A PRÁTICA PEDAGÓGICA E O PROCESSO DE INCLUSÃO DOS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NOS ANOS INICIAIS

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1 A PRÁTICA PEDAGÓGICA E O PROCESSO DE INCLUSÃO DOS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NOS ANOS INICIAIS Natalia Barbosa Verissimo Profª Dra. Célia Regina Vitaliano Danielle Nunes Martins do Prado Universidade Estadual de Londrina - UEL Eixo Temático: Práticas Pedagógicas Inclusivas Palavras chaves: Prática Pedagógica. Professores regentes. Necessidades Educacionais Especiais. Introdução A inclusão dos alunos com NEE no ensino regular exige dos professores competências específicas e reflexões constante sobre suas práticas pedagógicas, a fim de viabilizar um ensino de qualidade para todos os alunos. (BARBOSA, 2008) Refletir sobre a prática pedagógica do professor regente que atua com alunos que apresentam NEE é relevante, uma vez que existe a necessidade de compreender os sucessos e as dificuldades que esses profissionais encontram em suas salas de aula perante aos novos desafios propostos pela educação inclusiva. Tendo em vista que ao se considerar os fundamentos teóricos-metodológicos da Educação Inclusiva baseados em uma concepção de educação de qualidade para todos os alunos e no respeito a suas diferenças, se faz necessário práticas pedagógicas qualificadas e direcionadas para o atendimento das necessidades educacionais de todos os alunos, com e sem deficiências (FREIRE, 2011). O presente artigo apresenta uma análise dos resultados de dados de pesquisas realizadas entre os anos de 2005 a 2015, que tinham como foco principal, reflexões e análises sobre as práticas pedagógicas dos professores regentes do ensino regular nos anos iniciais. Objetivamos neste estudo contribuir com reflexões sobre a prática pedagógica dos professores regentes para promover o processo de inclusão dos alunos com NEE na classe comum.

2 Método Este estudo se caracteriza como uma pesquisa bibliográfica, que segundo Severino (2007) é um tipo de pesquisa que se utiliza de textos que abordam um tema determinado, como fonte principal de dados, por meio do qual o pesquisador trabalha a partir das contribuições dos autores dos estudos analíticos constantes dos textos (2007, p. 122). A coleta dos dados deu-se por meio de consultas a sites científicos da área de Educação: no banco de dissertações e teses da Capes e artigos científicos disponíveis no site Scielo entre os anos de 2005 a 2015, que tinham como palavras chaves em diferentes combinações: práticas pedagógicas inclusivas, estratégias para inclusão, metodologias inclusivas, em seguida delimitamos a busca para as práticas, metodologias e estratégias inclusivas de professores regentes, e terem como foco a atuação do professor regente nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Privilegiamos nesse trabalho, a análise qualitativa dos dados coletados. O material coletado foi organizado de acordo com as orientações Bardin (1977). Quadro 1- Obras analisadas referentes a prática pedagógica dos professores regentes dos anos iniciais no processo de inclusão dos alunos com NEE Ano Autor Título Tipo de publicação 2005 SANT ANA, I. M. Educação Inclusiva concepções de professores e diretores 2005 SILVA, S. S. Interação entre professores e alunos em sala de aula com ARANHA, M. S.F. proposta pedagógica de educação inclusiva 2006 ANDRADE, M. C. O. A prática pedagógica de professores de alunos com transtorno de déficit de intenção/hiperatividade 2006 RIBEIRO, J. C. C. Significações na escola inclusiva Um estudo sobre as Tese concepções e práticas de professores envolvidos com a inclusão escolar 2006 ZERAIK, F. G. A avaliação nas práticas pedagógicas inclusivas: visão de professores 2009 RIOS, N. V. F. O processo de inclusão de crianças com deficiência NOVAES, B. C. A. C. auditiva na Escola Regular: Vivencias de professores 2009 FRIAS, E. M. A. Inclusão escolar do aluno com necessidades educacionais MENEZES, M. C. B LEONARDO, N. S. T. BRAY, C. T. ROSSATO, S. P. M. especiais: Contribuições ao professor do ensino Regular Inclusão escolar: um estudo acerca da implantação da proposta em escolas de ensino básico 2009 REGIANE, A. E. Percepções e práticas de professores especialistas em educação especial que atuam como regentes em classes inclusivas 2010 MICARONI, N. I. R.; CRENITTE, P. A. P.; CIASCA, S. M. A prática docente frente a desatenção do aluno no ensino fundamental

3 2010 CORSI, A. M. Práticas pedagógicas no ensino fundamental na perspectiva LIMA, E. F. do multiculturalismo crítico 2010 SANTANA, R. de S. Ressignificação da prática pedagógica: aprendizagem do número numa perspectiva inclusiva 2012 BRIANT, M. E. P.; Inclusão de crianças com deficiência na escola regular OLIVER, F. C. numa região do município de São Paulo: conhecendo estratégias e ações 2013 BRABO, G. M. B. Formação docente inicial e o aluno com deficiência em classe comum na perspectiva da educação inclusiva 2013 FREITAS, J. F. Desafios da prática pedagógica na educação inclusiva: A ARAUJO, P. F. realidade dos professores de Hortolância SP 2013 MENDONÇA, F. L. R. Entre concepções docentes e práticas pedagógicas: o processo de inclusão de aluno com deficiência intelectual na rede pública de ensino do Distrito Federal 2013 VIOTO, J. R. B. O papel do supervisor pedagógico no processo de inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais: uma pesquisa colaborativa Fonte: Os autores. Tese Resultados e discussões 1 O Processo de organização e planejamento dos professores e as práticas pedagógicas inclusivas. Incluímos nesta categoria as análises dos autores que discursam sobre o processo de organização e planejamento dos professores, sua relação com a prática pedagógica e as concepções que o norteiam. Tais ações podem tanto favorecer quanto dificultar o processo de inclusão dos alunos com necessidades educacionais especiais. Os dados foram organizados em duas subcategorias. 1.1 Práticas pedagógicas favorecedoras ao processo de inclusão. Identificamos nove pesquisam que apresentaram em suas análises, dados que as levaram a identificar práticas pedagógicas que foram favorecedoras ao processo de inclusão dos alunos com necessidades educacionais especiais. Uma das práticas apresentadas pelos autores: Silva e Aranha (2005); Ribeiro (2006); Andrade (2006); Frias e Menezes (2009); Regiane (2009); Briant e Olivier (2012) para auxiliar na aprendizagem dos alunos com NEE em sala regular, é o trabalho diversificado e a flexibilização do planejamento, pois possibilita atender a diversidade dos educandos em sala de aula e cria um ambiente educativo mais rico para todos os alunos. Nesse contexto, as mudanças

4 na metodologia de ensino atendem os alunos que apresentam NEE e os que não apresentam NEE. Os autores Rios e Novaes (2009); Andrade (2006) e Vioto (2013) apresentam o trabalho em grupo entre os alunos como uma estratégia para favorecer a prática pedagógica em sala de aula, pois favorece a aprendizagem de conteúdos e a convivência com o outro. De acordo com Freitas e Araujo (2013, p. 325) o processo de inclusão necessita de um currículo ajustado progressivamente e com as seguintes características: flexibilidade, trabalho cooperativo, dinamicidade, uso de recursos alternativos e avaliação continuada, além de focalizar a interação entre as necessidades do educando e as respostas educacionais que são propiciadas pelo sistema educacional, para responder de adequadamente as necessidades educacionais de todos os alunos. Sendo assim, cabe ao professor disponibilizar a todos os alunos oportunidades de aprendizagem por meio de práticas inclusivas, que valorizem as diferenças e considerem os talentos e as potencialidades de cada aluno (REGIANE, 2019, p. 97). 1.2 Práticas pedagógicas que podem dificultar o processo de inclusão. Dentre as pesquisas analisadas, identificamos seis obras que apontaram práticas pedagógicas desenvolvidas pelos professore, cujos autores: Silva e Aranha (2005); Corsi e Lima (2010); Vioto (2013); Regiane (2009); Leonardo, Bray e Rossato (2009); Freitas e Araujo (2013) consideram pouco ou nada inclusivas. Dentre elas destacamos um tratamento igual ofertado pelos professores a todos os alunos durante a apresentação e explicação dos conteúdos, isto é, uma prática que não se adapta as necessidades peculiares dos alunos com NEE presentes na sala de aula, a utilização de atividades padronizadas para todos os alunos, ou seja, uma mesma atividade para diferentes turmas e níveis de aprendizagem, a utilização de atividades para os alunos com NEE que contemplavam conteúdos e disciplinas totalmente diferentes aos ministrados para os demais alunos. Também destacamos prática que tinham um aspecto mais assistencialista do que pedagógico, embasada por uma visão de acolhimento e proteção, não se preocupando com o desenvolvimento integral do aluno e sim com sua permanência em sala de aula e a falta de um planejamento adequado no que se refere a estrutura, aos recursos humanos e materiais, para receber e trabalhar com os alunos com deficiência.

5 Conclusões A partir das análises aqui apresentadas, foi possível constatar que o sucesso da intervenção do professor com os alunos que apresentam NEE, depende da implementação de amplas mudanças nas práticas pedagógicas, pois para ensinar na perspectiva inclusiva, é preciso ressignificar o papel do professor, da escola, da educação e das práticas pedagógicas. Com base nas análises dos referidos autores, em relação as práticas pedagógicas dos professores regentes para desenvolver o processo de inclusão, consideramos que é de suma importância a flexibilização do ensino, a adoção de estratégias diversificadas e ações educativas adequadas ao modo de como o aluno aprende, e principalmente o desenvolvimento de experiências de reflexão colaborativa entre os membros da comunidade escolar, bem como a revisão das concepções baseadas em pressupostos inatistas. Contudo, para que a educação inclusa se efetive, há que se ter um olhar para a formação desse professor de classe comum. Se faz necessário redefinir os modelos de formação ofertada a esses professores, no intuito de contribuir para o aperfeiçoamento de seus conhecimentos para que assim possam desenvolver práticas que venham favorecer a inclusão dos alunos com NEE. Referências BARBOSA, V. L. de B. Prática do professor numa escola inclusiva. In: MARTINS, L. de A. R. Escola Inclusiva: pesquisa, reflexões e desafios. João Pessoa: Ideia, BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, p. BRASIL. Lei de diretrizes e bases da educação. Brasília: MEC; DÍEZ, A. M. T. os mesmos caminhos para o desafio de uma educação inclusiva. Rev. Educ. Esp., Brasília, v 5, n 1, p , jan/jul FREIRE, S. S. INCLUSÂO ESCOLAR: práticas pedagógicas para uma educação inclusiva. Disponível em: VITALIANO, C. R. Formação de professores para inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais. Londrina: EDUEL, SANTOS, M. P.; P AULINO, M. M. Inclusão em Educação: cultura, políticas e práticas. São Paulo: Cortez, p SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, ed. rev. e atualizada. p.122.

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