ALIMENTAÇÃO ESCOLAR : MUNICIPALIZAÇÃO É FATOR DECISIVO NA EDUCAÇÃO. VELLOSO, Cleusa Bandeira de Oliveira

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1 ALIMENTAÇÃO ESCOLAR : MUNICIPALIZAÇÃO É FATOR DECISIVO NA EDUCAÇÃO VELLOSO, Cleusa Bandeira de Oliveira SILVEIRA, Alberto Esteves Antunes Universidade de Passo Fundo RESUMO A municipalização da alimentação escolar é importante devido ao respeito aos hábitos alimentares regionais e para a incorporação de alimentos "in natura" à merenda, mas sobretudo pela reflexão da relevância da alimentação escolar no contexto da educação. Visando atingir o conhecimento do valor nutricional dos alimentos oferecidos aos alunos do Programa Municipal de Alimentação Escolar analisou-se os produtos formulados como sopas, bebidas lácteas e pudins no laboratório físico-químico do Centro de Pesquisa em Alimentação (CEPA) da Universidade de Passo Fundo (UPF). Os resultados obtidos demonstraram que somente fornecidos estes produtos na merenda, os objetivos do Programa não são alcançados, devido à quantidade de alimento que o escolar aceita na refeição. Quanto a melhorar as condições nutricionais das crianças, concluiu-se que a municipalização da alimentação escolar é fator decisivo na sua educação alimentar e consequentemente no desenvolvimento do escolar.

2 INTRODUÇÃO A problemática da alimentação da criança no Brasil demonstra o modelo de sociedade implantado em nosso país, agravado pelo profundo descaso com algumas classes sociais e faixas etárias. A saúde deve ser entendida como o resultado dos diferentes fatores que interferem no cotidiano, como sendo um deles a alimentação. Desta maneira, a saúde da criança está relacionada à qualidade de vida que sua família e comunidade possua. A situação da criança no Brasil, atualmente é de que uma em cada quatro crianças sofre de desnutrição. Sabe-se que a fome interfere na aprendizagem, enquanto que a desnutrição grave provoca lesões irreversíveis mas que dificulta a realização de qualquer atividade do ser humano. Apesar de estar sempre presente nas preocupações daqueles que se dedicam a estudar as condições de escolarização dos setores populares no Brasil, a alimentação escolar aparece no entanto, de forma secundária nas preocupações desses educadores. A alimentação escolar foi descentralizada a nível municipal para que alimentos regionais fossem fornecidos aos pré-escolares e escolares tornando-a mais econômica e nutritiva, mas observa-se que a utilização de alimentos formulados continua sendo bastante elevado. Os produtos empregados na complementação alimentar de crianças da préescola e alunos do 1º grau das escolas devem fornecer no mínimo 350 Calorias e 9 gramas de proteínas para cada criança, diariamente. A alimentação escolar é fornecida aos pré-escolares e escolares a fim de complementar sua alimentação e também proporcionar-lhes uma educação alimentar quanto a introdução de novos alimentos e diferentes formulações na sua dieta.. A alimentação escolar pode incorporar-se ao currículo escolar, constituindo-se em uma atividade pedagógica de uma escola que não se restringe à transmissão de conhecimento, mas que se propõe a oportunizar uma vivência global a seus alunos. A alimentação escolar precisa ser encarada como uma refeição para manter a criança alimentada enquanto está na escola, independente de suas condições econômicas,

3 e não instrumento para erradicar a desnutrição. A alimentação escolar precisa ser encarada, segundo Lima, 1985, como "algo natural em um ambiente onde existem crianças que, por serem crianças, sentem fome." Nos países desenvolvidos a alimentação não se restringe ao caráter alimentar, é um programa incorporado às atividades pedagógicas da escola, facilitando e propiciando a vivência de relações sociais, cooperação, lazer, música e, ainda, a aprendizagem de nutrição, biologia, agricultura (Collares, Moysés,1989, p.83). No Brasil, o programa de alimentação escolar ganha uma dimensão social maior à medida que, em face da pobreza e da miséria de sua população, cresce o número de crianças que vão à escola em jejum e que se alimentam em casa com uma papa de água com farinha. Vários estudos demonstram que a alimentação escolar pode, sem promover mudanças no estado nutricional das crianças, influenciar positivamente no rendimento escolar, pois, agindo sobre a "fome do dia", aumenta a capacidade de concentração nas atividades escolares. Assim, a alimentação permite não sentir fome durante a aula, tendo efeito saciador da fome durante a aula, tendo efeito saciador da fome durante o período de quatro horas em que a criança permanece na escola. O Programa Nacional de Alimentação Escolar não atinge seus objetivos, principalmente o da melhoria das condições nutricionais das crianças, quando se verifica o próprio texto legal da FAE, cuja proposta é a de atender a 15 % das necessidades nutricionais diárias dos escolares matriculados na rede oficial de ensino de 1º grau. A partir de que dados se estabeleceu este índice? Não nos parece que a criança pobre, justamente o alvo do programa, tenha garantido os 85 % restantes de suas necessidades diárias em sua casa (Collares, Moysés, 1985.p.50) A criança, sem fome, poderá aprender mais facilmente, mas isto não resolverá o fracasso escolar, nem deve ser o objetivo da alimentação escolar. A alimentação, enquanto proposta para suprir carências, desconsidera aspectos fundamentais, como os hábitos alimentares da população, o incentivo à produção agrícola, a necessidade de sistemas adequados de armazenamento e distribuição de alimentos, além disto, constitui-se em elemento artificial e estranho à escola, não se incorporando, às atividades educacionais desenvolvidas. Idealmente, a alimentação

4 escolar deve ser a base de produtos naturais regionais a ser inserida nas demais atividades educacionais da escola, procurando vinculá-la à família e a comunidade. A utilização de alimentos naturais da região pode ter um grande alcance no plano, intra-escolar, possibilita cardápios que respeitem os hábitos alimentares da região, além de proporcionar discussões em sala de aula sobre alimentação, saúde, higiene e produção agrícola. Ocasiona a valorização dos hábitos do grupo social em que se insere possibilita à escola uma interação diferente com a criança e sua família. O uso de alimentos regionais permite, assim, que a alimentação escolar se integre às propostas pedagógicas da escola. Por outro lado, no plano extra-escolar, possibilita melhor interação da escola com a comunidade pois a aquisição dos alimentos deverá ser feita, prioritariamente, na própria região, aproximando a escola da produção agrícola regional. A participação bilateral, além do enriquecimento educacional mútuo, estaria amenizando para os agricultores problemas de plantio e comercialização, a partir de uma demanda específica e definida. A alimentação escolar deve ser considerada quanto a sua vinculação às atividades educacionais desenvolvidas na escola, mesmo que ainda consista, predominantemente, de formulados; sua vinculação pedagógica pode ser instrumento de percepção, para professores e alunos, do que representa um alimento formulado em termos de desrespeito aos valores culturais e de concepções subjacentes de comida para carentes. A mudança de mentalidade pode significar uma diferença qualitativa não somente do programa, mas da própria concepção de sociedade, ou melhor, da sociedade que queremos e de como conquistá-la. A alimentação na escola dentro da programação de suplementação alimentar, era pelo fato de ser destinada às crianças matriculadas na rede. MATERIAL E MÉTODOS Segundo a FAE a mistura para o preparo de bebidas lácteas é o produto desidratado destinado à preparação de bebidas, constituído pela mistura de leite em pó, açúcar, conferidores de sabor, podendo ser adicionado de outras substâncias permitidas e elaborado por processos tecnológicos adequados.

5 A FAE caracteriza como mistura para o preparo de sopas, o produto desidratado destinado à preparação de sopa, constituído pela mistura de carne desidratada, cereais, vegetais e condimentos, podendo ser adicionado de outras substâncias permitidas e elaborado por processos tecnológicos adequados. Os produtos formulados como sopas, pudins e bebidas lácteas utilizados em programas institucionais foram analisados no período compreendido entre 1992 a 1996, nos laboratórios de Controle de Qualidade do Centro de Pesquisa em alimentação (CEPA) da Universidade de Passo Fundo (UPF). As análises realizadas foram o teor de proteínas, de lipídios, cinzas, fibras, umidade e hidratos de carbono, de acordo com os métodos da A.O.A.C. (Association Official of Analists Chemistry, 1985) RESULTADOS E DISCUSSÃO Na tabela I, observa-se que o valor calórico total em 100 g da formulação das bebidas lácteas variou de 392,29 a 457,80 Cal, tendo como média o valor de Cal. Mas ao considerar que será hidratado o alimento, torna-se impossível ingerir a quantidade necessária para fornecer as 350 Cal que está prevista como suplemento da alimentação do escolar, que é de 83,21 g do produto referente à média encontrada no valor calórico total nas formulações das bebidas lácteas. Para fornecer ao escolar a quantidade de proteínas prevista no Programa Nacional de Alimentação Escolar, necessitaria ingerir 78,87 g do produto desidratado. Na tabela II, verifica-se que o valor calórico total em 100 g da formulação do produto pudim apresenta a média de 416,89 Cal. Este produto será hidratado, o que torna inviável a ingestão de 83,95g, quantidade necessária para fornecer 350 Cal que está prevista como suplemento da alimentação do escolar. Para proporcionar ao escolar a quantidade de 9 g proteínas prevista no Programa Nacional de Alimentação Escolar, necessitaria ingerir 100,55g do produto desidratado, de acordo com a média de 8,95 g encontrada nos resultados da análise da composição química. Na tabela III, constata-se que o valor calórico total em 100 g da formulação do produto sopa variou de 236,08 a 439 Cal, tendo como média o valor de 387,65 Cal. Como é um alimento que terá de ser hidratado, torna-se impossível ingerir a quantidade necessária para fornecer as 350 Cal que está prevista como suplemento da alimentação do escolar, que é de 90,28 g do produto referente à média encontrada no valor calórico

6 total nas formulações. Para fornecer ao escolar a quantidade de proteínas prevista no Programa Nacional de Alimentação Escolar, necessitaria ingerir 66,76 g do produto desidratado. Os resultados apresentados neste trabalho evidenciam que as quantidades de produtos a serem ingeridas para que os escolares recebam a totalidade de Calorias e proteínas previstas pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar, não é atingida, porque deve-se ao fato de que são usados na realidade 30 g de produto desidratado para um volume final de aproximadamente 200 ml de alimento (Velloso,1994). Sendo aconselhável usar mais de um tipo de alimento para complementar a alimentação escolar e utilizar os alimentos regionais nos programas de municipalização da alimentação escolar.

7 BIBLIOGRAFIA Collares, Cecília; Moysés Maria, Aparecida. Educação, Saúde e Formação da Cidadania na Escola. Educação e Sociedade. São Paulo, nº32, p73-87, abril 1989 Collares Cecília. A história não contada dos distúrbios de aprendizagem. Cadernos do CEDES, Campinas, nº 28, p 31-47,1992. Collares, Cecília; Moysés, Maria Aparecida. Fracasso escolar : uma questão médica? Cadernos do CEDES, São Paulo, nº 15, Lima, Gerson Zanetta. Saúde Escolar e Educação. São Paulo. Cortez, 1985 Velloso, Cleusa; Dóro, Cleri. Avaliação de Produtos Formulados Empregados na Alimentação Escolar no Município de Passo Fundo - RS. Espaço Pedagógico, Passo Fundo, vol.1.nº1, p , dezembro de 1994

8 ANEXOS Tabela I - Composição Química (%) de Alimentos como Bebidas Lácteas, Utilizados em Programas Institucionais. CEPA,1997 Tabela II - Composição Química (%) de Alimentos como Pudins, Utilizados em Programas Institucionais.CEPA,1997 Tabela III - Composição Química (%) de Alimentos como Sopas, Utilizados em Programas Institucionais. CEPA,19

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