Gestão de Obras e Estaleiros

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Gestão de Obras e Estaleiros"

Transcrição

1 Gestão de Obras e Estaleiros Planeamento Grupo 13 Ricardo Dias Nº31209 Tânia Henriques Nº33099 Pedro Duarte Nº33787 Semestre Inverno 2011/12

2 Índice GESTÃO DE OBRAS E ESTALEIROS Introdução... 3 Sequência da obra... 4 Soluções Construtivas e Métodos de Execução utilizados... 5 Escavação... 5 Fundações... 5 Armaduras... 5 Cofragens... 6 Betonagem... 6 Alvenarias... 6 Duração de actividades e constituição de equipas... 7 Memoria Justificativa... 8 Dimensões consideradas... 8 Sapatas... 9 Pilares Lajes/Vigas Alvenarias Conclusão P á g i n a

3 Introdução GESTÃO DE OBRAS E ESTALEIROS O planeamento é a previsão do desenvolvimento de uma obra, é através dele que se obtém o conhecimento do empreendimento com a definição das actividades mais importantes a realizar, dos respectivos prazos globais e parciais e dos recursos necessários à realização, tais como mão-de-obra, materiais e equipamentos. O planeamento contribui para a correcção de desvios durante a construção através do controlo de prazos e custos. Este trabalho tem como objectivo a elaboração de um planeamento da estrutura e alvenarias para 4 edifícios com 5 pisos. Serão consideradas actividades iniciais de montagem do estaleiro, execução de sapatas, pilares, lajes, vigas, alvenarias e por fim desmontagem do estaleiro. Apesar de a execução de escadas pertencer à actividade estruturas, no planeamento apresentado não será contabilizada. Para a realização do planeamento utilizou-se o método de Gantt, regularizando-se sempre que possível a mão-de-obra. Foram também determinadas as equipas para a realização das actividades, através das quantidades de trabalho e dos rendimentos de mão-de-obra retirados das Tabelas do Paz Branco. 3 P á g i n a

4 Sequência da obra GESTÃO DE OBRAS E ESTALEIROS A primeira actividade a inserir no planeamento é a implantação do estaleiro. Esta actividade é prevista decorrer em 15 dias e é composta pelas seguintes fases de execução, com as respectivas durações. Actividades de implantação do estaleiro Duração (dias) Decapagem e Regularização do terreno 5 Marcação do Estaleiro 1 Escavação para a vedação 1 Montagem da vedação 2 Montagem das áreas de trabalho 2 Instalação de equipamentos fixos 3 Circulação do Estaleiro 1 Após a realização destas actividades iniciais procede-se à execução das fundações, com a marcação e escavação de sapatas e a colocação de aço e posteriormente a betonagem. Para a execução da estrutura dos edifícios começa-se por fazer os pilares do piso 1 do edifício do lote 108 e posteriormente as vigas e lajes desse mesmo piso. Faz-se o mesmo para o piso 1 do edifício 109,110 e 111 e de seguida para o piso 2 do edifício 109 e assim sucessivamente para todos os pisos dos 4 edifícios. As actividades das alvenarias têm inicio após a descofragem de lajes e vigas desse piso, executa-se em primeiro lugar as alvenarias exteriores e de seguida as interiores. Por outro lado, as ultimas actividades a realizar na obra são a limpeza geral, com uma duração de 2 dias, e a desmontagem do estaleiro que compreende a desmontagem das áreas de trabalho e equipamentos e desmontagem de vedação, com uma duração total de 12 dias. 4 P á g i n a

5 Soluções Construtivas e Métodos de Execução utilizados A estratégia de execução considerada para a obra é a utilização de frentes de trabalho por actividades, desta forma cada actividade executada no edifício 108 é precedida para o edifício 109, 110 e 111, o que possibilita a racionalização dos recursos e a regularização das equipas de mão-de-obra conseguindo-se assim obter o prazo óptimo de execução. Escavação O volume total de terra a escavar para as sapatas é de 320 m 3, uma vez que cada lote é composto por 20 sapatas com dimensões 2m x 2m x 1m, logo cada sapata terá 4 m 3. A escavação será efectuada com uma escavadora com colher. Fundações Considerando que estamos perante um solo coerente com boa coesão, um solo que não irá sofrer assentamentos na estrutura, optou-se por realizar sapatas isoladas. O facto de o solo ter boas condições possibilita a betonagem contra o solo, assim obtém-se uma simplificação da quantidade, custos e tempo de execução desta actividade. Armaduras Para a realização da actividade de armaduras, compreende corte e dobragem, armação e aplicação de aço, utilizou-se: Para as Sapatas Aço A400, com 12 mm de diâmetro; Considerou-se 40 kg de aço por cada 1m 3 de betão utilizado. Para os Pilares Aço A400; 12 Varões com 12 mm de diâmetro, para as armaduras longitudinais; Varões de 8 mm espaçados de 20 cm, para os estribos. Para as Lajes 5 P á g i n a

6 Aço A400 com 12 mm de diâmetro; Na fase superior da laje varões espaçados de 20 cm; Na fase inferior da laje varões espaçados de 10 cm. Para Vigas Aço A400 com 12 mm de diâmetro; 12 Varões com 12 mm de diâmetro, para as armaduras longitudinais; Varões de 8 mm espaçados de 20 cm, para os estribos. Cofragens Para a actividade de cofragem é usada cofragem modulada plastificada. Utilizou-se um jogo de cofragem para a realização dos pilares dos 4 edifícios e para a realização de cofragem das vigas e lajes utilizaram-se 5 jogos de cofragens, uma vez que se optou por se fazer a descofragem ao fim de 19 dias. Para a descofragem foram tidos em atenção o cumprimento dos prazos mínimos, por uma questão de regularização de mão-de-obra foram considerados os seguintes prazos de descofragem: Pilares Vigas/Lajes Prazos de descofragem 1 dia 19 dia Betonagem Para todas as betonagens efectuadas é utilizado betão de classe C20/25. Alvenarias Alvenaria exterior utilizou-se tijolo de 30x22x20 assente na espessura de 22. Alvenaria interior utilizou-se tijolo de 30x15x20 assente na espessura de P á g i n a

7 Duração de actividades e constituição de equipas De forma sistematizada apresenta-se de seguida todas as actividades a realizar, com as respectivas durações e equipas. Actividades Duração (dias) Implantação do estaleiro 15 Sapatas Equipa Marcação de sapatas 2 A Escavação de sapatas 4 1 MAN B Corte e dobragem de aço para sapatas 5 5AF C Armação e aplicação de aço para sapatas 4 5AF C Betonagem de sapatas 1 9H 6CP+3SV D Pilares Corte e dobragem de aço para pilares 3 2AF E Armação e aplicação de aço para pilares 3 2AF E Cofragem de pilares 2 8H 6CP+2SV F Betonagem de pilares 1 8H 6CP+2SV F Descofragem de pilares 1 8H 6CP+2SV F Vigas e Lajes Corte e dobragem de aço para vigas e lajes 3 9AF G Cofragem de vigas e lajes 6 12H 8CP+4SV H Armação e aplicação de aço para vigas e lajes 3 9AF G Betonagem de vigas e lajes 1 8H 6CP+2SV F Descofragem de vigas e lajes 1 8H 6CP+2SV F Alvenarias Alvenaria Exterior 4 7H 4PD+3SV I Alvenaria Interior 4 7H 4PD+3SV I Limpeza geral 2 Desmontagem do estaleiro 12 7 P á g i n a

8 Memoria Justificativa Dimensões consideradas Cada edifício é composto por 20 sapatas, 20 pilares, 31 vigas e 270m 2 de laje. Pilares Secção transversal Vigas Secção transversal Lajes Nota: As dimensões encontram-se em centímetros 8 P á g i n a

9 Sapatas Escavação de sapatas A escavação das sapatas é feita com uma escavadora com colher. Escavação de sapatas Duração da actividade 4 dias 32 horas Rendimento 0,052 H.h/m 3 Nº de sapatas por edifício 20 sapatas Volume a escavar por edifício 80m 3 Equipa = 1 Manobrador Armaduras para Sapatas Utilizou-se 40 kg de aço para 1 m 3 de betão utilizado, como temos 80m 3 de sapatas, então a quantidades de aço para as sapatas de cada edifício é: rendimento do aço A400 = 0,476 X 1,3 =0,6188 H.h/10kg. Corte e dobragem de aço para Sapatas Duração da actividade 5 dias 40 horas Rendimento 0,06188 H.h/kg Quantidade de aço 3200 kg Equipa = 5 Armadores de ferro 9 P á g i n a

10 Armação e aplicação de aço para Sapatas Duração da actividade 4 dias 32 horas Rendimento 0,0424 H.h/kg Quantidade de aço 3200 kg Equipa = 5 Armadores de ferro Betonagem de sapatas Considerando um betão de consistência normal. Betonagem de Sapatas Duração da actividade 1 dia 8 horas Rendimento 0,87 H.h/m 2 Volume a betonar 80 m 3 Equipa = 9 H 6CP + 3SV 10 P á g i n a

11 Pilares Armaduras para Pilares 12 Varões longitudinais ϕ12 A400 12m Estribos A400 ϕ8//20 5 estribos/ml x 1,40m = 7m 11,8m 5 estribos/ml x 0,96m = 4,8m Peso dos varões: ϕ12 0,888 kg ϕ8 0,395 kg Peso dos varões por ml: ϕ12 12m x 0,888 kg = 10,656 kg/ml ϕ8 11,8m x 0,395 kg = 4,661kg/ml A altura dos pilares é de 3m e cada edifício tem 20 pilares. ϕ12 20 pilares x 3m x 10,656 kg/ml = 639,36 kg ϕ8 20 pilares x 3m x 4,661 kg/ml = 279,66 kg rendimento do aço A400 ϕ12 = 0,503 x 1,3 = 0,6539 H.h/10kg rendimento do aço A400 ϕ8 = 0,562 x 1,3 = 0,7306 H.h/10kg Corte e dobragem de aço para Pilares Duração da actividade 3 dias 24 horas Rendimento ϕ12 0,06539 H.h/kg Quantidade de varões ϕ12 639,36 kg Rendimento ϕ8 0,07306 H.h/kg Quantidade de varões ϕ8 279,66 kg varões ϕ12 11 P á g i n a

12 varões ϕ8 Total = 1,74H+0,85H=2,59H Equipa = 3 AF Armação e aplicação de aço para Pilares Duração da actividade 3 dias 24 horas Rendimento ϕ12 0,0445 H.h/kg Quantidade de varões ϕ12 639,36 kg Rendimento ϕ8 0,0491 H.h/kg Quantidade de varões ϕ8 279,66 kg varões ϕ12 varões ϕ8 Total = 1,19H+0,57H=1,75H Equipa = 2 AF Cofragem para Pilares Cofragem utilizada é modulada plastificada. 1ml de pilar são 1,60 m 2 de cofragem 20 pilares x 3m x 1,60m 2 = 96m 2 de cofragem A obra é composta por 4 edifícios, cada um com 5 pisos. Nº de utilizações = 4x5 =20 utilizações 12 P á g i n a

13 Como a cofragem utilizada admite 20 utilizações, faz-se a media aritmética dos rendimentos das utilizações, assim: Cofragem para Pilares Duração da actividade 2 dias 16 horas Rendimento 1,28 H.h/m 2 Área de cofragem 96 m 2 Equipa = 8 H 6CP + 2SV Betonagem de Pilares Um metro linear leva 0,15 m 3 de betão 20 Pilares x 3m x 0,15 = 9m 3 Betonagem de Pilares Duração da actividade 1 dia 8 horas Rendimento 2,95 H.h/m 3 Volume a betonar 9 m 3 Equipa = 4 H 3CP + 1SV Descofragem de Pilares É a mesma equipa que faz a cofragem de pilares. Equipa = 8 H 6CP + 2SV 13 P á g i n a

14 Lajes/Vigas Armadura para lajes Quantidade para 1 ml: 5 Varões na face superior da laje 10 Varões na face inferior 15ml de varões por m 2 de laje 270m 2 laje x 15ml varões ϕ12 = 4050 ml ϕ12 Peso dos varões: ϕ12 0,888 kg Peso dos varões por ml: 4050 ml x 0,888 kg/ml =3596,4 kg Rendimento = 0,283 x 1,3 = 0,3679 H.h/10kg Corte e dobragem de aço para lajes Duração da actividade 3 dia 24 horas Rendimento 0,03679 H.h/kg Quantidade de varões ϕ ,4 kg Armação e Aplicação de aço para lajes Duração da actividade 3 dia 24 horas Rendimento 0,0369 H.h/kg Quantidade de varões ϕ ,4 kg 14 P á g i n a

15 Armadura para vigas Quantidade para 1ml: 12 Varões longitudinais ϕ12 A400 Estribos A400 ϕ8//20 5 estribos/ml Peso dos varões: ϕ12 0,888 kg ϕ8 0,395 kg Peso dos varões por ml: ϕ12 8 x 0,888 kg = 7,104 kg/ml ϕ8 5 estribos x 1,60m x 0,395kg = 3,16 kg/ml Cada edifício tem 31 vigas 147 ml ϕ12 147ml x 7,104 kg/ml = 1044,288 kg ϕ8 147ml x 3,16 kg/ml = 464,52 kg rendimento do aço A400 ϕ12 = 0,503 x 1,3 = 0,6539 H.h/10kg rendimento do aço A400 ϕ8 = 0,562 x 1,3 = 0,7306 H.h/10kg Corte e dobragem de aço para Vigas Duração da actividade 3 dias 24 horas Rendimento ϕ12 0,06539 H.h/kg Quantidade de varões ϕ ,288 kg Rendimento ϕ8 0,07306 H.h/kg Quantidade de varões ϕ8 464,52 kg varões ϕ12 varões ϕ8 15 P á g i n a

16 Total CDA = 5,51H + 2,85H + 1,41H = 9,77H Equipa = 10 AF Armação e aplicação de aço para Vigas Duração da actividade 3 dias 24 horas Rendimento ϕ12 0,0480 H.h/kg Quantidade de varões ϕ ,288 kg Rendimento ϕ8 0,0565 H.h/kg Quantidade de varões ϕ8 464,52 kg varões ϕ12 varões ϕ8 Total AAA = 5,52H + 2,08H + 1,09H = 8,69H Equipa = 9 AF Cofragem de Lajes/ Vigas Cofragem utilizada é modulada plastificada. Notas: Não serão contabilizadas as faces laterais das lajes. Não serão descontados os 30cm de cada viga da cofragem da laje. Cada metro linear de viga terá 1m 2 de cofragem, serão 147m de vigas e 147m 2 de cofragem. 16 P á g i n a

17 Laje de vãos correntes: 5 pisos x 4 edifícios = 20 utilizações Vigas de média secção: 5 pisos x 4 edifícios = 20 utilizações Cofragem para Lajes/Vigas Duração da actividade 6 dias 48 horas Rendimento Lajes 1,05 H.h/m 2 Área de cofragem 270 m 2 Rendimento Vigas 2 H.h/m 2 Área de cofragem 270 m 2 Laje de vãos correntes Vigas de média secção Equipa = 12H 8CP+4SV 17 P á g i n a

18 Betonagem de Laje/Viga Laje = 270 m 2 x 0,15m = 40,5 m 3 Viga = 147m 2 x 0,3m x 0,35m = 15,44m 3 Betonagem de Laje/Viga Duração da actividade 1 dia 8 horas Rendimento Laje 1,255 H.h/m 3 Volume a betonar 40,5 m 3 Rendimento Viga 1,17 H.h/m 3 Volume a betonar 15,44 m 3 Laje de vãos correntes Vigas de média secção Equipa = 9H 6CP+3SV Descofragem de Laje/Viga É a mesma equipa que faz a betonagem de lajes e vigas. Equipa = 9H 6CP+3SV 18 P á g i n a

19 Alvenarias Alvenaria exterior Área de alvenarias exteriores: ( ) x 2,85m = 188,1 m 2 Utilizou-se tijolo 30x22x20 Rendimento = f x k 1 x k 2 x k 5 =0,597x1,163x1,34x1,21 = 1,1258 H.h/m 2 Alvenaria Exterior Duração da actividade 4 dia 32 horas Rendimento 1,1258 H.h/m 3 Área a executar 188,1 m 2 Equipa = 7H 4PD+3SV Alvenaria Interior Área de alvenarias interiores: 81m x 2,85m = 230,85m 2 Utilizou-se tijolo 30x15x20 Rendimento = f x k 1 x k 2 x k 5 =0,561x1,095x1,31x1,19 = 0,9576 H.h/m 2 Alvenaria Interior Duração da actividade 4 dia 32 horas Rendimento 0,9576 H.h/m 3 Área a executar 230,85m 2 Equipa = 7H 4PD+3SV 19 P á g i n a

20 Conclusão GESTÃO DE OBRAS E ESTALEIROS Inicialmente o mapa de barras foi realizado com as datas de execução mais cedo para cada actividade, consoante os dias de execução que estipulamos. Posteriormente efectuou-se a regularização das equipas de mão-de-obra, para tal em alguns casos foi necessário alterar a data de início de algumas actividades. Para a realização da actividade de armaduras foram consideradas 3 equipas, uma para corte dobragem armação e aplicação de aço em sapatas constituída por 5 armadores de ferro, que estarão na obra do dia 17 ao 25. Uma equipa para corte dobragem armação e aplicação de aço em pilares constituída por 2 armadores de ferro, apesar de os cálculos para o corte e dobragem indicarem que são necessários 3 armadores de ferro, a solução adoptada foi a realização de horas extra nos dias dessa actividade que estarão na obra do dia 25 ao 129. Foi considerada outra equipa de armadores de ferro para vigas e lajes constituída por 9 armadores de ferro onde foi identificado o mesmo problema descrito anteriormente pelo qual optamos pela mesma solução. As actividades de cofragem, betonagem, descofragem de pilares, betonagem e descofragem de vigas e lajes são realizadas por uma só equipa constituída por 6 carpinteiros e 2 serventes. Apesar de nos cálculos da betonagem de pilares verificarmos que era suficiente 4 homens, essa actividade será realizada pela equipa descrita anteriormente. Na actividade betonagem de vigas e lajes serão necessários 6 carpinteiros e 3 serventes, como indicam os cálculos, no entanto a equipa que irá realizar esta actividade apenas será composta por 6 carpinteiros e 2 serventes, a solução adoptada foi a colocação de um servente a tempo inteiro na obra. Através do planeamento é possível concluir também que a obra terá a duração de 229 dias uteis. 20 P á g i n a

INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO

INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO GESTÃO DE EMPREENDIMENTOS E OBRAS GUIÃO DA DISCIPLINA DOCENTES: Prof. Antunes Ferreira Prof. Pedro Gameiro Henriques Prof. Rui Cunha Marques Eng.ª Inês Flores-Colen ANO LECTIVO

Leia mais

Tecnologia de construção para uma habitação unifamiliar

Tecnologia de construção para uma habitação unifamiliar Tecnologia de construção para uma habitação unifamiliar Módulo Processos de construção LABORATÓRIO DE CONSTRUÇÃO A68262 Sara Cardoso A68222 Ana Catarina Silva Guimarães, 07 de fevereiro de 2014 Índice

Leia mais

Trabalho 3. Mestrado Integrado em Engenharia Civil. Direcção de Obra 2007/2008

Trabalho 3. Mestrado Integrado em Engenharia Civil. Direcção de Obra 2007/2008 Mestrado Integrado em Engenharia Civil Direcção de Obra 2007/2008 Trabalho 3 Trabalho realizado por: Ana Araújo Jaime Rocha Paula Arantes Pedro Couto Tiago Campos Introdução Actualmente, tendo em conta

Leia mais

ENGº CARLOS GARRIDO ORÇAMENTO

ENGº CARLOS GARRIDO ORÇAMENTO 1 3 OBRAS DE ARTE INTEGRADAS Trabalhos a realizar de acordo com o projecto e satisfazendo o especificado no C.E. 3-01 - OBRA DE ARTE 1 (O.A.1) 3-01.01 - Escavação de terreno de qualquer natureza para abertura

Leia mais

PROJECTO DE ESTABILIDADE BETÃO ARMADO, ESCAVAÇÃO E CONTENÇÃO PERIFÉRICA

PROJECTO DE ESTABILIDADE BETÃO ARMADO, ESCAVAÇÃO E CONTENÇÃO PERIFÉRICA PROJECTO DE ESTABILIDADE BETÃO ARMADO, ESCAVAÇÃO E CONTENÇÃO PERIFÉRICA CONSTRUÇÃO DE QUARTEL / SEDE DA ASSOCIAÇÃO ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DO BOMBARRAL PRAÇA DA RÉPUBLICA BOMBARRAL

Leia mais

SISTEMA DE COFRAGEM PLANA

SISTEMA DE COFRAGEM PLANA SISTEMA DE COFRAGEM PLANA Cofragem Plana Ligeira Montagem Simples e Rápida O Cofiber é um sistema de cofragem ligeiro constituído por um reduzido número de componentes. As vigas primárias são designadas

Leia mais

Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Departamento de Engenharia Civil

Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Departamento de Engenharia Civil Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Departamento de Engenharia Civil ESTRUTURAS DE BETÃO 2 11 de Julho de 2005 Recurso Duração: 3 h 1) (5.0 valores) A figura representa em corte transversal

Leia mais

PROJETO-AVICULTURA COLONIAL AVIÁRIO PARA 500 AVES DE CORTE

PROJETO-AVICULTURA COLONIAL AVIÁRIO PARA 500 AVES DE CORTE PROJETO-AVICULTURA COLONIAL AVIÁRIO PARA 500 AVES DE CORTE CLIENTE-EMBRAPA CLIMA TEMPERADO ONSTRUÇÃO Projeto - Avicultura Colonial Aviário para 500 aves de corte Cliente Embrapa Clima Temperado Junho,

Leia mais

07/05/2017. Cuiabá/MT Maio

07/05/2017. Cuiabá/MT Maio Cuiabá/MT Maio - 2017 Alvenaria e um maciço constituído de pedras ou blocos, naturais ou artificiais, ligadas entre si de modo estável pela combinação de juntas e interposição de argamassa, ou somente

Leia mais

Estruturas de concreto Armado I. Aula II Pré-Dimensionamento

Estruturas de concreto Armado I. Aula II Pré-Dimensionamento Estruturas de concreto Armado I Aula II Pré-Dimensionamento Fonte / Material de Apoio: Apostila Fundamentos do Concreto e Projeto de Edifícios Prof. Libânio M. Pinheiro UFSCAR Apostila Projeto de Estruturas

Leia mais

CORTINAS DE ESTACAS MOLDADAS

CORTINAS DE ESTACAS MOLDADAS CORTINAS DE ESTACAS MOLDADAS Autora: Eng.ª Sandra Lopes Coordenação: Prof. F. A. Branco, Prof. Jorge de Brito, Eng.º Pedro Vaz Paulo e Eng.º João Pedro Correia 1/44 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 2. ESTACAS MOLDADAS

Leia mais

1.1 Montagem de estaleiro, compreendendo instalações e equipamentos necessários á execução da obra.

1.1 Montagem de estaleiro, compreendendo instalações e equipamentos necessários á execução da obra. ORÇAMENTO OBRA: CONSTRUÇÃO HABITAÇÃO UNIFAMILIAR Dono de obra: Local da obra: 1 Estaleiro 1.1 Montagem de estaleiro, compreendendo instalações e equipamentos necessários á execução da obra. 2 Movimentos

Leia mais

MEMORIAL DE CALCULO - QUANTITATIVOS

MEMORIAL DE CALCULO - QUANTITATIVOS 1 SERVIÇOS PRELIMINARES Placa da obra será considerado uma placa, em chapa de aço galvanizado em estrutura de madeira, com tamanho de 1,5mx3m, com cores e dizeres conforme padrão da Prefeitura e do órgão

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO. Local: Jardim Zaira - Mauá. 1. Concepção estrutural. 2. Materiais. Obra: Tipologia Habitacional para Encostas. Data: Junho de 2014

RELATÓRIO TÉCNICO. Local: Jardim Zaira - Mauá. 1. Concepção estrutural. 2. Materiais. Obra: Tipologia Habitacional para Encostas. Data: Junho de 2014 RELATÓRIO TÉCNICO Obra: Tipologia Habitacional para Encostas Local: Jardim Zaira - Mauá Data: Junho de 2014 1. Concepção estrutural A estrutura dos edifícios foi concebida em alvenaria estrutural não armada.

Leia mais

Soluções para Autoconstrução Praticidade, economia e agilidade na sua obra

Soluções para Autoconstrução Praticidade, economia e agilidade na sua obra Aços Longos Soluções para Autoconstrução Praticidade, economia e agilidade na sua obra Arame Recozido Trançadinho Recozido Prático Sapatas Recozido Fácil Pregos Treliças Nervuradas Murfor Produto Belgo

Leia mais

Coordenação: Prof. F.A. Branco, Prof. Jorge de Brito, Eng.º Pedro Vaz Paulo e Eng.º João Pedro Correia

Coordenação: Prof. F.A. Branco, Prof. Jorge de Brito, Eng.º Pedro Vaz Paulo e Eng.º João Pedro Correia I. CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS Coordenação: Prof. F.A. Branco, Prof. Jorge de Brito, Eng.º Pedro Vaz Paulo e Eng.º João Pedro Correia 1/70 5. FASES CONSTRUTIVAS estrutura pórtico sapatas vigas de fundação

Leia mais

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Rio de Janeiro - Campus Pinheiral Planilha Orçamentária - Projeto Padrão

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Rio de Janeiro - Campus Pinheiral Planilha Orçamentária - Projeto Padrão 1 SERVIÇOS PRELIMINARES R$ 4.380,62 1.1 74077/001 SINAPI 1.2 85423 SINAPI 1.3 90778 SINAPI LOCACAO CONVENCIONAL DE OBRA, ATRAVÉS DE GABARITO DE TABUAS CORRIDAS PONTALETADAS, SEM REAPROVEITAMENTO ISOLAMENTO

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO DO ACESSO A UMA GARAGEM

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO DO ACESSO A UMA GARAGEM RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO DO ACESSO A UMA GARAGEM EDIFICIOS R. ANTÓNIO CARNEIRO, nº 373, 375, 381, 385 e 389, PORTO PORTO MARÇO DE 2009 ÍNDICE 01 INTRODUÇÃO 02 DESCRIÇÃO SUMÁRIA

Leia mais

FUNDAÇÕES DE EDIFÍCIOS ANTIGOS

FUNDAÇÕES DE EDIFÍCIOS ANTIGOS FUNDAÇÕES DE EDIFÍCIOS ANTIGOS CONSTRUÇÃO TRADICIONAL Licenciatura em Arquitectura IST António Moret Rodrigues TIPOS DE FUNDAÇÃO I As FUNDAÇÕES ou ALICERCES dos edifícios antigos dependiam, como hoje:

Leia mais

PAREDES. Prof. Amison de Santana Silva

PAREDES. Prof. Amison de Santana Silva PAREDES Prof. Amison de Santana Silva Tijolo maciço ou burro - Conforme a carga a que resistem, são classificados em 1 a e 2 a categoria: As tolerâncias são de 5 mm para as medidas de comprimento e de

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO. Nota técnica: 01/2009. Trabalho realizado para: Serviços do Ministério Público de Mogadouro

RELATÓRIO TÉCNICO. Nota técnica: 01/2009. Trabalho realizado para: Serviços do Ministério Público de Mogadouro RELATÓRIO TÉCNICO Nota técnica: 01/2009 Trabalho realizado para: Serviços do Ministério Público de Mogadouro Trabalho realizado por: Débora Ferreira Hermínia Morais Índice 1 - Introdução... 3 2 - Descrição

Leia mais

TEORIA DAS FUNDAÇÕES EXERCÍCIOS DE CÁLCULO DE FUNDAÇÕES PROFUNDAS (2003/04) DEC FCTUC

TEORIA DAS FUNDAÇÕES EXERCÍCIOS DE CÁLCULO DE FUNDAÇÕES PROFUNDAS (2003/04) DEC FCTUC TEORIA DAS FUNDAÇÕES EXERCÍCIOS DE CÁLCULO DE FUNDAÇÕES PROFUNDAS (2003/04) DEC FCTUC 1 - Considere uma estaca cravada, de betão, com secção circular de 0,5 m de diâmetro. Calcule a carga vertical máxima

Leia mais

Proposta: CORREDORES VERDES EM FERREIRA DO ALENTEJO - Espaço adjacente à EN 2

Proposta: CORREDORES VERDES EM FERREIRA DO ALENTEJO - Espaço adjacente à EN 2 1 ESTALEIRO 1.1. Execução de montagem e desmontagem de estaleiro, adequado à natureza dos trabalhos a executar e à dimensão da obra, incluindo reposição de pavimentos e solo, fornecimento, montagem e desmontagem

Leia mais

G O V E R N O F E D E R A L P A Í S R I C O É P A Í S S E M P O B R E Z A QUADRA ESCOLAR 02 CGEST - C Geral de Infraestrutura Educacional PLANTA BAIXA, CORTE A-B e DETALHES EST FORMATO A1 (841 X 594) R.01

Leia mais

ÍNDICE CAPÍTULO 1 EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO COLECTIVA ÍNDICE DE SIGLAS E ABREVIATURAS 15 INTRODUÇÃO 17

ÍNDICE CAPÍTULO 1 EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO COLECTIVA ÍNDICE DE SIGLAS E ABREVIATURAS 15 INTRODUÇÃO 17 ÍNDICE ÍNDICE DE SIGLAS E ABREVIATURAS 15 INTRODUÇÃO 17 CAPÍTULO 1 EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO COLECTIVA 1. EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO CONTRA QUEDAS EM ALTURA 23 1.1. Introdução 23 1.2. Guarda-corpos 25 1.3.

Leia mais

Infra-estruturas de Transporte G R U P O

Infra-estruturas de Transporte G R U P O Vigas T G R U P O T70 - VTS70 - T90 - VTS90 - T110 damos forma ao progresso Infra-estruturas de Transporte Infra-estruturas de Transporte G R U P O Indice Pag. Introdução 1 Vantagens da Solução Construtiva

Leia mais

FICHA TÉCNICA DE PRODUTO LAJE ALVEOLADA LA 12 -R ARMADURAS LA12-2-R

FICHA TÉCNICA DE PRODUTO LAJE ALVEOLADA LA 12 -R ARMADURAS LA12-2-R Página 1/5 LAJE ALVEOLADA LA 12 -R DESCRIÇÃO Painel pré-fabricado em betão pré-esforçado, com armadura constituída por fios de aço aderentes, de secção vazada, com as faces prontas a pintar. As lajes apresentam-se

Leia mais

RELATÓRIO FOTOGRÁFICO 3ª MEDIÇÃO

RELATÓRIO FOTOGRÁFICO 3ª MEDIÇÃO RELATÓRIO FOTOGRÁFICO 3ª MEDIÇÃO OBRA: Construção da nova sede da Vara do Trabalho de Pato Branco. CONTRATADA: MG EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA. Vistoria realizada no dia 05 de outubro de 2010, que

Leia mais

BOSCH BRAGA BRG 801 FASE 2. FUNDAÇÕES E ESTRUTURAS PROJETO DE EXECUÇÃO Rev. 02_

BOSCH BRAGA BRG 801 FASE 2. FUNDAÇÕES E ESTRUTURAS PROJETO DE EXECUÇÃO Rev. 02_ BOSCH BRAGA BRG 801 FASE 2 FUNDAÇÕES E ESTRUTURAS PROJETO DE EXECUÇÃO Rev. 02_2017.08.24 MAPA DE TRABALHOS E QUANTIDADES BOSCH BRAGA BRG 801 FASE 2 FUNDAÇÕES E ESTRUTURAS PROJETO DE EXECUÇÃO BOSCH BRAGA

Leia mais

PONTE SOBRE O RIO TUA, E PONTE SOBRE O RIO CEIRA - PROCESSOS CONSTRUTIVOS E EQUIPAMENTOS.

PONTE SOBRE O RIO TUA, E PONTE SOBRE O RIO CEIRA - PROCESSOS CONSTRUTIVOS E EQUIPAMENTOS. PONTE SOBRE O RIO TUA, E PONTE SOBRE O RIO CEIRA - PROCESSOS CONSTRUTIVOS E EQUIPAMENTOS. Autor: Nuno Henriques Engenheiro Civil (UP) Telemóvel n.º +351 916647167 / Email: nuno.henriques@mota-engil.pt

Leia mais

Viga Parede Notas de aula Parte 4

Viga Parede Notas de aula Parte 4 Prof. Eduardo Thomaz 1 VIGA PAREDE Armaduras adicionais Caso 1 : Cargas aplicadas na parte superior da viga parede : Em cada face da viga parede deve ser colocada uma malha ortogonal de barras horizontais

Leia mais

ALVENARIA ESTRUTURAL (BLOCOS DE CONCRETO, BLOCOS CERÂMICOS, GRAUTEAMENTO E ARMAÇÃO)

ALVENARIA ESTRUTURAL (BLOCOS DE CONCRETO, BLOCOS CERÂMICOS, GRAUTEAMENTO E ARMAÇÃO) SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA ALVENARIA ESTRUTURAL (BLOCOS DE CONCRETO, BLOCOS CERÂMICOS, GRAUTEAMENTO E ARMAÇÃO) LOTE

Leia mais

Relatório de Estágio Formal

Relatório de Estágio Formal Relatório de Estágio Formal Visão global sobre o mercado da construção através da integração nos diversos departamentos de uma empresa de construção interligados à direcção de obra. Candidato: Adriano

Leia mais

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ÁREA DE CONSTRUÇÃO

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ÁREA DE CONSTRUÇÃO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ÁREA DE CONSTRUÇÃO 1. Para determinar a porosidade aberta de uma pedra calcária, utilizou-se um provete com as dimensões de 7.1 7.1 7.1 cm 3. Determinou-se a massa no estado

Leia mais

P É R - É FA F B A R B I R CA C ÇÃO Ã O DE D E PO P N O T N E T S E E E V I V AD A U D T U O T S

P É R - É FA F B A R B I R CA C ÇÃO Ã O DE D E PO P N O T N E T S E E E V I V AD A U D T U O T S PRÉ-FABRICAÇÃO DE PONTES E VIADUTOS José N. Camara OBJECTIVOS NA CONCEPÇÃO ESTRUTURAL Eficiência Estrutural Capacidade Resistente Comportamento em Serviço Economia Estética Quantidades de Materiais Processo

Leia mais

Pré-dimensionamento e formas

Pré-dimensionamento e formas SEGUNDA AVALIAÇÃO 2ª Parte Carregamentos Verticais e Pré-dimensionamento Turmas A01, A02 e A03: 09/05/2017 Entrega dos trabalhos e avaliação dos trabalhos. 12/05/2017 Avaliação dos trabalhos. Tuma A04:

Leia mais

UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES CAMPUS VILLA LOBOS. Construção Civil

UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES CAMPUS VILLA LOBOS. Construção Civil UNIVERSIDADE MOGI DAS CRUZES CAMPUS VILLA LOBOS Construção Civil 7 semestre Prof. Me. Jorge S. Lyra 2017 Fundações Introdução Fundações NBR 6122/2010 Esta Norma fixa o procedimento, projeto e execução

Leia mais

Critérios de Medição e Levantamento de Quantitativo

Critérios de Medição e Levantamento de Quantitativo Senai Dendezeiros Área de Construção Civil Critérios de Medição e Levantamento de Quantitativo Unidade Curricular: Orçamento de Obras e Controle de Custos Aula 05 Emanuele Cristian Fer Critério de medição

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA Departamento de Estruturas e Construção Civil Disciplina: ECC 1008 Estruturas de Concreto TRABALHO: 1 SEMESTRE DE 2015 Suponha que você esteja envolvido(a)

Leia mais

CONSUMO DE MATERIAIS Exercício IV

CONSUMO DE MATERIAIS Exercício IV CONSUMO DE MATERIAIS Exercício IV Prof. Marco Pádua Exercício: Calcular o consumo de materiais considerando uma concretagem em conjunto com uma alvenaria de blocos de concreto. profmarcopadua.net------------------------------------------exercício

Leia mais

Cálculos Justificativos. Edifício Administrativo. Fundações e Estruturas

Cálculos Justificativos. Edifício Administrativo. Fundações e Estruturas Fundações e Estruturas Edifício Administrativo Cálculos Justificativos Março de 2010 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 1 2 SOLUÇÃO ESTRUTURAL,... 2 3 MODELOS DE CÁLCULO... 3 4 ANÁLISE DE RESULTADOS... 6 4.1 Análise

Leia mais

PROJECTO DE ESTABILIDADE DA ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM ARTUR RAVARA

PROJECTO DE ESTABILIDADE DA ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM ARTUR RAVARA PROJECTO DE ESTABILIDADE DA ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM ARTUR RAVARA LISBOA FUNDAÇÕES E ESTRUTURA PROJECTO DE EXECUÇÃO MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 2 2 DESCRIÇÃO GERAL DA

Leia mais

Características a observar pelas pré-lajes para a sua colocação em obra.

Características a observar pelas pré-lajes para a sua colocação em obra. 1.1. OBJECTO Características a observar pelas pré-lajes para a sua colocação em obra. 1.2. ESPECIFICAÇÕES GERAIS As pré-lajes visam constituir pavimentos em lajes maciças, a partir da justaposição de vários

Leia mais

MEMÓRIA DE CÁLCULO Fechamento de Terreno de Escola em Tijolos maciços e blocos de concreto

MEMÓRIA DE CÁLCULO Fechamento de Terreno de Escola em Tijolos maciços e blocos de concreto MEMÓRIA DE CÁLCULO Fechamento de Terreno de Escola em Tijolos maciços e blocos de concreto 1.0 MUROS 1.1 MURO RUA SD 03: 1.1.1 Estacas; 2,00 (profundidade) x 20 unidades = 40m 1.1.2 Armação em aço; Ø 0,30m

Leia mais

Avenida Ruy Frazão Soares, 81 - Ala Belize, Sala 204/205 - Barra da Tijuca - RJ Tel.: Pág.

Avenida Ruy Frazão Soares, 81 - Ala Belize, Sala 204/205 - Barra da Tijuca - RJ Tel.: Pág. Rio de Janeiro, 30 de Maio de 2016 Segunda Feira Tempo chuvoso Escavação de Sapatas e Cintas Continuação da concretagem e desforma de pilaretes Concretagem de cintas Escavação no pavimento garagem Forma

Leia mais

PLANEAMENTO DE OBRAS José Amorim Faria

PLANEAMENTO DE OBRAS José Amorim Faria PLANEAMENTO DE OBRAS José Amorim Faria ABRIL 2011 1 OBJECTO 1. Noção de Planeamento 2. Dados base 3. Resultados do planeamento 4. Como obter os dados base 5. Planeamento de obras Reflexões teóricas 6.

Leia mais

Grupo de Materiais de Construção 1

Grupo de Materiais de Construção 1 Grupo de Materiais de Construção 1 Grupo de Materiais de Construção 2 Fundações: O que são? São elementos estruturais cuja função é a transferência de cargas da estrutura para a camada resistente de solo

Leia mais

CAPÍTULO XVII PAREDES DE BETÃO

CAPÍTULO XVII PAREDES DE BETÃO CAPÍTULO XVII PAREDES DE BETÃO 17.1 INTRODUÇÃO As paredes de betão têm elevada importância na construção pois fornecem um óptimo suporte estrutural, devido às propriedades resistentes que o betão oferece.

Leia mais

Rua Rui Frazao Soares, 81 - Ala Belize, Sala 204/205 - Barra da Tijuca - RJ Tel.: Pág.

Rua Rui Frazao Soares, 81 - Ala Belize, Sala 204/205 - Barra da Tijuca - RJ Tel.: Pág. Rio de Janeiro, 04 de Abril de 2016 Segunda Feira Tempo estável Continuidade no trabalho de escavação Sendo executado estruturas de canteiro tais como: banheiro, vestiário e depósito de cimento Arrumação

Leia mais

ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO EXERCÍCIOS PARA A TERCEIRA PROVA PARCIAL

ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO EXERCÍCIOS PARA A TERCEIRA PROVA PARCIAL ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO EXERCÍCIOS PARA A TERCEIRA PROVA PARCIAL Questão 1 Dimensionar as armaduras das seções transversais abaixo (flexo-compressão normal). Comparar as áreas de aço obtidas para

Leia mais

DEFINIÇÃO DOS PREÇOS

DEFINIÇÃO DOS PREÇOS MOZ174 TERMO DE REFERÊNCIAS Relativos ao concurso de obras para a construção de redes de distribuição de água por conectar em unidades de dessalinização, na Província de Gaza PARTE D DEFINIÇÃO DOS PREÇOS

Leia mais

RELATÓRIO ANALÍTICO DE COMPOSIÇÕES DE PREÇOS UNITÁRIOS

RELATÓRIO ANALÍTICO DE COMPOSIÇÕES DE PREÇOS UNITÁRIOS POSIÇÕES RELAT DESONERAÇ M DE ESQV 74068/6 FECHADURA DE EMBUTIR PLETA, PARA PORTAS EXTERNAS, PADRAO DE ACABAMENTO MEDIO UN POSICAO 88239 AJUDANTE DE CARPINTEIRO ENCARGOS PLEMENTARES H 1,300000 12,08 15,70

Leia mais

TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO

TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO MESTRADO INTEGRADO EM ARQUITECTURA TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 2º Semestre 2014/2015 A CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS Construção de Obras Públicas - Obras de Arte, Viadutos, Túneis, Ferrovias,

Leia mais

Lajes Aligeiradas

Lajes Aligeiradas www.ferca.pt Lajes Aligeiradas Princípios O sistema de moldes FG assenta em princípios de racionalização económica que permitem a execução de lajes das unidireccionais ou bidireccionais vulgarmente referenciadas

Leia mais

MEMÓRIA DE CÁLCULO DO ABRIGO DA SUBESTAÇÃO DE 500 KVA

MEMÓRIA DE CÁLCULO DO ABRIGO DA SUBESTAÇÃO DE 500 KVA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO CIENCIA E TECNOLOGIA DO AMAZONAS PRÓ-REITORIA DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL DIRETORIA DE

Leia mais

Produzimos Solidez. produzimos solidez

Produzimos Solidez. produzimos solidez Produzimos Solidez produzimos solidez www.pribetoes.com PRODUZIMOS SOLIDEZ A PriBetões, estuda, desenvolve e produz sistemas estruturais pré-fabricados para o Sector Público, Indústria, Comércio e Habitação.

Leia mais

MAPA DE QUANTIDADES. 1 MOVIMENTO DE TERRAS Escavação para estabelecimento da rasante, abertura de caixa e

MAPA DE QUANTIDADES. 1 MOVIMENTO DE TERRAS Escavação para estabelecimento da rasante, abertura de caixa e MAPA DE QUANTIDADES CÓDIGO DESIGNAÇÃO UNIDADES QUANTIDADE 1 MOVIMENTO DE TERRAS Escavação para estabelecimento da rasante, abertura de caixa e 1.1 restantes trabalhos complementares: 1.1.1 Em terra manual

Leia mais

MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA DO MODO DE EXECUÇÃO DA OBRA

MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA DO MODO DE EXECUÇÃO DA OBRA MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA DO MODO DE EXECUÇÃO DA OBRA 1 Obra Refere-se o presente trabalho à reabilitação de um aglomerado de habitações antigas e uma adega no centro da Vila, com destino a uma

Leia mais

Limpeza do terreno m 2 Área de ocupação, mais 3m em toda a periferia ou o total. Locação da obra m 2 Área do primeiro pavimento da obra.

Limpeza do terreno m 2 Área de ocupação, mais 3m em toda a periferia ou o total. Locação da obra m 2 Área do primeiro pavimento da obra. CRITÉRIOS PARA MEDIÇÃO DOS SERVIÇOS Limpeza do terreno m 2 Área de ocupação, mais 3m em toda a periferia ou o total. Locação da obra m 2 Área do primeiro pavimento da obra. Em obras muito extensas ou recortadas,

Leia mais

CÁLCULO DE VIGAS. - alvenaria de tijolos cerâmicos furados: γ a = 13 kn/m 3 ; - alvenaria de tijolos cerâmicos maciços: γ a = 18 kn/m 3.

CÁLCULO DE VIGAS. - alvenaria de tijolos cerâmicos furados: γ a = 13 kn/m 3 ; - alvenaria de tijolos cerâmicos maciços: γ a = 18 kn/m 3. CAPÍTULO 5 Volume 2 CÁLCULO DE VIGAS Prof. José Milton de Araújo - FURG 1 1- Cargas nas vigas dos edifícios peso próprio : p p = 25A c, kn/m ( c A = área da seção transversal da viga em m 2 ) Exemplo:

Leia mais

Cobertura. Figura 15 - Alvenaria, verga e contraverga. Fonte: Acervo do autor.

Cobertura. Figura 15 - Alvenaria, verga e contraverga. Fonte: Acervo do autor. 23 Figura 15 - Alvenaria, verga e contraverga. Fonte: Acervo do autor. 4.1.10. Cobertura Após a cura da laje, foi executada a torre da caixa d água e a cobertura. A madeira utilizada para a estrutura da

Leia mais

CASAS COM PAREDES DE CONCRETO

CASAS COM PAREDES DE CONCRETO PAREDES DE CONCRETO CASAS COM PAREDES DE CONCRETO 2 PRÉDIOS 5 PAVTS. MCMV 3 25 PAVTS. CONCRETANDO 17ª LAJE TIPO 4 SELEÇAO DO PROCESSO CONSTRUTIVO OBJETIVOS: QUALIDADE DA OBRA FLUXO DE CAIXA POSITIVO RESULTADO

Leia mais

Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Engenharia. Especialização em Estruturas TRABALHO FINAL CÁLCULO DE LAJES NERVURADAS

Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Engenharia. Especialização em Estruturas TRABALHO FINAL CÁLCULO DE LAJES NERVURADAS Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Engenharia Especialização em Estruturas TRABALHO FINAL CÁLCULO DE LAJES NERVURADAS Professor: Ney Amorim Silva Aluno: Cristiane Eiko Kamada ÍNDICE ITEM DESCRIÇÃO

Leia mais

PROCESSO CONTRUTIVO DAS SAPATAS E ENSOLEIRAMENTOS. Autor: Eng. Nuno Almeida e Prof. João Ramôa Correia

PROCESSO CONTRUTIVO DAS SAPATAS E ENSOLEIRAMENTOS. Autor: Eng. Nuno Almeida e Prof. João Ramôa Correia PROCESSO CONTRUTIVO DAS SAPATAS E ENSOLEIRAMENTOS Autor: Eng. Nuno Almeida e Prof. João Ramôa Correia Coordenação: Prof. F.A. Branco, Prof. Jorge de Brito, Prof. Pedro Vaz Paulo e Prof. João Ramôa Correia

Leia mais

Este procedimento refere-se à execução de paredes moldadas com a geometria e os materiais definidos nos desenhos de construção.

Este procedimento refere-se à execução de paredes moldadas com a geometria e os materiais definidos nos desenhos de construção. Procedimento Específico da Qualidade PÁGINA: 1/6 1. OBJECTIVO E ÂMBITO Este procedimento refere-se à execução de paredes moldadas com a geometria e os materiais definidos nos desenhos de construção. 1.1.

Leia mais

Gestão da Construção - Anexo 7A1 - Mapa de quantidades Página 1

Gestão da Construção - Anexo 7A1 - Mapa de quantidades Página 1 DIMENSÕES QUANTIDADES comp. larg. alt. UN elemento parciais CAP. art. DESCRIÇÃO DOS TRABALHOS ELEMENTO 0 ESTALEIRO 0.1 Montagem e desmontagem de estaleiro 1 vg 1 ALVENARIAS 1.1 Tijolo Cerâmico 1.1.1 Paredes

Leia mais

3 PROGRAMA EXPERIMENTAL

3 PROGRAMA EXPERIMENTAL 3 PROGRAMA EXPERIMENTAL 3.1.Características dos modelos ensaiados 3.1.1.Parâmetros e variáveis A Figura 3.1 apresenta as características geométricas dos espécimes. Figura 3.1 Características geométricas

Leia mais

ALVENARIA DE BLOCOS VAZADOS DE CONCRETO TREINAMENTO INTERNO

ALVENARIA DE BLOCOS VAZADOS DE CONCRETO TREINAMENTO INTERNO ALVENARIA DE BLOCOS VAZADOS DE CONCRETO TREINAMENTO INTERNO ALVENARIA DE BLOCOS VAZADOS DE CONCRETO VANTAGENS: Redução de formas e armaduras; Eliminação das etapas de moldagem dos pilares e vigas; Montagem

Leia mais

Figura 1: Corte e planta da estrutura, seção transversal da viga e da laje da marquise

Figura 1: Corte e planta da estrutura, seção transversal da viga e da laje da marquise Exemplo 4: Viga de apoio de marquise 1. Geometria e resistências ELU: Torção Combinada, Dimensionamento 1,50 m h=0,50 m 0,10 m 0,20 m Espessura mínima da laje em balanço cf. item 13.2.4.1 e = 1, cf. Tabela

Leia mais

1 INFRA-ESTRUTURA Fundações PROFESSORA MSC DAYANA RUTH

1 INFRA-ESTRUTURA Fundações PROFESSORA MSC DAYANA RUTH 1 INFRA-ESTRUTURA Fundações PROFESSORA MSC DAYANA RUTH Fundações São elementos estruturais destinados a suportar toda a carga de pressão proveniente dos carregamentos de esforços oriundos do peso próprio

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA MARIA DAS BARREIRAS

PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA MARIA DAS BARREIRAS PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA MARIA DAS BARREIRAS PROJETO DE CONSTRUÇÃO DE GINÁSIO POLIESPORTIVO LOCAL: SEDE DO MUNICÍPIO MEMORIAL DESCRITIVO SANTA MARIA DAS BARREIRAS 2015 1 MEMORIAL DESCRITIVO 1- APRESENTAÇÃO

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO APRESENTAÇÃO

MEMORIAL DESCRITIVO APRESENTAÇÃO MEMORIAL DESCRITIVO APRESENTAÇÃO As presentes especificações referem-se aos serviços da construção de um pavilhão em concreto pré-moldado. Trata-se de uma cobertura para a quadra de esportes da escola

Leia mais

Estrutura de uma Edificação

Estrutura de uma Edificação Sumário 1 - Apresentação...2 2 As Partes da Estrutura e Suas Funções...3 (a). Fundação...3 (d). Pilar...3 (b). Viga...3 (c). Laje...3 3- Estrutura em Concreto...4 (a). Fundação...4 a.1 Fundação Superficial

Leia mais

ES013 - Exemplo de um Projeto Completo de Edifício de Concreto Armado. Prof. Túlio Bittencourt. Aula Escadas

ES013 - Exemplo de um Projeto Completo de Edifício de Concreto Armado. Prof. Túlio Bittencourt. Aula Escadas Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Estruturas e Fundações ES013 - Exemplo de um Projeto Completo de Edifício de Concreto Armado Prof. Túlio Bittencourt Aula 11

Leia mais

Estruturas de Betão Armado II 6 Lajes Vigadas Pormenorização

Estruturas de Betão Armado II 6 Lajes Vigadas Pormenorização Estruturas de Betão Armado II 1 ESPESSURA: recomendável utilizar h 100mm Valores mais correntes: 0.10m, 0.12m, 0.15m, 0.18m, 0.20m, 0.22m, 0.25m,... ARMADURAS DE FLEXÃO Armadura principal : fctm As, min

Leia mais

Anexo XII - Modelo de Orçamento - Bloco Sanitários

Anexo XII - Modelo de Orçamento - Bloco Sanitários BLOCO SANITÁRIOS 1. Serviços Iniciais 1.1 Demolição prédio de madeira m2 61 33,31 2.031,91 1.2 Limpeza permanente m2 61 3,22 196,36 1.3 Tapume compensado 2,20 m de altura m 34 102,03 3.469,02 1.4 Locação

Leia mais

FÔRMA. AÇO. CONCRETO.

FÔRMA. AÇO. CONCRETO. FÔRMA. AÇO. CONCRETO. Belo Horizonte, 19 de Maio de 2.016. Proposta nº 54/16 A/C Sr. João de Oliveira - Construtora Visual - Ed. Res. Buarque de Holanda Prezado (a); Temos o prazer de apresentar para apreciação

Leia mais

PROCESSO DE EXECUÇÃO DE MUROS DE BERLIM E MUROS DE MUNIQUE

PROCESSO DE EXECUÇÃO DE MUROS DE BERLIM E MUROS DE MUNIQUE PROCESSO DE EXECUÇÃO DE MUROS DE BERLIM E MUROS DE MUNIQUE Autora: Arq.ª Ana Cravinho Coordenação: Prof. F. A. Branco, Prof. Jorge de Brito, Prof. Pedro Vaz Paulo e Prof. João Pedro Correia 1/57 ÍNDICE

Leia mais

VIII - DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVAS GERAIS DAS ARMADURAS

VIII - DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVAS GERAIS DAS ARMADURAS VIII - DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVAS GERAIS DAS ARMADURAS 1- ARMADURA DE PELE (item 18.3.5) Quando a altura útil da viga ultrapassar 60cm e o aço da armadura de tração for CA-50 ou CA-60, deve dispor-se longitudinalmente

Leia mais

Obras de arte. Em que circunstancias se deve utilizar um cimbre fixo na construção de uma obra de arte?

Obras de arte. Em que circunstancias se deve utilizar um cimbre fixo na construção de uma obra de arte? Obras de arte Em que circunstancias se deve utilizar um cimbre fixo na construção de uma obra de arte? Estrutura da apresentação Obras de arte - O que são? - Principais componentes Cimbres - Qual a função

Leia mais

elementos estruturais

elementos estruturais conteúdo 1 elementos estruturais 1.1 Definição As estruturas podem ser idealizadas como a composição de elementos estruturais básicos, classificados e definidos de acordo com a sua forma geométrica e a

Leia mais

Código Designação Descrição Unidade Qtd

Código Designação Descrição Unidade Qtd Código Designação Descrição Unidade Qtd 1 ESTALEIRO 1.1 Desenvolvimento do Plano de Segurança e Saúde (PSS) para a execução da obra, de acordo com o estipulado no artigo 11º do Decreto Lei n.º 273/2003

Leia mais

ESCADAS USUAIS DOS EDIFÍCIOS

ESCADAS USUAIS DOS EDIFÍCIOS Volume 4 Capítulo 3 ESCDS USUIS DOS EDIFÍCIOS Prof. José Milton de raújo - FURG 1 3.1- INTRODUÇÃO patamar lance a b c d e Formas usuais das escadas dos edifícios Prof. José Milton de raújo - FURG armada

Leia mais

Tecnologia da Construção Civil - I Fundações. Roberto dos Santos Monteiro

Tecnologia da Construção Civil - I Fundações. Roberto dos Santos Monteiro Tecnologia da Construção Civil - I Fundações Após a execução da sondagem, iremos definir qual o tipo de fundação mais adequada a ser utilizado no nosso empreendimento. As Fundações são elementos estruturais

Leia mais

MUNICÍPIO DA NAZARÉ - CÂMARA MUNICIPAL Divisão de Planeamento e Urbanismo ORÇAMENTO. Código Descrição Un. Quantidade Unitário Total. vg 1,00.

MUNICÍPIO DA NAZARÉ - CÂMARA MUNICIPAL Divisão de Planeamento e Urbanismo ORÇAMENTO. Código Descrição Un. Quantidade Unitário Total. vg 1,00. ORÇAMENTO OBRA: Código Descrição Un. Quantidade Unitário Total Custo 1 ESTALEIRO 1.1 Desenvolvimento do Plano de Segurança e Saúde (PSS) para a execução da obra, de acordo com o estipulado no artigo 11º

Leia mais

NOÇÕES ESTRUTURAIS. Sistemas Estruturais. Profª Joana Pinheiro

NOÇÕES ESTRUTURAIS. Sistemas Estruturais. Profª Joana Pinheiro NOÇÕES ESTRUTURAIS Sistemas Estruturais Profª Joana Pinheiro Noções estruturais A estrutura é responsável pela sustentação do imóvel. É o sistema que recebe as cargas (peso próprio e adicionais) e às transfere

Leia mais

ÍNDICE 1.- DESCRIÇÃO... 2

ÍNDICE 1.- DESCRIÇÃO... 2 ÍNDICE 1.- DESCRIÇÃO... 2 2.- VERIFICAÇÕES... 2 2.1.- Perímetro do pilar (P5)... 2 2.1.1.- Zona adjacente ao pilar ou carga (combinações não sísmicas)... 2 2.2.- Perímetro de controlo (P5)... 4 2.2.1.-

Leia mais

A AÇÃO DO VENTO NOS EDIFÍCIOS

A AÇÃO DO VENTO NOS EDIFÍCIOS 160x210 A AÇÃO DO VENTO NOS EDIFÍCIOS ARAÚJO, J. M. Projeto Estrutural de Edifícios de Concreto Armado. 3. ed., Rio Grande: Dunas, 2014. Prof. José Milton de Araújo FURG 1 1 O PROJETO ESTRUTURAL E A DEFINIÇÃO

Leia mais

RELATÓRIO FOTOGRÁFICO 5ª MEDIÇÃO

RELATÓRIO FOTOGRÁFICO 5ª MEDIÇÃO RELATÓRIO FOTOGRÁFICO 5ª MEDIÇÃO OBRA: EXECUÇÃO DE OBRA DE CONSTRUÇÃO DO IMÓVEL PARA A VARA DO TRABALHO DE PALMAS. CONTRATADA: BC CONSTRUTORA LTDA - EPP Considerando a instituição da Comissão de Recebimento

Leia mais

BASES DE DADOS DE CUSTOS DE CONSTRUÇÃO E OPÇÕES DE REABILITAÇÃO. Hipólito de Sousa Março de 2012

BASES DE DADOS DE CUSTOS DE CONSTRUÇÃO E OPÇÕES DE REABILITAÇÃO. Hipólito de Sousa Março de 2012 BASES DE DADOS DE CUSTOS DE CONSTRUÇÃO E OPÇÕES DE REABILITAÇÃO Hipólito de Sousa Março de 2012 ÍNDICE 1. RETRATO DO SETOR NACIONAL 2. A IMPORTÂNCIA DOS CUSTOS NA ANÁLISE CICLO DE VIDA 3. NECESSIDADE DUM

Leia mais

Prof Alexandre Landesmann FAU/UFRJ AMA Loja A1 1

Prof Alexandre Landesmann FAU/UFRJ AMA Loja A1 1 Sistemas de Pisos em Estruturas de Aço Aplicações para mezaninos Estruturas de Aço e Madeira Prof Alexandre Landesmann FAU/UFRJ AMA Loja A1 1 Definição do sistema estrutural do pavimento Vigas principais

Leia mais

UNL V l á ter e J. J. G. G. Lú L c ú i c o Universidade Nova de Lisboa 16 de Maio de 2012

UNL V l á ter e J. J. G. G. Lú L c ú i c o Universidade Nova de Lisboa 16 de Maio de 2012 PROJETO DE ESTRUTURAS PRÉ-FABRICADAS PARA EDIFÍCIOS Válter J. G. Lúcio Universidade Nova de Lisboa 16 de Maio de 2012 PROJETO DE ESTRUTURAS PRÉ-FABRICADAS PARA EDIFÍCIOS 1. INTRODUÇÃO Tipos estruturais

Leia mais

PRIDE IPIRANGA RELATÓRIO DE ANDAMENTO DA OBRA PERÍODO JANEIRO E FEVEREIRO DE 2016

PRIDE IPIRANGA RELATÓRIO DE ANDAMENTO DA OBRA PERÍODO JANEIRO E FEVEREIRO DE 2016 RELATÓRIO DE ANDAMENTO DA OBRA PERÍODO JANEIRO E FEVEREIRO DE 2016 Andamento das Obras Civis Serviços concluídos até 12/02/16: Estacas Escavadas são as paredes de concreto com profundidade de 11 metros

Leia mais

Espaçadores para armaduras de betão armado. Materiais de Construção II

Espaçadores para armaduras de betão armado. Materiais de Construção II Espaçadores para armaduras de betão armado Materiais de Construção II Docente Eng. Dulce Henriques Brian Torneiro, nº 30525 Ricardo Dias, nº 31209 Tânia Henriques, nº 33099 Sara Alves, nº33186 Pedro Duarte,

Leia mais

EDITAL DE LICITAÇÃO TOMADA DE PREÇO Nº 2/2016

EDITAL DE LICITAÇÃO TOMADA DE PREÇO Nº 2/2016 Page 1 of 10 Sub. Qtde. Unid. Descrição Marca/Modelo Valor Valor Total 1 1,00 UN INSTALAÇÃO DA OBRA Valor de Referência: 612,55000 1 2,50 M2 PLACA DE OBRA 2,00 m x 1,25 m Valor de Referência: 245,02000

Leia mais

FEUP 4º ano LEEC Produção e Transporte de Energia I Enunciados de Problemas sobre Cálculo Mecânico Ano Lectivo de 2005/06

FEUP 4º ano LEEC Produção e Transporte de Energia I Enunciados de Problemas sobre Cálculo Mecânico Ano Lectivo de 2005/06 FEUP 4º ano LEEC Produção e Transporte de Energia I Enunciados de Problemas sobre Cálculo Mecânico Ano Lectivo de 2005/06 Problema 1 Uma linha aérea a 150 KV está implantada numa zona costeira, sendo as

Leia mais

3 Medidas, Proporções e Cortes

3 Medidas, Proporções e Cortes 3 Medidas, Proporções e Cortes 3.1 Garagens A Figura 3.1 apresenta algumas dimensões que podem ser usadas para projetos de garagens. Em geral, para projetos residenciais, podem-se usar as dimensões de

Leia mais

Fundações em Tubulão

Fundações em Tubulão Fundações em Tubulão Grupo: Anderson Martens Daniel Pereira Ricardo N. Lima Ronaldo Guedes Vitor A. Teruya Vivian R. Pestana Professor Manuel Vitor 01/12/2010 Fundações Diretas Rasas Blocos Sapatas Radiers

Leia mais

PREÇO R$ DMT (km) ESPECIFICAÇÃO UNID.

PREÇO R$ DMT (km) ESPECIFICAÇÃO UNID. UNITÁRIO OBRAS-DE-ARTE ESPECIAIS - PONTE SOBRE O RIO GRAND INFRAESTRUTURA Tubulões Fuste de tubulão de Concreto D = 1,40 m ( L= 464,00) 2 S 03 416 23 E1-4 x 24,00 m 105,60 5.201,46 549.274,18 2 S 03 416

Leia mais

Sistema de Vedação Pré-fabricados de Betão Placas de Vedação e Pilares de Encaixe

Sistema de Vedação Pré-fabricados de Betão Placas de Vedação e Pilares de Encaixe Sistema de Vedação Pré-fabricados de Betão Placas de Vedação e Pilares de Encaixe www.lenartdecor.pt prestigio_ap@hotmail.com Tlm. +351967622810 Modernos pré-fabricadas as vedaçoes: têm muitas vantagens

Leia mais