Tensões, perspectivas e desafios do ensino médio no brasil: entre a obrigatoriedade e a evasão escolar.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Tensões, perspectivas e desafios do ensino médio no brasil: entre a obrigatoriedade e a evasão escolar."

Transcrição

1 Tensões, perspectivas e desafios do ensino médio no brasil: entre a obrigatoriedade e a evasão escolar. Andréia Melanda Chirinéa Universidade Sagrado Coração Mayara Cristina Veronez da Silva Universidade Sagrado Coração Lívia Maria dos Santos Universidade Sagrado Coração Comunicação Oral Pesquisa em andamento. Eixo 2- Formação de professores, políticas educacionais e práticas educativas Introdução: O objetivo deste trabalho é discutir as principais causas da evasão escolar no ensino médio brasileiro, procurando entender o princípio da obrigatoriedade escolar frente ao desafio da implementação da lei /13, que alterou a LDB 9.394/96 e que institui obrigatoriedade dos quatro aos dezessete anos, ou seja, da pré-escola até o final do ensino médio. A pesquisa realizada tem cunho bibliográfico e tomou como base os dados apresentados pelo Anuário Brasileiro de Educação de 2014, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Além dessas fontes foram utilizados artigos, livros e capítulos de livros que tratam do tema estudado.

2 O trabalho é relevante, uma vez que contribui para o debate sobre a obrigatoriedade escolar no ensino médio, discute as principais causas da evasão dos alunos matriculados nesta etapa de ensino e as tensões geradas pelo sentido de obrigatoriedade da lei 9.394/96. Embora este trabalho não traga dados empíricos coletados, a autora Maria Marly de Oliveira (2007), lembra que a pesquisa bibliográfica se constitui no estudo e na análise de documentos de domínio científico tais como livros, periódicos, enciclopédias, ensaios críticos, dicionários e artigos científicos, sendo a principal finalidade, proporcionar aos pesquisadores o contato direto com obras, artigos ou documentos que tratem do tema em estudo. Nesta pesquisa, os dados coletados demonstram as causas e os principais embates sociais e políticas que provocam o abandono e a evasão dos alunos no ensino médio brasileiro. A concepção que se tem atualmente sobre a educação incorpora ideais democráticos e obrigatoriedade ao cenário educacional brasileiro. A Constituição expressa: Art A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho (BRASIL, 1988). Como se observa, a educação é vista como processo formador que conclama a participação coletiva e colaborativa para que esta se desenvolva de maneira mais completa possível, visando os fins educacionais últimos, que dela se esperam. Assim, partilha responsabilidades entre Estado e família, contando com apoio e incentivo de toda a sociedade. A promoção da educação no contexto atual requer novos posicionamentos. Não há como se pensar em qualquer esfera de promoção de seu desenvolvimento que seja hermeticamente fechada aos anseios e percepções coletivas. No Estado despótico, os indivíduos singulares só têm deveres e não direitos. No Estado absoluto, os indivíduos possuem, em relação ao soberano, direitos privados. No Estado de Direito, o indivíduo tem, em face do Estado, não só direitos privados, mas também direitos públicos. O Estado de Direito é o Estado dos cidadãos (BOBBIO, 1992, p. 61). Portanto cabe ao Estado oferecer Educação gratuita e obrigatória a toda a educação básica, de acordo com a constituição federal de 88 e a LDB 9.394/96, a começar pela pré-escola (4 e 5 anos) e terminar no último ano do ensino médio.

3 Considerado a etapa final da educação básica, e inserido como nível de ensino obrigatório através da lei de 2013, lei que altera a atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação nº /96, o Ensino Médio constitui hoje a última etapa da educação básica e tem por finalidade, segundo o Art. 22 da LDB 9.394/96: desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores São muitos os motivos que conduzem o estudante a abandonar seus estudos. Dentre eles, destacam-se os fatores internos, associados ao desenvolvimento psíquico do aluno, bem como os fatores externos de natureza socioeconômica como demonstra o gráfico abaixo. Jovens se veem obrigados a optar por trabalhar ao invés de estudar, devido à necessidade de contribuição para o sustento familiar. A tabela abaixo mostra o total de abandono no Ensino Médio no período compreendido entre 2007 e Período Total de Abandono no Ensino Médio ,2 %

4 ,8 % ,5 % ,3 % Fonte: IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Séries Históricas e Estatísticas. O total de abandono pode ser explicado, questões relacionadas a aspectos socioeconômicos, relação do aluno com o ambiente escolar, com os professores, causas relativas às práticas pedagógicas e institucionais, como o currículo e a própria gestão da escola. Além dos aspectos socioeconômicos, o desinteresse dos jovens pelo ensino médio também se materializa nos problemas disciplinares e na violência nas relações escolares. Tais fatores aliam-se ainda: às condições precárias de oferta do ensino, contribuindo para o acirramento dos problemas enfrentados: escolas mal equipadas, professores despreparados, mal remunerados e, muitas vezes, cansados, sem tempo e espaço para desenvolverem uma educação mais apropriada ao público demandante (OLIVEIRA, 2010, p.275) Segundo Oliveira (2010) o acesso ao ensino médio é profundamente desigual entre as camadas da população: apenas 24,9% de jovens de 15 a 17 anos dos 20% mais pobres da população estudam no ensino médio, enquanto para os correspondentes 20% mais ricos o percentual se eleva para 76,3%. O fracasso escolar, para Snyders (2005), é o fracasso escolar da política vigente. Apesar dessa política vigente, o campo educacional tem muito ainda que fazer pela educação. Transformações que saiam do papel e se harmonizem com a realidade. Corrobora com esta perspectiva os dizeres de Krawczyk (2009, p.9): a evasão, que se mantém nos últimos anos, após uma política de aumento significativo da matrícula no ensino médio, nos revela uma crise de legitimidade da escola que resulta não apenas da crise econômica ou do declínio da utilidade social dos diplomas, mas também da falta de outras motivações para os alunos continuarem seus estudos. Segundo o INEP, em 2012 a oferta no ensino médio totalizou matrículas, 0,3% menor que em Assim como em anos anteriores, a rede estadual continua a ser a maior responsável pela oferta de ensino médio, com 85% das matrículas. A rede privada atende 12,7% e as redes federal e municipal atendem juntas pouco mais que 2%. Dados revelam que, em 2007, o número de

5 matriculados no ensino médio era de alunos, e a que a população entre 15 e 17 anos era de jovens, já em 2011 esse de alunos era de , e a população era de jovens. Esses dados revelam que apesar da expansão dessa etapa de ensino, o número de matriculados é baixo, que a procura ainda é pequena. Considerações finais. A construção de uma sociedade mais justa, igualitária em que as relações que nelas se estabeleçam sejam realmente humanas, perpassa pela consolidação dos princípios de uma sociedade de direitos. Os textos legais oferecem direitos e deveres em relação à educação; esta expressão possibilita à sociedade civil requerer sua efetivação em todos os aspectos que isto implica, principalmente, quanto aos parâmetros de qualidade. Portanto, não basta consolidar legalmente a obrigatoriedade escolar, é preciso dar condições efetivas de permanência do aluno no ensino médio. Isso pode ser feito por meio de políticas públicas específicas para o atendimento, a valorização e para o currículo do ensino médio. E ainda pelo comprometimento não só da universalização mas da qualidade da educação básica brasileira. Palavras-chave: Políticas Públicas; Evasão Escolar; Ensino Médio. REFERÊNCIAS BOBBIO, N. A Era dos Direitos. Rio de Janeiro: Campus, BRASIL. Presidência da República. Lei nº de 20 de dezembro de Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília, Disponível em < Acesso em: 21 out INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE) Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Disponível em:< Acesso em: 21 out KRAWCZYK N. O ensino Médio no Brasil. São Paulo: Ação Educativa, 2009.

6 OLIVEIRA, D, A. O ensino médio diante da obrigatoriedade ampliada: que lições podemos tirar de experiências observadas? Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, v. 91, nº 228, OLIVEIRA, M. M. Como fazer pesquisa qualitativa. Petrópolis: Vozes, SNYDERS, Georges. Escola, classe e luta de classes. São Paulo: Centauro, 2005.

Maratona SEDF Gran Online. Prof. Carlinhos Costa

Maratona SEDF Gran Online. Prof. Carlinhos Costa Maratona SEDF Gran Online Prof. Carlinhos Costa (CETAM 2014 FCC) Questão 01. A contribuição social do salário-educação previsto pela CF/88, diz respeito (A) a uma fonte adicional de financiamento à educação

Leia mais

Limites e possibilidades de uma política pública de avaliação da educação profissional e tecnológica na perspectiva emancipatória

Limites e possibilidades de uma política pública de avaliação da educação profissional e tecnológica na perspectiva emancipatória Limites e possibilidades de uma política pública de avaliação da educação profissional e tecnológica na perspectiva emancipatória Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Brasília/DF, jun. 2015

Leia mais

Art O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;

Art O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; CAPÍTULO III DA EDUCAÇÃO, DA CULTURA E DO DESPORTO Seção I DA EDUCAÇÃO Art. 205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade,

Leia mais

AULA 03 ROTEIRO CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 5º; 37-41; ; LEI DE 13/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E C A PARTE 03

AULA 03 ROTEIRO CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 5º; 37-41; ; LEI DE 13/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E C A PARTE 03 AULA 03 ROTEIRO CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 5º; 37-41; 205 214; 227 229 LEI 8.069 DE 13/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E C A PARTE 03 CONSTITUIÇÃO FEDERAL (Art. 205 a 214) CAPÍTULO III DA EDUCAÇÃO,

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS NOME DO CANDIDATO: INSTRUÇÕES AOS CANDIDATOS

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS NOME DO CANDIDATO: INSTRUÇÕES AOS CANDIDATOS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA UFSC Campus Universitário Trindade Caixa Postal 476 Cep 88040-900 Florianópolis SC Brasil Fones: (048) 3721-6525, 331-6649 Fax (048) 3721-6649 MESTRADO PROFISSIONAL

Leia mais

EDUCAÇÃO DE JOVENS, ADULTOS E IDOSOS

EDUCAÇÃO DE JOVENS, ADULTOS E IDOSOS SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO PROGRAMA BRASIL ALFABETIZADO EDUCAÇÃO DE JOVENS, ADULTOS E IDOSOS Sergipe/Região Nordeste Izabel Cristina Santos da Silva izabelcris2212@gmail.com (79) 8801-2090 9977-0650

Leia mais

ENADE 2010 ENADE. Relatório da IES EXAME NACIONAL DE DESEMPENHO DE ESTUDANTES

ENADE 2010 ENADE. Relatório da IES EXAME NACIONAL DE DESEMPENHO DE ESTUDANTES ENADE EXAME NACIONAL DE DESEMPENHO DE ESTUDANTES ENADE 2010 Relatório da IES INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE NATAL G Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas

Leia mais

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9.394/96

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9.394/96 Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9.394/96 Tramitação 1988 Promulgação da Constituição Federal 1988 a 1991 Início de discussão do projeto Jorge Hage na Câmara 1992 Darcy Ribeiro, apoiado por

Leia mais

A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO DISTRITO FEDERAL: CAMINHOS QUE DESAFIAM

A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO DISTRITO FEDERAL: CAMINHOS QUE DESAFIAM A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO DISTRITO FEDERAL: CAMINHOS QUE DESAFIAM Gerência de Educação de Jovens e Adultos Gerente: Edilson Rodrigues RECEPÇÃO DO CURTA VIDA MARIA Comentários e problematização:

Leia mais

O Plano Nacional de Educação. Maria Alice Setubal, educadora e presidente dos conselhos do Cenpec e da Fundação Tide Setubal

O Plano Nacional de Educação. Maria Alice Setubal, educadora e presidente dos conselhos do Cenpec e da Fundação Tide Setubal O Plano Nacional de Educação Maria Alice Setubal, educadora e presidente dos conselhos do Cenpec e da Fundação Tide Setubal Plano Nacional de Educação Diretrizes Superação das desigualdades educacionais

Leia mais

PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO E COMBATE AO TRABALHO INFANTIL. Araucária 2016

PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO E COMBATE AO TRABALHO INFANTIL. Araucária 2016 PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO E COMBATE AO TRABALHO INFANTIL. Araucária 2016 Soeli do Rocio Nunes Lechinhoski Pedagoga do Departamento de Ensino Fundamental da Secretaria Municipal de Educação (2013-2016) Secretaria

Leia mais

TÍTULO: 11 ANOS DA LEI 10639/2003 E O ENSINO DAS ESCOLAS PÚBLICAS DE SÃO PAULO

TÍTULO: 11 ANOS DA LEI 10639/2003 E O ENSINO DAS ESCOLAS PÚBLICAS DE SÃO PAULO TÍTULO: 11 ANOS DA LEI 10639/2003 E O ENSINO DAS ESCOLAS PÚBLICAS DE SÃO PAULO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: DIREITO INSTITUIÇÃO: FACULDADE ZUMBI DOS PALMARES AUTOR(ES):

Leia mais

Relatório da IES ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES FLORIANÓPOLIS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

Relatório da IES ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES FLORIANÓPOLIS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Relatório da IES ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES FLORIANÓPOLIS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais G O V E R N O F E D E

Leia mais

Art A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno

Art A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno CONSTITUIÇÃO FEDERAL DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Seção que pactua a educação como direito de todos. CAPÍTULO III DA EDUCAÇÃO, DA CULTURA E DO DESPORTO Seção I DA EDUCAÇÃO MS. Carreiro 1 Art. 205.

Leia mais

FUNDAMENTOS DA GESTÃO ESCOLAR: AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS DO PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR

FUNDAMENTOS DA GESTÃO ESCOLAR: AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS DO PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR FUNDAMENTOS DA GESTÃO ESCOLAR: AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS DO PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR Kely-Anee de Oliveira Nascimento Universidade Federal do Piauí kelyoliveira_@hotmail.com INTRODUÇÃO A escola é a

Leia mais

ENADE Relatório da IES INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE MOSSORÓ

ENADE Relatório da IES INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE MOSSORÓ ENADE 2011 Relatório da IES G Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE MOSSORÓ O V E R N O F E D E R A L PAÍS RICO

Leia mais

FACULDADE EDUCACIONAL ARAUCÁRIA CURSO DE PEDAGOGIA. PORTARIA NORMATIVA 3, de 18 de fevereiro de 2010.

FACULDADE EDUCACIONAL ARAUCÁRIA CURSO DE PEDAGOGIA. PORTARIA NORMATIVA 3, de 18 de fevereiro de 2010. FACULDADE EDUCACIONAL ARAUCÁRIA CURSO DE PEDAGOGIA PORTARIA NORMATIVA 3, de 18 de fevereiro de 2010. Institui as orientações e as atividades aprovadas para a realização da carga horária de Estágio Supervisionado

Leia mais

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira INFORMATIVO TÉCNICO Nº 2/2015 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2014-2024: LINHA DE BASE E PROJEÇÕES DE METAS INTRODUÇÃO A Lei do Plano Nacional de Educação (Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014) estabelece

Leia mais

Fonte [1] A LDB, nos artigos 22 a 38, detalha no Capítulo II a Educação Básica (EB), a qual, consoante o art. 22, objetiva, in verbis, (...) desenvolv

Fonte [1] A LDB, nos artigos 22 a 38, detalha no Capítulo II a Educação Básica (EB), a qual, consoante o art. 22, objetiva, in verbis, (...) desenvolv ESTRUTURA, POLÍTICA E GESTÃO EDUCACIONAL AULA 02: LEGISLAÇÃO, SISTEMA, NÍVEIS E MODALIDADES DE ENSINO, FORMAÇÃO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO. TÓPICO 03: OS NÍVEIS DE ENSINO O Título V, da LDB, com os artigos

Leia mais

LEI DE RESPONSABILIDADE EDUCACIONAL

LEI DE RESPONSABILIDADE EDUCACIONAL Câmara dos Deputados Audiência Pública LEI DE RESPONSABILIDADE EDUCACIONAL Prof. João Ferreira de Oliveira - UFG joao.jferreira@gmail.com Representando: ANPEd e ANFOPE - Associação Científica Fundada em

Leia mais

Política Nacional de Educação Infantil

Política Nacional de Educação Infantil Política Nacional de Educação Infantil Maria do Pilar Lacerda Almeida e Silva Secretária de Educação Básica Ministério da Educação Foto: João Bittar Conferência Global sobre Desenvolvimento na Primeira

Leia mais

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento Currículo Configura-se como o conjunto

Leia mais

Marta Lima Gerente de Políticas Educacionais de Educação em Direitos Humanos, Diversidade e Cidadania.

Marta Lima Gerente de Políticas Educacionais de Educação em Direitos Humanos, Diversidade e Cidadania. Marta Lima Gerente de Políticas Educacionais de Educação em Direitos Humanos, Diversidade e Cidadania. FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS DEMOCRACIA REGIME PAUTADO NA SOBERANIA POPULAR E NO RESPEITO

Leia mais

MEC. Censo Escolar 2015 Notas Estatísticas. Brasília-DF março de 2016

MEC. Censo Escolar 2015 Notas Estatísticas. Brasília-DF março de 2016 MEC Censo Escolar 215 Notas Estatísticas Brasília-DF março de 216 MEC Agenda O desafio da universalização Educação infantil Creche e Pré-escola Ensino fundamental Anos iniciais e anos finais Ensino médio

Leia mais

Palavras-chave: Salas de Recursos Multifuncionais. Alunos com Necessidades Educacionais especiais. Avaliação.

Palavras-chave: Salas de Recursos Multifuncionais. Alunos com Necessidades Educacionais especiais. Avaliação. 01191 AVALIAÇÃO PARA O PLANEJAMENTO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO: INSTRUMENTO NECESSÁRIO À INCLUSÃO DOS ALUNOS COM NEEs NA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE IMPERATRIZ RESUMO MSc Rita Maria Gonçalves de Oliveira

Leia mais

A CONFLUÊNCIA ENTRE A FORMAÇÃO DO PROFESSOR E O CURRÍCULO: A INCLUSÃO EDUCACIONAL DO ALUNO SURDO.

A CONFLUÊNCIA ENTRE A FORMAÇÃO DO PROFESSOR E O CURRÍCULO: A INCLUSÃO EDUCACIONAL DO ALUNO SURDO. A CONFLUÊNCIA ENTRE A FORMAÇÃO DO PROFESSOR E O CURRÍCULO: A INCLUSÃO EDUCACIONAL DO ALUNO SURDO. Lucineide Machado Pinheiro Universidade Federal de São Paulo / Campus Guarulhos Eixo Temático: Formação

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE: CONTRIBUIÇÕES NA FORMAÇÃO DO (A) PEDAGOGO (A) DO CURSO DE PEDAGOGIA DA UFPB

REFLEXÕES SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE: CONTRIBUIÇÕES NA FORMAÇÃO DO (A) PEDAGOGO (A) DO CURSO DE PEDAGOGIA DA UFPB REFLEXÕES SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE: CONTRIBUIÇÕES NA FORMAÇÃO DO (A) PEDAGOGO (A) DO CURSO DE PEDAGOGIA DA UFPB Lívia Maria Montenegro da Silva (Bolsista/PROLICEN) Maria Aparecida

Leia mais

DESAFIOS DA EDUCAÇÃO NO BRASIL

DESAFIOS DA EDUCAÇÃO NO BRASIL DESAFIOS DA EDUCAÇÃO NO BRASIL EDUCAÇÃO, UM TESOURO A DESCOBRIR Jacques Delors e outros para a UNESCO 4 PILARES DA EDUCAÇÃO Aprender a conhecer Aprender a fazer Aprender a viver com os outros Aprender

Leia mais

Política Nacional da Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Três Corações Minas Gerais Julho de 2011

Política Nacional da Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Três Corações Minas Gerais Julho de 2011 Política Nacional da Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva Três Corações Minas Gerais Julho de 2011 Do ponto de vista político... O movimento mundial pela inclusão é uma ação política,

Leia mais

Audiência Pública na Comissão Mista da Medida Provisória n. 746/2016 Senado da República, Brasília em 9/11/2016

Audiência Pública na Comissão Mista da Medida Provisória n. 746/2016 Senado da República, Brasília em 9/11/2016 Audiência Pública na Comissão Mista da Medida Provisória n. 746/2016 Senado da República, Brasília em 9/11/2016 Reforma do Ensino Médio e a Formação e Valorização dos Profissionais da Educação. Como representante

Leia mais

ENSINO MÉDIO COM VISTAS A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR

ENSINO MÉDIO COM VISTAS A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR V Fórum das Licenciaturas ENSINO MÉDIO COM VISTAS A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR Os Desafios da Formação Humana Integral Reconhecimento da escola como espaço de cidadania o Ensino Médio é um direito

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM E O LIVRO ESCOLAR

BASE NACIONAL COMUM E O LIVRO ESCOLAR MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA Diretoria de Currículos e Educação Integral BASE NACIONAL COMUM E O LIVRO ESCOLAR Clarice Salete Traversini claricetraversini@mec.gov.br 23 Bienal Internacional

Leia mais

A procura social da educação

A procura social da educação Alice Mendonça / Universidade da Madeira A procura social da educação Aumento da população escolarizada : massificação escolar. Aumento da esperança de vida escolar; Valorização dos diplomas; Necessidade

Leia mais

Democratização da Gestão e Qualidade Social da Educação

Democratização da Gestão e Qualidade Social da Educação CONFERÊNCIA NACIONAL DE EDUCAÇÃO BÁSICA Democratização da Gestão e Qualidade Social da Educação Dr. Luiz F. Dourado -UFG Brasília, 16.04.08 Democratização gestão e qualidade social da educação = Coneb

Leia mais

EIXO 2: Políticas de educação básica e de formação e gestão escolar

EIXO 2: Políticas de educação básica e de formação e gestão escolar EIXO 2: Políticas de educação básica e de formação e gestão escolar A IDENTIDADE DO ENSINO MÉDIO, UM DESAFIO PARA AS POLÍTICAS EDUCACIONAIS Silvana Mesquita Pontifícia Universidade Católica RJ silvana.mesquita@ig.com.br

Leia mais

XV Congresso Brasileiro de Sociologia 26 a 29 de Julho de 2011 Curitiba (PR)

XV Congresso Brasileiro de Sociologia 26 a 29 de Julho de 2011 Curitiba (PR) XV Congresso Brasileiro de Sociologia 26 a 29 de Julho de 2011 Curitiba (PR) Grupo de Trabalho: GT09 - Ensino de Sociologia Título do Trabalho: A Sociologia como técnica social na educação profissional,

Leia mais

Diagnóstico da Educação Básica no Ceará Secretaria de Estado da Educação

Diagnóstico da Educação Básica no Ceará Secretaria de Estado da Educação Diagnóstico da Educação Básica no Ceará Secretaria de Estado da Educação Armando Simões Secretário Adjunto Fortaleza, 09 de Junho de 2015 Plano Nacional de Educação O Plano Nacional de Educação, aprovado

Leia mais

EDUCAÇÃO, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CULTURA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SAÚDE, MEIO AMBIENTE DOCUMENTO REFERÊNCIA

EDUCAÇÃO, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CULTURA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SAÚDE, MEIO AMBIENTE DOCUMENTO REFERÊNCIA EIXO III EDUCAÇÃO, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CULTURA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SAÚDE, MEIO AMBIENTE DOCUMENTO REFERÊNCIA SUGESTÃO Desde os anos 1980, observam-se transformações significativas

Leia mais

XLV Reunião Plenária. 25 a 28 de novembro de 2015, Belém/PA. Um país pensando a educação para a próxima década

XLV Reunião Plenária. 25 a 28 de novembro de 2015, Belém/PA. Um país pensando a educação para a próxima década XLV Reunião Plenária 25 a 28 de novembro de 2015, Belém/PA Um país pensando a educação para a próxima década Prof. Heleno Araújo Filho Diretor do SINTEPE Diretor da CNTE Coordenador do FNE O PNE é um documento

Leia mais

A FORMAÇÃO DO EDUCADOR QUÍMICO

A FORMAÇÃO DO EDUCADOR QUÍMICO Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro IFRJ A FORMAÇÃO DO EDUCADOR QUÍMICO Prof. Rita de Cássia A. Costa rita.costa@ifrj.edu.br O educador químico e o currículo na educação

Leia mais

PRIMEIRA INFÂNCIA E DIREITO À EDUCAÇÃO

PRIMEIRA INFÂNCIA E DIREITO À EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRIMEIRA INFÂNCIA E DIREITO À EDUCAÇÃO Audiência Pública Câmara dos Deputados Brasília 2014 Extensão: 8,5 milhões km 2 População: 191,5 milhões População

Leia mais

ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA SURDOS: DEFINIÇÃO DE ETAPAS PARA A PRODUÇÃO DE TEXTO ARGUMENTATIVO

ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA SURDOS: DEFINIÇÃO DE ETAPAS PARA A PRODUÇÃO DE TEXTO ARGUMENTATIVO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA SURDOS: DEFINIÇÃO DE ETAPAS PARA A PRODUÇÃO DE TEXTO ARGUMENTATIVO Vivian Cristina Jacomite de Souza 1 Luis Mateus da Silva Souza 2 Universidade do Sagrado Coração - USC

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º, DE 2002(Do Sr. Pedro Valadares)

PROJETO DE LEI N.º, DE 2002(Do Sr. Pedro Valadares) Página 1 de 5 PROJETO DE LEI N.º, DE 2002(Do Sr. Pedro Valadares) Acrescenta incisos ao art. 20 da Lei n.º 8.036, de 11 de maio de 1990, que "dispõe sobre o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS",

Leia mais

APROPRIAÇÃO DE CONCEITOS CIENTÍFICOS EM JOVENS E ADULTOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL A PARTIR DE INTERVENÇÕES SISTEMATIZADAS DO GÊNERO TEXTUAL ANEDOTA

APROPRIAÇÃO DE CONCEITOS CIENTÍFICOS EM JOVENS E ADULTOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL A PARTIR DE INTERVENÇÕES SISTEMATIZADAS DO GÊNERO TEXTUAL ANEDOTA APROPRIAÇÃO DE CONCEITOS CIENTÍFICOS EM JOVENS E ADULTOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL A PARTIR DE INTERVENÇÕES SISTEMATIZADAS DO GÊNERO TEXTUAL ANEDOTA Viviane Gislaine Caetano Auada Elsa Midori Shimazaki

Leia mais

MOTIVOS DA EVASÃO ESCOLAR DOS ALUNOS DA EJA EM UMA ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL II DE ALTANEIRA-CE

MOTIVOS DA EVASÃO ESCOLAR DOS ALUNOS DA EJA EM UMA ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL II DE ALTANEIRA-CE MOTIVOS DA EVASÃO ESCOLAR DOS ALUNOS DA EJA EM UMA ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL II DE ALTANEIRA-CE Wellton Cardoso Pereira¹; Francisco Adeilton da Silva²; Samya de Oliveira Lima³; Rômulo Tonyathy da Silva

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 006/2009

NOTA TÉCNICA Nº 006/2009 NOTA TÉCNICA Nº 006/2009 Brasília, 01 de abril de 2009. ÁREA: Educação TÍTULO: Implantação das Leis nº 10.639/03 e nº 11.645/08 REFERÊNCIA(S): Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003; Lei nº 11.645/08,

Leia mais

A utilização do IDEB na gestão e na avaliação de programas e projetos no 3º setor. Patrícia Diaz Carolina Glycerio

A utilização do IDEB na gestão e na avaliação de programas e projetos no 3º setor. Patrícia Diaz Carolina Glycerio A utilização do IDEB na gestão e na avaliação de programas e projetos no 3º setor Patrícia Diaz Carolina Glycerio Quem somos A Comunidade Educativa CEDAC possibilita que profissionais da educação pratiquem

Leia mais

CURRÍCULO ESCOLAR VMSIMULADOS

CURRÍCULO ESCOLAR VMSIMULADOS CURRÍCULO ESCOLAR 01. Segundo a LDB (Lei no 9394/96), os currículos do ensino fundamental e médio devem ter uma base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e estabelecimento escolar,

Leia mais

Aula 1 O processo educativo: a Escola, a Educação e a Didática. Profª. M.e Cláudia Benedetti

Aula 1 O processo educativo: a Escola, a Educação e a Didática. Profª. M.e Cláudia Benedetti Aula 1 O processo educativo: a Escola, a Educação e a Didática Profª. M.e Cláudia Benedetti Profa. M.e Cláudia Benedetti Graduada em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita

Leia mais

O ACESSO E PERMANÊNCIA DOS ESTUDANTES NO ENSINO SUPERIOR E A PRÁXIS DO GESTOR

O ACESSO E PERMANÊNCIA DOS ESTUDANTES NO ENSINO SUPERIOR E A PRÁXIS DO GESTOR O ACESSO E PERMANÊNCIA DOS ESTUDANTES NO ENSINO SUPERIOR E A PRÁXIS DO GESTOR Gisele do Rocio Cordeiro Luis Fernando Lopes RESUMO A pesquisa tem o intuito de contribuir com a discussão sobre o papel do

Leia mais

Documento Base (Formulação Preliminar) Comissão SEB/MEC - Fev/2016

Documento Base (Formulação Preliminar) Comissão SEB/MEC - Fev/2016 Documento Base (Formulação Preliminar) Comissão SEB/MEC - Fev/2016 Orientações para cursos de Formação de Professores, nas áreas de Didática, Metodologias e Práticas de Ensino Estrutura do documento I.

Leia mais

REGULAMENTO DE EXTENSÃO DA FACULDADE ASCES CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E OBJETIVOS

REGULAMENTO DE EXTENSÃO DA FACULDADE ASCES CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E OBJETIVOS REGULAMENTO DE EXTENSÃO DA FACULDADE ASCES CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E OBJETIVOS Art 1º. A Extensão Acadêmica se constitui em uma prática permanente de interação universidade-sociedade, articulada ao ensino

Leia mais

Política educacional no Brasil: educação técnica e abandono escolar

Política educacional no Brasil: educação técnica e abandono escolar Política educacional no Brasil: educação técnica e abandono escolar Ana Zuleima Lüscher Aluna: Anna Carolina Martins Introdução Este artigo aborda alguns aspectos da realização de uma pesquisa sobre a

Leia mais

Educar para a Cidadania Contributo da Geografia Escolar

Educar para a Cidadania Contributo da Geografia Escolar Iª JORNADAS IGOT DOS PROFESSORES DE GEOGRAFIA Educar para a Cidadania Contributo da Geografia Escolar Maria Helena Esteves 7 de Setembro de 2013 Apresentação O que é a Educação para a Cidadania Educação

Leia mais

A CONTEXTUALIZAÇÃO COMO AGENTE FACILITADOR NO PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA

A CONTEXTUALIZAÇÃO COMO AGENTE FACILITADOR NO PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA 27 a 30 de Agosto de 2014 A CONTEXTUALIZAÇÃO COMO AGENTE FACILITADOR NO PROCESSO ENSINO E APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA BARROSO, Poliana Polinabarroso@saocamilo-es.br BICALHO, Alessandro Erick alessandrobicalho@saocamilo-es.br

Leia mais

Resumo Aula-tema 03: Constituição Federal de 1988 e a educação

Resumo Aula-tema 03: Constituição Federal de 1988 e a educação Resumo Aula-tema 03: Constituição Federal de 1988 e a educação A Constituição Federal de 1988 (doravante CF/1988) é a política instituinte por excelência que rege a configuração do Estado brasileiro. Conforme

Leia mais

Educador A PROFISSÃO DE TODOS OS FUTUROS. Uma instituição do grupo

Educador A PROFISSÃO DE TODOS OS FUTUROS. Uma instituição do grupo Educador A PROFISSÃO DE TODOS OS FUTUROS F U T U R O T E N D Ê N C I A S I N O V A Ç Ã O Uma instituição do grupo CURSO 2 OBJETIVOS Discutir e fomentar conhecimentos sobre a compreensão das potencialidades,

Leia mais

2) O SUS foi desenvolvido em razão do artigo 198 da Constituição Federal, com base nos seguintes princípios, exceto:

2) O SUS foi desenvolvido em razão do artigo 198 da Constituição Federal, com base nos seguintes princípios, exceto: QUESTÕES DO SUS ) São objetivos do SUS: a) identificação de fatores que condicionem à saúde; b) política financeira de incentivo à saúde; c) ação de ordem social que vise arrecadação de recursos; d) identificação

Leia mais

A RESPONSABILIDADE DA ASSESSORIA PEDAGÓGICA FRENTE A LEGISLAÇÃO DO CEE/MT. Aguinaldo Garrido Presidente do CEE/MT março/2013

A RESPONSABILIDADE DA ASSESSORIA PEDAGÓGICA FRENTE A LEGISLAÇÃO DO CEE/MT. Aguinaldo Garrido Presidente do CEE/MT março/2013 A RESPONSABILIDADE DA ASSESSORIA PEDAGÓGICA FRENTE A LEGISLAÇÃO DO CEE/MT Aguinaldo Garrido Presidente do CEE/MT março/2013 CONSTEXTUALIZAÇÃO O Governo de Mato Grosso diante da necessidade de viabilizar

Leia mais

DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS

DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS 01. As Diretrizes Curriculares Nacionais para EJA (CNE,2000) preconizam princípios norteadores da ação pedagógica da escola: (A) éticos, políticos e estéticos; (B)

Leia mais

CENSO ESCOLAR - EDUCACENSO

CENSO ESCOLAR - EDUCACENSO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA DIRETORIA DE ESTATÍSTICAS EDUCACIONAIS COORDENAÇÃO GERAL DO CENSO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO BÁSICA CENSO ESCOLAR

Leia mais

IV Encontro Nacional do Censo da Educação Superior. Importância da Coleta e do Tratamento do Quesito Cor ou Raça. Brasília, 10/10/2014

IV Encontro Nacional do Censo da Educação Superior. Importância da Coleta e do Tratamento do Quesito Cor ou Raça. Brasília, 10/10/2014 IV Encontro Nacional do Censo da Educação Superior Importância da Coleta e do Tratamento do Quesito Cor ou Raça Brasília, 10/10/2014 Síntese das atribuições da SEPPIR (DECRETO Nº 7.261, DE 12 DE AGOSTO

Leia mais

CARTA DE GOIÂNIA - GO

CARTA DE GOIÂNIA - GO CARTA DE GOIÂNIA - GO Nos dias 8 e 9 de junho de 2011, em Goiânia, foi realizado o III Encontro Regional dos Fóruns Estaduais de Educação Infantil da Região Centro-Oeste, com a temática Educação Infantil:

Leia mais

O direito à Educação das pessoas com deficiência intelectual SAMIRA ANDRAOS MARQUEZIN FONSECA

O direito à Educação das pessoas com deficiência intelectual SAMIRA ANDRAOS MARQUEZIN FONSECA O direito à Educação das pessoas com deficiência intelectual SAMIRA ANDRAOS MARQUEZIN FONSECA HTTP://WWW.REVIDE.COM.BR/BLOG/SAMIRA-FONSECA/ BREVE HISTÓRICO CONSTITUCIONAL 1976 Constituição Brasileira expressamente

Leia mais

Indicadores de Qualidade da Educação Superior. Brasília-DF Agosto 2015

Indicadores de Qualidade da Educação Superior. Brasília-DF Agosto 2015 Indicadores de Qualidade da Educação Superior Brasília-DF Agosto 2015 Sobre o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES MARCOS LEGAIS da AVALIAÇÃO da EDUCAÇÃO SUPERIOR Constituição Federal

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA DA REPÚBLICA NO ESTADO DE SÃO PAULO

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA DA REPÚBLICA NO ESTADO DE SÃO PAULO RECOMENDAÇÃO MPF/PRSP Nº 32/2008 O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, nos autos do procedimento administrativo n.º 1.34.001.002555/2008-16 que apura a demora excessiva na entrega de diploma pela Instituição Educacional

Leia mais

DOSSIÊ EDUCAÇÃO INTEGRAL / INTEGRAL EDUCATION DOSSIER

DOSSIÊ EDUCAÇÃO INTEGRAL / INTEGRAL EDUCATION DOSSIER DOSSIÊ EDUCAÇÃO INTEGRAL / Integral Education Dossier 19 APRESENTAÇÃO EDUCAÇÃO INTEGRAL EM TEMPO INTEGRAL: desafios e possibilidades no campo das políticas afirmativas de direitos * INTRODUCTION Full-time

Leia mais

RESOLUÇÃO n 048 TÍTULO I DA NATUREZA, DEFINIÇÃO E PRINCÍPIOS

RESOLUÇÃO n 048 TÍTULO I DA NATUREZA, DEFINIÇÃO E PRINCÍPIOS RESOLUÇÃO n 048 0 CONSUPER/2012 Regulamenta o Programa de Assistência Estudantil do Instituto Federal Catarinense. Processo nº 23348.000931/2012-24. O Presidente do do Instituto Federal de Educação, Ciência

Leia mais

DESAFIOS NA GESTÃO DA SAÚDE

DESAFIOS NA GESTÃO DA SAÚDE Economia e Gestão da Saúde DESAFIOS NA GESTÃO DA SAÚDE Rafaela Landim Dutra Administradora UFJF Residente de Gestão Hospitalar HU/UFJF E-mail: residecoadm.hu@ufjf.edu.br Telefone: (32) 4009-5172 Ementa

Leia mais

ATENA CURSOS GREICY AEE E O DEFICIENTE AUDITIVO. Passo Fundo

ATENA CURSOS GREICY AEE E O DEFICIENTE AUDITIVO. Passo Fundo ATENA CURSOS GREICY AEE E O DEFICIENTE AUDITIVO Passo Fundo 2015 1 1. TEMA Deficiência auditiva e o Atendimento Educacional Especializado. 2. PROBLEMA A escola deve ser ante de mais nada uma representação

Leia mais

EXPECTATIVAS CONSOLIDADAS DE JOVENS ALUNOS DO PROJETO DE INCLUSÃO DIGITAL RECIFE.COM.JOVEM

EXPECTATIVAS CONSOLIDADAS DE JOVENS ALUNOS DO PROJETO DE INCLUSÃO DIGITAL RECIFE.COM.JOVEM EXPECTATIVAS CONSOLIDADAS DE JOVENS ALUNOS DO PROJETO DE INCLUSÃO DIGITAL RECIFE.COM.JOVEM Autora Naidja Laureano de Souza Orientador Profº Gilberto Farias Universidade Federal Rural de Pernambuco Secretaria

Leia mais

A EJA após 10 anos do PNE, PEE e PME: avanços e desafios. Maria Margarida Machado FE/UFG Fórum Goiano de EJA

A EJA após 10 anos do PNE, PEE e PME: avanços e desafios. Maria Margarida Machado FE/UFG Fórum Goiano de EJA A EJA após 10 anos do PNE, PEE e PME: avanços e desafios Maria Margarida Machado FE/UFG Fórum Goiano de EJA Desafio de constituir-se MODALIDADE Construção histórica do PNE 2001-2010 Debate intenso da sociedade

Leia mais

POLITICAS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO ESPECIAL

POLITICAS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO ESPECIAL 1 POLITICAS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO ESPECIAL Elisabeth Rossetto 1 A formação de professores para a educação especial enfrenta em nosso país sérios desafios decorrentes tanto do contexto

Leia mais

CONSIDERANDO os princípios referendados na Declaração Universal dos Direitos Humanos;

CONSIDERANDO os princípios referendados na Declaração Universal dos Direitos Humanos; RESOLUÇÃO Nº 066-CONSELHO SUPERIOR, de 14 de fevereiro de 2012. REGULAMENTA A POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RORAIMA IFRR. O PRESIDENTE DO

Leia mais

Dia 21/07/2016 Quinta-Feira Horário: 15:50. Formação de auxiliares de arquivo e biblioteca como política pública brasileira de educação profissional

Dia 21/07/2016 Quinta-Feira Horário: 15:50. Formação de auxiliares de arquivo e biblioteca como política pública brasileira de educação profissional 3º INTEGRAR Congresso Internacional de Arquivos, Bibliotecas, Centros de Documentação e Museus Tema: PRESERVAR PARA AS FUTURAS GERAÇÕES São Paulo, 19 a 21 de julho de 2016. Dia 21/07/2016 Quinta-Feira

Leia mais

MEI Agenda de Aprimoramento de Recursos Humanos para Inovação

MEI Agenda de Aprimoramento de Recursos Humanos para Inovação MEI Agenda de Aprimoramento de Recursos Humanos para Inovação Proposta de Trabalho Brasília, 30 de novembro de 2012 São Paulo, Agosto 2011 Apresentação do projeto HORÁCIO PIVA 1 Recursos humanos qualificados

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE VIAMÃO SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 04, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2015.

PREFEITURA MUNICIPAL DE VIAMÃO SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 04, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2015. PREFEITURA MUNICIPAL DE VIAMÃO SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 04, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2015. Estabelece Diretrizes para a oferta da Modalidade de Educação de Jovens

Leia mais

Política de Relacionamento do Sistema Unimed Paraná com os cooperados do estado

Política de Relacionamento do Sistema Unimed Paraná com os cooperados do estado Política de Relacionamento do Sistema Unimed Paraná com os cooperados do estado Conceito Uma política consiste em um conjunto de objetivos que dão forma a um determinado programa de ação e condicionam

Leia mais

PADRÕES de DESEMPENHO DOCENTE

PADRÕES de DESEMPENHO DOCENTE ESCOLA SECUNDÁRIA DO RESTELO 402679 PADRÕES de DESEMPENHO DOCENTE 2010-2011 Desp.n.º 16034-2010, ME (20 Out.) VERTENTE PROFISSIONAL, SOCIAL E ÉTICA Compromisso com a construção e o uso do conhecimento

Leia mais

CONSERVATÓRIO DE MÚSICA CALOUSTE GULBENKIAN DE BRAGA

CONSERVATÓRIO DE MÚSICA CALOUSTE GULBENKIAN DE BRAGA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA CALOUSTE GULBENKIAN DE BRAGA PLANO DE MELHORIA 2014 / 2016 ÍNDICE Introdução 3 Resultados da Avaliação Externa 4 Ações a contemplar no Plano de Melhoria 5 Conclusão 7 2 Introdução

Leia mais

REFLEXÃO DA EDUCAÇÃO PERMANENTE NA SAÚDE. BERNARDES, Ana Paula Fugazza¹ GASDA, Vera Lúcia Podewils 1 PEZENTI, Daiana¹ PINHEIRO, Shirla Regina²

REFLEXÃO DA EDUCAÇÃO PERMANENTE NA SAÚDE. BERNARDES, Ana Paula Fugazza¹ GASDA, Vera Lúcia Podewils 1 PEZENTI, Daiana¹ PINHEIRO, Shirla Regina² REFLEXÃO DA EDUCAÇÃO PERMANENTE NA SAÚDE BERNARDES, Ana Paula Fugazza¹ GASDA, Vera Lúcia Podewils 1 PEZENTI, Daiana¹ PINHEIRO, Shirla Regina² Introdução: Em fevereiro de 2004, o Ministério da Saúde institui

Leia mais

EMENTA OBJETIVOS DE ENSINO

EMENTA OBJETIVOS DE ENSINO Sociologia I PLANO DE DISCIPLINA COMPONENTE CURRICULAR: Sociologia I CURSO: Técnico em Segurança do Trabalho (Integrado) SÉRIE: 1ª CARGA HORÁRIA: 67 h (80 aulas) DOCENTE: EMENTA A introdução ao pensamento

Leia mais

O Sistema de Avaliação da Educação Superior no Brasil

O Sistema de Avaliação da Educação Superior no Brasil O Sistema de Avaliação da Educação Superior no Brasil Jacqueline Moreno Theodoro Silva Outubro/2016 Avaliação Educacional Avaliar é o ato de atribuir valor ou mérito a alguma coisa. Avaliação educacional:

Leia mais

POLÍTICA DA FUNDAÇÃO 10 DE AGOSTO

POLÍTICA DA FUNDAÇÃO 10 DE AGOSTO POLÍTICA DA FUNDAÇÃO 10 DE AGOSTO A Fundação 10 de Agosto, entidade social e educativa, sem fins lucrativos, com sede na Riviera de São Lourenço- Bertioga, SP tem como visão para sua existência proporcionar

Leia mais

Inovação substantiva na Administração Pública

Inovação substantiva na Administração Pública Inovação substantiva na Administração Pública XI Encontro Nacional de Escolas de Governo 10 e 11 de dezembro de 2015 Rosana Aparecida Martinez Kanufre Superintendência Instituto Municipal de Administração

Leia mais

CONHECIMENTOS GERAIS. 01) Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE o enunciado abaixo.

CONHECIMENTOS GERAIS. 01) Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE o enunciado abaixo. CONHECIMENTOS GERAIS 01) Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE o enunciado abaixo. Segundo a Lei, a Educação Básica, no Brasil, é formada: A( ) pelas escolas, professores, servidores e administradores.

Leia mais

O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DE DUAS ESCOLAS PÚBLICAS DO INTERIOR DO MATO GROSSO DO SUL: ANÁLISE DOS ASPECTOS INCLUSIVOS

O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DE DUAS ESCOLAS PÚBLICAS DO INTERIOR DO MATO GROSSO DO SUL: ANÁLISE DOS ASPECTOS INCLUSIVOS O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DE DUAS ESCOLAS PÚBLICAS DO INTERIOR DO MATO GROSSO DO SUL: ANÁLISE DOS ASPECTOS INCLUSIVOS Clarice Karen de Jesus Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Palavras chave:

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO. TURMA: 1º ano EMENTA

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO. TURMA: 1º ano EMENTA Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EIXO TECNOLÓGICO: Informação e Comunicação CURSO: FORMA/GRAU:( x)integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado ( ) licenciatura ( ) tecnólogo MODALIDADE: (x) Presencial

Leia mais

PROJETO. Identidade e a prática pedagógica do professor de Ensino Religioso

PROJETO. Identidade e a prática pedagógica do professor de Ensino Religioso PROJETO Identidade e a prática pedagógica do professor de Ensino Religioso A CIDADANIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA O ENSINO RELIGIOSO LÉO MARCELO PLANTES MACHADO Orientador: DR. SÉRGIO ROGÉRIO AZEVEDO

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA E O PROCESSO DE INCLUSÃO DOS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NOS ANOS INICIAIS

A PRÁTICA PEDAGÓGICA E O PROCESSO DE INCLUSÃO DOS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NOS ANOS INICIAIS A PRÁTICA PEDAGÓGICA E O PROCESSO DE INCLUSÃO DOS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NOS ANOS INICIAIS Natalia Barbosa Verissimo Profª Dra. Célia Regina Vitaliano Danielle Nunes Martins do

Leia mais

Reunião Ordinária UNDIME/SP

Reunião Ordinária UNDIME/SP Reunião Ordinária UNDIME/SP 20 de maio de 2016 São Paulo / SP Judicialização da Infância Cenário Novo Ciclo do Par Meta 1 PNE Creches Verticais Creche em Período Parcial e Integral Desafios Universalização

Leia mais

Membro do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Educação e Diversidade NEPED/IFRN

Membro do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Educação e Diversidade NEPED/IFRN Dias 20 e 21 Auditório CE FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS PARA LEVANTAMENTO DE INDICADORES DA QUALIDADE SOCIAL NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Márcio Adriano de Azevedo Doutor em Educação pela UFRN e

Leia mais

O Referencial de Educação para os Media: currículo, contexto, capacitação. Manuel Pinto CECS Universidade do Minho

O Referencial de Educação para os Media: currículo, contexto, capacitação. Manuel Pinto CECS Universidade do Minho O Referencial de Educação para os Media: currículo, contexto, capacitação Manuel Pinto CECS Universidade do Minho Trajetórias 1982: Declaração de Grünwald, UNESCO 1988: CRSE - Proposta de Reforma Global

Leia mais

SUMÁRIO. Língua Portuguesa

SUMÁRIO. Língua Portuguesa Língua Portuguesa Compreensão e interpretação de textos de gêneros variados... 3 Domínio da ortografia oficial... 21 Reconhecimento de tipos e gêneros textuais... 9 Domínio da estrutura morfossintática

Leia mais

FACULDADE HORIZONTINA - FAHOR PAE - PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS

FACULDADE HORIZONTINA - FAHOR PAE - PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS FACULDADE HORIZONTINA - FAHOR PAE - PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS HORIZONTINA - RS 2011 PAE Programa de Acompanhamento de Egressos I HISTÓRICO Desde 2006, ano em que formou a sua primeira turma,

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA

PROGRAMA DE DISCIPLINA PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Avaliação Educacional Código da Disciplina: EDU 340 Curso: Pedagogia Semestre de oferta da disciplina: 7º Faculdade responsável: Pedagogia Programa em vigência a partir

Leia mais

Futuro Integral. Categoria do projeto: III Projetos finalizados (projetos encerrados) Nome da Instituição/Empresa: SESC Parana Unidade Apucarana

Futuro Integral. Categoria do projeto: III Projetos finalizados (projetos encerrados) Nome da Instituição/Empresa: SESC Parana Unidade Apucarana Futuro Integral Mostra Local de: Apucarana (Municípios do Vale do Ivaí) Categoria do projeto: III Projetos finalizados (projetos encerrados) Nome da Instituição/Empresa: SESC Parana Unidade Apucarana Cidade:

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: ANÁLISE DOS PROJETOS PEDAGÓGICOS DOS CURSOS DE LICENCIATURA DA UEMS

FORMAÇÃO DE PROFESSORES E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: ANÁLISE DOS PROJETOS PEDAGÓGICOS DOS CURSOS DE LICENCIATURA DA UEMS FORMAÇÃO DE PROFESSORES E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: ANÁLISE DOS PROJETOS PEDAGÓGICOS DOS CURSOS DE LICENCIATURA DA UEMS Silvia da Silva Félix 1 ; Celi Correa Neres 2 Área Temática: Educação Especial Resumo O

Leia mais

Seduc debate reestruturação curricular do Ensino Médio

Seduc debate reestruturação curricular do Ensino Médio Seduc debate reestruturação curricular do Ensino Médio Em função da manifestação da direção do CPERS/sindicato sobre a proposta de reestruturação curricular do Ensino Médio a Secretaria de Estada da Educação

Leia mais

I CURSO DE APERFEIÇOAMENTO PARA NUTRICIONISTAS NA ÁREA DE ALIMENTAÇÃO COLETIVA - UAN

I CURSO DE APERFEIÇOAMENTO PARA NUTRICIONISTAS NA ÁREA DE ALIMENTAÇÃO COLETIVA - UAN PROJETO INTEGRADO CRN-3, SINESP E APAN I CURSO DE APERFEIÇOAMENTO PARA NUTRICIONISTAS NA ÁREA DE ALIMENTAÇÃO COLETIVA - UAN R E G U L A M E N T O CAPÍTULO I - CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROJETO E A INSTITUIÇÃO

Leia mais