ESTADO NUTRICIONAL E FATORES ASSOCIADOS AO BAIXO PESO AO NASCER EM CRIANÇAS*

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1 ESTADO NUTRICIONAL E FATORES ASSOCIADOS AO BAIXO PESO AO NASCER EM CRIANÇAS* ALYNE PEREIRA MACEDO, MARIA GROSSI MACHADO Resumo: o objetivo foi diagnosticar o estado nutricional e verificar a associação do baixo peso ao nascer com retardo estatural em crianças de uma creche pública. Houve prevalência importante de risco de obesidade, pequena prevalência de retardo estatural e baixo peso ao nascer. Baixo peso ao nascer não teve associação com retardo estatural e com fatores socioeconômicos. Palavras-chave: Criança. Peso ao nascer. Estado nutricional. Estatura-idade. Peso-estatura. Segundo dados da UNICEF (2008), no período de 1999 a 2006, a proporção média de crianças com baixo peso ao nascer no mundo foi de 15%. No Brasil, houve 8,14% de nascimentos com baixo peso, sendo que na região Centro-Oeste no mesmo período esse número foi de 7,6%. Fatores biológicos como gravidez na adolescência e ganho insuficiente de peso durante a gestação associado a fatores socioculturais como pobreza, insegurança alimentar, falta de cuidados pré-natais, falta de instrução adequada e baixo nível de escolaridade materno são alguns dos fatores associados à causa do recém-nascido de baixo 557

2 558 peso, e esses fatores socioculturais continuarão afetando a evolução do estado nutricional da criança em crescimento (MENEZES et al., 2011). A definição de Baixo Peso ao Nascer (BPN) é o peso de nascimento inferior a 2.500g. Crianças com BPN têm aumentada em 20 vezes a probabilidade de morte em relação as que nasceram com peso adequado, sendo eleito pela Organização Mundial de Saúde como o agente individual mais importante da morbimortalidade infantil (MAYER; CANCELIER; FRANCIOTTI, 2011). O BPN tem graves consequências médicas, sociais estando relacionado a um menor desempenho educacional desde a pré-escola fase que favorece a formação e o desenvolvimento equilibrado da criança para sua plena inserção na sociedade, e físicas principalmente no retardo estatural, considerando-se que a altura alcançada na idade adulta é o efeito de adequadas condições socioeconômicas sobre a saúde e nutrição desde a infância. Alguns estudos sugerem que o BPN tem relação com a baixa estatura na infância, a qual é representada pelo indicador altura/idade com escore Z < -2 (OLIVEIRA et al., 2007). O estado nutricional das crianças é representado pelos indicadores antropométricos peso por altura (P/A), IMC por idade (IMC/I), peso por idade (P/I) e altura por idade (A/I), segundo Ministério da Saúde (2007). O último expressa o crescimento linear de crianças e corresponde ao dado que melhor representa o efeito cumulativo de situações adversas sobre o crescimento da criança, podendo nele ser diagnosticado o retardo estatural. Todo indivíduo nasce com potencial de crescimento que pode ser alcançado, desde que tenha condições favoráveis de vida desde a concepção até a idade adulta, mas o mesmo pode sofrer ainda influências genéticas e do ambiente, sendo necessária investigação de ambos, em seu crescimento físico (ORLONSKI et al., 2009). O número elevado de nascidos com baixo peso constitui um importante problema de saúde pública e representa um alto percentual na morbimortalidade neonatal, além de repercutir negativamente no indicador A/I, o acompanhamento do crescimento infantil pode identificar e combater os riscos à saúde da criança.

3 Nesse contexto, o presente estudo tem como objetivo diagnosticar o estado nutricional e verificar a associação do baixo peso ao nascer com o retardo estatural e outros fatores em crianças atendidas em uma creche pública de Goiânia. MÉTODOS O presente estudo caracteriza-se como um estudo analítico transversal, composto por crianças matriculadas na Creche Cantinho Feliz, instituição vinculada à Secretaria de Estado da Saúde de Goiás, na cidade de Goiânia. A população foi composta por 26 crianças de dois a quatro anos de idade devidamente matriculadas no local, cujos pais assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido (TCLE). Os procedimentos adotados durante a realização do estudo foram aprovados pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (CEP-PUC Goiás). Foram utilizadas as medidas de peso, comprimento e estatura atuais da criança coletados nos prontuários do serviço de nutrição da Creche Cantinho Feliz, onde os mesmos são aferidos mensalmente pela nutricionista do local. As informações sobre nível socioeconômico (NSE), sexo, peso da criança ao nascer, idade da mãe, escolaridade materna, número de irmãos e número de pessoas na residência foram coletadas por meio de um questionário entregue aos pais ou responsáveis que assinaram o TCLE. O estado nutricional das crianças foi classificado pelo índice de estatura/idade (E/I) e peso/estatura (P/E), expressado em valor de escore Z em relação à mediana da população de referência, recomendado pelo Ministério da Saúde (2007). Escore Z < -2 foi caracterizado como baixo peso e baixa estatura. Já escore Z 2 foi caracterizado como excesso de peso para a relação peso/estatura. Para o tratamento estatístico foi utilizado inicialmente estatística descritiva, agrupando os resultados em valores de frequência relativa e absoluta, média e desvio-padrão. O teste t de Student pareado foi utilizado para comparação de médias. A associação entre baixo peso ao nascer com o retardo estatural e as variáveis foi realizada por meio do teste exato de Fisher. A análise dos dados foi realizada no software SPSS 17.0.e foi adotado nível de significância de p < 0,

4 RESULTADOS Para as variáveis descritivas de peso ao nascer, altura ao nascer, peso atual, estatura atual e índice de massa corporal (IMC) foram encontradas diferenças significativas entre os gêneros no peso atual, sendo a média de 19,44 Kg entre os meninos e 15,31 Kg entre as meninas, e na estatura atual, sendo a média de 1,06 cm entre os meninos e 0,99 cm entre as meninas (tabela 1). Tabela 1: Variáveis descritivas das crianças atendidas pela Creche Cantinho Feliz, Goiânia, Variáveis Total N=26 Meninos N=11 Meninas N=15 Valor p* 560 Peso ao nascer (kg) Altura ao nascer (m) Peso atual (kg) Estatura atual (m) IMC (kg/m 2 ) * Teste t de Student não pareado 3,22±0,45 3,25±0,49 3,20±0,44 0,812 49,58±2,12 49,91±2,02 49,33±0,57 0,505 17,06±4,21 19,44±4,77 15,31±2,77 0,010 1,02±0,09 1,06±0,07 0,99±0,08 0,024 16,24±2,11 17,01±2,74 15,67±1,34 0,110 Observou-se uma prevalência de 11,5% de baixo peso ao nascer, sendo 9,1% entre os meninos e 13,3% entre as meninas. Houve prevalência de 34,6% de risco de obesidade, sendo 45,4% entre os meninos e 26,7% entre as meninas. A baixa estatura foi observada em 7,7% das crianças e apenas no gênero feminino (13,3%).

5 Tabela 2: Análise do estado nutricional das crianças atendidas pela Creche Cantinho Feliz, Goiânia, Variáveis Total N (%) Meninos N (%) Meninas N (%) Valor p* Baixo peso ao nascer 1,000 Não 23 (88,5) 19 (90,9) 13 (86,7) Sim 3 (11,5) 1 (9,1) 2 (13,3) Peso para estatura 0,419 Eutrófico 17 (65,4) 6 (54,6) 11 (73,3) Risco de sobrepeso/ obesidade 9 (34,6) 5 (45,4) 4 (26,7) Estatura para idade 0,492 Adequada 24 (92,3) 11 (100,0) Baixa/ muito baixa 2 (7,7) 0 (0,0) * Teste exato de Fisher 13 (86,7) 2 (13,3) Nota-se que entre as crianças que não apresentaram e as que apresentaram baixo peso ao nascer (BPN), não foram encontradas diferenças significativas entre as variáveis P/E e E/I (tabela 3). Observa-se que não houve associação entre BPN e retardo estatural. 561

6 Tabela 3: Estado nutricional associado ao baixo peso ao nascer em crianças atendidas pela Creche Cantinho Feliz, Goiânia, Variáveis Baixo peso ao nascer Valor p* Total N (%) Não N (%) Sim N (%) Peso para estatura 0,529 Eutrófico Risco de sobrepeso/ obesidade 17 (65,4) 9 (34,6) 14 3 (60,9) (100,0) 9 (39,1) 0 (0,0) Estatura para idade 1,000 Adequada 24 (92,3) 21 (91,3) 3 (100,0) 562 Baixa/ muito baixa 2 (7,7) 2 (8,7) 0 (0,0) *Teste exato de Fisher No presente estudo observou-se que as variáveis de número de irmãos e número de pessoas no domicílio não estiveram associadas ao BPN (p<0,05). As escolaridades dos pais assim como a profissão, idade, altura e peso dos mesmos também não estiveram associadas ao BPN. Os fatores econômicos também não influenciaram o BPN (tabela 4).

7 Tabela 4: Fatores associados ao baixo peso ao nascer em crianças atendidas pela Creche Cantinho Feliz, Goiânia, Variáveis Baixo peso ao nascer Valor p Itens que possui Não N=23 Sim N=3 em casa Tv em cores 1,7±0,8 1,0±1,0 0,189* Rádio 1,3±0,9 1,3±0,6 0,896* Banheiro 1,7±0,8 1,0±1,0 Automóvel 1,0±0,8 1,0±1,0 Escolaridade do pai 0,134* 1,000* 0,145* 1,000* Escolaridade da mãe 0,052* Idade do pai 37,9±5,1 31,7±1,9 Idade da mãe 36,5±5,0 32,7±2,7 0,228* Peso do pai 85,9±12,3 82,0±2,0 0,594* Altura do pai 1,79±0,22 1,80±0,04 0,902* Peso da mãe 66,1±13,0 63,0±1,0 0,686* Altura da mãe 1,65±0,08 1,57±0,07 0,097* N de filhos 2,3±1,1 1,7±0,6 0,371* N de pessoas na 4,3±1,2 3,3±1,2 0,210* residência *Teste exato de Fisher **Teste t de Student não pareado. 563

8 564 DISCUSSÃO O aumento nos casos de sobrepeso e obesidade em crianças e adolescentes de vários países já é evidenciado por pesquisas científicas. No Brasil, a situação não é diferente, reflexo de uma transição nutricional pela qual o país está passando e que exige intervenções nutricionais adequadas, pois indivíduos obesos na infância apresentam elevado risco de permanecerem obesos na vida adulta (ORLONSKY et al., 2009; VITOLO et al., 2008). Os resultados do estudo apontam prevalência de risco de sobrepeso e obesidade em 34,6% na amostra analisada. Os dados encontrados são maiores que o da Pesquisa Nacional de saúde da criança e da mulher, onde há a prevalência de excesso de peso em 24,2% das crianças analisadas (IBGE, 2009). Um estudo de Orlonsky et al., (2009), na cidade de Ponta Grossa, com escolares atendidos por uma Unidade de Ensino Básico, em tempo integral, corrobora os dados apresentados. Os autores encontraram uma prevalência de 27,8% de excesso de peso nessa população. Uma menor prevalência foi encontrada no estudo de Vitolo et al., (2008), na cidade de São Leopoldo, RS, com crianças durante uma campanha de imunização, onde os pesquisadores encontraram 9,8% de excesso de peso. Percebe-se nas últimas décadas um aumento importante da obesidade que vem atingindo qualquer faixa etária. Fatores psicológicos, comportamentais, sociais, econômicos e biológicos se misturam na etiologia dessa epidemia. No caso da amostra estudada, as crianças possuem condição socioeconômica estável e com baixa prevalência de baixo peso ao nascer. O baixo peso ao nascer tem como consequência um retardo estatural que normalmente é observado em maior prevalência entre 4 e 8 meses de idade e neste período é visto como o principal determinante para inadequado ganho ponderal dos bebês (MAYER; CANCELIER; FRANCIOTTI, 2011). Na idade escolar, já foram superados os riscos mais marcantes que comprometem o estado nutricional, com isso a baixa estatura expressa mais os déficits de crescimento ocorridos no passado do que a situação presente (LAURENTINO et al., 2006).

9 No presente estudo as crianças nascidas com baixo peso não apresentaram retardo estatural atual, supondo que houve a recuperação da estatura dentro dos padrões estabelecidos. Esses dados diferem do estudo caso-controle de Mayer; Cancelier; Franciotti onde os nascidos com baixo peso recuperaram apenas os valores referentes ao peso/idade no primeiro ano de vida, porém não recuperaram a estatura. Os autores partem da hipótese de que erros alimentares possam ter contribuído para a não recuperação da estatura/idade. Em outro estudo de Rissin et al., (2011), foi observada uma prevalência de 26,8% de retardo estatural em crianças que nasceram com baixo peso ao descrever a prevalência e análise dos fatores associados ao retardo estatural em menores de cinco anos. Um fator considerado de risco para a mortalidade infantil é o baixo peso ao nascer (< 2500g), pois pode causar desordens no desenvolvimento da criança. Na investigação conduzida por Barroso, Sichieri; Costa (2008), sobre a influência dos indicadores socioeconômicos e do perfil de saúde no estado nutricional de crianças de seis a trinta meses, do município de Duque de Caxias, com amostragem probabilística composta por 402 crianças, o baixo peso ao nascer foi mais uma vez fortemente associado à baixa altura por idade, aumentando cerca de três vezes a chance desse retardo estatural, quando comparado às crianças que nasceram com peso adequado. Fatores socioeconômicos como serviços básicos de saneamento e cuidados higiênicos como a água de beber também foram estatisticamente significantes com a probabilidade de retardo estatural (RISSIN et al., 2011). Souza et. al. (2012) encontraram ainda associação do baixo índice de riqueza, o analfabetismo do pai ou do padrasto, a ausência da mãe biológica no domicílio e a exposição ao esgoto a céu aberto com o retardo estatural para idade, enquanto que o baixo peso ao nascer foi associado como único fator de déficit de peso para estatura, num total de 4,1%. Os resultados encontrados neste estudo não evidenciaram associação entre fatores sociodemográficos ao nascer e o retardo estatural. Foram citados como fatores de risco para o baixo peso ao nascer a gravidez na adolescência, ganho insuficiente de 565

10 566 peso durante a gestação associado a fatores socioculturais como pobreza, insegurança alimentar, falta de cuidados pré-natais, falta de instrução adequada e baixo nível de escolaridade. Alguns estudos citam também doenças na gestação e filho anterior com BPN (ARAÚJO; TANAKA, 2007; MAYER; CANCELIER; FRANCIOTTI, 2011; MENEZES et al., 2011). As crianças que frequentam essa creche pública são filhos de pais vinculados à Secretaria de Estado da Saúde, possuindo boas condições de vida. Percebeu-se na pesquisa que as crianças que nasceram com baixo peso não possuem retardo estatural, sendo, provavelmente, as duas condições não relacionadas aos critérios de baixo desenvolvimento sociodemográfico. CONCLUSÃO Verificou-se neste estudo uma prevalência importante de risco de sobrepeso/obesidade e uma pequena prevalência de baixa estatura para idade na amostra, assim como uma pequena prevalência de BPN. Porém, observou-se que o BPN detectado não está associado ao retardo estatural e aos fatores socioeconômicos das crianças e das famílias. Deste modo, pode-se sugerir que nesta creche, na qual são realizadas a maioria das refeições, com supervisão de um nutricionista, somado aos aspectos sociodemográficos, socioeconômicos e às propícias condições de vida das crianças podem ter contribuído para a evolução adequada da estatura da maioria delas, principalmente as com BPN. Talvez fosse necessário analisar a associação entre BPN, retardo estatural e fatores socioeconômicos com um número maior de crianças no intuito de obtenção de resultados mais significativos, pois a amostra do estudo foi pequena. Em relação à prevalência de risco de obesidade recomendase um trabalho de intervenção nutricional na creche, com atuação da toda a equipe interdisciplinar em atividades de educação alimentar e nutricional com pais e crianças, na intenção de influenciar positivamente a redução da prevalência de excesso de peso nesse público infantil.

11 NUTRITIONAL STATUS AND FACTORS ASSOCIATED WITH LOW BIRTH WEIGHT Abstract: the research examined the association between nutritional status and low birth weight, growth retardation and other factors in children attending a daycare center. This concluded that happened a risk of obesity prevalence, a short prevalence for the low stature for the age and a small prevalence of low birth weight. Low birth weight has no association with low stature and socioeconomic factors. Keywords: Children. Birth weigth. Nutritional status. Height-age. Weight-height. Referências ARAUJO, B. F.; TANAKA, A. C. Fatores de risco associados ao nascimento de recém-nascidos de muito baixo peso em uma população de baixa renda. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 23, n. 12, p , dez BARROSO, G. S.; SICHIERI, R.; COSTA, R. S. Fatores associados ao déficit nutricional em crianças residentes em uma área de prevalência elevada de insegurança alimentar. Revista Brasileira de Epidemiologia, São Paulo, v. 11, n. 3, p , FRANCIOTTI, D. L.; MAYER, G. N.; CANCELIER, A. C. L. Fatores de risco para baixo peso ao nascer: um estudo de casocontrole. Arquivos Catarinenses de Medicina, Santa Catarina, v. 39, n. 3, p , Brasil. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Pesquisa nacional da saúde da criança e da mulher: PNDS. Brasília: Ministério da Saúde; p LAURENTINO, G. E. C. et al., Déficit estatural em crianças em idade escolar em menores de cinco anos: uma análise comparativa. Revista de Nutrição, Campinas, v. 19, n. 2, MAYER, G. N.; CANCELIER, A. C. L.; FRANCIOTTI, D. L. Comparação do crescimento de bebês com baixo peso ao nascer 567

12 568 com bebês nascidos com peso adequado: estudo de coorte. Arquivos Catarinenses de Medicina, Santa Catarina, v. 40, n. 4, MENEZES, R. C. E. et al., Determinantes do déficit estatural em menores de cinco anos no Estado de Pernambuco. Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 45, n. 6, p , Brasil. Ministério da Saúde. Incorporação da curva de crescimento da Organização Mundial da Saúde no SISVAN. Brasília, DF, 2006, p. OLIVEIRA, L. P. M. et al., Preditores do retardo de crescimento linear em pré-escolares: uma abordagem multinível. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 23, n. 3, p , ORLONSKI S. et al., Estado nutricional e fatores associados ao déficit de estatura em crianças atendidas por uma unidade de ensino básico de tempo integral. Revista Brasileira d e Crescimento e Desenvolvimento Humano, São Paulo, v. 19, n. 1, p , RISSIN, A. et al., Retardo estatural em menores de cinco anos: um estudo baseline. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 16, n. 10, p , SOUZA, O. F. et al., Desnutrição em crianças menores de 60 meses em dois municípios no Estado do Acre. Revista Brasileira de Epidemiologia, São Paulo, v. 15, n. 1, p , UNICEF. The state of the world s children Disponível em: <hhtp:// Acessado em: 29 ago VITOLO, M. R. et al., Alguns fatores associados a excesso de peso, baixa estatura e déficit de peso em menores de 5 anos. Jornal de Pediatria, Rio de Janeiro, v. 84, n. 3, p , * Recebido em: Aprovado em: ALYNE PEREIRA MACEDO, Graduanda do curso de Nutrição da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás). Nutrição em Saúde Pública. MARIA GROSSI MACHADO, Nutricionista. M.Sc. em Nutrição e Saúde. Docente do Curso de Nutrição da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás). Nutrição em Saúde Pública.

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