José Alexandre Cavalcanti Vasco Superintendente de Proteção e Orientação aos Investidores Comissão de Valores Mobiliários

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "José Alexandre Cavalcanti Vasco Superintendente de Proteção e Orientação aos Investidores Comissão de Valores Mobiliários"

Transcrição

1 José Alexandre Cavalcanti Vasco Superintendente de Proteção e Orientação aos Investidores Comissão de Valores Mobiliários

2 Origem e escolhas Origem: Deliberação COREMEC nº 3 de 31 de maio de 2007 Escolhas: aproveitar lições experiência internacional (2006) e adaptar à realidade nacional. Participação da sociedade desde o início (membros auxiliares do Grupo de Trabalho): Articulação institucional Viabilização de iniciativas Compromisso com a execução Liderança: centralizada x compartilhada.

3 Educação Financeira a Educação Financeira é o processo mediante o qual os indivíduos e as sociedades melhoram sua compreensão dos conceitos e dos produtos financeiros, de maneira que, com informação, formação e orientação claras, adquiram os valores e as competências necessários para se tornarem conscientes das oportunidades e dos riscos neles envolvidos e, então, façam escolhas bem informados, saibam onde procurar ajuda, adotem outras ações que melhorem o seu bem-estar, contribuindo, assim, de modo consistente para formação de indivíduos e sociedades responsáveis, comprometidos com o futuro. * (Plano Diretor da Estratégia Nacional de Educação Financeira, ENEF, p. 23). * Adaptado a partir da definição da OECD (2005), Improving Financial Literacy: Analysis of Issues and Policies.

4 Linha do Tempo ENEF ( ) Constituição GT GT COREMEC: instituição (MAI) e funcionamento (JUN) Proposição Proposta ENEF aprovada Coremec Instituição novo GT implementação Estruturas CONEF (05/05) Plano Diretor ENEF Lançamento ENEF Comissão Perman. Normas Orientação Educação Financeira Adultos Cria iniciativa Semana Nac. Educ. Financeira Convênio AEF (28/12) Funcionamento GT Vida&Dinheiro (Ago/08) Pesq. Grau Educação Inventário ações INFE(Mar /Set - AB) Início redação ENEF Implementação Decreto 7.397/10 Estrutura/Normas CAF e GAP GT CONEF/MDS Norma Mat. Didático Plano Ação AEF 2013/14 Execução Mapeamento Iniciat. E plataforma aberta EF Semana ENEF Normas Selo, diret. e repres. + Vida&Dinheiro.

5 Educação Financeira nas Escolas CONCEPÇÃO PROJETO PILOTO COREMEC Jan06: criação Grupo de apoio pedagógico: MEC, GT, setor educacional. Programa EF Plano de ação da EF nas escolas (3.1). Proposta ENEF Aprovada pelo COREMEC. Avaliação Banco Mundial apoia. Jan 2006 Nov 2007 Mai 2008 Set 2008 Jan 2009 Mai 2009 Jun 2009 Jul 2009 Nov 2009 Dez 2009 GT-Coremec Propor uma enef. Coord.: CVM Orientações para EF nas Escolas: aprovada Seminário no BCB/Brasília. Piloto Início criação de materiais didáticos, estratégia de disseminação e de avaliação de piloto. GT2-Coremec Implementar ENEF e dar continuidade ações. Coord.: SUSEP Secretarias Início de contatos com Secretarias de Educação.

6 Educação Financeira nas Escolas CAPACITAÇÃO Mai-Jul10: presencial e e- learning Avaliação CONCEPÇÃO CONCEPCIÓN Antes do início das aulas. 2ª Avaliação Do primeiro semestre (Bloco 01) PROJETO PILOTO Resultados Preliminares divulgados no RJ. Transferência Coordenação Da CVM para a Assoc. Brasileira de Educ. Financ. Mai 2010 Jun 2010 Ago 2010 Set 2010 Dez 2010 Abr 2011 Mai 2011 Nov 2011 Dez 2011 Jun 2012 Ensino Fund. Início construção do projeto pedagógico e material didático. Material Didático Conclusão dos Blocos 2 e 3. Capacitação Início capacitação blocos 02 e 03. 3ª Avaliação Após Blocos 02 e 03. Resultados Divulgados em SP. ENEF instituída Decreto 7.397

7 Decreto 7.397/10 Estrutura ENEF (2014) 7 Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF) Comissão Permanente (CP) Escolas Grupo de Apoio Pedagógico (GAP) Comitê Acompanhamento e Fiscalização (CAF) Programas Transversais Governo Programas Setoriais* Sociedade Associação Brasileira de EF Escolas Outros *Previdência, Crédito, Seguros, Investimentos etc.

8 Finalidades (art. 1º Decreto 7.397/10) promover a educação financeira e previdenciária; e contribuir para: o fortalecimento da cidadania, a eficiência e solidez do sistema financeiro nacional, e a tomada de decisões conscientes por parte dos consumidores.

9 Diretrizes (art. 2º Decreto 7.397/10) atuação permanente e em âmbito nacional; gratuidade das ações de educação financeira; prevalência do interesse público; atuação por meio de informação, formação e orientação; centralização da gestão e descentralização da execução das atividades; formação de parcerias com órgãos e entidades públicas e instituições privadas; e avaliação e revisão periódicas e permanentes.

10 PLANO DIRETOR Subgrupos por capítulo: responsável (titular) e membros auxiliares (coordenador). Seção I Seção II Seção III Seção IV Seção V Anexos Introdução Cenários e Desafios para a Educação Financeira Proposta de Atuação 3.1 Educação financeira nas escolas Educação financeira para adultos Governança da ENEF Conclusão 1 Pesquisa Nacional do Grau de Educação Financeira 2 - Inventario de Ações de EF 3 Experiências Internacionais 4 Orientação para a Educação Financeira nas Escolas 5 - Programas Sectoriais (4) 6 Orientações para Educação Financeira de Adultos (2013) 10

11 Composição - Governo: CONEF 4 representantes da sociedade. Objetivo: definir planos, programas, ações e coordenar a execução da ENEF. Compete: promover a ENEF e estabelecer metas para o planejamento, financiamento, execução, avaliação e revisão da ENEF. Presidência rotativa (6 meses): BCB, CVM, PREVIC, SUSEP e MF. 11

12 GAP Composição: Representantes MEC, BCB, CVM, MF, PREVIC, SUSEP, Conselho Nacional de Educação (CNE) e instituições federais de ensino indicadas (MEC), até o limite de cinco, no máximo de uma por região geográfica do País. Convidados: CONSED e UNDIME. Objetivo: Assessorar o CONEF quanto aos aspectos pedagógicos relacionados com a educação financeira e previdenciária, é instituído. Presidente: MEC. 12

13 Semana ENEF O ENDEREÇO ONLINE

14 HOME

15 José Alexandre Cavalcanti Vasco

Brasília, 18.11.2010

Brasília, 18.11.2010 Brasília, 18.11.2010 1 COREMEC (2006) Comitê de Regulação e Fiscalização dos Mercados Financeiro, de Capitais, de Seguros, de Previdência e Capitalização. Grupo de Trabalho: setor privado (membros auxiliares

Leia mais

A CVM. Proteção e educação do investidor.

A CVM. Proteção e educação do investidor. A CVM. Proteção e educação do investidor. *Projeção Fonte: Fundação Getúlio Vargas - FGV Distribuição de Renda no Brasil Orientação e Educação Canal 1998-2014 (Jul) 2009 2013 Presencial 61.041 1.744 970

Leia mais

Poupança e investimento:

Poupança e investimento: Poupança e investimento: decisões que podem mudar a sua vida Júlio César Dahbar, CFP Comissão de Valores Mobiliários (CVM) 18/05/2016 Palestra na FACHO As opiniões e conclusões externadas nesta apresentação

Leia mais

Perspectivas de reestruturação do Ensino Médio no Brasil: a visão do Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Educação CONSED

Perspectivas de reestruturação do Ensino Médio no Brasil: a visão do Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Educação CONSED Perspectivas de reestruturação do Ensino Médio no Brasil: a visão do Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Educação CONSED JULIO GREGÓRIO FILHO SECRETARIO DE EDUCAÇÃO DF Como o CONSED vem atuando

Leia mais

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES Página 1 de 28 Atualização: da poupança jun/81 1 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00 26.708,00-0,000% - 26.708,00 26.708,00 26.708,00 jul/81 2 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00

Leia mais

Educação financeira no contexto escolar

Educação financeira no contexto escolar Educação financeira no contexto escolar Sueli Teixeira Mello e Caroline Stumpf Buaes Ministério da Educação do Brasil (MEC) Rio de Janeiro, 09/12/2015 Sumário 2 1. O papel institucional do Ministério da

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl Acum 14 set/11 15

Leia mais

SHELL BRASIL PETRÓLEO LTDA. PEA SHELL FASE 2

SHELL BRASIL PETRÓLEO LTDA. PEA SHELL FASE 2 SHELL BRASIL PETRÓLEO LTDA. PEA SHELL FASE 2 BIJUPIRÁ & SALEMA E PARQUE DAS CONCHAS Plano de Trabalho ANEXO B CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO NOVEMBRO DE 2013 CRONOGRAMA MENSAL DE 2012 Abr Mai Jun Jul Ago

Leia mais

Brasília (DF), 16 de maio de 2016.

Brasília (DF), 16 de maio de 2016. Brasília (DF), 16 de maio de 2016. Discurso do Diretor de Relacionamento Institucional e Cidadania e Diretor de Administração do Banco Central do Brasil, Luiz Edson Feltrim, na Cerimônia de Abertura da

Leia mais

O PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA

O PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA O PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA Transferência condicionada de renda Características Objetivos focalizado condicionado de livre utilização Alívio imediato da pobreza (renda) Ruptura do ciclo intergeracional da

Leia mais

CLXV Reunião Ordinária do Conselho Pleno da ANDIFES

CLXV Reunião Ordinária do Conselho Pleno da ANDIFES Presidência da República Secretaria de Governo Secretaria Nacional de Articulação Social CLXV Reunião Ordinária do Conselho Pleno da ANDIFES Natal RN, 27 de julho de 2017 Etapas da Agenda 2030 ETAPA DE

Leia mais

INICIATIVA DO ENSINO MÉDIO. Histórico e Ações do GT. Maio de 2017

INICIATIVA DO ENSINO MÉDIO. Histórico e Ações do GT. Maio de 2017 INICIATIVA DO ENSINO MÉDIO Histórico e Ações do GT Maio de 2017 INICIATIVA DO ENSINO MÉDIO DECLARAÇÃO DE ESCOPO Entendimento do contexto e proposta da iniciativa: CONTEXTO E NECESSIDADE OBJETIVO DA INICIATIVA

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA CONSULTORIA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO DA INICIATIVA DIÁLOGO EMPRESAS E POVOS INDIGENAS

TERMO DE REFERÊNCIA CONSULTORIA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO DA INICIATIVA DIÁLOGO EMPRESAS E POVOS INDIGENAS TERMO DE REFERÊNCIA CONSULTORIA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO DA INICIATIVA DIÁLOGO EMPRESAS E POVOS INDIGENAS (JULHO à DEZEMBRO DE 2017) I. Histórico e Contexto Em 2012, associações indígenas

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE ANGRA DOS REIS

CÂMARA MUNICIPAL DE ANGRA DOS REIS Estado do Rio de Janeiro CÂMARA MUNICIPAL DE ANGRA DOS REIS Gabinete do Vereador Thimoteo Cavalcanti Projeto de Resolução N.º004/2015 O Projeto de Resolução cria a Escola Legislativa da Câmara Municipal

Leia mais

PARTICIPAÇÃO DO SINAL EM ATIVIDADES POLÍTICAS CIDADANIA. Relatores da proposta: Paulo Eduardo de Freitas Laerte Silveira Porto

PARTICIPAÇÃO DO SINAL EM ATIVIDADES POLÍTICAS CIDADANIA. Relatores da proposta: Paulo Eduardo de Freitas Laerte Silveira Porto PARTICIPAÇÃO DO SINAL EM ATIVIDADES POLÍTICAS CIDADANIA Relatores da proposta: Paulo Eduardo de Freitas Laerte Silveira Porto EDUCAÇÃO FINANCEIRA PROPOSTA AUTOR: Laerte Silveira Porto Participação efetiva

Leia mais

Ricardo Dinarte Sandi Superintendência de Apoio à Gestão de Recursos Hídricos - ANA. Goiânia, 06 de agosto de 2008

Ricardo Dinarte Sandi Superintendência de Apoio à Gestão de Recursos Hídricos - ANA. Goiânia, 06 de agosto de 2008 Ricardo Dinarte Sandi Superintendência de Apoio à Gestão de Recursos Hídricos - ANA Goiânia, 06 de agosto de 2008 Convênio de Integração Plano de Bacia Cadastro Outorga Regularização Comitê de Bacia Agência

Leia mais

O Baobá. é a árvore da vida, e tem em si a mais profunda mensagem de sustentabilidade e prosperidade.

O Baobá. é a árvore da vida, e tem em si a mais profunda mensagem de sustentabilidade e prosperidade. O Baobá é a árvore da vida, e tem em si a mais profunda mensagem de sustentabilidade e prosperidade. Especializada em gestão e sociedade, com foco em sustentabilidade para os setores público e privado.

Leia mais

Agenda 2030 Brasil Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) Alinhamento de Políticas Públicas aos ODS

Agenda 2030 Brasil Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) Alinhamento de Políticas Públicas aos ODS Agenda 2030 Brasil Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) Alinhamento de Políticas Públicas aos ODS Construção da Agenda 2030 2012 2015 2000 ODM Agenda 2030 Brasil A Agenda 2030 visa ao alcance

Leia mais

Calendário Pós-graduação 2014 - Educação Infantil

Calendário Pós-graduação 2014 - Educação Infantil Calendário Pós-graduação 2014 - Educação Infantil Disciplina Data Início Data fim Atividade acadêmica ENTRADA 1 10/03/2014 20/12/2014 17/03/2014 24/03/2014 Gestão criativa e inovadora nas instituições

Leia mais

EDITAL N.º 262/2016 PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL: SELEÇÃO DE TUTOR PET CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

EDITAL N.º 262/2016 PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL: SELEÇÃO DE TUTOR PET CIÊNCIAS BIOLÓGICAS EDITAL N.º 262/216 PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL: SELEÇÃO DE TUTOR PET CIÊNCIAS BIOLÓGICAS O VICE-REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, torna pública

Leia mais

DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+

DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+ CALENDÁRIO, 2015 7 A JAN. 0 QUARTA -1-0.0018 7022.5 3750.3 1 QUINTA 0 +0.0009 7023.5 3751.3 2 SEXTA 1 +0.0037 7024.5 3752.3 3 SÁBADO 2 +0.0064 7025.5 3753.3 4 DOMINGO 3 +0.0091 7026.5 3754.3 5 SEGUNDA

Leia mais

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA N.6/2014 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA N.6/2014 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) Faculdade Adventista da Bahia Assessoria Pedagógica BR-101, km 197, Capoeiruçu Caixa Postal 18 Cachoeira BA CEP: 44.300-000 Brasil e-mail: selcr25@gmail.com ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA N.6/2014 NÚCLEO DOCENTE

Leia mais

TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DOS JUROS DE MORA ICMS ANEXA AO COMUNICADO DA-87/12

TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DOS JUROS DE MORA ICMS ANEXA AO COMUNICADO DA-87/12 JANEIRO 2,8451 2,7133 2,4903 2,3303 2,1669 1,9859 1,7813 1,6288 1,4527 1,3148 1,1940 1,0684 FEVEREIRO 2,8351 2,6895 2,4758 2,3201 2,1544 1,9676 1,7705 1,6166 1,4412 1,3048 1,1840 1,0584 MARÇO 2,8251 2,6562

Leia mais

Programa de Cooperação Científica e Tecnológica Subprograma de Empresas Juniores. Plano de trabalho

Programa de Cooperação Científica e Tecnológica Subprograma de Empresas Juniores. Plano de trabalho Programa de Cooperação Científica e Tecnológica Subprograma de Empresas Juniores Plano de trabalho 2016-2017 1. JUSTIFICATIVA O Subprograma de Empresas Juniores, vinculado ao PDI PROGRAMA 10 PROGRAMA UNESP

Leia mais

Biblioteca Virtual Integralidade em Saúde.

Biblioteca Virtual Integralidade em Saúde. Biblioteca Virtual Integralidade em Saúde http://www.bvsintegralidade.icict.fiocruz.br/php/index.php Sandra Infurna Laboratório de Pesquisas sobre Práticas de Integralidade em Saúde (LAPPIS / UERJ) Rio

Leia mais

CONEF apresenta a Semana Nacional de Educação Financeira

CONEF apresenta a Semana Nacional de Educação Financeira 2 CONEF apresenta a Semana Nacional de Educação Financeira Edição inédita fomenta aprendizado e consciência da população sobre o tema O Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF) realizará entre os

Leia mais

MINUTA EM CONSTRUÇÃO

MINUTA EM CONSTRUÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR UNIVERSITÁRIO MINUTA EM CONSTRUÇÃO RESOLUÇÃO POLÍTICA DE AÇÕES AFIRMATIVAS E PROMOÇÃO DA IGUALDADE ÉTNICO-RACIAL Institui a Política de Ações Afirmativas

Leia mais

EDITAL N.º 17/2016 ANEXO I TRILHAS DE APRENDIZAGEM DO PFGC. Competência: Visão Estratégica

EDITAL N.º 17/2016 ANEXO I TRILHAS DE APRENDIZAGEM DO PFGC. Competência: Visão Estratégica 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA DIREÇÃO GERAL DO CAMPUS JOÃO PESSOA PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE GESTORES

Leia mais

IGEPP SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL BACEN JUNHO 2016 PROFESSOR: CÉSAR FRADE

IGEPP SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL BACEN JUNHO 2016 PROFESSOR: CÉSAR FRADE Questão 1 (Cesgranrio Analista BACEN 2010) O Conselho Monetário Nacional é a entidade superior do sistema financeiro nacional, NÃO sendo de sua competência a) estabelecer a meta de inflação. b) zelar pela

Leia mais

São Paulo, 7 de maio de 2013.

São Paulo, 7 de maio de 2013. São Paulo, 7 de maio de 2013. Discurso do diretor de Relacionamento Institucional e Cidadania do Banco Central do Brasil, Luiz Edson Feltrim, no Fórum de Educação Financeira promovido por Visa e Financial

Leia mais

Calendário Pós-graduação 2014 - MBA em Gestão de Projetos

Calendário Pós-graduação 2014 - MBA em Gestão de Projetos Calendário Pós-graduação 2014 - MBA em Gestão de Projetos Disciplina Data Início Data fim Atividade acadêmica ENTRADA 1 10/03/2014 20/12/2014 17/03/2014 24/03/2014 Análise de Cenários Econômicos (Disciplina

Leia mais

Art. 2º O Conselho Estadual de Cultura tem por competências: II - acompanhar e fiscalizar a execução do Plano Estadual de Cultura;

Art. 2º O Conselho Estadual de Cultura tem por competências: II - acompanhar e fiscalizar a execução do Plano Estadual de Cultura; DECRETO Nº 24.720 DE 3 DE NOVEMBRO DE 2008 Dispõe sobre a composição e o funcionamento do Conselho Estadual de Cultura - CONSEC, de que trata a Lei nº 8.319, de 12 de dezembro de 2005, e dá outras providências.

Leia mais

PODER EXECUTIVO DECRETO Nº DE 15 DE ABRIL DE 2013.

PODER EXECUTIVO DECRETO Nº DE 15 DE ABRIL DE 2013. DECRETO Nº 44.159 DE 15 DE ABRIL DE 2013. DISPÕE SOBRE A CONSTITUIÇÃO DO RIO CRIATIVO - PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA CRIATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO,

Leia mais

Grupo temático 4 Cidadania e vulnerabilidade financeira

Grupo temático 4 Cidadania e vulnerabilidade financeira Grupo temático 4 Cidadania e vulnerabilidade financeira Oficinas Técnicas: temas Grupo temático 4 - Cidadania e vulnerabilidade financeira Oficina 4.A Novas tecnologias em serviços financeiros na promoção

Leia mais

Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS

Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,8 21-Jul-00 Real 0,6493 Sem frete - PIS/COFINS

Leia mais

Faculdade de Economia FEUC Universidade de Coimbra. Workshop Empreendedorismo social: teorias e práticas 30 de Junho 2011 Universidade de Aveiro

Faculdade de Economia FEUC Universidade de Coimbra. Workshop Empreendedorismo social: teorias e práticas 30 de Junho 2011 Universidade de Aveiro Faculdade de Economia FEUC Universidade de Coimbra Workshop Empreendedorismo social: teorias e práticas 30 de Junho Universidade de Aveiro Introdução sobre incubadoras sociais 1. Apresentação: Do ponto

Leia mais

Plano de Desenvolvimento Institucional

Plano de Desenvolvimento Institucional Plano de Desenvolvimento Institucional Âmbito de atuação Missão Visão Elementos Duráveis Princípios Elementos Mutáveis (periodicamente) Análise Ambiental Objetivos Estratégicos Metas Planos de Ação PDI

Leia mais

EDUCAÇÃO FISCAL. Portaria Interministerial nº 413, de 31 de dezembro de 2002

EDUCAÇÃO FISCAL. Portaria Interministerial nº 413, de 31 de dezembro de 2002 EDUCAÇÃO FISCAL Portaria Interministerial nº 413, de 31 de dezembro de 2002 DOU de 2.1.2003 Define competências dos órgãos responsáveis pela implementação do Programa Nacional de Educação Fiscal - PNEF.

Leia mais

Educação Financeira: um dos pilares da proteção do investidor. José Alexandre C. Vasco 18/08/15

Educação Financeira: um dos pilares da proteção do investidor. José Alexandre C. Vasco 18/08/15 Educação Financeira: um dos pilares da proteção do investidor. José Alexandre C. Vasco 18/08/15 Proteção do Investidor Mercados Justos Eficientes e Transparentes Redução do Risco Sistêmico Regulação Supervisão

Leia mais

Projeto Cooperativa MPS.BR SOFTSUL. Relato de experiências, lições aprendidas, melhores práticas e dificuldades da IOGE SOFTSUL (RS)

Projeto Cooperativa MPS.BR SOFTSUL. Relato de experiências, lições aprendidas, melhores práticas e dificuldades da IOGE SOFTSUL (RS) Projeto Cooperativa MPS.BR SOFTSUL Relato de experiências, lições aprendidas, melhores práticas e dificuldades da IOGE SOFTSUL (RS) Campinas - SP, Outubro 2008 Agenda Informações sobre o projeto Resultados

Leia mais

I FORUM BRASILEIRO DOS COORDENADORES DE PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA EM MEDICINA VETERINÁRIA/CNRMS/MEC ESTRUTURA E FUNÇÕES DA COREMU

I FORUM BRASILEIRO DOS COORDENADORES DE PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA EM MEDICINA VETERINÁRIA/CNRMS/MEC ESTRUTURA E FUNÇÕES DA COREMU I FORUM BRASILEIRO DOS COORDENADORES DE PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA EM MEDICINA ESTRUTURA E FUNÇÕES DA COREMU Profa. Gilcinéa de Cássia Santana Coordenadora da COREMU/UFMG COREMU RESOLUÇÃO Nº 2, DE 4 DE MAIO

Leia mais

Projetos para os municípios Motivação

Projetos para os municípios Motivação PROJETOS Projetos para os municípios Motivação A FNP é referência na interlocução com os municípios, envolvendo diretamente os prefeitos e prefeitas na coordenação política dos projetos. Por isso, é constantemente

Leia mais

1988 Constituição Federal Conteúdos Mínimos. LDB (Lei 9394/1996) - BNCC PCN. Currículo em Movimento e Indagações sobre o Currículo 1ª CONAE

1988 Constituição Federal Conteúdos Mínimos. LDB (Lei 9394/1996) - BNCC PCN. Currículo em Movimento e Indagações sobre o Currículo 1ª CONAE LINHA DO TEMPO 1988 Constituição Federal Conteúdos Mínimos 1996 LDB (Lei 9394/1996) - BNCC 1997 a 2000 PCN 2008 a 2010 Currículo em Movimento e Indagações sobre o Currículo 2010 1ª CONAE 2002 a 2012 Diretrizes

Leia mais

Proposta de Mecanismo de Controle, a partir do Programa de Apoio Acadêmico PAA/SESu/MEC.

Proposta de Mecanismo de Controle, a partir do Programa de Apoio Acadêmico PAA/SESu/MEC. Seminário Andifes Eficiência e Qualidade na ocupação de Vagas Discentes nas Universidades Federais Proposta de Mecanismo de Controle, a partir do Programa de Acadêmico. COGRAD GT Evasão e Retenção Prof.

Leia mais

Educação Financeira: Responsabilidade Social do Banco Central. José Linaldo Gomes de Aguiar Secretaria de Relações Institucionais

Educação Financeira: Responsabilidade Social do Banco Central. José Linaldo Gomes de Aguiar Secretaria de Relações Institucionais Educação Financeira: Responsabilidade Social do Banco Central José Linaldo Gomes de Aguiar Secretaria de Relações Institucionais Rio de Janeiro, 10 de novembro de 2010 Agenda 1. Contexto Internacional

Leia mais

ANEXO I TRILHAS DE APRENDIZAGEM DO PFGC

ANEXO I TRILHAS DE APRENDIZAGEM DO PFGC 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA DIREÇÃO GERAL DO CAMPUS JOÃO PESSOA PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE GESTORES

Leia mais

DECRETO Nº 9.149, DE 28 DE AGOSTO DE 2017

DECRETO Nº 9.149, DE 28 DE AGOSTO DE 2017 DECRETO Nº 9.149, DE 28 DE AGOSTO DE 2017 Cria o Programa Nacional de Voluntariado, institui o Prêmio Nacional do Voluntariado e altera o Decreto nº 5.707, de 23 de fevereiro de 2006, que institui a Política

Leia mais

MODELO AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE LABORATIVA E DO NEXO TECNICO PREVIDENCIÁRIO

MODELO AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE LABORATIVA E DO NEXO TECNICO PREVIDENCIÁRIO MODELO AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE LABORATIVA E DO NEXO TECNICO PREVIDENCIÁRIO Brasília Julho/2013 GRANDES NÚMEROS DO INSS 1.501 Agências da Previdência Social 39.392 servidores (4.730 peritos médicos) 198.000

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EMENTA

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EMENTA EIXO TECNOLÓGICO: Gestão e Negócios Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO CURSO: Superior em Administração FORMA/GRAU:( )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( x ) bacharelado ( ) licenciatura ( ) tecnólogo

Leia mais

E C O N Ô S O C E N T A L. Cultura e Tradição

E C O N Ô S O C E N T A L. Cultura e Tradição 3º. Seminário Responsabilidade Social com Foco nos Atores Interessados 7 a 8/10/2008 Biodiesel e Agricultura Familiar www.biodiesel.gov.b PNPB Pilares de Sustentação PNPB S O C I A L E C O N Ô M I C O

Leia mais

Governança de TI aplicada a uma Central de Serviços Compartilhados. Case Empresas Randon

Governança de TI aplicada a uma Central de Serviços Compartilhados. Case Empresas Randon Governança de TI aplicada a uma Central de Serviços Compartilhados Case Empresas Randon Douglas Bortolozzo 15 anos de experiência na área de TI Certificado ITIL V3 e ISO20000 Projetos, Modelos de Governança

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO E NORMAS DE COOPERAÇÃO

SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO E NORMAS DE COOPERAÇÃO SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO E NORMAS DE COOPERAÇÃO Audiência Pública em 14/6/16 Na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados Adão Francisco de Oliveira Secretário de Estado da Educação do Tocantins

Leia mais

Programa de Registro Público de Emissões de GEE de Minas Gerais 19/3/2015

Programa de Registro Público de Emissões de GEE de Minas Gerais 19/3/2015 Programa de Registro Público de Emissões de GEE de Minas Gerais 19/3/2015 PROJETO ESTRATÉGICO Mitigação e Adaptação às Mudanças Climáticas Programa de Registro Público de GEE Ferramenta para contabilização

Leia mais

Devolutiva GT de Avaliação da Educação Básica II Fórum Consed. São Paulo, 2017

Devolutiva GT de Avaliação da Educação Básica II Fórum Consed. São Paulo, 2017 Devolutiva GT de Avaliação da Educação Básica II Fórum Consed São Paulo, 2017 Visão geral do projeto Instituição do GT Consed - Avaliação No fim de 2015, o Consed cria o Grupo de Trabalho Avaliação, com

Leia mais

ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA ANA/CBDB

ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA ANA/CBDB ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA PRODUTO 1: PLANO DE TRABALHO CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO Atividades Responsáveis Indicador Físico Data Provável 1 Detalhamento do presente Plano de Trabalho 2 Primeira reunião de

Leia mais

EDITAL N.º 16/2016 ANEXO I TRILHAS DE APRENDIZAGEM DO PFGC. Competência: Visão Estratégica

EDITAL N.º 16/2016 ANEXO I TRILHAS DE APRENDIZAGEM DO PFGC. Competência: Visão Estratégica 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA DIREÇÃO GERAL DO CAMPUS JOÃO PESSOA PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE GESTORES

Leia mais

RELATÓRIO DE MENSAL SIMPLIFICADO RMS RMS N. 14

RELATÓRIO DE MENSAL SIMPLIFICADO RMS RMS N. 14 RELATÓRIO DE MENSAL SIMPLIFICADO RMS RMS N. 14 PERÍODO: 01 de fevereiro de 2016 a 29 de fevereiro de 2016 DATA: 01/03/2016 INTRODUÇÃO Este relatório tem como objetivo atender as demandas estabelecidas

Leia mais

ANEXO 2 ELABORAÇÃO DO PROJETO

ANEXO 2 ELABORAÇÃO DO PROJETO ANEXO 2 ELABORAÇÃO DO PROJETO 2. DISCRIMINAÇÃO DO PROJETO 2.1 Título do Projeto 2.2 Período de Execução 2.2.1 Início 2.2.2 Término LEVANTAMENTO DAS NECESSIDADES DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DOS TRABALHADORES

Leia mais

Estratégia de sustentabilidade

Estratégia de sustentabilidade Estratégia de sustentabilidade Fusão I Itaú + Unibanco Visão I Itaú Unibanco Perguntas norteadoras I 2010 - Itaú Unibanco 1 2 3 O que é Performance Sustentável e qual a relação entre Performance Sustentável

Leia mais

Code-P0. Copa 2014. Situação das ações do Governo Brasileiro. Brasília, 2 de junho de 2011

Code-P0. Copa 2014. Situação das ações do Governo Brasileiro. Brasília, 2 de junho de 2011 Code-P0 Copa 2014 Situação das ações do Governo Brasileiro Brasília, 2 de junho de 2011 Code-P1 O que o Brasil quer com a Copa do Mundo FIFA Mobilizar o país Promover o país no mundo Constituir arenas

Leia mais

ESTRUTURA DE GOVERNANÇA NA LIGHT

ESTRUTURA DE GOVERNANÇA NA LIGHT ESTRUTURA DE GOVERNANÇA NA LIGHT Na estrutura de governança da companhia, o Fórum de Acionistas é o órgão responsável por consolidar o alinhamento das decisões dentro do grupo controlador. Ele é formado

Leia mais

Prioridades da Agenda de Marco Institucional da MEI

Prioridades da Agenda de Marco Institucional da MEI 2ª REUNIÃO DO COMITÊ DE LÍDERES DA MEI DE 2016 Prioridades da Agenda de Marco Institucional da MEI Gilberto Peralta GE 13 de maio de 2016 MARCO INSTITUCIONAL Emenda Constitucional nº 85 Inserção da inovação

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Política Nacional de Resíduos Sólidos

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Política Nacional de Resíduos Sólidos MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS BASE LEGAL - AÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS AÇOES DE GESTÃO DE RESÍDUOS - BASE LEGAL Lei nº 11.107/2005 Consórcios Públicos Decreto nº 6017/2007

Leia mais

Mercado de Capitais. Sistema financeiro nacional. Professor: Msc. Roberto César

Mercado de Capitais. Sistema financeiro nacional. Professor: Msc. Roberto César Mercado de Capitais Sistema financeiro nacional Professor: Msc. Roberto César Sistema Financeiro Consumo Poupança Investimento Sistema Financeiro Nacional O Sistema Financeiro Nacional pode ser definido

Leia mais

Workshop sobre Inclusão e Formação Financeira com Bancos Centrais dos Países de Língua Portuguesa

Workshop sobre Inclusão e Formação Financeira com Bancos Centrais dos Países de Língua Portuguesa Workshop sobre Inclusão e Formação Financeira com Bancos Centrais dos Países de Língua Portuguesa Estratégia para a formação financeira Susana Narciso Departamento de Supervisão Comportamental 11 de julho

Leia mais

Situação das ações do Governo Brasileiro Rio de Janeiro

Situação das ações do Governo Brasileiro Rio de Janeiro Code-P0 Copa 204 Situação das ações do Governo Brasileiro Rio de Janeiro Rio de Janeiro, 7 de Junho de 20 Code-P O que o Brasil quer com a Copa do Mundo FIFA Mobilizar o país Promover o país no mundo Constituir

Leia mais

SÍNTESE DO PERFIL E DAS ATRIBUIÇÕES DOS COORDENADORES DAS UNIDADES SOCIOASSISTENCIAIS. Perfil e principais atribuições do Coordenador do CREAS

SÍNTESE DO PERFIL E DAS ATRIBUIÇÕES DOS COORDENADORES DAS UNIDADES SOCIOASSISTENCIAIS. Perfil e principais atribuições do Coordenador do CREAS SÍNTESE DO PERFIL E DAS ATRIBUIÇÕES DOS COORDENADORES DAS UNIDADES SOCIOASSISTENCIAIS Perfil e principais atribuições do Coordenador do CREAS Escolaridade de nível superior de acordo com a NOB/RH/2006

Leia mais

Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora

Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador Coordenação Geral de Saúde do Trabalhador Política Nacional de Saúde do Trabalhador

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS AFRO-BRASILEIROS E INDÍGENAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MATO GROSSO DO SUL (Neabi)

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS AFRO-BRASILEIROS E INDÍGENAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MATO GROSSO DO SUL (Neabi) REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS AFRO-BRASILEIROS E INDÍGENAS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MATO GROSSO DO SUL (Neabi) CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente

Leia mais

Conceito de Orçamento TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS GESTÃO MUNICIPAL I 13/05/09 ORÇAMENTO PARTICIPATIVO CASO PRÁTICO O QUE É ORÇAMENTO?

Conceito de Orçamento TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS GESTÃO MUNICIPAL I 13/05/09 ORÇAMENTO PARTICIPATIVO CASO PRÁTICO O QUE É ORÇAMENTO? TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS GESTÃO MUNICIPAL I 13/05/09 ORÇAMENTO PARTICIPATIVO CASO PRÁTICO Prof. Marcus Vinícius Veras Machado O QUE É ORÇAMENTO? Orçamento Pessoal Orçamento empresarial (Mão-de-Obra,

Leia mais

Regulamenta a Lei Complementar Nº 067, de 24 de maio de 2005.

Regulamenta a Lei Complementar Nº 067, de 24 de maio de 2005. Regulamenta a Lei Complementar Nº 067, de 24 de maio de 2005. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE NATAL NO RIO GRANDE DO NORTE, no uso da atribuição que lhe confere o Artigo, da Constituição Municipal e, tendo

Leia mais

De Olho no Lixo Baía de Guanabara: Estratégias invadoras para comunidades com baixo IDH. Brasília, 24 de abril de 2017.

De Olho no Lixo Baía de Guanabara: Estratégias invadoras para comunidades com baixo IDH. Brasília, 24 de abril de 2017. De Olho no Lixo Baía de Guanabara: Estratégias invadoras para comunidades com baixo IDH Brasília, 24 de abril de 2017. Objetivo Criar espaços de articulação para a implantação de ações integradas, com

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO. SEMESTRE ou ANO DA TURMA: 3ºSemestre. Roselaine R. Marconcine de Oliveira

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO. SEMESTRE ou ANO DA TURMA: 3ºSemestre. Roselaine R. Marconcine de Oliveira EIXO TECNOLÓGICO: Produção Alimentícia Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO CURSO: Curso Técnico em Agroindústria Subsequente FORMA/GRAU:( )integrado ( X )subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado ( ) licenciatura

Leia mais

Concurso Ciclo Verde edição Porto Feliz, março de 2017

Concurso Ciclo Verde edição Porto Feliz, março de 2017 Concurso Ciclo Verde edição 2017 Porto Feliz, março de 2017 LANXESS uma empresa de especialidades químicas operando globalmente Empresa de especialidades químicas Cisão da Bayer em 2004 Portfólio de produtos

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE MOBILIDADE URBANA DE VOTORANTIM / SP

PLANO MUNICIPAL DE MOBILIDADE URBANA DE VOTORANTIM / SP PLANO MUNICIPAL DE MOBILIDADE URBANA DE VOTORANTIM / SP 1ª Conferência - março de 2016 tema: lançamento do processo de elaboração do Plano O QUE É MOBILIDADE URBANA? Mobilidade é a forma de deslocamento

Leia mais

GESTÃO DE RISCOS E CONTROLES CVM 558 SETEMBRO / 2016

GESTÃO DE RISCOS E CONTROLES CVM 558 SETEMBRO / 2016 GESTÃO DE RISCOS E CONTROLES CVM 558 SETEMBRO / 2016 GOVERNANÇA CORPORATIVA Definição do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa - IBGC Sistema pelo qual as empresas...são dirigidas e incentivadas

Leia mais

Ações da CM/PR para a Segurança da Informação e Comunicações na APF

Ações da CM/PR para a Segurança da Informação e Comunicações na APF DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES Ações da CM/PR para a Segurança da Informação e Comunicações na APF CPI dos Crimes Cibernéticos - Seminário Segurança

Leia mais

DECRETO Nº , DE 13 DE MARÇO DE

DECRETO Nº , DE 13 DE MARÇO DE DECRETO Nº 22.787, DE 13 DE MARÇO DE 2002 1 Dispõe sobre a regulamentação do Conselho de Recursos Hídricos do Distrito Federal e dá outras providências. O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, no uso das atribuições

Leia mais

PACTO NACIONAL PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO

PACTO NACIONAL PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PACTO NACIONAL PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO Secretaria de Educação Básica Diretoria de Apoio à Gestão 1 Educacional Objetivo do Pacto do Ensino

Leia mais

O Conselho de Administração e as atribuições da CGPAR n.º 09/2016

O Conselho de Administração e as atribuições da CGPAR n.º 09/2016 Painel 2 1 o Fórum AudiCaixa de Governança Corporativa em Estatais O Conselho de Administração e as atribuições da CGPAR n.º 09/2016 FOCO: Boas práticas de governança de estatais, Supervisão de fundos

Leia mais

Plano Nacional de Formação de Professores da Educação

Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Seminário AESUFOPE-RS Formação de Professores: Políticas e Regulamentação Porto Alegre/RS - 08/junho/2009 Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica PúblicaP João Carlos Teatini Diretor

Leia mais

PLANOS DE RECURSOS HÍDRICOS

PLANOS DE RECURSOS HÍDRICOS PLANOS DE RECURSOS HÍDRICOS INSTRUMENTOS DE GESTÃO Lei 10.179/2014 POLÍTICA ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS OUTORGA ENQUADRAMENTO COBRANÇA SISTEMA DE INFORMAÇÕES COMPENSAÇÃO FUNDÁGUA PLANO DE RECURSOS HÍDRICOS

Leia mais

Safra 2016/2017. Safra 2015/2016

Safra 2016/2017. Safra 2015/2016 Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado do Paraná Safra 2016/2017 Mar/16 0,6048 0,6048 0,6048 66,04 73,77 Abr 0,6232 0,6232 0,5927 64,72 72,29 Mai 0,5585 0,5878 0,5868

Leia mais

3º SEMINÁRIO INTERNACIONAL

3º SEMINÁRIO INTERNACIONAL 3º SEMINÁRIO INTERNACIONAL O impacto da Portabilidade Numérica nas Operadoras, Mercado e Clientes Luiz Antonio Vale Moura Assessor do Conselho Diretor ANATEL 1 Política Pública: 1. Lei n 9.472, de 16 de

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 086/2005-CEPE/UNICENTRO

RESOLUÇÃO Nº 086/2005-CEPE/UNICENTRO RESOLUÇÃO Nº 086/2005-CEPE/UNICENTRO Cria o Núcleo de Educação a Distância da Universidade Estadual do Centro-Oeste, UNICENTRO e aprova o seu Regulamento. O REITOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE,

Leia mais

RELATO DA TRAJETÓRIA INICIAL DO PROJETO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA EM SANTA MARIA RS: Um sonho que aos poucos se torna realidade

RELATO DA TRAJETÓRIA INICIAL DO PROJETO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA EM SANTA MARIA RS: Um sonho que aos poucos se torna realidade RELATO DA TRAJETÓRIA INICIAL DO PROJETO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA EM SANTA MARIA RS: Um sonho que aos poucos se torna realidade Diana Dias Sampaio 1 Resumo: Tudo começou com a ideia de levar o conhecimento

Leia mais

DA INDUSTRIA, no uso de suas atribuições legais, regulamentares e regimentais,

DA INDUSTRIA, no uso de suas atribuições legais, regulamentares e regimentais, RESOLU ÇÃO N 0212005 NOVA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DO DEPARTAMENTO NACIONAL 1)0 SESI - APROVA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS - O PRESIDENTE DO DO SERVIÇO SOCIAL DA INDUSTRIA, no uso de suas atribuições legais,

Leia mais

O Processo Participativo na Elaboração do PLANSAB

O Processo Participativo na Elaboração do PLANSAB 1º. Seminário Franco-Brasileiro Sobre Saúde Ambiental Água, Saúde e Desenvolvimento O Processo Participativo na Elaboração do PLANSAB Ernani Ciríaco de Miranda Gerente de Projetos Especialista em Infraestrutura

Leia mais

1. DEFINIÇÃO, ANTECEDENTES E VISÃO DA ENAAC 2020

1. DEFINIÇÃO, ANTECEDENTES E VISÃO DA ENAAC 2020 Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas (ENAAC 2020) Avaliação do âmbito de aplicação do Decreto-Lei n.º 232/2007, de 15 de junho 1. DEFINIÇÃO, ANTECEDENTES E VISÃO DA ENAAC 2020 A Estratégia

Leia mais

Desafios e Oportunidades para o Desenvolvimento da EPT no Brasil até 2024

Desafios e Oportunidades para o Desenvolvimento da EPT no Brasil até 2024 Desafios e Oportunidades para o Desenvolvimento da EPT no Brasil até 2024 Marcelo Machado Feres Secretário de Educação Profissional e Tecnológica SETEC Ministério da Educação XXXIX edição da Reunião dos

Leia mais

\ pea Versão: lOh SAE1PR. Proposta Orçamentária 2010

\ pea Versão: lOh SAE1PR. Proposta Orçamentária 2010 r! \ pea Versão: 15-07-09-lOh SAE1PR Proposta Orçamentária 2010 Versão: 15 07 09 loh 1. Desafios Estratégicos Esta proposta orçamentária contempla recursos financeiros necessários para a superação dos

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSU Nº. 41/2013 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013

RESOLUÇÃO CONSU Nº. 41/2013 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013 RESOLUÇÃO CONSU Nº. 41/2013 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013 A Presidente do Conselho Superior Universitário da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas, no uso de suas atribuições regimentais, considerando

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 02/ COEPE

RESOLUÇÃO Nº. 02/ COEPE RESOLUÇÃO Nº. 02/2016 - COEPE Estabelece o Calendário Acadêmico da Faculdade de Jandaia do Sul para o ano letivo de 2017. A Diretora da Faculdade de Jandaia do Sul, no uso de suas atribuições legais e

Leia mais

MBA EM GESTÃO PÚBLICA

MBA EM GESTÃO PÚBLICA Versão 2 Legenda: Aulas ao vivo Avaliações Desafio Profissional MBA EM GESTÃO PÚBLICA Turma 2013-1 Feriados Importantes Aulas ao vivo: Quinta-feira INFORMAÇÕES GERAIS IMPORTANTES 1- Os temas e Professores

Leia mais

Acordo de Acionistas Política da de CPFL Sustentabilidade do Grupo CPFL Energia. Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A.

Acordo de Acionistas Política da de CPFL Sustentabilidade do Grupo CPFL Energia. Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A. Acordo de Acionistas Política da de CPFL Sustentabilidade Energia S.A. do Grupo CPFL Energia Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A. 1 Sumário 1. Introdução 3 2. Objetivo 4 3. Âmbito de

Leia mais

*2FF6B6EB* PROJETO DE LEI. Dispõe sobre o Sistema Nacional de Emprego, criado pelo Decreto n o , de 8 de outubro de 1975.

*2FF6B6EB* PROJETO DE LEI. Dispõe sobre o Sistema Nacional de Emprego, criado pelo Decreto n o , de 8 de outubro de 1975. ** PROJETO DE LEI Dispõe sobre o Sistema Nacional de Emprego, criado pelo Decreto n o 76.403, de 8 de outubro de 1975. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei, tendo em vista o disposto no inciso

Leia mais

Desdobrando o Mapa Estratégico da Justiça Federal do Rio Grande do Sul

Desdobrando o Mapa Estratégico da Justiça Federal do Rio Grande do Sul Desdobrando o Mapa Estratégico da Justiça Federal do Rio Grande do Sul Marcelo De Nardi Porto Alegre, 04 de julho de 2011. CONTEXTUALIZAÇÃO Poder Judiciário no Contexto da Gestão Pública Nacional Processos

Leia mais

Decreto Nº 353 DE 04/07/2016

Decreto Nº 353 DE 04/07/2016 Decreto Nº 353 DE 04/07/2016 Publicado no DOE em 5 jul 2016 Institui o Comitê Gestor da Rede para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios do Estado de Minas Gerais - REDESIM-MG.

Leia mais

REGULAMENTO DO CENTRO DE PESQUISA (CEPES) DA ESCOLA DE DIREITO DE BRASÍLIA EDB/IDP

REGULAMENTO DO CENTRO DE PESQUISA (CEPES) DA ESCOLA DE DIREITO DE BRASÍLIA EDB/IDP REGULAMENTO DO CENTRO DE PESQUISA (CEPES) DA ESCOLA DE DIREITO DE BRASÍLIA EDB/IDP TEXTO COMPILADO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 O presente Regulamento tem por finalidade normatizar as

Leia mais