A PRODUÇÃO HISTORIOGRÁFICA SOBRE O CAMPO DISCIPLINAR DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO, DE 1970 ATÉ A DÉCADA DE 1990

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1 1 A PRODUÇÃO HISTORIOGRÁFICA SOBRE O CAMPO DISCIPLINAR DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO, DE 1970 ATÉ A DÉCADA DE 1990 MEN, Liliana 1 NEVES, Fátima Maria 2 INTRODUÇÃO Este trabalho acadêmico vincula-se a Linha de Pesquisa História e Historiografia da Educação, do Programa de Pós-Graduação em Educação, da Universidade Estadual de Maringá, nomeadamente, no Grupo de Pesquisa em História dos Campos Disciplinares. Insere-se na temática dos Campos Disciplinares, Historiografia e Periódicos Pedagógicos, sob responsabilidade da Profª Drª Fátima Maria Neves. O presente estudo resulta de pesquisas, de natureza historiográfica, realizadas nos Projetos de Iniciação Científica (Processo nº 14132/2004) 3 e (Processo nº 11161/2005) 4, no decorrer do curso de Pedagogia, da Universidade Estadual de Maringá. Genericamente, estas investigações visavam identificar e selecionar nos periódicos pedagógicos a produção de intelectuais que problematizaram a construção e a trajetória do campo disciplinar da História da Educação 5. O objeto de estudo que amparou a construção e desenvolvimento destes Projetos foi à imprensa periódica pedagógica, a qual vem se constituindo como uma fonte primordial de investigação e um excelente observatório das questões que envolvem o cotidiano e as práticas educacionais dos sujeitos inseridos nos diferentes níveis de ensino do sistema educacional. A imprensa pedagógica traduz, com uma riqueza ímpar, as discussões, os 1 Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual de Maringá (UEM); 2 Profª Drª do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Estadual de Maringá (UEM); 3 Identificação, seleção e análise da produção historiográfica sobre campo disciplinar da História da Educação na Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos (RBEP, ) (Processo nº 14132/2004), desenvolvido entre o ano de 2004 a Identificação, Seleção e Análise da produção historiográfica sobre o campo disciplinar da História da Educação na Imprensa Pedagógica, nos anos 90 (Processo nº 11161/2005) realizou-se no período de 2005 a Os recortes temáticos dos Projetos de Iniciação Científica ampararam o primeiro eixo do Projeto Coletivo de Estudos e Pesquisas sobre a HISTÓRIA DOS CAMPOS DISCIPLINARES: investigações em torno da pesquisa e do ensino em História da Educação e Psicologia da Educação, no curso de Pedagogia da UEM (1973/2003) (Processo nº 1848/2004), certificado no CNPq, como GEPECADIS.

2 2 desejos, às decepções e até mesmos as fantasias que têm configurado os projetos de ensino no interior das instituições escolares, nos últimos tempos, conforme ressalta Nóvoa (1997, p. 30), intelectual português. Consideramos importante ressaltar que, os estudos provenientes deste recorte temático ou esta fonte de pesquisa, os periódicos especializados em educação, permitiram-nos problematizar: a) questões teóricas; b) diferentes abordagens e perspectivas; c) estabelecer relações; d) identificar analogismos; e) aprender disparidades no fazer pesquisa de natureza historiográfica; f) identificar diversas categorias de análise; g) reinterpretar conceitos e concepções, entre outros. Todos esses recortes foram por nós identificados porque foram temas de preocupação e de debate dos intelectuais no campo da História da Educação, nas últimas décadas, do século XX. Partindo destes resultados estabeleceu-se a meta para o Projeto de Mestrado. Em linhas gerais, esta pesquisa historiográfica teve como objetivo a identificação e a seleção das produções que problematizam a construção do campo disciplinar em História da Educação publicadas, nas décadas de 70, 80 e 90 do século XX, na imprensa periódica pedagógica e em Anais dos Congressos de História da Educação Brasileira, a fim de dar continuidade à pesquisa historiográfica e melhor circunscrever a temática. Considera oportuno registrar que a Fonte e a empiria que mapeou a construção deste trabalho acadêmico foi a pesquisa, de natureza historiográfica, a revisão bibliográfica que visa à catalogação, a seleção e o fichamento das produções que destacam como recorte investigativo o campo disciplinar da História da Educação, na imprensa periódica pedagógica, a partir de 1970 até a década de Além disso, pretendeu-se com os procedimentos metodológicos elencados e utilizados nesta investigação a identificação de informações referentes à data, o local e a editora responsáveis pela publicação, bem como o formato de publicação do produto-artigo. Do mesmo modo, procurou-se arrolar quais os autores e os teóricos que vem amparando a produção historiográfica no campo da História da Educação, enfatizando, sua formação acadêmica e o lugar de produção destes intelectuais. Levantados os dados técnicos, obtidos nos artigos selecionados, eles estão sendo organizados em Tabelas e Gráficos para uma possível análise.

3 3 A partir destas considerações e visando um melhor entendimento das questões abordadas neste Projeto de Mestrado por nós desenvolvido, o presente artigo encontra-se divido em dois momentos: no primeiro, justificamos a escolha do objeto de estudo e, por sua vez, a relevância dos estudos que vinculados a História dos Campos Disciplinares. No segundo momento, apresentamos uma síntese das questões identificadas na produção do campo da História da Educação, as quais vêm sendo analisadas neste trabalho acadêmico. A IMPORTÂNCIA DA HISTÓRIA DOS CAMPOS DISCIPLINARES O interesse que vem moveu e move este Projeto de Pesquisa é o de reconhecer os debates e as polarizações que permeiam a História dos Campos Disciplinares, particularmente, o da História da Educação. Pode-se afirmar, até o presente momento, que o estudo sobre este campo tem se demonstrado ser riquíssimo, uma vez que, fornece-nos elementos importantes para a identificação e análise de questões, como por exemplo, os múltiplos significados do conceito de historiografia. A ambigüidade deste conceito é tema de várias produções historiográficas e têm despertado e vêm despertando interesse tanto de historiadores de oficio como Lapa (1976) e Rodrigues (1969), bem como de estudiosos do campo da História da Educação Freitas (1998), Lombardi (2004), Pinheiro (1998) e Toro (2006), entre outros. Estes intelectuais demonstram certa dose de preocupação, em relação, a existência de múltiplas interpretações do termo historiografia, deste modo, sugerem aos pesquisadores, que tenham clareza deste conceito ao se propuserem fazer pesquisa, de natureza historiográfica, tal lucidez pode diminuir a probabilidade de cometerem equívocos. Esta reflexão acerca do conceito de historiografia é, a nosso ver, oportuna se considerarmos as advertências que permeiam os estudos e a produção não só da área da História da Educação, como também a da História. A viabilização deste trabalho acadêmico foi assegurada, uma vez que utilizou-se como instrumento de investigação os periódicos pedagógicos, como jornais, boletins, revistas, entre outros, produzidas pelo Estado, pelas Instituições de Ensino Superior, as IES, entre

4 4 outras organizações. Tais fontes são consideradas por Nóvoa (1997), como objetos essenciais para o estudo da História da Educação, visto como um corpus documental que permite apreender métodos e concepções pedagógicas de um determinado período histórico. Para este intelectual português, a importância da imprensa pedagógica como fonte de pesquisa está no fato que, por meio, desta é possível detectar as vozes dos projetos, dos anseios e das realidades dos diversos actores (NÓVOA, 1997, p.30). Catani (1996), historiadora da educação, também considera a imprensa pedagógica, como uma fonte de pesquisa privilegiada, pois, permite que o pesquisador apreenda, por um lado, os modos de funcionamento do campo educacional e, por outro, temas que também emergem deste espaço profissional (CATANI, 1996, p.117). O privilegiamento dos periódicos pedagógicos como fonte de investigação, desta forma, viabilizou desde o princípio o desenvolvimento desta pesquisa, de natureza historiográfica, haja vista, a riqueza de informações fornecidas por esta fonte, e ainda, posto que os artigos que retratam a construção do campo disciplinar da História da Educação publicados neste veículo de divulgação de saberes, nos anos 70, 80 e 90, do século XX, já encontravam-se catalogadas e à disposição para análise, antes do início deste trabalho. O interesse pelo estudo sobre os Campos Disciplinares e a viabilidade de tal pesquisa historiográfica, do mesmo modo, justifica-se, já que as pesquisas desta natureza vendo sendo consideradas de grande relevância que possibilita-nos evidenciar os processos de transformações que o ensino, dos temas específicos deste campo, sofreu ao longo de sua história, nas possibilidades de esclarecer os motivos das alterações ou das manutenções, na identificação da coerência interna de certas práticas dos professores e, ainda, as possibilidades de estabelecer elos entre o ensino, proposto pelos órgãos oficiais, e as finalidades que presidem seu exercício (CHERVEL, 1990, p.209). A História dos Campos Disciplinares permitiu e vem permitindo que o pesquisador reconheça e compreenda que não existe apenas uma prática de apropriação dos saberes escolares e que os usos que os agentes escolares fazem destes saberes também não são iguais, mas sim múltiplos e diferenciados. Este mergulho no interior da escola oferece aos estudiosos da educação, a possibilidade de identificar as práticas e os usos que não são

5 5 escolares, mas que, no entanto, são executadas pelos agentes vinculados ao sistema escolar (NUNES, 1992, p.02). Nóvoa (1996), também, reconhece a importância de se fazer à História das Disciplinas Escolares, no entanto, admite as especificidades que envolvem as pesquisas neste campo e, conseqüentemente, as dificuldades comumente enfrentadas pelos historiadores e educadores que enveredam por esta área de pesquisa, contudo, em nenhum momento o autor minimiza as responsabilidades destes profissionais. Para este intelectual português, a tarefa essencial do historiador é a de refletir sobre a história da sua disciplina, que este saiba interrogar os sentidos inúmeros do trabalho histórico e, sobretudo, compreenda as questões que levaram a profissionalização desta disciplina no campo acadêmico. Reforçando esta idéia Chervel (1990, p.219) salienta que toda disciplina deve rever o processo de sua criação no decorrer de sua história. Entende-se, logo, que os estudos acerca dos Campos Disciplinares podem possibilitar um melhor entendimento das questões e das peculariedades que envolvem e compõem o sistema educativo. Tais informações tende a diminuir as dificuldades que a escola enfrenta ao transmitir os conhecimentos de maneira sistematizada, visto que nem tudo que é planejado é executado. A ordem, a escolha e a importância do conteúdo dependerão dos pressupostos teóricos com os quais o professor mais se identifica. É importante registrar que os professores possuem interpretações próprias dos textos e seguem uma determinada linha teórico-metodológica, isto é, segundo Chervel (1990), também, um elemento constituinte da disciplina. Julia (2001), do mesmo modo, reforça a importância da História das Disciplinas Escolares, já que este estudo pode evidenciar as especificidades do sistema educacional. Este estudo na visão do autor permite coligir tanto, por meio, das práticas escolares de ensino, bem como, mediante os objetivos que presidiram a constituição das disciplinas, o cerne deste sistema, o que contribuirá na instituição de uma nova História da Educação. Utilizando-nos de uma metáfora aeronáutica proposta por Julia (2001, p.13) ao buscar compreender o que acontece no espaço propriamente escolar abriremos a sua caixa preta. Finalizo estas justificativas observando que o trabalho de investigação proposto está, portanto, em sintonia não só com as demandas que permeiam este campo disciplinar, na

6 6 atualidade, mas fundamentalmente, porque, em torno da disciplina de História da Educação concentrou-se e ainda concentra-se um grande interesse que pode ser observado na disposição das disciplinas na estrutura curricular do Curso de Pedagogia, nos Cursos de Especialização e no Programa de Mestrado oferecido pelo Departamento de Fundamentos da Educação da UEM. Os historiadores da Educação reconhecem que a História da Educação, como disciplina, encontra-se nas estruturas escolares e acadêmicas há muito tempo. Esta disciplina se insere na área de Fundamentos da Educação e tem lugar de destaque na estrutura curricular desde a criação do curso de Pedagogia, em 1973, na Universidade Estadual de Maringá (NEVES, 2006). O CAMPO DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO Partindo do exposto, estabeleceu-se como objetivo geral para este trabalho acadêmico, dar continuidade e promover outros estudos, de caráter historiográfico, sobre a história do campo disciplinar da História da Educação. Especificamente, objetivou-se ainda, identificar as questões que mobilizaram os autores no campo da História da Educação e caracterizar as diferentes propostas do fazer História da Educação. Os estudos por nós realizados permitem-nos afirmar que a historiografia identifica, quando o recorte temático é o campo disciplinar da História da Educação, várias questões teóricas, diferentes abordagens e perspectivas, múltiplas relações e analogismos, algumas disparidades no fazer pesquisa histórica, diversas categorias de análise e reinterpretações de conceitos e concepções. Dentre esta diversidade de resultados identificados na produção historiográfica, destacamos os seguintes: As contribuições dos estudos sobre a construção do campo disciplinar da História da Educação; A identificação de múltiplos significados atribuídos ao conceito historiografia; A constatação de que há riscos e perigos no fazer pesquisa, de natureza historiográfica no campo da História da Educação; A existência diferentes interpretações sobre a articulação entre passado/presente; O reconhecimento de que existem problemas no processo de desenvolvimento das abordagens descontextualizadas e do perigo de cometermos anacronismos nas pesquisas. Verificamos ainda, por meio deste estudo, práticas perigosas de pesquisadores como a

7 7 centralização teórica e as particularidades e riquezas das pesquisas sobre o macro e a micro História, entre outros 6. No que refere-se à construção do campo disciplinar, nossos estudos evidenciaram um crescente interesse, por esta temática, entre os intelectuais do campo da História da Educação, tanto em âmbito nacional, bem como internacional. Dentre estes autores pode-se citar os franceses Chervel (1990) e Julia (2001), o português Nóvoa (1996, s/d) e no cenário nacional as autoras Bittencourt (2004), Galvão (1996) e Nunes (1992), entre outros. As produções destes intelectuais privilegiam o campo disciplinar da História da Educação e enfatizam que, por meio, de tais estudos é possível que os historiadores da educação evidenciem as peculariedades internas do sistema educacional e os elementos que compõem as disciplinas escolares, uma vez que acreditam que esta não é aquilo que ensina e ponto final. Para estes autores as disciplinas são, sobretudo, um produto específico da instituição escolar, que põe em evidência o caráter eminentemente criativo deste sistema (JULIA, 2001, p.33), e se consideradas em si mesmas, tornam-se entidades culturais como outras, que transpõem os muros da escola, penetram na sociedade, e se inscrevem então na dinâmica de uma outra natureza, como lembra-nos Chervel (1990, p.220). Este estudo permitiu-nos identificar, do mesmo modo, os riscos e perigos que comumente os pesquisadores enfrentam ao fazerem pesquisa, de natureza historiográfica no campo da História da Educação. Estudiosos deste campo disciplinar, como Barreira (1995), Brandão (1998), Buffa (1990), Cambi (1999), Carvalho (1993/1997/1998), Demartini (1998), Galvão (1996/2001), Lopes (1990/1998/2001), Mendonça (1994), Monarcha (1993), Nadai (1993), Neves (1999/2005/2006), Nóvoa (1992/1996/1997), Nunes (1992), Saviani (2005), entre outros, apontam os desafios e as fragilidades dos estudos neste campo epistemológico. A análise destas produções permitiu-nos reconhecer que as dificuldades no fazer pesquisa historiográfica podem surgir em vários estágios deste processo de produção e os problemas podem ser de diversas naturezas. 6 É oportuno ressaltar que, estas questões foram identificadas e analisadas, no decorrer do Projeto de Iniciação Científica intitulado Identificação, Seleção e Análise da produção historiográfica sobre o campo disciplinar da História da Educação na Imprensa Pedagógica, nos anos 90 (Processo artigos que tratam da temática em estudo artigos que tratam da temática em estudo nº 11161/2005).

8 8 Outra preocupação dos intelectuais observada nas produções historiográficas, diz respeito à articulação entre presente/passado. Esta análise possibilitou-nos identificar que esta relação não possui uma interpretação unívoca, mas, sim várias formas de interpretá-la. Buffa (1990), no início da década de 90 e Noronha (1998), já no final desta década, enfatizam que o regresso do historiador ao passado fornece subsídios indispensáveis que ajuda-nos a compreender a realidade contemporânea. Cabe lembrar que, Buffa (1990), em produções mais recentes, possui outra interpretação desta relação entre passado/presente, ao contrário de Noronha (1998) que mantêm, até hoje em dia, a mesma interpretação. Demonstrando ainda, esta multiplicidade de interpretações sobre a articulação entre passado/presente, pode citar os estudos realizados por Nóvoa (1996), em Portugal e os de Lopes (1990) e Nunes (1992) no Brasil. Estes intelectuais, em contrapartida a interpretação apresentada anteriormente, entendem que o regresso do pesquisador ao passado, por meio das fontes históricas possui sempre uma intencionalidade que busca por luz sobre objetos que permanecem nas sombras, recuperando assim, sentimentos perdidos e esquecidos. A leitura que o historiador fará do passado, conforme entende Nunes (1992, p.13) dependerá, de como este profissional vê e vive o seu próprio presente, pois, a leitura do passado será realizada, a partir de questões posta em certas situações cotidianas. Além destas advertências que identificamos na historiografia do campo História da Educação, podem-se destacar ainda, as considerações acerca das abordagens descontextualizadas redigidas por Barreira (1995), Buffa (1990), Mendonça (1994) e Nagle (1998). Por outro lado, Lopes (1998) e Ragazzini (1999) ressaltam o perigo de se cometer anacronismos em pesquisas, de natureza historiográfica. A centralização teórica, do mesmo modo, é apontada por Nunes (1995) e Nagle (1998) como uma prática perigosa e, por isso, deve ser evitada. Já Nagle (1998), juntamente com Siqueira & Sá (1998) chama-nos atenção para as análises macro e micro da História, embora, com posições diferentes estes intelectuais trazem a tona às problemáticas que envolvem esta prática. A nosso ver, é oportuno ressaltar que o levantamento e análise destas questões sobre o campo disciplinar da História da Educação contribuíram sistematicamente, no desenvolvimento deste trabalho acadêmico, haja vista, que reconhecendo a existência destas problemáticas no processo de produção de pesquisas historiográficas, diminui-se a probabilidade de cometermos os mesmo equívocos de outros pesquisadores, o que podem

9 9 vir a comprometer o processo e, ainda, a cientificidade do produto do campo disciplinar da História da Educação. Partindo destas considerações que revelam a fertilidade de questões que emergem do estudo sobre o campo da História da Educação, é que este Projeto de Pesquisa se estruturou e vem sendo desenvolvido, uma vez que pretende dar continuidade, aprofundar e ampliar e sofisticar nossos estudos e a vida acadêmica. 6. REFERÊNCIAS BARREIRA, L. C. História e Historiografia: as escritas recentes da história da educação brasileira ( ). São Paulo: Trajetos, vol.2, nº. 1, fev, 1995, p BONTEMPI JUNIOR, B. História da Educação brasileira: o terreno do consenso. Atas do II Congresso Luso-Brasileiro de História da Educação. São Paulo: FEUSP, 1998, p BUFFA, É. Contribuição da história para o enfrentamento dos problemas educacionais contemporâneos. Brasília: Em Aberto, v.9, nº.47, jul/set, 1990, p CAMBI, F. História da Pedagogia. São Paulo: Editora Unesp, 1999, p CATANI, D. A imprensa Periódica Educacional: as revistas de ensino do estudo do campo educacional. Uberlândia: Revista Educação e Filosofia, v. 10, nº. 20, jul./dez., p CHERVEL, A. História das disciplinas escolares: reflexões sobre um campo de pesquisa. Porto Alegre: Teoria & Educação, nº 2, 1999, p DOMINIQUE JULIA. A cultura escolar como objeto histórico. Revista Brasileira de História da Educação, jan/jun, 2001, nº 1, p FREITAS, M. C. Para uma História da Historiografia Brasileira. IN:, M. C. (Org). Historiografia brasileira em perspectiva. São Paulo: Contexto, Bragança Paulista, 1998, p GALVÃO, A. M. de O. Problematizando fontes em História da Educação. Porto Alegre; Educação e Realidade, v. 21, n. 2, jul/dez, 1996, p LAPA, J. R. do A. A História em questão: historiografia brasileira. Petrópolis: Vozes, LOMBARDI, J. C. História e historiografia da educação: atentando para as fontes. IN:, J. C.; NASCIMENTO, M. I. M.. Fonte, História e historiografia da educação. São Paulo: Autores Associados, 2004, p LOPES, E. M. História da Educação e Literatura algumas idéias e notas. Belo Horizonte: Educação em Revista, n. 27, 1998, p MENDONÇA, A.W. P. C.. A História da educação face à crise dos paradigmas. IN: BRANDÃO, Zaia (Org). A crise dos paradigmas e a educação. São Paulo: Cortez, 1994, p

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