Ivanildo de Araujo Silva 1 Fabíola Andrade Souza 2. Faculdade Escola de Engenharia de Agrimensura

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1 O USO DE GEOTECNOLOGIAS NA IDENTIFICAÇÃO ESPACIAL DOS ACIDENTES DE TRÂNSITO NAS RODOVIAS ESTADUAIS DA BAHIA Use of geotechnologies for spatial identification of traffic accidents in Bahia state highways Ivanildo de Araujo Silva 1 Fabíola Andrade Souza 2 1 Faculdade Escola de Engenharia de Agrimensura 2 Universidade Federal da Bahia Escola Politécnica da UFBA / Departamento de Engenharia de Transportes e Geodésia RESUMO O trânsito é um assunto que sempre está em evidência. Frequentemente, notícias de acidentes de trânsito são vinculadas na mídia, principalmente pelos impactos negativos causados, que contribuem para o crescimento nos índices de óbitos, sendo uma das principais causas de morte precoce no Brasil. Em 2013, a Bahia foi o estado do Nordeste que mais recebeu o seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres DPVAT, por morte, segundo o boletim estatístico da Seguradora Líder, consórcio criado pelo Conselho Nacional de Seguros Privados. A presente pesquisa tem como objetivo principal apresentar a aplicação de Geotecnologias na identificação da distribuição espacial de acidentes de trânsito nas rodovias estaduais da Bahia, ocorridos no período de janeiro de 2010 a dezembro de 2013, registrados pela Polícia Rodoviária Estadual - PRE, buscando servir de subsídio para o reconhecimento das áreas com elevados índices de acidentes, contribuindo para o estabelecimento de futuras políticas públicas. Para isso esse estudo iniciou-se com o levantamento de dados estatísticos dos Boletins de Ocorrência de Acidentes de Trânsito - BOAT, emitidos pela PRE, e os dados do sistema de georreferenciamento da rede rodoviária estadual existente no Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia - DERBA, possibilitando, na segunda etapa, o desenvolvimento de um banco de dados das ocorrências. Em seguida, os acidentes foram georreferenciados em um Sistema de Informações Geográficas - SIG, permitindo visualizar a distribuição de ocorrências e ferramentas de análises espacial (kernel density), produziram dados que subsidiaram a geração de mapas temáticos. Com a distribuição espacial dos acidentes ficou evidente a ausência de registros de ocorrências em algumas regiões do estado, principalmente no oeste, onde praticamente não há registros. Algumas rodovias específicas apresentaram um índice mais elevado de acidentes, principalmente próximas aos grandes centros populacionais. Palavras chaves: Acidente de Trânsito, Rodovias Estaduais da Bahia, SIG, DERBA. ABSTRACT Traffic is an issue that is always in evidence. Often news of traffic accidents are shown in the media, especially the negative impacts that contribute to the growth of the rate of deaths, being a major cause of premature death in Brazil. In 2013, Bahia was the northeastern state that received most the death insurance Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres DPVAT (Personal Injuries Caused by Land Motor Vehicles), according to the Líder insurance company statistical bulletin, a consortium created by the Conselho Nacional de Seguros Privados (National Council of Private Insurance). This research aims to present the application of Geotechnologies in identifying the spatial distribution of traffic accidents on Bahia state highways, occurred from January 2010 to December 2013, registered by the Polícia Rodoviária Estadual - PRE (State Highway Patrol) allowing the recognition of areas with high accident rates, contributing to the establishment of future public policies. This study began with the surveying of statistical data from the Boletins de Ocorrência de Acidentes de Trânsito - BOAT (Traffic Accident Occurrence Bulletins), listed by the PRE and the data georeferencing system data from the road network in the Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia - DERBA (Bahia State Department of Transportation Infrastructure), allowing, in a second moment, the development of a case database. Then, accidents were georeferenced in a Geographic Information System - GIS, allowing visualization of the distribution of occurrences and spatial analysis tools (kernel density), and the 1

2 produced data supported the generation of thematic maps. With the spatial distribution of accidents was evident the absence of their records in some regions of the state, especially in the west, where there are virtually no records. Some specific highways showed a higher rate of accidents, especially near the major population centers. Keywords: Traffic Accident, Bahia State Highways, GIS, DERBA. 1. INTRODUÇÃO A situação dos acidentes de trânsito é muito alarmante, visto que se configuram como a segunda causa externa de óbitos e a primeira na faixa da população de 5-14 anos e de ou mais anos, segundo os Indicadores e Dados Básicos - IDB (2009). Outra comprovação dessa afirmação foi que no ano de 2004, no Dia Mundial da Saúde, comemorado na data de criação da Organização Mundial da Saúde - OMS, sete de abril, as ações foram dirigidas ao problema dos acidentes de trânsito. A resolução A/RES/64/255, publicada no dia 02 de março de 2010, pela Assembleia Geral das Nações Unidas, proclamou o período de 2011 a 2020 como a Década de Ações para a Segurança no Trânsito". Como adesão ao Plano de Ação da Década de Segurança no Trânsito , no dia 11 de maio de 2011, os Ministérios da Saúde e das Cidades lançaram o Pacto Nacional pela Redução dos Acidentes no Trânsito Pacto pela Vida. A meta é estabilizar e reduzir o número de mortes e lesões em acidentes de transporte terrestre nos dez anos seguintes. Dando continuidade às ações do governo federal na tentativa de reduzir o problema de acidentes de trânsito, foi efetuado o lançamento no dia 21 de setembro de 2012, da campanha permanente pela redução dos acidentes de trânsito, que quer promover a paz nas estradas brasileiras. A meta do governo ao lançar a campanha é reduzir pela metade o número de mortes por acidentes de trânsito no Brasil até Segundo o Ministério dos Transportes, em 2010, pessoas morreram nas estradas e ruas do país. No texto da Política Nacional de Trânsito - PNT (2004) afirma-se que para reduzir as ocorrências e introduzir civilidade no trânsito é necessário tratá-lo a partir de um enfoque multidisciplinar que envolve diversos problemas, entre eles os sociais, econômicos e de saúde, os quais apenas o trabalho das instituições governamentais isoladas não funciona. Essa perspectiva assume o entendimento de que o verdadeiro papel do estado é a liderança voltada para um grande esforço nacional em favor de um trânsito mais humano e seguro. Neste contexto, os Sistema de Informações Geográficas - SIG são uma importante ferramenta de manipulação de dados espaciais, automatizando as tarefas de análise, planejamento, controle e representação dos dados, portanto, podendo propiciar informações mais precisas, tornando mais efetivas as ações do poder público. Diesel (2005) realizou uma pesquisa com o objetivo de relacionar os acidentes de trânsito com as ocorrências de precipitações pluviométricas utilizando SIG. A autora buscou construir subsídios técnicos para o aprimoramento da definição e implantação de políticas públicas dirigidas à segurança viária e saúde pública no estado de Santa Catarina. Já em 2009, Diesel apresentou um estudo de um Sistema de Gestão de Riscos Viários - SIGRAV/2009, usando teorias de Geointeligência como apoio à tomada de decisão em atividades de prevenção, atendimento e reparação, visando agilizar as diferentes etapas de um processo de gestão de risco. O sistema construído, na forma de um protótipo aplicável às rodovias no Estado de Santa Catarina, associa aspectos geográficos aos tecnológicos integrando princípios gerenciais com técnicas computacionais aplicadas ao geoprocessamento, analisando uma série de resultados amostrais como: óbitos por acidente de trânsito, risco por causa de acidentes, risco por tipo de acidentes, riscos de acidentes de trânsito relacionados às condições climáticas, dentre outros, possibilitando a realização de análises de acidentes e desastres de forma conjunta, gerando soluções para os dois tipos de ocorrências. Gomes (2008) realizou uma análise estatística espacial para mapear os principais pontos críticos dos acidentes de trânsito da malha viária do município de Vitória - ES, utilizando Sistemas de Informações Geográficas associadas às ferramentas de análise espacial. Souza (2011) afirma que quando o objetivo é reconhecer a distribuição espacial dos acidentes de trânsito, a utilização de SIG pode gerar bons resultados. Essa sucinta revisão dos trabalhos relacionados com a aplicação de Geotecnologias nos estudos de acidentes de trânsito, mostra como o SIG tornou-se uma importante ferramenta na análise de fenômenos espaciais relacionados ao trânsito. Desta forma, a presente pesquisa tem como objetivo principal apresentar a aplicação de Geotecnologias na identificação da distribuição espacial de acidentes de trânsito nas rodovias estaduais da Bahia, ocorridos no período de janeiro de 2010 a dezembro de 2013, buscando servir de subsídio para o reconhecimento das áreas com elevados índices de acidentes, contribuindo para o estabelecimento de políticas públicas para uma futura tomada de decisão com o objetivo de reduzir essas ocorrências. Para alcançar esse objetivo, foram realizadas as seguintes etapas: Elaboração de um banco de dados das ocorrências dos registros de acidentes de trânsito nas rodovias estaduais da Bahia, referente ao período de 2010 a 2013; Georreferenciamento dos registros dos acidentes de trânsito levantados na etapa anterior; 2

3 Elaboração e análise de mapas da distribuição espacial das ocorrências, por ano, identificando as áreas de concentração e evolução anual. 2. JUSTIFICATIVA O índice de fatalidade em acidentes de trânsito no Brasil é bastante superior ao de países desenvolvidos, sendo uma das principais causas de morte precoce. Segundo dados da pesquisa divulgada pelo IPEA em 2006, o custo anual dos acidentes de trânsito nas rodovias Brasileiras, tomando como base dezembro de 2005, chegou a R$22,00 bilhões, o que representa 1,2% do PIB Brasileiro à época. A maior parte desse montante é referente à perda de produção, com a morte ou interrupção das atividades laborais na população economicamente ativa, seguido do custo referente ao tratamento de saúde das vítimas e do custo associado aos veículos envolvidos. Os acidentes não provocam apenas custos econômicos, mas, sobretudo, sofrimento e perda de qualidade de vida imputada às vítimas e à sociedade em geral. A Bahia foi o estado do Nordeste que mais recebeu o seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres DPVAT, por morte, segundo o boletim estatístico de 2011, 2012 e 2013 da Seguradora Líder, consórcio criado pelo Conselho Nacional de Seguros Privados. No boletim de 2013, a Bahia aparece com 22,4% das indenizações pagas em relação à região Nordeste e 6,3% das indenizações no ranking nacional. Vale ressaltar que a região Nordeste representa 16,17% da frota nacional de automóveis e concentra 28% de acidentes com vítimas fatais, a segunda maior incidência do país. TABELA 1 - INDICADORES DE INDENIZAÇÕES PAGAS NA BAHIA, POR MORTE. Fonte: Seguradora Líder Ano % pago na Bahia em relação a região Nordeste % pago na Bahia em relação ao Brasil ,00% 6,00% ,00% 6,00% ,35% 6,30% O Código de Trânsito Brasileiro (CTB), no Capítulo II DO SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO, Seção II - Da Composição e da Competência do Sistema Nacional de Trânsito, estabelece: Art. 21. Compete aos órgãos e entidades executivos rodoviários da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição: [...] IV - coletar dados e elaborar estudos sobre os acidentes de trânsito e suas causas. (BRASIL, 1997). O Estado da Bahia mantém, através do Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia DERBA, uma malha viária de aproximadamente ,60 km, segundo o Sistema Rodoviário Estadual (2013), que é um instrumento normativo com o conjunto de rodovias e acessos, sob jurisdição do estado, compreendendo infraestrutura rodoviária e estrutura operacional. A Bahia possui uma Área Territorial, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, de ,669 m 2. A missão do órgão é: Assegurar uma eficiente infraestrutura de transporte que proporcione aos usuários conforto e segurança, promovendo o desenvolvimento sócio econômico do Estado da Bahia e preservando o meio ambiente. O DERBA necessita de informações rápidas e confiáveis para sua tomada de decisão. Fitz (2008), afirma que com os espaços mapeados e com o uso de SIG pode-se conhecer melhor uma região, disponibilizando ao usuário uma vigorosa ferramenta de apoio à tomada de decisão. Neste contexto, a escolha do tema para este trabalho justifica-se pela necessidade do Governo do Estado da Bahia, através do DERBA, aperfeiçoar o gerenciamento das rodovias; identificar a distribuição espacial dos acidentes de trânsito e unificar a utilização de um banco de dados espacial que possa contemplar os dados geográficos e alfanuméricos. 3. ACIDENTES DE TRÂNSITO Acidente de trânsito é todo acidente com veículo ocorrido na via pública, sendo esta também chamada de rua e entendida como a largura total entre dois limites de propriedade de todo terreno ou caminho aberto ao público para circulação de pessoas ou bens de um lugar para outro. Esse é o conceito de acidente de trânsito definido pela Organização Mundial da Saúde - OMS (1995) e reproduzido pelo Ministério da Saúde (2001), em sua Política Nacional de Redução de Morbimortalidade. Para o Ministério da Saúde refere-se ao impacto das doenças e das mortes que incorrem em uma sociedade, por acidentes e violências. Dotta (1996) define os acidentes de trânsito como acontecimentos repentinos, inesperados, imprevistos e involuntários, por se tratarem de eventos que não podem ser evitados. Porém, o autor afirma que apenas 10% recebem estas características e os outros 90% são decorrentes de imprudência, negligência e imperícia, e portanto, não podem ser 3

4 denominados acidentes. O problema de trânsito no Brasil gira em torno do comportamento, segundo Dotta (2004), aproximadamente 90% dos acidentes no trânsito estão ligados a um fator humano e resultam da desobediência às normas de trânsito. O autor também afirma que a falta de percepção do perigo leva com maior facilidade aos acidentes, pois os condutores precisam despertar uma consciência dos riscos que estão associados ao ato de dirigir. As notícias de acidentes de trânsito que são frequentemente vinculadas na mídia, apresentam como o principal causador o mau comportamento dos condutores, colocando em risco a segurança no trânsito. Especialistas afirmam que os condutores iniciantes saem conscientes, porém, ao ver nas ruas o comportamento dos outros condutores e a falta de punição por ineficiência da fiscalização, acabam adotando o mesmo comportamento, criando um ciclo vicioso que, infelizmente, só termina quando sofrem um acidente. O emprego da direção defensiva constitui em um dos meios mais eficazes para redução dos índices de acidentes em nossas vias, afirma Dotta (1996). O Brasil está se colocando entre os campeões de acidentes de trânsito, gerando muitos impactos sociais, como a perda da qualidade de vida das vítimas, e impactos econômicos provocados ao país. Algumas medidas como a implantação do Código de Trânsito Brasileiro, no final da década de 1990, ajudaram na diminuição do número de mortes e na melhoria dos indicadores de segurança (tabela 2), mas o número de vítimas fatais demonstra que apenas essas ações não foram suficientes, principalmente quando comparamos com as estatísticas dos países desenvolvidos (tabela 3). TABELA 2 - INDICADORES DE ACIDENTES DE TRÂNSITO PARA O BRASIL 1961 a Fonte: DENATRAN Ano Número de mortes Número de feridos Mortes por 10 mil veículos Mortes por 100 mil habitantes ,6 4, ,4 11, ,0 15, ,3 15, ,8 11,8 TABELA 3 - INDICADORES DE ACIDENTES DE TRÂNSITO PARA PAÍSES SELECIONADOS Fonte: (1) Organization for Economic Co-operation and Development - OECD, (2) DENATRAN País Taxa de mortes por 10 mil veículos Japão (1) 1,32 Alemanha (1) 1,46 Estados Unidos (1) 1,93 França (1) 2,35 Turquia (1) 5,36 Brasil (2) 6,80 O IPEA (2006) afirma que os acidentes de trânsito são um problema que vem sendo incorporado ao cotidiano da vida das pessoas, silenciosa e assustadoramente. Conhecer melhor essa realidade e dar subsídios para tomada de decisões e implementação de ações é o primeiro passo para mudança. 4. SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS Os Sistemas de Informações Geográficas SIG são usualmente aceitos como sendo uma tecnologia que possui o ferramental necessário para realizar análises com dados espaciais e, portanto, oferece alternativas para o entendimento da ocupação e utilização do meio físico (SILVA, 2003). Câmara (2001) descreve que SIG é o termo aplicado para sistemas que realizam o tratamento computacional de dados geográficos e recuperam informações não apenas com base em suas características alfanuméricas, mas também através de sua localização espacial. Devido à capacidade de manipular grande quantidade de dados georreferenciados, os Sistemas de Informações Geográficas tornaram-se uma ferramenta capaz de diagnosticar espacialmente a distribuição dos acidentes. Pode-se dizer, de forma genérica, Se onde é importante para seu negócio, então Geoprocessamento é sua ferramenta de trabalho. Sempre que o onde aparece, dentre as questões e problemas que precisam ser resolvidos por um sistema informatizado, haverá uma oportunidade para considerar a adoção de um SIG. (CÂMARA, 2001, p. 01). As funções associadas a um SIG vão variar de acordo ao uso que se fará do sistema. Fitz (2008) afirma que as 4

5 funções são entendidas como os próprios módulos do sistema, destacando: aquisição e edição de dados, gerenciamento do banco de dados, análise geográfica de dados e representação de dados. Já Câmara (2001), destaca que funções básicas são: entrada de dados, gerenciamento de informações, recuperação de informações, manipulação e análise, e exibição e produção de saídas. Para a utilização de um SIG faz-se necessária a implementação de um banco de dados georreferenciados, ou seja, um banco de dados com os registros referenciados a um sistema de coordenadas conhecido. A manipulação desses dados dá-se por meio de um Sistema Gerenciador de Banco de Dados SGBD. No SGBD, concebe-se a existência de dois tipos de dados: os espaciais e os alfanuméricos. Os dados espaciais são aqueles que podem ser representados espacialmente, ou seja, de forma gráfica. A estrutura desse tipo de dado pode ser vetorial ou matricial. O dado com estrutura vetorial pode ser composto por três elementos (pontos, linhas e polígonos) e utiliza para sua representação um sistema de coordenadas. Um exemplo de um dado vetorial é o mapa temático, onde se vincula um mapa a um tema específico e que são obtidos como produtos derivados de um SIG. (FITZ, 2008). O dado com estrutura matricial é representado por uma matriz com n linhas e m colunas, onde cada célula é denominada pixel. Exemplos de dados matriciais são fotografias aéreas, imagens de satélite e mapas digitalizados. (FITZ, 2008). Ainda segundo Fitz (2008), os dados alfanuméricos são constituídos por caracteres, ou seja, letras e números que podem ser armazenados em tabelas no banco de dados, que devem possuir atributos para vinculá-los à estrutura espacial do SIG, principalmente pelas suas coordenadas. Exemplos de dados alfanuméricos são: população, indicadores socioeconômicos, e área. Segundo Druck (2004), compreender a distribuição espacial de dados constitui um grande desafio. A ênfase da análise espacial é mensurar as propriedades e os relacionamentos dos fenômenos ocorridos no espaço, ou seja, incorporar o espaço à análise que se deseja, tornando-se o SIG capaz de gerar uma visualização do padrão espacial do fenômeno. Deseja-se investigar se existe alguma concentração espacial na distribuição dos acidentes de trânsito nas rodovias estaduais da Bahia, pois, a utilização de um SIG permitirá a visualização espacial dos dados e ajudará a compreender a distribuição das ocorrências de acidentes de trânsito nestas rodovias, permitindo ações mais eficientes para sua redução. O uso do SIG tornará a visualização dos resultados mais fácil, fornecendo informações mais objetivas que dispensam a interpretação de relatórios e estatísticas. 5. MÉTODOS A metodologia aplicada na pesquisa foi a exploratória, com o objetivo de proporcionar uma visão geral do problema, tornando-o mais explícito, através de levantamento bibliográfico, levantamento de pesquisas e aquisição de dados estatísticos de acidentes de trânsito. A fase inicial dessa pesquisa foi o levantamento bibliográfico disponível sobre Acidentes de Trânsito e Sistemas de Informações Geográficas. Em um segundo momento da pesquisa foi realizado um levantamento sucinto das pesquisas relacionadas com a aplicação de Geotecnologias nos estudos de acidentes de trânsito. Isso se faz necessário para conhecer as iniciativas no contexto do Brasil e da Bahia. Para atender aos objetivos específicos da pesquisa, no primeiro momento, foram encontrados Boletins de Ocorrência BO cadastrados no sistema de Acidentes de Trânsito ACT pela Polícia Rodoviária Estadual PRE, no período de janeiro de 2010 a dezembro de Nessa etapa foi realizada a aquisição dos dados estatísticos dos acidentes de trânsito, exportando os registros de acidentes originalmente armazenados em um banco de dados Oracle, para um formato Comma-Separated Values CSV, que é suportado por vários Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados SGBD. Como o DERBA não possui a licença do Oracle Spatial, extensão espacial do SGBD Oracle para armazenar as geometrias no banco, os dados foram migrados para o PostgreSQL, que é um SGBD gratuito com o código fonte aberto e que possui extensão espacial PostGis. Utilizando o PostgreSQL foi criada a tabela de Acidentes com os atributos: Código do Posto, Nome do Posto Rodoviário, Número do Boletim, Hora, Data, Dia da Semana, Ano, Município, Rodovia, km, Trecho, Tipo de Acidente, Quantidade de Feridos e de Vítima Fatal, Formato e Situação da Pista, Tipo de Pavimento, Sinalização Horizontal e Vertical, Tipo Obra D Arte, Tipo Localização, Visibilidade, Condição do Tempo e Luminosidade. O passo seguinte foi a importação do arquivo CSV com os dados dos acidentes para a tabela Acidentes no banco PostgreSQL. Outra tabela criada no banco foi a de Rodovias, com os atributos: Rodovia, km, Coordenada X e Coordenada Y. Os dados das coordenadas foram obtidos do sistema de georreferenciamento da rede rodoviária estadual existente no DERBA, sendo coordenadas geográficas no sistema de referência SAD-69 (SOUTH AMERICAN DATUM 1969). O georreferenciamento dos acidentes de trânsito foi dado pela junção das tabelas Acidentes e Rodovias, através dos atributos em comum: rodovia e km. Na tabela Acidentes estão armazenados os dados registrados nos boletins de ocorrência, inclusive a rodovia e km em que ocorreu o acidente. Já na tabela Rodovia estão armazenados os dados da malha rodoviária estadual georreferenciada, criando assim, uma nova tabela com todos os atributos da tabela Acidentes e as suas respectivas coordenadas extraídas da tabela Rodovias. Segundo Silva (2003), georreferenciar é 5

6 tornar as coordenadas conhecidas num dado sistema de referência. Pode-se destacar uma situação na BA001, que é uma rodovia com aproximadamente 840 km de extensão, entre trechos pavimentados, implantados e planejados. Ela começa na localidade de Bom Despacho, no município de Itaparica, sendo o km 0 da rodovia. Segue pelos municípios de Nazaré, Valença, Ituberá, Camamu, Itacaré, Ilhéus, Olivença, Una, Canavieiras, Santa Cruz Cabrália, Prado, Alcobaça, Nova Viçosa, Mucuri e vai até a divisa com o estado do Espírito Santo no km 840. Motivados pela extensão da rodovia e principalmente pela ausência de placas indicativas com a numeração dos quilômetros nas rodovias, os agentes da Polícia Rodoviária Estadual, ao informarem o local do acidente, geralmente colocavam o quilômetro relativo à distância da sede da cidade em que o mesmo ocorreu e não relativo ao km 0 da rodovia. Portanto, nessa rodovia foi necessário um ajuste no quilômetro informado pela PRE, levando em consideração o município do acidente, localização do posto rodoviário e a descrição do trecho do acidente. Souza (2011) destaca os problemas relacionados à coleta de dados, onde a qualidade dos dados podem limitar os resultados obtidos, tanto pela escassez da informação, tanto pela imprecisão da localização dos acidentes. Segundo Quintanilha (2002) entre os principais fatores a serem controlados para evitar ou minimizar os erros estão: Adequação de produtos quando oriundos de transferência ou importação de dados; Procedimentos utilizados nos processos de entrada e conversão de dados; e Disponibilidade de pessoal treinado. Para uma melhor visualização dos resultados encontrados na pesquisa, foram gerados mapas temáticos da distribuição espacial dos acidentes de trânsito, com o SIG ESRI ArcGis No primeiro passo, foi adicionada a camada com os dados dos acidentes que estava armazena no SGBD PostgreSQL. No segundo passo, foram inseridos os pontos georreferenciados dos acidentes através da opção Display XY Data. Em seguida foram feitas seleções por atributos, para separar os acidentes por ano, criando uma camada para cada ano: 2010, 2011, 2012 e Por fim, foram adicionadas as camadas: Cidades, com a identificação das sedes municipais do estado da Bahia, fornecida pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia SEI; a camada Bahia, com o contorno do estado da Bahia, fornecida pela SEI; e a camada Rodovias, com o Sistema Rodoviário do Estado. A partir da utilização da ferramenta Kernel Density foram gerados mapas com a interpolação da distribuição dos acidentes. Essa ferramenta calcula a densidade de características pontuais em torno de cada célula de saída matricial dentro de um raio de influência pré-estabelecido. Como parâmetros para o cálculo das intensidades foi utilizado 100 para célula e para o raio metros. Optou-se pela ferramenta Kernel Density por ser de fácil utilização e interpretação dos resultados. Sendo uma alternativa simples para analisar o comportamento de padrões de pontos e estimar a intensidade pontual do evento em uma região de estudo (Carvalho e Câmara, 2002). 6. RESULTADOS E DISCUSSÃO Foram contabilizadas ocorrências de acidentes de trânsito, registradas pela PRE, no período de janeiro de 2010 a dezembro de Deste total, foram georreferenciadas, conforme Fig. 1, ficando ocorrências sem georreferenciamento, o que representa 16,5% dos registros, devido a ausência da coordenada do quilômetro em que ocorreu o acidente na tabela Rodovias, que contém os dados do georreferenciamento da rede rodoviária estadual. 6

7 Fig. 1: Distribuição espacial dos acidentes de trânsito nas rodovias estaduais da Bahia de 2010 a Com a distribuição espacial dos acidentes foi possível constatar a ausência de registros de acidentes em algumas regiões e municípios do estado, principalmente na região oeste, onde praticamente não há registros de acidentes. Dos 417 municípios do estado, existem registros de acidentes em 250, o que representa aproximadamente 60% dos municípios baianos. Na Fig. 2, pode-se visualizar a distribuição espacial e a classificação dos municípios baianos quanto ao número de ocorrências. Fig. 2: índice de acidentes por municípios de 2010 a

8 Na tabela 4, pode-se visualizar a relação dos 10 municípios com maior índice de acidentes no estado da Bahia, no período de 2010 a TABELA 4: DEZ MUNICÍPIOS COM MAIOR ÍNDICE DE ACIDENTES, NO PERÍODO DE 2010 a Município Acidentes Município Acidentes Camaçari Simões Filho Lauro de Freitas Mata de São João 692 Salvador Alcobaça 563 Ilhéus São Francisco do Conde 520 Candeias Itambé 475 O município de Camaçari apresenta a maior concentração de acidentes no estado, principalmente pelo elevado índice de acidentes da BA099. Seguido por Lauro de Freitas, com uma maior concentração nos segmentos da BA099 em seu território, conforme a análise de kernel apresentada na Fig. 3. Em terceiro o município Salvador, com uma maior concentração na BA522, conforme Fig. 4. Ilhéus aparece em quarto lugar, com destaques nas BA262, BA263 e BR415. Candeias em quinto lugar, motivado pela maior concentração de acidentes na BA522, conforme análise de kernel visualizada na Fig. 6. Simões Filho em sexto lugar com destaque para os trechos da BA093 em seu território. Pode-se constatar uma maior concentração de acidentes nos seis primeiros municípios do ranking, a partir da sétima posição com o município de Mata de São João, o número de registros cai em mais de 50%, em comparação com o sexto colocado. Como não é possível visualizar o resultado da interpolação da intensidade dos acidentes na Bahia inteira, devido à escala das figuras, portanto, foi dado destaque em uma área da região metropolitana de Salvador, conforme serão apresentados os mapas de Kernel anuais nas figuras a seguir. No ano de 2010 foram georreferenciadas ocorrências (Fig. 3). Em 2011 foram ocorrências (Fig. 4). Já em 2012 foram ocorrências (Fig. 5). Por fim, foram ocorrências no ano de 2013 (Fig. 6). Fig. 3: Distribuição espacial e intensidade pontual dos acidentes de trânsito nas rodovias estaduais da Bahia, em

9 Fig. 4: Distribuição espacial e intensidade pontual dos acidentes de trânsito nas rodovias estaduais da Bahia, em Fig. 5: Distribuição espacial e intensidade pontual dos acidentes de trânsito nas rodovias estaduais da Bahia, em

10 Fig. 6: Distribuição espacial e intensidade pontual dos acidentes de trânsito nas rodovias estaduais da Bahia, em CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES O estudo dos acidentes de trânsito, através da distribuição espacial por meio de um SIG, contribui para minimizar o problema dos acidentes e representa uma importante etapa para análises detalhadas, pois fornece subsídios para tomada de decisão. Os registros sobre o local onde os acidentes ocorrem são de fundamental importância para a distribuição espacial, buscando identificar as áreas de concentração das ocorrências. Fatores específicos podem comprometer o resultado da pesquisa e um deles é a qualidade do dado coletado pela PRE, especialmente referente à imprecisão dos locais das ocorrências. Visando melhorar a precisão da localização dos acidentes, a PRE deveria registrar as ocorrências com os Personal Digital Assistant PDA, já utilizados nas Autuações de Infração de Trânsito AIT, pois esse equipamento permite utilizar o Global Positioning System - GPS, com isso todas as ocorrências já seriam georreferenciadas no momento do seu registro com uma precisão satisfatória. O DERBA poderia elaborar metodologia ou adotar uma existente para identificação dos pontos críticos nas suas rodovias, objetivando melhorar as intervenções do órgão, aplicando de forma mais eficiente os recursos públicos. Essa metodologia poderia utilizar uma relação que leva em conta o número de ocorrências com vítimas/ano, ou seja, acidentes com uma maior gravidade, e o volume médio diário de tráfego (VMD), definindo um índice de periculosidade para classificação das rodovias mais perigosas do estado. Algumas ações que o órgão poderia tomar voltadas a diminuição dos índices de acidentes nas rodovias estaduais da Bahia: Realização de campanhas educativas de prevenção de acidentes; Fiscalização ostensiva da PRE; Análise da distribuição dos postos da PRE, principalmente no entorno dos trechos de maior concentração de acidentes; Instalação de equipamentos eletrônicos para controle de velocidade; Instalação de placas educativas alertando aos usuários da rodovia do risco de acidentes; Elaboração de estudos das causas prováveis dos acidentes verificando, por exemplo, se é por falta de sinalização adequada, ou até mesmo erro no traçado da rodovia. Outra recomendação é a disponibilização dos mapas com a espacialização das ocorrências dos acidentes na WEB, com o objetivo de disseminar essa informação para os usuários das rodovias, alertando para possíveis trechos perigosos, exigindo-lhes uma maior cautela ao trafegar pela rodovia. Com os resultados obtidos no trabalho de distribuição dos acidentes e de análise espacial, é possível observar alguns segmentos das rodovias estaduais com uma maior concentração de acidentes e o aumento das ocorrências a cada ano, o que reforça a gravidade da situação e a importância da pesquisa realizada. Pode-se concluir que a pesquisa aqui desenvolvida foi válida, atingindo o seu objetivo de possibilitar a identificação da distribuição espacial dos acidentes de trânsito, ocorridos nas rodovias estaduais da Bahia, registrados pela PRE, no período de janeiro de 2010 a dezembro de

11 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Lei nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE Disponível em <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9503.htm>. Acesso: Câmara, G.; Carvalho, M. S., Análise espacial de eventos. Disponível em <http://www.dpi.inpe.br/gilberto/livro/analise/cap2-eventos.pdf >. Acesso em CÂMARA, G.; DAVIS. C.; MONTEIRO, A. M. Introdução à Ciência da Geoinformação. São José dos Campos, INPE, 2001 (on-line, 2ª edição, revista e ampliada). Disponível em: <http://www.dpi.inpe.br/gilberto/livro/analise/cap2- eventos.pdf>. Acesso em: DIESEL, Lilian Elizabeth. SIG na prevenção a acidentes de trânsito. Dissertação de Mestrado. Florianópolis/SC. Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil, Universidade Federal de Santa Catarina, DIESEL, Lilian Elizabeth. Tese de Doutorado. Florianópolis/SC. Proposta de um Sistema de Gestão de Ricos Viários (SIGRAV/2009) usando geointeligencia para rodovias do estado de Santa Catarina Sul do Brasil. Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil, Universidade Federal de Santa Catarina, DOTTA, Ático; ROZESTRATEN, Reinier J. A. Os sinais de trânsito e o comportamento seguro. 2ª edição. Porto Alegre: Sagra, DOTTA, Ático; DOTTA, Renata. Acidentes de trânsito, como evitá-los. São Paulo: Centauro, DRUCK, S.; CARVALHO, M.S.; CÂMARA, G.; MONTEIRO, A.V.M. (eds). Análise Espacial de Dados Geográficos. Brasília: EMBRAPA, FITZ, Paulo Roberto. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de Textos, GOMES, Rosiane de Jesus. Análise Espacial dos Acidentes de Trânsito do município de Vitória utilizando Sistemas de Informações Geográficas. Dissertação de Mestrado. Vitória-ES. Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil Transportes, Universidade Federal do Espírito Santo, IDB. Indicadores e dados básicos para a saúde IPEA. Impactos sociais e econômicos dos acidentes de trânsito nas rodovias brasileiras Relatório Executivo. Brasília: IPEA/DENATRAN/ANTP, Ministério da Saúde. Política Nacional de Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências. Portaria MS/GM n o 737 de publicada no DOU n o 96, seção IE, de Brasília, Ministério dos Transportes, Governo quer reduzir pela metade número de mortes no trânsito até Disponível em <http://www.transportes.gov.br/noticia/conteudo/id/67216>. Acesso: 20/10/2013. OMS. Organização Mundial da Saúde - Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde. 10ª Revisão. EDUSP/CBCD, PNT. Política Nacional de Trânsito. Brasília: Departamento Nacional de Trânsito DENATRAN, SEGURADORA LÍDER. Boletim Estatístico Ano 3, Volume 4 Janeiro a Dezembro de Disponível em < 04.pdf>. Acesso: 24/04/2014. SILVA, Ardemirio de Barros. Sistemas de informações geo-referenciadas: Conceitos e fundamentos. Campinas, SP: UNICAMP, SOUZA, Geraldo Alves de. Georreferenciamento de Acidentes de Trânsito: Uma discussão metodológica. ACTA Geográfica, Edição Especial Cidades na Amazônia Brasileira, Disponível em <http://revista.ufrr.br/index.php/actageo/article/view/554/563>. Acesso:

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