sumário Gestão de estoque Conceito de estoque Funções do estoque Estoque de segurança

Leia mais

ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL

ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL ANA LAURA CANASSA BASSETO (UTFPR) alcanassa@hotmail.com Caroline Marqueti Sathler (UTFPR)

Leia mais

Pessoas e Negócios em Evolução

Pessoas e Negócios em Evolução Empresa: Atuamos desde 2001 nos diversos segmentos de Gestão de Pessoas, desenvolvendo serviços diferenciados para empresas privadas, associações e cooperativas. Prestamos serviços em mais de 40 cidades

Leia mais

PRODUÇÃO - Conceitos Iniciais

PRODUÇÃO - Conceitos Iniciais PRODUÇÃO - Conceitos Iniciais 1. Conceito - é a atividade de transformação (processo) de matéria-prima em utilidades necessárias ao consumidor. * Nenhuma organização sobrevive, a menos que produza alguma

Leia mais

Planejamento da produção. FATEC Prof. Paulo Medeiros

Planejamento da produção. FATEC Prof. Paulo Medeiros Planejamento da produção FATEC Prof. Paulo Medeiros Planejamento da produção O sistema de produção requer a obtenção e utilização dos recursos produtivos que incluem: mão-de-obra, materiais, edifícios,

Leia mais

UnB Universidade de Brasília. Administração de Recursos Materiais. Tema: Gestão de estoque. Alunos: - Beliza de Ávila.

UnB Universidade de Brasília. Administração de Recursos Materiais. Tema: Gestão de estoque. Alunos: - Beliza de Ávila. UnB Universidade de Brasília Administração de Recursos Materiais Tema: Gestão de estoque Alunos: - Beliza de Ávila - Felipe Jordán - Guilherme de Miranda - Jefferson Coelho O conceito de ocupação física

Leia mais

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi Marketing Prof. Angelo Polizzi Gestão de Produção Gestão de Produção Objetivos: Mostrar que produtos (bens e serviços) consumidos, são produzidos em uma ordem lógica, evitando a perda ou falta de insumos

Leia mais

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I Curso de Graduação em Administração Administração da Produção e Operações I 22º Encontro - 11/05/2012 18:50 às 20:30h COMO SERÁ NOSSO ENCONTRO HOJE? - ABERTURA - CAPACIDADE E TURNOS DE TRABALHO. 02 Introdução

Leia mais

30/09/2010. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves. Como surgiu o termo?

30/09/2010. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves. Como surgiu o termo? Engenheiro Agrônomo CCA/UFSCar 1998 Mestre em Desenvolvimento Econômico, Espaço e Meio Ambiente IE/UNICAMP 2001 Doutor em Engenhariade Produção PPGEP/UFSCar 2005 Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves Consultor

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS O plano de negócios deverá conter: 1. Resumo Executivo 2. O Produto/Serviço 3. O Mercado 4. Capacidade Empresarial 5. Estratégia de Negócio 6. Plano de marketing

Leia mais

A CURVA ABC COMO FERRAMENTA PARA ANÁLISE DE ESTOQUES RESUMO

A CURVA ABC COMO FERRAMENTA PARA ANÁLISE DE ESTOQUES RESUMO A CURVA ABC COMO FERRAMENTA PARA ANÁLISE DE ESTOQUES Leider Simões, Unisalesiano de Lins e-mail: leidersimoes16@hotmail.com Profª M. Sc. Máris de Cássia Ribeiro, Unisalesiano Lins e-mail: maris@unisalesiano.edu.br

Leia mais

Vamos nos conhecer. Avaliações 23/08/2015. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc.

Vamos nos conhecer. Avaliações 23/08/2015. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. Vamos nos conhecer Danillo Tourinho Sancho da Silva, M.Sc Bacharel em Administração, UNEB Especialista em Gestão da Produção

Leia mais

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO O QUE É NÍVEL DE SERVIÇO LOGÍSTICO? É a qualidade com que o fluxo de bens e serviços

Leia mais

TÍTULO: LOGISTICA INTEGRADA COM FOCO EM DISTRIBUIÇÃO: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO

TÍTULO: LOGISTICA INTEGRADA COM FOCO EM DISTRIBUIÇÃO: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO TÍTULO: LOGISTICA INTEGRADA COM FOCO EM DISTRIBUIÇÃO: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR PRESIDENTE

Leia mais

Artigo publicado na Revista CEPPG Nº 24 1/2011 ISSN 1517-8471 Páginas 37 à 44 RESUMO

Artigo publicado na Revista CEPPG Nº 24 1/2011 ISSN 1517-8471 Páginas 37 à 44 RESUMO CONTROLE DE QUALIDADE NA AVALIAÇÃO DE UM ESTOQUE Andre Luis de Souza Neto 1 RESUMO O presente trabalho justifica-se pela discussão do grande papel da avaliação e controle da qualidade de um estoque em

Leia mais

Scania Serviços. Serviços Scania.

Scania Serviços. Serviços Scania. Serviços Scania Scania Serviços. Serviços Scania. Tudo o que o você precisa para cuidar Tudo bem do o que seu o Scania, você precisa em um para só lugar. cuidar bem do seu Scania, em um só lugar. SERVIÇOS

Leia mais

2- FUNDAMENTOS DO CONTROLE 2.1 - CONCEITO DE CONTROLE:

2- FUNDAMENTOS DO CONTROLE 2.1 - CONCEITO DE CONTROLE: 1 - INTRODUÇÃO Neste trabalho iremos enfocar a função do controle na administração. Trataremos do controle como a quarta função administrativa, a qual depende do planejamento, da Organização e da Direção

Leia mais

CONCEITOS RELACIONADOS ÀS ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS NOS EPISÓDIOS 1, 2 E 3.

CONCEITOS RELACIONADOS ÀS ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS NOS EPISÓDIOS 1, 2 E 3. CONCEITOS RELACIONADOS ÀS ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS NOS EPISÓDIOS 1, 2 E 3. PROBLEMA: É UM OBSTÁCULO QUE ESTÁ ENTRE O LOCAL ONDE SE ESTÁ E O LOCAL EM QUE SE GOSTARIA DE ESTAR. ALÉM DISSO, UM PROBLEMA

Leia mais

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS POR MEIO DO PROGRAMA 5 S EM UMA TRANSPORTADORA NA CIDADE DE MARINGÁ

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS POR MEIO DO PROGRAMA 5 S EM UMA TRANSPORTADORA NA CIDADE DE MARINGÁ 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS POR MEIO DO PROGRAMA 5 S EM UMA TRANSPORTADORA NA CIDADE DE MARINGÁ Daiane Maria De Genaro Chiroli 1

Leia mais

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi e Sistema Integrado Objetivos do Tema Apresentar: Uma visão da logística e seu desenvolvimento com o marketing. A participação da logística como elemento agregador

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICO FINANCEIRA DA EMPRESA BOMBRIL S.A.

ANÁLISE ECONÔMICO FINANCEIRA DA EMPRESA BOMBRIL S.A. Universidade Federal do Pará Centro: Sócio Econômico Curso: Ciências Contábeis Disciplina: Análise de Demonstrativos Contábeis II Professor: Héber Lavor Moreira Aluno: Roberto Lima Matrícula:05010001601

Leia mais