INTERVENÇÃO ERGONÔMICA NO TRABALHO DA ENFERMAGEM HOSPITALAR DE UM HOSPITAL DE PORTO ALEGRE, RS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INTERVENÇÃO ERGONÔMICA NO TRABALHO DA ENFERMAGEM HOSPITALAR DE UM HOSPITAL DE PORTO ALEGRE, RS"

Transcrição

1 INTERVENÇÃO ERGONÔMICA NO TRABALHO DA ENFERMAGEM HOSPITALAR DE UM HOSPITAL DE PORTO ALEGRE, RS Raimundo Diniz, M.Sc. Doutorando PPGEP/UFRGS; Laboratório de Otimização de Produtos e Processos (LOPP); Lia Buarque de Macedo Guimarães, PhD,CPE Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção UFRGS Laboratório de Otimização de Produtos e Processos (LOPP); José Luís Duarte Ribeiro, Dr. Eng. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção UFRGS Laboratório de Otimização de Produtos e Processos (LOPP); This paper presents a macroergonomic approach for the identification of ergonomic demanded items (IDE's) which may influence the incidence of absenteism of nurses of the surgery unit of a hospital in Porto Alegre, RS. The macroergonomic design (MD) technique was used to identify and prioritize the IDE's, while the cluster analysis was employed to provide a deeper understanding of the inherent structure presented in the collected data. The results show that the older and more experient workers are more satisfied with the work conditions in comparison to their younger and less experient colleagues. The more important sources of insatisfaction are material handling and equipment used. Macroergonomics; cluster analysis; nurse; operating room 1. Introdução Guedes et al. (2000) consideram que os problemas músculo esqueléticos constituem alguns dos principais problemas que acometem os trabalhadores de enfermagem, implicando no afastamento do trabalho e, conseqüentemente, elevando o índice de absenteísmo nas instituições e interferindo na economia do trabalhador, das empresas e do país. No que se refere à carga de trabalho, a tarefa de enfermagem é considerada pesada pois a execução da atividade laboral exige grande esforço físico e mental. Além disso, o trabalho dessa categoria é agravado por outros fatores, tais como condições sócio-econômicas, organizacionais, técnicas e ambientais inadequadas. O profissional em questão está exposto a riscos que são peculiares à sua atividade e que podem causar danos à sua saúde, já que, no cotidiano da prática profissional, permanecem de pé por longo tempo, caminham longas distâncias, transportam e manipulam cargas, vivenciam a inadequação de mobiliários e

2 equipamentos essenciais à sua atividade e são submetidos a grandes tensões psíquicas e emocionais. A incidência de afastamentos no setor de enfermagem do bloco cirúrgico foi o fator que levou um hospital de Porto Alegre, RS, e o LOPP/PPGEP/UFRGS realizarem uma pesquisa para identificação dos problemas e para propostas de soluções a curto prazo. Ao LOPP, coube o diagnóstico ergonômico e a proposição de soluções a serem implementadas, dentro de uma visão macroergonômica, que vem sendo a filosofia de projetos desenvolvidos pelo laboratório. O método de análise utilizado foi o de Análise Macroergonômica do Trabalho (AMT) (Guimarães, 1999) que compreende a realização de entrevistas e a aplicação de um questionário fechado aos trabalhadores, de acordo com a ferramenta Design Macroergonômico (DM) (Fogliatto & Guimarães, 1999). Usou-se, ainda, a técnica de análise de aglomerados como um meio de explorar a estrutura existente aos dados coletados. Este trabalho apresenta a técnica utilizada e os resultados obtidos na etapa de apreciação ergonômica em um subsetor de enfermagem do bloco cirúrgico do hospital, englobando técnicos em instrumentação (técnicos responsáveis pela instrumentação cirúrgica) e circulação (técnicos responsáveis pelo apoio aos cirurgiões, em qualquer situação requerida), os quais revezam suas funções. O mesmo não ocorre com as outras subpopulações (pessoal do preparo, anestesia, arsenal), as quais desempenham atividades e atuam em cenários diferenciados. 2. Métodos e técnicas 2.1. Sujeitos A população amostral foi constituída por 40 auxiliares de enfermagem (instrumentação e circulação), sendo 38 do sexo feminino e 2 do sexo masculino. A idade variou entre 25 e 57 anos. O tempo de trabalho variou entre 0,6 e 26 anos. Do total, 13 trabalham em turno noturno e 27 em turno diurno. 2.2 Método de coleta de informação sobre o trabalho: Design Macroergonômico (DM) Para Guimarães et al. (2000), no intuito de melhor enquadrar o homem em seu meio de trabalho, deve-se considerar não somente a adequação física, fator primordial à adequação do homem à sua atividade, mas, também, a questão do enriquecimento da tarefa, do conforto, segurança e da qualidade de vida. O processo de análise macroergonômica, conforme proposto por Hendrick (1990), consiste na adequação organizacional voltada à concepção e gerenciamento das novas tecnologias. Sua aplicação evidencia interações no contexto social e organizacional para a melhor adequação do sistema de trabalho e concepção de novos sistemas. Como base fundamental à sua aplicação, o processo participativo verifica-se ao longo de todo o estudo ergonômico. A participação dos trabalhadores, tanto na fase de concepção, quanto de implementação de propostas projetuais, garante um maior envolvimento e, por conseguinte, maior índice de sucesso nas modificações.

3 O método de Análise Macroergonômica do Trabalho (AMT), proposto por Guimarães (1999) foi adotado nesta pesquisa. Este método tem uma abordagem bottom up prevendo a participação dos usuários em todas as fases do projeto, o que geralmente é viabilizado pelo comitê de ergonomia (COERGO) da empresa. Ao COERGO, cabe acompanhar o levantamento e a análise da situação, a proposição e validação de soluções. Na fase de levantamento é utilizado o Design Marcroergonômico (DM) (Fogliatto & Guimarães,1999). O DM é uma ferramenta para design de produtos e postos de trabalho, de caráter participativo, baseada em preceitos macroergonômicos que inova ao incorporar a demanda ergonômica do usuário. Por demanda ergonômica compreende-se as manifestações do usuário quanto às questões ergonômicas envolvidas nos produtos que manuseia e nos postos de trabalho onde executa suas tarefas. A implementação do DM, neste trabalho, contemplou as seguintes etapas: 1) identificação do usuário e coleta organizada de informações acerca de sua demanda; 2) priorização dos Itens de Demanda Ergonômica (IDE s) identificados pelo usuário. A priorização utiliza a própria informação coletada em (i), baseando-se, por exemplo, em características do conjunto de dados amostrais (freqüências, ordem de menção de itens, etc.). O objetivo nesta etapa é criar um ranking de itens demandados Mapeamento dos IDE s com a participação direta dos usuários Entrevistas De acordo com Fogliatto & Guimarães (1999), o levantamento dos IDE s foi realizado por meio de entrevista não induzida com os usuários, a qual permite obter a declaração espontânea destes a respeito de seu trabalho. As respostas das entrevistas foram tabuladas em planilha Excel e analisadas pela equipe de especialistas. Foram expurgadas as informações não pertinentes e agrupadas as respostas por afinidade, ou seja, as respostas semelhantes foram consideradas como um mesmo Item de Demanda Ergonômica (IDE). A tabulação das respostas de todos os respondentes permitiu o estabelecimento de um ranking de importância quanto à demanda ergonômica dos usuários (funcionários do setor de instrumentação/circulação). Para efeito de priorização dos Itens de Demanda Ergonômica (IDEs), a ordem de menção de cada item é utilizada como peso de importância pelo recíproco da respectiva posição; ou seja, ao item mencionado na p ésima posição é atribuído o peso 1 / p. Dessa forma, o primeiro fator mencionado receberá o peso 1 / 1 = 1 o segundo 1 / 2 = 0,5, o terceiro 1 / 3 = 0,33, e assim por diante. A tendência do uso da função recíproca é de valorizar os primeiros itens mencionados, sendo que, a partir do quarto item, a diferença passa a ser menos expressiva. A soma dos pesos relativos a cada item dará origem ao ranking de importância dos itens e geralmente servem de guia para a elaboração de um questionário a ser preenchido por todos os funcionários. O resultado dos questionários indicará as prioridades dos IDEs a serem consideradas no projeto. No entanto, na medida em que não é possível a aplicação de questionários, a priorização estabelecida a partir dos dados da entrevista espontânea é um forte indício da importância dos IDEs. As entrevistas foram efetuadas individualmente, com uma amostra dos trabalhadores dos dois turnos, diurno e noturno, nos horários dos turnos, e tiveram duração de 10 a 20

4 minutos. Foram explicitados itens relativos às condições ambientais, deslocamentos, movimentacionais, mobiliário, organizacionais/gerenciais e psicossociais Questionários Os dados das entrevistas resultaram na elaboração de um questionário com 31 questões relativas aos itens mencionados nas entrevistas sendo que 3 quesitos abrangeram as condições ambientais, 3 os deslocamentos, 2 as questões movimentacionais, 3 as de mobiliário, 13 as questões organizacionais/gerenciais e 7 as psicossociais.. O questionário, a ser preenchido por toda a população usuária, permite aferir o nível de satisfação do sujeito com relação a cada questão. A metodologia do Design Macroergonômico, utilizada neste projeto, recomenda o uso de uma escala de avaliação contínua, conforme sugerido por Stone et al. (1974), com duas âncoras nas extremidades (insatisfeito e satisfeito) e uma âncora no centro (neutro). Esta escala tem 15 cm e ao longo dela o sujeito deverá marcar a sua percepção sobre o item. A intensidade de cada resposta poderá variar entre 0 e 15. Os dados dos questionários foram tabulados e priorizados em função do nível de insatisfação. Diferentemente da ponderação das entrevistas (que valoriza a soma dos pesos atribuídos a cada item pelos usuários) no questionário o peso do item é gerado por sua média aritmética. Para se verificar se as questões do questionário mediam situações similares, conforme a estrutura montada para o entendimento dos respondentes, ou seja, para medir a compreensão da escala, usou-se o Alfa de Cronbach. (1951). O alfa de Cronbach é uma medida de consistência interna de questionários que permite verificar se todas as questões medem situações similares (satisfação/insatisfação; importância/nãoimportância; etc.); ou seja, mede a compreensão da escala do questionário, e se os dados são minimamente confiáveis. A partir da medida, pode-se: reelaborar o questionário inteiro ou rever questões mal interpretadas; recoletar dados. Valores de alfa de Cronbach maior ou igual a 0,55 indicam uma boa consistência interna Análise de aglomerados A título de identificar a existência, ou não, de grupos de respondentes, usou-se a técnica de análise de aglomerados como um meio exploratório dos dados coletados no hospital. A análise de aglomerados (ou cluster analysis) organiza elementos em grupos para que se possa comparar e compreender melhor o comportamento de cada grupo de acordo com uma determinada problematização. Ribeiro (1999) afirma que esta análise é uma técnica para agrupar elementos, em dois ou mais grupos, de modo que os elementos em um mesmo aglomerado apresentem similaridade entre si e diferem, em alguma extensão, dos elementos de outros aglomerados. Idealmente, os grupos resultantes devem apresentar alta homogeneidade interna (dentro do grupo) e alta heterogeneidade externa (entre grupos). A matriz elaborada para a análise de aglomerados foi constituída pela média dos IDEs secundários (quesitos do questionário), o que os condensou aos IDES primários (aspectos problemáticos). As variáveis que caracterizaram os respondentes ou elementos foram a idade, o tempo e o turno de trabalho. Adotou-se um algoritmo de agrupamento não hierárquico ou agrupamento em K-médias (k-means cluster) no software de estatística

5 SPSS. O número de aglomerados formados foi 3, sendo o primeiro composto por 11 elementos, o segundo por 15 elementos, o terceiro por 14 elementos. 3. Resultados e discussão A seguir tem-se o resultado dos questionários fechados, que foram aplicados aos auxiliares de enfermagem (instrumentadores e circulantes) do bloco cirúrgico do hospital, nos dois turnos de trabalho (diurno e noturno). Fez-se um comparativo entre os respondentes de acordo com as variáveis: idade, turno e tempo de trabalho. Comparativo entre os turnos 15 Escala Progressiva 7,5 Diurno Noturno 0 COND. AMB. PSICOS. DESLOC. MOVIM. ORG/GER. MOBIL. IDE s - Tec. Enfermagem Gráfico 01 Resultados dos questionários para os funcionários do turno diurno De acordo com o gráfico 01, pode-se notar que os funcionários do turno diurno apontaram como IDEs mais insatisfatórios no seu trabalho a questão do mobiliário, a questão organizacional/gerencial e os aspectos movimentacionais. Já para os funcionários do turno noturno, pode-se perceber que os IDEs mais insatisfatórios no seu trabalho são aqueles relacionados ao mobiliário, aos aspectos movimentacionais e aos de deslocamentos. A média de idade dos funcionários do turno diurno foi 36,5 anos. No gráfico 02, nota-se que, de forma geral, os trabalhadores mais jovens apresentam-se mais insatisfeitos com os IDEs no seu trabalho do que os trabalhadores mais velhos. Itens de demanda ergonômica Comparativo entre os trabalhadores mais jovens e os mais velhos/diurno PSI ORG/GER MOB MOV DES CA Grau de satisfação Gráfico 02 Comparativo entre os trabalhadores mais jovens e mais velhos do turno diurno 37 a a 35

6 Os funcionários do turno da noite são mais velhos do que os do dia, com média de idade de 41,9 anos. De acordo com o gráfico 03, nota-se que, no turno noturno, os funcionários mais jovens apresentaram maior nível de insatisfação com os IDEs. Itens de demanda ergonômica ORG/GER Comparativo entre trabalhadores jovens e mais velhos/noite PSI MOB MOV DESL CA 0,0 7,5 15,0 Grau de satisfação Gráfico 03 Comparativo entre os trabalhadores jovens e mais velhos do turno noturno A média do tempo de trabalho dos funcionários do turno diurno foi de 7,5 anos. Pode-se observar, no gráfico 04, que os novatos encontram-se mais insatisfeitos com os IDEs psicossociais, organizacionais/gerenciais e condições ambientais, enquanto que os mais experientes encontram-se mais insatisfeitos com os IDEs mobiliário, movimentacionais e deslocamentos. Itens de demanda ergonômica Comparativo entre os trabalhadores novatos e os mais experientes/diurno PSI ORG/GER MOB MOV DES CA 9 a 19 0,6 a 7 0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0 12,0 Grau de satisfação Gráfico 04 Comparativo entre os trabalhadores novatos e os mais experientes do turno diurno A média do tempo de trabalho dos funcionários do turno noturno foi 12,2 anos, maior do que a média de tempo de trabalho dos funcionários do turno diurno. Pode-se observar, no gráfico 05, que os novatos encontram-se mais insatisfeitos com os IDEs: organizacionais/gerenciais, condições ambientais e movimentacionais, enquanto que os mais experientes encontram-se mais insatisfeitos com os IDEs: psicossociais, mobiliário e deslocamentos.

7 Item de demanda ergonômica Comparativo entre os trabalhadores novatos e os PSI ORG/GER MOB MOV DESL CA mais experientes/noite 0,0 7,5 15,0 Grau de satisfação 14 a 26 5 a 10 Gráfico 05 Comparativo entre os trabalhadores novatos e os mais experientes do turno noturno Os resultados do alfa de cronbach (= 0,72) mostraram boa consistência interna do questionário. Este resultado era esperado pelo fato de que o questionário foi aplicado aos sujeitos que compunham o mesmo ambiente de trabalho, com as mesmas tarefas e metas Análise de aglomerados A estrutura definida pelos aglomerados demonstrou a existência de três agrupamentos de tamanhos aproximados (ver quadro 01). Number of Cases in each Cluster Cluster Valid 40 Missing 0 Quadro 01 Número de objetos em cada agrupamento O primeiro grupo foi formado por 11 trabalhadores, sendo 3 do turno noturno e 8 do turno diurno. A média de idade foi 38,6 anos e do tempo de trabalho foi 8,18 anos. No geral, este grupo apresentou-se mais insatisfeito nos IDE s: deslocamentos, condições ambientais e organizacional/gerencial. O segundo grupo foi formado por 15 pessoas, sendo 10 do turno noturno e 5 do diurno, com média de idade de 48,8 anos e de tempo de trabalho de 12,6 anos (ou seja, este grupo é o mais velho e o mais experiente). Para este grupo, todos os IDE s foram considerados como satisfatórios. O terceiro grupo foi formado por 14 pessoas, todas do turno diurno, com média de idade de 33,07 anos e de tempo de trabalho de 5,87 anos (ou seja, este grupo é o mais jovem e com menos tempo de trabalho). Os IDE s para este grupo foram considerados como os mais insatisfatórios. O gráfico 06 apresenta uma comparação entre as médias do nível de satisfação relacionado aos IDE s para cada agrupamento.

8 4. Considerações finais De acordo com os resultados preliminares desta pesquisa, pode-se notar que os técnicos de enfermagem (circulantes e instrumentadores) do bloco cirúrgico do hospital estudado apresentaram-se insatisfeitos com alguns Itens de Demanda Ergonômica. Os resultados corroboram com a literatura (Guedes et al., 2000), de forma que se pode dizer que a questão de afastamentos pode estar relacionada com os fatores citados: movimentacionais (transporte e manuseio de cargas, levantamento e transferência manual de pacientes), deslocamentos (caminhar longas distâncias), mobiliário (inadequação de mobiliários e equipamentos). Os fatores psicossociais e organizacionais/gerenciais também aparecem como insatisfatórios entre a população pesquisada, os quais são pouco abordados pela literatura (Burton et al, 1997, Bongers et al., 2993 apud Iwatsubo & Caillard, 2000). Acredita-se que estes fatores sejam específicos ou típicos do hospital em estudo. 5. Bibliografia consultada FOGLIATTO, F. S., GUIMARÃES, L. B. Design Macroergonômico: uma proposta metodológica para projeto de produto. In: GUIMARÃES, L. B. (Ed.), Revista Produto & Produção. PPGEP/UFRGS: Porto Alegre, Vol. 3, n. 3, pp GUEDES, M., E., MAURO, M. Y. C., MAURO, C. C. C., MORIYA, T. M. Problemas musculoesqueléticos na enfermagem hospitalar. In: Anais do I Encontro Panamericano de Ergonomia X Congresso Brasileiro de Ergonomia. A Ergonomia na Empresa: útil, prática e aplicada. Mídia eletrônica (CD-ROM). ABERGO: Rio de Janeiro Pp HENDRICK, H. W. Macroergonomics: a System Approach to Integrating Humam Factors with Organizational Design and Management. In: Annual Conference of The Human Factors Association of Canada., Ottawa, Canadá: HFAC, IWATSUBO, Y., CAILLARD, J. Prevention of musculoskeletal disorders among health care workers. In: Anais do Congresso do IEA (International Ergonomics Association) 2000/HFES, Ergonomics for the new milleinum. San Diego, Califórnia: HFES, Pp RIBEIRO, J. L. D. Análise de aglomerados: notas de aula. Material não publicado. PPGEP/UFRGS: Porto Alegre, Pp

Macroergonomia, Ergonomia hospitalar, prontuários e arquivos médicos

Macroergonomia, Ergonomia hospitalar, prontuários e arquivos médicos Ergonomia Hospitalar: uma Intervenção em um Hospital em São Luís (MA) no Setor de Arquivo Médico de Prontuários Hospital Ergonomics: an Intervention at a Hospital (Patient s Medical Records Sector) in

Leia mais

INVESTIGAÇÃO SOBRE O USO DE CALÇADOS DE PROTEÇÃO NO SERVIÇO DE GOVERNANÇA E HIGIENIZAÇÃO EM UM HOSPITAL

INVESTIGAÇÃO SOBRE O USO DE CALÇADOS DE PROTEÇÃO NO SERVIÇO DE GOVERNANÇA E HIGIENIZAÇÃO EM UM HOSPITAL INVESTIGAÇÃO SOBRE O USO DE CALÇADOS DE PROTEÇÃO NO SERVIÇO DE GOVERNANÇA E HIGIENIZAÇÃO EM UM HOSPITAL Júlio Carlos de Souza van der Linden, M. Eng. José Luis Duarte Ribeiro, Dr. Programa de Pós-Graduação

Leia mais

Mônica Lima Universidade Federal da Bahia Monica Aparecida Tomé Pereira Universidade Federal do Vale do São Francisco

Mônica Lima Universidade Federal da Bahia Monica Aparecida Tomé Pereira Universidade Federal do Vale do São Francisco 349 PERCEPÇÃO DOS ESTUDANTES SOBRE INFRAESTRUTURA DOS CURSOS DE PSICOLOGIA: CONSIDERAÇÕES A PARTIR DO ENADE-2006 Mônica Lima Universidade Federal da Bahia Monica Aparecida Tomé Pereira Universidade Federal

Leia mais

III Semana de Ciência e Tecnologia IFMG - campus Bambuí III Jornada Científica 19 a 23 de Outubro de 2010

III Semana de Ciência e Tecnologia IFMG - campus Bambuí III Jornada Científica 19 a 23 de Outubro de 2010 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS PACIENTES ATENDIDOS EM UM PRONTO ATENDIMENTO MUNICIPAL DA REGIÃO CENTRO-OESTE DO ESTADO DE MINAS GERAIS SEGUNDO A CLASSIFICAÇÃO DE RISCO André LUÍS RIBEIRO DOS SANTOS 1 ; Ricardo

Leia mais

LEVANTAMENTO DE PROBLEMAS ERGONÔMICOS NA ENFERMAGEM DE UM HOSPITAL EM PORTO ALEGRE

LEVANTAMENTO DE PROBLEMAS ERGONÔMICOS NA ENFERMAGEM DE UM HOSPITAL EM PORTO ALEGRE LEVANTAMENTO DE PROBLEMAS ERGONÔMICOS NA ENFERMAGEM DE UM HOSPITAL EM PORTO ALEGRE Raimundo Lopes Diniz (Doutorando PPGEP/Bolsista CAPES) Silvério Fonseca Kmita (Mestrando PPGEP/Bolsista CAPES) Lia Buarque

Leia mais

RELATÓRIO DA PESQUISA DA QUALIDADE DE VIDA NA CIDADE DE ARACRUZ.

RELATÓRIO DA PESQUISA DA QUALIDADE DE VIDA NA CIDADE DE ARACRUZ. RELATÓRIO DA PESQUISA DA QUALIDADE DE VIDA NA CIDADE DE ARACRUZ. Apresentação Este relatório contém os resultados da 1ª pesquisa de Qualidade de Vida na cidade de Aracruz solicitada pela FACE. O objetivo

Leia mais

Projeto 2.47 QUALIDADE DE SOFTWARE WEB

Projeto 2.47 QUALIDADE DE SOFTWARE WEB OBJETIVO GERAL Projeto 2.47 QUALIDADE DE SOFTWARE WEB Marisol de Andrade Maués Como objetivo geral, buscou-se avaliar a qualidade de produtos Web, tendo como base o processo de avaliação de qualidade descrito

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Introdução à Melhoria de Processos de Software baseado no MPS.BR Prof. Maxwell Anderson www.maxwellanderson.com.br Agenda Introdução MPS.BR MR-MPS Detalhando o MPS.BR nível G Introdução

Leia mais

Definição adotada pela IEA (International Ergonomics Association - IEA )

Definição adotada pela IEA (International Ergonomics Association - IEA ) Ergonomia Definição e origens Ergon trabalho Nomos Regras / normas / leis A palavra Ergonomia deriva do grego Ergon [trabalho] e nomos [normas, regras, leis]. Trata-se de uma disciplina orientada para

Leia mais

Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504

Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504 Especialização em Gerência de Projetos de Software Qualidade de Processo de Software Normas ISO 12207 e 15504 Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira srbo@ufpa.br Qualidade de Software 2009 Instituto

Leia mais

Prof. Gustavo Suriani de Campos Meireles, M.Sc.

Prof. Gustavo Suriani de Campos Meireles, M.Sc. Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Engenharia Curso de Graduação em Engenharia de Produção ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção Prof. Gustavo Suriani de Campos Meireles,

Leia mais

Perspectivas multidisciplinares sobre a inclusão de PPDs no mercado de trabalho: buscando a inclusão produtiva no setor industrial

Perspectivas multidisciplinares sobre a inclusão de PPDs no mercado de trabalho: buscando a inclusão produtiva no setor industrial Perspectivas multidisciplinares sobre a inclusão de PPDs no mercado de trabalho: buscando a inclusão produtiva no setor industrial Rosimeire Sedrez Bitencourt (UFRGS) rosimeire@producao.ufrgs.br Lucimara

Leia mais

3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos

3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos 3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos Este capítulo tem como objetivo a apresentação das principais ferramentas e metodologias de gerenciamento de riscos em projetos, as etapas do projeto onde o processo

Leia mais

Proposta do novo Projeto Pedagógico do Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Núcleo Docente Estruturante (NDE)

Proposta do novo Projeto Pedagógico do Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Núcleo Docente Estruturante (NDE) Proposta do novo Projeto Pedagógico do Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Núcleo Docente Estruturante (NDE) 20/05/2015 Agenda 1 2 3 4 5 6 Introdução e Motivação Resultados da

Leia mais

INTEGRAÇÃO DA SEGURANÇA NO TRABALHO AO PROCESSO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL

INTEGRAÇÃO DA SEGURANÇA NO TRABALHO AO PROCESSO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL 21 INTEGRAÇÃO DA SEGURANÇA NO TRABALHO AO PROCESSO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL Tarcisio Abreu Saurin, MSc. Laboratório de Otmização de Processos e Produtos (LOPP) Doutorando

Leia mais

AVALIAÇÃO POSTURAL NAS ENFERMARIAS DA CLÍNICA CIRÚRGICA DE UM HOSPITAL EM SÃO LUÍS, MA.

AVALIAÇÃO POSTURAL NAS ENFERMARIAS DA CLÍNICA CIRÚRGICA DE UM HOSPITAL EM SÃO LUÍS, MA. AVALIAÇÃO POSTURAL NAS ENFERMARIAS DA CLÍNICA CIRÚRGICA DE UM HOSPITAL EM SÃO LUÍS, MA. Gabriela Sousa Ribeiro, Mestranda em Design (UFPE), gabi_s_r@hotmail.com Raimundo Lopes Diniz, DSc., diniz@ufma.br

Leia mais

3 METODOLOGIA DA PESQUISA

3 METODOLOGIA DA PESQUISA 3 METODOLOGIA DA PESQUISA O objetivo principal deste estudo, conforme mencionado anteriormente, é identificar, por meio da percepção de consultores, os fatores críticos de sucesso para a implementação

Leia mais

No Estágio Curricular Supervisionado em História II a carga horária será de: Teoria- 40h/aula e Prática - 60h: Estágio de regência na escola.

No Estágio Curricular Supervisionado em História II a carga horária será de: Teoria- 40h/aula e Prática - 60h: Estágio de regência na escola. UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA CURSO DE HISTÓRIA/LICENCIATURA MANUAL DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO EM HISTÓRIA Apresentação O Estágio Curricular Supervisionado

Leia mais

REVIL - Relatório de Vista In Loco CAMPUS II Unidade Barra da Tijuca

REVIL - Relatório de Vista In Loco CAMPUS II Unidade Barra da Tijuca Contextualização da Visita: REVIL - Relatório de Vista In Loco CAMPUS II Unidade Barra da Tijuca Endereço: Avenida Ayrton Senna, 3.383, Barra da Tijuca Rio de Janeiro Gestor: Charles da Silva Souto Número

Leia mais

Gestão Ergonômica e Programas de Ergonomia na Empresa

Gestão Ergonômica e Programas de Ergonomia na Empresa Gestão Ergonômica e Programas de Ergonomia na Empresa Ms. João Eduardo de Azevedo Vieira Fisioterapeuta (PUC-PR / 2000) Esp. Fisiologia do Exercício e do Desporto (IBPEX / 2001) Esp. Fisioterapia do Trabalho

Leia mais

Praticando o Conceito de Inteligência Estratégica Antecipativa (IEA) em uma Empresa de Software Médico

Praticando o Conceito de Inteligência Estratégica Antecipativa (IEA) em uma Empresa de Software Médico Praticando o Conceito de Inteligência Estratégica Antecipativa (IEA) em uma Empresa de Software Médico Pedro Freitas pedrof86@terra.com.br Henrique Freitas hf@ea.ufrgs.br Raquel Janissek-Muniz rjmuniz@ea.ufrgs.br

Leia mais

PROCESSOS DE PLANEJAMENTO E GERENCIAMENTO DE PROJETOS

PROCESSOS DE PLANEJAMENTO E GERENCIAMENTO DE PROJETOS 1 Ficha Técnica Proposto por: Presidente Des. Cássio Rodolfo Sbarzi Guedes Vice-Presidente Des. Marcos Alaor Diniz Grangeia Corregedor-Geral da Justiça Des. Paulo Kiyochi Mori Coordenação Juiz Francisco

Leia mais

PESQUISA DE SATISFAÇÃO 2009

PESQUISA DE SATISFAÇÃO 2009 PESQUISA DE SATISFAÇÃO 2009 Realização: Elaboração: Premissas A Percepção do Cliente Qualidade do e das instalações, Acesso Relacionamento com o Setor (expectativas) Apoio do SindusCon-SP Objetivos Explicitar

Leia mais

CONDIÇÕES DE TRABALHO E SAÚDE DOS FUNCIONÁRIOS DE UM HOTEL DE SINOP-MT

CONDIÇÕES DE TRABALHO E SAÚDE DOS FUNCIONÁRIOS DE UM HOTEL DE SINOP-MT CONDIÇÕES DE TRABALHO E SAÚDE DOS FUNCIONÁRIOS DE UM HOTEL DE SINOP-MT JONATHA TENUTTI, FRANCIANNE BARONI ZANDONADI Bacharel em Engenheira Florestal (UFMT) e Estudante de Pós Graduação em Engenharia e

Leia mais

Correlação entre os requisitos do Sistema de Gestão do Programa Atuação Responsável e o Responsible Care Management System Requirements - ACC

Correlação entre os requisitos do Sistema de Gestão do Programa Atuação Responsável e o Responsible Care Management System Requirements - ACC Correlação entre os requisitos do Sistema de Gestão do Programa Atuação Responsável e o Responsible Care Management System Requirements - ACC Sistema de Gestão do AR 2012 - ABIQUIM Responsible Care Management

Leia mais

Pesquisa Perfil das Empresas de Consultoria no Brasil

Pesquisa Perfil das Empresas de Consultoria no Brasil Pesquisa Perfil das Empresas de Consultoria no Brasil 2014 Objetivo Metodologia Perfil da Empresa de Consultoria Características das Empresas Áreas de Atuação Honorários Perspectivas e Percepção de Mercado

Leia mais

Análise de Regressão. Tópicos Avançados em Avaliação de Desempenho. Cleber Moura Edson Samuel Jr

Análise de Regressão. Tópicos Avançados em Avaliação de Desempenho. Cleber Moura Edson Samuel Jr Análise de Regressão Tópicos Avançados em Avaliação de Desempenho Cleber Moura Edson Samuel Jr Agenda Introdução Passos para Realização da Análise Modelos para Análise de Regressão Regressão Linear Simples

Leia mais

Engenharia de Software Questionário sobre Engenharia de Requisitos Resolvido Prof. MSc Wagner Siqueira Cavalcante

Engenharia de Software Questionário sobre Engenharia de Requisitos Resolvido Prof. MSc Wagner Siqueira Cavalcante 1 - Q193183 ( Prova: FCC - 2011 - TRT - 19ª Região (AL) - Analista Judiciário - Tecnologia da Informação / Engenharia de Software / Análise de Requisitos; Engenharia de Requisitos; ) De acordo com Sommerville,

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE PELOS USUÁRIOS ANO II SÃO PAULO 2013

AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE PELOS USUÁRIOS ANO II SÃO PAULO 2013 1 AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE PELOS USUÁRIOS ANO II SÃO PAULO Temas 2 Objetivo e metodologia Utilização dos serviços do plano de saúde e ocorrência de problemas Reclamação ou recurso contra o plano de

Leia mais

UMA PLANILHA PARA ANÁLISE DE RISCO EM DUTOVIAS APLICANDO O MÉTODO DE MUHLBAUER

UMA PLANILHA PARA ANÁLISE DE RISCO EM DUTOVIAS APLICANDO O MÉTODO DE MUHLBAUER UMA PLANILHA PARA ANÁLISE DE RISCO EM DUTOVIAS APLICANDO O MÉTODO DE MUHLBAUER José Luiz de França Freire DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO Alberto

Leia mais

Qualidade de. Software. Definições. Qualidade do Produto ISO 9126. Processo de. Software. Modelo de Processo de. Software CMM SPICE ISO 12207

Qualidade de. Software. Definições. Qualidade do Produto ISO 9126. Processo de. Software. Modelo de Processo de. Software CMM SPICE ISO 12207 Qualidade de : Visão Geral ISO 12207: Estrutura s Fundamentais Aquisição Fornecimento s de Apoio Documentação Garantia de Qualidade Operação Desenvolvimento Manutenção Verificação Validação Revisão Conjunta

Leia mais

Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor

Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor Resumo: A finalidade desse documento é apresentar o projeto de planejamento

Leia mais

Como vai a Governança de TI no Brasil? Resultados de pesquisa com 652 profissionais

Como vai a Governança de TI no Brasil? Resultados de pesquisa com 652 profissionais Fórum de Governança Tecnologia e Inovação LabGTI/UFLA Como vai a Governança de TI no Brasil? Resultados de pesquisa com 652 profissionais Pamela A. Santos pam.santos91@gmail.com Paulo H. S. Bermejo bermejo@dcc.ufla.br

Leia mais

PESQUISA DE SATISFAÇÃO

PESQUISA DE SATISFAÇÃO PESQUISA DE SATISFAÇÃO Departamento de Tecnologia da Informação do Grupo Bertin Out 2011 A Pesquisa de Satisfação é uma das mais importantes ferramentas de Gestão Empresarial. O objetivo desta Pesquisa

Leia mais

Uma proposta de Processo de Aquisição de Software para uma Instituição Federal de Ensino

Uma proposta de Processo de Aquisição de Software para uma Instituição Federal de Ensino Universidade Federal do Pará Campus Universitário de Castanhal Faculdade de Sistemas de Informação Uma proposta de Processo de Aquisição de Software para uma Instituição Federal de Ensino Elisiane M. Soares,

Leia mais

Engenharia de Produção: Grande área e diretrizes curriculares

Engenharia de Produção: Grande área e diretrizes curriculares ABEPRO Associação Brasileira de Engenharia de Produção DOCUMENTO NÃO CONCLUÍDO Engenharia de Produção: Grande área e diretrizes curriculares Documento elaborado nas reuniões do grupo de trabalho de graduação

Leia mais

METODOLOGIA PARA PROJETO DE INTERFACES E EQUIPAMENTOS NUCLEARES COM ABORDAGEM CENTRADA NOS USUÁRIOS E NA SUA ATIVIDADE

METODOLOGIA PARA PROJETO DE INTERFACES E EQUIPAMENTOS NUCLEARES COM ABORDAGEM CENTRADA NOS USUÁRIOS E NA SUA ATIVIDADE 6 Disponibilizado no endereço http://www.acaoergonomica.ergonomia.ufrj.br Ação Ergonômica vol 3 nº. 1 (2007) pp. 01-06 METODOLOGIA PARA PROJETO DE INTERFACES E EQUIPAMENTOS NUCLEARES COM ABORDAGEM CENTRADA

Leia mais

Pesquisa Semesp 2009. Índice de Imagem e Reputação

Pesquisa Semesp 2009. Índice de Imagem e Reputação Pesquisa Semesp 2009 Índice de Imagem e Reputação Uma ferramenta estratégica para a qualidade de mercado Desvendar qual é a real percepção de seus públicos estratégicos com relação à atuação das instituições

Leia mais

Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Desenvolvendo o Plano de Gerenciamento do Projeto. Coletando Requisitos. Declarando

Leia mais

CEMIG SAÚDE Prestadores de serviços

CEMIG SAÚDE Prestadores de serviços CEMIG SAÚDE Prestadores de serviços Maio de 2014 2 A pesquisa Amostra 639 entrevistas A PESQUISA Intervalo de confiança 95% Margem de erro 7% por segmento Data da coleta 13 a 22 de Maio de 2014 3 DESCRIÇÃO

Leia mais

Aimportância do levantamento de informações e pesquisa na publicidade

Aimportância do levantamento de informações e pesquisa na publicidade Aimportância do levantamento de informações e pesquisa na publicidade UNIBAN Unidade Marte Disciplina: Planejamento de Campanha Prof. Me. Francisco Leite Aulas: 07.04.11 Agenda: A importância do levantamento

Leia mais

CURSO ADMINISTRAÇÃO PROJETO INTEGRADOR 2014-1 TURMAS: AG03TA-AG03NA-AG04NA-AG05NA AG06NA-AG07TA-AG07NA

CURSO ADMINISTRAÇÃO PROJETO INTEGRADOR 2014-1 TURMAS: AG03TA-AG03NA-AG04NA-AG05NA AG06NA-AG07TA-AG07NA CURSO ADMINISTRAÇÃO PROJETO INTEGRADOR 2014-1 TURMAS: AG03TA-AG03NA-AG04NA-AG05NA AG06NA-AG07TA-AG07NA 1. TEMA: Empreendedorismo e Inovação nas Organizações: o diferencial competitivo. As empresas buscam

Leia mais

ELABORAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO

ELABORAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO CAPÍTULO 02 ELABORAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO Simplificação Administrativa Planejamento da Simplificação Pré-requisitos da Simplificação Administrativa Elaboração do Plano de Trabalho Mapeamento Mapeamento

Leia mais

TÍTULO: IDOSO E LAZER: CONCEPÇÃO, BENEFÍCIOS E DIFICULDADES DE MORADORES DE SÃO PAULO

TÍTULO: IDOSO E LAZER: CONCEPÇÃO, BENEFÍCIOS E DIFICULDADES DE MORADORES DE SÃO PAULO TÍTULO: IDOSO E LAZER: CONCEPÇÃO, BENEFÍCIOS E DIFICULDADES DE MORADORES DE SÃO PAULO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PSICOLOGIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU

Leia mais

ENTREVISTAS OBJETIVOS:

ENTREVISTAS OBJETIVOS: ENTREVISTAS 1 CONCEITO: Encontro entre duas pessoas, com vistas a que uma delas obtenha informações a respeito de determinado assunto, utilizando-se para isto de uma conversação de natureza técnico-profissional.

Leia mais

Qualidade de Software

Qualidade de Software Rafael D. Ribeiro, M.Sc. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br A expressão ISO 9000 (International Organization for Standardization) designa um grupo de normas técnicas que estabelecem

Leia mais

Pesquisa Clima Organizacional 2009. Relatório Embrapa Gado de Corte

Pesquisa Clima Organizacional 2009. Relatório Embrapa Gado de Corte Pesquisa Clima Organizacional 2009 Relatório Embrapa Gado de Corte 1. Fundamentação Teórica A Pesquisa de Cultura e Clima Organizacional é um instrumento de levantamento de informações, utilizado para

Leia mais

PERCEPÇÃO DOS ALUNOS EM RELAÇÃO ÀS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO LASALLE UNILASALLE

PERCEPÇÃO DOS ALUNOS EM RELAÇÃO ÀS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO LASALLE UNILASALLE 1 PERCEPÇÃO DOS ALUNOS EM RELAÇÃO ÀS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO LASALLE UNILASALLE Jesse Alencar da Silva Centro Universitário La Salle (UNILASALLE-RS)

Leia mais

ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI)

ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI) ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI) APARECIDA DE GOIÂNIA 2014 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Áreas de processo por

Leia mais

Norma ERG BR 1001 Competências Essenciais para os Ergonomistas Certificados 1

Norma ERG BR 1001 Competências Essenciais para os Ergonomistas Certificados 1 ABERGO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ERGONOMIA Norma ERG BR 1001 Competências Essenciais para os Ergonomistas Certificados 1 Aprovada na Assembléia Geral Ordinária da ABERGO [4 de setembro de 2002 Recife, Pernambuco]

Leia mais

Estatística Aplicada. Gestão de TI. Evanivaldo Castro Silva Júnior

Estatística Aplicada. Gestão de TI. Evanivaldo Castro Silva Júnior Gestão de TI Evanivaldo Castro Silva Júnior Porque estudar Estatística em um curso de Gestão de TI? TI trabalha com dados Geralmente grandes bases de dados Com grande variabilidade Difícil manipulação,

Leia mais

A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E SATISFAÇÃO: UM ESTUDO MULTI-CASOS COM OS FUNCIONÁRIOS DAS EMPRESAS DO SISTEMA S

A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E SATISFAÇÃO: UM ESTUDO MULTI-CASOS COM OS FUNCIONÁRIOS DAS EMPRESAS DO SISTEMA S A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E SATISFAÇÃO: UM ESTUDO MULTI-CASOS COM OS FUNCIONÁRIOS DAS EMPRESAS DO SISTEMA S Marcos Henrique Pazini (Pós-Graduado da UNICENTRO), Sílvio Roberto Stefano (Orientador),

Leia mais

3 ORIGENS E CONCEITUAÇÃO DA ERGONOMIA

3 ORIGENS E CONCEITUAÇÃO DA ERGONOMIA De acordo com dados da Ergonomics Research Society, Inglaterra, a Ergonomia é o estudo do relacionamento entre o homem e o seu trabalho, equipamento e ambiente, e particularmente a aplicação dos conhecimentos

Leia mais

ANEXO X DIAGNÓSTICO GERAL

ANEXO X DIAGNÓSTICO GERAL ANEXO X DIAGNÓSTICO GERAL 1 SUMÁRIO DIAGNÓSTICO GERAL...3 1. PREMISSAS...3 2. CHECKLIST...4 3. ITENS NÃO PREVISTOS NO MODELO DE REFERÊNCIA...11 4. GLOSSÁRIO...13 2 DIAGNÓSTICO GERAL Este diagnóstico é

Leia mais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2008

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2008 Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2008 Brasília DF 2009 SUMÁRIO LISTA DE TABELAS... 3 APRESENTAÇÃO...

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA RELATÓRIO SINTÉTICO - CLIMA ORGANIZACIONAL 2014

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA RELATÓRIO SINTÉTICO - CLIMA ORGANIZACIONAL 2014 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA RELATÓRIO SINTÉTICO - CLIMA ORGANIZACIONAL 2014 Natal, outubro de 2014 DESEMBARGADOR PRESIDENTE ADERSON SILVINO JUÍZES RESPONSÁVEIS

Leia mais

A RESPONSABILIDADE SOCIAL COMO CONTRIBUIDORA PARA O APRIMORAMENTO DA INTERAÇÃO HUMANA - UM ESTUDO DE CASO 1

A RESPONSABILIDADE SOCIAL COMO CONTRIBUIDORA PARA O APRIMORAMENTO DA INTERAÇÃO HUMANA - UM ESTUDO DE CASO 1 A RESPONSABILIDADE SOCIAL COMO CONTRIBUIDORA PARA O APRIMORAMENTO DA INTERAÇÃO HUMANA - UM ESTUDO DE CASO 1 BACH, Cláudia 2 ; MARTINS, Ana 3, GODOY, Leoni 4 1 Artigo apresentado no XV Simpósio de Ensino,

Leia mais

2.10 Um Framework para Avaliação da Implantação do MR MPS em Grupos Cooperados de Empresas

2.10 Um Framework para Avaliação da Implantação do MR MPS em Grupos Cooperados de Empresas 2.10 Um Framework para Avaliação da mplantação do MR MPS em Grupos Cooperados de Empresas Rafael Prikladnicki (PUCRS) rafaelp@pucrs.br Odisnei Galarraga odisnei@swprocess.com.br Agenda 1. Contexto, objetivos

Leia mais

VIGILÂNCIA DA SAÚDE DO TRABALHADOR NO SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE PORTO ALEGRE: A OPERAÇÃO DE OLHO NA SAÚDE

VIGILÂNCIA DA SAÚDE DO TRABALHADOR NO SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE PORTO ALEGRE: A OPERAÇÃO DE OLHO NA SAÚDE VIGILÂNCIA DA SAÚDE DO TRABALHADOR... 187 VIGILÂNCIA DA SAÚDE DO TRABALHADOR NO SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE PORTO ALEGRE: A OPERAÇÃO DE OLHO NA SAÚDE WORKER S HEALTH SURVEILLANCE AT THE BANK WORKERS UNION

Leia mais

5 Conclusão e discussões

5 Conclusão e discussões 5 Conclusão e discussões O presente estudo procurou entender melhor o universo dos projetos de patrocínio de eventos, principalmente com o objetivo de responder a seguinte questão: quais são as principais

Leia mais

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL.

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. ÁREA TEMÁTICA: Enfermagem O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. CARVALHO, Sancherleny Bezerra de. Acadêmica do 6º período

Leia mais

fagury.com.br. PMBoK 2004

fagury.com.br. PMBoK 2004 Este material é distribuído por Thiago Fagury através de uma licença Creative Commons 2.5. É permitido o uso e atribuição para fim nãocomercial. É vedada a criação de obras derivadas sem comunicação prévia

Leia mais

IMPLANTAÇÃO E TREINAMENTO NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS ESTUDO DE CASO

IMPLANTAÇÃO E TREINAMENTO NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS ESTUDO DE CASO 503 IMPLANTAÇÃO E TREINAMENTO NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS ESTUDO DE CASO Christina Garcia(1); Franciane Formighieri(2); Taciana Tonial(3) & Neimar Follmann(4)(1) Acadêmica do 4º Ano do Curso de

Leia mais

Código de prática para a gestão da segurança da informação

Código de prática para a gestão da segurança da informação Código de prática para a gestão da segurança da informação Edição e Produção: Fabiano Rabaneda Advogado, professor da Universidade Federal do Mato Grosso. Especializando em Direito Eletrônico e Tecnologia

Leia mais

Experiência: REDUÇÃO DA TAXA DE CANCELAMENTO DE CIRURGIAS ATRAVÉS DA OTIMIZAÇÃO DO PROCESSO ASSISTENCIAL

Experiência: REDUÇÃO DA TAXA DE CANCELAMENTO DE CIRURGIAS ATRAVÉS DA OTIMIZAÇÃO DO PROCESSO ASSISTENCIAL Experiência: REDUÇÃO DA TAXA DE CANCELAMENTO DE CIRURGIAS ATRAVÉS DA OTIMIZAÇÃO DO PROCESSO ASSISTENCIAL Hospital de Clínicas de Porto Alegre Ministério da Educação Responsável: Sérgio Carlos Eduardo Pinto

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

ENFERMAGEM FACULDADE MARIA MILZA. Município: CRUZ DAS ALMAS

ENFERMAGEM FACULDADE MARIA MILZA. Município: CRUZ DAS ALMAS ENFERMAGEM FACULDADE MARIA MILZA Município: CRUZ DAS ALMAS O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) apresenta o Relatório do Curso com os resultados do Exame Nacional

Leia mais

Metodologia da Pesquisa

Metodologia da Pesquisa BACHARELADO EM ENFERMAGEM TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I Prof. Me. Eurípedes Gil de França Metodologia da Pesquisa AULA 5 Refere-se ao como vou fazer a pesquisa. É a parte mecânica da pesquisa. Por meio

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO DE UMA DIRETORIA DE PROJETOS

CONTRIBUIÇÃO DE UMA DIRETORIA DE PROJETOS www.tecnologiadeprojetos.com.br Diretoria de Acompanhamento e Avaliação de Projetos da Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais DAPE/SEE-MG RELATÓRIO DE PESQUISA 1 : CONTRIBUIÇÃO DE UMA DIRETORIA

Leia mais

Auditoria de Sistemas Computacionais. Aula 03. Auditoria de Computadores 03/03/2005. Aula 3. Aula 3. Análise de riscos

Auditoria de Sistemas Computacionais. Aula 03. Auditoria de Computadores 03/03/2005. Aula 3. Aula 3. Análise de riscos Auditoria de Sistemas Computacionais Aula 0 Auditoria de Computadores 1 Análise de riscos A escolha do Ponto de Controle em termos de sua identificação, caracterização e hierarquização implica a tarefa

Leia mais

AVALIAÇÃO DA MOTIVAÇÃO

AVALIAÇÃO DA MOTIVAÇÃO 156 AVALIAÇÃO DA MOTIVAÇÃO COLABORADORES 1 RELATÓRIO FINAL 2012 ÍNDICE Nota Introdutória 3 Resultados obtidos Avaliação Geral 3 Avaliação por questão 5 Tabela de Sugestões apresentadas e respetivas ações

Leia mais

Proposta de um método para auditoria de projetos de desenvolvimento de software iterativo e incremental

Proposta de um método para auditoria de projetos de desenvolvimento de software iterativo e incremental Proposta de um método para auditoria de projetos de desenvolvimento de software iterativo e incremental Francisco Xavier Freire Neto 1 ; Aristides Novelli Filho 2 Centro Estadual de Educação Tecnológica

Leia mais

2.1 Os projetos que demonstrarem resultados (quádrupla meta) serão compartilhados na Convenção Nacional.

2.1 Os projetos que demonstrarem resultados (quádrupla meta) serão compartilhados na Convenção Nacional. O Prêmio Inova+Saúde é uma iniciativa da SEGUROS UNIMED que visa reconhecer as estratégias de melhoria e da qualidade e segurança dos cuidados com a saúde dos pacientes e ao mesmo tempo contribua com a

Leia mais

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA 2014/01 a 2014/02 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 1. Análise dos resultados

Leia mais

BANCO DE DADOS DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EM SAÚDE BEPSAÚDE TECNÓLOGO

BANCO DE DADOS DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EM SAÚDE BEPSAÚDE TECNÓLOGO Fundação Oswaldo Cruz Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio Laboratório do Trabalho e da Educação Profissional em Saúde Observatório dos Técnicos em Saúde BANCO DE DADOS DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

Leia mais

Uma Proposta de Tecnologia Embarcada na Internação Domiciliar Capítulo 5 Conclusões 133

Uma Proposta de Tecnologia Embarcada na Internação Domiciliar Capítulo 5 Conclusões 133 Capítulo 5 Conclusões 133 CAPÍTULO 5 CONCLUSÕES Neste capítulo são abordadas as conclusões traçadas no desenvolvimento e validação do SMD, e indicação de estudos futuros. Ressalta-se o atendimento aos

Leia mais

A importância do treinamento para a equipe de enfermagem. Enfª Mariângela B Ribeiro

A importância do treinamento para a equipe de enfermagem. Enfª Mariângela B Ribeiro A importância do treinamento para a equipe de enfermagem Enfª Mariângela B Ribeiro Pontos importantes Porquê treinar? Padronização dos processos Segurança na realização dos procedimentos Redução de custos

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS. RECONHECIDO conforme PORTARIA nº 295, de 25 de Junho de 2008.

CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS. RECONHECIDO conforme PORTARIA nº 295, de 25 de Junho de 2008. CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS RECONHECIDO conforme PORTARIA nº 295, de 25 de Junho de 2008. Título: Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Turno: Noturno

Leia mais

Etapas da Metodologia da Pesquisa Científica. Maria da Conceição Muniz Ribeiro Mestre em Enfermagem pela UERJ

Etapas da Metodologia da Pesquisa Científica. Maria da Conceição Muniz Ribeiro Mestre em Enfermagem pela UERJ Etapas da Metodologia da Pesquisa Científica Maria da Conceição Muniz Ribeiro Mestre em Enfermagem pela UERJ Metodologia da Pesquisa Cientifica Metodologia Como se procederá a pesquisa? Caminhos para se

Leia mais

PT03 - Qualidade de vida no trabalho (QVT)

PT03 - Qualidade de vida no trabalho (QVT) PT03 - Qualidade de vida no trabalho (QVT) BIBLIOGRAFIA Oliveira, Aristeu de. Manual de Salários e Benefícios. 1. ed. São Paulo : Atlas, 2006. Cap. 20 pág. 71 a 73. MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Teoria

Leia mais

SEMINÁRIO SÔBRE SUPERVISÃO EM ENFERMAGEM (1)

SEMINÁRIO SÔBRE SUPERVISÃO EM ENFERMAGEM (1) SEMINÁRIO SÔBRE SUPERVISÃO EM ENFERMAGEM (1) Odete Barros de ANDRADE (2) Nilce PIVA (2) ANDRADE, O. B. de & PIVA, N. Seminário sôbre supervisão em enfermagem. Rev. Saúde públ., S. Paulo, 3(2): 233-241,

Leia mais

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS Maria Vitória Marim Ferraz Pinto da SILVA Eng., Mestranda pela Universidade Federal de São Carlos. Rodovia Washington Luiz,

Leia mais

OBJETIVO 2 APLICAÇÃO 3 ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES 4 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 5 TERMINOLOGIA 6 DESCRIÇÃO DO PROCESSO DE GESTÃO DE MUDANÇAS

OBJETIVO 2 APLICAÇÃO 3 ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES 4 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 5 TERMINOLOGIA 6 DESCRIÇÃO DO PROCESSO DE GESTÃO DE MUDANÇAS Impresso em 26/08/2015 10:31:18 (Sem título Aprovado ' Elaborado por Daniel Trindade/BRA/VERITAS em 01/11/2013 Verificado por Cintia Kikuchi em 04/11/2013 Aprovado por Americo Venturini/BRA/VERITAS em

Leia mais

CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2010

CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2010 1 CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2010 O Censo da Educação Superior, realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), constitui se em importante instrumento

Leia mais

Ergonomia Cognitiva. Ergonomia Cognitiva: conteúdo 4/7/2010. Ergonomia Cognitiva: metas do módulo

Ergonomia Cognitiva. Ergonomia Cognitiva: conteúdo 4/7/2010. Ergonomia Cognitiva: metas do módulo Parte 1 Pós-Graduação em Ergonomia Profª Rosimeire Sedrez Bitencourt, Drª Eng 10 e 11 de Abril de 2010 : conteúdo Parte 1 Parte 2 Parte 3 Parte 4 Parte 5 Histórico e conceitos básicos de. i. Percepção

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA EXECUTIVA

MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA EXECUTIVA PROGRAMA DE MODERNIZAÇÃO INTEGRADA DO MINISTÉRIO DA FAZENDA - PMIMF MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA EXECUTIVA ATORES DA REDE DE INOVAÇÃO 2 O MODELO CONTEMPLA: Premissas e diretrizes de implementação Modelo

Leia mais

Renato da Silva SOLANO

Renato da Silva SOLANO INDICADORES OPERACIONAIS DE PRODUTIVIDADE E QUALIDADE PARA EDIFICAÇÕES DE ALTO PADRÃO NA CIDADE DE PORTO ALEGRE: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO DE LEVANTAMENTO NA FASE DE PROJETO E RELACIONAMENTO COM A FUNÇÃO

Leia mais

NBR ISO 14011 - DIRETRIZES PARA AUDITORIA AMBIENTAL - PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA - AUDITORIA DE SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL

NBR ISO 14011 - DIRETRIZES PARA AUDITORIA AMBIENTAL - PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA - AUDITORIA DE SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL NBR ISO 14011 - DIRETRIZES PARA AUDITORIA AMBIENTAL - PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA - AUDITORIA DE SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL Sumário 1. Objetivo e campo de aplicação...2 2. Referências normativas...2 3.

Leia mais

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI FINANÇAS EM PROJETOS DE TI 2012 Material 1 Prof. Luiz Carlos Valeretto Jr. 1 E-mail valeretto@yahoo.com.br Objetivo Objetivos desta disciplina são: reconhecer as bases da administração financeira das empresas,

Leia mais

12/09/2015. Conceituação do SIG. Introdução. Sistemas de Informações Gerenciais Terceira Parte

12/09/2015. Conceituação do SIG. Introdução. Sistemas de Informações Gerenciais Terceira Parte Sistemas de Informações Gerenciais Terceira Parte Prof. William C. Rodrigues Copyright 2015. Todos direitos reservados. Atualizado em setembro de 2015 Conceituação do SIG Introdução Nessa fase o executivo

Leia mais

Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014.

Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014. Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014. O Presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep),

Leia mais

INSTITUTO LONG TAO METODOLOGIA CIENTÍFICA

INSTITUTO LONG TAO METODOLOGIA CIENTÍFICA INSTITUTO LONG TAO METODOLOGIA CIENTÍFICA Profa. Ms. Rose Romano Caveiro CONCEITO E DEFINIÇÃO É um conjunto de abordagens, técnicas e processos utilizados pela ciência para formular e resolver problemas

Leia mais

INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE PARA INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR: O

INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE PARA INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR: O IV Simpósio sobre Gestão Empresarial e Sustentabilidade: Negócios Sociais e seus Desafios 24 e 25 de novembro de 2015 Campo Grande-MS Universidade Federal do Mato Grosso do Sul INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE

Leia mais

ESTUDO DE CASO: IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE CONTROLE ERGONÔMICO EM UMA INDÚSTRIA TÊXTIL

ESTUDO DE CASO: IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE CONTROLE ERGONÔMICO EM UMA INDÚSTRIA TÊXTIL ESTUDO DE CASO: IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE CONTROLE ERGONÔMICO EM UMA INDÚSTRIA TÊXTIL Márcio Alves Marçal 1,2, Ph.D. Cláudia Ferreira Mazzoni 2, Ph.D. Aguinaldo Diniz Filho 3 1 Centro Universitário

Leia mais

Laura de Sousa Mendonça 1. Patrícia de Souza Costa 2 RESUMO

Laura de Sousa Mendonça 1. Patrícia de Souza Costa 2 RESUMO 1 Percepção de Discentes e Docentes sobre o Uso do Moodle no Ensino Presencial: o caso do Curso de Ciências Contábeis de uma Universidade Pública Mineira RESUMO Laura de Sousa Mendonça 1 Patrícia de Souza

Leia mais

Projeto de Ações de Melhoria

Projeto de Ações de Melhoria DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE LISBOA E VALE DO TEJO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALVES REDOL, VILA FRANCA DE XIRA- 170 770 SEDE: ESCOLA SECUNDÁRIA DE ALVES REDOL 400 014 Projeto de Ações de Melhoria 2012/2013

Leia mais

ENADE NO EaD: CST GESTÃO DA PODUÇÃO INDUSTRIAL INADEQUAÇÕES DOS CRITÉRIOS

ENADE NO EaD: CST GESTÃO DA PODUÇÃO INDUSTRIAL INADEQUAÇÕES DOS CRITÉRIOS 1 ENADE NO EaD: CST GESTÃO DA PODUÇÃO INDUSTRIAL INADEQUAÇÕES DOS CRITÉRIOS Curitiba, maio/2010 ROBSON SELEME - Universidade Federal do Paraná - robsonseleme@hotmail.com ALESSANDRA DE PAULA - Faculdade

Leia mais

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios Pequenas e Médias Empresas no Canadá Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios De acordo com a nomenclatura usada pelo Ministério da Indústria do Canadá, o porte

Leia mais

A pesquisa de campo foi realizada com questões para os núcleos administrativo, pessoal e acadêmico e procura explorar duas situações distintas:

A pesquisa de campo foi realizada com questões para os núcleos administrativo, pessoal e acadêmico e procura explorar duas situações distintas: 4 Pesquisa de campo Neste capitulo será apresentado o resultado dos questionários da pesquisa de campo que serviu para o estudo de caso. A coleta de dados será dividida em: Núcleo administrativo Núcleo

Leia mais

ANÁLISE DE RELATOS DE PAIS E PROFESSORES DE ALUNOS COM DIAGNÓSTICO DE TDAH

ANÁLISE DE RELATOS DE PAIS E PROFESSORES DE ALUNOS COM DIAGNÓSTICO DE TDAH Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 660 ANÁLISE DE RELATOS DE PAIS E PROFESSORES DE ALUNOS COM DIAGNÓSTICO DE TDAH Camila Rodrigues Costa 1, 2 Matheus

Leia mais