IGD - Índice de Gestão Descentralizada - IGD M. Fortaleza - CE, 21 a 23 de Março de 2012

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1 IGD - Índice de Gestão Descentralizada - IGD M Fortaleza - CE, 21 a 23 de Março de 2012

2 MARCO LEGAL 1) Lei nº , de 13 de outubro de 2009, altera o Art. 8º da Lei /2004: Institucionaliza o IGD, tornando-o despesa obrigatória 2) Decreto nº 7.332, de 19 de outubro de 2010 Dá nova redação ao Decreto 5.209/2004, que regulamenta a Lei do PBF (partir do Art. 11-A); 3) Portaria 754, de 20 de outubro de 2010, altera a metodologia de calculo do IGD e define diretrizes para utilização dos recursos; e 4) Portaria 256, de 19 de março de 2010, regulamenta o repasse aos Estados;

3 IGD-M: Metodologia de Cálculo O IGD-M varia de 0 a 1, sendo calculado pela multiplicação dos seguintes Fatores: Fator 1 x Fator 2 x Fator 3 x Fator 4 = IGD-M Importante: Qualquer nº multiplicado por zero = 0 a) FATOR 1: Fator de Operação do PBF

4 Requisitos para o Repasse Financeiro 1) IGD-M: igual ou maior do que 0,55 2) TAFE: igual ou maior do que 0,20 3) TAS: igual ou maior do que 0,20 4) TCQC: igual ou maior do que 0,20 5) TAC: igual ou maior do que 0,20 6) IGD-E: Igual ou maior do que 0,60 7) SUAS: Habilitação na gestão da Assistência Social; 8) SUASWEB: Registro das informações sobre a comprovação de gastos pelo Gestor FMAS / FEAS; 9) SUASWEB: Registro da aprovação da prestação de contas pelo CMAS ou CEAS;

5 Metodologia de Cálculo (Fator 1 x Fator 2 x Fator 3 x Fator 4 = IGD-M) b) FATOR 2: Adesão ao SUAS ( 1 ou 0) c) FATOR 3: Registro no SUASWEB das informações sobre os gastos do IGD pelo gestor do Fundo Municipal de Assistência Social (1 ou 0) d) FATOR 4: Registro da aprovação das contas no SUASWEB pelo Conselho Municipal de Assistência Social (1 ou 0)

6 Cálculo do Valor de Repasse IGD-M = Fator 1 x Fator 2 x Fator 3 x Fator 4 Valor de Repasse = (IGD-M x R$ 3,25 x por cadastro válido e atualizado no Cadastro Único com renda familiar mensal per capita de até 1/2 salário mínimo no município, limitado aos limite da estimativa do número de famílias identificadas como público-alvo do Cadastro Único no município + incentivos financeiros Valor mínimo de repasse = R$ 687,50

7 INDICE DE GESTÃO DESCENTRALIZADA DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA - IGD

8 Incentivos Financeiros (até 10%) 1) 3% - Quando do acompanhamento de famílias em situação de descumprimento de condicionalidades que estejam em processo de acompanhamento familiar; 2) 3% - Atendimento nos prazos estipulados pela Senarc de apuração de eventuais irregularidades; 3) 2% - Atualização de 100% dos dados da gestão municipal em prazo inferior a 1 ano; 4) 2% - Ao menos 96% de cartões entregues na data de apuração do IGD-M

9 Utilização dos Recursos - Aspectos relevantes: 1) Vinculação dos gastos a operacionalização do PBF ou Cadastro Único; 2) O Gestor Municipal do PBF é o responsável pela alocação dos recursos financeiros; Essa responsabilidade foi dada pelo Prefeito quando aderiu ao PBF; 3) O planejamento dos gastos deve ser feito de forma intersetorial, inclusive com a participação do CMAS;

10 Utilização dos Recursos - Flexibilidade Artigo 11-C do Decreto 7.332/2010: As atividades deverão ser planejadas 1) Gestão do Cadastro Único; 2) Gestão de Condicionalidades; 3) Gestão de Benefícios; 4) Demandas de fiscalização do PBF e Cadastro Único; 5) Apoio técnico e operacional às Instâncias de Controle Social; 6) Implementação de programas complementares; 7) Acompanhamento de famílias beneficiárias; 8) Gestão articulada com os benefícios e serviços socioassistenciais previstos na Lei 8.742/1993; 9) Outras atividades a serem estabelecidas pelo MDS.

11 O MDS não define quais despesas, itens ou ações serão custeados com os recursos O município possui autonomia para de acordo com sua necessidade de gestão canalizar os recursos para uma ou outra despesa. Deve sempre ser considerado o caráter intersetorial do PBF: o gestor municipal, junto aos responsáveis pelo acompanhamento das condicionalidades de educação e saúde, e representante da assistência social (e com o devido acompanhamento do CMAS ou da ICS do PBF), planeja, elege prioridades e decide, dentro das modalidades especificadas pelo Decreto nº 5.209, de 17 de setembro de 2004, e na Portaria GM/MDS nº 754, de 20 de outubro de 2010, onde e como utilizar os recursos recebidos. Por se trata de recursos vinculados ao desempenho dos municípios na gestão do PBF e Cadastro Único não é recomendável a utilização dos recursos para pagamento de pessoal efetivo e de gratificações de qualquer natureza.

12 Planejamentos do uso dos Recursos É importante considerar a intersetorialidade do PBF

13 Incorporação dos recursos do IGD ao Orçamento Municipal Concluído o planejamento, o gestor do programa deverá definir, juntamente, com a área responsável pela contabilidade, orçamento e finanças do município, em quais modalidades de aplicação (custeio/investimento) os recursos serão inseridos no orçamento municipal. 1. Além da conciliação entre o planejado e ao que efetivamente será incorporado ao orçamento do exercício vigente, deve ser observado se os recursos foram alocados em funcional programática própria da Assistência Social, em ação denominada Gestão do Programa Bolsa Família. 2. Caso isso não tenha ocorrido, deve-se criar essa rubrica e realizar o devido remanejamento dos valores orçados. 3. É importante observar se a funcional programática tem no seu descritor a abrangência de todas as atividades potenciais a serem custeadas com os recursos.

14 Roteiro para utilização dos recursos após incorporação no Orçamento Municipal o o o A realização da despesa é vinculada ao recebimento do recurso. O orçamento é a autorização legislativa para efetuar a despesa no limite dos recursos financeiros recebidos. De acordo com a Lei 4.320/64, é proibida a realização de despesas sem prévio empenho (Art. 60). Dessa forma, é obrigatória a inclusão dos recursos do IGD no orçamento municipal. Sem isso, a despesa não tem legitimidade, ou seja, não é configurada como despesa pública e o gestor municipal pode ser responsabilizado por desrespeitar a lei. Todas as despesas referentes ao recurso federal transferido devem ser executadas segundo as exigências legais requeridas a qualquer outra despesa da Administração Pública (processamento, empenho, liquidação e efetivação do pagamento), mantendo a respectiva documentação administrativa e fiscal pelo período mínimo legal exigido.

15 PRESTAÇÃO DE CONTAS NO SUASWEB

16 Prestação de Contas Decreto nº 7.332, de 19 de outubro de 2010 PC do FMAS para os CMAS. Os prazos são definidos pela Portaria 625/2010, da SNAS. "Art. 6º... 2º O lançamento das informações de que trata o caput realizar-se-á até o dia 30 de abril do ano seguinte ao término do exercício. 3º Após o lançamento das informações pelos gestores, o Conselho de Assistência Social competente deverá se manifestar até 31 de maio do ano seguinte ao término do exercício, acerca do cumprimento das finalidades dos repasses, da execução dos serviços socioassistenciais e demais ações constantes no Plano de Ação.

17 UF Quantidade de Municipios Quant. Municipios que Comprovaram ao Conselho Aprovado Posição de 1/03/ Parecer do conselho Não se Manifestou Reprovou Aprovado Parcialmente Não Comprovaram e Nem tiveram aprovação do Conselho % de comprovação em relação ao total de municipios % de não comprovação em relação ao total de municipios % de aprovação em relação ao total de municipios que comprovaram % de aprovação em relação ao total de municipios DF ,00% 0,00% 0,00% 100,00% GO ,00% 0,00% 99,59% 99,59% MS ,00% 0,00% 100,00% 100,00% MT ,00% 0,00% 93,62% 93,62% AL ,08% 3,92% 94,90% 91,18% BA ,84% 2,16% 97,79% 95,68% CE ,00% 0,00% 100,00% 100,00% MA ,24% 2,76% 97,63% 94,93% PB ,86% 3,14% 96,76% 93,72% PE ,14% 4,86% 95,45% 90,81% PI ,32% 2,68% 94,95% 92,41% RN ,20% 1,80% 94,51% 92,81% SE ,67% 1,33% 91,89% 90,67% AC ,00% 0,00% 95,45% 95,45% AM ,10% 12,90% 88,89% 77,42% AP ,00% 0,00% 87,50% 87,50% PA ,61% 8,39% 92,37% 84,62% RO ,00% 0,00% 98,08% 98,08% RR ,00% 0,00% 80,00% 80,00% TO ,40% 3,60% 97,01% 93,53% ES ,00% 0,00% 92,31% 92,31% MG ,84% 5,16% 95,55% 90,62% RJ ,91% 1,09% 94,51% 93,48% SP ,43% 3,57% 95,18% 91,78% PR ,74% 2,26% 94,10% 91,98% RS ,54% 7,46% 94,34% 87,30% SC ,95% 2,05% 95,47% 93,52% Total geral ,59% 3,41% 95,61% 92,35%

18 UF Total Repassado - Abr/ 2006 a jan/2012 Total em Conta % em conta em relação ao repassado AC , ,41 7,57% AL , ,21 10,22% AM , ,97 24,00% AP , ,82 44,49% BA , ,87 11,13% CE , ,92 8,73% DF , ,99 28,44% ES , ,54 40,17% GO , ,21 13,98% MA , ,53 6,91% MG , ,31 17,36% MS , ,97 16,69% MT , ,71 12,98% PA , ,63 10,51% PB , ,69 9,46% PE , ,33 11,08% PI , ,29 7,18% PR , ,06 19,95% RJ , ,29 25,61% RN , ,15 9,43% RO , ,32 23,07% RR , ,03 28,38% RS , ,78 17,60% SC , ,50 20,37% SE , ,02 11,68% SP , ,22 22,11% TO , ,84 10,47% Total Geral , ,61 14,36%

19

20 Obrigado! Celso Lourenço / Sérgio Monteiro Departamento de Operação SENARC/MDS

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