ACIDENTES DE TRÂNSITO CAUSADOS POR EMBRIAGUEZ: DOLO OU CULPA DO CONDUTOR

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1 UNIVERCIDADE Escola de Direito ACIDENTES DE TRÂNSITO CAUSADOS POR EMBRIAGUEZ: DOLO OU CULPA DO CONDUTOR Protocolo: Rio de Janeiro 2012

2 Protocolo: ACIDENTES DE TRÂNSITO CAUSADOS POR EMBRIAGUEZ: DOLO OU CULPA DO CONDUTOR Monografia apresentada à Escola de Direito do Centro Universitário da Cidade UniverCidade como requisito parcial à obtenção do grau de Bacharel em Direito. Orientador: Prof. Elias Morais Rio de Janeiro 2012

3 MDir Protocolo: Acidentes de Trânsito por embriaguez: dolo ou culpa do condutor / BGDG. Rio de Janeiro, f. Monografia apresentada à Escola de Ciências Jurídicas do Centro Universitário da Cidade como requisito parcial à obtenção do Grau de Bacharel em Direito. 1. Direito do Trânsito. I. Centro Universitário da Cidade do Rio de Janeiro Univercidade, Instituição. II. Univercidade Méier, Instituição. MDir. 12.1

4 Protocolo: ACIDENTES DE TRÂNSITO POR EMBRIAGUEZ: DOLO OU CULPA DO CONDUTOR Esta monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de Bacharel em Direito Escola de Ciências Jurídicas do Centro universitário da Cidade UNIVERCIDADE Lúcio de Oliveira Rosa Coordenador da Unidade Elias Morais Orientador

5 AGRADECIMENTOS Primeiramente a Deus, por tudo que tenho e tudo que sou, que me concedeu saúde física e mental para a realização desse trabalho. Aos meus queridos e amados pais, Esmeralda e Carlos Magno, responsáveis pela minha formação moral e acadêmica, e que sempre estiveram ao meu lado. Aos meus irmãos, Sandro e Waleska, por todos os momentos em que passamos juntos, pelas conquistas compartilhadas e pela paciência que me proporcionaram. Aos meus amigos de turma, pelo apoio e companheirismo durante os últimos 5 anos. À minha amiga Cynthia, um exemplo de amizade e de ajuda ao próximo, que sempre esteve presente em muitos momentos da minha vida, inclusive este, pois contribuiu com seus conhecimentos. Meus sinceros agradecimentos aos professores, em especial ao meu orientador, que não hesitaram em compartilhar seus preciosos conhecimentos.

6 RESUMO Protocolo: Acidentes de trânsito por embriaguez: dolo ou culpa do condutor f. Monografia (Graduação em Direito) Centro Universitário da Cidade, Rio de Janeiro, A presente monografia tem o intuito de proporcionar um estudo a respeito da possibilidade da ocorrência do homicídio doloso em acidentes de trânsito. Sabe-se que tal fato não encontra respaldo no novo Código de Trânsito (Lei nº 9.503/97), pois previu em seu art. 302 o crime de homicídio culposo no trânsito. No entanto, com o aumento do número de acidentes provocados por veículos automotores em que ocorre a incapacidade e até morte dos envolvidos, ou de terceiros, os Juízes e Tribunais começaram a entender que, em determinadas circunstâncias evidencia-se a figura do dolo eventual, isso significa dizer que haveria a possibilidade da caracterização do homicídio doloso em alguns casos de acidentes de trânsito. Para aprofundar e bem entender sobre o assunto em questão, examina-se e conceitua-se, em um primeiro momento, a figura do trânsito e dos elementos que o compõem, assim como as leis que o regulamenta. Em seguida, é analisada a conduta humana como causa de acidente de trânsito, no caso em questão será a embriaguez ao volante. Por fim, o homicídio no trânsito propriamente dito é estudado, apontando-se a possibilidade do dolo eventual, assim como a culpa consciente, demonstrando o entendimento doutrinário e jurisprudencial sobre o tema em questão. Palavras-Chaves: Trânsito; Embriaguez; Dolo Eventual; Culpa Consciente; Código de Trânsito Brasileiro.

7 ROL DE ABREVIATURAS E SIGLAS ART CETRAN CF CNH CONTRAN CP CRFB CTB Artigo Conselho Estadual de Trânsito Constituição Federal/88 Carteira Nacional de Habilitação Conselho Nacional de Trânsito Código Penal Constituição da República Federativa do Brasil Código de Trânsito Brasileiro DENATRAN Departamento Nacional de Trânsito DETRAN Dg Dg/l IBGE STF STJ TJ/SC Departamento Estadual de Trânsito decigramas decigramas por litro Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Supremo Tribunal Federal Superior Tribunal de Justiça Tribunal de Justiça de Santa Catarina

8 SUMÁRIO INTRODUÇÃO O TRÂNSITO E SUAS VERTENTES Breve histórico Conceito e origem Administração do trânsito As mortes no trânsito Primeiro acidente de trânsito no Brasil Os acidentes de trânsito e os jovens Origem da legislação de trânsito no Brasil Alteração legal e suas consequências Eximição de responsabilidade Penalização mais grave A CONDUTA HUMANA COMO CAUSA DE ACIDENTE DE TRÂNSITO Conceito de conduta Excesso de velocidade Condutor não habilitado Competição automobilística não autorizada Embriaguez Aspectos introdutórios sobre embriaguez A absorção do álcool pelo organismo, suas reações físicas e suas implicações para o ato de dirigir Embriaguez como infração administrativa Embriaguez como infração penal Elementos objetivos do tipo e a natureza jurídica do delito Elementos subjetivos do tipo Consumação e tentativa...37

9 A comprovação do estado de embriaguez e o procedimento em caso de recusa do condutor em submeter-se aos exames...37 Capítulo III - A PRÁTICA DO HOMICÍDIO NO TRÂNSITO Homicídio Da culpa Elementos da culpa Espécies de culpa Culpa consciente Culpa inconsciente Do dolo Elementos do dolo Teorias do dolo Espécies de dolo Dolo direto Dolo indireto Dolo eventual e culpa consciente In dúbio pro reo ou in dúbio pro societate Posição jurisprudencial em relação aos casos de homicídio praticado no trânsito por motorista embriagado...53 CONSIDERAÇÕES FINAIS...57 BIBLIOGRAFIA...59

10 10 INTRODUÇÃO Frequentemente o trânsito tem sido assunto constante das primeiras páginas dos jornais, dos noticiários da televisão e do rádio. E isso se deve ao grande número de tragédias ocorridas ao volante, fazendo novas vítimas a cada dia, a cada hora, sem distinção de classe social, cultural e de idade. A escolha do tema motivou-se em razão da impunidade ocorrida com a maioria dos infratores, pois não se tem certeza se este deve ser responsabilizado por dolo ou culpa frente ao crime de homicídio consequente de acidente de trânsito em que se faz presente à embriaguez comprovada pelos níveis mínimos de alcoolemia exigidos por lei. O trânsito é responsável pela maioria absoluta de óbitos por causas externas ocorridos no país, e está em grande parte vinculado à imprudência, imperícia e negligência dos seus condutores, seja em razão de embriaguez, ou por estar falando ao telefone, ou por estar em excesso de velocidade. Assim, os acidentes de trânsito têm sido a segunda forma de morte não natural no Brasil, perdendo apenas, em números, para os crimes dolosos contra a vida. Em razão disso, houve e continua havendo um grande apelo por parte da sociedade para que o Código de Trânsito Brasileiro seja alterado, o que acabou ocorrendo com a revogação da Lei nº 5.108/66 pela Lei nº 9.503/97, porém não foi suficiente, frente à indignação da população com a branda punição aplicada pelo Estado aos motoristas imprudentes. E por isso, algumas vezes o magistrado faz uso do seu desejo pessoal de que seja feita justiça para justificar a condenação do réu a uma pena mais severa (dolo eventual) do que aquela prevista na legislação. O novo Código de Trânsito Brasileiro implementou vários dispositivos de penalização ao condutor infrator, tais como: multa pecuniária, apreensão do veículo e até a suspensão do direito de dirigir. Porém, passados doze anos de sua reforma, evidencia-se a incapacidade do CTB de oferecer punições que correspondam às expectativas da sociedade. Para elaboração do trabalho foi necessária a realização de pesquisa bibliográfica, bem como a pesquisa de artigos, publicações na internet sobre determinados assuntos juridicamente relevantes, relacionados ao tema em comento, com a finalidade de obter um conhecimento mais abrangente sobre o tema. Foi realizada também uma pesquisa jurisprudencial, no intuito de verificar o que está sendo aplicado pelos magistrados no caso concreto.

11 11 No primeiro capítulo, este trabalho iniciar-se-á com a demonstração da evolução do trânsito e sua composição, através de um breve histórico, bem como das políticas adotadas nos transportes rodoviários, contendo seus conceitos e pressupostos. Trará ainda a alteração da nova lei de trânsito e suas consequências. Em seguida, o segundo capítulo, trata-se da conduta humana evidenciando que o homem é o grande responsável pelos acidentes de trânsito com vítimas fatais, e para isso o foco será dirigido às definições clínicas pertinentes à embriaguez, com um demonstrativo das diferentes fases da embriaguez, classificações e peculiaridades relativas aos diferentes níveis de tolerância ao álcool em cada indivíduo. Por fim, no terceiro capítulo faz-se uma abordagem dos crimes de trânsito sob a ótica jurídica, contendo as classificações e penas impostas pelo CTB. Além de trabalhar os conceitos e teorias relacionados a dolo e culpa (dolo eventual e culpa consciente), com ênfase nas circunstâncias que abrangem a situação hipotética do condutor embriagado que causa o sinistro fatal. Dessa forma, procura-se confrontar as teorias da culpa consciente e do dolo eventual, a fim de verificar qual dessas matizes é aplicada, majoritariamente, em crimes de trânsito envolvendo ingestão de bebida alcoólica.

12 12 CAPÍTULO I O TRÂNSITO E SUAS VERTENTES Este capítulo iniciar-se-á com uma abordagem geral do sistema rodoviário e do trânsito, a começar pela sua evolução histórica, conceito e análise de alguns aspectos, bem como das políticas adotadas nos transportes rodoviários, finalizando com as alterações ocorridas na lei de trânsito Breve histórico No Brasil, desde o Estado Novo, a administração pública vem adotando políticas de transporte que privilegiam o sistema rodoviário em detrimento do fluvial ou sobre trilhos. Esse posicionamento se acentuou durante o período do regime militar (1964 a 1988), pois foi quando a malha rodoviária se expandiu grandemente em face da necessidade de gerar, perante a opinião pública, a impressão de desenvolvimento econômico. Paralelamente à adoção de uma política de transportes inadequada às dimensões continentais de nosso país, não se pode deixar de mencionar que vigora no Brasil um modelo de sociedade capitalista, no qual, em regra, os indivíduos são rotulados pela riqueza que ostentam e não por seus valores culturais e morais. Em razão disso, a posse de um veículo caro e possante transforma-se em objeto de desejo, em meta de vida a ser alcançada por toda uma sociedade, em especial o público jovem, que alavanca a venda de carros e motocicletas cada vez mais modernos e velozes. O somatório desses fatores acarreta na evolução contínua da frota nacional de veículos, bem como na manutenção de elevadíssimos índices de vítimas de acidentes de trânsito. Estudos técnicos têm demonstrado que os custos com acidentes automobilísticos no Brasil consomem cifras bilionárias, tratando-se exponencialmente de caso de saúde pública. E assim, em virtude de tudo isso, além dos alarmantes índices de óbitos em acidentes de trânsito e do intenso clamor popular por punições mais severas, o poder legislativo achou por bem revogar o Código Nacional de Trânsito (Lei 5.108/66 CNT) em detrimento do Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97), vigente até o momento.

13 13 Houve sim um inegável avanço legislativo com a nova lei, que passou a criminalizar uma série de condutas antes vistas como contravenções, além de majorar a punição em diversas condutas, como também implementaram vários outros dispositivos que objetivavam a penalização do condutor infrator pela via administrativa (multa pecuniária, apreensão do veículo e até a suspensão do direito de dirigir). Porém, apesar de todos esses dispositivos legais, a nova lei, por vezes, é incapaz de oferecer uma punição correspondente à expectativa da população, pois muitos motoristas imprudentes causam a morte ou invalidez de diversas pessoas inocentes (sendo muitas vezes, membros da mesma família) e no fim, recebem uma branda punição por parte do Estado. O clima de impunidade resultantes desse binômio (crimes bárbaros x punições brandas) gera reflexos nos órgãos do poder judiciário que, para não serem desacreditados perante a sociedade, aumentam o quantitativo das condenações dos envolvidos em delitos de circulação. E assim, um dos conceitos doutrinários utilizados para justificar a majoração das punições dos envolvidos em crimes de trânsito é o da incidência do dolo eventual, mormente nos crimes de homicídio, o qual não encontra amparo na legislação e na doutrina, mas tão somente no desejo do magistrado de que seja feita JUSTIÇA. 1.2 Conceito e origem Não se pode precisar ao certo por quem e quando surgiu o primeiro veículo. Sabe-se é que com a história evolutiva do homem muitas transformações ocorreram, desde as carruagens puxadas a cavalos, passando pelos veículos a vapor, com posterior sistema de freio e aumento de velocidade, até chegar-se aos veículos modernos, que podem atingir uma velocidade de até 300 Km/h. Os primeiros veículos destinavam-se ao transporte de bens; posteriormente, passaram a ser usados para transportar o homem e seus pertences, e, nos últimos séculos, já se construíam veículos de transporte exclusivos para pessoas. Quanto ao local onde transitavam esses veículos eram estradas feitas com pedras, no caso das vias urbanas, e, em se tratando das estradas rurais, estas não tinham qualquer pavimentação.

14 14 A partir do momento que se criaram os elementos básicos do sistema viário os veículos e as estradas surgiram o trânsito e seus problemas. Nesse sentido, segundo o Código de Trânsito Brasileiro, em seu artigo 1º, 1º: Considera-se trânsito a utilização das vias por pessoas, veículos e animais, isolados ou em grupos, conduzidos ou não, para fins de circulação, parada, estacionamento e operação de carga e descarga. Desse conceito, algumas observações importantes merecem explicação. A primeira parte fala de vias, mas o que são vias e o que o CTB considera como via? No seu anexo I, a via é descrita como sendo a superfície por onde transitam veículos, pessoas e animais, compreendendo a pista, a calçada, o acostamento, ilha e canteiro central, e no artigo 2º do CTB é dito que as ruas, avenidas, logradouros públicos, caminhos, passagens, estradas e rodovias são vias terrestres, como também as praias abertas ao público e as vias internas pertencentes aos condomínios, onde cada apartamento é uma unidade autônoma. Para que exista o trânsito, e é isso que fala a segunda parte, é necessário que as vias sejam utilizadas por pessoas, veículos, animais. A esse conjunto de elementos chamamos de usuários do trânsito, não importa se os veículos estejam sendo conduzidos ou não, basta ele estar sobre uma via terrestre, estacionado, para que o trânsito exista segundo o seu conceito; quer as pessoas sejam pedestres ou passageiros de veículos, estejam sozinhas ou em grupos, andando nas vias, sobre a pista ou calçada, elas estão fazendo parte do trânsito, assim como os animais, sozinho ou em grupo, conduzido ou não, estes também compõem o trânsito. Por fim, temos a última parte do conceito a qual fala da finalidade, que é a de circulação, parada, estacionamento e operação de carga e descarga. Nesse sentido, Alves assim conceitua o trânsito: é a utilização isolada ou grupal das vias por meio de pessoas, veículos e semoventes. Esse uso pode efetivar-se para fins de circulação, parada e estacionamento, inclusive para as operações de carga ou descarga de bens 1. Por sua vez, segundo Honorato: Trânsito é um fenômeno mais amplo do que geralmente é compreendido, em razão de englobar todos os usuários das vias terrestres, e 1 ALVES,Vilson Rodrigues. Acidentes de Trânsito e Responsabilidade Civil. Bookseller,1 ed. Tomo I, 2002, p.177

15 15 mesmo que não se encontrem em deslocamento. Uma pessoa caminhando ou sentada em um banco de uma praça estará sujeita as normas impostas pelo Código de Trânsito Brasileiro. 2 O trânsito teve início já na descoberta do Brasil, pois nessa época foram abertos caminhos pela mata que mais tarde tornaram-se estradas. Com a vinda dos imigrantes europeus surgiu a primeira locomotiva a vapor, que impulsionou o desenvolvimento econômico da época, bem como o surgimento das grandes cidades (São Paulo e Rio de Janeiro). Os primeiros carros e bicicletas a circularem no Brasil foram trazidos da França em meados de O presidente Juscelino Kubitschek criou o Grupo Executivo da Indústria Automobilística GEIA, que ficou responsável em estabelecer normas para a fabricação de veículos no Brasil. A partir de então, o trânsito no Brasil teve grande crescimento, até que em 23 de setembro de 1997 foi constituído o Código de Trânsito Brasileiro, com o objetivo principal de regulamentar o trânsito nacional. O trânsito está alicerçado em 3 diretrizes básicas que caracterizam as ações e atividades que devam ser adotadas para que o trânsito flua com segurança. São conhecidos como o TRIPÉ DO TRÂNSITO, são eles: Engenharia; Esforço legal (legislação, justiça e policiamento); Educação. A engenharia está diretamente ligada às vias e aos veículos. É ela que através de pessoal qualificado vai projetar, construir e manter as vias e os veículos de forma que ofereçam condições adequadas de segurança e de fluidez aos seus usuários. O esforço legal se subdivide em legislação, justiça e policiamento. A legislação é a base de tudo, é ela que regulamenta as normas, as obrigações, os deveres e direitos de todos os cidadãos, seja no comportamento, seja na parte técnica (veículos, equipamentos, vias, etc.). Já a justiça julga e determina as sanções e penas às infrações ou irregularidades cometidas por condutores e proprietários, como também observa se os direitos estabelecidos pela Constituição Federal e outras leis não estão sendo feridos de alguma forma, principalmente em razão do Princípio da ampla defesa e do contraditório. E o policiamento é o grande 2 HONORATO, Cássio Mattos. Trânsito, infrações e crimes. Millennium: Campinas, primeira edição, 2000.

16 16 executor do sistema, através dele são desencadeadas a fiscalização, prevenção, educação e repressão. Além disso, fiscaliza se as leis e normas de trânsito estão sendo cumpridas, como também controla e ordena o mesmo, socorre vítimas de acidentes, atenuando as consequências e por ser de execução, são normalmente os policiais que primeiro chegam ao local onde existe o problema e são deles as primeiras medidas tomadas visando a solução ou atenuação do problema. Por fim, temos a educação, que é a formação do ser humano voltado para o conhecimento e a vida em sociedade, permitindo ao homem conviver harmonicamente no trânsito, e é tratada numa seção específica (Educação/regras). Cabe ressaltar também que com o trânsito também vieram problemas, e por isso fez-se necessárias algumas iniciativas. No período do Império Romano já se registrava congestionamentos, e em razão disso foram criadas sinalizações, marcos quilométricos, indicadores de sentido e as primeiras regulamentações de tráfego. Além dos dispositivos legais, as autoridades de trânsito também passaram a utilizar vários meios para sinalizar e disciplinar o uso da via, tais como: placas indicativas, placas proibindo manobras perigosas, e no final do século XIX (1868), surgiu na Inglaterra um dispositivo para controle de tráfego mediante luzes coloridas o semáforo. A desenfreada e descontrolada frequência dos acidentes de trânsito no Brasil, nos últimos anos, nos situa, cada vez mais, na posição de campeões mundiais do genocídio motorizado. Além das mortes, há avultados casos de mutilações, feridos e de catastróficos danos materiais, que destroçam veículos, cargas preciosas, danificando as próprias rodovias e, até mesmo, destruições causadas com cargas perigosas que são transportadas e esparramadas ao longo da via. Esses números tornam os acidentes de trânsito um importante problema de saúde pública e sobrecarrega o setor em função dos elevados percentuais de internação e dos altos custos hospitalares, além de gerarem problemas para a sociedade com perdas materiais, despesas previdenciárias e grande sofrimento para as vítimas e seus familiares. 1.3 Administração do trânsito

17 17 Devido aos grandes problemas surgidos com a evolução do trânsito fez-se necessário que o Estado, responsável pela administração pública, criasse um órgão e até mesmo leis que o regulamentasse. Criou então, o Sistema Nacional de Trânsito, através da Lei 9.503/97 Lei de Trânsito. O legislador, em seu artigo 5º, declarou que esse sistema compreende um conjunto de órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, que tem por finalidade o exercício das atividades de planejamento, administração, normalização, pesquisa, registro e licenciamento de veículos, formação, educação, engenharia, operação do sistema viário, policiamento, fiscalização, julgamento de infrações e de recursos e aplicação de penalidades. 3 Mais adiante, no artigo 7º do mesmo diploma legal o legislador teve a preocupação de especificar quais são esses conjuntos de órgãos e entidades, são eles: o CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito), os CETRANs (Conselhos Estaduais de Trânsito), o CONTRANDIFE (Conselho de Trânsito do Distrito Federal), os órgãos e entidades executivos rodoviários da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, a Polícia Rodoviária Federal, as polícias dos Estados e do Distrito Federal, e as JARIs (Juntas Administrativas de Recursos de Infrações). Estes são os responsáveis em estabelecer diretrizes da política nacional de trânsito, objetivando a segurança, a fluidez, o conforto, a defesa ambiental e a educação para o trânsito, além de fiscalizar seu cumprimento. Todos esses órgãos, assim como as atribuições dadas a cada um, perfazem o que se entende por administração do trânsito. É, portanto, um conjunto de procedimentos, selecionados para determinados órgãos e instituições, no sentido de orientar e fiscalizar as condutas relacionadas ao trânsito em geral. Sobre a administração, Di Pietro 4 informa: Quer no direito privado, quer no direito público, os atos de administração limitam-se aos de guarda, conservação e percepção dos frutos dos bens administrados, não incluem os de alienação. Neles, há sempre uma vontade externa ao administrador a impor-lhe a orientação. 4 Os atos de administração de trânsito também merecem comentários de Ribeiro 5, salientando que: 3 SABATOVSKI, Emílio; FONTOURA, Iara; SAIKI, Tânia. Código de Trânsito Brasileiro. Juruá, primeira edição, 1997, p DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. Atlas: São Paulo, 11 edição, 1999, p. 53.

18 18 Pode-se dizer que a administração de trânsito em sentido formal é o conjunto de órgãos instituídos pela consecução dos objetos do governo; em sentido material, é o conjunto de funções necessárias aos serviços públicos em geral; em acepção operacional, é o desempenho permanente e sistemático, legal e técnico, dos serviços próprios do poder público ou por ele, consumidor, no interesse comum As mortes no trânsito Lamentavelmente o nosso país continua sendo um dos campeões mundiais em acidentes e mortes no trânsito. O CTB entrou em vigor a partir de janeiro de No primeiro ano de vigência, houve uma queda substancial no número de acidentes e de mortes no trânsito devido a sua ampla divulgação, as sanções eram contundentes e parecia que havia vontade política para aplicação da nova legislação. Após cinco anos de vigência do código, o mesmo tem apresentado um grande retrocesso, pois as mortes nas estradas brasileiras aumentaram assustadoramente. Não se sabe ao certo o motivo disto ter ocorrido. Houve a diminuição do número de policiais e de agentes de trânsito (pois os que existem não estão treinados para educar o trânsito, mas para arrecadar fundos para o erário público), o emperramento da Justiça, os pontos perdidos pelos motoristas infratores contabilizados pelos jurássicos sistemas informatizados dos DENATRANs, CNH cassadas em razão dessa pontuação continuam válidas, a falta da efetiva regulamentação do código, as condições de tráfego das vias, inspeção veicular, o descrédito dos órgãos públicos, a falta de valor do bem público, etc. Assim, para evitar ou ao menos atenuar essa tragédia nacional não basta punir ou obedecer à sinalização de trânsito. É necessário que haja consciência, educação, formação, informação do trânsito ao condutor, e que o governo venha a executar suas atribuições com ética, bom senso e confiança. 1.5 Primeiro acidente de trânsito no Brasil 5 RIBEIRO, Dorival apud HONORATO, Cássio Matos. Trânsito, infração e crimes. Millennium: Campinas, primeira edição, 2002, p.5.

19 19 O primeiro acidente registrado no Brasil ocorreu em 1897, no Rio de Janeiro, quando José do Patrocínio importou um veículo da França e o deu para o escritor Olavo Bilac dirigir, o qual sem possuir habilitação, bateu na primeira árvore que encontrou. O Veículo andava a uma velocidade de 3 quilômetros por hora e o acidente ocorreu na Rua da Passagem, em Botafogo, no Rio de Janeiro. A partir de então, o número de veículos em circulação no país começou a crescer rapidamente e a máquina inventada pelo homem para ajudar no desenvolvimento do país, tornou-se um dos maiores problemas sociais. 1.6 Os acidentes de trânsito e os jovens O automóvel, esse estranho objeto de desejo, que muitas pessoas, em especial os jovens almejam e outros o possuem, tem uma forte conotação de poder e posição social em uma sociedade de consumo, na qual a competitividade acontece muito cedo. Na opinião de especialistas, tanto para os jovens que têm o bem, como para aqueles que apenas o anseiam, o carro significa poder e status. A adolescência do ser humano é o período mais crítico, pois passa por várias fases e momentos, como: de descoberta, de rebeldia, de contestação de valores, de confrontos com os pais, familiares e professores, de isolamento da família, de apego ao grupo e de alteração de vestuário. Por isso, quando estão ao volante de um veículo e acompanhados por colegas, bebidas ou outras substâncias, as situações podem se complicar. Obviamente não se pode generalizar. A maior causa de morte entre os jovens é em razão de acidentes de trânsito. Destarte, são acidentes que poderiam ser prevenidos, sendo muitas mortes e mutilações evitadas se os médicos identificassem adolescentes com problema de álcool. E o mais agravante é que os pais estão perdendo o poder de comando sobre seus filhos adolescentes. O mau uso do automóvel por condutores muito jovens, inexperientes e que ainda não atingiram a idade hábil para que tenham habilitação, é uma das questões preocupantes, pois alguns pais buscam compensar os filhos com aquilo que eles não tiveram na sua época, ou mesmo por alguma deficiência que apresentam, devido à falta de tempo.

20 20 Uma pesquisa realizada em 1998 com 2004 jovens adultos, com idades entre 18 a 25 anos de idade, candidatos a possuir a CNH no DETRAN revelou que 51% admitem a possibilidade de virem a dirigir embriagados em algumas situações. A maioria dos entrevistados revelou já ter tido contato com situações de risco envolvendo volante e álcool. Entre eles, 55% afirmaram já ter pegado carona com motorista bêbado. Entretanto, lamentavelmente o Brasil continua sendo um dos campeões mundiais em acidentes e mortes no trânsito, principalmente de jovens na faixa de 18 a 25 anos. É por demais sabido que a educação tem um papel extremamente importante no processo de melhoria da segurança entre motoristas, mas os brasileiros precisam buscar uma mudança no sistema educacional. Conjuntamente a isso deve ter um treinamento do motorista num programa específico como usuário das vias, mudanças drásticas precisam ser implantadas, tanto na educação oferecida como também no sentido de conscientizar a sociedade do quanto esta atitude é justa e importante para a educação de trânsito Origem da legislação de trânsito no Brasil O Código de Trânsito Brasileiro é a Lei nº 9.503, sancionada em 23 de setembro de Possui 341 artigos que proporcionam instrumentos e condições para que o processo de circulação de bens e pessoas no espaço físico brasileiro, sendo ele rural ou urbano, para que se desenvolva dentro dos padrões de segurança, eficiência, fluidez e conforto. O artigo 340 define que a lei entraria em vigor 120 dias após a sua publicação. Como ele foi publicado no Diário Oficial da União em 24 de setembro, o CTB então, só entrou em vigor no dia 22 de janeiro de Assim, o artigo estabelece diretrizes da política nacional de trânsito visando, excepcionalmente, a segurança, a defesa do meio ambiente, a educação e a fluidez no trânsito, que significam uma boa circulação, livre das dificuldades possíveis. No Brasil, a primeira legislação de trânsito surgiu em 1910, com a finalidade de disciplinar os serviços de transporte por automóvel. Ela determinava, por exemplo, a verificação das condições do veículo, a fim de preservar a segurança dos usuários e pedestres. O primeiro Código de Trânsito do Brasil, porém, só foi aprovado em 1941, quase duas décadas depois de implementada a indústria automobilística no Brasil. A partir daí, houve um grande crescimento da frota de veículos em circulação no país. Esse fato exigiu uma revisão

21 21 das leis em vigor para adequá-las à nova realidade. E assim, em 21 de setembro de 1966, através da Lei nº 5.106, foi aprovado o Código Nacional de Trânsito, regulamentado dois anos mais tarde, ficando vigente até a implantação do atual CTB. O CTB se caracteriza por ser um Código da Paz, um código Cidadão. Antes de ser enviado ao Congresso, o Ministério da Justiça publicou o anteprojeto da Lei no DOU por um período de trinta dias. O projeto recebeu cerca de cinco mil emendas, além de trazer um capítulo destinado ao cidadão, um ao transporte de escolares, um sobre crimes de trânsito e um para os pedestres e condutores de veículos não motorizados. Portanto, o Código de Trânsito abrange toda população brasileira, não só o motorista, mas o condutor e o pedestre também têm direitos e, acima de tudo, responsabilidade sobre a nova lei Alteração legal e suas consequências Com o aumento de acidentes de trânsito ocasionados pela falta de responsabilidade de motoristas e condutores de veículos automotores, a sociedade como um todo, vem solicitando aos entes públicos, um maior rigor no texto e na aplicação das leis, sendo que isso só seria possível com a alteração do Código de Trânsito. O novo e atual Código de Trânsito Brasileiro trouxe muitas inovações, é composto de leis, decretos e resoluções, respeitando a abrangência na posição hierárquica das leis. As leis estabelecem as normas em caráter geral; os decretos regulamentam, detalham e disciplinam a aplicação das leis. As resoluções editadas através do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) estabelecem normas detalhadas nas leis. A legislação que regulamenta o trânsito no Brasil é composta de: Constituição Federal; Código de Trânsito Brasileiro; Convenção de Viena; Acordo do MERCOSUL; Resoluções e Deliberações do CONTRAN; Portarias do DENATRAN; Leis, Decretos e Portarias Estaduais;

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