Brasil e o MDL. Situação Atual do MDL no Brasil e no Mundo. Britcham. São Paulo 30 de setembro de 2008

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Brasil e o MDL. Situação Atual do MDL no Brasil e no Mundo. Britcham. São Paulo 30 de setembro de 2008"

Transcrição

1 Brasil e o MDL Situação Atual do MDL no Brasil e no Mundo Britcham São Paulo 30 de setembro de 2008 Gustavo Mozzer Ministério da Ciência e Tecnologia Assessor Técnico da Secretária Executiva da Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima

2 Conceitos Básicos

3

4 Gases de Efeito Estufa SF 6 HFCs CO 2 CH 4 N 2 O CF 4 C 2 F 6

5 Protocolo de Quioto e MDL

6 MDL Baseado na proposta brasileira de 1997 de estabelecimento de um Fundo de Desenvolvimento Limpo, adotada pelo G77 e China e, modificada como mecanismo, adotada em Quioto Brasil foi o primeiro país a estabelecer uma Autoridade Nacional Designada (AND) Uma metodologia de projeto brasileira foi uma das primeiras aprovadas pelo Conselho Executivo do MDL (Aterros Sanitários Salvador da Bahia) Um projeto brasileiro foi o primeiro projeto registrado como MDL (Nova Gerar)

7 Mecanismos Mecanismos para os países industrializados alcançarem suas metas individuais de limitação ou redução Artigo 17 - Comércio de emissões (somente entre Anexo B) Artigo 6 - Implementação conjunta (somente entre Anexo I) Artigo 12 - Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (entre Partes do Anexo I e não-anexo I)

8 Mecanismo de Desenvolvimento Limpo Objetivo Art Sob o mecanismo de desenvolvimento limpo: (a) As Partes não incluídas no Anexo I podem se beneficiar de atividades de projetos que resultem em reduções certificadas de emissões; e (b) As Partes incluídas no Anexo I podem usar as reduções certificadas de emissões, resultantes de tais atividades de projetos, para contribuir com o cumprimento de parte de sua limitação quantificada de emissões e compromissos de redução assumidos no Artigo 3, como determinado pela Conferência das Partes na qualidade de reunião das Partes deste Protocolo.

9 Ciclo do Projeto MDL Validação Documento de Concepção do Projeto uso de metodologia aprovada de linha de base e de plano de monitoramento aprovação de nova metodologia pelo Conselho Executivo Validação conformidade com a regulação Aprovado pela Autoridade Nacional Designada participação voluntária contribuição ao desenvolvimento sustentável Submissão ao Conselho Executivo para Registro verifica PDD e relatório de validação verifica adicionalidade

10 (1) A elaboração do Documento de Concepção de Projeto DCP Responsabilidade dos participantes do projeto Deve conter descrição: das atividades de projeto; dos participantes da atividade de projeto; da metodologia da linha de base; das metodologias para o cálculo da redução de emissões de gases de efeito estufa e para o estabelecimento dos limites da atividade de projeto e das fugas; do plano de monitoramento. Deve conter, ainda: a definição do período de obtenção de créditos, a justificativa da adicionalidade da atividade de projeto, o relatório de impactos ambientais, os comentários dos atores e informações quanto à utilização de fontes adicionais de financiamento.

11 (2) Validação Responsabilidade de uma Entidade Operacional Designada EOD Processo de avaliação independente de uma atividade de projeto no tocante aos requisitos do MDL, com base no DCP.

12 (3) Aprovação Responsabilidade da Autoridade Nacional Designada - AND processo pelo qual a AND das Partes envolvidas confirmam a participação voluntária e a AND do país onde são implementadas as atividades de projeto do MDL atesta que dita atividade contribui para o desenvolvimento sustentável do país. * No caso do Brasil, os projetos são analisados pelos integrantes da Comissão Interministerial, que avaliam a documentação e a contribuição da atividade de projeto para o desenvolvimento sustentável do país.

13 (4) Registro Responsabilidade do Conselho Executivo do MDL Aceitação formal, pelo Conselho Executivo, de um projeto validado como atividade de projeto do MDL. * Nesta etapa, dois aspectos fundamentais são analisados, são eles a aplicabilidade da metodologia escolhida e a adicionalidade do projeto.

14 (5) Monitoramento da atividade de projeto Responsabilidade dos participantes do projeto Recolhimento e armazenamento de todos os dados necessários para calcular a redução das emissões de gases de efeito estufa, de acordo com a metodologia de linha de base estabelecida no DCP, que tenham ocorrido dentro dos limites da atividade de projeto e dentro do período de obtenção de créditos.

15 (6) Verificação/Certificação Responsabilidade de uma Entidade Operacional Designada Processo de auditoria periódico e independente para revisar os cálculos acerca da redução de emissões de gases de efeito estufa ou de remoção de CO 2 resultantes de uma atividade de projeto do MDL conforme o plano de monitoramento presente no DCP. Esse processo é feito com o intuito de verificar se as reduções de emissões efetivamente ocorreram. Após a verificação, a EOD certifica que uma determinada atividade de projeto atingiu um determinado nível de redução de emissões de gases de efeito estufa durante um período de tempo específico.

16 (7) Emissão das Reduções Certificadas de Emissões - RCEs Responsabilidade do Conselho Executivo do MDL Ocorre quando o Conselho Executivo tem certeza de que todas as etapas de reduções de emissões de gases de efeito estufa decorrentes das atividades de projeto foram cumpridas. Assegura que estas reduções de emissões são reais, mensuráveis e de longo prazo. As RCEs são emitidas pelo Conselho Executivo e creditadas aos participantes de uma atividade de projeto na proporção por eles definida e, dependendo do caso, podendo ser utilizadas como forma de cumprimento parcial das metas de redução de emissão de gases de efeito estufa.

17

18 Quadro Institucional Nacional Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima designada como AND Composta de representantes de 11 Ministérios Presidente Ministro de Ciência e Tecnologia Secretário Executivo MCT Vice-presidente Ministra de Meio Ambiente MMA Comissão se reúne a cada 2 meses Decreto Presidencial Julho de 1999

19 Representantes na Comissão Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Ministério de Transporte; Ministério de Minas e Energia; Ministério do Meio Ambiente; Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; Ministério das Cidades; Ministério de Relações Exteriores; Ministério de Ciência e Tecnologia; Ministério de Planejamento, Orçamento e Administração; Ministério da Fazenda Casa Civil da Presidência da República;

20 Resolução nº 1 de 11 de setembro de 2003 Procedimentos para submissão e aprovação de projetos Descrição de como o projeto assiste o Brasil na obtenção do desenvolvimento sustentável (Anexo III): Contribuição para a sustentabilidade ambiental local; Contribuição para o desenvolvimento de condições de trabalho e criação de empregos; Contribuição à distribuição de renda; Contribuição para a capacitação e o desenvolvimento tecnológico; Contribuição para a integração regional e para as relações setoriais. Convite obrigatório aos seguintes stakeholders : Prefeitura, Câmara de Vereadores, Governo Estadual e Assembléia; Órgãos Ambientais Federal, Estadual e Municipal; Fórum Brasileiro de ONG s e Movimentos Sociais; Associações Comunitárias e Entidades Nacionais; Ministério Público Estadual e Federal; Prazo de aprovação: 60 dias depois da 1ª reunião da Comissão após à submissão da documentação

21 Resolução n º 2 de 10 de agosto de 2005 Procedimentos para projetos florestamento & reflorestamento Incorporação da Decisão 19/CP.9 e 14/CP.10 e do DCP (PDD) do CE/MDL no marco legal brasileiro Definição de florestas para as condições brasileiras Cobertura mínima de copa de árvores (30%), Área mínima (1 ha), e Altura mínima de árvore (5 m)

22 Resolução nº 3 (24 março 2006) Comunidade de baixa renda (projetos de pequena escala florestamento e reflorestamento): membros envolvidos com renda mensal per capita de até meio salário mínimo. Resolução nº 4 (6 dezembro 2006) Em caso de ilegalidade ou atos contrários, a Comissão pode anular ou revogar a carta. Resolução nº 5 (11 abril 2007) Novas definições para projetos de pequena escala e prazos para entrega de documentação. Resolução nº 6 (6 de junho 2007) Incorpora a versão nº 3 do DCP. Resolução nº 7 (5 março 2008) Dá providências em relação aos convites de comentários dos stakeholders.

23 Status do MDL

24 Total de Atividades de Projeto do MDL no Mundo 3562 China 35% Malásia 4% México 5% Brasil 8% Índia 29% China Índia Brasil México Malásia Indonésia Filipinas Chile Coréia do Sul Tailândia Israel Colômbia Peru Honduras África do Sul Argentina Equador Sri Lanka Vietnam Guatemala Panamá Paquistão Costa Rica Egito Armênia Uzbequistão Moldávia El Salvador Bolívia Quênia Marrocos Emirados Ára Chipre Mongólia Bangladesh Cuba Nicarágua Uruguai Rep. Dominicana Nepal Camboja Butão Uganda Paraguai Azerbaijão Tunísia Tanzania Nigéria Georgia Jamaica Costa do Marfim Congo Jordânia Tadjiquistão Senegal Mali Quirguistão Qatar P. N. Guiné Malta Laos Guiné Equatorial Guiana Moçambique Fiji Cingapura Madagascar Macedônia Maurício 29/7/08

25 Coréia do Sul 3% Reduções de Emissões para o Primeiro Período de Obtenção de Crédito (4.607 milhões t CO2eq) China 46% México 3% Brasil 7% Índia 24% China Índia Brasil México Coréia do Sul Malásia Indonésia Chile Argentina Nigéria Colômbia África do Sul Butão Tailândia Israel Peru Filipinas Guiné Equatorial Paquistão Vietnam Egito Chipre Guatemala Qatar Congo Azerbaijão Tanzania Costa do Marfim Tunísia Cuba Moldávia Bolívia Sri Lanka Honduras Equador Panamá Costa Rica Nicarágua Rep. Dominicana Jordânia Quênia Marrocos El Salvador Georgia Emirados Árabes Nepal Armênia Jamaica P. N. Guiné Bangladesh Maurício Uruguai Mongólia Senegal Mali Camboja Uganda Paraguai Quirguistão Tadjiquistão Uzbequistão Guiana Moçambique Malta Fiji Cingapura Madagascar Macedônia Laos 29/7/08

26 Atividades de Projeto do MDL no Brasil Validação Registro Feb-04 Mar-04 Apr-04 May-04 Jun-04 Jul-04 Aug-04 Sep-04 Oct-04 Nov-04 Dec-04 Jan-05 Feb-05 Mar-05 Apr-05 May-05 Jun-05 Jul-05 Aug-05 Sep-05 Oct-05 Nov-05 Dec-05 Jan-06 Feb-06 Mar-06 Apr-06 May-06 Jun-06 Jul-06 Aug-06 Sep-06 Oct-06 Nov-06 Dec-06 Jan-07 Feb-07 Mar-07 Apr-07 May-07 Jun-07 Jul-07 Aug-07 Sep-07 Oct-07 Nov-07 Dec-07 Jan-08 Feb-08 Mar-08 Apr-08 May-08 Jun-08 mês nº de projetos

27 Número de projetos Posição do país em número de projetos Total de CO2eq a ser reduzido Posição do país em ém total de CO2eq a ser reduzido Gases Setores EOD / EC* Projetos MDL no Brasil anual 295 3º no mundo 1º período de crédito inicío do projeto até 31/12/2012 anual 1º período de crédito CO2 CH4 N2O SF6 PFC Energia renovável Aterro Sanitário Suinocultura Eficiência energética Resíduos Processos industriais Redução de N2O Troca de combustível fóssil Reforestamento Emissões fugitivas DNV TUV SUD SGS TUV NORD BVQI AENOR 40,192, ,660, ,468,279 3º no mundo 3º no mundo

28 Metodologias Projetos MDL no Brasil ACM ACM ACM ACM ACM ACM0002 / ACM ACM ACM ACM ACM AM AM Larga Escala AM AM AM AM AM AM AM AM AM AM AM AM AM AM AM AM AR-AM I.A 1 I.C 25 I.D 39 I.B 1 Pequena Escala I.D / III.E 14 II.D III.B 8 III.D 23 II.E 8 III.E 4 II.F 1 III.H 2 III.I 3 Sem Metodologia 1

29 Número de Projetos Brasileiros por Escopo Setorial Energia renovável 49% Energia renovável Suinocultura Troca de combustível fóssil Aterro Sanitário Troca de combustível fóssil 13% Suinocultura 16% Eficiência energética Resíduos Processos industriais Redução de N2O Emissões fugitivas Reflorestamento

30 Capacidade instalada (MW) das atividades de projeto aprovadas na CIMGC Total: 2925MW PROINFA: 415MW Hidrelétrica Bagaço PCH PCH 20% Hidrelétrica 36% Eólica Outras biomassas Biogás Bagaço 32%

31 MS 4% GO 5% Número de atividades de projeto do MDL no Brasil por estado PR 7% SC 8% MT 9% SP 21% RS 10% MG 13% SP MG RS MT SC PR GO MS RJ BA ES CE PE PA PB AL RO AM RN SE

32 Número de atividades de projeto do MDL por região Nordeste 10% Norte 3% Centro-Oeste 18% Sudeste 47% Sul 22%

33 Número de atividades de projeto do MDL no Brasil por países partes 174 Unilateral Reino Unido Holanda Japão Alemanha Espanha França Suécia Canadá Suiça

34 Malásia 3% México 10% No. de Projetos Registrados no Conselho Executivo do MDL Brasil 13% 1092 China 21% Índia 32% Índia China Brasil México Malásia Chile Coréia do Sul Filipinas Honduras África do Sul Indonésia Argentina Chipre Colômbia Equador Peru Tailândia Guatemala Sri Lanka Panamá Costa Rica El Salvador Tunísia Marrocos Nicarágua Mongólia Moldávia Egito Uruguai Chipre Bangladesh Israel Bolívia Armênia Vietnam Uganda Tanzania Qatar Paquistão P. N. Guiné Nigéria Laos Jamaica Georgia Fiji Dominican Rep. Cuba Camboja Butão

35 Demanda por RCEs A maior parte dos países da Europa Ocidental aumentaram suas emissões acima das metas de Quioto Exceções: Alemanha e Reino Unido A maior parte dos países da Europa Oriental têm metas em Quioto maiores que as emissões atuais ( hot air ) Exceção: Eslovênia Difícil politicamente usar hot air Preferência para projetos de Implementação Conjunta Emissões podem aumentar até 2012 se medidas adicionais não são estabelecidas

36 Diferença entre as emissões em 2003 e as metas do Protocolo de Quioto em 2012 ( t CO2 eq) Incluindo Estados Unidos da América ( t CO2 eq) Federação Russa Ucrânia Suécia França Hungria Latvia Eslováquia Estônia Lituânia República Checa Belarus Reino Unido Bulgária Romênia Polônia Canadá Japão Itália Espanha Austrália Turquia Alemanha Áustria Dinamarca Finlândia Holanda Nova Zelândia Bélgica Portugal 7424 Irlanda 5788 Noruega 4083 Suíça 4000 Luxemburgo 2298 Eslovênia 977 Liechtenstein 52 M ônaco 13 Islândia -228 Croácia -376 Grécia -673 Estados Unidos da América

37 Diferença entre as emissões em 2004 e as metas do Protocolo de Quioto em 2012 ( t CO2 eq) Incluindo Estados Unidos da América ( t CO2 eq) Fedração Russa Ucrânia Islândia -9 Croácia -136 Grécia -324 França Suécia Latvia Hungria Eslováquia Estônia Lithuania República Checa Belarus Bulgária Reino Unido Romênia Polônia Canadá Japão Itália Espanha Turquia Austrália Alemanha Áustria Holanda Dinamarca Nova Zelândia Bélgica Finlândia 9896 Portugal 8402 Irlanda 6086 Noruega 4643 Suíça 4507 Luxemburgo 3654 Eslovênia 1294 Liechtenstein 58 M ônaco 6 Estados Unidos da América

38 Diferença entre as emissões em 2005 e as metas do Protocolo de Quioto em 2012 ( t CO2 eq) Incluindo Estados Unidos da Am érica ( t CO2 eq) Ucrânia Federação Russa França Suécia Latvia Hungria Estônia Eslováquia Lituânia República Checa Belarus Bulgária Reino Unido Romênia Polônia Canadá Japão Espanha Itália Turquia Austrália Alemanha Áustria Nova Zelândia Holanda Dinamarca 9452 Portugal 9282 Bélgica 8476 Irlanda 7372 Suíça 5107 Noruega 3904 Luxemburgo 3603 Eslovênia 1702 Liechtenstein 59 Islândia 18 M ônaco 6 Croácia -136 Grécia -324 Finlândia Estados Unidos da América

39

40

Ciclo do Projeto MDL Validação

Ciclo do Projeto MDL Validação Brasil e o MDL MDL Baseado na proposta brasileira de 1997 de estabelecimento de um Fundo de Desenvolvimento Limpo, adotada pelo G77 e China e, modificada como mecanismo, adotada em Quioto Brasil foi o

Leia mais

Emissões de CO 2 na geração de energia

Emissões de CO 2 na geração de energia Emissões de CO 2 na geração de energia São Paulo, 03 de junho de 2008 Danielle Magalhães Ministério da Ciência e Tecnologia Coordenação-Geral de Mudança Global de Clima Compromissos dos Países na Convenção-Quadro

Leia mais

Status atual das atividades de projeto no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) no Brasil e no mundo Última versão: 24 de julho de 2007

Status atual das atividades de projeto no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) no Brasil e no mundo Última versão: 24 de julho de 2007 Status atual das atividades de projeto no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) no e no mundo Última versão: 24 de julho de 2007 O Protocolo de Quioto consiste na possibilidade de utilização

Leia mais

Membros da MIGA. Agência Multilateral de Garantia de Investimentos. Data de afiliação

Membros da MIGA. Agência Multilateral de Garantia de Investimentos. Data de afiliação Membros da MIGA Agência Multilateral de Garantia de Investimentos Membro Data de afiliação África do Sul 10 de março de 1994 Albânia 15 de outubro de 1991 Alemanha 12 de abril de 1988 Angola 19 de setembro

Leia mais

Brasil e o MDL. MDL no Brasil e no Mundo Aspectos Jurídicos. Brasília, 13 de agosto de 2008

Brasil e o MDL. MDL no Brasil e no Mundo Aspectos Jurídicos. Brasília, 13 de agosto de 2008 Brasil e o MDL MDL no Brasil e no Mundo Aspectos Jurídicos Brasília, 13 de agosto de 2008 Bruno Kerlakian Sabbag, Advogado Ministério da Ciência e Tecnologia Compromissos dos Países na Convenção-Quadro

Leia mais

VISTOS CONSULARES. Afeganistão Sim Sim. África do Sul Não Não. Albânia Sim Sim. Alemanha Não Não. Andorra Não Sim. Angola Sim Sim

VISTOS CONSULARES. Afeganistão Sim Sim. África do Sul Não Não. Albânia Sim Sim. Alemanha Não Não. Andorra Não Sim. Angola Sim Sim VISTOS CONSULARES - Você vai para o exterior? Uma das primeiras providências a ser tomada é procurar saber se o país de seu destino exige visto no passaporte junto à embaixada ou ao consulado para permitir

Leia mais

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 2016 SUMÁRIO Pág. 1 - ANÁLISE 3 2 - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 - DESTINOS 5 4 - COURO BOVINO POR TIPO 6 5 - DISTRIBUIÇÃO POR ESTADO 7 1 ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS

Leia mais

Relatório Mundial de Saúde 2006

Relatório Mundial de Saúde 2006 170 Relatório Mundial de Saúde 2006 Anexo Tabela 1 Indicadores básicos para todos os Estados-Membros Números computados pela OMS para assegurar comparabilidade a ; não são necessariamente estatísticas

Leia mais

NOMES DE PAÌSES EM PORTUGUÊS. Lista da ONU

NOMES DE PAÌSES EM PORTUGUÊS. Lista da ONU NOMES DE PAÌSES EM PORTUGUÊS Lista da ONU Países-membros das Nações Unidas Segue-se a lista dos 192 países-membros das Nações Unidas, de acordo com a ordem alfabética de seus nomes em português, com as

Leia mais

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES FEVEREIRO / 215 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4

Leia mais

População estrangeira residente em Portugal, por nacionalidade e sexo, segundo o grupo etário

População estrangeira residente em Portugal, por nacionalidade e sexo, segundo o grupo etário POPULAÇÃO ESTRANGEIRA RESIDENTE E PORTUGAL 263322 12641 13174 16773 18713 27278 33693 32825 28375 21820 15712 10714 8835 7614 15155 143319 6644 7129 8951 9991 13983 18061 18393 16279 12722 8994 5933 4835

Leia mais

JUROS E RISCO BRASIL

JUROS E RISCO BRASIL JUROS E RISCO BRASIL META DA TAXA SELIC FONTE: BANCO CENTRAL 13.75% 12.75% 11.25% 10.25% 8.75% 9.50% 10.25% 10.75% 11.25% 12.50% 11.00% 10.50% 9.75% 9.00% 8.50% 8.00% 7.25% 8.50% 9.00% 10.00% 10.50% 11.00%

Leia mais

Dados Estatísticos sobre as Comunidades Portuguesas

Dados Estatísticos sobre as Comunidades Portuguesas Dados Estatísticos sobre as Comunidades Portuguesas População portuguesa e de origem portuguesa residente no estrangeiro (estimativa do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Direcção Geral dos Assuntos

Leia mais

JUROS E RISCO BRASIL

JUROS E RISCO BRASIL JUROS E RISCO BRASIL META DA TAXA SELIC FONTE: BANCO CENTRAL 11.75% 13.00% 13.75% 12.75% 11.25% 10.25% 8.75% 9.50% 10.25% 10.75% 11.25% 12.50% 11.00% 10.50% 9.75% 9.00% 8.50% 8.00% 7.25% 8.00% 8.50% 9.00%

Leia mais

COMPORTAMENTO DO RISCO BRASILEIRO

COMPORTAMENTO DO RISCO BRASILEIRO COMPORTAMENTO DO RISCO BRASILEIRO 11/09/12 11/10/12 11/11/12 11/12/12 11/01/13 11/02/13 11/03/13 11/04/13 11/05/13 11/06/13 11/07/13 11/08/13 11/09/13 11/10/13 11/11/13 11/12/13 11/01/14 11/02/14 11/03/14

Leia mais

META DA TAXA SELIC 14,5% 13,75% 14,25% 13,75% 13,5% 13,25% 12,75% 13,00% 12,75% 12,50% 12,00% 12,25% 11,75% 12,5% 11,25% 11,00% 10,50% 11,25% 11,25%

META DA TAXA SELIC 14,5% 13,75% 14,25% 13,75% 13,5% 13,25% 12,75% 13,00% 12,75% 12,50% 12,00% 12,25% 11,75% 12,5% 11,25% 11,00% 10,50% 11,25% 11,25% mar-08 jul-08 nov-08 mar-09 jul-09 nov-09 mar-10 jul-10 nov-10 mar-11 jul-11 nov-11 mar-12 jul-12 nov-12 mar-13 jul-13 nov-13 mar-14 jul-14 nov-14 mar-15 jul-15 nov-15 META DA TAXA SELIC Cenário básico

Leia mais

Voltagens e Configurações de Tomadas

Voltagens e Configurações de Tomadas Afeganistão C, D, F 240 V África Central C, E 220 V África do Sul C, M, 230 V Albânia C, F, L 230 V Alemanha C, F 230 V American Samoa A, B, F, I 120 V Andorra C, F 230 V Angola C 220 V Anguilla A, B 110

Leia mais

META DA TAXA SELIC 14,5% 14,25% 13,75% 13,75% 13,5% 13,00% 13,25% 12,75% 12,25% 11,75% 12,75% 12,25% 12,75% 12,50% 12,5% 12,00%

META DA TAXA SELIC 14,5% 14,25% 13,75% 13,75% 13,5% 13,00% 13,25% 12,75% 12,25% 11,75% 12,75% 12,25% 12,75% 12,50% 12,5% 12,00% abr-08 ago-08 dez-08 abr-09 ago-09 dez-09 abr-10 ago-10 dez-10 abr-11 ago-11 dez-11 abr-12 ago-12 dez-12 abr-13 ago-13 dez-13 abr-14 ago-14 dez-14 abr-15 ago-15 dez-15 abr-16 ago-16 dez-16 META DA TAXA

Leia mais

Carta IEDI nº 809 Indústria Mundial: O Brasil na contramão dos emergentes

Carta IEDI nº 809 Indústria Mundial: O Brasil na contramão dos emergentes Carta IEDI nº 809 Indústria Mundial: O Brasil na contramão dos emergentes ANEXO ESTATÍSTICO Crescimento anual do VTI e VTI per capita, 2005-2015, (em %, em U$ constante 2010). VTI total VTI per capita

Leia mais

META DA TAXA SELIC 14,5% 13,75% 14,25% 13,75% 13,5% 13,25% 12,75% 13,00% 12,75% 12,50% 12,00% 12,25% 11,75% 12,5% 11,25% 11,00% 10,50% 11,25% 11,5%

META DA TAXA SELIC 14,5% 13,75% 14,25% 13,75% 13,5% 13,25% 12,75% 13,00% 12,75% 12,50% 12,00% 12,25% 11,75% 12,5% 11,25% 11,00% 10,50% 11,25% 11,5% abr-08 ago-08 dez-08 abr-09 ago-09 dez-09 abr-10 ago-10 dez-10 abr-11 ago-11 dez-11 abr-12 ago-12 dez-12 abr-13 ago-13 dez-13 abr-14 ago-14 dez-14 abr-15 ago-15 dez-15 META DA TAXA SELIC Cenário básico

Leia mais

2015 ÍNDICE DE PROGRESSO SOCIAL

2015 ÍNDICE DE PROGRESSO SOCIAL 2015 ÍNDICE DE PROGRESSO SOCIAL O QUE É O ÍNDICE DE PROGRESSO SOCIAL? Substituir pela versão em português 2 POR QUE USAR O ÍNDICE DE PROGRESSO SOCIAL? Substituir pela versão em português 3 DEFINIÇÃO DE

Leia mais

1. O presente é um relatório sobre a participação no Acordo Internacional do Café (AIC) de 2007.

1. O presente é um relatório sobre a participação no Acordo Internacional do Café (AIC) de 2007. ICC 119-3 6 março 2017 Original: inglês P Conselho Internacional do Café 119. a sessão 13 17 março 2017 Londres, Reino Unido Acordo Internacional do Café de 2007 Participação aos 3 de março de 2017 Antecedentes

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA. O CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA, no uso das

CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA. O CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA, no uso das Resolução nº 1.818, de 19 de setembro de 2009. Altera o valor das diárias definidos pela Resolução nº 1.745, de 26 de janeiro de 2005, e dispõe sobre demais assuntos. O CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA, no

Leia mais

EXPORTAÇÃO BRASILEIRA DO CAPÍTULO 71 DA NCM. Por Principais Países de Destino. Janeiro - Dezembro. Bijuterias

EXPORTAÇÃO BRASILEIRA DO CAPÍTULO 71 DA NCM. Por Principais Países de Destino. Janeiro - Dezembro. Bijuterias Bijuterias Principais Países 2010 2011 2012 2013 2014 US$ mil 2014/ 2013 Estados Unidos 5.667 3.828 2.668 3.491 5.006 43 Colômbia 407 800 748 1.112 993-11 França 1.085 931 910 998 969-3 Argentina 2.112

Leia mais

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil (Atualizado em 07/12/2016) Legenda

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil (Atualizado em 07/12/2016) Legenda Ministério das Relações Exteriores Subsecretaria-Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior Departamento de Imigração e Assuntos Jurídicos Divisão de Imigração Quadro Geral de Regime de Vistos para

Leia mais

REDUÇÃO DE TAXAS PAÍSES DIPLOMA LEGAL TROCA DOS

REDUÇÃO DE TAXAS PAÍSES DIPLOMA LEGAL TROCA DOS ÁFRICA DO SUL n.º 53/08 22 Setembro n.º 222/2008 publicado em 20-11-2008 EM VIGOR DESDE 22-10-2008 ALEMANHA ANDORRA Lei 12/82 03 Junho n.º 20/2017 14 fevereiro publicado em 14-10-1982 EM VIGOR DESDE 08-10-1982

Leia mais

Ação Cultural Externa Relatório Anual 2014 Indicadores. 2. Número de iniciativas apoiadas por áreas geográficas

Ação Cultural Externa Relatório Anual 2014 Indicadores. 2. Número de iniciativas apoiadas por áreas geográficas Ação Cultural Externa Relatório Anual 2014 Indicadores 1. Iniciativas apoiadas pelo Camões, IP a) número (total): 1071 2. Número de iniciativas apoiadas por áreas geográficas Áreas Geográficas Nº Iniciativas

Leia mais

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil (Atualizado em 08/04/2016) Legenda

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil (Atualizado em 08/04/2016) Legenda Ministério das Relações Exteriores Subsecretaria-Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior Departamento de Imigração e Assuntos Jurídicos Divisão de Imigração Quadro Geral de Regime de Vistos para

Leia mais

Relatório sobre o Desenvolvimento Humano 2002

Relatório sobre o Desenvolvimento Humano 2002 a Página da Educação www.apagina.pt Relatório sobre o Desenvolvimento Humano 2002 O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) acaba de publicar o seu Relatório sobre o Desenvolvimento Humano

Leia mais

Madeira: Soluções Globais para Investimentos de Sucesso

Madeira: Soluções Globais para Investimentos de Sucesso Madeira: Soluções Globais para Investimentos de Sucesso Tratados de Dupla Tributação Documento disponível em: www.ibc-madeira.com Convenções Celebradas por Portugal para Evitar a Dupla Tributação Europa

Leia mais

IX-5 Lista de Consulado Geral e Embaixadas em Kansai

IX-5 Lista de Consulado Geral e Embaixadas em Kansai IX-5 Lista de Consulado Geral e s em Kansai 1. Consulado Geral, e consulado em Kansai Consulado Geral Endereço Telefone Australia Ed. Twin 21 MID Tower 16º andar, 06-6941-9271 Consulado Geral da Austrália

Leia mais

NORMAS PARA SOLICITAÇÃO DE AUXÍLIO EM EVENTOS CIENTÍFICOS

NORMAS PARA SOLICITAÇÃO DE AUXÍLIO EM EVENTOS CIENTÍFICOS NORMAS PARA SOLICITAÇÃO DE AUXÍLIO EM EVENTOS CIENTÍFICOS Prezado Professor, Bem-vindo ao Programa de Fomento à Pesquisa da FMP/FASE. Ele foi desenvolvido para estimular os docentes que desenvolvem investigação

Leia mais

Tabela prática das convenções para evitar a dupla tributação celebradas por Portugal. Troca dos instrumentos de ratificação / entrada em vigor

Tabela prática das convenções para evitar a dupla tributação celebradas por Portugal. Troca dos instrumentos de ratificação / entrada em vigor Países (ordem alfabética) Diploma legal Troca dos instrumentos de ratificação / entrada em vigor Redução de taxas Dividendos Juros Royalties Art. º Taxa Art. º Taxa Art. º Taxa ÁFRICA DO SUL n.º 53/08

Leia mais

Embaixadas do Brasil no Mundo - Alemanha

Embaixadas do Brasil no Mundo - Alemanha 1. edestinos.com.br 2. Dicas de viagem Última atualização: 30.09.2016 Passagens aéreas Bagagem Check-in e serviço de bordo Como reservar passagens aéreas Saúde durante a viagem FAQ Passageiras grávidas

Leia mais

Tabelas Anexas Capítulo 1

Tabelas Anexas Capítulo 1 Tabelas Anexas Capítulo 1 Tabela anexa 1.1 População, segundo grandes regiões Brasil e Estado de São Paulo 1980-2007 1-3 Tabela anexa 1.2 Analfabetos e total de pessoas na população de 15 anos ou mais,

Leia mais

MANUAL DE CONCESSÃO DE AUXÍLIO FINANCEIRO A ESTUDANTES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO

MANUAL DE CONCESSÃO DE AUXÍLIO FINANCEIRO A ESTUDANTES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO MANUAL DE CONCESSÃO DE AUXÍLIO FINANCEIRO A ESTUDANTES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO Em atendimento às Portarias CAPES n 156 de 28 de novembro de 2014 e n 132 de 18 de agosto de 2016, que aprova o regulamento

Leia mais

MANUAL DE CONCESSÃO DE AUXÍLIO FINANCEIRO A ESTUDANTES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU

MANUAL DE CONCESSÃO DE AUXÍLIO FINANCEIRO A ESTUDANTES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MANUAL DE CONCESSÃO DE AUXÍLIO FINANCEIRO A ESTUDANTES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU Em atendimento às Portarias CAPES n 156 de 28 de novembro de 2014 e n 132 de 18 de agosto de 2016, que

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA

RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA ÍNDICE AGOSTO 2012 FRANCA 01) População 02) Piso salarial do sapateiro 03) Número de funcionários na indústria de calçados 04) Admissões e demissões do setor calçadista

Leia mais

POLIONU LISTA DE PAÍSES

POLIONU LISTA DE PAÍSES AGH Bolívia 2 Brasil 2 Chile 2 China 2 Colômbia 2 Cuba 2 Equador 2 Espanha 2 Estados Unidos da América 2 França 2 Honduras 2 Israel 2 Itália 2 México 2 Nigéria 2 Panamá 2 Peru 2 Reino Unido 2 Senegal 2

Leia mais

A FORMAÇÃO DOS BLOCOS ECONÔMICOS

A FORMAÇÃO DOS BLOCOS ECONÔMICOS A FORMAÇÃO DOS BLOCOS ECONÔMICOS PROF. DE GEOGRAFIA: BIANCA 1º TRIM - GEOGRAFIA 2016 INTRODUÇÃO Para a formação dos blocos econômicos, os países firmam acordos comerciais, estabelecendo medidas que visam

Leia mais

Tarifário 2016 Em vigor a partir de 5/9/2016

Tarifário 2016 Em vigor a partir de 5/9/2016 Uzo Original Destino Preço por Minuto/SMS/MMS Voz Todas as redes nacionais 0,193 Voz (tarifa reduzida) Todas as redes nacionais 0,145 SMS Todas as redes nacionais 0,098 SMS (tarifa reduzida) Todas as redes

Leia mais

RESUMO DA PESQUISA GLOBAL DE ALIMENTAÇÃO

RESUMO DA PESQUISA GLOBAL DE ALIMENTAÇÃO RESUMO DA PESQUISA GLOBAL DE ALIMENTAÇÃO 2014 Resultados RESULTADOS DE LA da ENCUESTA Pesquisa GLOBAL Global SOBRE de ALIMENTO Alimentação BALANCEADO da DE Alltech ALLTECH 2014 2014 RESUMO No final de

Leia mais

PERFIL DO AGRONEGÓCIO MUNDIAL

PERFIL DO AGRONEGÓCIO MUNDIAL SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO DE MINAS GERAIS SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO PERFIL DO AGRONEGÓCIO MUNDIAL Março/2014 2 ÍNDICE 03. Apresentação 04. População Mundial 05. População

Leia mais

Index de Brochuras e Operadores. Index de Brochuras e Operadores

Index de Brochuras e Operadores. Index de Brochuras e Operadores EUROPA ALEMANHA Martins Soares Telereserva Alemanha 31/10/04 ÁUSTRIA Vimatur Alpes Austríacos 31/10/04 BÉLGICA Prestige BULGÁRIA Solférias Pelos caminhos de 30/03/04 CHIPRE CROÁCIA Club 1840 Terra Nova

Leia mais

Estado e políticas sociais na América Latina. Aula 8 Política social em situações de fragilidade econômica e estatal. Prof.

Estado e políticas sociais na América Latina. Aula 8 Política social em situações de fragilidade econômica e estatal. Prof. Estado e políticas sociais na América Latina Aula 8 Política social em situações de fragilidade econômica e estatal Prof.: Rodrigo Cantu Crise do Estado de Bem-Estar nos países ricos? Manutenção (ou aumento)

Leia mais

Benfica Telecom Tarifário 2014 em vigor a partir de 1/1/2014

Benfica Telecom Tarifário 2014 em vigor a partir de 1/1/2014 Benfica Telecom Destino preço por minuto / sms / mms Voz Todas as redes nacionais 0,190 Voz (tarifa reduzida) Todas as redes nacionais 0,084 SMS Todas as redes nacionais 0,095 SMS (tarifa reduzida) Todas

Leia mais

DDI VIA EMBRATEL Relação de países e seus respectivos códigos de acesso

DDI VIA EMBRATEL Relação de países e seus respectivos códigos de acesso PAIS CODIGO ACESSO DDI AFEGANISTAO 93 N AFRICA DO SUL 27 S ALASCA 1 S ALBANIA 355 S ALEMANHA 49 S ANDORRA 376 S ANGOLA 244 S ANGUILLA 1 S ANT.HOLANDESAS 599 S ANTIGUA 1 S ARABIA SAUDITA 966 S ARGELIA 213

Leia mais

AMNISTIA INTERNACIONAL. LISTA DOS PAÍSES ABOLICIONISTAS E RETENCIONISTAS (31 de Dezembro de 2008) Embargado para 24 de Março de 2009

AMNISTIA INTERNACIONAL. LISTA DOS PAÍSES ABOLICIONISTAS E RETENCIONISTAS (31 de Dezembro de 2008) Embargado para 24 de Março de 2009 Embargado para 24 de Março de 2009 Público AMNISTIA INTERNACIONAL LISTA DOS PAÍSES ABOLICIONISTAS E RETENCIONISTAS (31 de Dezembro de 2008) 24 de Março de 2009 ACT 50/002/2009 SECRETARIADO INTERNACIONAL,

Leia mais

Estrutura Demográfica e Despesa com Previdência: Comparação do Brasil com o Cenário Internacional

Estrutura Demográfica e Despesa com Previdência: Comparação do Brasil com o Cenário Internacional temas de economia aplicada 11 Estrutura Demográfica e Despesa com Previdência: Comparação do Brasil com o Cenário Internacional Rogério Nagamine Costanzi (*) Trata-se de fato amplamente conhecido que existe

Leia mais

REFORMA DA PREVIDÊNCIA: POR QUE FAZER? EFEITOS DA DEMOGRAFIA EXIGEM AJUSTE DE REGRAS

REFORMA DA PREVIDÊNCIA: POR QUE FAZER? EFEITOS DA DEMOGRAFIA EXIGEM AJUSTE DE REGRAS REFORMA DA PREVIDÊNCIA: POR QUE FAZER? EFEITOS DA DEMOGRAFIA EXIGEM AJUSTE DE REGRAS 29 de março 217 198 9+ 8 8 7 7 6 6 4 4 3 3 2 2 2.. 1.. 1.... 1.. 1.. 2.. + 6 anos Fonte: IBGE (Projeção da População,

Leia mais

Anexo estatístico do desenvolvimento humano

Anexo estatístico do desenvolvimento humano Anexo Estatístico Anexo estatístico do desenvolvimento humano Guia do leitor 129 Legenda dos países e classificações do IDH, 2011 132 Tabelas estatísticas 133 Notas técnicas Cálculo dos índices de desenvolvimento

Leia mais

DUPLA TRIBUTAÇÃO INTERNACIONAL EM PORTUGAL

DUPLA TRIBUTAÇÃO INTERNACIONAL EM PORTUGAL SOCIEDA ADVOGADOS, RL ROGÉRIO FERNANS FERREIRA & ASSOCIADOS DUPLA TRIBUTAÇÃO INTERNACIONAL EM PORTUGAL CONFIANÇA EFICIÊNCIA COMPETÊNCIA Foram recentemente aprovados e ratificados, respectivamente, pela

Leia mais

Es t i m a t i v a s

Es t i m a t i v a s Brasileiros no Mundo Es t i m a t i v a s Ministério das Relações Exteriores - MRE Subsecretaria Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior - SGEB Departamento Consular e de Brasileiros no Exterior

Leia mais

AMEAÇAS E OPORTUNIDADES PARA O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO

AMEAÇAS E OPORTUNIDADES PARA O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO AMEAÇAS E OPORTUNIDADES PARA O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO Junho/2008 Três Pontas/MG Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento DIMENSÃO DEMOGRÁFICO DIMENSÃO SOCIOECONÔMICA DIMENSÃO SEGURANÇA

Leia mais

Preçário. REALTRANSFER Instituição de Pagamento, S.A. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS. Data de Entrada em vigor: 02-mar-2016

Preçário. REALTRANSFER Instituição de Pagamento, S.A. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS. Data de Entrada em vigor: 02-mar-2016 Preçário REALTRANSFER Instituição de Pagamento, S.A. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Data de O Preçário completo da REALTRANSFER, Instituição de Pagamento, S.A., contém o Folheto de Comissões

Leia mais

OBJETIVOS DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (ODS) UMA ANÁLISE DE INDICADORES PARA OS PAÍSES DA REDE IBERO-AMERICANA DE PROSPECTIVA (RIBER)

OBJETIVOS DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (ODS) UMA ANÁLISE DE INDICADORES PARA OS PAÍSES DA REDE IBERO-AMERICANA DE PROSPECTIVA (RIBER) 1 OBJETIVOS DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (ODS) UMA ANÁLISE DE INDICADORES PARA OS PAÍSES DA REDE IBERO-AMERICANA DE PROSPECTIVA (RIBER) 2 Introdução 3 Objetivos : Introdução Buscar a adequação dos 15

Leia mais

Apoio Mobilidade Docente com recursos CAPES-PROAP - PRPG EDITAL PRPG 01/2017

Apoio Mobilidade Docente com recursos CAPES-PROAP - PRPG EDITAL PRPG 01/2017 Apoio Mobilidade Docente com recursos CAPES-PROAP - PRPG EDITAL PRPG 01/2017 OBJETIVO Este edital tem por finalidade apoiar 22 (vinte e dois) docentes dos programas de pósgraduação da USP/São Paulo, Pirassununga

Leia mais

ABRIL 2016 RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA FRANCA SÃO PAULO BRASIL. Pág.

ABRIL 2016 RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA FRANCA SÃO PAULO BRASIL. Pág. RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA ABRIL 2016 FRANCA População e PIB do município de Franca Piso salarial do sapateiro Estimativa do número de funcionários na indústria de calçados de Franca Dados do

Leia mais

Consulta Diárias Internacionais * Os Países marcados com asterisco possuem classes de diárias específicas para esse Órgão.

Consulta Diárias Internacionais * Os Países marcados com asterisco possuem classes de diárias específicas para esse Órgão. País Consulta Diárias Internacionais * Os Países marcados com asterisco possuem classes de diárias específicas para esse Órgão. Classe I CD-1 Classe II CD-2 Classe III CD-3/4 Classe IV NS Classe V Afeganistão

Leia mais

ESTADOS MEMBROS DAS NAÇÕES UNIDAS

ESTADOS MEMBROS DAS NAÇÕES UNIDAS ESTADOS MEMBROS DAS NAÇÕES UNIDAS Segue-se a lista (de acordo com a ordem alfabética em português) dos 191 Estados Membros das Nações Unidas com as datas em que aderiram à Organização: Membros Data de

Leia mais

A necessidade de uma Lei de Responsabilidade Educacional

A necessidade de uma Lei de Responsabilidade Educacional A necessidade de uma Lei de Responsabilidade Educacional 1 Um diagnóstico da educação pública no Brasil 2 Um diagnóstico da educação pública no Brasil Avanços inquestionáveis: 1. Ampliação da oferta de

Leia mais

Política de Escopo Geográfico de Certificação de Produtor para o Comércio Justo Fairtrade

Política de Escopo Geográfico de Certificação de Produtor para o Comércio Justo Fairtrade Política de Escopo Geográfico de Certificação de Produtor para o Comércio Justo Fairtrade 19.01.2015 Objetivo O objetivo do escopo geográfico da Fairtrade International é determinar em quais países as

Leia mais

Principais Descobertas e Recomendações

Principais Descobertas e Recomendações Principais Descobertas e Recomendações A Pesquisa do Orçamento Aberto 2008, uma avaliação compreensiva da transparência orçamentária em 85 países, revela que o estado da transparência orçamentária ao redor

Leia mais

EXPORTAÇÕES DE MEL MAIO. Elaboração: SEBRAE/UAGRO FONTE: MDIC/SECEX

EXPORTAÇÕES DE MEL MAIO. Elaboração: SEBRAE/UAGRO FONTE: MDIC/SECEX EXPORTAÇÕES DE MEL MAIO Elaboração: SEBRAE/UAGRO FONTE: MDIC/SECEX 2 fonte: MDIC / SECEX elaboração: UAGRO / SEBRAE NA 42,23 51,00 2,86 8.243.232,00 23.588.292,00 2,53 25.987.193,00 65.791.416,00 2,38

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA

RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA ÍNDICE OUTUBRO 2014 FRANCA Página População...... 2 Piso salarial do sapateiro... 2 Número de funcionários na indústria de calçados...... 2 Admissões e demissões do

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MJC - POLÍCIA FEDERAL SERVIÇO DE INFORMAÇÃO AO CIDADÃO Brasília

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MJC - POLÍCIA FEDERAL SERVIÇO DE INFORMAÇÃO AO CIDADÃO Brasília SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MJC - POLÍCIA FEDERAL SERVIÇO DE INFORMAÇÃO AO CIDADÃO Brasília Mensagem eletrônica n. º 206/2016-SIC/DIREX/PF Prezada Senhora, 1. Trata-se de requerimento de informação protocolado

Leia mais

ANEXO B. DADOS MUNDIAIS DE ENERGIA

ANEXO B. DADOS MUNDIAIS DE ENERGIA ANEXO B. DADOS MUNDIAIS DE ENERGIA 1. OFERTA MUNDIAL DE ENERGIA GRÁFICO B.1: OFERTA MUNDIAL DE ENERGIA POR FONTE GRÁFICO B.2: OFERTA MUNDIAL DE ENERGIA POR REGIÃO (*) (*) Excluindo bunkers marítimos internacionais

Leia mais

8º WORLD ALL STYLES CHAMPIONSHIPS & FICD 22, 23, 24 e 25 de março º WAC 2018 Caldas da Rainha

8º WORLD ALL STYLES CHAMPIONSHIPS & FICD 22, 23, 24 e 25 de março º WAC 2018 Caldas da Rainha 8º WORLD ALL STYLES CHAMPIONSHIPS & FICD 22, 23, 24 e 25 de março 2018 www.wac.world-allstyleschampionship.com www.wac.world-allstyleschampionship.com APRESENTAÇÃO Feira Internacional de Cultura e Desporto

Leia mais

Coordenação Geral Kennya Beatriz Siqueira Alziro Vasconcelos Carneiro

Coordenação Geral Kennya Beatriz Siqueira Alziro Vasconcelos Carneiro Coordenação Geral Kennya Beatriz Siqueira Alziro Vasconcelos Carneiro Equipe Técnica Kennya Beatriz Siqueira - Pesquisadora Embrapa Gado de Leite Alziro Vasconcelos Carneiro - Analista Embrapa Gado de

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA

RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA ÍNDICE MARÇO 2015 FRANCA Página População...... 2 Piso salarial do sapateiro... 2 Número de funcionários na indústria de calçados...... 2 Admissões e demissões do setor

Leia mais

Organização Regional da qual faz parte Estados Membros

Organização Regional da qual faz parte Estados Membros Sistema AFRICANO INTERAMERICANO EUROPEU Organização Regional da qual faz parte Estados Membros Organização da Unidade Africana (OUA) (54) África do Sul, Angola, Argélia, Benim, Botswana, Burkina Faso,

Leia mais

Tabela ALUNOS REGULARES ESTRANGEIROS MATRICULADOS NO MESTRADO POR PAÍS DE ORIGEM EM 2010

Tabela ALUNOS REGULARES ESTRANGEIROS MATRICULADOS NO MESTRADO POR PAÍS DE ORIGEM EM 2010 Tabela 3.26 - ALUNOS REGULARES ESTRANGEIROS MATRICULADOS NO MESTRADO POR PAÍS DE ORIGEM EM 2010 ALUNOS REGULARES / UNIDADE ALEMANHA - - - - - 1 - - - - 1 - - - - - - - - - 2 ANGOLA - - - - - - - 1-1 -

Leia mais

ATUALIZAÇÃO TMM DIA DA MEMORIA TRANS 2016

ATUALIZAÇÃO TMM DIA DA MEMORIA TRANS 2016 ATUALIZAÇÃO TMM DIA DA MEMORIA TRANS 2016 2264 assassinatos registrados de pessoas trans e gênero-diversas entre 1 de janeiro de 2008 e 30 de setembro de 2016 Regiões do Mundo/Países 2008 2009 2010 2011

Leia mais

RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA

RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA RELATÓRIO MENSAL - NICC POLO FRANCA ÍNDICE FEVEREIRO 2015 FRANCA Página População...... 2 Piso salarial do sapateiro... 2 Número de funcionários na indústria de calçados...... 2 Admissões e demissões do

Leia mais

Modernização na Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas

Modernização na Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas Administração Pública e Saúde Modernização na Secretaria de Estado das Comunidades Ministério dos Negócios Estrangeiros Os casos de estudo Consulado Virtual e Sistema de Localização de Portugueses como

Leia mais

Rainforest Alliance Países Autorizados para Atividades de Auditoria e de Certificação de Fazendas Individuais e Administradores de Grupo

Rainforest Alliance Países Autorizados para Atividades de Auditoria e de Certificação de Fazendas Individuais e Administradores de Grupo Rainforest Alliance Países Autorizados para Atividades de Auditoria e de Certificação de Fazendas Individuais e Administradores de Grupo Julho, 2017 Versão 1 D.R. 2017 Red de Agricultura Sostenible, A.C.

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA CFA Nº 366, DE 24 DE ABRIL DE 2009

RESOLUÇÃO NORMATIVA CFA Nº 366, DE 24 DE ABRIL DE 2009 Publicada no D.O.U. nº 79, de 28/04/09 Seção 1 Página 83 RESOLUÇÃO NORMATIVA CFA Nº 366, DE 24 DE ABRIL DE 2009 Dispõe sobre o pagamento de Diárias Nacionais e Internacionais, de Adicional de Deslocamento,

Leia mais

Preçário NOVACAMBIOS - INSTITUIÇÃO DE PAGAMENTO, SA

Preçário NOVACAMBIOS - INSTITUIÇÃO DE PAGAMENTO, SA Preçário NOVACAMBIOS - INSTITUIÇÃO DE PAGAMENTO, SA INSTI Sociedade financeira com sede em território nacional, de acordo com o previsto no Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras

Leia mais

A sua capacidade jurídica e o estatuto internacional da organização são reconhecidos por um acordo de sede celebrado com o Conselho Federal Suíço.

A sua capacidade jurídica e o estatuto internacional da organização são reconhecidos por um acordo de sede celebrado com o Conselho Federal Suíço. UNIÃO INTERPARLAMENTAR A União Interparlamentar foi criada em 1894 mas as suas origens remontam a 1889, quando, por iniciativa do Reino Unido e da França, se celebrou a primeira Conferência Interparlamentar

Leia mais

Normas jurídicas federais diretamente relacionadas à implementação do MDL

Normas jurídicas federais diretamente relacionadas à implementação do MDL Trâmite e institucionalidade Curitiba 18 e 19 de fevereiro de 2009 Normas jurídicas federais diretamente relacionadas à implementação do MDL Quadro Institucional Nacional Comissão Interministerial de Mudança

Leia mais

GLOBAL ENTREPRENEURSHIP MONITOR

GLOBAL ENTREPRENEURSHIP MONITOR GEM 2015 GLOBAL ENTREPRENEURSHIP MONITOR Fevereiro/2016 Objetivo: Estudo da atividade empreendedora no âmbito mundial 60 países em 2015 (83% do PIB mundial) No ano anterior participaram 70 países Criação

Leia mais

MB ASSOCIADOS. A agenda econômica internacional do Brasil. CINDES Rio de Janeiro 10 de junho de 2011

MB ASSOCIADOS. A agenda econômica internacional do Brasil. CINDES Rio de Janeiro 10 de junho de 2011 MB ASSOCIADOS A agenda econômica internacional do Brasil CINDES Rio de Janeiro 10 de junho de 2011 1 Cenário base 2011 2014 Crescimento mundial deverá ser da ordem de 4,0% a.a. Os países do G7 devem crescer

Leia mais

OBJETIVOS DEL DESAROLLO SUSTENTABLE ODS

OBJETIVOS DEL DESAROLLO SUSTENTABLE ODS OBJETIVOS DEL DESAROLLO SUSTENTABLE ODS Tomando como Base los 5 Ejes : Personas, Planeta, Prosperidad, Paz y Parcerias Os 5 P sda Agenda 2030 Fonte: www.pnud.org.br/ods.aspx Objetivos : Buscar a adequação

Leia mais

Spirax Sarco Medidor de Vazão VIM20. Medição de vazão descomplicada e sem parada de processo

Spirax Sarco Medidor de Vazão VIM20. Medição de vazão descomplicada e sem parada de processo Spirax Sarco Medidor de Vazão VIM20 Medição de vazão descomplicada e sem parada de processo M e d i d o r d e V a z ã o V I M 2 0 O VIM20 O medidor de vazão VIM20 Vortex do tipo inserção pode medir vazões

Leia mais

Calendarização, por países, da obrigatoriedade da formação contínua para obtenção do CAM/CQM (prazos limite para frequência do primeiro curso)

Calendarização, por países, da obrigatoriedade da formação contínua para obtenção do CAM/CQM (prazos limite para frequência do primeiro curso) Calendarização, por países, da obrigatoriedade da formação contínua para obtenção do CAM/CQM (prazos limite para frequência do primeiro curso) Áustria Bélgica Carta de condução da categoria D: 2015 Carta

Leia mais

PLC 116/10. Eduardo Levy

PLC 116/10. Eduardo Levy PLC 116/10 Senado Federal Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania Comissão de Assuntos Econômicos Comissão de Educação, Cultura

Leia mais

Preçário MUNDITRANSFERS - INSTITUIÇÃO DE PAGAMENTOS E CAMBIOS, LDA. INSTITUIÇÃO DE PAGAMENTOS

Preçário MUNDITRANSFERS - INSTITUIÇÃO DE PAGAMENTOS E CAMBIOS, LDA. INSTITUIÇÃO DE PAGAMENTOS Preçário MUNDITRANSFERS - INSTITUIÇÃO DE PAGAMENTOS E CAMBIOS, LDA. INSTITUIÇÃO DE PAGAMENTOS Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de O Preçário completo

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA DEPARTAMENTO DE QUÍMICA TEMA 4: FONTES DE ENERGIA E MEIO AMBIENTE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA DEPARTAMENTO DE QUÍMICA TEMA 4: FONTES DE ENERGIA E MEIO AMBIENTE UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA DEPARTAMENTO DE QUÍMICA TEMA 4: FONTES DE ENERGIA E MEIO AMBIENTE Alunas: Erika Martins dos Reis 1 Alessandra B. R. de Azevedo Disciplina: Química do Meio Ambiente

Leia mais

IX-5 Lista de Consulado Geral e Embaixadas em Kansai

IX-5 Lista de Consulado Geral e Embaixadas em Kansai IX-5 Lista de Consulado Geral e s em Kansai 1. Consulado Geral, e consulado em Kansai Consulado Geral Endereço Telefone Australia Ed. Twin 21 MID Tower 16º andar, 06-6941-9271 Consulado Geral da Austrália

Leia mais

Anuário Estatístico do Turismo de Bonito

Anuário Estatístico do Turismo de Bonito Anuário Estatístico do Turismo de Bonito Ano Base - 2016 Realização: Apoio: ANUÁRIO ESTATÍSTICO DO TURISMO DE BONITO ANO BASE 2016 O Anuário Estatístico do Turismo é a compilação dos dados coletados pelo

Leia mais

Preçário. REALTRANSFER Instituição de Pagamento, S.A. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS. Data de Entrada em vigor: 13-dez-2016

Preçário. REALTRANSFER Instituição de Pagamento, S.A. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS. Data de Entrada em vigor: 13-dez-2016 Preçário REALTRANSFER Instituição de Pagamento, S.A. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Data de O Preçário completo da REALTRANSFER, Instituição de Pagamento, S.A., contém o Folheto de Comissões

Leia mais

Portas Automáticas. Resistentes ao Fogo

Portas Automáticas. Resistentes ao Fogo Portas Automáticas Resistentes ao Fogo 1 Criada em 1966, a Manusa é uma empresa líder no mercado das portas automáticas graças ao desenvolvimento de uma tecnologia própria e a uma equipa de profissionais

Leia mais

A D U P L A T R I B U T A Ç Ã O I N T E R N A C I O N A L E M P O R T U G A L - A C T U A L I Z A Ç Ã O ( J A N E I R O D E )

A D U P L A T R I B U T A Ç Ã O I N T E R N A C I O N A L E M P O R T U G A L - A C T U A L I Z A Ç Ã O ( J A N E I R O D E ) i N º 7 / 1 5 A D U P L A T R I B U T A Ç Ã O I N T E R N A C I O N A L E M P O R T U G A L - A C T U A L I Z A Ç Ã O ( J A N E I R O D E 2 0 1 5 ) Em 12 de Janeiro de 2015 foi publicado o Decreto do Presidente

Leia mais

Previdência Social Reformar para Preservar

Previdência Social Reformar para Preservar Previdência Social Reformar para Preservar 15 de Fevereiro de 2017 Ministro Eliseu Padilha Ministro-chefe da da Presidência da República Déficit da Previdência e a necessidade da Reforma para não estrangular

Leia mais

Regras Especiais de Procedimento para o Comitê de Políticas Especiais e Descolonização (SpecPol)

Regras Especiais de Procedimento para o Comitê de Políticas Especiais e Descolonização (SpecPol) Regras Especiais de Procedimento para o Comitê de Políticas Especiais e Descolonização (SpecPol) 1. Fluxo do debate 1.1. No debate formal, o tempo limite para discurso será de 2 (dois) minutos. 1.2. Nos

Leia mais

Divisão do InterManagement Group focada na prestação de Serviços EB-5 para investidores (imigrantes), empresas e empreendedores (estrangeiros ou

Divisão do InterManagement Group focada na prestação de Serviços EB-5 para investidores (imigrantes), empresas e empreendedores (estrangeiros ou Experts em EB-5 Divisão do InterManagement Group focada na prestação de Serviços EB-5 para investidores (imigrantes), empresas e empreendedores (estrangeiros ou americanos) Especializada no desenvolvimento

Leia mais

Ambientes Livres do Fumo

Ambientes Livres do Fumo FRAMEWORK CONVENTION ALLIANCE BUILDING SUPPORT FOR TOBACCO CONTROL Ambientes Livres do Fumo Relatório da Situação Internacional de de dezembro de 00 Os ambientes livres de fumo são uma parte vital do combate

Leia mais

O quadro estanque de referência

O quadro estanque de referência PASSION FOR POWER. O quadro estanque de referência Quadros de distribuição eléctrica KV de 3 a 54 módulos Descrição Geral da Gama Quadros estanques KV Os quadros de distribuição eléctrica do tipo KV são

Leia mais

REGULAMENTO OFERTA OI ROAMING INTERNACIONAL

REGULAMENTO OFERTA OI ROAMING INTERNACIONAL REGULAMENTO OFERTA OI ROAMING INTERNACIONAL Oi Móvel S/A, com sede no Setor Comercial Norte, Quadra 03, Bloco A, Edifício Estação Telefônica, Térreo, Parte 2, em Brasília, no Distrito Federal, inscrita

Leia mais

GEM SÃO PAULO 2016 GLOBAL ENTREPRENEURSHIP MONITOR

GEM SÃO PAULO 2016 GLOBAL ENTREPRENEURSHIP MONITOR GEM SÃO PAULO 2016 GLOBAL ENTREPRENEURSHIP MONITOR Agosto/2017 A Pesquisa em 2016 Objetivo: Empreendedorismo (criação de negócios) como propulsor do crescimento Estudo da atividade empreendedora no âmbito

Leia mais