Profa. Marcia Akemi Yamasoe Dept. Ciências Atmosféricas

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1 Profa. Marcia Akemi Yamasoe Dept. Ciências Atmosféricas

2 Introdução O que é radiação? O que é radiação ultravioleta? Benefícios e malefícios da radiação UV Um pouco de história Ciências Atmosféricas

3 Energia que se propaga na forma de onda eletromagnética É gerada pela oscilação de cargas elétricas Única forma de energia que se propaga no vácuo (ausência de matéria)

4 Imagem de:

5 É caracterizada por seu comprimento de onda Propagação de uma onda eletromagnética Onda eletromagnética Cargas oscilantes campo magnético campo elétrico

6 Quanto menor seu comprimento de onda, maior a energia da onda eletromagnética É comumente dividida em regiões espectrais, isto é, em intervalos de valores de comprimento de onda

7 Raios-gama Raio-X Ultravioleta UV-C mais energética (100 < λ < 280 nm; 1 nm = 10-6 m) UV-B energia intermediária (280 < λ < 320 nm) UV-A menos energética (320 < λ < 400 nm) Visível (400 a 700 nm) Infravermelho Micro-ondas Ondas de rádio

8 Imagem de:

9 Principal fonte de energia do sistema Terraatmosfera

10

11 UV-C é totalmente absorvida pela camada de ozônio estratosférico parte da radiação UV-B é transmitida até a superfície, sendo a maior parte (95 a 99% absorvida) UV-A é muito pouco afetada pela atmosfera

12 A exposição excessiva à radiação ultravioleta pode trazer efeitos nocivos à saúde humana Não fosse pela camada de ozônio estratosférico, UV-C seria letal aos seres vivos Assim, atenção é dedicada aos danos provocados por UV-B e UV-A

13 agudos (imediatos) x crônicos (a longo prazo) Diferenças devidas ao histórico da exposição comprimento de onda da radiação envolvida Radiação UV-B ~ mil vezes mais agressiva que UV-A

14 que se desenvolvem e desaparecem rapidamente: queimaduras bronzeamentos

15 Com aparecimento gradual e de longa duração: Aparecimento de sardas Aparecimento de pintas Foto envelhecimento Cânceres de pele Cataratas

16 Não necessariamente mais é pior. melanoma e câncer de células basais apresentam maior correlação com a intermitência da exposição de altas doses do que com a exposição a altas doses por si (OMS). Estima-se que no ano 2000, 60 mil pessoas tiveram morte prematura por exposição excessiva à radiação ultravioleta

17 Exposição mínima à radiação ultravioleta é necessária A radiação UV-B participa da síntese de vitamina D3 a partir de reações fotoquímicas que acontecem no organismo. A vitamina D3 age sobre os ossos, glândulas paratireoides, rins e intestino Sua deficiência pode levar ao raquitismo em bebês e crianças e osteosporose em adultos Em países tropicais, como o Brasil, 15 minutos de exposição de mãos, braços e face são suficientes para regular a produção (

18 Taksler e colaboradores, 2013 (Cancer 119, ) analisaram a incidência de câncer de próstata nos Estados Unidos de acordo com a cor da pele Em 2009, a população negra apresentou taxa anual de morte por câncer de pele 2,5 vezes maior que a branca. Negros têm menor capacidade de sintetizar vitamina D porque a pele atua como um protetor solar natural

19 Com exceção do sul do país, durante o inverno, negros devem se expor ao menos 120 minutos ao sol para sintetizarem 600 unidades internacionais de vitamina D, quantidade mínima recomendada No verão, menos de 30 minutos são suficientes Radiação UV Casos câncer próstata

20 Saraiva e colaboradores, 2005 (Osteoporos Int 16, ) mostraram que a quantidade de vitamina D na população idosa de São Paulo é menor do que a recomendada, particularmente no inverno.

21

22 Seres humanos, durante o processo evolutivo, adaptaram-se às regiões de acordo com a incidência de radiação solar ao longo do ano, apresentando: Pele mais escura em regiões tropicais Pele mais clara em regiões de latitudes mais altas

23 Análise da refletância da pele de diferentes populações (nativos de determinada região por mais de 20 mil anos, ex. Guaranis, no Brasil) em função da latitude e, portanto, da quantidade de radiação ultravioleta média anual incidente em superfície evidenciou o papel de processos evolutivos/adaptativos a essas condições naturais de insolação (Jablonski e Chaplin, 2000, Journal of Human Evolution 39, ).

24 Regiões tropicais: pele com alto teor de melanina foto proteção contra altos índices de radiação ultravioleta Latitudes acima de 30º N ao polo norte: pele clara, adaptada para promover maior síntese de vitamina D, de acordo com menores índices de radiação ultravioleta Regiões intermediárias: nativos apresentam níveis intermediários de melanina e, portanto, de refletância da pele.

25

26 O mesmo estudo mostra que, estatisticamente, a pele feminina é mais clara que a masculina, indicando que esse fato está relacionado à maior necessidade de vitamina D durante a gravidez e lactação.

27 Basicamente, nos dois últimos séculos, houve uma intensificação nos processos migratórios para áreas nas quais não houve adaptação pelo processo evolutivo, alterando os padrões de tipos de pele ao redor do globo e, com isso, o aumento de problemas de saúde relacionados com a adaptação à quantidade de radiação incidente na região.

28 Os hábitos solares da maioria da população antes da II Guerra Mundial eram muito distintos dos hábitos atuais havia muito pouco tempo para o lazer o transporte para locais ensolarados era não existente, muito demorado ou muito caro A moda da época dizia que homens e mulheres deveriam usar chapéu em ambientes externos

29

30 Pele pálida era sinônimo de status A pele bronzeada era associada a pessoas da classe trabalhadora Atividades ao ar livre ou na praia eram praticadas com o corpo totalmente coberto por vestimentas

31 mais tempo livre as viagens de férias se tornaram mais rápidas e baratas a moda permitiu o uso de cada vez menos vestimentas e mais curtas, favorecendo a exposição de maiores áreas do corpo à radiação ultravioleta Finalmente, a pele bronzeada foi associada a pessoas mais saudáveis

32 com uma maior exposição, muitas vezes excessiva, à radiação UV: houve aumento significativo no número de diagnósticos de melanomas, cânceres de pele nãomelanoma e cataratas desde os anos 1980 em diversos países. Só nos EUA, de acordo com a Sociedade Americana de Câncer, a partir de 1973, houve um aumento de 4% por ano na incidência de melanoma (Long e colaboradores, 1996, Bulletin of the American Meteorological Society 77, )

33 Fonte: Instituto Nacional do Câncer (INCA) ( posdecancer/site/home/pele_nao_melanoma) O câncer de pele é o mais frequente ~25% de todos os tumores malignos registrados

34 Se do tipo não melanoma: Altos percentuais de cura, quando detectado precocemente É mais comum em pessoas com mais de 40 anos É relativamente raro em crianças e negros, exceto se já portadores de doenças cutâneas. Número de óbitos: 1000 (homens) e 769 (mulheres) em 2013.

35 Se do tipo melanoma: Tem origem nos melanócitos (células produtoras de melanina) Predominância em adultos brancos Representa 4% das neoplasias malignas da pele É mais grave devido à alta probabilidade de metástase Detecção precoce: melhora na sobrevida Número de óbitos: 903 (homens) e 644 (mulheres) em 2013.

36 Câncer de pele não melanoma

37 Estimativa para São Paulo: 3,52 Estimativa para São Paulo: 3,16

38 Altos custos envolvidos Questão de saúde pública Campanhas educativas em diversos países como Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos

39 histórico de cada paciente, que pode não ser representativo de toda a população Diferentes comportamentos individuais e culturais Portanto, exposição individual pode variar desde 1 décimo a dez vezes a exposição média da população!!!

40 Latitude Regiões tropicais apresentam maior incidência posição do sol no céu Meio-dia: maior incidência quantidade de ozônio na atmosfera capacidade de reflexão da superfície Neve e gelo estação do ano No verão, a incidência é maior altitude Quanto mais alto, menos densa é a atmosfera presença de nuvens Pode aumentar ou diminuir a quantidade de radiação UV poluição

41 Fatores distais Fatores proximais Doenças Níveis do ozônio estratosférico Cobertura de nuvens Latitude Estação do ano Poluição atmosférica em baixos níveis Radiação UV do ambiente Comportamentais: de quem se expõe ao sol dos que se protegem do sol genéticos: pigmentação da pele sensibilidade ao sol culturais: vestimenta comportamentos capacidade imunológica (HIV) Melanoma cutâneo Carcinoma espinocelular Carcinoma basocelular Queratoses solares Queimadura de sol Catarata Pterígio (formação carnosa que avança sobre a córnea) Reativação de herpes labial Carcinoma da córnea e conjuntiva

42 Medições em superfície

43 Análise de imagens de satélites

44

45 Representa o valor máximo diário da radiação ultravioleta incidente em superfície Refere-se ao instante de máxima incidência de radiação solar, isto é, ao meio-dia Dia do ano, latitude, altitude, refletância da superfície do local Considera-se ausência de nuvem É apresentado como um número inteiro

46 CATEGORIA ÍNDICE ULTRAVIOLETA Baixo Moderado Alto Muito alto Extremo < 2 3 a 5 6 a 7 8 a 10 > 11

47 IUV máximo diário para 24/03/2016 IUV atenuado estimado para as 12:00

48 Informações Radiação UV e saúde (dicas de como examinar a pele)

49

50

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52 Obrigada pela atenção!

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