II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores"

Transcrição

1 II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores SALA DE AULA E A AVALIAÇÃO SARESP: UMA BREVE REFLEXÃO Rodrigo De Souza Bortolucci, Juvenal De Gouveia, Patrícia B. Monteiro Eixo 7 - Propostas curriculares e materiais pedagógicos no ensino e na formação de professores - Relato de Pesquisa - Apresentação Oral Este trabalho tem o propósito de apontar alguns indicativos da distância entre o que é esperado dos estudantes em relação a determinados conhecimentos da Matemática e o seu real desempenho mostrado por meio da comparação entre os exercícios propostos no Material do Aluno fornecido pela SEE/SP e dos dados estatisticamente apurados do desempenho em questões pré-testadas e/ou aplicadas nas provas do SARESP, a fim de auxiliar na reflexão sobre a relação entre o currículo escolar e a matriz de referência do SARESP

2 SALA DE AULA E A AVALIAÇÃO SARESP: UMA BREVE REFLEXÃO Rodrigo S. Bortolucci 1, Juvenal de Gouveia 2, Patrícia B. Monteiro 3. Eixo 07: Propostas curriculares e materiais pedagógicos no ensino e na formação de professores. 1. Introdução A busca pela melhoria da educação é objetivo comum no meio educacional, e isto leva pesquisadores e profissionais ligados à educação a um esforço mútuo a fim de subsidiar avanços para o trabalho de professores, professores coordenadores, diretores de escolas e todos os demais agentes envolvidos no cotidiano das escolas brasileiras. No entanto, todos percebem que para alcançar esses objetivos é necessário conhecer na íntegra todos os processos relativos à educação, como as instituições, os documentos oficiais, os currículos e as matrizes curriculares, os conteúdos, as propostas pedagógicas e metodológicas, as formas diferenciadas de ensinar e de aprender, entre outros. E para avaliar quanto desses ingredientes estão atuantes ou descompassados, faz-se necessário uma avaliação em grande escala, que retorne indícios de como caminha a educação de uma rede de ensino. No estado de São Paulo a grande avaliação institucional em larga escala é o Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar - SARESP, proposta pela Secretaria da Educação. Essa avaliação é destinada a: fornecer informações consistentes, periódicas e comparáveis sobre a situação da escolaridade básica na rede pública de ensino paulista, bem como orientar os gestores do ensino no monitoramento das políticas voltadas para a melhoria da qualidade da Educação Básica. (Relatório 2011, p.vii). O SARESP é um indicativo de avanços e lacunas no ensino das distintas áreas do conhecimento. Por meio de seu resultado os profissionais da educação e os gestores públicos podem traçar rumos e atuar com políticas que visem atender as dificuldades encontradas, esclarecer fatos não evidenciados por observação direta, e/ou criar planos e metas que visem a melhoria da qualidade de ensino. Dessa forma, esse estudo se propõe a analisar como se dá a construção das respostas dos estudantes a algumas questões introduzidas no SARESP, e confrontar seus resultados com as propostas de trabalho sugeridas pelo Currículo de São Paulo (São Paulo, 2008) na disciplina de

3 Matemática. Pretende-se verificar, a partir de uma análise documental, a adequação e funcionalidade do que vem sendo ofertado aos estudantes das escolas públicas estaduais do Estado de São Paulo, de forma a averiguar se determinados conteúdos, foco da pesquisa, estão sendo aprendidos pelos alunos e se os mesmos utilizam os conhecimentos adquiridos para responder as questões propostas no SARESP. Assim, será possível afinar alguns sinais relativos ao distanciamento ou a aproximação do que é esperado dos estudantes em relação a determinados conhecimentos da Matemática e o seu real desempenho mostrado por meio de dados estatisticamente apurados das questões aplicadas nas provas do SARESP. Com estas análises poderemos ainda refletir sobre a relação entre o Currículo Escolar e a Matriz de Referência do SARESP. 2. Referencial Teórico No sentido de analisarmos os níveis de conhecimentos que os alunos dispõem no momento de resolver as atividades de Matemática, recorremos à abordagem teórica em termos dos níveis de conhecimento esperados dos estudantes (técnico, mobilizável, disponível), conforme definição de Robert (1997). Essa abordagem, em termos dos três níveis de conhecimentos esperados dos estudantes, permite que se reconheçam as dificuldades dos alunos em vistas do problema e das respostas ao mesmo. Os diferentes níveis de conhecimentos propostos por Robert (1997) podem ser resumidos por: Nível Técnico: Corresponde a um nível de trabalho individual do estudante onde este encontra na tarefa todos os elementos necessários para sua realização além do que, está explicitamente indicado o caminho para esta realização. Geralmente são tarefas propostas como fixação da aprendizagem de uma determinada definição ou do uso de uma determinada ferramenta. Nível Mobilizável: Corresponde ao nível de conhecimento esperado dos estudantes na resolução de uma tarefa de forma que ele saiba utilizar as ferramentas específicas para o tipo de tarefa. O que se pede na tarefa está explícito, mas o estudante deve procurar um caminho de resolução baseado no uso da ferramenta que se espera que ele utilize. Nível Disponível: Neste nível os dados necessários para a realização da tarefa encontram-se no enunciado, porém não é indicado nenhum caminho ou ferramenta que possam auxiliar na resolução. O estudante pode chegar à

4 solução partindo de várias formas, até mesmo sem uso de ferramentas específicas. Em alguns casos o estudante acaba chegando à solução optando por tentativas e experimentando-as, eliminando os erros para chegar, por aproximações, à resposta correta. Certamente, quando isso é possível. Esse nível de conhecimento está associado à familiaridade, ao conhecimento de situações de referências que o estudante sabe poder manipular. Em geral, para resolver tarefas propostas em nível disponível o estudante procura em sua estrutura cognitiva situações próximas ao que foi proposto, que possam auxiliá-lo a reconhecer os conhecimentos que servem de ferramenta para o desenvolvimento do trabalho. 3. Metodologia Para esta análise, foram escolhidas algumas questões da prova do 9º Ano do Ensino Fundamental. A escolha desse ano escolar se deu pelo fato de que o aluno está na transição do Ensino Fundamental para o Ensino Médio, onde é esperado que toda a construção da Matemática elementar seja tida como conhecimento disponível, segundo os níveis de conhecimentos esperados no Ensino Médio, pela teoria de Robert (1997). Ainda baseado na teoria construída por Robert, é feita uma análise das questões do SARESP tratadas nesta pesquisa, verificando qual nível de conhecimento (técnico, mobilizável ou disponível) é requisitado para sua resolução. O fato também de poder se estabelecer um comparativo paralelo com a Prova Brasil, que é parte integrante do Sistema de Avaliação da Educação Básica - SAEB cujo objetivo é avaliar a qualidade do ensino ofertado por todo o sistema educacional brasileiro, é outra justificativa de se analisar questões do 9º ano do Ensino Fundamental. O quadro abaixo nos permite verificar os níveis de proficiência do 9º ano comparativamente entre a Prova Brasil e o SARESP. Comparativo de Médias de Proficiência em Matemática 9º Ano do Ensino Fundamental AVALIAÇÃO Prova Brasil/SAEB SP (Total) 243,3-240,3-254,9 SARESP (Estadual) 231,5 245,7 251,5 243,3 245,2 A análise dos temas envolveu uma questão do material de apoio ao estudo (Caderno do Professor e Caderno do Aluno) da Rede de Ensino Estadual e uma questão relativa à mesma habilidade da prova do SARESP. A partir dos dados estatísticos apresentados pela questão, é feito um

5 comparativo com os possíveis trabalhos desenvolvidos para a aprendizagem de tal assunto em sala de aula e o índice de acertos na questão. 4. Análise Comparativa Os resultados do SARESP permitem classificar os alunos de determinados anos/série em quatro categorias ou níveis de proficiência específicos, descritos no quadro abaixo. Níveis de Proficiência Abaixo do Básico Básico Adequado Avançado Descrição Os alunos, neste nível, demonstram domínio insuficiente dos conteúdos, competências e habilidades desejáveis para o ano/série escolar em que se encontram. Os alunos, neste nível, demonstram domínio mínimo dos conteúdos, competências e habilidades, mas possuem as estruturas necessárias para interagir com a proposta curricular no ano/série subsequente. Os alunos, neste nível, demonstram domínio pleno dos conteúdos, competências e habilidades desejáveis para o ano/série escolar em que se encontram. Os alunos, neste nível, demonstram conhecimentos e domínio dos conteúdos, competências e habilidades acima do requerido no ano/série escolar em que se encontram. Os resultados do SARESP têm apontado um rendimento abaixo do esperado para os alunos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. Os alunos do 9º ano tiveram seus resultados classificados, em média, no nível de proficiência "Básico" nas versões do SARESP já realizadas. Comparando os conteúdos, temas e tipos de tarefas apresentadas nos materiais de estudo dos alunos (Caderno do Aluno) com aqueles apresentados nas questões do SARESP, tem-se um indicativo sobre a importância de um trabalho pedagógico que permita investir nessa questão, sob um ponto de vista metodológico e analisar quais temas são trabalhados e qual o desempenho desses temas quando respondidos no SARESP. Passa-se, em seguida, a apresentação dessa comparação Habilidade: Resolver equações com coeficientes racionais. No Caderno do Aluno há uma atividade que remete ao trabalho algébrico como no caso da habilidade especificada acima

6 Pode-se notar, por esta atividade de exemplo e outras inseridas nos Cadernos do Professor e Aluno, que há uma indicação do trabalho com cálculos algébricos. As duas questões podem ser classificadas, de acordo com a teoria de Robert (1997) como disponível, supondo o aluno respondendo a questão sem auxílio de outros contextos auxiliares. Porém, a atividade apresentada no exemplo, ao ser realizada na sala de aula, já induz o uso de expressões algébricas, uma vez que os conteúdos trabalhados nesse momento retrata essa condição. A questão oriunda da prova do SARESP pode ser resolvida com o uso de uma expressão mais simples que a apresentada no Caderno. No entanto, na sala de aula o aluno tem o contexto do conteúdo atual e o auxílio do professor e, em grande parte das vezes, dos colegas. Existe, portanto, uma dupla possibilidade de verificar a questão da dificuldade das questões: por um lado a do SARESP tem uma resolução mais simples, porém o aluno precisa dispor de situações de referência para sua resolução, logo ele tem um nível totalmente disponível. Já a questão do Caderno tem um nível mobilizável, supondo usar o conteúdo aprendido para resolver a questão. Tendo em vista que os alunos apresentam um desempenho abaixo do esperado em questões que trabalham habilidades algébricas, é discutido, a seguir, o desempenho dos estudantes em questões que envolvem os sistemas lineares Habilidade: Identificar um sistema de equações do 1º grau que expressa um problema

7 Uma questão do Caderno do Aluno que remete à mesma habilidade é apresentada a seguir. Os Cadernos do Professor e do Aluno tratam de atividades referentes a sistemas lineares de ordem 2, tanto ao nível técnico quanto ao nível mobilizável. A questão apresentada no exemplo, relativa ao SARESP, é de nível mobilizável. Além do aluno poder usar uma situação de referência para resolver o item, esta questão também apresenta explicitamente que se trata de um sistema de equações. O índice de acerto foi bastante baixo, mesmo supondo as diversas atividades propostas aos estudantes do ano em questão

8 4.3. Habilidade: Utilizar a razão pi no cálculo do perímetro da circunferência e da área da área do círculo. Uma questão do Caderno do Aluno que remete à mesma habilidade é apresentada a seguir. No material proposto pela Secretaria da Educação, tem-se, de início, uma discussão muito interessante sobre a natureza do número pi, apresentando a evolução das descobertas em relação a este número, por meio de textos que apontam as complexidades enfrentadas pelos matemáticos ao longo da história, inclusive sobre a conclusão da irracionalidade de pi. Encerra-se essa discussão contando a história do problema da quadratura do círculo e algumas observações do grego Hipócrates de Chios a respeito da quadratura de figuras curvilíneas. Mas, essa discussão não cabe na análise feita aqui. Já as atividades de cálculo de área, por sua vez, trabalham bastante com o princípio de aproximação, baseado nas descobertas feitas pelos povos antigos. As atividades que buscam a utilização da fórmula para obtenção direta da área do círculo estão inseridos em problemas de setores circulares, atividades que exigem uma habilidade mais complexa que aquela proposta pelo SARESP. No entanto, as questões do SARESP estão relacionadas a situações problemas, diferentemente daquelas que percebemos nos

9 Cadernos. Talvez esse fato justifique um nível de acerto tão baixo nesta questão. Quanto ao nível de conhecimento esperado dos estudantes, podemos dizer que, tanto para a questão do SARESP quanto para a questão do Caderno, o nível é mobilizável, uma vez que o aluno é informado que trata-se do cálculo de área do círculo. Uma vez o aluno tendo mobilizado a fórmula da área, resolve o restante da tarefa em nível técnico Habilidade: Resolver problemas em diferentes contextos, a partir da aplicação das razões trigonométricas dos ângulos agudos. Problemas que envolvem as relações trigonométricas são iniciados no final do Ensino Fundamental e se estendem pelo Ensino Médio. O Caderno do 9 ano do Ensino Fundamental trata desse tema no volume 3 (trabalhado no 3º bimestre). A atividade a seguir é um exemplo de atividade desse Caderno. A discussão apresentada no material proposto é iniciada com o uso do termo inclinação, que consiste na razão entre a altura e o deslocamento

10 horizontal, ou seja, é o que na trigonometria chamamos de tangente, que aparece logo nos tratados seguintes. Esse conceito é trabalhado até com certa repetição de modo a fazer com que o aluno perceba sua utilidade para descobrir uma das medidas faltantes no triângulo retângulo. Num segundo momento, a discussão é aprofundada com problemas envolvendo observações de pontos diferentes com certa distância entre os mesmos. O item apresentado no SARESP tem características técnicas, porém não deixa claro qual das relações trigonométricas deve ser usada, o que é esperado ser sabido por parte do aluno. Já atividade apresentada no exemplo do Caderno tem características mobilizáveis. Mesmo que o material trabalhe várias situações envolvendo as relações trigonométricas, mesmo assim tem-se um baixo desempenho nesse tipo de questão Habilidade: Reconhecer situações que envolvem proporcionalidade. O assunto grandezas proporcionais não é um conceito que traz tantas dificuldades para ser trabalhado em sala de aula, principalmente pela ligação desse assunto com situações cotidianas. De certa forma, o estudante já traz algumas ideias a respeito do conteúdo. No entanto, é preciso ter claro que ele possui ideias elementares sobre o tema. Ideias como: comprei dez balas e paguei um real, então se comprasse trinta balas teria que pagar três reais ; um saquinho de suco prepara oito copos, portanto com cinco saquinhos poderei preparar quarenta copos de suco ; entre outras situações. Infelizmente, quando o aluno precisa extrapolar tais ideias, na maioria das vezes, ele acaba por assumir duas grandezas como sendo diretamente proporcionais quando o aumento da primeira reflete no aumento da segunda, ou a diminuição da primeira implica na diminuição da segunda, independentemente dos fatores de aumento ou diminuição. Essa ideia mal formada permite que ocorram erros tais como a apresentada na questão do SARESP 2010, mostrada a seguir

11 Aqui, cabe destacar que a maioria das respostas se concentrou na alternativa A, provavelmente pelo fato do aluno entender que, se as tabelas têm aumentos de mesmos valores, então ela é proporcional, mas não percebe que a segunda tabela não representa uma situação de proporcionalidade entre horas e o valor a ser pago. Apesar de ser uma questão onde se espera do aluno um nível de conhecimento disponível, trata-se de um assunto bem conhecido do aluno, pois reconhecer a proporcionalidade é o objetivo das primeiras atividades propostas no material didático oferecido aos alunos pela SEE, tanto pela análise de tabelas quanto pela discussão de situações. Vejamos o exemplo abaixo: Observamos que as atividades apresentadas nos Cadernos dos Alunos apresentam um grau de dificuldade bem maior que o apresentado no exemplo do SARESP 2010, no entanto, o índice de acerto ficou abaixo de

12 30%. O grande número de alunos que escolheram a alternativa (A) na questão do SARESP nos mostra que é preciso fazer um trabalho que suprima a problemática em perceber uma proporcionalidade direta em comparação àquela em que a proporcionalidade é em relação à soma ou à diferença 5. Conclusão O presente trabalho apontou algumas incoerências verificadas nos resultados do SARESP frente à expectativa propiciada pelo material oferecido pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. Claro, tais incoerências são pontuais, pois a análise aqui apresentada refere-se apenas a alguns temas que geraram resultados preocupantes no 9º ano do Ensino Fundamental. Porém, o professor de matemática sabe dos desafios que se apresentam em cada ano da vida escolar de seus alunos, como por exemplo, as complicadas frações e suas múltiplas ideias, os números inteiros e o célebre menos com menos dá mais, a introdução à linguagem algébrica e o x que em certos momentos vale apenas um número e em outros corresponde a vários, a geometria ora plana ora espacial e suas diversas unidades de medida ou, simplesmente, a interpretação de problemas para decidir qual das quatro operações fundamentais deve-se usar para a resolução e a obtenção da resposta correta. Além do que, na sala de aula as atividades se apresentam ora no nível técnico, ora no nível mobilizado. Dificilmente chega ao nível disponível, que é justamente o que acontece em questões de provas externas. As dificuldades dos alunos em responderem de forma correta às questões do SARESP podem ser reflexo do nível de profundidade e clareza matemática com que se pretende trabalhar os assuntos. Não se trata aqui de propor o aprofundamento máximo em todos os temas e conceitos, afinal é preciso respeitar os limites de cada estudante, mas é essencial construir uma base sólida e, principalmente, muito clara, na qual os assuntos são trabalhados honestamente, de forma que o aluno consiga enxergar toda a extensão do tema, onde ele se situa nesse processo e se tudo está claro no ponto em que ele se encontra. A partir de uma base bem construída, o teto dependerá do interesse e do desejo de aprender de cada um. É relevante destacar o texto inicial, apresentado aos alunos do 9º ano na apresentação do material fornecido pela SEE/SP: [...] as atividades propostas não devem ser consideradas exercícios ou problemas a serem resolvidos simplesmente

13 com técnicas transformadas em rotinas automatizadas. Muitas dessas Situações podem ser vistas como ponto de partida para estudar ou aprofundar uma noção ou propriedade matemática. (São Paulo, º ano, vol. 1, p. 1) Como se pode constatar, o texto ajusta-se à proposta que resulta desta análise, indicada no parágrafo anterior. É importante promover a ideia de que desenvolver a matemática puramente técnica e fechada, não motiva os alunos, induz a memorização e afasta da real contextualização. Com efeito, a utilização de exercícios contextualizados tem por objetivo atrair maior interesse dos alunos e servir como conhecimento disponível. No entanto tem-se mostrado um discurso repetitivo e distante das reais necessidades do estudante. Infelizmente, não há uma fórmula pronta, que funcione para todas as salas de aula e que supra, a curto prazo, as fragilidades e lacunas identificadas, porém repensar e refletir sobre os problemas existentes é um interessante começo. De nada adianta apenas constatar dificuldades se isso não gerar um movimento de transformação. Não somente do professor, mas também de todos aqueles envolvidos com a aprendizagem dos estudantes. 6. Notas 1. Rede SESI/SP e Fundação VUNESP- 2. Secretaria de Estado da Educação/SP- 3. Secretaria de Estado da Educação/SP- 7. Referências Bibliográficas São Paulo (Estado). Secretaria da Educação. Caderno do aluno: matemática, ensino fundamental e médio. Coordenação Maria Inês Fini; equipe: Nilson José Machado, Carlos Eduardo de Souza Granja, José Luiz Pastore Mello, Roberto Perides Moisés e Walter Spinelli. São Paulo: SEE, Secretaria da Educação. Matriz de Referência para a Avaliação SARESP: Documento Básico; coordenação geral, Maria Inês Fini. São Paulo, SEE, Secretaria da Educação. Relatório Pedagógico: SARESP Matemática. São Paulo, SEE, Secretaria da Educação. Relatório Pedagógico: SARESP Matemática. São Paulo, SEE, Robert, A. (1997). Quelques outils d analyse épistemologique et didactique de connaissances mathématiques à enseigner au lycée et à l université. In : Actes de la IX école d ete de didactique dês mathématiques. Houlgate. França

Avaliação da Educação Básica em Nível Estadual

Avaliação da Educação Básica em Nível Estadual Avaliação da Educação Básica em Nível Estadual Avaliação da Educação Básica em Nível Estadual. SARESP Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo Avaliação de Aprendizagem em Processo

Leia mais

3ª Igor/ Eduardo. Competência Objeto de aprendizagem Habilidade

3ª Igor/ Eduardo. Competência Objeto de aprendizagem Habilidade Matemática 3ª Igor/ Eduardo 9º Ano E.F. Competência Objeto de aprendizagem Habilidade C3 - Espaço e forma Números racionais. Números irracionais. Números reais. Relações métricas nos triângulos retângulos.

Leia mais

Boletim da Escola CEI. MARILIA / MARILIA Coordenadoria: O SARESP Escola Estadual ANTONIO DEVISATE ETE Diretoria de Ensino / Município:

Boletim da Escola CEI. MARILIA / MARILIA Coordenadoria: O SARESP Escola Estadual ANTONIO DEVISATE ETE Diretoria de Ensino / Município: Boletim da O SARESP 2009 033583 ANTONIO DEVISATE ETE / Município: MARILIA / MARILIA Coordenadoria: O SARESP Sistema de Avaliação do Rendimento r do Estado de São Paulo aplica anualmente provas aos alunos

Leia mais

Eduardo. Competência Objeto de aprendizagem Habilidade

Eduardo. Competência Objeto de aprendizagem Habilidade Matemática Eduardo 3ª 8 Ano E.F. Competência Objeto de aprendizagem Habilidade Competência 2 Foco: Os conjuntos numéricos Construir significados para os números naturais, inteiros, racionais e reais. Competência

Leia mais

Processo de Composição da Prova SARESP do 5º EF de Matemática

Processo de Composição da Prova SARESP do 5º EF de Matemática Processo de Composição da Prova SARESP do 5º EF de Matemática The Process of Composition of Mathematics test SARESP to the 5th Year of Elementary School Rodrigo de Souza Bortolucci Mestre em Educação Matemática,

Leia mais

MATEMÁTICA PLANEJAMENTO 4º BIMESTRE º B - 11 Anos

MATEMÁTICA PLANEJAMENTO 4º BIMESTRE º B - 11 Anos PREFEITURA MUNICIPAL DE IPATINGA ESTADO DE MINAS GERAIS SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO/ SEÇÃO DE ENSINO FORMAL Centro de Formação Pedagógica CENFOP MATEMÁTICA PLANEJAMENTO 4º

Leia mais

MATEMÁTICA PLANEJAMENTO 3º BIMESTRE º B - 11 Anos

MATEMÁTICA PLANEJAMENTO 3º BIMESTRE º B - 11 Anos PREFEITURA MUNICIPAL DE IPATINGA ESTADO DE MINAS GERAIS SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO/ SEÇÃO DE ENSINO FORMAL Centro de Formação Pedagógica CENFOP MATEMÁTICA PLANEJAMENTO 3º

Leia mais

Oficina de Apropriação de Resultados para Professores PAEBES Língua Portuguesa

Oficina de Apropriação de Resultados para Professores PAEBES Língua Portuguesa Oficina de Apropriação de Resultados para Professores PAEBES 2014 Língua Portuguesa Momentos de formação 1º Momento: Avaliação Externa e em Larga Escala. 2º Momento: Resultados. 2 1º Momento Avaliação

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente Ensino Médio Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Médio ETEC Professora Nair Luccas Ribeiro Código: 156 Município: Teodoro Sampaio Área de conhecimento: Ciências da Natureza, Matemática e suas tecnologias. Componente

Leia mais

PLANO DE ENSINO Disciplina: Matemática 8 a série Professor: Fábio Girão. Competências Habilidades Conteúdos. I Etapa

PLANO DE ENSINO Disciplina: Matemática 8 a série Professor: Fábio Girão. Competências Habilidades Conteúdos. I Etapa PLANO DE ENSINO 2015 Disciplina: Matemática 8 a série Professor: Fábio Girão I Etapa Competências Habilidades Conteúdos Construir significados e ampliar os já existentes para os números naturais, inteiros,

Leia mais

O ESTUDO DE FUNÇÕES NA AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM EM PROCESSO

O ESTUDO DE FUNÇÕES NA AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM EM PROCESSO O ESTUDO DE FUNÇÕES NA AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM EM PROCESSO RELATO SOBRE UM GRUPO DE ESTUDOS Mestranda : Vera Mônica Ribeiro Orientadora: Nielce Lobo da Costa Copyright RIBEIRO, Vera M.; LOBO da COSTA,

Leia mais

Sistemas de Avaliação. Bonificação por Desempenho. Maria Helena Guimarães de Castro

Sistemas de Avaliação. Bonificação por Desempenho. Maria Helena Guimarães de Castro Sistemas de Avaliação Bonificação por Desempenho Maria Helena Guimarães de Castro Sistema Estadual de Educação de São Paulo Número de alunos Ensino Fundamental (1ª a 8ª séries) 2.900.000 Ensino Médio (1ª

Leia mais

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A PROPOSTA DE ENSINO DA TRIGONOMETRIA NO TRIÂNGULO RETÂNGULO

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A PROPOSTA DE ENSINO DA TRIGONOMETRIA NO TRIÂNGULO RETÂNGULO 23 a 26 de Maio 10 e 11 de Agosto de 2017 https://sesemat.wordpress.com/ ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A PROPOSTA DE ENSINO DA TRIGONOMETRIA NO TRIÂNGULO RETÂNGULO Luana Vieira Ramalho Universidade do Estado

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS - Grupo 500 Planificação Anual /Critérios de avaliação Disciplina: Matemática _ 7º ano 2016/2017 Início Fim

Leia mais

Boletim da Escola ALFREDO REIS VIEGAS DR Diretoria de Ensino / Município: SAO VICENTE / PRAIA GRANDE Coordenadoria: CEI O SARESP 2009

Boletim da Escola ALFREDO REIS VIEGAS DR Diretoria de Ensino / Município: SAO VICENTE / PRAIA GRANDE Coordenadoria: CEI O SARESP 2009 Boletim da O SARESP 2009 012063 ALFREDO REIS VIEGAS DR / : SAO VICENTE / PRAIA GRANDE Coordenadoria: O SARESP Sistema de Avaliação do Rendimento r do Estado de São Paulo aplica anualmente provas aos alunos

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS Grupo 500 Planificação Anual / Critérios de Avaliação Disciplina: Matemática _ 9.º ano 2016 / 2017 Início Fim

Leia mais

UNIDADE 1 ESTATÍSTICA E PROBABILIDADES 9 tempos de 45 minutos

UNIDADE 1 ESTATÍSTICA E PROBABILIDADES 9 tempos de 45 minutos EBIAH 9º ANO PLANIFICAÇÃO A LONGO E MÉDIO PRAZO EBIAH PLANIFICAÇÃO A MÉDIO PRAZO 9º ANO - 1º Período Integração dos alunos 1 tempo ESTATÍSTICA A aptidão para entender e usar de modo adequado a linguagem

Leia mais

MOBILIZAÇÃO DE CONHECIMENTOS MATEMÁTICOS SOLICITADOS EM ITENS DO SARESP 2010 PARA O 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

MOBILIZAÇÃO DE CONHECIMENTOS MATEMÁTICOS SOLICITADOS EM ITENS DO SARESP 2010 PARA O 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL MOBILIZAÇÃO DE CONHECIMENTOS MATEMÁTICOS SOLICITADOS EM ITENS DO SARESP 2010 PARA O 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL G6 Ensino e Aprendizagem de Matemática nos anos finais do Ensino Fundamental e na EJA Alessandra

Leia mais

CURRÍCULO E AVALIAÇÃO: Poucos Avanços

CURRÍCULO E AVALIAÇÃO: Poucos Avanços CURRÍCULO E AVALIAÇÃO: Poucos Avanços DESAFIOS NEM SEMPRE ATUAIS PROFA. DRA. MARIA INÊS FINI Currículo (implícito ou explícito) Brasil Avaliação da Educação Básica Prova Série Regularidade Foco Resultados

Leia mais

CONEXÕES E REGULARIDADES NO ENSINO DA MATEMÁTICA. Rudinei José Miola

CONEXÕES E REGULARIDADES NO ENSINO DA MATEMÁTICA. Rudinei José Miola CONEXÕES E REGULARIDADES NO ENSINO DA MATEMÁTICA Rudinei José Miola rmiola@positivo.com.br PARA INÍCIO DE CONVERSA ATIVIDADE MATEMÁTICA Por atividade matemática deve entender-se uma mescla entre tarefa,

Leia mais

Oficina de divulgação. Educacional do Estado de Goiás. Mirian Carvalho

Oficina de divulgação. Educacional do Estado de Goiás. Mirian Carvalho Oficina de divulgação de resultados do Sistema de Avaliação Educacional do Estado de Goiás Mirian Carvalho O CAEd CAEd - O Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de

Leia mais

Texto produzido a partir de interações estabelecidas como bolsistas do PIBID/UNIJUÍ 2

Texto produzido a partir de interações estabelecidas como bolsistas do PIBID/UNIJUÍ 2 ÁLGEBRA E FUNÇÕES NO CURRÍCULO DOS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA ANÁLISE A PARTIR DA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR E DE DOCUMENTOS OFICIAIS 1 Maira Simoni Brigo 2, Bruna Maroso De Oliveira 3,

Leia mais

ANEXO I UNIVERSIDADE DA REGIÃO DE JOINVILLE UNIVILLE COLÉGIO DA UNIVILLE PLANEJAMENTO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

ANEXO I UNIVERSIDADE DA REGIÃO DE JOINVILLE UNIVILLE COLÉGIO DA UNIVILLE PLANEJAMENTO DE ENSINO E APRENDIZAGEM ANEXO I UNIVERSIDADE DA REGIÃO DE JOINVILLE UNIVILLE COLÉGIO DA UNIVILLE PLANEJAMENTO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 1. Curso: Missão do Colégio: Promover o desenvolvimento do cidadão e, na sua ação educativa,

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS MATEMÁTICA_6º ANO_A. Ano Letivo: 2013/ Introdução / Finalidades. Metas de aprendizagem

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS MATEMÁTICA_6º ANO_A. Ano Letivo: 2013/ Introdução / Finalidades. Metas de aprendizagem DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS MATEMÁTICA_6º ANO_A Ano Letivo: 203/204. Introdução / Finalidades A disciplina de Matemática tem como finalidade desenvolver: A estruturação do pensamento A apreensão e

Leia mais

Sistemas de Avaliação. Bonificação por Desempenho. Maria Helena Guimarães de Castro

Sistemas de Avaliação. Bonificação por Desempenho. Maria Helena Guimarães de Castro Sistemas de Avaliação Bonificação por Desempenho Maria Helena Guimarães de Castro Sistema Estadual de Educação de São Paulo Número de alunos Ensino Fundamental 2.900.000 Ensino Médio 1.500.000 EJA 600.000

Leia mais

3ª Eduardo e Ana. Competência Objeto de aprendizagem Habilidade

3ª Eduardo e Ana. Competência Objeto de aprendizagem Habilidade Matemática 3ª Eduardo e Ana 8 Ano E.F. Competência Objeto de aprendizagem Habilidade Competência 3 Foco: Espaço e Forma Utilizar o conhecimento geométrico para realizar a leitura e a representação da realidade

Leia mais

CURRÍCULO DAS ÁREAS DISCIPLINARES / CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2º Ciclo Matemática - 6º Ano. Metas/Objetivos. Instrumentos de Avaliação

CURRÍCULO DAS ÁREAS DISCIPLINARES / CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2º Ciclo Matemática - 6º Ano. Metas/Objetivos. Instrumentos de Avaliação DOMÍNIOS e subdomínios GEOMETRIA E -Figuras geométricas planas -Medida -Isometrias do plano GM6-1, 5, 6, 9, 10 NÚMEROS E Metas/Objetivos Objetivos gerais Relacionar circunferências com ângulos, retas e

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS - Grupo 500 Planificação Anual /Critérios de avaliação Disciplina: Matemática 8º ano Ano letivo 2016/2017 Início

Leia mais

1ª Ana e Eduardo. Competência Objeto de aprendizagem Habilidade

1ª Ana e Eduardo. Competência Objeto de aprendizagem Habilidade Matemática 1ª Ana e Eduardo 8º Ano E.F. Competência Objeto de aprendizagem Habilidade Competência 1 Foco: Leitura Compreender e utilizar textos, selecionando dados, tirando conclusões, estabelecendo relações,

Leia mais

Refletindo com os professores de Matemática os resultados da Avaliação da Aprendizagem em Processo e SARESP

Refletindo com os professores de Matemática os resultados da Avaliação da Aprendizagem em Processo e SARESP Refletindo com os professores de Matemática os resultados da Avaliação da Aprendizagem em Processo e SARESP Escala de Proficiência Pauta Como fazer um melhor planejamento das aulas? Como proceder na aplicação

Leia mais

OS JOGOS DE QUADROS PARA O ENSINO MÉDIO SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM NA CONSTRUÇÃO DE GRÁFICOS

OS JOGOS DE QUADROS PARA O ENSINO MÉDIO SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM NA CONSTRUÇÃO DE GRÁFICOS OS JOGOS DE QUADROS PARA O ENSINO MÉDIO SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM NA CONSTRUÇÃO DE GRÁFICOS Lúcia Helena Nobre Barros Universidade Bandeirantes - UNIBAN Rede pública de ensino do Estado de São Paulo, E.

Leia mais

ESCOLA EB 2,3 DR. ANTÓNIO CHORA BARROSO ANO LETIVO 2013/2014. Planificação a Longo Prazo. Matemática 9º ano

ESCOLA EB 2,3 DR. ANTÓNIO CHORA BARROSO ANO LETIVO 2013/2014. Planificação a Longo Prazo. Matemática 9º ano ESCOLA EB 2,3 DR. ANTÓNIO CHORA BARROSO ANO LETIVO 203/204 Planificação a Longo Prazo Matemática 9º ano Finalidades, avaliação e organização temporal Grupo Disciplinar 500 Departamento de Matemática e

Leia mais

PROPOSTA DE SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CONSED E POSSIBILIDADES DE COOPERAÇÃO COM O GOVERNO FEDERAL

PROPOSTA DE SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CONSED E POSSIBILIDADES DE COOPERAÇÃO COM O GOVERNO FEDERAL PROPOSTA DE SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CONSED E POSSIBILIDADES DE COOPERAÇÃO COM O GOVERNO FEDERAL Professora Doutora Maria Inês Fini Presidente do Inep Brasília-DF Outubro 2017 LEGISLAÇÃO Os currículos da

Leia mais

Luciana Cressoni, Rita Prates e Sueli Araujo

Luciana Cressoni, Rita Prates e Sueli Araujo Luciana Cressoni, Rita Prates e Sueli Araujo Apresentação do Plano de Ação do ETAPA Núcleo Pedagógico aos Supervisores Reunião com Diretores e Professores ETAPA Coordenadores ETAPA COM OS PROFESSORES Refletir

Leia mais

NÍVEIS DE CONHECIMENTO ESPERADOS DOS EDUCANDOS EM ITENS DO SARESP 2010 EM RELAÇÃO AO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

NÍVEIS DE CONHECIMENTO ESPERADOS DOS EDUCANDOS EM ITENS DO SARESP 2010 EM RELAÇÃO AO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL NÍVEIS DE CONHECIMENTO ESPERADOS DOS EDUCANDOS EM ITENS DO SARESP 2010 EM RELAÇÃO AO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL Alessandra Carvalho Teixeira Universidade Cruzeiro do Sul prof_alecarvalho@yahoo.com.br

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR (BNCC)

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR (BNCC) BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR (BNCC) Análise da segunda versão ANÁLISE GERAL Principais pontos de atenção nas etapas e componentes curriculares foco no essencial O documento está muito extenso, com excesso

Leia mais

FE UNESP GUARATINGUETÁ

FE UNESP GUARATINGUETÁ A MATRIZ DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO SARESP, AS NOVAS ORIENTAÇÕES CURRICULARES E AS EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA PARA O CICLO I DO ENSINO FUNDAMENTAL Rodrigo de Souza Bortolucci Fundação

Leia mais

Metas Curriculares Conteúdos Aulas Previstas. - Números primos; - Crivo de Eratóstenes;

Metas Curriculares Conteúdos Aulas Previstas. - Números primos; - Crivo de Eratóstenes; ANO LETIVO 2017/2018... 1º PERÍODO - (13 de setembro a 15 de dezembro) DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA /INFORMÁTICA DISCIPLINA: Matemática (6º Ano) METAS CURRICULARES/CONTEÚDOS Metas Curriculares Conteúdos

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE MATEMÁTICA - 6.º ANO PERFIL DO ALUNO 1.º PERÍODO. DOMÍNIOS SUBDOMÍNIOS/CONTEÚDOS OBJETIVOS n.º de aulas

PLANO DE ESTUDOS DE MATEMÁTICA - 6.º ANO PERFIL DO ALUNO 1.º PERÍODO. DOMÍNIOS SUBDOMÍNIOS/CONTEÚDOS OBJETIVOS n.º de aulas DE MATEMÁTICA - 6.º ANO Ano Letivo 2014 2015 PERFIL DO ALUNO No domínio dos Números e Operações, o aluno deve ser capaz de conhecer e aplicar propriedades dos números primos; representar e comparar números

Leia mais

Matemática PROFESSOR: Francisco Monteiro OBJETIVO GERAL

Matemática PROFESSOR: Francisco Monteiro OBJETIVO GERAL ANO DE ESCOLARIDADE: 8º ano (A e B matutino e A vespertino) DISCIPLINA: Matemática PROFESSOR: Francisco Monteiro OBJETIVO GERAL Resolver situações-problema, construindo estratégias e fazendo uso de diversas

Leia mais

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA INFORMÁTICA DISCIPLINA: Matemática (6º Ano) METAS CURRICULARES/CONTEÚDOS... 1º PERÍODO - (15 de setembro a 16 de dezembro)

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA INFORMÁTICA DISCIPLINA: Matemática (6º Ano) METAS CURRICULARES/CONTEÚDOS... 1º PERÍODO - (15 de setembro a 16 de dezembro) ANO LETIVO 2016/2017 DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA INFORMÁTICA DISCIPLINA: Matemática (6º Ano) METAS CURRICULARES/CONTEÚDOS... 1º PERÍODO - (15 de setembro a 16 de dezembro) Números e operações - Números

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores POLÍTICA PÚBLICA DE AVALIAÇÃO EXTERNA: A CONSTRUÇÃO DE INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DE CIÊNCIAS

Leia mais

RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS: COMBINATÓRIA EM GEOMETRIA. Palavras-chave: Resolução de problemas; Combinatória; Geometria.

RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS: COMBINATÓRIA EM GEOMETRIA. Palavras-chave: Resolução de problemas; Combinatória; Geometria. RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS: COMBINATÓRIA EM GEOMETRIA Heitor Achilles Dutra da Rosa Instituto Federal do Rio de Janeiro - IFRJ heitor_achilles@yahoo.com.br Resumo: Existem várias questões geométricas que podem

Leia mais

PLANO DE ENSINO DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR

PLANO DE ENSINO DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR PLANO DE ENSINO DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Componente Curricular: Matemática II Curso: Técnico de Nível Médio Integrado em Informática Série/Período: 2º ano Carga Horária: 4 a/s - 160 h/a - 133 h/r

Leia mais

Resolução de problemas. Meta Final 1) Compreende o problema. Meta Final 2) Concebe estratégias de resolução de problemas.

Resolução de problemas. Meta Final 1) Compreende o problema. Meta Final 2) Concebe estratégias de resolução de problemas. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS LUÍS DE CAMÕES ESCOLA E.B 2,3 LUÍS DE CAMÕES DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS PROJECTO CURRICULAR DE MATEMÁTICA - 9.º ANO - 2014/2015 Critérios de Avaliação Capacidades

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE AMORA. PLANIFICAÇÃO A LONGO/MÉDIO PRAZO - Ano Letivo 2014 / 2015 CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO TIPO 2 2.º ANO

ESCOLA SECUNDÁRIA DE AMORA. PLANIFICAÇÃO A LONGO/MÉDIO PRAZO - Ano Letivo 2014 / 2015 CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO TIPO 2 2.º ANO ESCOLA SECUNDÁRIA DE AMORA PLANIFICAÇÃO A LONGO/MÉDIO PRAZO - Ano Letivo 2014 / 2015 CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO TIPO 2 2.º ANO MATEMÁTICA APLICADA Para estes estudantes, a disciplina de Matemática terá

Leia mais

CURRÍCULO DAS ÁREAS DISCIPLINARES / CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

CURRÍCULO DAS ÁREAS DISCIPLINARES / CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 3º Ciclo Matemática - 9º Ano Domínios e subdomínios Metas/Objetivos Objetivos gerais Conteúdos Programáticos Critérios de Avaliação Instrumentos de Avaliação Relação de ordem em IR NO9 1.5, 1.6, 1.7, 3.1,

Leia mais

Oficina de Apropriação de Resultados de Matemática. Paebes 2013

Oficina de Apropriação de Resultados de Matemática. Paebes 2013 Oficina de Apropriação de Resultados de Matemática Paebes 2013 Paebes 2013 Conhecendo o outro.. Expectativas... Paebes 2013 OBJETIVOS DA OFICINA Objetivo geral: Analisar e interpretar resultados da avaliação

Leia mais

INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA: NÚMERO DECIMAL E SUA REPRESENTAÇÃO FRACIONÁRIA NO 6 ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA: NÚMERO DECIMAL E SUA REPRESENTAÇÃO FRACIONÁRIA NO 6 ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA: NÚMERO DECIMAL E SUA REPRESENTAÇÃO FRACIONÁRIA NO 6 ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL Giovanna Mikaela Viola Maria Eduarda Izidoro do Nascimento Lilian Fortuna Clara Fabiani Adamantina/SP

Leia mais

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS - Grupo 500. Disciplina: Matemática 9º ano 2015/2016

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS - Grupo 500. Disciplina: Matemática 9º ano 2015/2016 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS - Grupo 500 Planificação Anual /Critérios de avaliação Disciplina: Matemática 9º ano 2015/2016 Início Fim Nº

Leia mais

Plano Curricular de Matemática 6ºAno - 2º Ciclo

Plano Curricular de Matemática 6ºAno - 2º Ciclo Plano Curricular de Matemática 6ºAno - 2º Ciclo Domínio Conteúdos Metas Nº de Tempos Previstos Numeros e Operações Geometria Números naturais - Números primos; - Crivo de Eratóstenes; - Teorema fundamental

Leia mais

Apresentação. Geek Educacional

Apresentação. Geek Educacional Apresentação Geek Educacional Geek Educacional 02 Geek Educacional 03 Geek Educacional A Geek Educacional é uma empresa especializada em pesquisas e desenvolvimento de soluções, que viabilizam um melhor

Leia mais

difusão de idéias A AVALIAÇÃO COMO UMA CONQUISTA Glória Maria Lima: as políticas de avaliação do ensino são um direito da sociedade.

difusão de idéias A AVALIAÇÃO COMO UMA CONQUISTA Glória Maria Lima: as políticas de avaliação do ensino são um direito da sociedade. Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias dezembro/2006 página 1 A AVALIAÇÃO COMO UMA CONQUISTA Glória Maria Lima: as políticas de avaliação do ensino são um direito da sociedade. Fundação Carlos Chagas

Leia mais

O CAEd está organizado em cinco unidades:

O CAEd está organizado em cinco unidades: O Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd), da Universidade Federal de Juiz de Fora, é uma instituição que operacionaliza (elabora e desenvolve) programas estaduais e municipais destinados

Leia mais

ANEXO I UNIVERSIDADE DA REGIÃO DE JOINVILLE UNIVILLE COLÉGIO DA UNIVILLE PLANEJAMENTO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

ANEXO I UNIVERSIDADE DA REGIÃO DE JOINVILLE UNIVILLE COLÉGIO DA UNIVILLE PLANEJAMENTO DE ENSINO E APRENDIZAGEM ANEXO I UNIVERSIDADE DA REGIÃO DE JOINVILLE UNIVILLE COLÉGIO DA UNIVILLE PLANEJAMENTO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 1. Curso: Missão do Colégio: Promover o desenvolvimento do cidadão e, na sua ação educativa,

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS MATEMÁTICA_6º ANO_A. Ano Letivo: 2014/ Introdução / Finalidades. Metas de aprendizagem

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS MATEMÁTICA_6º ANO_A. Ano Letivo: 2014/ Introdução / Finalidades. Metas de aprendizagem DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS MATEMÁTICA_6º ANO_A Ano Letivo: 4/5. Introdução / Finalidades A disciplina de Matemática tem como finalidade desenvolver: A estruturação do pensamento A apreensão e hierarquização

Leia mais

PERFIL DO ALUNO APRENDIZAGENS ESPECÍFICAS - 5.ºANO

PERFIL DO ALUNO APRENDIZAGENS ESPECÍFICAS - 5.ºANO EB 2.3 DE SÃO JOÃO DO ESTORIL 2016/17 MATEMÁTICA PERFIL DO ALUNO PERFIL DO ALUNO APRENDIZAGENS ESPECÍFICAS - 5.ºANO /DOMÍNIOS NUMEROS E OPERAÇÕES NO5 GEOMETRIA E MEDIDA GM5 ALG5 ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO

Leia mais

Dispõe sobre Sistema de Avaliação dos Estudantes da Rede Municipal de Ensino

Dispõe sobre Sistema de Avaliação dos Estudantes da Rede Municipal de Ensino Resolução SME nº 13/2012 de 26 de novembro de 2012 Dispõe sobre Sistema de Avaliação dos Estudantes da Rede Municipal de Ensino ARACIANA ROVAI CARDOSO DALFRÉ, Secretária Municipal da Educação, NO EXERCÍCIO

Leia mais

M A T E M Á T I C A Desenho Curricular por Área

M A T E M Á T I C A Desenho Curricular por Área M A T E M Á T I C A Desenho Curricular por Área Módulo 1 Conteúdo... Habilidades e Competências... 10 unidades... Matemáticas Módulo 2 Conteúdo... Habilidades e Competências... 10 unidades... Módulo 3

Leia mais

A CONTEXTUALIZAÇÃO COMO AGENTE FACILITADOR NO PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA

A CONTEXTUALIZAÇÃO COMO AGENTE FACILITADOR NO PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA 27 a 30 de Agosto de 2014 A CONTEXTUALIZAÇÃO COMO AGENTE FACILITADOR NO PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA BARROSO, Poliana Polinabarroso@saocamilo-es.br BICALHO, Alessandro Erick alessandrobicalho@saocamilo-es.br

Leia mais

Agrupamento de Escolas Eugénio de Castro Escola Básica de Eugénio de Castro Planificação Anual

Agrupamento de Escolas Eugénio de Castro Escola Básica de Eugénio de Castro Planificação Anual CONHECIMENTO DE FACTOS E DE PROCEDIMENTOS. RACIOCÍNIO MATEMÁTICO. COMUNICAÇÃO MATEMÁTICA. RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS Reconhecer propriedades da relação de ordem em IR. Definir intervalos de números reais.

Leia mais

E.E. SENADOR LUIZ NOGUEIRA MARTINS ATPC 11 DE AGOSTO 2017 PC: ANA LUCIA FAZANO PARTE 2

E.E. SENADOR LUIZ NOGUEIRA MARTINS ATPC 11 DE AGOSTO 2017 PC: ANA LUCIA FAZANO PARTE 2 E.E. SENADOR LUIZ NOGUEIRA MARTINS A MATRIZ DE REFERÊNCIA PARA AVALIAÇÃO - MATEMÁTICA A MRA/SARESP é um recorte do Currículo de Matemática. Ela reúne um conjunto de habilidades as quais se espera terem

Leia mais

SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado da Educação. Matrizes de referência para avaliação: documento básico - SARESP. São Paulo: SEE, 2009

SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado da Educação. Matrizes de referência para avaliação: documento básico - SARESP. São Paulo: SEE, 2009 SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado da Educação. Matrizes de referência para avaliação: documento básico - SARESP. São Paulo: SEE, 2009 : PROFESSORA: Matilde Flório 1 PROFESSORA: Matilde Flório Pós-Graduada

Leia mais

PLANO DE ENSINO Disciplina: Matemática 8º ano Professor(a): Gracivane Pessoa

PLANO DE ENSINO Disciplina: Matemática 8º ano Professor(a): Gracivane Pessoa PLANO DE ENSINO 2016 Disciplina: Matemática 8º ano Professor(a): Gracivane Pessoa Competências e Habilidades Gerais da Disciplina Desenvolver a responsabilidade e o gosto pelo trabalho em equipe; Relacionar

Leia mais

PERFIL DO ALUNO APRENDIZAGENS ESPECÍFICAS - 5.ºANO

PERFIL DO ALUNO APRENDIZAGENS ESPECÍFICAS - 5.ºANO EB 2.3 DE SÃO JOÃO DO ESTORIL MATEMÁTICA PERFIL DO ALUNO PERFIL DO ALUNO APRENDIZAGENS ESPECÍFICAS - 5.ºANO TEMAS/DOMÍNIOS NUMEROS E OPERAÇÕES NO5 Números racionais não negativos 1. Efetuar operações com

Leia mais

Escola Secundária c/3º CEB de Lousada

Escola Secundária c/3º CEB de Lousada Escola Secundária c/3º CEB de Lousada Planificação Anual da Disciplina de Matemática 9º Ano Ano Lectivo: 2011/2012 CONTEÚDOS 1º PERÍODO OBJECTIVOS E COMPETÊNCIAS Nº de Tempos (45min.) Equações -Equações

Leia mais

Plano de Ensino Docente. SEMESTRE ou ANO DA TURMA: 2º

Plano de Ensino Docente. SEMESTRE ou ANO DA TURMA: 2º Plano de Ensino Docente IDENTIFICAÇÃO CURSO: Licenciatura em Matemática FORMA/GRAU:( ) integrado ( ) subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado (x) licenciatura ( ) tecnólogo MODALIDADE: ( x ) Presencial

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS MATEMÁTICA PLANIFICAÇÃO ANUAL 9.

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS MATEMÁTICA PLANIFICAÇÃO ANUAL 9. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS MATEMÁTICA PLANIFICAÇÃO ANUAL 9.º ANO ANO LECTIVO 2009/2010 Domínio temático: Estatística e probabilidades

Leia mais

LADOS OPOSTOS E ADJACENTES AOS ÂNGULOS INTERNOS DE PRAÇAS TRIANGULARES: ANALISANDO OS REGISTROS DE ALUNOS DA EJA

LADOS OPOSTOS E ADJACENTES AOS ÂNGULOS INTERNOS DE PRAÇAS TRIANGULARES: ANALISANDO OS REGISTROS DE ALUNOS DA EJA na Contemporaneidade: desafios e possibilidades LADOS OPOSTOS E ADJACENTES AOS ÂNGULOS INTERNOS DE PRAÇAS TRIANGULARES: ANALISANDO OS REGISTROS DE ALUNOS DA EJA Marcio Antonio Souza Paim Mestrando em Gestão

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Médio. Habilitação Profissional: Técnico em informática para Internet Integrado ao Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente Ensino Médio. Habilitação Profissional: Técnico em informática para Internet Integrado ao Ensino Médio Plano de Trabalho Docente - 2015 Ensino Médio Código: 0262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Área de Conhecimento: Matemática Componente Curricular: Matemática Série: 1ª Eixo Tecnológico:

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS MATEMÁTICA PLANIFICAÇÃO ANUAL 9.

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS MATEMÁTICA PLANIFICAÇÃO ANUAL 9. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS MATEMÁTICA PLANIFICAÇÃO ANUAL 9.º ANO ANO LECTIVO 2010/2011 DOMÍNIO TEMÁTICO : ESTATÍSTICA E PROBABILIDADES

Leia mais

Avaliar com eficácia e eficiência

Avaliar com eficácia e eficiência Vasco Pedro Moretto Avaliar com eficácia e eficiência Avaliar a aprendizagem tem sido um tema angustiante para professores e estressante para alunos O sistema escolar gira em torno desse processo e tanto

Leia mais

MATRIZ DE REFERÊNCIA-Ensino Médio Componente Curricular: Matemática

MATRIZ DE REFERÊNCIA-Ensino Médio Componente Curricular: Matemática MATRIZ DE REFERÊNCIA-Ensino Médio Componente Curricular: Matemática Conteúdos I - Conjuntos:. Representação e relação de pertinência;. Tipos de conjuntos;. Subconjuntos;. Inclusão;. Operações com conjuntos;.

Leia mais

AULÃO ENEM 2015 MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS

AULÃO ENEM 2015 MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS AULÃO ENEM 2015 MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS Professora: Anne Késsia dos S. Lima Enem 2015 entenda o que significa estudar Matemática e suas Tecnologias No período preparatório para a edição 2015 do Exame

Leia mais

Bonificação por Desempenho

Bonificação por Desempenho Bonificação por Desempenho Sistema Educacional do Estado de São Paulo Número de alunos Ensino Fundamental (1ª a 8ª séries) 2.900.000 Ensino Médio (1ª a 3ª séries) 1.500.000 EJA 700.000 Total 5.100.000

Leia mais

A TRANSIÇÃO ENSINO MÉDIO E SUPERIOR: A NOÇÃO DE RETAS E PLANOS EM IR 2 E IR 3

A TRANSIÇÃO ENSINO MÉDIO E SUPERIOR: A NOÇÃO DE RETAS E PLANOS EM IR 2 E IR 3 A TRANSIÇÃO ENSINO MÉDIO E SUPERIOR: A NOÇÃO DE RETAS E PLANOS EM IR 2 E IR 3 Marlene Alves Dias, Tânia Maria Mendonça Campos, Christianne Coletti UNIBAN Brasil alvesdias@ig.com.br, taniammcampos@hotmail.com,

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio

Ensino Técnico Integrado ao Médio Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Plano de Curso nº 213 aprovado pela portaria Cetec nº 134 de 04/10/2014 Etec: ERMELINDA GIANNINI TEIXEIRA Código: 0187 Município: SANTANA

Leia mais

MATEMÁTICA PLANEJAMENTO 2º BIMESTRE º B - 11 Anos

MATEMÁTICA PLANEJAMENTO 2º BIMESTRE º B - 11 Anos PREFEITURA MUNICIPAL DE IPATINGA ESTADO DE MINAS GERAIS SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO/ SEÇÃO DE ENSINO FORMAL Centro de Formação Pedagógica CENFOP MATEMÁTICA PLANEJAMENTO 2º

Leia mais

Palavras-chave: Competências; habilidades; resolução de problemas.

Palavras-chave: Competências; habilidades; resolução de problemas. AVALIAÇÃO POR COMPETÊNCIA: TEORIA E PRÁTICA NO CONTEXTO DA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS Camilla da Rosa Leandro (Bolsista PUIC) 1 Diva Marília Flemming (Profa. Orientadora) 2 INTRODUÇÃO Na Educação é frequente,

Leia mais

Oficina de Apropriação de Resultados PAEBES 2013

Oficina de Apropriação de Resultados PAEBES 2013 Oficina de Apropriação de Resultados PAEBES 2013 Oficina de Apropriação de Resultados de BIOLOGIA Dinâmica Eu não sou eu.sou o momento:passo. Mario Quintana Objetivos: Interpretar os resultados da avaliação

Leia mais

TRIGONOMETRIA CONTEXTUALIZADA: MEDINDO A ALTURA DO MORRO BOM JESUS EM CARUARU - PE

TRIGONOMETRIA CONTEXTUALIZADA: MEDINDO A ALTURA DO MORRO BOM JESUS EM CARUARU - PE TRIGONOMETRIA CONTEXTUALIZADA: MEDINDO A ALTURA DO MORRO BOM JESUS EM CARUARU - PE Davi Severino de Araújo; Diego Jonata de Medeiros; Ithallo Rosemberg Praxedes de Pontes dos Santos; Joicy Lariça Gonçalves

Leia mais

E.E.M.FRANCISCO HOLANDA MONTENEGRO PLANO DE CURSO ENSINO MÉDIO

E.E.M.FRANCISCO HOLANDA MONTENEGRO PLANO DE CURSO ENSINO MÉDIO E.E.M.FRANCISCO HOLANDA MONTENEGRO PLANO DE CURSO ENSINO MÉDIO DISCIPLINA: GEOMETRIA SÉRIE: 1º ANO (B, C e D) 2015 PROFESSORES: Crislany Bezerra Moreira Dias BIM. 1º COMPETÊNCIAS/ HABILIDADES D48 - Identificar

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE MATEMÁTICA 9.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE MATEMÁTICA 9.º ANO DE MATEMÁTICA 9.º ANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO No domínio dos Números e Operações, o aluno deve ser capaz de reconhecer propriedades da relação de ordem em, definir intervalos de números reais

Leia mais

ETNOMATEMÁTICA E LETRAMENTO: UM OLHAR SOBRE O CONHECIMENTO MATEMÁTICO EM UMA FEIRA LIVRE

ETNOMATEMÁTICA E LETRAMENTO: UM OLHAR SOBRE O CONHECIMENTO MATEMÁTICO EM UMA FEIRA LIVRE ETNOMATEMÁTICA E LETRAMENTO: UM OLHAR SOBRE O CONHECIMENTO MATEMÁTICO EM UMA FEIRA LIVRE Sandra Regina RICCI Mestranda em Educação em Ciências e Matemática, Universidade Federal de Goiás sandraricci@brturbo.com.br

Leia mais

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA INFORMÁTICA DISCIPLINA:

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA INFORMÁTICA DISCIPLINA: ANO LETIVO 2016/2017 DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA INFORMÁTICA DISCIPLINA: Matemática (9º Ano) METAS CURRICULARES/CONTEÚDOS... 1º PERÍODO - (15 de setembro a 16 de dezembro) Metas Curriculares Conteúdos Aulas

Leia mais

PADRÕES DE DESEMPENHO ESTUDANTIL. O que são Padrões de Desempenho? ABAIXO DO BÁSICO Até 150 pontos. BÁSICO De 150 até 200 pontos

PADRÕES DE DESEMPENHO ESTUDANTIL. O que são Padrões de Desempenho? ABAIXO DO BÁSICO Até 150 pontos. BÁSICO De 150 até 200 pontos PADRÕES DE DESEMPENHO ESTUDANTIL O que são Padrões de Desempenho? Os Padrões de Desempenho constituem uma caracterização das competências e habilidades desenvolvidas pelos alunos de determinada etapa de

Leia mais

Oficina de Apropriação de Resultados. Paebes 2013

Oficina de Apropriação de Resultados. Paebes 2013 Oficina de Apropriação de Resultados Paebes 2013 Oficina de Apropriação de Resultados de Alfabetização Objetivos: Interpretar os resultados da avaliação do Programa de Avaliação da Educação Básica do Espírito

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Planificação Anual de Matemática 9º ano Ano Letivo 2014/2015

Leia mais

Documento curricular. 2º Trimestre

Documento curricular. 2º Trimestre Documento curricular 6º ano 2º Trimestre - 2017 Matemática Caros pais, Relacionamos nos quadros abaixo os conteúdos que serão trabalhados com os alunos neste 2º trimestre. Entenda-se por conteúdos o que

Leia mais

Provas Seletivas 2018

Provas Seletivas  2018 Provas Seletivas 2018 Fundamental I Fundamental I 1 ano Escrita de numerais e quantificação; Ideia aditiva e subtrativa; Sequência Numérica. Escrita de palavra e frases a partir da visualização de imagem;

Leia mais

TEMA TÓPICOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS AVALIAÇÃO* Lei dos senos e lei dos cossenos. casos de ângulos retos e obtusos. Resolução de triângulos

TEMA TÓPICOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS AVALIAÇÃO* Lei dos senos e lei dos cossenos. casos de ângulos retos e obtusos. Resolução de triângulos AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Planificação Anual de Matemática A 11º ano Ano Letivo

Leia mais

7.1. Discussão teórica A aula foi produzida a partir dos tópicos presentes no currículo nacional do Ensino Médio.

7.1. Discussão teórica A aula foi produzida a partir dos tópicos presentes no currículo nacional do Ensino Médio. 1. Escola: Aníbal de Freitas 2. Bolsista Aline Chinalia 3. Data: 05/08/2015 4. Atividade: Aula Tema: Equações do Segundo Grau 5. Duração: 1h20 min 6. Objetivo: O objetivo desta atividade é trabalhar um

Leia mais

araribá matemática Quadro de conteúdos e objetivos Quadro de conteúdos e objetivos Unidade 1 Potências Unidade 2 Radiciação

araribá matemática Quadro de conteúdos e objetivos Quadro de conteúdos e objetivos Unidade 1 Potências Unidade 2 Radiciação Unidade 1 Potências 1. Recordando potências Calcular potências com expoente natural. Calcular potências com expoente inteiro negativo. Conhecer e aplicar em expressões as propriedades de potências com

Leia mais

ESCOLA E B 2,3/S MIGUEL LEITÃO DE ANDRADA - AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PEDRÓGÃO GRANDE DEPARTAMENTO DAS CIÊNCIAS EXATAS 2016/2017

ESCOLA E B 2,3/S MIGUEL LEITÃO DE ANDRADA - AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PEDRÓGÃO GRANDE DEPARTAMENTO DAS CIÊNCIAS EXATAS 2016/2017 ESCOLA E B 2,3/S MIGUEL LEITÃO DE ANDRADA - AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PEDRÓGÃO GRANDE DEPARTAMENTO DAS CIÊNCIAS EXATAS 2016/2017 PLANIFICAÇÃO DE MATEMÁTICA 9ºANO 1º Período 2º Período 3º Período Apresentação,

Leia mais

ROTEIRO DE ORIENTAÇÃO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO Ensino Médio

ROTEIRO DE ORIENTAÇÃO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO Ensino Médio ROTEIRO DE ORIENTAÇÃO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO Ensino Médio Professora: Roseana Disciplina: Matemática Série: 2ª Caro(a) aluno(a), Você está recebendo uma ficha de orientação de estudos que tem a finalidade

Leia mais

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA INFORMÁTICA DISCIPLINA: Matemática (9º Ano) METAS CURRICULARES/CONTEÚDOS ... 1º PERÍODO. Medidas de localização

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA INFORMÁTICA DISCIPLINA: Matemática (9º Ano) METAS CURRICULARES/CONTEÚDOS ... 1º PERÍODO. Medidas de localização ANO LETIVO 2017/2018... 1º PERÍODO DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA INFORMÁTICA DISCIPLINA: Matemática (9º Ano) METAS CURRICULARES/CONTEÚDOS Metas Curriculares Conteúdos Aulas Previstas Medidas de localização

Leia mais

Reunião de Trabalho Professores Coordenadores. Diretoria de Ensino da Região de Carapicuíba Dirigente Regional de Ensino Junho/2017

Reunião de Trabalho Professores Coordenadores. Diretoria de Ensino da Região de Carapicuíba Dirigente Regional de Ensino Junho/2017 Reunião de Trabalho Professores Coordenadores Diretoria de Ensino da Região de Carapicuíba Dirigente Regional de Ensino Junho/2017 Pauta Acolhimento; Aquecimento; o que nos dizem os registros? Refletindo

Leia mais

UM ESTUDO SOBRE O USO DO SOFTWARE APLUSIX COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA PARA A APRENDIZAGEM DE SISTEMAS DE EQUAÇÕES DO PRIMEIRO GRAU COM DUAS VARIÁVEIS.

UM ESTUDO SOBRE O USO DO SOFTWARE APLUSIX COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA PARA A APRENDIZAGEM DE SISTEMAS DE EQUAÇÕES DO PRIMEIRO GRAU COM DUAS VARIÁVEIS. UM ESTUDO SOBRE O USO DO SOFTWARE APLUSIX COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA PARA A APRENDIZAGEM DE SISTEMAS DE EQUAÇÕES DO PRIMEIRO GRAU COM DUAS VARIÁVEIS. VALENZUELA, Silvia Teresinha Frizzarini UFMS steresini@ig.com.br

Leia mais

Regulação Bimestre 2

Regulação Bimestre 2 Nome: Ano: 1 a série Disciplina: Física Professor: Renata Nº: Data: Regulação Bimestre 2 Caro(a) aluno(a), Os conteúdos listados para esta atividade de regulação estão diretamente relacionados dos objetivos

Leia mais

Condições de relacionar as duas situações: equações lineares e sistemas de equações lineares; A compreensão de conceitos de matrizes e determinantes.

Condições de relacionar as duas situações: equações lineares e sistemas de equações lineares; A compreensão de conceitos de matrizes e determinantes. GUIA DO PROFESSOR DO MÓDULO 6 TÍTULO DO OA: ESCALONADOR CATEGORIA: MATEMÁTICA SUB-CATEGORIA: ESCALONAMENTO DE MATRIZES PARA RESOLUÇÃO DE SISTEMAS DE EQUAÇÕES LINEARES PÚBLICO ALVO: ENSINO MÉDIO INTRODUÇÃO

Leia mais