Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo Associação Empresarial das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge

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1 Segunda alteração do Decreto Regulamentar Regional n.º 22/2007/A, de 25 de Outubro, que aprova o Subsistema de Apoio ao Desenvolvimento Local Promotores -Empresários em nome individual, estabelecimentos individuais de responsabilidade limitada, sociedades comerciais, cooperativas e agrupamentos complementares de empresas. -Para os projetos de urbanismo comercial estruturas associativas ou as associações empresariais. Âmbito a) Projetos vocacionados essencialmente para a satisfação do mercado local com investimentos iguais ou superiores a , nas seguintes áreas, classificadas de acordo com a classificação Portuguesa de actividades económicas (CAE-Rev. 3): Indústria: Divisões 05 a 33 da CAE; Construção: Divisões 41 a 43 da CAE, com exceção do grupo 411 (promoção imobiliária); Comércio: Divisões 45 a 47 da CAE com exceção da 4773 (Comércio a retalho de produtos farmacêuticos); Restauração e similares: Divisão 56 Serviços: o Divisão 37 - Recolha drenagem e tratamento de águas residuais; o Divisão 38 Recolha, tratamento e eliminação de resíduos, valorização de materiais; o Divisão 39 - Descontaminação e atividades similares; o Subclasse Armazenagem não frigorífica; o Grupo 582 Edição de programas informáticos; o Classe 5911 Produção de filmes, de vídeo e de programas de televisão; o Classe 5912 Atividades técnicas de pós-produção para filmes, vídeos e programas de televisão; o Grupo 592 Atividades de gravação de som e edição de música; 1

2 o Divisão 62 Consultoria e promoção informática e actividades relacionadas; o Grupo 631 Atividades de processamento de dados, domiciliação de informação e atividades relacionadas; portais web; o Divisão 71 Atividades de arquitectura, de engenharia e técnicas afins, atividades de ensaios e de análises técnicas; o Divisão 72 Atividade de investigação científica e de desenvolvimento; o Divisão 78 Atividades de emprego o Divisão 79 Agências de viagem, operadores turísticos, outros serviços de reservas e atividades relacionadas; o Grupo 812 Atividade de limpeza; o Grupo 813 Atividade de plantação e manutenção de jardins; o Divisão 82 Atividades de serviços administrativos e de apoio prestados às empresas o Grupo 851 Educação pré -escolar; o Divisão 88 Atividades de apoio social sem alojamento; o Classe 9313 Atividades de ginásio; o Divisão 95 - Reparação de computadores e de bens de uso pessoal e doméstico. o Classe 9601 Lavagem e limpeza a seco de têxteis e peles; o Classe 9602 Atividades de salões de cabeleireiro e institutos de beleza; o Classe 9604 Atividades de bem-estar físico. Não abrange os projetos de investimentos relacionados com a produção primária de produtos agrícolas (para download no site da CCAH). b) Projetos com investimentos iguais ou superiores a e iguais ou inferiores a destinados à promoção da segurança e qualidade alimentar dos estabelecimentos do comércio e indústria do ramo alimentar, existentes há mais de 3 anos. c) Projetos de Urbanismo Comercial, com despesas iguais ou superiores a , que visem a qualificação do espaço público envolvente ao comércio, em áreas delimitadas dos centros urbanos das vilas e cidades, incluindo a modernização das fachadas dos estabelecimentos comerciais que confrontem com o espaço público, desde que os mesmos se encontrem previamente aprovados pela Câmara Municipal competente. 2

3 Condições gerais de acesso dos promotores Para além do disposto no SIDER: - Os promotores, à data de apresentação da candidatura: Devem ter concluído o investimento relativo ao projecto anteriormente aprovado, considerando como data de conclusão do projecto a data da factura correspondente à última despesa associada ao projeto. No caso de empresas que explorem diversos estabelecimentos, podem admitir-se exceções à regra estabelecida no número anterior, desde que devidamente justificadas. Condições gerais de acesso dos projetos Para além do disposto no SIDER: Ter o projeto de instalação ou alteração aprovado nos termos da legislação aplicável, até à data da celebração do contrato de concessão de incentivos (licenciamento industrial); Demonstrar viabilidade económica e financeira (projetos de investimento da alínea a). Esta condição é verificada de acordo com os critérios gerais de análise definidos por deliberação da Comissão de Selecção e homologados por despacho do membro do Governo Regional com competência em matéria de economia; Ser instruído com um parecer de um técnico responsável habilitado na área da segurança e qualidade alimentar, que evidencie a relação do investimento com a segurança ou qualidade dos alimentos (projetos de investimento da alínea b); Apresentar um montante máximo de , no caso dos projetos a que se refere a alínea c). 3

4 Natureza do Incentivo Montantes do Investimento São Miguel e Terceira Incentivo Não Incentivo Incentivo Não Pico e Faial Incentivo Santa Maria, São Jorge, Graciosa, Flores e Corvo Incentivo Não Incentivo < I % 45% 50% < I % 25% 25% 25% 30% 25% I > % 25% 20% 25% 25% 25%. -O prazo de financiamento do incentivo reembolsável é de 10 anos, dos quais os 3 primeiros são de carência de capital, contados a partir da data do primeiro pagamento do incentivo, sendo de 12 anos, dos quais os primeiros 4 são de carência de capital, para os projetos com despesas elegíveis iguais ou superiores a Para projetos destinados à promoção da segurança e qualidade alimentar: Subsídio não reembolsável: o 50% para as ilhas de São Miguel e Terceira o 55% para as ilhas Faial e Pico; o 60% para as restantes ilhas. Despesas elegíveis Projetos de investimento da alínea a): - Ativo fixo tangível: Aquisição de terrenos destinados à extração de recursos geológicos, ou para deslocalização de unidades empresariais para zonas industriais, parques industriais ou áreas de localização empresarial, até ao limite de 10% do investimento elegível; (Apenas elegível para PME s) Aquisição de edifícios degradados, desde que diretamente relacionados com o processo produtivo e com as funções essenciais ao exercício da atividade, até ao limite de 25% do investimento elegível; 4

5 (Apenas elegível para PME s) Aquisição de edifícios que, pela sua localização e valor arquitetónico, interesse preservar, reconhecido pela direção regional com competência em matéria de cultura, até ao limite de 40% do investimento elegível; Construção e reconstrução de edifícios, obras de instalação e remodelação de instalações e outras construções, desde que diretamente relacionadas com o processo produtivo e com as funções essenciais ao exercício da atividade, até ao limite de 60% do investimento elegível; Aquisição de máquinas e equipamentos, designadamente nas áreas da gestão, produção, comercialização e marketing, comunicações, logística, design, qualidade, segurança e higiene, controlo laboratorial, eficiência energética e proteção ambiental; Aquisição dos equipamentos sociais que o promotor seja obrigado a possuir por determinação legal; No caso de projetos promovidos por agências de viagens, aquisição de veículos de transporte de passageiros e de outro material de transporte, desde que os mesmos se afigurem essenciais para o exercício da respetiva atividade, até ao limite de ; Aquisição de veículos automóveis mistos, de mercadorias e pesados desde que os mesmos se afigurem essenciais para o exercício da respetiva atividade, até ao limite de 30% do investimento elegível, com um máximo de Ativo fixo intangível, constituído por transferência de tecnologia através da aquisição de direitos de patentes, licenças, saber-fazer ou conhecimentos técnicos não protegidos por patentes, sendo que no caso de empresas não PME estas despesas não poderão exceder 50% das despesas elegíveis do projeto. -Outras despesas de investimento: Despesas com a intervenção de Técnicos Oficiais de Contas ou Revisores Oficiais de Contas; (Apenas elegível para PME s) Estudos, diagnósticos, auditorias e planos de marketing, associados ao projeto de investimento, até ao limite de 3% do investimento elegível, com um máximo de ; (Apenas elegível para PME s) Projetos de arquitetura e de engenharia ou outros, associados ao projeto de investimento, com os seguintes limites: 5

6 o 5% do investimento elegível, para projetos até ; o 4% do investimento elegível, para projetos superiores a e inferiores ou iguais a ; o 3% do investimento elegível, para projetos superiores a ; Investimentos nas áreas de internacionalização, inovação e tecnologia, eficiência energética, sistemas da qualidade, da segurança e da gestão ambiental e introdução de tecnologias de informação e comunicações; Despesas com transportes, seguros e montagem e desmontagem dos equipamentos elegíveis; Despesas com garantias bancárias exigidas ao promotor. Projetos de investimento da alínea b): - Ativo fixo tangível: Construção, remodelação ou ampliação de instalações de laboração, de armazenagem ou de venda; Construção, remodelação ou ampliação de instalações sanitárias e de vestiário para o pessoal; Aquisição e instalação de equipamentos de produção de frio ou de manutenção térmica (frio ou calor), fixos ou móveis; Aquisição e instalação de equipamentos de processo, de limpeza e desinfeção; Aquisição e instalação de sistemas de ventilação, exaustão e climatização, nos locais afetos ao processamento, à armazenagem ou à exposição e venda de alimentos; Aquisição de equipamentos necessários à gestão da qualidade, implementação e ou monitorização de sistemas de higiene, segurança e qualidade dos alimentos; Aquisição de equipamentos de proteção ambiental, designadamente para tratamento de efluentes e de resíduos; Aquisição de equipamento informático e software, até ao limite de 15% do investimento elegível; Aquisição de veículos ou contentores próprios para transporte de alimentos, até ao máximo de ; 6

7 Aquisição de fardamento de trabalho. -Outras despesas de investimento: Assistência técnica para implementação de sistemas de higiene, segurança e qualidade dos alimentos, até 5% do investimento elegível; (Apenas elegível para PME s) Preparação do dossier de candidatura, incluindo as despesas com projetos, até ao montante de 5% do investimento elegível. No âmbito de um projeto de investimento de deslocalização de unidades empresariais, será considerando investimento elegível apenas a diferença entre o valor do investimento a realizar e o valor residual das antigas instalações. Despesas Não Elegíveis Para além do disposto no SIDER: Aquisição de ativos que tenham sido objeto de comparticipação através de auxílios de estado. Critérios de Selecção Os projetos são pontuados tendo por base os seguintes critérios: a. Autonomia Financeira da empresa; b. Rentabilidade Económica da empresa; c. Produtividade do projeto; d. Contributo do projeto para a consolidação financeira; e. Contributo do projeto para a competitividade; f. Contributo do projeto para a inovação e diversificação da oferta; g. Contributo do projeto para a sustentabilidade económica, ambiental e social. h. Contributo do projeto para a reconversão estrutural; i. Contributo do projeto para a reconversão funcional; Os projetos são considerados elegíveis se obtiverem uma pontuação igual ou superior a 50 pontos. 7

8 Majorações Às taxas de incentivo não reembolsável dos projetos da alínea a) podem ser acrescidas as seguintes majorações: 2% no caso do projeto incluir investimentos em sistemas de certificação da qualidade, de acordo com as normas previstas no Sistema Português da Qualidade; 2% no caso do projeto incluir investimentos em eficiência energética de valor igual ou superior ao incentivo correspondente à majoração; 2% no caso de projetos dos quais resulte uma mais-valia ambiental para a empresa; 2% no caso de projetos que conduzam à criação de 50% ou mais de activos com habilitação adequada; 2% no caso de projetos localizados em zonas industriais, parques industriais ou áreas de localização empresarial; 5 % no caso de projetos localizados em áreas com projetos de urbanismo comercial aprovados e que não tenham sido concluídos há mais de um ano; 5 % no caso de projetos que promovam a transformação e valorização dos recursos endógenos; 5 % no caso de projetos que visem o incremento da capacidade exportadora; 5 % no caso de projetos incluídos nas divisões 56 e 79 da CAE, desde que reconhecidos de interesse para o turismo. As majorações não podem ultrapassar 10% por projecto de investimento, com excepção dos projectos incluídos em projectos de urbanismo comercial, dos projectos incluídos nas divisões 56 e 79 da CAE, e dos projetos que obtenham as majorações a que se referem as alíneas g) (5% no caso de projetos que promovam a transformação e valorização dos recursos endógenos) e ou h) (5 % no caso de projetos que visem o incremento da capacidade exportadora), em que aquele limite não pode ultrapassar 15 %. Esta informação não dispensa a consulta da legislação. 8

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